Perfil do feijão · Rio Grande do Norte
Produção de feijão em Rio do Fogo (RN)
Na safra 2024, o rendimento de feijão em Rio do Fogo (RN) foi de 19,2 sacas por hectare, 23% acima da média do Brasil — 23 toneladas em 20 hectares. Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal.
Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal (PAM), safra 2024. Dados atualizados em .
Quanto Rio do Fogo produz de feijão
- Produção de feijão: 23 toneladas
- Área plantada: 20 hectares
- Produtividade: 1.150 kg/ha (19,2 sacas/ha)
- Posição nacional: 3017º maior produtor de feijão do Brasil
- Valor da produção: R$ 58 mil
- Janela de plantio (feijão): 11 de janeiro a 10 de janeiro
- Preço ao produtor (feijão): R$ 380,00 por saca de 60 kg (RN)
- Custo de produção (feijão): R$ 263,39 por saca (total) · R$ 10.833/ha
- Margem estimada (feijão): +R$ 116,61 por saca (preço − custo total)
- Preço mínimo (feijão): R$ 181,23 por saca de 60 kg (PGPM)
Produção de feijão em Rio do Fogo — série histórica
Toneladas por ano-safra. Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal (PAM), tabela 1612.
Ver série completa em números
| Safra | Produção (t) | Área plantada (ha) | Produtividade (kg/ha) | Valor (R$ mil) |
|---|---|---|---|---|
| 2024 | 23 | 20 | 1.150 | 58 |
| 2023 | 23 | 33 | 697 | 76 |
| 2022 | 19 | 33 | 576 | 49 |
| 2021 | 16 | 23 | 696 | 32 |
| 2020 | 18 | 30 | 600 | 54 |
| 2019 | 13 | 25 | 520 | 26 |
| 2018 | 13 | 25 | 520 | 25 |
| 2017 | 13 | 25 | 520 | 39 |
| 2016 | 13 | 25 | 520 | 53 |
| 2015 | 13 | 25 | 520 | 31 |
| 2014 | 108 | 180 | 600 | 130 |
| 2013 | 108 | 180 | 600 | 270 |
| 2012 | — | 36 | — | — |
| 2011 | 115 | 180 | 639 | 92 |
| 2010 | 144 | 180 | 800 | 115 |
| 2009 | 68 | 105 | 647 | 54 |
| 2008 | 126 | 140 | 900 | 101 |
| 2007 | 45 | 140 | 321 | 36 |
| 2006 | 120 | 200 | 600 | 84 |
| 2005 | 28 | 80 | 350 | 20 |
Fonte: IBGE/PAM. Valores nominais.
Como Rio do Fogo se compara
| Indicador | Rio do Fogo | Média RN | Média Brasil |
|---|---|---|---|
| Produtividade (kg/ha) — safra 2024 | 1.150 | 470 | 937 |
Fonte: IBGE/PAM.
Perguntas frequentes
Quanto Rio do Fogo produziu de feijão na safra 2024?
Rio do Fogo colheu 23 toneladas de feijão em 20 hectares na safra 2024, uma produtividade de 1.150 kg/ha (19,2 sacas/ha). Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal.
Rio do Fogo é o maior produtor de feijão do Brasil?
Não. Na safra 2024, Rio do Fogo (RN) ocupou a 3017ª posição no ranking nacional de produção de feijão por município.
Qual a produtividade do feijão em Rio do Fogo?
A produtividade do feijão em Rio do Fogo foi de 1.150 kg/ha na safra 2024 — acima da média nacional, de 937 kg/ha. Fonte: IBGE/PAM.
Como evoluiu a produção de feijão em Rio do Fogo?
Entre 2005 e 2024, a produção de feijão em Rio do Fogo passou de 28 para 23 toneladas (-18%). Fonte: IBGE/PAM.
Quando plantar feijão em Rio do Fogo?
Pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do Ministério da Agricultura, safra 2026/27, a janela de plantio de feijão em Rio do Fogo vai de 11 de janeiro a 10 de janeiro. A janela de menor risco (20%) é de 11 de janeiro a 10 de janeiro. Portaria 133 de 26-05-2026.
Qual a estimativa da safra atual de feijão em Rio Grande do Norte?
Para a safra 2025/26, a CONAB estima 15.700 toneladas de feijão em Rio Grande do Norte (o estado inteiro), em 45.400 hectares. O dado por município só fecha depois, com o IBGE.
Quanto vale a saca de feijão hoje em Rio do Fogo?
Em janeiro de 2025, o preço médio recebido pelo produtor de feijão em Rio Grande do Norte foi de R$ 380,00 por saca de 60 kg, segundo a pesquisa de preços da CONAB. O valor varia de praça para praça e a cada semana. Fontes: CONAB, Banco Mundial e Banco Central.
Qual o preço mínimo do feijão em Rio do Fogo?
O preço mínimo garantido ao produtor (PGPM) na safra 2026 é de R$ 181,23 por saca de 60 kg de feijão em Rio Grande do Norte (Portaria MAPA nº 812). O preço de mercado ao produtor em janeiro de 2025 (R$ 380,00/saca) estava 110% acima desse piso. Fonte: CONAB.
