Bula oficial · registro MAPA nº 28825

Bula do Wynphosate

Bula completa do Wynphosate (registro MAPA nº 28825), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: glifosato-sal de amônio.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 24 páginas no PDF.

WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob n° 28825

COMPOSIÇÃO

Sal de Amônio de N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO)...................................792,5 g/kg (79,25% m/m) Equivalente ácido de N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO)..............................720,0 g/kg (72,00% m/m) Outros ingredientes......................................................................................................207,5 g/kg (20,75% m/m)

GRUPO G HERBICIDA CONTEÚDO: Vide rótulo CLASSE: Herbicida seletivo condicional, de ação sistêmica GRUPO QUÍMICO: Glicina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG). TITULAR DO REGISTRO (*) WYNCA DO BRASIL LTDA. Rua Cachoeira do Campo, nº 274 03938-130São Paulo -– SP Telefone: (19) 3325-4755 CNPJ: 41.515.908/0001-15 Registro CFICS/GDSV/CDA no 4338 (*) Importador do produto formulado FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLIFOSATO TÉCNICO WYNCA - Registro MAPA no 38919 Zhenjiang Jiangnan Chemicals Co., Ltd International Chemical Industry Park Zhenjiang New Area, 212152, Jiangsu-China. FORMULADOR: Zhenjiang Jiangnan Chemicals Co., Ltd. International Chemical Industry Park Zhenjiang New Area, 212152, Jiangsu-China. Zhejiang Xinan Chemical Industrial Group Co., Ltd., Xinanjiang, Jiande, Zhejiang, 311600 – China MANIPULADORES: Adama Brasil S/A Av. Júlio de Castilhos, 2085 - Bairro Coqueiros 95860-000 - Taquari - RS CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Cadastro Estadual n° 1047/99 - DISA/DDA/SEAPA Adama Brasil S/A Rua Pedro Antonio de Souza, 400 - Pq. Rui Barbosa 86.031-610 - Londrina - PR CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Cadastro Estadual n° 003263 - ADAPAR/PR De Sangosse Agroquimica Ltda Av. Ricardo Eik Mendes Borges, 5800 - Zona Industrial 86.200-000 - Ibiporã - PR CNPJ: 72.097.017/0001-10 - Cadastro Estadual n° 00 1700 - ADAPAR/PR

Fersol Indústria e Comércio S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 - Olhos D'água 18120-970 - Mairinque – SP CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Cadastro Estadual n° 31 - CDA/SP Iharabras Indústrias Químicas S.A. Avenida Liberdade, 1701 - Cajuru do Sul 18001-970 - Sorocaba - SP CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Cadastro Estadual nº 008 - CDA/SP Ouro Fino Química Ltda. Avenida Filomena Cartafina, N° 22335, quadra 14, lote 5 - Distrito Industrial III 38044-750 - Uberaba - MG CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Cadastro Estadual nº 8.764 – IMA/MG Prentiss Química Ltda. Rodovia PR 423, Km 24,5 83603-000 - Campo Largo - PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Cadastro Estadual n° 002669 - ADAPAR/PR Sumitomo Chemical Brasil Industria Quimica S.A. Avenida Parque Sul , Nº 2138, Distrito Industrial I 61939-000 – Maracanau - CE CNPJ: 07467822000126 - Licença de operação Nº 358/2021 - DICOP Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Avenida Roberto Simonsen, 1459. - Recanto dos Pássaros 13148-030 - Paulínia - SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro Estadual n° 477CDA/SP Tecnocell Agroflorestal Limitada. Rua dos Tucanos, 535 - Aldeia 06330-281 - Carapicuíba - SP CNPJ: 61.004.818/0001-77Cadastro Estadual n° 260 - CDA/SP

N° do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212 de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO

AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL

CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: azul PMS Blue 293 C

INSTRUÇÕES DE USO

WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG é um herbicida, recomendado para o controle em pós-emergência de plantas daninhas. Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas, nas entrelinhas das culturas

