WINFOSATE 720 WG Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o n° 09924
COMPOSIÇÃO
Sal de Amônio de N-(phosphonemethyl)glycine (GLIFOSATO) .................................. 792,5 g/Kg (79,25% m/m) Equivalente Ácido do Glifosato .................................................................................... 720,0 g/Kg (72,00% m/m) Outros ingredientes ....................................................................................................... 207,5 g/Kg (20,75% m/m)
GRUPO G HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida não seletivo, de ação sistêmica de pós-emergência GRUPO QUÍMICO: Glicina Substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG) TITULAR DO REGISTRO (*) Wynca do Brasil Ltda. AV Dr Chucri Zaidan, nº 1550, Vila São Francisco, São Paulo/SP, CEP 04.711-130. CNPJ: 41.515.908/0001-15. Registro do Estabelecimento no Estado (CDA/SP) nº 4338. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO PRODUTO TÉCNICO: GLIFOSATO TÉCNICO WYNCA - Registro MAPA n° 38919 ZHENJIANG JIANGNAN CHEMICAL CO., LTD. – Internacional Chemical Industry Park Zhenjiang New Area, 212152 Zhenjiang, Jiangsu, China. FORMULADORES: NORTOX S.A.: Rodovia Melo Peixoto (BR 369), km 197 - Arapongas/PR - CEP: 86700-970 CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Registro no órgão estadual: 000466 - ADAPAR/PR SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737 - China EXCEL CROPCARE LIMITED: 6/2 Ruvapari Road, Bhavnagar, Gujarat, 364005 - Índia ZHENJIANG JIANGNAN CHEMICALS CO., LTD. International Chemical Industry Park, Zhejiang New Area, Jiangsu 212152, China. ZHEJIANG XINAN CHEMICAL INDUSTRIAL GROUP CO., LTD. Xinanjiang, Jiande, Zhejiang,311600, China. MANIPULADORES: Nortox S.A. Rodovia Melo Peixoto (BRS 369), Km 197, CEP 86700-970 – Arapongas/PR CNPJ: 75.263.400/0001-99 – Registro no órgão estadual: 000466 – ADAPAR/PR IMPORTADORES: TRES TENTOS AGROINDUSTRIAL S.A. Avenida Principal, 187 Distrito Industrial, Santa Barbara do Sul-RS CEP: 98.240-000 – CNPJ: 94.813.102/0001-70. Registro: DISA/DDA/SEAPA. nº 248/96.
AGRÍCOLA ONLINE TRADING S.A. Rodovia Anhanguera, Km 296, S/N, Distrito Industrial, Cravinhos/SP Cep: 14.140-000 - CNPJ sob o nº 47.257.997/0001-23 Cadastro no órgão estadual: CFICS/DDSIV/CDA nº 4396. Agrilean INPUTS S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 30,5, 11100, Jd. Maria Cristina, Barueri/SP Cep: 06.421-300 - CNPJ sob o nº 47.983.211/0004-06 Cadastro no órgão estadual: 4378. AGRO AMAZÔNIA PRODUTOS AGROPECUÁRIOS S.A. Av. Tenente Coronel Duarte, 1777, bairro Porto, Cuiabá/MT Cep: 78.015-500 - CNPJ sob o nº 13.563.680/0001-01 Registro INDEA/MT nº 36248. AGROQUIMA PRODUTOS AGROPECUÁRIOS LTDA. Av Castelo Branco, nº 6348, Quadra 47 Lotes 01 A 05 E 12, Bairro Ipiranga, Goiânia/GO Cep: 73.453-383 - CNPJ sob o nº 01.626.951/0001-33 Registro AGRODEFESA/GO nº 0111/2018. AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rodovia BR 364, Km 20, s/nº, Zona Rural Cep: 78.098-970 - Cuiabá/ MT. CNPJ: 77.294.254/0050-72. Registro INDEA/MT nº 20435. AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rodovia BR 163, nº 2461, Expansão Urbana Cep: 78.890-000 - Sorriso/ MT. CNPJ: 77.294.254/0077-92. Registro INDEA/MT nº 22956. CCAB AGRO S.A. Alameda Santos, 2159, Andar 