Yamato® SC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob Nº 15520.
COMPOSIÇÃO
- 3-[5-(difluoromethoxy)-1-methyl-3-(trifluoromethyl)pyrazol-4-ylmethylsulfonyl]-4,5-dihydro-5,5dimethyl-1,2-oxazole (PIROXASULFONA).......................................................500,0 g/L (50,00% m/v) - Outros Ingredientes.........................................................................................717,5 g/L (71,75% m/v)
GRUPO K3 HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida, Seletivo de ação sistêmica, do grupo químico Pirazol, Isoxazolina TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO: IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul 18087-170 - Sorocaba/SP - Fone: (15) 3235-7700 CNPJ Nº 61.142.550/0001-30 - Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8 FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: . YAMATO TÉCNICO (Registro MAPA nº TC09320) KUMIAI CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD. 1800, Nakanogo, Fuji-shi, Shizuoka, 421-3306, Japão. PI INDUSTRIES LIMITED Plot Nº SPM – 28, Sterling Sez, Dist. Bharuch, 392180, Jambusar, Gujarat, Índia. SHANGHAI QUNLI CHEMICAL CO., LTD. Nº 389 Jin'Ou Road, Shanghai Fine Chemical Industrial Zone, Dist. Jinshan, Jinshanwei Shanghai, China. FORMULADOR: IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul 18087-170 - Sorocaba/SP - Fone: (15) 3235-7700 CNPJ Nº 61.142.550/0001-30 - Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8 OURO FINO QUÍMICA S.A. Avenida Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5, Uberaba/ MG CNPJ: 09.100.671/0001-07 SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. Avenida Wilson Camurça, 2138, Distrito Industrial I, Maracanaú/CE CNPJ: 07.467.822/0001-26 TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA Avenida Roberto Simonsen, 1.459, Bairro Recanto dos Pássaros, Paulínia/SP – CEP 13148-030 CNPJ: 03.855.423/0001-81
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE COR DA FAIXA: AZUL INTENSO (Azul PMS Blue 293 C)
INSTRUÇÕES DE USO
O produto YAMATO SC é um herbicida seletivo e de ação sistêmica, recomendado para o controle em pré-emergência de diversas plantas infestantes em diversas culturas. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES E RECOMENDAÇÃO DE USO:
| CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES | DOSES (mL p.c./ha) | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
|---|---|---|---|---|---|
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | |||
| Abacate | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 400 | Realizar aplicação única, após a dessecação das plantas infestantes presentes na área, em jato dirigido no solo (sem contato com as folhas da cultura evitando sintomas de fitotoxicidade), visando controle em pré- emergência (controle residual) das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Algodão | Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 150 a 300 | Realizar 1 aplicação em pré- emergência total (pré- emergência da cultura e das plantas infestantes) | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 300 | ||||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 250 a 300 | ||||
| Amendoim | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 300 a 400 | Realizar 1 aplicação em pré- emergência total (pré- emergência da cultura e das plantas infestantes). | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 200 a 400 | ||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Anonáceas | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 400 | Realizar aplicação única, após a dessecação das plantas infestantes presentes na área, em jato dirigido no solo (sem contato com as folhas da cultura evitando sintomas de fitotoxicidade), visando controle em pré- emergência (controle residual) das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Azeitona | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 400 | Realizar aplicação única, após a dessecação das plantas infestantes presentes na área, em jato dirigido no solo (sem contato com as folhas da cultura evitando sintomas de fitotoxicidade), visando controle em pré- emergência (controle residual) das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) |
| Batata | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 200 a 400 | Realizar 1 aplicação em pré- emergência total (pré- emergência da cultura e das plantas infestantes). | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
|---|---|---|---|---|---|
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
| Cacau | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 400 | Realizar aplicação única, após a dessecação das plantas infestantes presentes na área, em jato dirigido no solo (sem contato com as folhas da cultura evitando sintomas de fitotoxicidade), visando controle em pré- emergência (controle residual) das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Café | Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 200 a 400 | Realizar aplicação única na arruação - fazer a aplicação em jato dirigido no solo após dessecação das plantas infestantes presentes na área. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
