Hortifruti · preço no atacado (CEASA)

Preço de hortifruti no atacado: tomate, batata, cebola e mais

Preço de atacado de 48 hortaliças e frutas nas centrais de abastecimento (CEASAs) do país — o que o atacado paga por quilo, na pesquisa diária do PROHORT/CONAB. Cada produto tem o preço por CEASA, a série mensal e a sazonalidade. Foto mais recente: 30/09/2026.

Fonte: CONAB — PROHORT (Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro), pesquisa diária nas centrais de abastecimento.

Preço médio por quilo no atacado das CEASAs

foto de 30/09/2026
ProdutoR$/kg (atacado)vs. mês anteriorCEASAs
Abacate R$ 4,42 ▲ 5,8% 30 por central →
Abacaxi R$ 6,59 ▲ 2,4% 30 por central →
Abobora R$ 2,61 ▼ 4,2% 30 por central →
Abobrinha R$ 4,18 ▲ 16,4% 30 por central →
Alface R$ 22,59 ▲ 1,7% 27 por central →
Alho R$ 20,31 ▲ 5,4% 30 por central →
Banana Nanica R$ 3,29 ▼ 6,0% 27 por central →
Banana Prata R$ 3,94 ▼ 2,4% 30 por central →
Batata R$ 4,65 ▲ 29,9% 30 por central →
Batata Doce R$ 3,45 ▲ 4,4% 30 por central →
Berinjela R$ 4,10 ▲ 0,6% 29 por central →
Beterraba R$ 3,18 ▲ 0,9% 30 por central →
Brocolo R$ 11,04 ▲ 11,7% 29 por central →
Cara R$ 5,82 ▼ 9,3% 27 por central →
Cebola R$ 5,10 ▲ 17,2% 30 por central →
Cenoura R$ 4,08 ▼ 10,6% 30 por central →
Chuchu R$ 2,95 ▼ 22,7% 29 por central →
Coco Verde R$ 3,57 ▲ 5,1% 28 por central →
Couve R$ 7,59 ▲ 4,4% 26 por central →
Couve-Flor R$ 6,94 ▲ 5,8% 29 por central →
Goiaba R$ 5,69 ▲ 8,0% 28 por central →
Inhame R$ 7,26 ▲ 8,5% 29 por central →
Jilo R$ 7,70 ▲ 10,1% 30 por central →
Laranja Pera R$ 2,03 ▲ 1,2% 30 por central →
Limao Tahiti R$ 7,43 ▲ 44,9% 30 por central →
Maca R$ 7,12 ▲ 0,1% 30 por central →
Mamao Formosa R$ 5,00 ▼ 0,8% 30 por central →
Mamao Haway R$ 6,28 ▼ 3,0% 29 por central →
Mandioca R$ 2,90 ▲ 9,1% 30 por central →
Mandioquinha R$ 9,46 ▼ 9,4% 23 por central →
Manga R$ 4,13 ▼ 16,8% 30 por central →
Maracuja Azedo R$ 8,82 ▲ 1,3% 30 por central →
Melancia R$ 2,21 ▼ 13,7% 30 por central →
Melao Amarelo R$ 4,96 ▲ 13,5% 30 por central →
Milho Verde R$ 4,02 ▲ 6,3% 28 por central →
Morango R$ 31,69 ▲ 7,4% 29 por central →
Ovos R$ 6,33 ▼ 1,2% 27 por central →
Pepino R$ 3,74 ▲ 11,2% 30 por central →
Pera Importada R$ 10,83 ▲ 2,9% 29 por central →
Pimentao Verde R$ 5,20 ▲ 0,8% 30 por central →
Quiabo R$ 9,99 ▲ 15,2% 30 por central →
Repolho R$ 2,38 ▼ 19,5% 30 por central →
Tangerina R$ 4,57 ▲ 3,1% 30 por central →
Tomate R$ 6,53 ▲ 51,7% 30 por central →
Uva Italia R$ 9,80 ▲ 5,4% 27 por central →
Uva Niagara R$ 11,50 ▲ 3,2% 20 por central →
Uva Rubi R$ 10,52 ▲ 1,6% 19 por central →
Vagem R$ 10,36 ▲ 8,8% 29 por central →

Preço de atacado — o que o comprador grande paga por quilo na central. No varejo (feira, mercado) sai bem mais caro. Fonte: CONAB — PROHORT.

O que é este preço

O PROHORT, da CONAB, coleta todo dia útil o preço praticado em cerca de 40 CEASAs — as centrais de abastecimento por onde passa a maior parte da fruta e da verdura do país. O número aqui é a média por quilo no atacado: não é o preço da feira nem o que o produtor recebe. Cada produto tem o preço de cada central, a série mensal desde 2022 e a época do ano em que costuma estar mais barato.

O Outras Vias usa só fontes públicas e oficiais. Aqui é dado de órgão federal (CONAB), citado com a fonte; não republicamos o arquivo, só as médias.

Perguntas frequentes

De onde vem este preço?

Do PROHORT (Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro), da CONAB, que coleta todo dia útil o preço praticado em cerca de 40 centrais de abastecimento (CEASAs). É o preço de atacado — o que o comprador grande paga por quilo na central —, não o preço da feira nem o recebido pelo produtor. Dado público de órgão federal.

É o preço que eu pago na feira?

Não. É o preço no atacado da CEASA. No varejo (feira, mercado, sacolão) o produto sai bem mais caro, por causa de transporte, perdas e a margem do comerciante — costuma ser o dobro ou mais do preço de CEASA.

Por que o preço muda tanto?

Hortifruti é perecível e depende do clima e da safra de cada região. Chuva, geada ou entressafra derrubam a oferta e o preço dispara em semanas; no pico da colheita despenca. Por isso mostramos também a sazonalidade — a época do ano em que cada produto costuma estar mais barato.

Veja também