Bula oficial · registro MAPA nº 1696

Bula do WW 2,4-D 868 SL

Bula completa do WW 2,4-D 868 SL (registro MAPA nº 1696), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: 2,4-D.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 20 páginas no PDF.

WW 2,4-D 868 SL Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 01696.

COMPOSIÇÃO

(2,4-dichlorophenoxy)acetic acid (2,4-D)............................................…........ 868,0 g/L (86,8% m/v) Equivalente ácido........................................................................................... 720,0 g/L (72,0% m/v) Outros ingredientes.........................................................................................369,0 g/L (36,9% m/v)

GRUPOHERBICIDA
O

GRUPO O HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO. CLASSE: Herbicida sistêmico do grupo químico Ácido ariloxialcanóico. TIPO FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL). TITULAR DO REGISTRO (*): WILLOWOOD AGRISCIENCE REPRESENTAÇÃO COMERCIAL LTDA. Av. Doutor José Bonifácio Coutinho Nogueira, 214, Sala 516 Quadra 30014 Lote 20-A-5 Cep:13.091-611 – Jardim Madalena, Campinas-SP. CNPJ: 40.503.635/0001-26 Nº do registro estabelecimento: CFICS/GDSV/CDA/SP nº 4325. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: 2,4-D ÁCIDO TÉCNICO MIL – Registro MAPA sob nº 10708. ADAMA BRASIL S/A. Avenida Júlio de Castilhos, 2085 Taquari/RS – CEP 95860-000 Tel. (51) 3653-9400 – Fax: (51) 3653-1697 CNPJ: 02.290.510/0004-19 Registro Estadual nº 1047/99 – SEAPA/RS. ATUL LIMITED. Atul 396020, Valsad, Gujarat – Índia. 2,4-D TÉCNICO AGRISOR – Registro MAPA sob nº 20418 CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD. Fourth Huanghai Road) Yangkou Chemical Industrial Park Rudong County 226407 Nantong, Jiangsu – China. JIANGXI TIANYU CHEMICAL CO., LTD. Yanhua Road, Xingan Salt Chemical Industrial Park, Xingan Country, Jiangxi Province – China. 2,4-D TECHNICAL WYNCA - Registro MAPA sob nº TC12123 Ningxia Wynca Technology Co., Ltd. Taisha Industrial Park 753401 Pingluo, Ningxia - China.

FORMULADOR: ADAMA BRASIL S/A. Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa - Londrina/PR – CEP 86031-610 Tel. (43) 3371-9000 – Fax: (43) 3371-9017 CNPJ: 02.290.510/0001-76 Registro Estadual no 003263 – ADAPAR/PR. ADAMA BRASIL S/A. Avenida Júlio de Castilhos, 2085 Taquari/RS – CEP 95860-000 Tel. (51) 3653-9400 – Fax: (51) 3653-1697 CNPJ: 02.290.510/0004-19 Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS. ADAMA AGAN LTD. Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel. ADAMA ANDINA B.V. SUCURSAL COLOMBIA Calle 1C, nº 7-53, Interior Zona Franca, Barranquilla – Colômbia ATUL LIMITED. Atul 396020, Valsad, Gujarat – Índia CAC NANTONG CHEMICAL CO. LTD. Fourth Huanghai Road,Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County, Nantong City, Jiangsu Province, China WILLOWOOD CHEMICALS LIMITED. Block No. 69/P, Village Manjusar, Taluka. Savli, District. Vadodara, Gujarat - 391776, India WILLOWOOD CHEMICALS LIMITED. Block No. 73 & 76, Village-Manjusar, Taluka. Savli, District. Vadodara, Gujarat - 391776, India ZHEJIANG XINAN CHEMICAL INDUSTRIAL GROUP CO., LTD. Endereço completo: Xinanjiang, Jiande, Zhejiang, 311600, China. MANIPULADOR: TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMERCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA CNPJ: 03.855.423/0001-81 Avenida Roberto Simonsen, 1459, Paulínia - SP, 13148-030 Cadastro da empresa no órgão estadual – CFICS / GDSV / CDA nº 477. ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. R. Alberto Guizo, 859, Indaiatuba - SP, 13347-402 CNPJ: 50.025.469/0001-53. Registro – CFICS / GDSV / CDA nº 466. KUBIX AGROINDUSTRIAL LTDA. Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Indaiatuba – SP, 13348-790 CNPJ: 47.754.052/0001-17. Registro – CFICS/GDSV/CDA/SP nº 4381. INDÚSTRIA QUÍMICA LORENA LTDA. CNPJ: 48.284.749/0001-34 R 01 esquina com Rua 06, S/N, LT Ind Nova Roseira, Roseira-SP, 12.580-000 Cadastro da empresa no órgão estadual – CFICS / GDSV / CDA nº 266