Quanto custa produzir feijão em Rio do Fogo?
Em março de 2026, o custo total de produção de feijão nas regiões produtoras acompanhadas pela CONAB foi de cerca de R$ 263,39 por saca de 60 kg (R$ 10.833 por hectare), incluindo custeio, custos fixos e a renda dos fatores (terra e capital). Só o custo operacional (sem terra e capital) foi de R$ 214,99 por saca. É um custo de referência por região, não por lavoura. Fonte: CONAB — Custos de Produção.
É lucrativo plantar feijão em Rio do Fogo?
Com o preço médio ao produtor de R$ 380,00/saca em janeiro de 2025 e o custo de produção de R$ 263,39/saca (total) em março de 2026, a margem sobre o custo total foi de +R$ 116,61 por saca (e de +R$ 165,01 sobre o custo operacional). Para uma produtividade de 19 sacas/ha, isso dá cerca de +R$ 2.235 por hectare. Preço e custo são de meses diferentes e variam por lavoura — trate como estimativa. Fontes: CONAB.
Quanto de Rio do Fogo é área agrícola?
No mapeamento do MapBiomas de 2025, cerca de 63% de Rio do Fogo era agropecuária (lavoura, pastagem, silvicultura e mosaico), sendo 1% de lavoura. A vegetação natural remanescente era de 22%. Fonte: MapBiomas — Cobertura e Uso da Terra, Coleção 11 (classificação de satélite, por município).
Estimativa da safra atual em Rio Grande do Norte
O número acima é da última safra fechada por município (IBGE). Para a safra 2025/26, a estimativa mais recente para Rio Grande do Norte (estado inteiro) é de 15.700 toneladas em 45.400 hectares (346 kg/ha).
Fonte: CONAB — Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos, atualizado em . Estimativa estadual, não municipal.
Calendário do feijão em Rio do Fogo
Pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do Ministério da Agricultura, safra 2026/27, a janela de plantio de feijão em Rio do Fogo vai de 11 de janeiro a 10 de janeiro. A janela de menor risco (20%) é de 11 de janeiro a 10 de janeiro.
Janela do ZARC (Portaria 133 de 26-05-2026) para plantio em sequeiro; varia com o ciclo da cultivar e o tipo de solo.
Preço do feijão em Rio do Fogo
Preço médio mensal recebido pelo produtor em Rio Grande do Norte, R$ por saca de 60 kg. Fonte: CONAB — Preços de Mercado.
O preço ao produtor é a média que a CONAB pesquisa a cada mês no estado — o que o produtor de fato recebe pela saca. Ele varia de praça para praça e a cada semana. O preço mínimo (PGPM) é o piso garantido pelo governo, fixado pela Portaria MAPA nº 812; para 2027 já foi definido em R$ 186,84.
Fontes: CONAB — Preços de Mercado (preço médio ao produtor), atualizado em e Preço Mínimo (PGPM); Banco Central — dólar de venda; Banco Mundial — Pink Sheet. Não usamos indicadores de preço de licença fechada (ex.: CEPEA/Esalq).
Cotação do feijão no Rio Grande do Norte: preço da saca por estado, série e "leitura do preço" →
Custo de produção e margem — feijão em Rio do Fogo
| Componente do custo | R$/saca 60 kg |
|---|---|
| Custeio (variável) | R$ 168,97 |
| Custos fixos | R$ 46,02 |
| Terra e capital | R$ 48,40 |
| Custo total | R$ 263,39 |
Custo total de produção por saca de 60 kg, R$ nominais. Fonte: CONAB — Custos de Produção.
O custo total soma o custeio (sementes, fertilizantes, defensivos, operações), os custos fixos e a renda dos fatores — o quanto a terra e o capital próprio renderiam em outro uso. Sem esses dois últimos, fica o custo operacional, mais próximo do desembolso. Com o preço ao produtor de janeiro de 2025 (R$ 380,00/saca), o feijão em Rio do Fogo cobriu o custo total, com margem de +R$ 116,61 por saca.
Custo de referência das regiões produtoras acompanhadas pela CONAB, atualizado em — não é o custo da sua lavoura. Preço e custo podem ser de meses diferentes. Fonte: CONAB — Custos de Produção (agricultura empresarial).
Uso do solo em Rio do Fogo
No mapeamento do MapBiomas de 2025, 63% de Rio do Fogo era agropecuária (lavoura, pastagem, silvicultura e mosaico), dos quais 1% de lavoura.
Fonte: MapBiomas — Mapeamento Anual da Cobertura e Uso da Terra (Coleção 11), ano de referência 2025. Classificação de satélite; pode divergir do cadastro fundiário. Área mapeada: 15.081 ha.
Simule a sua lavoura do feijão em Rio do Fogo
De onde vêm estes dados
Veja também
Por camada de dado: produção · preço · custo e margem · exportação · quando plantar · crédito rural · armazenagem · clima · uso do solo