6, bairro Cerqueira Cesar, São Paulo/SP Cep: 01.419-100 - CNPJ sob o nº 08.938.255/0001-01 Registro: CFICS/DDSIV/CDA nº 820. CCAB AGRO S.A. Rod. Presidente Castelo Branco, 11100, Km 305 P-36, Jd. Maria Cristina, Barueri/SP Cep: 06.421-400 - CNPJ sob o nº 08.938.255/0011-83 Registro: CFICS/DDSIV/CDA nº 4210. CCAB AGRO S.A. Rod PR 090 - LOTE 44 - C-2, Modulo A, Pq. Industrial Nenê Favoretto, Ibiporã/PR Cep: 86.200-000 - CNPJ sob o nº 08.938.255/0007-05 Registro: ADAPAR nº 003588. CCAB AGRO S.A. Anel Viário s/n Quadra Area; LOTE 005B; Galpão 02 Modulo, Jd. Paraiso Acréscimo Aparecida de Goiânia/GO Cep: 74.984-321 - CNPJ sob o nº 08.938.255/0010-00 AGRODEFESA/GO nº 4050/2022. CCAB AGRO S.A. Rod. BR 163, km 116, Armz 2 Sala 01, Pq. Industrial Vetorasso, Rondonópolis/MT Cep: 78.746-055 - CNPJ sob o nº 08.938.255/0009-69 INDEA/MT nº 23776. CCAB AGRO S.A. A Rodovia BR 163, 2461, km 744 Modulo N, Sorriso/MT Cep: 78.898-899 - CNPJ sob o nº 08.938.255/0003-73 INDEA/MT nº 35272.
CCAB AGRO S.A. Rod. BR 020, km 207, LT 04, Amz 02, Zona Rural N° S/N, Luís Eduardo Magalhães/BA Cep:47.850-000CNPJ sob o nº 08.938.255/0008-88 ADAB/BA nº 65709. CCAB AGRO S.A. Rov. TO 222km 114, n° 264 - Loteamento Jd. Boa Sorte, Araguaína/TO Cep:47.850-000 - CNPJ sob o nº 08.938.255/0012-64 ADAPEC/TO nº 01/0240. DKBR TRADING S.A. Avenida Ayrton Senna da Silva, nº 600, Cond. Torre Siena Andar 17 - Sala 1704, Bairro Gleba Fazenda Palhano, Londrina/PR Cep: 86.050-460 - CNPJ sob o nº 33.744.380/0001-28 Registro: ADAPAR/PR nº 1007743. DKBR TRADING S.A. Avenida Miguel Sutil, nº 6559, Bairro Alvorada, Cuiabá/MT. Cep: 78.048-000 - CNPJ sob o nº 33.744.380/0002-09 Registro: INDEA/MT nº 22058. DKBR TRADING S.A. Rodovia SPA 008/457, s/nº, Sala 01 km, Zona Rural, Iepê/SP Cep: 19.640-000 - CNPJ sob o nº 33.744.380/0003-90 Registro: CFICS/DDSIV/CDA/SP nº 4303. FIAGRIL LTDA. Avenida da Produção, Quadra 14, Lote 11A, Sala 01, 2204-W, Parque das Emas CEP: 78.466-551 - Lucas do Rio Verde/ MT CNPJ: 02.734.023/0013-99 - Registro INDEA/MT nº 28047. GOPLAN S/A. Rua Antonio Lapa, nº 606, Cambuí, Campinas/SP. Cep: 13.025-241 - CNPJ sob o nº 37.422.096/0001-96 Registro: CFICS/DDSIV/CDA/SP nº 4296. LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. Av. Maria Elias Lisboa Santos, S/Nº, quadra 07, lote 06, sala 05, Parque Industrial Aparecida VicePresidente José de Alencar, Aparecida de Goiânia/GO CEP 74.993-530 - CNPJ sob o n° 47.067.525/0216-10. Registro: AGRODEFESA/GO nº 3380/2021. LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. Rua Z, 150, Projetada Chácara São José, Sala A, Distrito Industrial, Cuiabá/MT CEP 78.098 530 - CNPJ sob o n° 47.067.525/0214-58. Registro: INDEA/MT nº 28467. LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. Av. José Jorge Estevam, 100, Barra Funda, Paraguaçu Paulista /SP CEP 19.707-090 - CNPJ sob o n° 47.067.525/0081-92. Registro: CFICS/DDSIV/CDA/SP nº 4315. LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. Rua Paulo Canhola, n° 839, Correia Velho, Paranaguá/PR CEP 83.206-392 - CNPJ sob o n° 47.067.525/0221-87. Registro: ADAPAR/PR nº 1008432. LONGPING HIGH TECH BIOTECNOLOGIA LTDA. Rod. MG 188, Km 158, s/nº, Distrito Industrial - Paracatu/ MG. CEP 38.600-972 - CNPJ 08.864.422/0010-08. Registro IMA nº 16.657.