IMPORTADOR: COPALLIANCE S. A. Rua José Paulino, 235, salas 501-502, Centro, CEP 13013-000, Campinas - SP CNPJ sob o nº 10.664.726/0001-82. Registro SAA/CDA/SP nº 904. GOPLAN S/A Rua Antonio Lapa, n° 606, Cambuí, CEP 13025-241, Campinas/SP. CNPJ sob n.º 37.422.096/0001-96. Registro CDA - SP nº 4296. AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rodovia-RO 435, Km 113, Zona Rural, Cerejeiras/RO CNPJ sob o nº 77.294.254/0022-19 Número de registro do estabelecimento/Estado: nº 0001655. AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rodovia BR 364, KM 20, S/N, Zona Rural, Cuiabá/MT, CNPJ sob o nº 77.294.254/0050-72 Número de registro do estabelecimento/Estado: nº 20435 AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rodovia BR 163, 2461, Expansão Urbana, Sorriso/MT, CNPJ sob o nº 77.294.254/0077-92 Número de registro do estabelecimento/Estado: nº 22956. AMAGGI EXPORTACAO E IMPORTACAO LTDA. Rodovia PA 125, Quadra 03, Lote 15, CEP: 68628-557, Paragominas/PA CNPJ: 77.294.254/0083-30 Registro Estadual: nº 004.23 (ADEPARA). AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Avenida Ville Roy, n° 7492, Quadra 54, São Vicente, CEP: 69301-000, Boa Vista/ RR CNPJ: 77.294.254/0079-54 Registro Estadual: nº 1420025 (ADERR). NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA. Rodovia Raposo Tavares, S/N, KM 172, Centro, Itapetininga/ SP, CNPJ sob o nº 88.305.859/0004-00 Número de registro do estabelecimento/Estado: nº 1161. NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA. Rua Fidencio Ramos, N° 308, Andar 9 Conj 91 A 94 Torre A, Vila Olimpia, São Paulo/SP, CNPJ sob o nº 88.305.859/0001-50 Número de registro do estabelecimento/Estado: nº 4292. AGRILEAN INPUTS S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 30,5, nº 11100, bairro Jardim Maria Cristina CEP: 06.421-300, Barueri/SP CNPJ sob o nº 47.983.211/0004-06. Registro CFICS/GDSV/CDA nº 4378. DKBR TRADING S.A. Avenida Ayrton Senna da Silva, 600, Cond Torre Siena Andar 17 - Sala 1704, Gleba Fazenda Palhano CEP: 86.050-460, Londrina/PR CNPJ sob o nº 33.744.380/0001-28. Número de registro no Estado: ADAPAR/PR nº 1007743.

DKBR TRADING S.A. Avenida Miguel Sutil, 6559, Alvorada CEP: 78048-360, Cuiabá/MT CNPJ sob o nº 33.744.380/0002-09. Número de registro no Estado: INDEA/MT nº 22058. DKBR TRADING S.A. Rodovia SPA 008/457, s/nº, Sala 01 Km 500 Metros, Zona Rural CEP: 19.640-000, Iepe/ SP CNPJ sob o nº 33.744.380/0003-90. Número de registro no Estado: CFICS / DDSIV / CDA REGISTRO nº 4303. AGROALLIANZ S.A. Rua Avelino Silveira Franco, nº 149 - Sala 432, Cond. Comercial L’Office, Ville Sainte Hèlène CEP: 13105-822 - Campinas/SP. CNPJ sob o nº 27.150.699/0001-22. Registro CFICS/GDSV/CDA/SP nº 1280.

