XTENDIMAX® 2 Herbicida MONSANTO REGISTRADO NO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA SOB NO 42425
COMPOSIÇÃO
Equivalente ácido de 3,6-dicloro-o-anisico (DICAMBA)....................................... 480,0 g/L (48,0% m/v) Sal de Monoetanolamina de dicamba...................................................................870,0 g/L (87,0% m/v) Outros Ingredientes...............................................................................................406,0 g/L (40,6% m/v) GRUPO O HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO. CLASSE: Herbicida auxínico de ação sistêmica, pós-emergente, do grupo químico do ácido benzoico. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO: MONSANTO DO BRASIL LTDA. Rua Domingos Jorge, 1.100 - CEP: 04779-900 - São Paulo/SP CNPJ 64.858.525/0001-45 - Registro Estadual nº 426 - CDA/SP FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: DICAMBA TÉCNICO MONSANTO I - Registro no MAPA nº TC07020 Gharda Chemicals Limited - D-1/2 - M.I.D.C. Lote Parshuram - Dist. Ratnagiri Taluka Khed 415722 - Maharashtra – Índia DICAMBA TÉCNICO SA - Registro no MAPA N° TC08722 Youjia Crop Protection Co. Ltd. - Fifth TongHai Road, Rudong Coastal - Economic Development Zone, Nantong, 226407, Jiangsu - China. DICAMBA TÉCNICO SYN - Registro no MAPA nº TC10122 Youjia Crop Protection Co., Ltd. - Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic Development Zone, Nantong, 226407, Jiangsu, China FORMULADOR: MONSANTO DO BRASIL LTDA. Av. Carlos Marcondes, 1200, km 159,5 Limoeiro - CEP 12241-421 - São José dos Campos/SP - Tel.: 0800-940-6000 CNPJ: 64.858.525/0002-26 - Registro Estadual nº 525 CDA/SP BAYER CROPSCIENCE LP Muscatine Plant - 2.500 - Wiggins Road - Muscatine - Iowa - 52.761 - E.U.A. AGRO BAYER S.R.L Planta Zarate – Ruta Provincial 6, km 83,1 - Zarate - 2800 - Bueno Aires - Argentina BAYER S.A.
Camino de la Costa Brava S/N - Zarate - CP 2800 - Bueno Aires - Argentina BAYER S.A. Estrada da Boa Esperança, 650 - CEP: 26110-100 – Belford Roxo/RJ CNPJ 18.459.681/0033-00 - Registro do Estabelecimento no INEA/RJ - LO n˚ 023132 OURO FINO QUÍMICA LTDA. Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 – Distrito Industrial III – CEP: 38044-450 – Uberaba/MG - CNPJ 09.100.671/0001-07 - Registro do Estabelecimento no IMA/MG n˚ 701TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Av. Roberto Simonsem, 1459 Recanto dos Pássaros – CEP: 13140-000 – Paulínia/SP CNPJ 03.855-423/0001-81 - Registro do Estabelecimento no CDA/SAA-SP n˚ 477 UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Avenida Maeda, s/n, térreo, Prédio comercial, Distrito Industrial CEP 14500-000 - Ituverava/SP - CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Registro Estadual no 1049 CDA/SP Nº do lote ou partida: VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento:
| Nº do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
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| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E Agite antes de usar Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA NÃO CLASSIFICADO - PRODUTO NÃO
CLASSIFICADO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
MODO DE AÇÃO: XTENDIMAX® 2 é um herbicida auxínico, à base de dicamba (sal de MEA), sistêmico, pósemergente, derivado do grupo dos ácidos benzoicos e específico para controle de plantas daninhas de folhas largas. É absorvido pelas folhas e pela raiz, via floema e xilema, sendo transportado a todas as partes da planta de forma rápida, acumulando-se nas áreas de crescimento ativo, inibindo seu desenvolvimento. As aplicações devem ser feitas em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas, requerendo um período mínimo de 4 horas para ser completamente absorvido pelas plantas. Em condições estressantes do ambiente, a translocação do produto dentro das plantas pode ser diminuída. INSTRUÇÃO DE USO: XTENDIMAX® 2 é recomendado para aplicação em