Bula oficial · registro MAPA nº 12908

Bula do Zapp QI 620

Bula completa do Zapp QI 620 (registro MAPA nº 12908), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: glifosato-sal de potássio.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 28 páginas no PDF.

<Logomarca do produto> Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 12908

COMPOSIÇÃO

Potassium N-[(hydroxyphosphinato)methyl]glycine (GLIFOSATO SAL DE POTÁSSIO)................................................................. 620 g/L (62% m/v) Equivalente ácido...............................................................................................500 g/L (50% m/v) Outros Ingredientes........................................................................................ 740 g/L (74% m/v)

GRUPO G HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: HERBICIDA SELETIVO CONDICIONAL DE AÇÃO SISTÊMICA GRUPO QUÍMICO: GLICINA SUBSTITUÍDA TIPO DE FORMULAÇÃO: CONCENTRADO SOLÚVEL (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.- Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 56432322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001. (*) IMPORTADOR PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: PMG TÉCNICO - Registro MAPA nº 11001: Syngenta Limited - P.O. Box A38, Leeds Road, Huddersfield, West Yorkshire HD2 1FF, Reino Unido. PMG TÉCNICO NJ - Registro MAPA nº 011308: Nantong Jiangshan Agrochemical & Chemicals Limited Liability Co. - 998 Jiangshan Road, Nantong Economic & Tecnological Development Zone, Nantong, Jiangsu, China. PMG TÉCNICO SYNGENTA - Registro MAPA nº 13608: Bayer Agriculture BV - Antwerp Plant - Haven 627, Scheldelaan 460 - Antuérpia (Lillo) 2040 / Bélgica. Bayer CropScience LP – Luling Plant 12.501 River Road Lulling - Louisiana - 70.070 – EUA. Youth Chemical Co., Ltd. - Nº 1 Youshi Road - Yizheng City - Chemical Industrial Zone - Jiangsu - China. Monsanto do Brasil Ltda - Av Carlos Marcondes, 1200 - km 159,5, Limoeiro - CEP: 12241-420São José dos Campos/SP - CNPJ 64858525/0002-26 Registro Estadual nº 525 - CDA/SP. Agro Bayer S.R.L.– Zarate Plant - Ruta Provincial 6, Km 83,1 - 2800 - Zarate – Argentina. PMG TÉCNICO FH - Registro MAPA nº 23919: Sichuan Leshan Fuhua Tongda Agro-Chemical Technology Co. Ltd. - Qiaougou Town, Wutongqiao District, Leshan, 614800, Sichuan – China.

GLIFOSATO ÁCIDO TÉCNICO MILENIA – Registro MAPA nº 07301: ADAMA BRASIL S/A – Rua Pedro Antonio de Souza, 400, Pq. Rui Barbosa – Londrina/PR - CEP: 86031-610 – CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob nº 003263. Zhenjiang Jiangnan Chemical Co., Ltd – International Chemical Industry Park - Zhenjiang New Area 212152 - Zhenjiang, Jiangsu - China. GLIFOSATO TÉCNICO ADAMA BRASIL – Registro MAPA nº 19919: Zhejiang Xinan Chemical Industrial Group Co., Ltd. - Xinanjiang, Jiande, Zhejiang Province, 311600, China. GLIFOSATO XW TÉCNICO – Registro MAPA n° 28118: Hubei Trisun Chemicals Co. Ltd. - Nº66-4 Xiaoting Avenue, Xiaoting District - Yichang, Hubei - China. Inner Mongolia Xingfa Technology Co., Ltd. - Wuda Industrial Park, Wuhai City, Inner Mongolia, China. GLIFOSATO TÉCNICO GHA – Registro MAPA n° 14616: Jiangsu Good Harvest Weien Agrochemical Co., Ltd. - Laogang 226221 Qidong City, Jiangsu – China. GLIFOSATE TÉCNICO MONSANTO – Registro MAPA nº 01998: Monsanto do Brasil Ltda. – Av Carlos Marcondes, 1200 - km 159,5, Limoeiro - CEP: 12241420São José dos Campos/SP - CNPJ 64858525/0002-26 - Registro Estadual nº 525 - CDA/SP. Agro Bayer S.R.L. – Zarate Plant – Ruta Provincial 6, km 83,1 - Zarate - 2800 - Argentina. Bayer Cropscience LP – Luling Plant 12.501 River Road Lulling - Louisiana - 70.070 – EUA. Bayer Cropscience LP– Muscatine Plant 2.500 Wiggins Road Muscatine - Iowa - 52.761 - EUA. Bayer Agriculture BV – Antwerp Plant – Haven 627, Scheldelaan 460 - Antuérpia (Lillo) – 2.040 / Bélgica. GLIFOSATO TECNICO SH - Registro MAPA nº 34419: Nantong Jiangshan Agrochemical & Chemicals Limited Liability Company - 998 Jiangshan Road, Nantong Economic & Technological Development Zone, Nantong, Jiangsu – China. GLIFOSATO TECNICO WYNCA – Registro MAPA n° 38919: Zhenjiang Jiangnan Chemicals Co. Ltd - International Chemical Industry Park Zhenjiang New Area, 212152, Jiangsu - China. FORMULADOR: Syngenta Proteção de Cultivos Ltda - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5, Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453. Syngenta Chemicals B.V. - Rue de Tyberchamps, 37, B-7180 Seneffe, Bélgica. Ouro Fino Química S.A - Avenida Filomena Cartafina, 22335, Q14, L5 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-750 – Uberaba/MG – CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Cadastro no IMA/MG sob nº 8.764. FMC Química do Brasil Ltda - Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III – Uberaba – MG - CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Cadastro IMA/MG sob o n° 210.

Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 – Sorocaba/SP – CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 8. Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Cadastro no IMA/MG sob nº 2.972. Tagma Brasil Indústria e Comércio de Prods. Químicos Ltda - Av. Roberto Simonsen, 1459 - Paulínia/SP – CNPJ: 03.855.423/000181 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 477. Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antonio de Souza, 400 Pq. Rui Barbosa – Londrina/PR CEP: 86031-610 – CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob nº 003263. Adama Brasil S/A - Avenida Júlio de Castilho, 2085 - Taquari/RS CEP: 95860-000 – CNPJ: 02.290.510/0004-19 – Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99. Nortox S.A. - BR 163 – km 116 - Parque Distrito Industrial Vetorasso - CEP: 78740-275 – Rondonópolis/MT - CNPJ: 75.263.400/0011-60 - INDEA/MT 183/06. Chemotecnica S.A. - Pbro. Juan G. González y Aragón 207, Carlos Spegazzini, Pcia. Buenos Aires, B 1812EIE, Argentina. Nortox S.A. - Rodovia BR 369, km 197 - Aracanduva - CEP: 86700-970 – Arapongas/PR - CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Cadastro na SEAB/PR sob nº 466. Syngenta Agro S.A. de C.V. - Eje 130 # 125, Zona Industrial, San Luis Potosí, CP 78395, S.L.P., México. Syngenta S.A. - Carretera Via Mamonal km 6 - Cartagena-Colômbia. “O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”. No do lote ou da partida:

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE

CAUSAR DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –

PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da Faixa: FAIXA AZUL – PMS Blue 293 C

INSTRUÇÕES DE USO

ZAPP QI 620 é um herbicida sistêmico, seletivo condicional (seletivo para culturas geneticamente modificadas com tolerância ao glifosato, e não seletivo para as demais variedades/híbridos/cultivares convencionais), para aplicação em pós-emergência das espécies daninhas, nas seguintes modalidades: Aplicação em área total, antes do plantio das culturas

