Hortifruti · preço no atacado (CEASA)

Preço de hortifruti no atacado: tomate, batata, cebola e mais

Preço de atacado de 48 hortaliças e frutas nas centrais de abastecimento (CEASAs) do país — o que o atacado paga por quilo, na pesquisa diária do PROHORT/CONAB. Cada produto tem o preço por CEASA, a série mensal e a sazonalidade. Foto mais recente: 09/10/2026.

Fonte: CONAB — PROHORT (Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro), pesquisa diária nas centrais de abastecimento.

Preço médio por quilo no atacado das CEASAs

foto de 09/10/2026
ProdutoR$/kg (atacado)vs. mês anteriorCEASAs
Abacate R$ 4,54 ▲ 1,4% 31 por central →
Abacaxi R$ 6,46 ▼ 0,7% 31 por central →
Abobora R$ 2,65 ▼ 2,3% 31 por central →
Abobrinha R$ 3,92 ▼ 4,5% 31 por central →
Alface R$ 22,50 ▲ 3,5% 29 por central →
Alho R$ 20,29 ▼ 0,1% 31 por central →
Banana Nanica R$ 3,23 ▼ 2,8% 28 por central →
Banana Prata R$ 3,89 ▼ 4,8% 31 por central →
Batata R$ 4,84 ▼ 0,3% 31 por central →
Batata Doce R$ 3,40 ▼ 1,1% 31 por central →
Berinjela R$ 4,08 ▲ 0,6% 30 por central →
Beterraba R$ 3,30 ▼ 1,7% 31 por central →
Brocolo R$ 10,60 ▼ 3,4% 30 por central →
Cara R$ 5,78 ▲ 5,1% 28 por central →
Cebola R$ 4,95 ▲ 0,2% 31 por central →
Cenoura R$ 3,83 ▼ 12,5% 31 por central →
Chuchu R$ 2,85 ▼ 2,3% 31 por central →
Coco Verde R$ 3,71 ▲ 3,8% 30 por central →
Couve R$ 7,46 ▼ 5,3% 29 por central →
Couve-Flor R$ 6,39 ▲ 0,7% 30 por central →
Goiaba R$ 5,81 ▼ 6,4% 29 por central →
Inhame R$ 6,97 ▲ 0,8% 30 por central →
Jilo R$ 7,76 ▲ 1,9% 31 por central →
Laranja Pera R$ 2,06 ▲ 0,4% 31 por central →
Limao Tahiti R$ 8,08 ▲ 2,4% 31 por central →
Maca R$ 7,32 ▼ 1,0% 31 por central →
Mamao Formosa R$ 5,16 ▲ 5,8% 31 por central →
Mamao Haway R$ 6,46 ▼ 6,8% 30 por central →
Mandioca R$ 2,80 ▲ 2,9% 31 por central →
Mandioquinha R$ 9,26 ▼ 13,8% 24 por central →
Manga R$ 4,06 ▼ 19,1% 31 por central →
Maracuja Azedo R$ 9,78 ▼ 1,6% 31 por central →
Melancia R$ 2,24 ▼ 7,2% 31 por central →
Melao Amarelo R$ 4,94 ▼ 2,7% 31 por central →
Milho Verde R$ 3,87 ▲ 15,9% 29 por central →
Morango R$ 30,18 ▲ 6,4% 30 por central →
Ovos R$ 6,24 ▲ 0,6% 29 por central →
Pepino R$ 3,47 ▼ 8,5% 31 por central →
Pera Importada R$ 10,32 ▼ 1,6% 30 por central →
Pimentao Verde R$ 6,10 ▲ 12,8% 31 por central →
Quiabo R$ 9,91 ▲ 2,0% 31 por central →
Repolho R$ 2,34 ▼ 5,4% 31 por central →
Tangerina R$ 5,07 ▲ 10,2% 31 por central →
Tomate R$ 7,10 ▲ 13,9% 31 por central →
Uva Italia R$ 9,79 ▼ 3,3% 29 por central →
Uva Niagara R$ 11,63 ▼ 0,8% 22 por central →
Uva Rubi R$ 10,19 ▼ 1,4% 21 por central →
Vagem R$ 10,63 ▲ 10,4% 30 por central →

Preço de atacado — o que o comprador grande paga por quilo na central. No varejo (feira, mercado) sai bem mais caro. Fonte: CONAB — PROHORT.

O que é este preço

O PROHORT, da CONAB, coleta todo dia útil o preço praticado em cerca de 40 CEASAs — as centrais de abastecimento por onde passa a maior parte da fruta e da verdura do país. O número aqui é a média por quilo no atacado: não é o preço da feira nem o que o produtor recebe. Cada produto tem o preço de cada central, a série mensal desde 2022 e a época do ano em que costuma estar mais barato.

O Outras Vias usa só fontes públicas e oficiais. Aqui é dado de órgão federal (CONAB), citado com a fonte; não republicamos o arquivo, só as médias.

Perguntas frequentes

De onde vem este preço?

Do PROHORT (Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro), da CONAB, que coleta todo dia útil o preço praticado em cerca de 40 centrais de abastecimento (CEASAs). É o preço de atacado — o que o comprador grande paga por quilo na central —, não o preço da feira nem o recebido pelo produtor. Dado público de órgão federal.

É o preço que eu pago na feira?

Não. É o preço no atacado da CEASA. No varejo (feira, mercado, sacolão) o produto sai bem mais caro, por causa de transporte, perdas e a margem do comerciante — costuma ser o dobro ou mais do preço de CEASA.

Por que o preço muda tanto?

Hortifruti é perecível e depende do clima e da safra de cada região. Chuva, geada ou entressafra derrubam a oferta e o preço dispara em semanas; no pico da colheita despenca. Por isso mostramos também a sazonalidade — a época do ano em que cada produto costuma estar mais barato.

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