área total, em pós-emergência das plantas daninhas e no pré-plantio dos cultivos de algodão, milho e soja. Algodão: Respeitar o intervalo de segurança de 15 a 20 dias entre a aplicação e o plantio do Algodão Não Tolerante ao Herbicida Dicamba, dependendo da dose e condições climáticas após a aplicação. Milho: Respeitar o intervalo de segurança de 15 dias entre a aplicação e o plantio do Milho Não Tolerante ao Herbicida Dicamba. Soja: Respeitar o intervalo de segurança mínimo de 60 dias entre a aplicação e o plantio da Soja Não Tolerante ao Herbicida Dicamba. XTENDIMAX® 2 é recomendado para aplicação em área total, em pós-emergência das plantas daninhas e em pós-emergência das culturas do algodão, milho e da soja geneticamente modificadas tolerantes ao herbicida dicamba. Não há restrições quanto ao intervalo entre a aplicação em préplantio e os plantios de cultivos tolerantes ao herbicida dicamba. O uso do XTENDIMAX® 2 em desacordo com quaisquer das orientações contidas nesta bula pode ocasionar injúria em culturas não-alvo da aplicação do herbicida. CULTURAS - PLANTAS DANINHAS - DOSES - ÉPOCA DE APLICAÇÃO Produto comercial: Cada Litro (L) do XTENDIMAX® 2 corresponde a 870 g/L do sal de dicamba ou 480 g/L do equivalente ácido de dicamba.
| Controle de plantas daninhas em pré-plantio da cultura | |||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Cultura | Plantas Daninhas | Dose | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |||||||
| Produto | |||||||||||||
| Nome | Nome | Comercial | |||||||||||
| Comum | Científico | (L/ha) | |||||||||||
| SOJA | Caruru palmeri | Amaranthus palmeri | 0,75 - 1,5 | 1 (uma) aplicação | Terrestre | 100 - 150 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. | ||||||
| Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 1,5 | |||||||||||
| Algodão voluntário | Gossypium hirsutum | ||||||||||||
| Cravorana | Ambrosia artemisiifolia | ||||||||||||
| Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1,5 - 2,0 | |||||||||||
| Caruru- espinhoso | Amaranthus spinosus | ||||||||||||
| Caruru-da- mancha | Amaranthus viridis | ||||||||||||
| Buva | Conyza bonariensis |
| Pega-pega | Desmodium tortuosum | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Picão- branco | Galinsoga parviflora | ||||||
| Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | ||||||
| Corda-de- viola | Ipomoea triloba | ||||||
| Jetirana | Merremia aegyptia | ||||||
| Beldroega | Portulaca oleracea | ||||||
| Fedegoso | Senna obtusifolia | ||||||
| Fedegoso | Senna occidentalis | ||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas), em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo. Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas. As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até no máximo 10,0 cm), fisiologicamente ativas e preferencialmente até 6 folhas. Para uso em pré-emergência da cultura da Soja, recomenda-se aplicação única, respeitando o intervalo mínimo de 60 dias entre a aplicação e o plantio da Soja Não Tolerante ao Herbicida Dicamba. Para as aplicações na Soja Tolerante ao Herbicida Dicamba, não há restrições quanto ao intervalo entre a aplicação em pré- plantio e os plantios destes cultivos. Para manejo e complementação no controle de plantas daninhas, recomenda-se a aplicação de herbicidas a base de glifosato sal potássico, conforme dose e recomendações de uso descrito nas respectivas bulas. Obs: Recomenda-se adicionar à calda de pulverização um adjuvante redutor de deriva, volatilidade e espalhante a base de Acetato de Potássio e Polímero Acrílico na concentração de 1,0% v/v (volume/volume), não ultrapassando a dose de 1,0 litro/ha de adjuvante na calda de pulverização. |
| Controle de plantas daninhas em pré-plantio da cultura | |||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Cultura | Plantas Daninhas | Dose | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |||||||
| Produto | |||||||||||||