CULTURAPLANTA DANINHADOSE (L/ha)ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃONÚMERO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
ALGODÃO AMENDOIM ARROZ AVEIA CANA-DE-AÇÚCAR CENTEIO CEVADA ERVILHA FEIJÃO FEIJÕES (qualquer espécie de Phaseolus, Vigna e Cajanus) GRÃO-DE-BICO LENTILHA MILHETO MILHO SOJA SORGO TRIGO TRITICALECapim-marmelada (Brachiaria plantaginea)0,7Pós- emergência das plantas daninhas, antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo.Realizar uma (1) aplicação por cicloTerrestre: 100 - 200
Picão-preto (Bidens pilosa)
Aveia¹ (Avena sativa)0,7 - 1,1
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)1,1
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)1,1 - 1,4
Capim-massambará (Sorghum halepense)1,4
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)
Guanxuma (anual-sementes) (Sida rhombifolia)
Azevém (Lolium multiflorum)1,4 - 2,1
Flor-das-almas; Maria-mole (Senecio brasiliensis)
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens)1,4 - 2,8
Milheto¹ (Pennisetum americanum)2,1
Buva (Conyza bonariensis)
Amendoim-bravo; Leiteiro (Euphorbia heterophylla)2,1 – 2,8
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Guanxuma (perenizada) (Sida rhombifolia)2,1 – 3,5
Braquiarão; Braquiária-brizanta (Brachiaria brizantha)2,8
Capim-amargoso (Digitaria insularis)
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli)
CULTURAPLANTA DANINHADOSE (L/ha)ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃONÚMERO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Grama-seda (Cynodon dactylon)2,8 - 3,2
Arroz-vermelho (Oryza sativa)2,8 - 3,5
Capim-colonião (Panicum maximum)
Tiririca (Cyperus rotundus)2,8 - 4,2
BATATA-DOCE BATATA-YACON BETERRABA CARÁ CENOURA GENGIBRE INHAME MANDIOCA MANDIOQUINHA- SALSA NABO RABANETECapim-pé-de-galinha (Eleusine indica)1,0 - 3,5
Capim-amargoso (Digitaria insularis)2,1 - 3,5
FUMOCapim-colchão (Digitaria horizontalis)1,5 – 4,0
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)

(Eleusine indica) ¹ Dessecação para formação de cobertura morta no sistema de plantio direto. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações.

Aplicação em jato dirigido, na entrelinha das culturas

CULTURAPLANTA DANINHADOSE (L/ha)ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃONÚMERO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
BANANACapim-colchão (Digitaria horizontalis)1,5 - 4,0Pós-emergência das plantas daninhas, em jato dirigido na entrelinha, evitando atingir as culturasRealizar uma (1) aplicação por cicloTerrestre: 100 - 200
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)
CAFÉ CITROS MAÇÃCapim-marmelada (Brachiaria plantaginea)0,7
Picão-preto (Bidens pilosa)
Aveia¹ (Avena sativa)0,7 - 1,1
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)1,1
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)1,1 - 1,4
Capim-massambará (Sorghum halepense)1,4
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)
Guanxuma (anual-sementes) (Sida rhombifolia)
Azevém (Lolium multiflorum)1,4 - 2,1
Flor-das-almas; Maria-mole (Senecio brasiliensis)
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens)1,4 - 2,8
Milheto¹ (Pennisetum americanum)2,1
Buva (Conyza bonariensis)
Amendoim-bravo; Leiteiro (Euphorbia heterophylla)2,1 - 2,8
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Guanxuma (perenizada) (Sida rhombifolia)2,1 - 3,5
Braquiarão; Braquiária-brizanta (Brachiaria brizantha)2,8
Capim-amargoso (Digitaria insularis)
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli)
Grama-seda (Cynodon dactylon)2,8 - 3,2
Arroz-vermelho (Oryza sativa)2,8 - 3,5
CULTURAPLANTA DANINHADOSE (L/ha)ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃONÚMERO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Capim-colonião (Panicum maximum)
Tiririca (Cyperus rotundus)2,8 - 4,2
CACAU CAJUCarrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidium)1,5 - 4,0
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
CAQUI CARAMBOLA FIGO GOIABA MANGABA UVACapim-colchão (Digitaria horizontalis)1,5 - 4,0
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)

(Eleusine indica) ¹ Dessecação para formação de cobertura morta no sistema de plantio direto. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações. Erradicação de soqueira da cana-de-açúcar

ALVODOSE (L/ha)ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃONÚMERO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum)3,5 - 4,2Efetuar aplicação em soqueira com desenvolvimento normal e altura entre 0,60 e 1,0 m.Realizar uma (1) aplicação por cicloTerrestre: 100 - 200

Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas e das culturas geneticamente modificadas com tolerância ao glifosato