CulturasPlantas DaninhasDose de p.c. (Kg/ha)N° máx. de aplicaçõesVolume de calda (L/ha)
Nome ComumNome Científico
Ameixa Banana Cacau Café Citros Maçã Nectarina Pera Pêssego Seringueira UvaFOLHAS ESTREITAS1 (uma) aplicação.Equipamentos: Terrestres em jato-dirigido Volume de calda: Terrestre: 100 - 200
Capim-marmeladaBrachiaria plantaginea0,50
SorgoSorghum bicolor0,50 - 1,00
Capim-colchãoDigitaria horizontalis0,75 - 1,00
Aveia-voluntáriaAvena strigosa1,00
Capim-carrapichoCenchrus echinatus
Capim-pé-de- galinhaEleusine indica
Capim-da-guinéPaspalum paniculatum
Capim-arrozEchinochloa crusgalli1,00 - 1,50
Capim-amargosoDigitaria insularis1,50
Capim-azedoPaspalum conjugatum
BraquiarãoBrachiaria brizantha1,50 - 2,50
JunquinhoCyperus ferax2,00 - 2,50
TiriricaCyperus rotundus
Capim-coloniãoPanicum maximum2,25
Capim-braquiáriaBrachiaria decumbens2,50
Azevém-anualLolium multiflorum
Grama-batataisPaspalum notatum
Cana-de-açúcarSaccharum officinarum2,50 – 3,0
Grama-sedaCynodon dactylon2,50 – 3,0
FOLHAS LARGAS
FazendeiroGalinsoga parviflora0,5
BuvaConyza bonariensis0,5 – 1,50
Picão-pretoBidens pilosa0,75
Carrapicho- rasteiroAcanthospermum australe1,0
CulturasPlantas DaninhasDose de p.c. (Kg/ha)N° máx. de aplicaçõesVolume de calda (L/ha)
Nome ComumNome Científico
Carrapicho-de- carneiroAcanthospermum hispidum
MentrastoAgeratum conyzoides
Apago-fogoAlternanthera tenella
Caruru-roxoAmaranthus hybridus
Caruru-de-manchaAmaranthus viridis
Erva-de-santa-luziaChamaesyce hirta
Erva-de-santa- mariaChenopodium ambrosioides
GuanxumaMalvastrum coromandelianum
BeldroegaPortulaca oleracea
Nabo ou NabiçaRaphanus raphanistrum
Amendoim-bravoEuphorbia heterophylla
SerralhaSonchus oleraceus
Maria-moleSenecio brasiliensis
GuanxumaSida rhombifolia1,00 – 1,50
Nabo ou NabiçaRaphanus sativus1,50
Corda-de-violaIpomoea grandifolia1,5 – 2,0
Corda-de-violaIpomoea indivisa2,00
Corda-de-violaIpomoea nil0,5 – 1,0
Erva-de-touroTridax procumbens
Poaia-brancaRichardia brasiliensis2,5
Erva-quenteSpermacoce latifolia2,00 – 3,00
ErvilhacaVicia sativa
TrapoerabaCommelina benghalensis3,0 – 3,5 (1)2

Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou cultivo mínio para as culturas