| Nome | Nome | Comercial | |||||||||||
| Comum | Científico | (L/ha) | |||||||||||
| ALGODÃO MILHO | Caruru palmeri | Amaranthus palmeri | 0,75 - 1,5 | 1 (uma) aplicação | Terrestre | 100 - 150 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. | ||||||
| Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 1,5 | |||||||||||
| Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1,5 - 2,0 | |||||||||||
| Caruru- espinhoso | Amaranthus spinosus | ||||||||||||
| Caruru-da- mancha | Amaranthus viridis | ||||||||||||
| Buva | Conyza bonariensis | ||||||||||||
| Pega-pega | Desmodium tortuosum | ||||||||||||
| Picão- branco | Galinsoga parviflora | ||||||||||||
| Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | ||||||||||||
| Corda-de- viola | Ipomoea triloba |
| Jetirana | Merremia aegyptia | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Beldroega | Portulaca oleracea | ||||||
| Fedegoso | Senna obtusifolia | ||||||
| Fedegoso | Senna occidentalis | ||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas), em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo. Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas. As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até no máximo 10,0 cm), fisiologicamente ativas e preferencialmente até 6 folhas. Para uso em pré-emergência da cultura do Algodão, recomenda-se aplicação única, respeitando o intervalo de 15 dias para doses de 1 L/ha e o intervalo de 20 dias para doses de 1,5 L/ha entre a aplicação e o plantio do Algodão Não Tolerante ao Herbicida Dicamba. Para uso em pré-emergência da cultura do Milho, recomenda-se aplicação única, respeitando o intervalo mínimo de 15 dias entre a aplicação e o plantio do Milho Não Tolerante ao Herbicida Dicamba. Para as aplicações no Algodão e Milho Tolerantes ao Herbicida Dicamba, não há restrições quanto ao intervalo entre a aplicação em pré-plantio e os plantios destes cultivos. Para manejo e complementação no controle de plantas daninhas, recomenda-se a aplicação de herbicidas a base de glifosato sal potássico, conforme dose e recomendações de uso descrito nas respectivas bulas. Obs: Recomenda-se adicionar à calda de pulverização um adjuvante redutor de deriva, volatilidade e espalhante a base de Acetato de Potássio e Polímero Acrílico na concentração de 1,0% v/v (volume/volume), não ultrapassando a dose de 1,0 litro/ha de adjuvante na calda de pulverização. |
| Controle de plantas daninhas em pós-emergência da cultura | |||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Cultura | Plantas Daninhas | Dose | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo | |||||||||
| Produto | de | ||||||||||||||
| Nome | Nome | Comercial | segurança | ||||||||||||
| Comum | Científico | (L/ha) | (dias) | ||||||||||||
| ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO | Caruru palmeri | Amaranthus palmeri | 0,75 - 1,5 | 1 (uma aplicação) | Terrestre | 100 - 150 | 113 | ||||||||
| Caruru- roxo | Amaranthus hybridus | 1,0 - 1,5 | 2 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura | ||||||||||||
| Caruru- espinhoso | Amaranthus spinosus | ||||||||||||||
| Caruru-da- mancha | Amaranthus viridis | ||||||||||||||
| Picão- preto | Bidens pilosa | ||||||||||||||
| Buva | Conyza bonariensis | ||||||||||||||
| Pega-pega | Desmodium tortuosum | ||||||||||||||
| Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | ||||||||||||||
| Corda-de- viola | Ipomoea triloba | ||||||||||||||
| Jetirana | Merremia aegyptia | ||||||||||||||
| Fedegoso | Senna | 1,5 |