CULTURAPLANTA DANINHADOSE (L/ha)ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃONÚMERO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Aplicação única²Aplicação sequencial³
ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADOCapim-braquiária (Brachiaria decumbens)0,5 - 2,0Aplicação única: plantas daninhas 2-4 folhas Aplicação sequencial: realizar a primeira aplicação com as plantas daninhas 2-4 folhas; intervalo de 10 a 15 dias para segunda aplicaçãoRealizar até duas (2) aplicaçõesTerrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40
Corda-de-viola (Ipomoea nil)2,0 - 3,0
CANA-DE- AÇÚCAR GENETICAMENTE MODIFICADACapim-braquiária (Brachiaria decumbens)1,0 - 4,2Aplicação única: Plantas daninhas 1-2 perfilhos/2-4 folhas Aplicação sequencial: realizar a primeira aplicação com as plantas daninhas 2-4 folhas/1-2 perfilhos; intervalo de 30 dias para a segunda aplicação
Capim-colonião (Panicum maximum)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Mucuna preta (Mucuna aterrima)
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADOCapim-braquiária (Brachiaria decumbens)1,51,0Aplicação única: MILHO: V2-V4 (ou 15-20 dias após a emergência das culturas) Aplicação sequencial: realizar a primeira aplicação 15-20 dias após emergência das culturas; intervalo de 10 a 15 dias para a segunda aplicação
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Amendoim-bravo; Leiteiro (Euphorbia heterophylla)
Caruru (Amaranthus viridis)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Trapoeraba¹ (Commelina benghalensis)1,0
CULTURAPLANTA DANINHADOSE (L/ha)ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃONÚMERO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Aplicação única²Aplicação sequencial³
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADACapim-braquiária (Brachiaria decumbens)1,51,0Aplicação única: SOJA: V2-V3 (ou 15-20 dias após a emergência das culturas) Aplicação sequencial: realizar a primeira aplicação 15-20 dias após emergência das culturas; intervalo de 10 a 15 dias para a segunda aplicaçãoRealizar até duas (2) aplicaçõesTerrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Amendoim-bravo; Leiteiro (Euphorbia heterophylla)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Caruru (Amaranthus viridis)1,5 - 2,0
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Trapoeraba¹ (Commelina benghalensis)1,0

¹ Em áreas com infestação de trapoeraba, recomenda-se realizar aplicação sequencial; ² Aplicação única em pós-emergência das culturas tolerantes ao glifosato, é recomendada para baixas a médias infestações das espécies indicadas; ³ Aplicação sequencial é indicada para infestações altas destas espécies de plantas daninhas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações.

CULTURAPLANTA DANINHADOSE (L/ha)ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃONÚMERO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
PASTAGEMCapim-capeta; Capim-Pt (Sporobolus indicus)2,0 - 6,0Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura. Aplicar para renovação de pastagem, em área total, ou para controle de plantas daninhas e reboleiras, em jato dirigidoRealizar uma (1) aplicação por cicloTerrestre: 100-400 Aérea: 20-40
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens)
Guanxuma (Sida rhombifolia)

Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações.