NOVACHEM IMPORTAÇÃO E COMÉRCIO LTDA. Rod BR-369, km 37.5 SALA 04, Area Industrial, Andirá/PR CEP: 86.380-000 - CNPJ: 48.054.057/0001-08 Registro ADAPAR/PR nº 1008435. NOVACHEM IMPORTACAO E COMERCIO LTDA. Rua Emília Garcia de Souza, 270, Sala 01, Ribeirania, Ribeirao Preto/SP CEP 14.096-120 - CNPJ sob o n° 48.054.057/0002-80. Registro: CFICS/DDSIV/CDA/SP nº 4472. R AGRO NEGÓCIOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua Dr. Pedro de Toledo, 411, Bairro Várzea, Caconde/SP CEP: 13.770-000 - CNPJ sob o nº 48.938.877/0001-54 Registro CFICS/GDSV/CDA nº 4405. ZHONGSHAN QUIMICA DO BRASIL LTDA. Rua João Dias de Souza Nº48, sala 51, andar 5, Edif. Evolution Corporate, Bairro Parque Campolim, CEP 18.048-090, Sorocaba/SP - CNPJ: 28.514.525/0001-64. Número de registro do estabelecimento/Estado: 4285 – CDA/SP. PANTANAL AGRÍCOLA S.A. Rua Marechal Floriano, 1120, Vila São Gabriel, São Gabriel Do Oeste/MS CEP: 79.490-000 CNPJ: 04.480.269/0001-73. Registro no IAGRO/MS nº 2246/2025-S. PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Avenida Constante Pavan, 4633, Quadra S/D, Lote A1A, Betel, Paulínia/SP CEP: 13.148-198 CNPJ: 33.824.613/0002-83. Registro no CFICS / DDSIV / CDA nº 4401. PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Avenida Doutor Cardoso de Melo, 1470, Conj 1005 e 1006, Vila Olímpia, São Paulo/SP CEP: 04.548-005 CNPJ: 33.824.613/0001-00 Registro no CFICS / DDSIV / CDA nº 4206. PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rodovia PR 090, 5695, Km 5, Armz 1-I, Sala 1-I, Parque Industrial Nene Favoretto, Ibiporã/PR CEP: 86.200-000 CNPJ: 33.824.613/0003-64. Registro no ADAPAR/PR nº 1008263. PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rua Projetada, 150, Armz 1W, Distrito Industrial, Area Rural de Cuiabá, Cuiabá/MT CEP: 78.099-899 CNPJ: 33.824.613/0004-45. Registro no INDEA/MT nº 33970. AGROALLIANZ S.A. Rua Avelino Silveira Franco, 149, Sala 432, Cond comercial Loffice, Ville Sainte Helene, Campinas/SP CEP: 13.105-822 CNPJ: 27.150.699/0001-22 Registro no CFICS/DDSIV/CDA/SP nº 1280.