| obtusifolia | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Fedegoso | Senna occidentalis | ||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Em pós-emergência da cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao herbicida dicamba e em pós-emergência das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo. Não há restrições quanto ao intervalo entre a aplicação em pré-plantio e o plantio da cultura do algodão geneticamente modificado. Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. Na maioria dos casos uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, entretanto em áreas de alta infestação, e/ou com espécies com múltiplos fluxos de germinação das plantas daninhas, pode ser necessário a realização de aplicações sequenciais, com intervalo de aproximadamente 14 dias entre as aplicações, sendo a primeira (1ª) aplicação em torno de 14 dias após a emergência da cultura e a segunda (2ª) em torno de 28 dias após a emergência da cultura. As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até no máximo 10,0 cm), fisiologicamente ativas e preferencialmente até 6 folhas. Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas. Para manejo e complementação no controle de plantas daninhas, recomenda-se a aplicação de herbicidas a base de glifosato sal potássico, conforme dose e recomendações de uso descrito nas respectivas bulas. Obs: Recomenda-se adicionar à calda de pulverização um adjuvante redutor de deriva, volatilidade e espalhante, a base de Acetato de Potássio e Polímero Acrílico na concentração de 1,0% v/v (volume/volume), não ultrapassando a dose de 1,0 litro/ha de adjuvante na calda de pulverização. |
| Controle de plantas daninhas em pós-emergência da cultura | |||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Cultura | Plantas Daninhas | Dose | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo | |||||||||
| Produto | de | ||||||||||||||
| Nome | Nome | Comercial | segurança | ||||||||||||
| Comum | Científico | (L/ha) | (dias) | ||||||||||||
| MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO | Picão- preto | Bidens pilosa | 0,75 - 1,0 | 2 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura. | Terrestre | 100 - 150 | 70 | ||||||||
| Caruru palmeri | Amaranthus palmeri | 0,75 - 1,5 | |||||||||||||
| Caruru- roxo | Amaranthus hybridus | 1,0 - 1,5 | |||||||||||||
| Caruru- espinhoso | Amaranthus spinosus | ||||||||||||||
| Caruru-da- mancha | Amaranthus viridis | ||||||||||||||
| Buva | Conyza bonariensis | ||||||||||||||
| Pega-pega | Desmodium tortuosum | ||||||||||||||
| Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | ||||||||||||||
| Corda-de- viola | Ipomoea triloba | ||||||||||||||
| Jetirana | Merremia aegyptia | ||||||||||||||
| Fedegoso | Senna obtusifolia | 1,5 | |||||||||||||
| Fedegoso | Senna occidentalis | ||||||||||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Em pós-emergência da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao herbicida dicamba e em pós-emergência das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo. Não há restrições quanto ao intervalo entre a aplicação em pré-plantio e o plantio da cultura do milho geneticamente modificado |
Na maioria dos casos uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, entretanto em áreas de alta infestação, e/ou com espécies com múltiplos fluxos de germinação das plantas daninhas, pode ser necessário a realização de aplicações sequenciais, com intervalo de aproximadamente 14 dias entre as aplicações, sendo a primeira (1ª) aplicação em torno de 14 dias após a emergência da cultura e a segunda (2ª) em torno de 28 dias após a emergência da cultura. As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até no máximo 10,0 cm), fisiologicamente ativas e preferencialmente até 6 folhas. Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas. Para manejo e complementação no controle de plantas daninhas, recomenda-se a aplicação de herbicidas a base de glifosato sal potássico, conforme dose e recomendações de uso descrito nas respectivas bulas. Obs: Recomenda-se adicionar à calda de pulverização um adjuvante redutor de deriva, volatilidade e espalhante, a base de Acetato de Potássio e Polímero Acrílico na concentração de 1,0% v/v (volume/volume), não ultrapassando a dose de 1,0 litro/ha de adjuvante na calda de pulverização.