MODO DE APLICAÇÃO

ZAPP QI 620 é um herbicida seletivo condicional, de ação sistêmica recomendado para o controle de plantas infestantes anuais e perenes, podendo ser aplicado das seguintes formas: Em culturas convencionais, entendam-se culturas não modificadas geneticamente para tolerância ao glifosato, o ZAPP QI 620 deve ser aplicado: Antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo. Através da aplicação dirigida à entrelinha de culturas perenes (jato dirigido), evitandose atingir a cultura ou usando equipamentos de aplicação que a protejam. Na erradicação de soqueira de cana-de-açúcar convencional, o ZAPP QI 620 deve ser aplicado: Aplicar na pós-emergência da cultura, em área total, para erradicação da soqueira com desenvolvimento normal e altura entre 0,60 e 1,0 m. Em culturas geneticamente modificadas (tolerantes ao glifosato), em pós-emergência das espécies daninhas e das culturas, em área total, em aplicação única ou sequencial, o ZAPP QI 620 deve ser aplicado: Aplicação única: Recomendada para densidades médias a baixas de plantas daninhas. Seguir os estágios de crescimento e épocas recomendados no quadro anterior. Aplicação sequencial (duas aplicações): Recomendada para áreas de altas infestações e/ou para controlar plantas daninhas com vários fluxos de germinação. Para a primeira aplicação, seguir os estágios de crescimento e épocas recomendados no quadro anterior. Para as culturas do algodão, milho e soja, recomenda-se intervalo de 10 a 15 dias após a primeira aplicação. Para a cultura da cana-de-açúcar, recomenda-se intervalo de 30 dias após a primeira aplicação. Em áreas com infestações de trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda-se a aplicação sequencial de ZAPP QI 620 nas doses de 1,0 L/há na primeira aplicação, seguida da aplicação sequencial na dose de 1,0 L/há, e intervalos recomendados anteriormente. Na renovação e manutenção de pastagens ou para controle de plantas daninhas e reboleiras, o ZAPP QI 620 deve ser aplicado: Aplicar na pós-emergência da cultura, em área total, para renovação da pastagem; ou em jato dirigido, para controle das plantas daninhas na pós-emergência. De modo geral, a melhor época para controlar as plantas infestantes perenes corresponde ao período próximo ao florescimento. Para as plantas infestantes anuais, a melhor época encontrase do período inicial de desenvolvimento vegetativo até a fase de pré-florescimento. Os melhores resultados de controle são obtidos quando ZAPP QI 620 é aplicado sobre plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo, sob boas condições de umidade do solo e alta umidade relativa do ar, tanto antes quanto depois da aplicação. Não se deve aplicar ZAPP QI 620 em plantas infestantes submetidas a estresse hídrico sob pena de redução da eficácia do herbicida.

MODO DE APLICAÇÃO

ZAPP QI 620 pode ser aplicado das seguintes formas: APLICAÇÃO TERRESTRE: Utilizar volume de calda recomendados nas tabelas de instruções e pontas de pulverização que proporcionem distribuição uniforme da calda de aplicação sobre as folhas das plantas daninhas. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a cultura, de acordo com a forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costais (manuais ou motorizados) ou tratorizados. Os modelos de pontas podem ser de jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota média ou maiores. A velocidade do pulverizador deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante da ponta utilizada para formação de gotas médias ou maiores. O equipamento de aplicação deverá gerar cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 10 km/hora. Orientações específicas para redução de deriva: O aplicador é responsável por evitar eventuais derivas da pulverização fora do local alvo, devendo estar ciente de locais não visados próximos e das condições ambientais; NÃO aplique em condições climáticas ou com equipamentos de pulverização, que podem fazer com que a pulverização caia sobre plantas / colheitas suscetíveis próximas, áreas de cultivo ou pastagens; NÃO aplique com gotas finas; NÃO permita que a pulverização caia em pousios adjacentes; NÃO aplique em ou perto de arbustos, árvores ou culturas diferentes das recomendadas em bula; NÃO drene ou lave o equipamento sobre ou próximo a árvores não alvos ou outras plantas, onde suas raízes possam se estender, ou em situações em que por condições do solo ou por infiltração, a absorção do herbicida possa ocorrer. APLICAÇÃO AÉREA: A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas citadas na bula. Utilizar volume de calda recomendados nas tabelas de instruções de uso. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas médias. É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade de voo, largura de faixa e altura de voo, também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C, umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros. O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser flexibilizadas.

Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea. Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como: Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (pontas adequadas, e ajustes do ângulo de ataque) para gerar gotas médias; Limitar a altura da pulverização entre 2 e 4 metros acima do topo do alvo; Fechar a válvula antes de subir a aeronave; Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva; Adequar a distância entre a área alvo e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições meteorológicas vigentes; Realizar a pulverização apenas com ventos moderados (3 a 10 km/h), evitando realizá-la quando o mesmo estiver em direção à área a ser protegida. Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente; Respeitar 100 metros de bordadura das áreas vizinhas. Condições meteorológicas: Temperatura do ar: abaixo de 30°C Umidade relativa do ar: acima de 55% Velocidade do vento: mínima de 3 km/h até 10 km/h Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas. APLICAÇÃO VIA AERONAVES REMOTAMENTE PILOTADAS (ARP) / DRONE: O produto pode ser aplicado através de ARP em todas as culturas recomendadas, devendo estes serem adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem volume de aplicação adequado para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta ou menor, quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha. Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como: Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso); Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva; Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;

Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente. Somente realizar a aplicação via drone na presença de profissionais habilitados. Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea. Preparo da Calda: Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem. O produto, nas quantidades pré-determinadas devem ser colocados no tanque do pulverizador, parcialmente cheio (1/4 do volume cheio) e com o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida completar o volume d’água. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CULTURADIAS
Algodão(1)
Algodão geneticamente modificado105
Amendoim(1)
Arroz(1)
Aveia(1)
Banana30
Batata-doce90
Batata-yacon90
Beterraba90
Cacau30
Café15
Caju7
Cana-de-açúcar(1)
Cana-de-açúcar (erradicação de soqueira)(1)
Cana-de-açúcar geneticamente modificada300
Caqui17
Cará90
Carambola17
Cenoura90
Centeio(1)
Cevada(1)
Citros30
Ervilha(1)
Feijão(1)
Feijões(1)
Figo17
CULTURADIAS
FumoUNA
Gengibre90
Goiaba17
Grão-de-bico(1)
Inhame90
Lentilha(1)
Maçã15
Mandioca90
Mandioquinha-salsa90
Mangaba17
Milheto(1)
Milho(1)
Milho geneticamente modificado90
Nabo90
PastagemUNA
Rabanete90
Soja(1)
Soja geneticamente modificada56
Sorgo(1)
Trigo(1)
Triticale(1)
Uva17

UNA: Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador. Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto. Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

Devido ao grande número de espécies e variedades das culturas indicadas nesta bula, recomenda-se que o usuário aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto e tolerância de novas variedades, previamente à sua aplicação em maior escala; ZAPP QI 620 não apresenta atividade herbicida quando aplicado diretamente ao solo, não apresentando, portanto, atividade residual para controle de plantas infestantes ainda não emergidas. Caso ocorra nova emergência de plantas infestantes após a aplicação de ZAPP QI 620, a aplicação de outros herbicidas registrados para essas culturas poderá ser necessária, principalmente no caso de culturas perenes; Não se deve adicionar adjuvante à calda de aplicação de ZAPP QI 620; ZAPP QI 620 pode causar danos às culturas convencionais, caso o jato de aplicação atinja as folhas ou ramos das mesmas. Desse modo, precauções devem ser tomadas de modo a evitar que o jato de aplicação atinja a cultura na qual estão sendo controladas as plantas infestantes; Não utilizar água com coloides em suspensão (argila, por exemplo) para preparo da calda e aplicação do produto, nem aplicar sobre plantas infestantes cobertas com poeira, pois poderá haver redução na eficácia do produto; Não aplicar ZAPP QI 620 sobre plantas infestantes submetidas a estresse hídrico sob pena de redução da eficácia do herbicida; Deve-se adotar práticas e tecnologias de aplicação que proporcionem uma redução da deriva em, no mínimo, 50%, para doses acima de 1.800 g/ha nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada. Seletividade/Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses e condições recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. ZAPP QI 620 é um herbicida seletivo condicional, não-seletivo à maioria das culturas quando aplicado em pós-emergência sobre as mesmas, e seletivo às culturas geneticamente modificadas com tolerância ao glifosato quando aplicado em pós-emergência. A seletividade é obtida através das modalidades de aplicação: Antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo. Através da aplicação dirigida nas entrelinhas de culturas perenes (jato dirigido), evitandose atingir a cultura ou usando equipamentos de aplicação que a protejam.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS Á PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS: VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as Boas Práticas Agrícolas. Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br)

GRUPO G HERBICIDA O produto ZAPP QI 620 é composto por Glifosato, que apresenta mecanismo de ação Inibidores da EPSPs, pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Tolerância de Herbicidas).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS

Produto para uso exclusivamente agrícola. O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, avental impermeável, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1, viseira facial, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos. Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, avental impermeável, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1, viseira facial, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos. Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, equipamento de

proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1, viseira facial, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos e botas de borracha. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: Touca árabe, viseira facial, avental impermeável, botas de borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calça compridas, luvas de proteção para produtos químicos e equipamento de proteção respiratória classe P1/PFF1. A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser perigoso se inalado Pode provocar reações alérgicas na ATENÇÃO pele