| Cana-de- açúcar | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 300 a 400 | Realizar 1 aplicação em área total após o plantio da cana- de-açúcar ou após a colheita em cana soca, em pré- emergência total (pré- emergência da cultura e das plantas infestantes). | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 200 a 400 | ||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
| Cebola | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 100 a 300 | Aplicar em área total na pré- emergência das plantas infestantes e em pós- emergência, 7 dias após o transplantio da cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Nabo (Raphanus raphanistrum) | 200 a 300 | ||||
| Cevada | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 150 a 250 | Realizar 1 aplicação em pré- emergência total (pré- emergência da cultura e das plantas infestantes). | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Citros | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 400 | Realizar aplicação única na arruação - fazer a aplicação em jato dirigido no solo após dessecação das plantas infestantes presentes na área. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) |
| Cupuaçú | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 400 | Realizar aplicação única, após a dessecação das plantas infestantes presentes na área, em jato dirigido no solo (sem contato com as folhas da cultura evitando sintomas de fitotoxicidade), visando controle em pré- emergência (controle residual) das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
|---|---|---|---|---|---|
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Eucalipto | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 200 a 600 | Realizar 1 aplicação em pós- transplantio da cultura, no período inicial de estabelecimento da cultura, podendo ser aplicado sobre as mudas (aplicação em over-the-top) e em pré- emergência das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 300 a 600 | ||||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Fumo | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 180 a 200 | Realizar a primeira aplicação 20 dias antes do transplante da cultura e a segunda aplicação em jato dirigido, 20 dias após o transplante da cultura, ambas em pré- emergência das plantas infestantes. | 2 | Terrestre: 150 a 200 |
| Girassol | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 300 a 400 | Realizar 1 aplicação em pré- emergência total (pré- emergência da cultura e das plantas infestantes). | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Guaraná | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 400 | Realizar aplicação única, após a dessecação das plantas infestantes presentes na área, em jato dirigido no solo (sem contato com as folhas da cultura evitando sintomas de fitotoxicidade), visando controle em pré- emergência (controle residual) das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Lichia | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 400 | Realizar aplicação única, após a dessecação das plantas infestantes presentes na área, em jato dirigido no solo (sem contato com as folhas da cultura evitando sintomas de fitotoxicidade), visando controle em pré- emergência (controle residual) das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Macadâmia | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 400 | Realizar aplicação única, após a dessecação das plantas infestantes presentes na área, em jato dirigido no solo (sem contato com as folhas da cultura evitando sintomas de fitotoxicidade), visando controle em pré- emergência (controle residual) das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) |
| Mamão | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 400 | Realizar aplicação única, após a dessecação das plantas infestantes presentes na área, em jato dirigido no solo (sem contato com as folhas da cultura evitando sintomas de fitotoxicidade), visando controle em pré- emergência (controle residual) das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
|---|---|---|---|---|---|
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Manga | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 400 | Realizar aplicação única, após a dessecação das plantas infestantes presentes na área, em jato dirigido no solo (sem contato com as folhas da cultura evitando sintomas de fitotoxicidade), visando controle em pré- emergência (controle residual) das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Maracujá | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 400 | Realizar aplicação única, após a dessecação das plantas infestantes presentes na área, em jato dirigido no solo (sem contato com as folhas da cultura evitando sintomas de fitotoxicidade), visando controle em pré- emergência (controle residual) das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Milho | Caruru palmeri (Amaranthus palmeri) | 200 a 300 | Realizar 1 aplicação em pré- emergência total (pré- emergência da cultura e das plantas infestantes). | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Caruru (Amaranthus hybridus) | 150 a 300 | ||||