| Nº do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: azul PMS Blue 293 C INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: WINFOSATE 720 WG é um herbicida pós-emergente, sistêmico, de ação total, não seletivo na forma de granulado dispersível utilizado no controle de plantas daninhas, mono e dicotiledôneas. Seu uso é recomendado nas seguintes situações: Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes, nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, citros, maçã, nectarina, pêra, pêssego e uva. Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) sistema de plantio direto para as culturas de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo. Aplicação em área de pousio antecedendo o plantio de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo. Aplicação para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar. Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato em áreas de plantio direto ou convencional. CULTURAS: Algodão, Ameixa, Arroz, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Maçã, Milho, Nectarina, Pastagens, Pêra, Pêssego, Soja, Trigo e Uva.
MECANISMO DE AÇÃO EM RELAÇÃO AOS ALVOS BIOLÓGICOS
O produto é absorvido pelas folhas das plantas. Atua sobre a atividade enzimática, inibindo a fotossíntese, a síntese dos ácidos nucléicos e estimulando a produção de etileno. Os sintomas característicos são o amarelecimento e a consequente morte das folhas e talos.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS, DOSES, VOLME DE CALDA, NÚMERO DE APLICAÇÕES
| CULTURAS: Algodão, Ameixa, Arroz, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Maçã, Milho, Nectarina, Pastagens, Pera, Pêssego, Soja (pré-emergência da cultura), Trigo e Uva NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1 | ||||
|---|---|---|---|---|
| FOLHA ESTREITA | DOSE (Produto comercial) | VOLUME DE CALDA Terrestre (L/ha) | ||
| Nome Comum | Nome Científico | Kg/ha | g/100 L d´água ** | |
| Aveia-voluntária | Avena strigosa | 1,00 | 500 | 50 a 250 L/ha |
| Braquiarão | Brachiaria brizantha | 1,50 – 2,50 | 750 - 1250 | |
| Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,50 | 1.250 | |
| Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,50 | 250 | |
| Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,00 | 500 | |
| Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,50 – 3,50 | 1.250 – 1.750 | |
| Junquinho | Cyperus ferax | 2,00 – 2,50 | 1.000 - 1.250 | |
| Tiririca | Cyperus rotundus | 2,00 – 2,50 | 1.000 – 1.250 | |
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,75 – 1,00 | 375 - 500 | |
| Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,50 | 750 | |
| Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1,00 – 1,50 | 500 - 750 | |
| Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,00 | 500 | |
| Azevém-anual | Lolium multiflorum | 2,50 | 1.250 | |
| Capim-colonião | Panicum maximum | 2,25 | 1.125 | |
| Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,50 | 750 | |
| Grama-batatais | Paspalum notatum | 2,50 | 1.250 | |
| Capim-da-guiné | Paspalum paniculatum | 1,00 | 500 | |
| Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum * | 2,5 – 3,0 | 1.250 – 1.500 | |
| Sorgo | Sorghum bicolor * | 0,5 – 1,0 | 250 - 500 |
| FOLHA LARGA | DOSE (Produto comercial) | VOLUME DE CALDA Terrestre (L/ha) | ||
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | Kg/ha | g/100 L d´água ** | |
| Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,00 | 500 | 50 a 250 L/ha |
| Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1,00 | 500 | |
| Mentrasto | Ageratum conyzoides | 1,00 | 500 | |
| Apaga-fogo | Althernanthera tenella | 1,00 | 500 | |
| Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1,00 | 500 | |
| Caruru-de-mancha ou Caruru | Amaranthus viridis | 1,00 | 500 | |
| Picão-preto | Bidens pilosa | 0,75 | 375 | |
| Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 1,00 | 500 | |
| Erva-de-santa-maria | Chenopodium ambrosioides * | 1,00 | 500 | |