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

E CONSERVE-OS EM SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO

CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C S DE USO:

WW 2,4-D 868 SL é um herbicida sistêmico aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e das culturas de arroz, café, cana-de-açúcar, milho, pastagem e trigo, bem como, no manejo em dessecação em pré-plantio de arroz, café, cana-de-açúcar, milho, soja e trigo. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Plantas infestantes
DoseÉpoca, número e intervalo
CulturaNome ComumNome Científico(mL/ha)de aplicação
ARROZCorriolaIpomoea grandifolia1000Fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas infestantes no estádio de 4 a 6 folhas.
AngiquinhoAeschynomene rudis1400
Caruru-rasteiroAmaranthus deflexus460 a 1390Aplicação em pós-plantio: Fazer uma aplicação em área total na pós- emergência do arroz, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação. Não associar espalhante adesivo ou óleos à calda herbicida. Aplicação em pré-plantio da cultura (dessecação para plantio direto) Plantar o arroz com um intervalo mínimo de 15 dias após a aplicação, a fim de evitar possível fitotoxicidade na cultura.
Caruru-roxoAmaranthus hybridus
Caruru-de-espinhoAmaranthus spinosus
Caruru-de-manchaAmaranthus viridis
Picão-pretoBidens pilosa
MostardaBrassica rapa
TrapoerabaCommelina benghalensis
Amendoim-bravoEuphorbia heterophylla
Picão-brancoGalinsoga parviflora
Corda-de-violaIpomoea aristolochiaefolia
Corda-de-violaIpomoea purpurea
RubimLeonorus sibiricus
MastruzLepidium virginicum
BeldroegaPortulaca oleracea
Nabo-bravoRaphanus raphanistrum
Poaia-brancaRichardia brasiliensis
GuanxumaSida rhombifolia
SerralhaSonchus oleraceus

