Perfil do feijão · Rio Grande do Sul

Produção de feijão em Maximiliano de Almeida (RS)

Maximiliano de Almeida (RS) tem uma das lavouras de feijão mais produtivas do país: 1.333 kg/ha na safra 2024, cerca de 42% acima da média nacional. Foram 164 toneladas em 123 hectares. Fonte: IBGE/PAM.

Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal (PAM), safra 2024. Dados atualizados em .

Quanto Maximiliano de Almeida produz de feijão

  • Produção de feijão: 164 toneladas safra 2024 · IBGE/PAM
  • Área plantada: 123 hectares safra 2024 · IBGE/PAM
  • Produtividade: 1.333 kg/ha (22,2 sacas/ha) safra 2024 · IBGE/PAM
  • Posição nacional: 1383º maior produtor de feijão do Brasil safra 2024 · IBGE/PAM
  • Valor da produção: R$ 649 mil safra 2024 · IBGE/PAM
  • Janela de plantio (feijão): 21 de agosto a 20 de fevereiro safra 2026/27 · MAPA/ZARC
  • Exportação do estado (RS): US$ 10,87 mi em feijão (grão) 2025 · Comex Stat
  • Preço ao produtor (feijão): R$ 182,28 por saca de 60 kg (RS) agosto de 2026 · CONAB
  • Custo de produção (feijão): R$ 263,39 por saca (total) · R$ 10.833/ha março de 2026 · média Brasil · CONAB
  • Margem estimada (feijão): −R$ 81,11 por saca (preço − custo total) preço agosto de 2026 · custo março de 2026 · CONAB
  • Preço mínimo (feijão): R$ 186,84 por saca de 60 kg (PGPM) safra 2026 · CONAB
  • Armazenagem de grãos: 33.507 t de capacidade estática · 6 unidades cadastro 2026 · CONAB/SICARM
Produção · 2024
164 t
▼ 25,1%
IBGE / PAM
Área plantada
123 ha
▲ 0,0%
IBGE / PAM
Produtividade
1.333 kg/ha
22,2 sc/ha
Valor da produção
R$ 649 mil
▼ 12,8%
IBGE / PAM

Produção de feijão em Maximiliano de Almeida — série histórica

164 t200520142024

Toneladas por ano-safra. Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal (PAM), tabela 1612.

Ver série completa em números
SafraProdução (t)Área plantada (ha)Produtividade (kg/ha)Valor (R$ mil)
2024 164 123 1.333 649
2023 219 123 1.780 744
2022 204 208 981 525
2021 123 173 711 651
2020 185 238 777 546
2019 38 28 1.357 133
2018 77 43 1.791 140
2017 115 203 1.575 215
2016 325 163 1.994 723
2015 342 190 1.800 504
2014 97 90 1.078 180
2013 75 80 938 206
2012 174 110 1.582 348
2011 435 250 1.740 523
2010 450 300 1.500 409
2009 456 450 1.060 645
2008 446 500 892 930
2007 990 700 1.414 545
2006 657 550 1.194 581
2005 108 320 540 70

Fonte: IBGE/PAM. Valores nominais.

Como Maximiliano de Almeida se compara

IndicadorMaximiliano de AlmeidaMédia RSMédia Brasil
Produtividade (kg/ha) — safra 2024 1.333 1.211 937

Fonte: IBGE/PAM.

Perguntas frequentes

Quanto Maximiliano de Almeida produziu de feijão na safra 2024?

Maximiliano de Almeida colheu 164 toneladas de feijão em 123 hectares na safra 2024, uma produtividade de 1.333 kg/ha (22,2 sacas/ha). Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal.

Maximiliano de Almeida é o maior produtor de feijão do Brasil?

Não. Na safra 2024, Maximiliano de Almeida (RS) ocupou a 1383ª posição no ranking nacional de produção de feijão por município.

Qual a produtividade do feijão em Maximiliano de Almeida?

A produtividade do feijão em Maximiliano de Almeida foi de 1.333 kg/ha na safra 2024 — acima da média nacional, de 937 kg/ha. Fonte: IBGE/PAM.

Como evoluiu a produção de feijão em Maximiliano de Almeida?

Entre 2005 e 2024, a produção de feijão em Maximiliano de Almeida passou de 108 para 164 toneladas (+52%). Fonte: IBGE/PAM.

Quando plantar feijão em Maximiliano de Almeida?

Pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do Ministério da Agricultura, safra 2026/27, a janela de plantio de feijão em Maximiliano de Almeida vai de 21 de agosto a 20 de fevereiro. A janela de menor risco (20%) é de 21 de agosto a 31 de janeiro. Portaria 20 de 16-03-2026.

Qual a estimativa da safra atual de feijão em Rio Grande do Sul?

Para a safra 2025/26, a CONAB estima 51.400 toneladas de feijão em Rio Grande do Sul (o estado inteiro), em 33.300 hectares. O dado por município só fecha depois, com o IBGE.

Para onde vai o feijão que Rio Grande do Sul exporta?