| Noz-pecã | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 400 | Realizar aplicação única, após a dessecação das plantas infestantes presentes na área, em jato dirigido no solo (sem contato com as folhas da cultura evitando sintomas de fitotoxicidade), visando controle em pré- emergência (controle residual) das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Pastagens | Assa-peixe (Vernonia polyanthes) | 200 a 400 ou 200 a 400 mL p.c./100L | Realizar 1 aplicação na base do caule da planta infestante, em catação das plantas infestantes. Utilizar como veículo adjuvante a base de óleo mineral | 1 | Terrestre: 100 (Basal: 100 mL/planta Infestante) |
| Pinus | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 200 a 600 | Realizar 1 aplicação em pós- transplantio da cultura, no período inicial de estabelecimento da cultura, podendo ser aplicado sobre as mudas (aplicação em over-the-top) e em pré- emergência das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
|---|---|---|---|---|---|
| Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 300 a 600 | ||||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Pitaia | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 400 | Realizar aplicação única, após a dessecação das plantas infestantes presentes na área, em jato dirigido no solo (sem contato com as folhas da cultura evitando sintomas de fitotoxicidade), visando controle em pré- emergência (controle residual) das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Romã | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 400 | Realizar aplicação única, após a dessecação das plantas infestantes presentes na área, em jato dirigido no solo (sem contato com as folhas da cultura evitando sintomas de fitotoxicidade), visando controle em pré- emergência (controle residual) das plantas infestantes. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Soja | Caruru palmeri (Amaranthus palmeri) | 200 a 300 | Realizar 1 aplicação em pré- emergência total (pré- emergência da cultura e das plantas infestantes). | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Caruru (Amaranthus hybridus) | |||||
| Trigo | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 150 a 250 | Realizar 1 aplicação em pré- emergência total (pré- emergência da cultura e das plantas infestantes). | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) p.c.: produto comercial MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicar YAMATO SC nas dosagens recomendadas, diluído em água ou óleo mineral para pastagem, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados) e tratorizados (convencionais ou com lança de aplicação), conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. Após aplicação, proceder a incorporação do produto ao solo a 10 cm de profundidade, utilizando
equipamento apropriado para este tipo de operação. As recomendações para os equipamentos de aplicação e equipamentos de incorporação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada, bem como a incorporação do produto a 10 cm de profundidade do solo. Observações: Em áreas com altas densidades de plantas infestantes, onde tem-se a germinação em diferentes fluxos, o tratamento pré-emergente com o herbicida YAMATO SC deverá ser complementado com herbicida pós-emergente indicado para a cultura e alvos em questão (de acordo com recomendação de bula do produto que será utilizado). Em áreas com infestação de amplo espectro de plantas infestantes (espécies de folhas estreitas e espécies de folhas largas), onde se deseja fazer o manejo em pré-emergência destas infestantes, recomenda-se a aplicação de herbicida de ação pré-emergente indicado para cultura e alvos em questão (de acordo com recomendação de bula do produto que será utilizado) buscando um controle de amplo espectro e deixando a cultura livre da interferência destas infestantes. Preferencialmente, a aplicação do herbicida YAMATO SC deve ser realizada em solo úmido. Nas áreas tratadas com o herbicida YAMATO SC, as chuvas em quantidades normais e/ou irrigação são benéficas por promover a incorporação do produto na camada superficial, favorecendo a eficácia no controle em pré-emergência das infestantes de que é recomendado. Em solos pesados e em áreas com alta densidade das espécies de plantas infestantes que é indicado, ou ainda, em áreas com alta densidade de palhada sobre o solo, recomenda-se aplicar as doses mais altas do herbicida YAMATO SC. Modo de Preparo de calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar o veículo conforme a cultura (água limpa ou óleo mineral para pastagem) no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva. Aplicação Terrestre: Para abacate, algodão, amendoim, anonáceas, azeitona, batata, cacau, café, cana-de-açúcar, cebola, cevada, citros, cupuaçu, eucalipto, fumo, girassol, guaraná, lichia, macadâmia, mamão, manga, maracujá, milho, noz-pecã, pinus, pitaia, romã, soja e trigo: A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como: Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas a mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.