Serralha Sonchus oleraceus

CulturaPlantas infestantesDose (mL/ha)Época, número e
intervalo de aplicação
Nome ComumNome Científico
CAFÉCarrapicho-de-carneiroAcanthospermum hispidum920 a 1390Aplicação em pós- plantio: Aplicar em pós-emergência da planta infestante em jato dirigido nas entrelinhas do café. Aplicar em época quente logo após a arruação ou esparramação. Aplicação em pré- plantio da cultura (dessecação para plantio direto)
MentrastoAgeratum conyzoides
Caruru-rasteiroAmaranthus deflexus
Caruru-roxoAmaranthus hybridus
Caruru-de-espinhoAmaranthus spinosus
Caruru-de-manchaAmaranthus viridis
Picão-pretoBidens pilosa
MostardaBrassica rapa
TrapoerabaCommelina benghalensis
Amendoim-bravoEuphorbia heterophyllaA aplicação deve ser feita de 10 a 15 dias antes do plantio da cultura de café, a fim de evitar possível fitotoxicidade.
Picão-brancoGalinsoga parviflora
Corda-de-violaIpomoea aristolochiaefolia
Corda-de-violaIpomoea purpúrea
RubimLeonorus sibiricus
MastruzLepidium virginicum
BeldroegaPortulaca oleracea
Nabo-bravoRaphanus raphanistrum
Poaia-brancaRichardia brasiliensis
GuanxumaSida rhombifolia
SerralhaSonchus oleraceus
CANA-DE- AÇÚCARCaruru, BredoAmaranthus retroflexus2000Em pós-emergência das plantas infestantes, aplicar o produto antes da emissão do colmo da cana. Após este estádio aplicar em jato dirigido Na aplicação em pré- emergência (planta infestante), aplicar 2,5 L/ha para o controle da Falsa serralha até o período anterior a formação do colmo da cana.
Falsa serralhaEmilia sonchifolia2500
Carrapicho-de-carneiro Mentrasto Caruru-rasteiro Caruru-roxo Caruru-de-espinho Caruru-de-mancha Picão-preto Mostarda Trapoeraba Amendoim-bravo Picão-branco Corda-de-viola Corda-de-viola Rubim Mastruz Beldroega Nabo-bravo Poaia-branca Ganxuma SerralhaAcanthospermum hispidum Ageratum conyzoides Amaranthus deflexus Amaranthus hybridus Amaranthus spinosus Amaranthus viridis Bidens pilosa Brassica rapa Commelina benghalensis Euphorbia heterophylla Galinsoga parviflora Ipomoea aristolochiaefolia Ipomoea purpúrea Leonorus sibiricus Lepidium virginicum Portulaca oleracea Raphanus raphanistrum Richardia brasiliensis Sida rhombifolia Sonchus oleraceus460 a 1390Aplicação em pós- plantio: Aplicar em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura. Não há necessidade de aplicação dirigida. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós- emergência da cultura. Não adicionar espalhante adesivo ou óleos. Aplicação em pré- plantio da cultura (dessecaçãopara plantio direto) Realizar uma aplicação antes do plantio da cultura visando controle em pós- emergência das plantas infestantes de folha larga.
Plantas infestantes
DoseÉpoca, número e
Cultura
(mL/ha)intervalo de aplicação
Nome ComumNome Científico
MILHOCaruru, BredoAmaranthus retroflexus1250Fazer uma aplicação em pós-emergência em área total, com o milho até 4 folhas e as plantas infestantes em estádio inicial (de 4 a 6 folhas). Não utilizar plantas tratadas para alimentar animais até sete dias após a aplicação
Carrapicho rasteiro Corda de viola Falsa serralhaAcanthospermum australe Ipomoea grandifolia Emilia sonchifolia1000
Carrapicho-de-carneiro Mentrasto Caruru-rasteiro Caruru-roxo Caruru-de-espinho Caruru-de-mancha Picão-preto Mostarda Trapoeraba Amendoim-bravo Picão-branco Corda-de-viola Corda-de-viola Rubim Mastruz Beldroega Nabo-bravo Poaia-branca Guanxuma SerralhaAcanthospermum hispidum Ageratum conyzoides Amaranthus deflexus Amaranthus hybridus Amaranthus spinosus Amaranthus viridis Bidens pilosa Brassica rapa Commelina benghalensis Euphorbia heterophylla Galinsoga parviflora Ipomoea aristolochiaefolia Ipomoea purpurea Leonorus sibiricus Lepidium virginicum Portulaca oleracea Raphanus raphanistrum Richardia brasiliensis Sida rhombifolia Sonchus oleraceus460 a 1390Aplicação em pós-plantio: Aplicar em área total em pós- emergência das plantas infestantes e do milho. A aplicação deve ser feita quando o milho atingir o estádio de 4 a 5 folhas. Não associar espalhantes ou qualquer outro aditivo à calda herbicida. Aplicação em pré-plantio da cultura (dessecação para plantio direto) Realizar uma aplicação antes do plantio da cultura visando controle em pós- emergência das plantas infestantes de folha larga.
SOJACarrapicho-de-carneiro Mentrasto Caruru-rasteiro Caruru-roxo Caruru-de-espinho Caruru-de-mancha Picão-preto Mostarda Trapoeraba Amendoim-bravo Picão-branco Corda-de-viola Corda-de-viola Rubim Mastruz Beldroega Nabo-bravo Poaia-branca Guanxuma SerralhaAcanthospermum hispidum Ageratum conyzoides Amaranthus deflexus Amaranthus hybridus Amaranthus spinosus Amaranthus viridis Bidens pilosa Brassica rapa Commelina benghalensis Euphorbia heterophylla Galinsoga parviflora Ipomoea aristolochiaefolia Ipomoea purpurea Leonorus sibiricus Lepidium virginicum Portulaca oleracea Raphanus raphanistrum Richardia brasiliensis Sida rhombifolia) Sonchus oleraceus920 a 1390Aplicação em pré-plantio da cultura (dessecação para plantio direto) A aplicação deve ser feita de 10 a 15 dias antes do plantio da cultura da soja, a fim de evitar possível fitotoxicidade.
Plantas infestantes
DoseÉpoca, número e
Cultura
(mL/ha)intervalo de aplicação
Nome ComumNome Científico
PASTAGEMCaruru-rasteiro Picão-preto Buva Malva-vermelha Amendoim-bravo Beldroega Guanxuma Joá-bravo Melão-de-São-Caetano Guanxuma Maria-pretinhaAmaranthus deflexus Bidens pilosa Conyza bonariensis Croton grandulosus Euphorbia heterophylla Portulaca oleracea Sida cordifolia Solanum palinacanthum Momordica charantia Sida rhombifolia Solanum americanum1390 a 1850Aplicação em pósplantio da cultura: Aplicar em área total quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo e antes do florescimento.
Flor-das-almas Guanxuma-brancaSenecio brasiliensis Sida glaziovii1850
Flor-das-almas Guanxuma-branca Corda de viola Falsa serralha Nabiça Picão pretoSenecio brasiliensis Sida glaziovii Bidens pilosa1000Fazer uma aplicação em pós-emergência durante a fase de perfilhamento da cultura.
TRIGOCarrapicho-de-carneiro Mentrasto Caruru-rasteiro Caruru-roxo Caruru-de-espinho Caruru-de-mancha Mostarda Trapoeraba Amendoim-bravo Picão-branco Corda-de-viola Corda-de-viola Rubim Mastruz Beldroega Poaia-branca Guanxuma SerralhaAcanthospermum hispidum Acanthospermum australe Ageratum conyzoides Amaranthus deflexus Amaranthus hybridus Amaranthus spinosus Amaranthus viridis Brassica rapa Bidens pilosa Commelina benghalensis Emilia sonchifolia Euphorbia heterophylla Galinsoga parviflora Ipomoea aristolochiaefolia Ipomoea grandifolia Ipomoea purpurea Leonorus sibiricus Lepidium virginicum Portulaca oleracea Raphanus raphanistrum Richardia brasiliensis Sida rhombifolia Sonchus oleraceus460 a 690Aplicação em pós-plantio: Fazer uma aplicação em área total na pós-emergência do trigo, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação. Não associar espalhante adesivo ou óleos à calda herbicida. Aplicação em pré-plantio da cultura (dessecação para plantio direto): Realizar uma aplicação antes do plantio da cultura visando controle em pós-emergência das plantas infestantes de folha larga.