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR ZAPP QI 620

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoGlifosato: Glicina substituída
Classe toxicológica
Categoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de absorção
Oral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaGlifosato: Após administração oral, aproximadamente 20 a 40% do glifosato é
absorvido rapidamente pelo trato gastrointestinal. A distribuição para os órgãos e
tecidos é rápida, porém limitada, acarretando em baixos níveis de resíduos
teciduais. Os maiores resíduos são observados nos ossos, rins e fígado, sem
evidências de bioacumulação. Sua eliminação é rápida e quase completa em 48
horas, pelas fezes e urina. A maior parte do glifosato parental é eliminada na sua
forma inalterada e pouco menos de 0,5% é eliminado como ácido
aminometilfosfônico (AMPA), porém o metabolismo do AMPA em mamíferos
demonstrou ser bastante limitado, devido principalmente à ação de bactérias da
microflora gastrointestinal.
ToxicodinâmicaGlifosato: Inibe a enzima 5-enolpiruvilshiquimato-3-fosfato sintase (EPSPS),
impedindo a síntese de aminoácidos aromáticos essenciais necessários para a
síntese proteica. A enzima EPSPS está presente em plantas, fungos e na maioria
das bactérias, porém não ocorre em animais, o que explica a baixa toxicidade do
glifosato para mamíferos.
Sintomas e sinais clínicosGlifosato: Não foram relatados efeitos na saúde humana no banco de dados de
fabricação da Syngenta ou na literatura.
As informações detalhadas a seguir foram obtidas de estudos agudos com animais
de experimentação tratados com a formulação à base de glifosato e demais
componentes do ZAPP QI 620:
Exposição Oral: Não foi observada mortalidade ou sinais clínicos de toxicidade
entre os ratos (machos e fêmeas) tratados com a dose limite de 2.000 mg/kg p.c.
Exposição Inalatória: Durante o período de exposição à concentração de 5,08
mg/L, foram observadas alterações associadas à contenção, como pelo úmido,
salivação moderada e resíduos da substância teste ao redor do focinho em todos
os animais. Alguns animais apresentaram resposta reduzida ao som e alterações
no padrão respiratório na última hora de exposição. Os sinais clínicos observados
após o período de exposição foram sangramento nasal, manchas ao redor do
focinho, pelos úmidos e piloereção. Alterações indicativas de irritação do trato
respiratório superior foram observados em todos os animais. Todos os efeitos foram
reversíveis até o 13º dia pós-exposição. Não foi registrada mortalidade.
Exposição Cutânea: Não foi observada mortalidade ou sinais clínicos de toxicidade
local ou sistêmica entre os ratos (machos e fêmeas) tratados com a dose limite de
2.000 mg/kg p.c. em estudo de toxicidade cutânea. Em estudo de irritação dérmica,
observou-se eritema leve em 2 dos 6 coelhos testados, após 24 horas da instilação
do produto com reversão total em 72 horas após a aplicação do produto. O produto
foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo teste de Buehler.
Exposição Ocular: Não foram reportadas alterações na córnea ou íris de coelhos
expostos ao produto em estudo de irritação ocular. Após 24 horas, reações leves
na conjuntiva (hiperemia e secreção) foram observadas em 2 dos 5 animais
testados, com reversibilidade em 48 horas (secreção) e 72 horas (hiperemia).
Exposição Crônica: O ingrediente ativo dessa formulação não foi considerado
mutagênico, teratogênico ou carcinogênico para seres humanos. À luz dos
conhecimentos atuais, não é considerado desregulador endócrino e não interferem
com a reprodução. Vide item “efeitos crônicos” a seguir.
DiagnósticoO diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.
TratamentoTratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao
suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência
cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a
absorção e os efeitos locais.
Exposição Oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de
1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g
de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro
de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é
necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado
para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa
inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de
insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
mecânica.
Exposição Dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria
abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou
dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento.
Exposição Ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com
a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
encaminhar o paciente para tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração
e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Interações Não foram relatados efeitos de interações químicas para glifosato e demais químicas componentes da formulação em humanos. Atenção Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o caso no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas) Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.comInterações químicasNão foram relatados efeitos de interações químicas para glifosato e demais componentes da formulação em humanos.
AtençãoPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o caso no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas) Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório Vide quadro anterior, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos: > 2.000 mg/kg p.c./dia DL50 dérmica em ratos: > 2.000 mg/kg p.c./dia CL50 inalatória em ratos (4 horas): > 5,08 mg/L Irritação ocular em coelhos: Não foram reportadas alterações na córnea ou íris de coelhos expostos ao produto em estudo de irritação ocular. Após 24 horas, reações leves na conjuntiva (hiperemia e secreção) foram observadas em 2 animais, com reversibilidade em 48 horas (secreção) ou 72 horas (hiperemia).