Para pastagem: O herbicida YAMATO SC pode ser aplicado através de pulverizadores costais ou tratorizados. Para pulverizações terrestres, recomenda-se equipamentos com ponta lança das seguintes opções de bico: Bico tipo Leque e Bico tipo Cônico ou similares. A seleção das pontas de pulverização, regulagem do equipamento quanto à pressão de trabalho e ajuste de diâmetro de gotas, devem ocorrer de acordo com as variações climáticas durante toda a aplicação de modo a atender uma vazão de 100 mL por planta, a depender da modalidade de controle, distribuindo uniformemente a quantidade correta do produto por área. Recomenda-se a pulverização do herbicida YAMATO SC somente quando as condições climáticas estejam favoráveis para a operação, objetivando reduzir as perdas por deriva e/ou evaporação, proporcionando um bom atingimento do alvo. Condições Climáticas: Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos: • Temperatura ambiente abaixo de 30ºC. • Umidade relativa do ar acima de 50%. • Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. • Nebulosidade: aplicar em dia ensolarado. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Abacate – 7 dias Algodão – (1) Amendoim – (1) Anonáceas – 7 dias Azeitona – 7 dias Batata – (1) Cacau – 7 dias Café – 7 dias Cana-de-açúcar – (1) Cebola – 90 dias Cevada – (1) Citros – 7 dias Cupuaçu – 7 dias Eucalipto – UNA Fumo – UNA Girassol – (1) Guaraná – 7 dias Lichia – 7 dias Macadâmia – 7 dias Mamão – 7 dias Manga – 7 dias Maracujá – 7 dias Milho – (1) Noz-pecã – 7 dias Pastagem – UNA Pinus – UNA Pitaia – 7 dias Romã – 7 dias Soja – (1)
Trigo – (1) (1): Não determinado devido à modalidade de emprego UNA: Uso Não Alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Não há desde que siga corretamente as instruções de uso. Períodos prolongados de seca poderão influenciar no funcionamento pré-emergente do herbicida YAMATO SC no solo, podendo resultar em eficácia insatisfatória no controle das plantas infestantes que é recomendado, e ainda, reinfestação de espécies oriundas da germinação de sementes presentes nas camadas mais profundas. Pastagem: Não aplicar em plantas infestantes em condições de estresse hídrico ou em fase de florescimento.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRIPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento de população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. O produto herbicida YAMATO SC é composto por Piroxasulfona, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da divisão celular (ou inibição de VLCFA - ácidos graxos de cadeia muito longa), pertencente ao Grupo K3, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo K3 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. - Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. - Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hracbr.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRECAUÇÕES GERAIS
NOVA FÓRMULA − Produto para uso exclusivamente agrícola. − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. − Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. − Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. − Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. − Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; − Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. − Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
− Utilize Equipamentos de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. − Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. − Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela preparação da calda em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto. − Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. − Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. − Utilize Equipamentos de Proteção Individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: − Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. − Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). − Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. − Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. − Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. − Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. − Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação. − Não reutilizar a embalagem vazia. − No descarte de embalagens utilize Equipamentos de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. − A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. − Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. ATENÇÃO - Pode ser nocivo se inalado PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
= INTOXICAÇÕES POR YAMATO SC = (PIROXASULFONA)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde etc.).
| Grupo Químico | Pirazol, isoxazolina |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Potenciais vias de exposição | Oral, dérmica, ocular e inalatória. |
| Toxicocinética | O Piroxasulfona é rapidamente absorvido e excretado, principalmente pela urina e fezes. Na dose mais baixa a absorção foi rápida (Tmax de 1,1-7 horas com 77-88% de absorção) com excreção predominantemente pela urina, enquanto na dose mais elevada a absorção foi lenta (Tmax 7,0-17,3 horas com 22-26% de absorção) com excreção predominantemente fecal. O residual em carcaça e tecidos após 96 horas após a administração foi menor que 7% na menor dose e menor que 0,5% na maior dose. |
| Toxicodinâmica | O mecanismo de toxicidade em humanos não é conhecido. Em animais de laboratório, estudos de carcinogenicidade conduzidos em ratos mostraram efeitos na bexiga urinária (na maior dose), considerados secundários à presença de cristais e cálculos urinários. Observou-se um modo de ação não-neoplásico envolvendo a depleção de glutationa, em doses elevadas. A depleção de glutationa a nível celular leva a um desequilíbrio celular, com liberação de radicais livres, levando ao dano e morte celular. |
| Sintomas e sinais clínicos | Em humanos, pode causar dano se absorvido através da pele e se ingerido. Efeitos crônicos em animais: alterações na atividade de enzimas hepáticas (aspartato aminotransferase e fosfatase alcalina); aumento dos pesos do fígado. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Avaliação geral: indivíduos expostos devem ser cuidadosamente avaliados, com histórico médico verificado e exame físico realizado buscando anormalidades. Substâncias químicas podem produzir alterações no sistema sanguíneo, fígado e rins. Monitorar a contagem de células sanguíneas, testes de urinálise e atividade hepática e renal podem mostrar sinais da intoxicação. |
