Cotação · pecuária de corte

Cotação do boi gordo: preço da arroba por estado

Em agosto de 2026, a arroba do boi gordo foi paga ao produtor a R$ 334,50 na média nacional apurada pela CONAB (+5,6% em relação ao mês anterior). Maior preço: Paraná (R$ 357,90); menor: Mato Grosso (R$ 320,70). Na faixa dos últimos 12 meses (R$ 292 a R$ 347), está a 77% do piso. Preço em R$ por arroba (15 kg). Fontes: CONAB (nacional, por estado) e DERAL/SEAB-PR (série histórica do Paraná).

Fonte: CONAB — Portal de Informações Agropecuárias (preço ao produtor, mensal por UF), referência de agosto de 2026. Atualizado em .

Arroba do boi (média Brasil)
R$ 334,50
▲ 5,6%
R$/@ (15 kg) · agosto de 2026 · CONAB
Faixa de 12 meses
R$ 292–347
preço atual a 77% do piso da faixa
Paraná (DERAL)
R$ 324,21
R$/@ · dezembro de 2025 · série desde 1995
Dólar
R$ 5,098
09/09/2026 · Banco Central

Preço da arroba ao produtor — média nacional

R$ 33525-0926-0226-08

R$/@ (15 kg), média nacional (mediana das UFs pesquisadas), mês a mês. Fonte: CONAB — Portal de Informações Agropecuárias. Série curta por ora — o preço do boi ao produtor de fonte aberta de governo só existe recente; cresce a cada mês.

Série histórica no Paraná (DERAL/SEAB-PR)

O DERAL pesquisa o preço do boi no Paraná toda semana desde 1995 — é a série longa mais próxima que existe de fonte pública. Dá a forma do ciclo pecuário; o nível de cada estado varia, mas o padrão anual é parecido no país.

R$ 32495-0110-0625-12

R$/@, média do Paraná, mês a mês. Fonte: DERAL/SEAB-PR. Mín.: R$ 20,55 · máx.: R$ 324,21. Sazonalidade: mais barato em junho, mais caro em dezembro.

Preço da arroba por estado

agosto de 2026
EstadoUFR$/@ (15 kg)
Paraná PR R$ 357,90
São Paulo SP R$ 341,85
Pará PA R$ 341,25
Mato Grosso do Sul MS R$ 339,30
Minas Gerais MG R$ 334,50
Goiás GO R$ 330,60
Tocantins TO R$ 330,45
Bahia BA R$ 328,20
Mato Grosso MT R$ 320,70

Preço médio recebido pelo produtor. Fonte: CONAB — Portal de Informações Agropecuárias, nível produtor. A diferença entre estados é, em boa parte, distância até os frigoríficos e os centros consumidores, não o mercado valorizando o boi de forma diferente.

Perguntas frequentes

Qual o preço da arroba do boi gordo hoje?

A referência mais recente de fonte pública é de agosto de 2026: R$ 334,50 por arroba (15 kg), na média nacional ao produtor, apurada pela CONAB. O preço varia por estado — a tabela nesta página traz o valor de cada UF. É um preço mensal; o indicador diário por praça (Indicador do Boi Gordo CEPEA/B3) vem de instituições com assinatura paga e não entra aqui.

Qual estado paga mais caro pela arroba?

Em agosto de 2026, o maior preço ao produtor foi Paraná (R$ 357,90/@) e o menor, Mato Grosso (R$ 320,70/@). Estados com mais frigoríficos e perto dos centros consumidores costumam pagar mais; regiões de cria, mais longe do abate, pagam menos.

Qual a melhor época do ano para vender o boi?

Pela série histórica do Paraná (DERAL, desde 1995), a arroba costuma estar mais barata em junho (entressafra da seca, oferta maior de boi magro) e mais cara em dezembro. É um padrão médio — o ano concreto depende do clima, do dólar e do preço do milho (custo do confinamento).

De onde vêm estes preços do boi?

São duas fontes públicas de governo: a CONAB (Portal de Informações Agropecuárias) publica o preço médio mensal ao produtor por estado — a referência nacional aqui, de dezembro de 2025; e o DERAL/SEAB-PR pesquisa o preço no Paraná toda semana desde 1995, o que dá a forma histórica da série. Não usamos o indicador diário CEPEA/B3 (assinatura paga).

De onde vêm estes números

CONAB — Portal de Informações Preço médio mensal da arroba do boi gordo recebido pelo produtor, por unidade da federação, na pesquisa da Companhia Nacional de Abastecimento. Dado público de órgão federal, atualização mensal.
DERAL/SEAB-PR Preço do boi no Paraná, pesquisado toda semana pelo Departamento de Economia Rural da Secretaria da Agricultura do estado; série mensal desde 1995. Dado público estadual.

Não usamos o Indicador do Boi Gordo CEPEA/B3 (diário, por praça): vem de instituições com assinatura paga. Metodologia e frescor de cada fonte →

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