| Controle de plantas daninhas em pós-emergência da cultura | |||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Cultura | Plantas Daninhas | Dose | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo | |||||||||
| Produto | de | ||||||||||||||
| Nome | Nome | Comercial | segurança | ||||||||||||
| Comum | Científico | (L/ha) | (dias) | ||||||||||||
| SOJA GENETICAMENTE MODIFICADO | Caruru palmeri | Amaranthus palmeri | 0,75 - 1,5 | 1 (uma) aplicação | Terrestre | 100 - 150 | 70 | ||||||||
| Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1,0 - 1,5 | 2 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura. | ||||||||||||
| Caruru- espinhoso | Amaranthus spinosus | ||||||||||||||
| Caruru-da- mancha | Amaranthus viridis | ||||||||||||||
| Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||||||||||
| Buva | Conyza bonariensis | ||||||||||||||
| Jetirana | Merremia aegyptia | ||||||||||||||
| Berldroega | Portulaca oleracea | ||||||||||||||
| Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | ||||||||||||||
| Corda-de- viola | Ipomoea triloba | ||||||||||||||
| Pega-pega | Desmodium tortuosum | 1,5 | |||||||||||||
| Fedegoso | Senna obtusifolia | ||||||||||||||
| Fedegoso | Senna occidentalis | ||||||||||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Em pós-emergência da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao herbicida dicamba e em pós-emergência das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo. Não há restrições quanto ao intervalo entre a aplicação em pré-plantio e o plantio da cultura da soja geneticamente modificada. Na maioria dos casos uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, entretanto em áreas de alta infestação, e/ou com espécies com múltiplos fluxos de germinação das plantas daninhas, pode ser necessário a realização de aplicações sequenciais, com intervalo de aproximadamente 14 dias entre as aplicações, sendo a primeira (1ª) aplicação em torno de 14 dias após a emergência da cultura e a segunda (2ª) em torno de 28 dias após a emergência da cultura. As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até no máximo 10,0 cm), fisiologicamente ativas e preferencialmente até 6 folhas. |
Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas. Para manejo e complementação no controle de plantas daninhas, recomenda-se a aplicação de herbicidas a base de glifosato sal potássico, conforme dose e recomendações de uso descrito nas respectivas bulas. Obs: Recomenda-se adicionar à calda de pulverização um adjuvante redutor de deriva, volatilidade e espalhante, a base de Acetato de Potássio e Polímero Acrílico na concentração de 1,0% v/v (volume/volume), não ultrapassando a dose de 1,0 litro/ha de adjuvante na calda de pulverização.
MODO DE APLICAÇÃO
Aplicação Terrestre: As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se obter os efeitos desejados: • Equipamento de Aplicação: Utilizar equipamento de pulverização tratorizado ou automotriz provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem e manutenção preventiva e periódica do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado. • Seleção de Pontas de Aplicação: A seleção correta da ponta de aplicação é um dos parâmetros mais importantes para redução da deriva. Pontas que produzem gotas de diâmetro mediano volumétrico (DMV) maior apresentam menor risco de deriva de produto para áreas não-alvo. Dentro deste critério, utilize pontas que forneçam gotas de categoria extremamente grossa a ultra grossa, conforme norma ASABE S572.1. Para gotas deste calibre utilize pontas com indução de ar, com indução de ar defletora ou com indução de ar e pré-orifício. Em caso de dúvida quanto a pressão de trabalho correta e o tamanho das gotas consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). • Redutor de Volatilização e Redutor de Deriva: Visando garantir uma aplicação adequada do produto, recomenda-se utilizar produtos que visem a redução da volatilização e deriva. Antes de adquirir e utilizar esses produtos consultar um Engenheiro Agrônomo. • Volume de Aplicação: Utilize o volume de calda entre 100 a 150 litros/ha. • Pressão de Trabalho: Observar sempre à recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada da ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. A pressão de trabalho deve estar de acordo com a classe de gota a ser gerada extremamente grossa a ultra grossa e a recomendação do fabricante. Caso o equipamento possua sistema de controle de pressão, assegure que a pressão de trabalho atenda a recomendação de uso. • Altura de barras de aplicação: A barra pulverizadora deverá estar posicionada a no máximo 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido (desde que não comprometa a qualidade da aplicação), menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento. Recomendase o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo a ser atingido. • Velocidade do equipamento: Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno e topografia, equipamento e cultura, não devendo ser superior a 25 km/h observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho
desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição na área alvo. PREPARAÇÃO DA CALDA: Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar a operação. Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno), adicione a quantidade recomendada de XTENDIMAX® 2. Com o agitador ligado complete o volume do tanque com água e mantenha agitando a calda pronta por no mínimo 15 minutos, durante a pulverização a calda deve estar sob constante agitação. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Não adicione redutor de pH, ácido bórico ou produtos à base de sal de amônio ou isopropilamina. Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro dentro do tanque de pulverização ou no sistema (mangueiras, filtros, barras, etc.). CONDIÇÕES METEREOLOGICAS QUE DEVEM SER OBSERVADAS, PARA APLICAÇÃO DO XTENDIMAX® 2: • Velocidade do vento: A faixa para pulverização entre 03 a 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação, reduz o efeito de deriva do produto. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento. Um aplicador familiarizado com os padrões de ventos locais minimiza possíveis riscos da pulverização atingir áreas não alvo. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando há culturas sensíveis presentes na direção do vento (vide limitações de uso). • Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas próxima ao solo. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. Não realizar aplicações noturnas. Realizar as aplicações a partir de uma hora após o nascer do sol até duas horas antes do pôr do sol. • Temperatura e umidade: As condições meteorológicas recomendadas para aplicação são: temperatura inferior a 30ºC e umidade relativa do ar maior que 55%. Evite aplicar em condições desfavoráveis. A baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho das gotas e aumentando o potencial de deriva. Consulte um engenheiro agrônomo em caso de dúvidas. • Período de chuvas: A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. O responsável pela aplicação da calda herbicida do XTENDIMAX® 2 deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização do produto evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva. LIMPEZA DE TANQUE E SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO:
Logo após a pulverização, esgote o tanque imediatamente e limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem, conforme procedimento abaixo: - Esgote ao máximo a calda presente no tanque; - 1ª. Lavagem: Para máquinas com tanque de polietileno e aço inox, colocar água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Para máquinas com tanque de fibra de vidro, colocar água limpa no tanque até 100% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 20 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização. - 2ª. Lavagem: Remova as capas, pontas de pulverização, finais de seção (quando houver) e telas/cestos de filtros, e coloque-as em recipiente contendo água limpa e solução comercial de limpeza de tanque. Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de capacidade para tanques de polietileno e aço inox e 100% da capacidade para tanques de fibra de vidro, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Adicione solução comercial de limpeza de tanque, conforme recomendação do fabricante. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 20 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas barras de pulverização. Reinstale as telas/cestos dos filtros, capas e pontas de pulverização, limpas na barra de pulverização. - 3ª. Lavagem: Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de capacidade para tanques de polietileno e aço inox e 100% da capacidade para tanques de fibra de vidro, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 20 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização. Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar uma nova preparação de calda de agroquímicos. Realize a limpeza externa do pulverizador após tríplice lavagem. Atenção à limpeza em “zonas mortas” dos equipamentos, como áreas terminais de linha, filtros, válvulas, mangueiras dobradas, além do tanque de pré-diluição e lavagem de embalagem de agroquímicos. Descarte as águas de lavagem em área adequada e de acordo com a Legislação local. Após a limpeza do pulverizador, sempre manter o tanque com 50% da capacidade de água e com água no sistema entre aplicações. A repetição desse procedimento após períodos de aplicação é de extrema importância para a manutenção do tanque limpo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso haja necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. • O XTENDIMAX® 2 não deve ser aplicado em pulverização aérea. • São exemplos de culturas sensíveis ao herbicida dicamba: Batata, café, cítricos, crucíferas, feijão, flores ornamentais, girassol, leguminosas, maçã, pepino, tabaco, tomate, uva, além de algodão e soja não tolerantes ao herbicida dicamba. • Deve-se adotar uma área de bordadura de no mínimo 50 metros entre a área de aplicação e estas culturas para evitar potenciais efeitos adversos em culturas sensíveis a esse herbicida. • Deve-se observar condições de inversão térmica para prevenir potenciais riscos de deriva e volatilidade. • Evite aplicar em condições de estresse hídrico das plantas daninhas, visto que a sua translocação dentro das plantas, nestas condições é reduzida. • Recomenda-se que a calda do XTENDIMAX® 2 seja preparada e aplicada no mesmo dia. Isso visa reduzir o acumulo de resíduos e contaminação das partes do pulverizador (barra, pontas, filtros e mangueiras). • Não aplicar o produto com previsão de geadas.