MODO DE APLICAÇÃO

A aplicação do herbicida WW 2,4-D 868 SL deve ser efetuada através de pulverização terrestre. APLICAÇÃO TERRESTRE O herbicida WW 2,4-D 868 SL nas culturas de arroz, café, cana-de-açúcar, milho, soja, pastagem e trigo deve ser aplicado com equipamento tratorizado com barra, ou autopropelido de modo a providenciar uma boa cobertura nas plantas infestantes. deriva de pelo menos 50% para aplicação tratorizada nas culturas de café e cana-de-açúcar. Fica proibido o emprego de aplicação tratorizada com turbina de fluxo de ar. Para o uso e aplicação do produto WW 2,4-D 868 SL, observe as prescrições conforme a receita agronômica e utilize equipamentos adequados que proporcionem redução da possibilidade de deriva, tal como pontas de pulverização tipo leque com indução de ar, para a produção de gotas grossas a extremamente grossas. • Pressão de trabalho: 30-70 lbf/pol². • Diâmetro de gotas: acima de 350µ (micra); • Altura da barra de pulverização e espaçamento entre bicos: deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo. Não ultrapassando 50 cm, tanto para o espaçamento quanto para a altura da barra; • Volume de calda: 150 a 300 L/ha. Somente aplique o produto WW 2,4-D 868 SL com equipamentos de aplicação tecnicamente adequados ao relevo do local, corretamente regulados e calibrados, conforme a recomendação do fabricante do pulverizador e do responsável pela aplicação. Siga sempre as orientações do Engenheiro Agrônomo responsável, que poderá conciliar o tipo de bico (por exemplo: bicos com pontas tipo leque com indução de ar), o tamanho da gota adequada à tecnologia de aplicação e a redução da possibilidade de deriva, a altura da barra e outras características do equipamento

