Perfil do feijão · Rio Grande do Norte
Produção de feijão em José da Penha (RN)
A produção de feijão em José da Penha (RN) caiu 83% em 19 anos e chegou a 41 toneladas na safra 2024, em 200 hectares. Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal.
Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal (PAM), safra 2024. Dados atualizados em .
Quanto José da Penha produz de feijão
- Produção de feijão: 41 toneladas
- Área plantada: 200 hectares
- Produtividade: 513 kg/ha (8,6 sacas/ha)
- Posição nacional: 2549º maior produtor de feijão do Brasil
- Valor da produção: R$ 395 mil
- Janela de plantio (feijão): 1 de novembro a 31 de julho
- Preço ao produtor (feijão): R$ 380,00 por saca de 60 kg (RN)
- Custo de produção (feijão): R$ 263,39 por saca (total) · R$ 10.833/ha
- Margem estimada (feijão): +R$ 116,61 por saca (preço − custo total)
- Preço mínimo (feijão): R$ 181,23 por saca de 60 kg (PGPM)
Produção de feijão em José da Penha — série histórica
Toneladas por ano-safra. Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal (PAM), tabela 1612.
Ver série completa em números
| Safra | Produção (t) | Área plantada (ha) | Produtividade (kg/ha) | Valor (R$ mil) |
|---|---|---|---|---|
| 2024 | 41 | 200 | 513 | 395 |
| 2023 | 200 | 344 | 581 | 1.600 |
| 2022 | 150 | 344 | 600 | 1.125 |
| 2021 | 123 | 256 | 480 | 345 |
| 2020 | 130 | 400 | 481 | 304 |
| 2019 | 100 | 390 | 321 | 225 |
| 2018 | 300 | 600 | 500 | 600 |
| 2017 | 3 | 50 | 120 | 10 |
| 2016 | 6 | 200 | 150 | 36 |
| 2015 | 2 | 300 | 67 | 5 |
| 2014 | 161 | 400 | 429 | 362 |
| 2013 | 10 | 408 | 500 | 31 |
| 2012 | 5 | 250 | 67 | 23 |
| 2011 | 120 | 430 | 279 | 240 |
| 2010 | 75 | 250 | 300 | 232 |
| 2009 | 246 | 610 | 403 | 369 |
| 2008 | 252 | 700 | 600 | 378 |
| 2007 | 159 | 636 | 250 | 116 |
| 2006 | 213 | 530 | 401 | 213 |
| 2005 | 235 | 630 | 399 | 254 |
Fonte: IBGE/PAM. Valores nominais.
Como José da Penha se compara
| Indicador | José da Penha | Média RN | Média Brasil |
|---|---|---|---|
| Produtividade (kg/ha) — safra 2024 | 513 | 470 | 937 |
Fonte: IBGE/PAM.
Perguntas frequentes
Quanto José da Penha produziu de feijão na safra 2024?
Na safra 2024, José da Penha (RN) produziu 41 toneladas de feijão em 200 hectares plantados — uma produtividade de 513 kg/ha (8,6 sacas/ha). Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal.
José da Penha é o maior produtor de feijão do Brasil?
Não. Na safra 2024, José da Penha (RN) ocupou a 2549ª posição no ranking nacional de produção de feijão por município.
Qual a produtividade do feijão em José da Penha?
A produtividade do feijão em José da Penha foi de 513 kg/ha na safra 2024 — abaixo da média nacional, de 937 kg/ha. Fonte: IBGE/PAM.
Como evoluiu a produção de feijão em José da Penha?
Entre 2005 e 2024, a produção de feijão em José da Penha passou de 235 para 41 toneladas (-83%). Fonte: IBGE/PAM.
Quando plantar feijão em José da Penha?
Pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do Ministério da Agricultura, safra 2026/27, a janela de plantio de feijão em José da Penha vai de 1 de novembro a 31 de julho. A janela de menor risco (20%) é de 11 de dezembro a 31 de julho. Portaria 133 de 26-05-2026.
Qual a estimativa da safra atual de feijão em Rio Grande do Norte?
Para a safra 2025/26, a CONAB estima 15.700 toneladas de feijão em Rio Grande do Norte (o estado inteiro), em 45.400 hectares. O dado por município só fecha depois, com o IBGE.
Quanto vale a saca de feijão hoje em José da Penha?
Em janeiro de 2025, o preço médio recebido pelo produtor de feijão em Rio Grande do Norte foi de R$ 380,00 por saca de 60 kg, segundo a pesquisa de preços da CONAB. O valor varia de praça para praça e a cada semana. Fontes: CONAB, Banco Mundial e Banco Central.
Qual o preço mínimo do feijão em José da Penha?
O preço mínimo garantido ao produtor (PGPM) na safra 2026 é de R$ 181,23 por saca de 60 kg de feijão em Rio Grande do Norte (Portaria MAPA nº 812). O preço de mercado ao produtor em janeiro de 2025 (R$ 380,00/saca) estava 110% acima desse piso. Fonte: CONAB.