Rio Grande do Sul exportou US$ 10.872.975 em feijão (grão) em 2025, cerca de 13.621 toneladas. Fonte: Comex Stat. A atribuição por município não é publicada; o dado é estadual.

Quanto vale a saca de feijão hoje em Maximiliano de Almeida?

Em agosto de 2026, o preço médio recebido pelo produtor de feijão em Rio Grande do Sul foi de R$ 182,28 por saca de 60 kg, segundo a pesquisa de preços da CONAB. O valor varia de praça para praça e a cada semana. Fontes: CONAB, Banco Mundial e Banco Central.

Qual o preço mínimo do feijão em Maximiliano de Almeida?

O preço mínimo garantido ao produtor (PGPM) na safra 2026 é de R$ 186,84 por saca de 60 kg de feijão em Rio Grande do Sul (Portaria MAPA nº 934). O preço de mercado ao produtor em agosto de 2026 (R$ 182,28/saca) estava -2% acima desse piso. Fonte: CONAB.

Quanto custa produzir feijão em Maximiliano de Almeida?

Em março de 2026, o custo total de produção de feijão nas regiões produtoras acompanhadas pela CONAB foi de cerca de R$ 263,39 por saca de 60 kg (R$ 10.833 por hectare), incluindo custeio, custos fixos e a renda dos fatores (terra e capital). Só o custo operacional (sem terra e capital) foi de R$ 214,99 por saca. É um custo de referência por região, não por lavoura. Fonte: CONAB — Custos de Produção.

É lucrativo plantar feijão em Maximiliano de Almeida?

Com o preço médio ao produtor de R$ 182,28/saca em agosto de 2026 e o custo de produção de R$ 263,39/saca (total) em março de 2026, a margem sobre o custo total foi de −R$ 81,11 por saca (e de −R$ 32,71 sobre o custo operacional). Para uma produtividade de 22 sacas/ha, isso dá cerca de −R$ 1.802 por hectare. Ou seja, o preço não cobriu o custo total de produção — situação comum quando o custo inclui a remuneração da terra e do capital. Preço e custo são de meses diferentes e variam por lavoura — trate como estimativa. Fontes: CONAB.

Quanto de Maximiliano de Almeida é área agrícola?

No mapeamento do MapBiomas de 2025, cerca de 56% de Maximiliano de Almeida era agropecuária (lavoura, pastagem, silvicultura e mosaico), sendo 37% de lavoura. A vegetação natural remanescente era de 39%. Fonte: MapBiomas — Cobertura e Uso da Terra, Coleção 11 (classificação de satélite, por município).

Quantos armazéns tem em Maximiliano de Almeida?

Maximiliano de Almeida tem 6 unidades armazenadoras cadastradas na CONAB, com capacidade estática total de 33.507 toneladas de grãos — o equivalente a cerca de 9.999% da produção de feijão do município na safra 2024. A capacidade é de todas as culturas, não só de feijão. Fonte: CONAB — Cadastro Nacional de Unidades Armazenadoras (SICARM); é uma foto da posição atual do cadastro.

Estimativa da safra atual em Rio Grande do Sul

O número acima é da última safra fechada por município (IBGE). Para a safra 2025/26, a estimativa mais recente para Rio Grande do Sul (estado inteiro) é de 51.400 toneladas em 33.300 hectares (1.544 kg/ha).

Fonte: CONAB — Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos, atualizado em . Estimativa estadual, não municipal.

Calendário do feijão em Maximiliano de Almeida

Pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do Ministério da Agricultura, safra 2026/27, a janela de plantio de feijão em Maximiliano de Almeida vai de 21 de agosto a 20 de fevereiro. A janela de menor risco (20%) é de 21 de agosto a 31 de janeiro.

Janela do ZARC (Portaria 20 de 16-03-2026) para plantio em sequeiro; varia com o ciclo da cultivar e o tipo de solo.

Exportação de feijão de Rio Grande do Sul

Em 2025, Rio Grande do Sul exportou US$ 10,87 mi em feijão (grão) — cerca de 14 mil toneladas.

Fonte: Comex Stat / Secex, atualizado em . Exportação por UF de origem; não há atribuição por município.

Preço do feijão em Maximiliano de Almeida

Preço ao produtor · RS · agosto de 2026
R$ 182,28
por saca de 60 kg · CONAB
Preço mínimo (PGPM) · safra 2026
R$ 186,84
preço ao produtor -2% acima
Dólar · 09/09/2026
R$ 5,10
R$ por US$ 1 · Banco Central
R$ 18211-0118-1026-08

Preço médio mensal recebido pelo produtor em Rio Grande do Sul, R$ por saca de 60 kg. Fonte: CONAB — Preços de Mercado.

O preço ao produtor é a média que a CONAB pesquisa a cada mês no estado — o que o produtor de fato recebe pela saca. Ele varia de praça para praça e a cada semana. O preço mínimo (PGPM) é o piso garantido pelo governo, fixado pela Portaria MAPA nº 934.

Fontes: CONAB — Preços de Mercado (preço médio ao produtor), atualizado em e Preço Mínimo (PGPM); Banco Central — dólar de venda; Banco Mundial — Pink Sheet. Não usamos indicadores de preço de licença fechada (ex.: CEPEA/Esalq).

