Hortifruti · preço no atacado (CEASA)

Preço de hortifruti no atacado: tomate, batata, cebola e mais

Preço de atacado de 48 hortaliças e frutas nas centrais de abastecimento (CEASAs) do país — o que o atacado paga por quilo, na pesquisa diária do PROHORT/CONAB. Cada produto tem o preço por CEASA, a série mensal e a sazonalidade. Foto mais recente: 16/10/2026.

Fonte: CONAB — PROHORT (Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro), pesquisa diária nas centrais de abastecimento.

Preço médio por quilo no atacado das CEASAs

foto de 16/10/2026
ProdutoR$/kg (atacado)vs. mês anteriorCEASAs
Abacate R$ 4,49 ▲ 2,5% 32 por central →
Abacaxi R$ 6,43 ▼ 2,9% 32 por central →
Abobora R$ 2,70 ▼ 1,5% 32 por central →
Abobrinha R$ 3,89 ▲ 0,3% 32 por central →
Alface R$ 23,12 ▲ 2,0% 29 por central →
Alho R$ 20,01 ▲ 0,7% 32 por central →
Banana Nanica R$ 3,11 ▼ 4,0% 29 por central →
Banana Prata R$ 3,89 ▼ 6,6% 32 por central →
Batata R$ 4,67 ▼ 0,2% 32 por central →
Batata Doce R$ 3,47 ▲ 0,0% 32 por central →
Berinjela R$ 4,23 ▲ 2,5% 31 por central →
Beterraba R$ 3,18 ▼ 0,5% 32 por central →
Brocolo R$ 10,39 ▼ 3,0% 30 por central →
Cara R$ 5,86 ▲ 4,1% 28 por central →
Cebola R$ 6,02 ▲ 8,6% 32 por central →
Cenoura R$ 3,65 ▼ 13,0% 32 por central →
Chuchu R$ 2,78 ▼ 5,7% 32 por central →
Coco Verde R$ 3,67 ▲ 1,0% 31 por central →
Couve R$ 7,75 ▼ 4,6% 30 por central →
Couve-Flor R$ 6,31 ▼ 1,0% 30 por central →
Goiaba R$ 6,07 ▼ 5,3% 30 por central →
Inhame R$ 6,99 ▲ 2,0% 31 por central →
Jilo R$ 7,67 ▲ 1,3% 31 por central →
Laranja Pera R$ 2,11 ▲ 1,3% 32 por central →
Limao Tahiti R$ 8,49 ▲ 5,3% 32 por central →
Maca R$ 7,26 ▼ 0,3% 32 por central →
Mamao Formosa R$ 5,30 ▲ 5,9% 31 por central →
Mamao Haway R$ 6,88 ▼ 3,4% 30 por central →
Mandioca R$ 2,64 ▲ 0,2% 31 por central →
Mandioquinha R$ 8,73 ▼ 12,6% 25 por central →
Manga R$ 3,87 ▼ 21,5% 32 por central →
Maracuja Azedo R$ 10,34 ▲ 2,9% 32 por central →
Melancia R$ 2,23 ▼ 7,7% 32 por central →
Melao Amarelo R$ 4,86 ▼ 5,3% 32 por central →
Milho Verde R$ 3,65 ▲ 11,8% 30 por central →
Morango R$ 32,28 ▲ 10,0% 31 por central →
Ovos R$ 6,27 ▼ 0,6% 29 por central →
Pepino R$ 3,44 ▼ 10,3% 32 por central →
Pera Importada R$ 10,45 ▼ 2,1% 31 por central →
Pimentao Verde R$ 6,77 ▲ 18,2% 32 por central →
Quiabo R$ 9,63 ▲ 2,4% 31 por central →
Repolho R$ 2,21 ▼ 7,1% 32 por central →
Tangerina R$ 5,04 ▲ 9,6% 31 por central →
Tomate R$ 7,92 ▲ 18,8% 32 por central →
Uva Italia R$ 10,28 ▼ 3,4% 30 por central →
Uva Niagara R$ 11,67 ▼ 1,7% 22 por central →
Uva Rubi R$ 10,73 ▼ 1,8% 20 por central →
Vagem R$ 10,29 ▲ 7,9% 31 por central →

Preço de atacado — o que o comprador grande paga por quilo na central. No varejo (feira, mercado) sai bem mais caro. Fonte: CONAB — PROHORT.

O que é este preço

O PROHORT, da CONAB, coleta todo dia útil o preço praticado em cerca de 40 CEASAs — as centrais de abastecimento por onde passa a maior parte da fruta e da verdura do país. O número aqui é a média por quilo no atacado: não é o preço da feira nem o que o produtor recebe. Cada produto tem o preço de cada central, a série mensal desde 2022 e a época do ano em que costuma estar mais barato.

O Outras Vias usa só fontes públicas e oficiais. Aqui é dado de órgão federal (CONAB), citado com a fonte; não republicamos o arquivo, só as médias.

Perguntas frequentes

De onde vem este preço?

Do PROHORT (Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro), da CONAB, que coleta todo dia útil o preço praticado em cerca de 40 centrais de abastecimento (CEASAs). É o preço de atacado — o que o comprador grande paga por quilo na central —, não o preço da feira nem o recebido pelo produtor. Dado público de órgão federal.

É o preço que eu pago na feira?

Não. É o preço no atacado da CEASA. No varejo (feira, mercado, sacolão) o produto sai bem mais caro, por causa de transporte, perdas e a margem do comerciante — costuma ser o dobro ou mais do preço de CEASA.

Por que o preço muda tanto?

Hortifruti é perecível e depende do clima e da safra de cada região. Chuva, geada ou entressafra derrubam a oferta e o preço dispara em semanas; no pico da colheita despenca. Por isso mostramos também a sazonalidade — a época do ano em que cada produto costuma estar mais barato.

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