CulturaPlantas DaninhasDose de p.c. (Kg/ha)N° máx. de aplicaçõesVolume de calda (L/ha)
Nome ComumNome Científico
Algodão Arroz Cana-De- Açúcar Milho Pastagens Soja Trigo Áreas De PousioFOLHAS ESTREITAS1 (uma) aplicaçãoEquipamentos: Terrestres e aéreos Volume de calda: Terrestre: 100 – 200 Aérea: 20 - 40
Capim-marmeladaBrachiaria plantaginea0,50
SorgoSorghum bicolor0,50 - 1,00
Capim-colchãoDigitaria horizontalis0,75 - 1,00
Aveia-voluntáriaAvena strigosa1,00
Capim-carrapichoCenchrus echinatus
Capim-pé-de- galinhaEleusine indica
Capim-da-guinéPaspalum paniculatum
Capim-arrozEchinochloa crusgalli1,00 - 1,50
Capim-amargosoDigitaria insularis1,50
Capim-azedoPaspalum conjugatum
BraquiarãoBrachiaria brizantha1,50 – 2,50
JunquinhoCyperus ferax2,00 – 2,50
TiriricaCyperus rotundus
Capim-coloniãoPanicum maximum2,25
Capim-braquiáriaBrachiaria decumbens2,50
Azevém-anualLolium multiflorum
Grama-batataisPaspalum notatum
Grama-sedaCynodon dactylon2,50 – 3,50
FOLHAS LARGAS
FazendeiroGalinsoga parviflora0,50
BuvaConyza bonariensis0,50 - 1,50
Picão-pretoBidens pilosa0,75
Carrapicho-rasteiroAcanthospermum australe1,00
Carrapicho-de- carneiroAcanthospermum hispidum
MentrastoAgeratum conyzoides
CulturaPlantas DaninhasDose de p.c. (Kg/ha)N° máx. de aplicaçõesVolume de calda (L/ha)
Nome ComumNome Científico
Apago-fogoAlternanthera tenella
Caruru-roxoAmaranthus hybridus
Caruru-de-manchaAmaranthus viridis
Erva-de-santa- luziaChamaesyce hirta
Erva-de-santa- mariaChenopodium ambrosioides
GuanxumaMalvastrum coromandelianum
BeldroegaPortulaca oleracea
Nabo ou NabiçaRaphanus raphanistrum
Amendoim-bravoEuphorbia heterophylla
SerralhaSonchus oleraceus
Maria-moleSenecio brasiliensis
GuanxumaSida rhombifolia1,00 - 1,50
Nabo ou NabiçaRaphanus sativus1,50
Corda-de-violaIpomoea grandifolia1,5 - 2,0
Corda-de-violaIpomoea indivisa2,00
Corda-de-violaIpomoea nil0,5 – 1,0
Erva-de-touroTridax procumbens
Poaia-brancaRichardia brasiliensis2,50
Erva-quenteSpermacoce latifolia2,00 – 3,00
ErvilhacaVicia sativa
TrapoerabaCommelina benghalensis3,0 – 3,5 (1)2

Aplicação em área total, em pós-emergência das plantas daninhas e das culturas tolerantes ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.

CulturaPlantas DaninhasDose de p.c. (Kg/ha)N° máx. de aplicaçõesVolume de calda (L/ha)
Nome ComumNome Científico
Algodâo Geneticamente ModificadoFOLHAS ESTREITAS1 (uma) aplicaçãoEquipamentos: Terrestres e aéreos Volume de calda: Terrestre: 100 – 200 Aérea: 20 - 40
Capim- carrapichoCenchrus equinatus0,5 – 1,0
Capim-pé-de- galinhaEleusine indica0,5 – 1,5
FOLHAS LARGAS
Caruru comumAmaranthus viridis0,5 – 1,0
Apaga-fogoAlternanthera tenella
TrapoerabaCommelina benghalensis1,0 – 1,5
Corda-de- violaIpomoea nil
Milho Geneticamente ModificadoFOLHAS ESTREITAS1 (uma) aplicação ou aplicação sequencialEquipamentos: Terrestres e aéreos Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40
Aveia- voluntáriaAvena strigosa0,5 – 1,0
Capim- carrapichoCenchrus echinatus (2)1,0 – 1,5
Capim-pé- de´-galinhaEleusine indica (2)0,5 – 1,5
FOLHAS LARGAS
Apaga-fogoAlternanthera tenella (2)0,5 – 1,0
CaruruAmaranthus viridis (2)
Picão-pretoBidens pilosa
Corda-de- violaIpomoea acuminata (2)
BeldroegaPortulaca oleracea
GuanxumaSida rhombifolia
Amendoim- bravoEuphobia heterophylla (2)0,5 – 1,5
Corda-de- violaIpomoea purpurea (2)
NabiçaRaphanus raphanistrum
SojaFOLHAS ESTREITASEquipamentos
Cultura Geneticamente ModificadaPlantas DaninhasDose de p.c. (Kg/ha)N° máx. de aplicações 1 (uma) aplicaçãoVolume de calda (L/ha) Terrestres e aéreos Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40
Nome ComumNome Científico
Capim- carrapichoCenchrus echinatus0,5 – 0,75
Capim- colchãoDigitaria horizontalis

Aplicação em área total para erradicação de soqueira da cultura

CulturaPlantas DaninhasDose de p.c. (Kg/ha)N° máx. de aplicaçõesVolume de calda (L/ha)
Nome ComumNome Científico
Controle da Soqueira da Cana-de-AçúcarFOLHAS ESTREITAS1 (uma) aplicaçãoEquipamentos Terrestres e aéreos Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40
Cana-de- açúcarSaccharum officinarum2,0 - 3,0