| Trapoeraba | Commelina benghalensis * | 3,0 - 3,5(1) | 1.500 – 1.750 | |
| Buva | Conyza bonariensis | 0,50 – 1,50 | 250 - 750 | |
| Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1,00 | 500 | |
| Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 0,50 | 250 | |
| Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia * | 1,5 – 2,0 | 750 – 1.000 | |
| Corda-de-viola | Ipomoea indivisa * | 2,00 | 1.000 | |
| Corda-de-viola | Ipomoea nil * | 2,00 | 1.000 | |
| Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 1,00 | 500 | |
| Beldroega | Portulaca oleracea | 1,00 | 500 | |
| Nabo ou Nabiça | Raphanus raphanistrum | 1,00 | 500 | |
| Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus * | 1,50 | 750 | |
| Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,50 | 1.250 | |
| Maria-mole | Senecio brasiliensis * | 1,00 | 500 | |
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,00 – 1,50 | 500 - 750 | |
| Serralha | Sonchus oleraceus | 1,00 | 500 | |
| Erva-quente | Spermacoce latifolia * | 2,00 – 3,00 | 1.000 – 1.500 |
| Erva-de-touro | Tridax procumbens * | 2,00 | 1.000 | |
|---|---|---|---|---|
| Ervilhaca | Vicia sativa * | 2,00 – 3,00 | 1.000 – 1.500 | |
| NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: O WINFOSATE 720 WG, aplicado no período adequado, e conforme a recomendação, controlará as plantas infestantes com uma única aplicação. No caso da trapoeraba seguir as recomendações. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. Aplicar WINFOSATE 720 WG quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de Desenvolvimento vegetativo, sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). A aplicação para a eliminação da soqueira da cana-de-açúcar recomenda - se a aplicação de 2,5 a 3,0 kg p.c/ha. Esta aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6m e 1,0 m medidas a partir do chão, ou quando a última lígula estiver a 40 cm do solo. è fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. A melhor época para controle das plantas infestantes em pós- emergência é aos 25 dias após a emergência da cultura, quanto as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. |
* Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. ** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em kg/hectare. (1) Recomenda-se que, no caso da Trapoeraba, a dose seja dividida em duas aplicações sequenciais de 2,0 kg p.c./ha, seguido de 1,0 kg p.c./ha ou 2,0 kg p.c./ha, seguido de 1,5 kg p.c./ha, com intervalo de 28 a 30 dias. Observação Geral: As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.
| CULTURA: Soja geneticamente modificada tolerante ao Glifosato NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1 | ||||
|---|---|---|---|---|
| FOLHA ESTREITA | DOSE (Produto comercial) | VOLUME DE CALDA Terrestre (L/ha) | ||
| Nome Comum | Nome Científico | Kg/ha * | g/100 L d´água ** | |
| Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,50 - 0,75 | 250 - 375 | 50 a 250 L/ha |
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,50 - 0,75 | 250 - 375 | |
| NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: Aplicação única aos 25 DAE ***, estádio da soja: V3 (3º trifólio completamente expandido). Obs: O estádio de desenvolvimento pode variar de acordo com a época de plantio, condições climáticas e ciclo da variedade em questão. Estádio de crescimento da planta infestante: até 2 perfilhos ou 10 cm. |
* Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para as plantas em pósemergência precoce e as maiores doses para o maior estádio de crescimento indicado na tabela. ** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 120 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em kg/hectare. *** DAE = Dias após a emergência da cultura. Observação Geral: As dosagens indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Cada quilo (kg) do WINFOSATE 720 WG corresponde a 792,5 g/kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/kg do equivalente ácido de glifosato.