Cotação do feijão no Rio Grande do Sul: preço da saca por estado, série e "leitura do preço" →

Custo de produção e margem — feijão em Maximiliano de Almeida

Custo total · março de 2026
R$ 263,39
por saca · R$ 10.833/ha · CONAB
Custo operacional
R$ 214,99
por saca · sem terra/capital
Margem s/ custo total
−R$ 81,11
preço − custo · por saca
Margem operacional · por hectare
−R$ 727
22 sc/ha × R$ -32,71
Componente do custoR$/saca 60 kg
Custeio (variável)R$ 168,97
Custos fixosR$ 46,02
Terra e capitalR$ 48,40
Custo totalR$ 263,39
R$ 26318-0121-1126-03

Custo total de produção por saca de 60 kg, R$ nominais. Fonte: CONAB — Custos de Produção.

O custo total soma o custeio (sementes, fertilizantes, defensivos, operações), os custos fixos e a renda dos fatores — o quanto a terra e o capital próprio renderiam em outro uso. Sem esses dois últimos, fica o custo operacional, mais próximo do desembolso. Com o preço ao produtor de agosto de 2026 (R$ 182,28/saca), o feijão em Maximiliano de Almeida não cobriu o custo total, com margem de −R$ 81,11 por saca.

Custo de referência das regiões produtoras acompanhadas pela CONAB, atualizado em — não é o custo da sua lavoura. Preço e custo podem ser de meses diferentes. Fonte: CONAB — Custos de Produção (agricultura empresarial).

Armazenagem de grãos em Maximiliano de Almeida

Capacidade estática
34 mil t
6 unidades · CONAB/SICARM
Em granel (silo/graneleiro)
30 mil t
90% da capacidade
Capacidade / produção do feijão
9.999%
safra 2024

Capacidade estática = quanto os armazéns do município guardam ao mesmo tempo, somando todas as culturas (não só feijão). Fonte: CONAB — Cadastro Nacional de Unidades Armazenadoras (SICARM), posição de . É uma foto do cadastro, não uma série.

Uso do solo em Maximiliano de Almeida

Lavoura
37%
7.671 ha do município
Pastagem
5%
1.065 ha
Vegetação natural
39%
8.095 ha remanescentes

No mapeamento do MapBiomas de 2025, 56% de Maximiliano de Almeida era agropecuária (lavoura, pastagem, silvicultura e mosaico), dos quais 37% de lavoura.

Fonte: MapBiomas — Mapeamento Anual da Cobertura e Uso da Terra (Coleção 11), ano de referência 2025. Classificação de satélite; pode divergir do cadastro fundiário. Área mapeada: 20.895 ha.

Simule a sua lavoura do feijão em Maximiliano de Almeida

De onde vêm estes dados

Banco Central - Cambio do dolar (SGS 1) Referência: 2026-09-09. Última coleta: .
Banco Central - Matriz de Dados do Credito Rural Referência: 2026. Última coleta: .
Banco Mundial - Preco internacional dos graos (Pink Sheet) Referência: 2026-08. Última coleta: .
Comex Stat / Secex - Exportacao (paises de destino) Referência: 2026. Última coleta: .
Comex Stat / Secex - Exportacao (totais) Referência: 2026. Última coleta: .
CONAB - Acompanhamento da Safra (estimativa) Referência: 2025/26. Última coleta: .
CONAB - Cadastro Nacional de Unidades Armazenadoras (SICARM) Referência: 2026. Última coleta: .
CONAB - Custo de producao (agricultura empresarial) Referência: 2026-03. Última coleta: .
CONAB - Preco de mercado (preco medio ao produtor) Referência: 2026-08. Última coleta: .
CONAB - Preco minimo (PGPM) Referência: 2027. Última coleta: .
IBGE - Levantamento Sistematico da Producao Agricola (LSPA) Ainda não carregado.
IBGE - Pesquisa da Pecuaria Municipal (PPM) Referência: 2024. Última coleta: .
IBGE - Producao Agricola Municipal (PAM) Referência: 2024. Última coleta: .
INMET - Dados historicos (chuva e temperatura por estacao) Referência: 2026-08. Última coleta: .
MAPA - AGROFIT (bula transcrita em HTML) Referência: 2026. Última coleta: .
MAPA - AGROFIT (defensivos registrados) Referência: 2026. Última coleta: .
MAPA - AGROFIT (registro x cultura x praga) Referência: 2026. Última coleta: .
MAPA - AGROFIT via AgroAPI (bula, rotulo, certificado) Referência: 2026. Última coleta: .
MAPA - Zoneamento Agricola de Risco Climatico (ZARC) Referência: 2026/27. Última coleta: .
MapBiomas - Cobertura e uso da terra por municipio (Colecao 11) Referência: 2025. Última coleta: .

Ver todas as fontes e a frequência de atualização →

Veja também

Por camada de dado: produção · preço · custo e margem · exportação · quando plantar · crédito rural · armazenagem · clima · uso do solo

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