(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias na dose de 2,0 kg/há seguido de 1,0 a 1,5 kg/ha (2) Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes Alternanthera tenella, Amaranthus viridis, Cenchrus echinatus, Eleusine indica, Euphorbia heterophylla, Ipomoea acuminata e Ipomoea purpurea recomenda-se realizar a primeira aplicação na dose e época recomendada na tabela e a segunda aplicação na dose de 1,0 kg/ha, com intervalo de aproximadamente 15 a 20 dias após a primeira aplicação Recomendações Gerais: No caso de áreas com infestação diversificada, a dose a ser aplicada deverá ser definida em função da planta infestante de mais difícil controle presente na área e que apresente infestação significativa. Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O melhor período para controlar as espécies de plantas daninhas perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.

Aplicar WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG quando as plantas daninhas estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água). WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG não tem ação residual sobre sementes existentes no solo. WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG, aplicado no período adequado e conforme a recomendação, controlará as plantas daninhas com uma única aplicação. O herbicida WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula. A eficiência do produto pode ser visualizada entre o 7º e 14° dia após a aplicação dependendo da planta daninha (anual ou perene) e de seu estádio de desenvolvimento. Seletividade às culturas: WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG é um herbicida pós-emergente, não seletivo às culturas convencionais (não geneticamente modificadas) quando aplicado em pós-emergência sobre as mesmas. A seletividade para as culturas convencionais é obtida através das modalidades de aplicação, ou seja, antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo ou através da aplicação dirigida ou protegida, nas entrelinhas das culturas perenes. Para as culturas do algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, o WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG é seletivo, quando aplicado em pósemergência sobre a cultura, nas doses e estádios de aplicação recomendados. Para as culturas do algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, o WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG é seletivo, quando aplicado em pósemergência sobre a cultura, nas doses e estádios de aplicação recomendados.

MODO DE APLICAÇÃO

As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se obter os efeitos desejados. Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem do equipamento de aplicação terrestre ou aéreo para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado. Preparação da Calda: Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar a operação. Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de forma que atinja a altura do agitador (ou retorno). No caso de pulverizador tratorizado ligue o sistema de agitação do tanque e adicione a quantidade recomendada de produto ou no caso de pulverizador costal, agite a água manualmente. Por se tratar de uma formulação de Grânulos Dispersíveis em Água o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante. Se for realizar uma pré dissolução, não adicionar mais de 25 % do produto comercial no volume de água (25 kg de PC para cada 100 litros de água).

Com o agitador ligado, complete o volume do tanque com água mantendo a mangueira, assim como o sistema de retorno, submersos no líquido. Mantenha a calda sob constante agitação durante a pulverização. Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro, a aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. APLICAÇÃO TERRESTRE Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas ou pulverização costal. Seguir as recomendações e restrições gerais. Volume de Aplicação: Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 100 a 200 L/ha. Seleção de Pontas de Aplicação: Para a aplicação do WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG, recomendamos a utilização de pontas de pulverização com indução de ar, que possibilitem a geração de gotas da classe grossa e muito grossa, minimizando assim o risco de deriva. A seleção correta da ponta para aplicação de herbicidas é um dos parâmetros mais importantes para se obter o resultado desejado na aplicação, evitandose as perdas por deriva. Altura da Barra de Aplicação: A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Menores alturas poderão ser utilizadas no caso de espaçamento entre bicos menores que 50,0 cm. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido, menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento (deriva). Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo. Velocidade do Vento: Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento não ultrapassar 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação minimizando desta forma o efeito de deriva. Velocidade do Equipamento: Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno, equipamento e cultura, observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. As aplicações efetuadas em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição do produto na área alvo e menor risco de deriva. Não aplique com velocidades superiores a 25 km/h. Pressão de Trabalho: A pressão de trabalho deverá ser selecionada considerando o volume de calda da aplicação e o tamanho de gotas desejado. Em caso de dúvida consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). Observar sempre a recomendação do fabricante da ponta (bico) e trabalhar dentro da faixa de pressão recomendada, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gotas. Lembre-se que maiores pressões levam a menores tamanhos de gotas, podendo favorecer a deriva. Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota grossa a muito grossa, direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. APLICAÇÃO AÉREA