MODO DE APLICAÇÃO
Diluir a dose de WINFOSATE 720 WG indicada para cada situação em água e pulverizar sobre as espécies a serem controladas. A aplicação poderá ser feita utilizando-se equipamentos aéreos ou terrestres. Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. Recomendação Geral: Aplicar WINFOSATE 720 WG em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes
verdes das plantas úteis (folha, ramos ou caule jovem). No caso de soja geneticamente modificada tolerante ao Glifosato seguir as recomendações de aplicação indicadas. A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento. Equipamentos Terrestres: A aplicação pode ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas, com pressão entre 20 a 40 Lb/pol2, utilizando-se um volume de água entre 50 a 250 L/ha. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar. Para aplicação com pulverizadores costais manuais, verificar as doses por 100 L de água e utilizar vazão aproximada de 200 L/ha. No caso de soja geneticamente modificada tolerante ao Glifosato deve ser utilizado um volume de calda de 120 L/ha. Equipamentos Aéreos: Barras com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema de qualquer modelo. Volume de calda de 20 a 40 L/ha, altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição com 15 m de largura e tamanho de gotas entre 200 a 600 micras. Densidade mínima de gotas de 20 a 40 gotas/cm2. Bicos de pulverização - bicos de jato cônico ou leque que permitam uma vazão ao redor de 20 a 40 L/ha de calda (D1045, D7-46, 80-10, 80-15) e produzam gotas com DMV para as condições de aplicação e regulagem entre 200 a 600 micras, com uma deposição mínima de 20 gotas/cm2 sem escoamento na folha. Em aviões tipo Ipanema, usa-se de 37 a 42 bicos na asa, sendo que normalmente para se evitar problemas de vórtices de ponta de asa, fecha-se ao redor de 3 bicos em cada raiz de asa e 2 bicos na barriga no pé direito e 1 no pé esquerdo. Dependendo da altura de voo, da aeronave, do tipo de asa e posição de barra esta configuração pode-se alterar. A angulação destes bicos na barra aplicadora vai ser determinante na configuração final do DMV da gota formada. Condições climáticas: Temperatura máxima: 28ºC; Umidade relativa mínima: 55%; Velocidade do vento máx.: 10 km/h (3m/s). Limpeza do equipamento de pulverização: Utilizar apenas equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar a lavagem completa do equipamento. INTERVALOS DE SEGURANÇA:
| Culturas | Intervalo de segurança (Dias) |
|---|---|
| Algodão | (1) |
| Algodão OGM | 130 |
| Arroz | (1) |
| Banana | 30 |
| Cacau | 30 |
| Café | 15 |
| Cana-de-açúcar | 30 |
| Citros | 30 |
| Maçã | 15 |
| Milho | (1) |
| Milho OGM | 90 |
| Nectarina | 30 |
| Pastagens | (1) |
| Pêra | 15 |
| Pêssego | 30 |
| Soja | (1) |
| Soja OGM | 56 |
| Trigo | (1) |
| Uva | 17 |
(1) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. • Evitar contato do produto com as culturas, pois trata-se de herbicida não seletivo. No caso de uso do produto nas entrelinhas, a aplicação deve ser feita dirigida às plantas daninhas, com equipamentos que evitem o contato com as folhas da cultura. • Evitar aplicação sobre plantas daninhas sob "stress" provocado por seca e geada. • Aplicar sobre plantas sem orvalho e com umidade relativa do ar acima de 50%, devendo evitar as horas mais quentes do dia. • Durante a aplicação em jato dirigido, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. • WINFOSATE 720 WG não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja. • O herbicida WINFOSATE 720 WG é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de soja geneticamente modificada, tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula. • O herbicida WINFOSATE 720 WG não deve ser utilizado em pós-emergência de variedades de soja que não sejam geneticamente modificadas, tolerantes ao glifosato ou sobre outras espécies úteis sensíveis. • Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas vizinhas, inclusive soja que não seja resistente ao herbicida WINFOSATE 720 WG. • Armazenar e manusear apenas recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. • Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. • Sob chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. • Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão). • Não aplicar WINFOSATE 720 WG com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). • Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após a aplicação de WINFOSATE 720 WG. • O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃODAS EMBALAGENS VAZIAS Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes. GRUPO G HERBICIDA
O herbicida WINFOSATE 720 WG apresenta mecanismos de ação inibidores da EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações recomendadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2) cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Seguir as recomendações do fabricante do equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2) cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita) • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2) cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇOES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite ao máximo possível contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto ates do térmico do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita) • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Lave as roupas e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2) cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2). • A manutenção e limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Pode ser nocivo se inalado ATENÇÃO
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve retirá-la. • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR WINFOSATE 720 WG
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupos químicos | Glicina Substituída |
