Hortifruti · preço no atacado (CEASA)

Preço de hortifruti no atacado: tomate, batata, cebola e mais

Preço de atacado de 48 hortaliças e frutas nas centrais de abastecimento (CEASAs) do país — o que o atacado paga por quilo, na pesquisa diária do PROHORT/CONAB. Cada produto tem o preço por CEASA, a série mensal e a sazonalidade. Foto mais recente: 10/09/2026.

Fonte: CONAB — PROHORT (Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro), pesquisa diária nas centrais de abastecimento.

Preço médio por quilo no atacado das CEASAs

foto de 10/09/2026
ProdutoR$/kg (atacado)vs. mês anteriorCEASAs
Abacate R$ 4,45 ▼ 0,9% 32 por central →
Abacaxi R$ 6,32 ▼ 0,2% 32 por central →
Abobora R$ 2,81 ▼ 5,3% 32 por central →
Abobrinha R$ 3,43 ▼ 0,8% 32 por central →
Alface R$ 19,24 ▼ 5,7% 28 por central →
Alho R$ 19,37 ▲ 2,6% 32 por central →
Banana Nanica R$ 3,47 ▼ 8,1% 29 por central →
Banana Prata R$ 4,03 ▼ 2,7% 32 por central →
Batata R$ 4,73 ▲ 29,0% 32 por central →
Batata Doce R$ 3,40 ▲ 1,7% 32 por central →
Berinjela R$ 3,88 ▼ 0,3% 31 por central →
Beterraba R$ 3,35 ▼ 0,1% 32 por central →
Brocolo R$ 10,05 ▼ 3,5% 30 por central →
Cara R$ 5,84 ▼ 10,6% 28 por central →
Cebola R$ 4,39 ▲ 4,9% 32 por central →
Cenoura R$ 4,46 ▼ 7,8% 32 por central →
Chuchu R$ 2,94 ▼ 26,2% 31 por central →
Coco Verde R$ 3,36 ▲ 2,4% 30 por central →
Couve R$ 7,91 ▲ 1,8% 27 por central →
Couve-Flor R$ 5,83 ▼ 1,5% 30 por central →
Goiaba R$ 5,70 ▲ 8,4% 30 por central →
Inhame R$ 6,83 ▲ 6,0% 30 por central →
Jilo R$ 6,79 ▲ 4,1% 31 por central →
Laranja Pera R$ 2,02 ▼ 1,2% 32 por central →
Limao Tahiti R$ 8,00 ▲ 33,5% 32 por central →
Maca R$ 7,08 ▲ 0,4% 32 por central →
Mamao Formosa R$ 4,60 ▼ 4,5% 32 por central →
Mamao Haway R$ 6,73 ▼ 0,5% 31 por central →
Mandioca R$ 2,58 ▼ 0,3% 31 por central →
Mandioquinha R$ 10,12 ▼ 14,3% 24 por central →
Manga R$ 5,53 ▼ 7,8% 32 por central →
Maracuja Azedo R$ 10,01 ▲ 9,8% 32 por central →
Melancia R$ 2,32 ▼ 14,8% 31 por central →
Melao Amarelo R$ 5,05 ▲ 8,7% 32 por central →
Milho Verde R$ 3,41 ▼ 3,5% 30 por central →
Morango R$ 22,93 ▼ 15,7% 31 por central →
Ovos R$ 6,61 ▼ 3,3% 28 por central →
Pepino R$ 3,49 ▲ 8,2% 32 por central →
Pera Importada R$ 10,31 ▲ 2,6% 30 por central →
Pimentao Verde R$ 5,18 ▼ 2,4% 32 por central →
Quiabo R$ 8,82 ▲ 1,3% 31 por central →
Repolho R$ 2,85 ▼ 17,4% 32 por central →
Tangerina R$ 4,40 ▲ 1,1% 32 por central →
Tomate R$ 5,92 ▲ 40,3% 32 por central →
Uva Italia R$ 10,33 ▼ 1,2% 29 por central →
Uva Niagara R$ 11,44 ▲ 2,8% 22 por central →
Uva Rubi R$ 11,21 ▲ 2,4% 20 por central →
Vagem R$ 8,31 ▼ 0,2% 31 por central →

Preço de atacado — o que o comprador grande paga por quilo na central. No varejo (feira, mercado) sai bem mais caro. Fonte: CONAB — PROHORT.

O que é este preço

O PROHORT, da CONAB, coleta todo dia útil o preço praticado em cerca de 40 CEASAs — as centrais de abastecimento por onde passa a maior parte da fruta e da verdura do país. O número aqui é a média por quilo no atacado: não é o preço da feira nem o que o produtor recebe. Cada produto tem o preço de cada central, a série mensal desde 2022 e a época do ano em que costuma estar mais barato.

O Outras Vias usa só fontes públicas e oficiais. Aqui é dado de órgão federal (CONAB), citado com a fonte; não republicamos o arquivo, só as médias.

Perguntas frequentes

De onde vem este preço?

Do PROHORT (Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro), da CONAB, que coleta todo dia útil o preço praticado em cerca de 40 centrais de abastecimento (CEASAs). É o preço de atacado — o que o comprador grande paga por quilo na central —, não o preço da feira nem o recebido pelo produtor. Dado público de órgão federal.

É o preço que eu pago na feira?

Não. É o preço no atacado da CEASA. No varejo (feira, mercado, sacolão) o produto sai bem mais caro, por causa de transporte, perdas e a margem do comerciante — costuma ser o dobro ou mais do preço de CEASA.

Por que o preço muda tanto?

Hortifruti é perecível e depende do clima e da safra de cada região. Chuva, geada ou entressafra derrubam a oferta e o preço dispara em semanas; no pico da colheita despenca. Por isso mostramos também a sazonalidade — a época do ano em que cada produto costuma estar mais barato.

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