Recomenda-se para aplicação com equipamentos aéreos de pulverização, aeronaves providas com barra e pontas (bicos) apropriadas. A aplicação deve ser realizada apenas por empresas especializadas, sob orientação de um engenheiro agrônomo. Seguir as recomendações e restrições gerais. Volume da calda de aplicação: Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 20 a 40 L/ha. Seleção de Pontas de Aplicação: Para a aplicação do WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG, recomendamos a utilização de pontas de pulverização que possibilitem a geração das maiores gotas possíveis, no mínimo classe de gotas grossas. Altura de voo: Recomenda-se altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição adequada ao tipo de aeronave empregada. O aumento da altura de voo eleva o risco potencial de deriva. Especial atenção deve ser dada aos efeitos de vórtices que também podem causar deriva ocasionada principalmente pelo posicionamento incorreto dos bicos em relação às asas da aeronave. Velocidade do Vento: Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento não ultrapassar 10 km/h. RECOMENDAÇÕES E RESTRIÇÕES GERAIS: Temperatura e Umidade: Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho de gota e aumentando o potencial de deriva. Evite pulverizar durante condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 55 %) e altas temperaturas (maiores que 30o C). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. Deriva: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e às condições climáticas (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. Especial atenção deve ser tomada em relação ao fenômeno conhecido por inversão térmica. Não proceda aplicação com inversão térmica. Período de Chuvas: A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto. Este intervalo de tempo é o mínimo necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. Sob risco de chuva, suspenda a aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturaDias
Algodão(1)
Algodão OGM130
CulturaDias
Ameixa17
Arroz(1)
Banana30
Cacau30
Café15
Cana-de-açúcar(1)
Citros30
Maçã15
Milho OGM90
Milho(1)
Milho OGM90
Nectarina30
Pastagem(1)
Pera15
Pêssego30
SeringueiraUMA
Soja(1)
Soja OGM56
Trigo(1)
Uva17
Eliminação de soqueira-
Áreas de pousio-

(1) = Não determinado devido a modalidade de emprego

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução em recipientes de ferro comum e galvanizado. Para aplicação do produto somente utilize água limpa (sem argila, limo e matéria orgânica em suspensão). Não aplicar WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG, com as folhas das plantas daninhas cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG,. O uso do WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG, está restrito ao indicado nesta bula e rótulo. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG, não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja. Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas vizinhas, inclusive algodão, milho e soja que não sejam tolerantes ao glifosato, visto que o herbicida é seletivo somente quando aplicado sobre algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula. A WYNCA DO BRASIL LTDA não possui dados técnicos que suportem a aplicação deste produto via aeronaves remotamente pilotadas (drones). Para maiores esclarecimentos consulte um representante técnico da empresa.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: Nos quadros de recomendações, algumas plantas daninhas apresentam um (*), nestes casos deve-se considerar que esta planta daninha já possui biótipos relatados como resistentes ao glifosato no Brasil, (fonte: www.weedscience.com), portanto caso venham a ocorrer na área a ser aplicada com glifosato, podem não ser controladas. As doses indicadas deverão ser utilizadas no controle das plantas daninhas relacionadas apenas nos casos em que a resistência não foi determinada. Caso na região aonde será aplicado o glifosato tenha relatos de resistência, uma prática recomendada que pode auxiliar na identificação de possível foco de plantas resistentes ao glifosato é a aplicação antecipada do produto. Após a aplicação observar se na área há alguma reboleira de planta infestante de uma mesma espécie, com controle abaixo do esperado em relação ao resultado geral da área. Se isso ocorrer e for descartada possível falha na aplicação, pode-se estar diante de uma suspeita de planta daninha resistente. Essas reboleiras poderão ser facilmente identificadas até 14 dias após a aplicação, quando ainda é possível a adoção de medidas complementares de controle antes do plantio, evitando-se que essas plantas se desenvolvam e produzam sementes, agravando o problema para o futuro. O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.

- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas - SBCPD. (www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas - HRAC-BR. (www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA. (www.agricultura.gov.br).