|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica |
| Toxicocinética | Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14 – 29% é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico. |
| Toxicodinâmica | Primariamente inflamatório, causando irritação de pele, mucosas e olhos. |
| Sintomas e sinais clínicos | As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às formulações de glifosato. Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgia, vômitos, cólicas, diarréia e ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações na pressão sanguínea, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiogênico; insuficiência renal por necrose tubular aguda, cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma; acidose metabólica. Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido e vesículas), eczema e fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária. Exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral. Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da frequência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar. É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na formulação, potencializando os efeitos adversos do glifosato. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico. |
| Tratamento | NÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação, deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico. Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação |
| cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho. Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder a lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e de 1 g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração (intubação). Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O2 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de oxigênio (pO2) não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com pressão positiva no final da expiração (PEEP). Monitorar alterações na pressão sangüínea e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluídos nos casos em que ocorrer hipotensão. Se necessário, associar vasopressores. Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários com hemodiálise. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina), ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol). Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Alertar o paciente para retornar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático. | |
|---|---|
| Contraindicações | O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superfície de contato. A utilização de morfina é contra-indicada porque pode comprometer a pressão arterial e causar depressão cardiorespiratória. |
| Efeitos sinérgicos | Não são conhecidos efeitos sinérgicos em humanos. |
| ATENÇÃO | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS |
| Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) | |
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 222 9300 (Toxiclin). |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Após a administração via oral de glifosato radiomarcado em dose única em ratos, 30 a 36% da dose foi absorvida e menos que 0,27% foi eliminada como CO2. Em estudo de metabolismo em ratos, com administração via oral de glifosato radiomarcado em dose única e em doses repetidas, 97,5% da dose administrada foi excretada, de forma inalterada, através da urina e das fezes. Em outro estudo em ratos, 99% do glifosato radiomarcado foi eliminado inalterado pela urina e principalmente nas fezes após 120 horas de administração. A via de eliminação biliar não é significativa. Glifosato apresenta um grau muito baixo de biotransformação. O ácido aminometil fosfônico (AMPA) foi o único metabólito encontrado na urina com 0,2 a 0,3% e nas fezes com 0,2 a 0,4% da dose de glifosato radiomarcado administrada. Menos de 1% da dose absorvida foi encontrada nos tecidos e órgãos, principalmente nos tecidos ósseos. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos Agudos:
• DL50 oral em ratos (fêmeas e machos) > 2000 mg/kg • DL50 dérmica em ratos (machos e fêmeas) > 2000 mg/kg • Irritação Dérmica: Não irritante. • Irritação Ocular: A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu hiperemia e edema em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 48 horas após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. • Sensibilização cutânea: Não sensibilizante. Efeitos crônicos: Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. Estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dosagem testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenicidade com ratos e camundongos não evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal dos rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerado como efeito relacionado ao tratamento.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). (X) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa WYNCA DO BRASIL LTDA. – Telefone da emperesa: 0800 110 8270 (PRÓ-QUÍMICA). Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga a instrução abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. ARMAZENAGEM DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término
do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em , consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Paraná: Informamos que o produto se encontra cadastrado no Estado, de acordo com o EPA/Mapa n° 1352/21. Ficando com restrição para os alvos Ageratum conyzoides, Chenopodium ambrosioides e Commelina benghalensis em algodão, ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, milho, nectarina, pastagens, pêra, pêssego, soja, trigo e uva, de acordo com restrições da referência. Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de 2019, salvo se realizada por meio de Aeronaves Remotamente Pilotadas – ARPs, Veículo Aéreo Não Tripulado – VANT ou Drones, conforme lei nº19.135, de 19 de dezembro de 2024.