de aplicação, a topografia do terreno, bem como, as doses e recomendações de uso prescritas na bula do produto para os respectivos alvos e culturas. Direcione os cuidados na aplicação para reduzir a possibilidade de deriva. O profissional que prescrever o uso do WW 2,4-D 868 SL deverá recomendar a especificação do equipamento mais adequado para correta aplicação do produto, de modo a reduzir a possibilidade de deriva. Observe atentamente as instruções de uso de todos os equipamentos envolvidos. Em caso de equipamentos diferentes e regulagens específicas, consulte sempre um Engenheiro Agrônomo ou profissional responsável. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Para evitar os prejuízos causados pela deriva, é importante seguir rigorosamente as recomendações quanto as condições climáticas e equipamento de aplicação. O produto somente deve ser aplicado sob as seguintes condições meteorológicas: - Temperatura ambiente inferior a 30ºC; - Umidade relativa do ar superior a 55%; - Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h. Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto WW 2,4-D 868 SL, pois pode haver risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia. Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto WW 2,4-D 868 SL, devido ao potencial de deriva pelo movimento do ar. Não aplique o produto WW 2,4-D 868 SL, se o vento estiver no sentido das culturas sensíveis. OBS: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de aplicação, o relevo, a altura da barra de pulverização, altura do voo da aeronave, a cultura e, especialmente, as condições climáticas (temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes que devem ser considerados para reduzir a possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve considerar todos estes fatores para tomar a decisão de quando aplicar o produto. Toda a pulverização com o produto WW 2,4-D 868 SL feita fora das condições operacionais e meteorológicas adequadas, pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis. MODO DE PREPARO DA CALDA: Para a aplicação, colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar WW 2,4-D 868 SL na dose recomendada completando o tanque com água limpa e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante toda a aplicação. Realizar o processo do tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda. LIMPEZA DE EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com WW 2,4-D 868 SL. Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros herbicidas ou outras classes de produtos. Estes resíduos também podem gerar problemas de contaminação de culturas vizinhas e/ou culturas sensíveis, caso haja deriva de gotas pelo vento. INFORMAÇÕES DETALHADAS SOBRE O MODO DE PREPARO DA CALDA DO PRODUTO: Para a aplicação terrestre, colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar WW 2,4-D 868 SL na dose recomendada completando o tanque com água limpa e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante toda a aplicação. Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.

INTERVALOS DE SEGURANÇA: Arroz e Trigo.......................................... (1) Café ...................................................... 30 dias Cana-de-açúcar..................................... (2) Milho.......................................................(3) Pastagem ............................................. UNA Soja ...................................................... (4) (1) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. (2) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até três meses após o plantio ou corte. (3) O intervalo de segurança para a cultura do milho/milheto convencional é não determinado por ser de uso desde a fase pré-emergência até o milho/milheto atingir a altura de 25 cm. (4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. UNA – Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

CulturaModalidade de emprego (Aplicação)Intervalo de reentrada*
2h de atividades8h de atividades
ArrozPré / Pós-emergência24 horas14 dias
CaféPré / Pós-emergência24 horas24 horas
Cana-de-açúcar(1)Pré / Pós-emergência13 dias31 dias
MilhoPré / Pós-emergência24 horas18 dias
Pastagem(2)Pós-emergência5 dias23 dias
SojaPré-emergência24 horas18 dias
TrigoPré / Pós-emergência2 dias20 dias