Para maiores esclarecimentos consulte um representante técnico da Monsanto do Brasil Ltda. ATENÇÃO QUANTO À RECOMENDAÇÃO DE USO DO XTENDIMAX® 2: Deve-se observar TODAS as recomendações descritas no item MODO DE APLICAÇÃO, como os equipamentos de aplicação, seleção da ponta de aplicação, etc, das CONDIÇÕES METEREOLÓGICAS que devem ser observadas, como temperatura e umidade, condições de inversão térmica, dentre outros descritos no referido tópico, e LIMITAÇÕES DE USO, para prevenir potenciais riscos de deriva e volatilidade do XTENDIMAX® 2.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: Vide DADOS RELATIVOS Ä PROTECAO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO INFORMAÇÕES SOBRE DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO APLICAÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO APLICAÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO APLICAÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO O HERBICIDA O herbicida XTENDIMAX® 2 é composto por Dicamba que apresenta mecanismo de ação dos mimetizadores das auxinas, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de
espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira facial ou óculos, touca árabe e luvas de nitrila. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): vestimenta com tratamento hidrorrepelente de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe), respirador semifacial filtrante PFF2 e viseira facial (ou respirador com filtro mecânico classe P2 e óculos com proteção lateral), botas de PVC ou sapato impermeável, avental com nível de proteção 3 (impermeável), e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto. - Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira ou óculos, jaleco, botas, calça, luvas e respirador. - A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. OLHOS: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. PELE: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. INALAÇÃO: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve-se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR XTENDIMAX® 2 –
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.). Grupo químico Ácido benzóico Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
| Grupo químico | Ácido benzóico |
|---|---|
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | Dicamba é rapidamente absorvido pela via oral e lentamente absorvido pela via dérmica. O isômero 3,5-dicloro-2-metoxibenzóíco apresenta absorção e excreção mais lenta. Em um estudo para avaliar o coeficiente de permeabilidade dérmica realizado com ratos, as maiores concentrações sanguíneas de dicamba e do isômero foram encontradas em 1 e 9 horas , respectivamente. Dicamba foi distribuído em todos os tecidos examinados em ratos, incluindo fígado, rim, sangue, músculo e tecido adiposo. Em estudos realizados com ratos após administração intravenosa, em dose única, de uma formulação com dicamba e seu isômero, a eliminação sanguínea de dicamba foi rápida, com uma meiavida de 0,64 horas, enquanto que a eliminação do |
| isômero foi muito mais lenta, com uma meia-vida de 16,5 horas. Testes in vitro mostraram que o isômero apresenta uma maior afinidade para ligação à proteína plasmática (83,3% de ligação) que dicamba (33,8% de ligação). O metabolismo de dicamba em animais é limitado. Em mamíferos, demetilação e descarboxilação foram observados. Quando dicamba foi administrado pela via intravenosa ou oral em ratos, cerca de 90% da dose foi recuperada inalterada na urina e cerca de 20% na forma de conjugado com ácido glícurônico. O principal metabólito identificado foi 3,6-dicloro-2-hidroxibenzoico, e como metabólitos minoritários foram identificados 2,5-diclorofenol e conjugado glicuronídeo de 3,6-dicloro-2-hidroxibenzoico. Quando dicamba foi administrado pela via inalatória ou intravenosa em ratos, mais de 90% da dose administrada foi excretada na urina dentro de 24 horas; quando administrado pela via oral, a taxa de excreção urinária alcançou 96% em aproximadamente 48 horas. | |
|---|---|
| Mecanismos de toxicidade | Ainda não foi identificado um modo de ação claro da toxicidade do dicamba em humanos. Os mecanismos precisos de toxicidade de herbicidas clorofenoxi não foram completamente elucidados, mas estudos experimentais indicam o possível envolvimento de três ações: (1) danos da membrana celular; (2) a interferência em vias metabólicas envolvendo acetil-coenzima A; (3) e desacoplamento de fosforilação oxidativa. |
| Sintomas e sinais clínicos | Não são conhecidos sintomas e sinais clínicos em humanos para a formulação. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente |
| Tratamento | Antídoto: não há antídoto específico. Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias. Tratamento sintomático e de suporte, de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando principalmente luvas. Exposição Oral: • Enxaguar a boca e administrar uma pequena quantidade de água (5 ml/Kg até 200 mL) após a ingestão, se o paciente pode engolir e tem um forte reflexo de vômito. • Não provocar vômito. • Emergência, suporte e tratamento sintomático: Estabelecer uma via aérea permeável (orofaríngea ou aéreo nasofaríngeo, se necessário). Aspirar secreções, se necessário. Atenção aos sinais de insuficiência respiratória e ventilação assistida, se necessário. Administrar oxigênio por máscara em 10 a 15 L/min. Monitorar para edema pulmonar e tratar, se necessário. Monitorar para o choque e tratar, se necessário. Monitorar e tratar arritmias cardíacas, se necessário. • Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial. • Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Exposição Inalatória: • Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto à irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com β2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral. Exposição Ocular: • Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina |
| 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista. Exposição Dérmica: • Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: • EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambu). • Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto. | ||
|---|---|---|
| Contra-indicações | A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. | |
| Efeitos sinérgicos | Não são conhecidos. | |
| ATENÇÃO | As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS | |
| Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) | ||
| Telefone de Emergência da empresa: 08000-701-0450 |
Telefone de Emergência da empresa: 08000-701-0450
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS
DL50 via oral em ratos: maior que 5000 mg/kg peso corpóreo por dia; DL50 via dérmica em ratos: maior que 5000 mg/kg peso corpóreo por dia; CL50 via inalatória em ratos: 5,15 mg/L de ar (4h); Irritação dérmica em coelhos: levemente irritante para a pele; Irritação ocular em coelhos: levemente irritante para os olhos; Sensibilização cutânea: não causa sensibilização dérmica em cobaias.
EFEITOS CRÔNICOS
Em estudos sub-cronicos em animais o órgão-alvo foi o fígado. Nenhum efeito foi observado em ratos alimentados com dicamba por 90 dias com doses até aproximadamente 500 mg/kg/dia. Com doses próximas de 1000 mg/kg/dia, foram observados menor ganho de peso corporal, e alterações no peso, cor etamanho do fígado. Em estudos crônicos em ratos e camundongos expostos pela via oral, dicamba não apresentou potencial cancerígeno. Estudos in vitro e in vivo demonstraram que dicamba é não-genotóxico e não causa mutação de DNA. Quando testado em ratos ao longo de 2 gerações, Dicamba causou decréscimo no crescimento das crias e retardamento da maturidade sexual em machos, na presença de toxicidade materna, como decréscimo no ganho de peso e decréscimo no consumo de alimentos; nenhum efeito foi observado nos fetos nem na performance reprodutiva dos animais. Estudos de desenvolvimento mostraram que dicamba não apresentou potencial teratogênico mesmo em doses elevadas e na presença de toxicidade materna. Em estudos sub-crônicos (21 e 28 dias) pela via dérmica em coelhos, irritação dérmica dose-dependente foi observada no local de aplicação. Nenhuma toxicidade sistêmica foi observada. Não foram encontradas informações sobre a toxicidade crônica de dicamba em seres humanos. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS Por não se tratar de produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos. SINTOMAS DE ALARME:
Não são conhecidos sintomas de alarme, sendo recomendada a suspensão do uso do produto se surgirem quaisquer sintomas durante a sua manipulação.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas. - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE ao meio ambiente. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: − Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. − O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. − A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. − O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. − Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. − Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. − Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. − Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 -1 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); (Parte 1: Armazenamento em armazéns industriais, armazéns gerais ou centros de distribuição) demais casos, consultar a parte específica da norma (Parte 2: Armazenamento comercial em distribuidores e cooperativas; Parte 3: Armazenamento em propriedades rurais ou Parte 4: Armazenamento em laboratórios). − Observe as disposições constantes nas legislações estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: − Isole e sinalize a área contaminada. − Contate as autoridades locais competentes e a empresa MONSANTO DO BRASIL LTDA. através do Telefone de Emergência: 0800-011-5560. − Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). − Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
− Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. − Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. − Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. − Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: − Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; − Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; − Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; − Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; − Faça esta operação três vezes; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: − Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; − Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; − Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: − Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; − Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com a sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.