GRUPO G HERBICIDA O herbicida WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG é composto por glifosato que apresenta mecanismo de ação dos inibidores de EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; • Os equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO

• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara mecânica classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; e • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira; Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidro-repelente com mangas

compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. • Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante; Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR WYNPHOSATE, WYNPHOSATE 720 WG, SUNPHOSATE 720 WG

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoGlifosato: Glicina substituída
Classe ToxicológicaCategoria 5 – Produto improvável de causar dano agudo
Vias de ExposiçãoOral, dérmica, inalatória e ocular
ToxicocinéticaApós exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14 - 29 % é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico.
ToxicodinâmicaOs mecanismos específicos de toxicidade do glifosato em humanos não são conhecidos. O glifosato tem ação irritante aos olhos e mucosas.
Sintomas e Sinais ClínicosProduto Formulado Exposição oral: em estudo realizado em animais de experimentação (ratos) observou-se coloração ano-genital e redução do volume fecal. Exposição dérmica: em estudo realizado em animais de experimentação (coelhos) foram observados eritemas e edemas reversíveis em 72 horas. Exposição ocular: em estudo realizado em animais de experimentação (coelhos) observou-se vermelhidão, quemose e secreção reversíveis em 72 horas.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico, e do AMPA na urina.
TratamentoNÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação, deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico. Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho. Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na dose de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e de 1g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído
em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O2 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada. Se necessário, use ventilação mecânica com pressão positiva. Monitorar alterações na pressão sanguínea e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos em casos de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores. Manter o fluxo urinário para prevenir insuficiência renal. A acidose metabólica deve ser corrigida. Nos casos refratários, pode ser necessário hemodiálise. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol). Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Alertar o paciente para retornar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático.
Contra-IndicaçõesO vômito é contraindicado em razão do risco de aspiração. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contraindicada em razão de aumento da superfície de contato. A utilização de morfina é contraindicada porque pode comprometer a pressão arterial e causar depressão cardiorrespiratória.
Efeitos das Interações QuímicasNão são conhecidos.
AtençãoPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722- 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT - ANVISA/MS)
AtençãoAs intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: (19) 3325-4755

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Após a administração via oral de glifosato radiomarcado em dose única em ratos, 30 a 36% da dose foi absorvida e menos que 0,27% foi eliminada como CO2. Em estudo de metabolismo em ratos, com administração via oral de glifosato radiomarcado em dose única e em doses repetidas, 97,5% da dose administrada foi excretada, de forma inalterada, através da urina e das fezes. Em outro estudo em ratos, 99% do glifosato radiomarcado foi eliminado inalterado pela urina e principalmente nas fezes após 120 horas de administração. A via de eliminação biliar não é significativa. Glifosato apresenta um grau muito baixo de biotransformação. O ácido aminometilfosfônico (AMPA) foi o único metabólito encontrado na urina com 0,2 a 0,3% e nas fezes com 0,2 a 0,4% da dose de glifosato radiomarcado administrada. Menos de 1% da dose absorvida foi encontrada nos tecidos e órgãos, principalmente nos tecidos ósseos.

EFEITOS AGUDOS

DL50 Oral em ratos: > 2000 mg/kg pc. DL50 Cutânea em ratos: > 2000 mg/kg pc. CL50 Inalatória em ratos: > 1,276 mg.L-1. Não houve mortalidade no estudo de inalação. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: não irritante à pele de coelhos Corrosão/Irritação ocular em coelhos: o Item de Teste Glyphosate Ammonium salt 79.25% WG foi capaz de manter a viabilidade celular e não desenvolver o quadro de irritação ocular in vitro. Logo, nas condições deste estudo, o Item de Teste foi classificado de acordo com a UN GHS Classification (OECD TG 491, 2020) como “Sem categoria”. Sensibilização cutânea em porquinhos da Índia: o produto não foi sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS

Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos na necrópsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. Estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dose testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenicidade com ratos e camundongos não evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal dos rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerada como efeito relacionado ao tratamento.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I) □ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II) ■ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV) • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a • 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contacte as autoridades locais competentes e a empresa WYNCA DO BRASIL LTDA., telefone de empresa: (19) 3325-4755. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse

material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: • Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são

guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado • em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estbelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Wynphosate registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 28825 · documento de 11/12/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Wynphosate?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Wynphosate e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Wynphosate é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 28825, documento de 11/12/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

Veja também