Trigo Pré / Pós-emergência 2 dias 20 dias MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES DE ÁREAS PRÓXIMAS DAS CULTURAS COM APLICAÇÃO COM HERBICIDA A BASE DE 2,4-D: - É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação costal e tratorizada de produtos a base de 2,4-D. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação. - Para aplicação através de aeronaves agrícolas, fica proibido o sobrevoo com o produto em áreas povoadas, moradias e agrupamentos humanos. Não execute aplicação aérea em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoações e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais. - Inclusão de medidas que dificultem a entrada em área tratada de transeuntes e residentes (ex. uso de placas de advertência com avisos sobre aplicação de produtos a base de 2,4-D).

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivo para culturas agrícolas. - Não aplicar o produto quando for observadas condições operacionais e meteorológicas inadequadas que resultam na formação de deriva e atingimento de cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis. - Em aplicações próximas a culturas sensíveis, tais como, algodão, banana, batata, maçã, oliva, pepino, tabaco, tomate, uva, entre outras, manter atenção redobrada com a tecnologia de aplicação, adotando as práticas agrícolas recomendadas para o produto, para minimizar a possibilidade de deriva. - A deriva de pequenas quantidades do produto WW 2,4-D 868 SL pode causar danos às culturas sensíveis. - O produto em contato com sementes pode inibir a sua germinação. - O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais (arroz e trigo), quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após o emborrachamento, e para milho, quando a aplicação é feita fora do período recomendado. - Para uso na cultura do milho, verificar junto às empresas produtoras de semente a existência de cultivares sensíveis ao 2,4-D. - Para uso no café, fazê-lo de modo a não permitir o contato do produto com as folhas da cultura. - Para a cultura de soja, seu uso é permitido somente em pré-plantio (dessecação).

- WW 2,4-D 868 SL não deve ser misturado com óleos, espalhantes adesivos e outros adjuvantes, pois isso diminui a seletividade do produto. - Solo seco, estiagem prolongada e baixa umidade relativa do ar podem comprometer a eficiência do produto. - A eficiência do produto pode ser reduzida se ocorrerem chuvas até o período de 6 horas após a aplicação. - WW 2,4-D 868 SL não deve ser aplicado em pós-emergência da planta infestante, quando seu estádio de desenvolvimento estiver maior que 10 folhas. - WW 2,4-D 868 SL não deve ser aplicado com pulverizador costal (manuais, pressurizados ou motorizados) e nem através de pulverização aérea. - O pulverizador usado para a aplicação de WW 2,4-D 868 SL deve ser rigorosamente limpo e descontaminado, realizando-se a tríplice lavagem (tanque, barra, filtros em geral e pontas de pulverização), antes da aplicação de qualquer outro produto. Observar os detalhes no item Limpeza de Equipamento de Aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado ou logo após a aplicação do produto. - Fica restrito a realização cumulativa das atividades de mistura, abastecimento e aplicação tratorizada de 2,4D pelo mesmo indivíduo. INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item MODO DE APLICAÇÃO DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta infestante alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Infestantes (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Infestantes aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO O HERBICIDA O produto herbicida WW 2,4-D 868 SL é composto pelo ingrediente ativo 2,4-D, que apresenta mecanismo de ação como mimetizadores da auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente. EÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. PRECAUÇÕES GERAIS - Produto para uso exclusivamente agrícola; - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação;

- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; ‘ Nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele PERIGO Nocivo se inalado Provoca lesões oculares graves PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: ATENÇÃO: PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR WW 2,4-D 868 SL - INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico2,4-D: Ácido ariloxialcanóico
Classe toxicológicaCATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica,
Toxicocinética2,4-D: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do 2,4-D administrado) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D foi encontrado nos tecidos e na carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas
ToxicodinâmicaNão são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para este ingrediente ativo.
Sintomas e sinais clínicosContato direto – irritação dos olhos, nariz e boca, irritação da pele. Inalação – bronquite e pneumonite química. Ingestão – febre. Cardiovascular – taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias e hipotensão. Respiratório – em grande quantidade pode causar bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar. Neurológico – dependendo do composto envolvido, pode-se ter: a) Exposição a baixas doses: vertigem, cefaleia, mal-estar e parestesias. b) Exposição a doses elevadas: contrações musculares, espasmos, astenia intensa, rabdomiólise, polineurite e coma. c) Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas, redução dos reflexos miotendinosos e incontinência urinária. Foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais. Gastrointestinal – náusea, vômito, diarreia e necrose da mucosa gastrointestinal. Hepático – elevação das enzimas lactatodesidrogenase, ASAT e ALAT. Geniturinário – albuminúria e porfiria; falência renal devida à rabdomiólise. Hidroeletrolítico – hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia. Hematológico – trombocitopenia e leucopenia.
DiagnósticoO diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TratamentoTratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e do "status mental", a efetividade da respiração e circulação, manutenção de vias aéreas patentes e adequada oxigenação, remoção da fonte de exposição ao produto com a descontaminação do paciente, administração de antídotos, medidas para aumentar a eliminação do tóxico do organismo, medidas sintomáticas e de manutenção. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Usar vasopressores na hipotensão severa (evitar adrenalina pelo risco de fibrilação). Avaliar estado de consciência do paciente. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. lntubação e ventilação conforme necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação: Exposição oral: Tratamento de suporte vital, monitorização cardíaca e respiratória. Controlar convulsões anteriormente a qualquer método de descontaminação gastrintestinal. A lavagem gástrica deve ser indicada se a dose ingerida for acima de 40 mg/Kg de ingrediente ativo (adulto), seguido de carvão ativado. - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-intubados; pacientes com risco de hemorragia
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Não há contraindicações de medicamentos conhecidos.
Efeitos sinérgicosNão são conhecidos efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800 030 3333

Efeitos agudos para Animais de Laboratório: DL50 oral em ratos: 1050 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: > 3,705 mg/L (4h) Corrosão/irritação cutânea em coelhos: não apresentou edema ou eritema nos animais, com ausência de sintomas até os 10 dias de avaliação. Corrosão/irritação ocular em coelhos: apresentou congestão vascular da conjuntiva, aumento de secreção ocular, edema palpebral e opacidade nos animais. Após 120 horas observou-se regressão parcial dos sintomas os quais permaneceram até o final do experimento, sem previsibilidade de reversão. Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não é mutagênico. Efeitos Crônicos para Animais de Laboratório: Não são conhecidos efeitos crônicos; estudos realizados com animais de laboratório, em níveis de dose e tempo de exposição que excedem em muito os níveis a que seres humanos são expostos, não evidenciaram nenhum efeito adverso a longo prazo. DADOS RELATIVOS À PROTEÇ

ÃO DO MEIO AMBIENTE: 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: ( ) Altamente Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE I) (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’ água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa: WILLOWOOD AGRISCIENCE REPRESENTAÇÃO COMERCIAL LTDA. • Telefone de Emergência da empresa: 0800 110 8270 (Pró-química). • Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo

de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa

contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE ESTADUAL, FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Rio Grande do Sul: a aplicação de agrotóxicos hormonais somente poderá ser realizada por aplicador pessoa física devidamente cadastrado no Cadastro Estadual de Aplicadores de Agrotóxicos ou por pessoas jurídicas com o registro ativo como prestador de serviço na aplicação de agrotóxicos junto à SEAPDR. Paraná: No estado do Paraná o produto encontra-se com restrição de uso para Amaranthus deflexus, Solanum palinacanthum, Solanum americanum, Ipomea grandifolia e Emilia sonchifolia, na cultura da pastagem,de acordo com restrições do produto referência.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do WW 2,4-D 868 SL registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 1696 · documento de 17/07/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do WW 2,4-D 868 SL?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do WW 2,4-D 868 SL e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do WW 2,4-D 868 SL é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 1696, documento de 17/07/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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