Quanto custa produzir feijão em José da Penha?
Em março de 2026, o custo total de produção de feijão nas regiões produtoras acompanhadas pela CONAB foi de cerca de R$ 263,39 por saca de 60 kg (R$ 10.833 por hectare), incluindo custeio, custos fixos e a renda dos fatores (terra e capital). Só o custo operacional (sem terra e capital) foi de R$ 214,99 por saca. É um custo de referência por região, não por lavoura. Fonte: CONAB — Custos de Produção.
É lucrativo plantar feijão em José da Penha?
Com o preço médio ao produtor de R$ 380,00/saca em janeiro de 2025 e o custo de produção de R$ 263,39/saca (total) em março de 2026, a margem sobre o custo total foi de +R$ 116,61 por saca (e de +R$ 165,01 sobre o custo operacional). Para uma produtividade de 9 sacas/ha, isso dá cerca de +R$ 997 por hectare. Preço e custo são de meses diferentes e variam por lavoura — trate como estimativa. Fontes: CONAB.
Quanto de José da Penha é área agrícola?
No mapeamento do MapBiomas de 2025, cerca de 57% de José da Penha era agropecuária (lavoura, pastagem, silvicultura e mosaico), sendo 0% de lavoura. A vegetação natural remanescente era de 40%. Fonte: MapBiomas — Cobertura e Uso da Terra, Coleção 11 (classificação de satélite, por município).
Estimativa da safra atual em Rio Grande do Norte
O número acima é da última safra fechada por município (IBGE). Para a safra 2025/26, a estimativa mais recente para Rio Grande do Norte (estado inteiro) é de 15.700 toneladas em 45.400 hectares (346 kg/ha).
Fonte: CONAB — Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos, atualizado em . Estimativa estadual, não municipal.
Calendário do feijão em José da Penha
Pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do Ministério da Agricultura, safra 2026/27, a janela de plantio de feijão em José da Penha vai de 1 de novembro a 31 de julho. A janela de menor risco (20%) é de 11 de dezembro a 31 de julho.
Janela do ZARC (Portaria 133 de 26-05-2026) para plantio em sequeiro; varia com o ciclo da cultivar e o tipo de solo.
Preço do feijão em José da Penha
Preço médio mensal recebido pelo produtor em Rio Grande do Norte, R$ por saca de 60 kg. Fonte: CONAB — Preços de Mercado.
O preço ao produtor é a média que a CONAB pesquisa a cada mês no estado — o que o produtor de fato recebe pela saca. Ele varia de praça para praça e a cada semana. O preço mínimo (PGPM) é o piso garantido pelo governo, fixado pela Portaria MAPA nº 812; para 2027 já foi definido em R$ 186,84.
Fontes: CONAB — Preços de Mercado (preço médio ao produtor), atualizado em e Preço Mínimo (PGPM); Banco Central — dólar de venda; Banco Mundial — Pink Sheet. Não usamos indicadores de preço de licença fechada (ex.: CEPEA/Esalq).
Cotação do feijão no Rio Grande do Norte: preço da saca por estado, série e "leitura do preço" →
Custo de produção e margem — feijão em José da Penha
| Componente do custo | R$/saca 60 kg |
|---|---|
| Custeio (variável) | R$ 168,97 |
| Custos fixos | R$ 46,02 |
| Terra e capital | R$ 48,40 |
| Custo total | R$ 263,39 |
Custo total de produção por saca de 60 kg, R$ nominais. Fonte: CONAB — Custos de Produção.
O custo total soma o custeio (sementes, fertilizantes, defensivos, operações), os custos fixos e a renda dos fatores — o quanto a terra e o capital próprio renderiam em outro uso. Sem esses dois últimos, fica o custo operacional, mais próximo do desembolso. Com o preço ao produtor de janeiro de 2025 (R$ 380,00/saca), o feijão em José da Penha cobriu o custo total, com margem de +R$ 116,61 por saca.
Custo de referência das regiões produtoras acompanhadas pela CONAB, atualizado em — não é o custo da sua lavoura. Preço e custo podem ser de meses diferentes. Fonte: CONAB — Custos de Produção (agricultura empresarial).
Uso do solo em José da Penha
No mapeamento do MapBiomas de 2025, 57% de José da Penha era agropecuária (lavoura, pastagem, silvicultura e mosaico), dos quais 0% de lavoura.
Fonte: MapBiomas — Mapeamento Anual da Cobertura e Uso da Terra (Coleção 11), ano de referência 2025. Classificação de satélite; pode divergir do cadastro fundiário. Área mapeada: 11.765 ha.
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Veja também
Por camada de dado: produção · preço · custo e margem · exportação · quando plantar · crédito rural · armazenagem · clima · uso do solo