| Tratamento | Antídoto: Não há antídoto específico conhecido para a substância. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Exposição Oral: 1. Em caso de ingestão recente, fazer lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores do 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. 2. Êmese: A indução do vômito empregando-se Ipeca não é recomendada. 3. Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de produto potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de |
| aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. 4. Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume de fluido extracelular após vômito severo e diarreia. Exposição Inalatória: Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta2 via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral. Exposição Dérmica: Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistirem. Exposição Ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Cuidado para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; e utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado, e nesse caso deite a pessoa de lado. |
| Efeitos das interações químicas | Não são conhecidos. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica (RENACIAT-ANVISA/MS). |
| As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 774 4272 Endereço eletrônico da empresa: www.ihara.com.br Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148 |
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica (RENACIAT-ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800 774 4272 Endereço eletrônico da empresa: www.ihara.com.br Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”
EFEITOS AGUDOS DO PRODUTO FORMULADO
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste (*) Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Após aplicação em pele de coelhos, causou eritema, revertendo totalmente em 72 horas. Corrosão/Irritação ocular in vitro: Não possui potencial de irritação ocular ou lesão ocular grave em córnea bovina isolada. Sensibilização cutânea (LLNA): Não sensibilizante. Sensibilização respiratória em ratos: Dado não disponível. Mutagenicidade: Não mutagênico. (*) Este produto formulado não receberá classificação toxicológica para o parâmetro inalatório, tendo em vista que não ocorreram mortes na concentração avaliada.
EFEITOS CRÔNICOS DO INGREDIENTE ATIVO
Em camundongos tratados por 90 dias com Piroxasulfona, observou-se que o fígado é o órgão-alvo, havendo aumento nos pesos absoluto e relativo do fígado e algumas alterações bioquímicas, como aumento de plaquetas e das enzimas aspartato aminotransferase e fosfatase alcalina. Camundongos tratados pelo mesmo período mostraram que o fígado é o órgão-alvo para machos enquanto para fêmeas, o órgão mais sensível foram os rins. Em camundongos o Piroxasulfona apresentou efeitos não relacionados ao tratamento e potencial não carcinogênico. Em estudos de carcinogenicidade conduzidos em ratos com o Piroxasulfona técnico, os efeitos observados nas maiores doses, foram considerados secundários à presença de cristais e cálculos urinários. Não foram observados efeitos no desenvolvimento embriofetal em ratos e coelhos após exposição materna durante a gestação. No estudo de reprodução de duas gerações, não foram observados efeitos adversos significativos sobre os parâmetros reprodutivos. Tanto o Piroxasulfona técnico quanto o produto formulado YAMATO SC não demonstraram potencial genotóxico no teste de Ames e no teste de formação de micronúcleos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: − Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) − Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Algas). − Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. − Não utilize equipamento com vazamentos. − Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. − Aplique somente as doses recomendadas. − Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. − A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 1.1. INSTRUÇÕES DE MITIGAÇÃO PARA: - Algas - Incorporar esse produto ao solo a 10 cm de profundidade. - O limite máximo de aplicação deste ingrediente ativo é de 400 g/ha por ciclo de cada cultura. Caso seja utilizado outros produtos que contenham Piroxasulfona na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar a 400 g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: − Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. − O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. − A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. − O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. − Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. − Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. − Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. − Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). − Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: − Isole e sinalize a área contaminada. − Contate as autoridades locais competentes e a empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS. − Telefone da empresa: 0800-770-1760. − Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). − Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: . Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. . Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. . Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. − Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. - O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (SE APLICAÇÃO EM PASTAGEM) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - Use luvas no manuseio dessa embalagem. - Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. - A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO - Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. - A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: - O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: - De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.