Irritação dérmica em coelhos: Em estudo de irritação dérmica, observou-se eritema leve em 2 dos 6 coelhos testados, após 24 horas da instilação do produto com reversão total em 72 horas após a aplicação do produto. Portanto, o produto não foi classificado para irritação dérmica de acordo com o GHS. Sensibilização cutânea: O produto foi considerado sensibilizante dérmico. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação gênica bacteriana com diferentes cepas da linhagem Salmonella Typhimurium ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos. Efeitos Crônicos: Glifosato: Em estudo de 2 anos em ratos, as maiores doses de 1.214 mg/kg p.c./dia (machos) e 1.498 mg/kg p.c./dia (fêmeas) resultaram em diminuição de peso corpóreo e da eficiência na utilização de alimentos, bem como alterações bioquímicas e histopatológicas no fígado e rins. A incidência de hepatite e colangite proliferativa no fígado foi mais comum em machos do que em fêmeas. Acredita-se que a necrose papilar, mineralização papilar, hiperplasia de células de transição renais e o aumento da incidência de prostatite observados na maior dose estejam relacionados à diminuição do pH urinário devido à acidez da substância teste (NOAEL machos e fêmeas: 361 e 437 mg/kg p.c./dia, respectivamente). Em estudo de 2 anos em camundongos tratados com o glifosato-trimesium, as doses de 991 mg/kg p.c./dia (machos) e 1.341 mg/kg p.c./dia (fêmeas) resultaram em diminuição do ganho de peso corpóreo. Nenhum efeito adverso relacionado ao tratamento foi observado neste estudo (NOEL glifosato-equivalente machos e fêmeas: 81 e 109 mg/kg p.c./dia, respectivamente). Não foram observados achados neoplásicos em ambas as espécies e estudos de mutagenicidade in vivo e in vitro indicam a nãomutagenicidade do glifosato. A administração de até 1.073 mg/kg (machos) e 1.634 mg/kg (fêmeas) de glifosato no estudo de 2 gerações em ratos não resultou em efeitos adversos na função reprodutiva ou em toxicidade significativa para os adultos ou filhotes. Foi observada diminuição do peso corpóreo dos filhotes da geração F1 com consequente diminuição no peso desses animais durante a fase pré-acasalamento (NOAEL sistêmico: 322 mg/kg p.c./dia; NOAEL reprodutivo: 1.073 mg/kg p.c./dia). No estudo de toxicidade do desenvolvimento em ratos, não houve evidência de toxicidade materna ou qualquer efeito adverso em relação ao número, crescimento ou sobrevivência dos fetos no útero em doses de até 1.000 mg/kg p.c./dia (NOAEL materno e desenvolvimento: 1.000 mg/kg p.c./dia). No coelho, a administração de 175 ou 300 mg/kg p.c./dia resultou em toxicidade materna (diminuição do peso corpóreo, consumo de ração e diarreia). Nos fetos, houve pequenas alterações na ossificação associadas à diminuição do peso fetal (NOAEL materno e desenvolvimento: 100 e 175 mg/kg p.c./dia, respectivamente). Pelos estudos descritos, o glifosato não é considerado carcinogênico, mutagênico ou tóxico para a reprodução.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). X - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:  Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.  O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.  A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.  O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.  Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.  Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.  Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.  Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).  Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada.

• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA., • Telefone de emergência: 0800 704 4304. • Utilize o Equipamento de Proteção Individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça essa operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;

Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Zapp QI 620 registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 12908 · documento de 24/10/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Zapp QI 620?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Zapp QI 620 e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Zapp QI 620 é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 12908, documento de 24/10/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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