Bula oficial · registro MAPA nº 24125

Bula do Wilpronil

Bula completa do Wilpronil (registro MAPA nº 24125), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: fipronil.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 12 páginas no PDF.

Bula WILPRONIL Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária /MAPA sob n°24125

COMPOSIÇÃO

(RS)-5-amino-1-(2,6-dichloro-α,α,α-trifluoro-p-tolyl)-4-trifluoromethylsulfinylpyrazole-3-carbonitrile (FIPRONIL) ...............................................................................................................800 g/kg (80% m/m) Ingredientes Inertes ..................................................................................................200 g/kg (20% m/m)

GRUPO 2B INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Cupinicida e Inseticida de contato e ingestão GRUPO QUÍMICO: Pirazol TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG) TITULAR DO REGISTRO (*): WILLOWOOD AGRISCIENCE REPRESENTACAO COMERCIAL LTDA. Av. Doutor José Bonifácio Coutinho Nogueira, 214, Sala 516 Quadra 30014 Lote 20-A-5 Cep:13.091-611 – Jardim Madalena, Campinas-SP. CNPJ: 40.503.635/0001-26 Nº do registro estabelecimento: CFICS/GDSV/CDA/SP nº 4325 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Zhejiang Funong Biotech Co., Ltd. Lantian, Yongqiang, Wenzhou, 325024, China. FORMULADOR: CHD´S Agrochemicals La Supercarretera KM 32,5 - Campo Tacurú – Hernandarias – Paraguai Lanlix Cropscience Co., Ltd. No. 79, Hsiang Yang Road, Chang Chih Hsiang, Ping Tung Hsien, Taiwan, 90801 Proquimur S.A. Rota 5 Km 35,300 – Juanicó – Canelones - Uruguai Shreeji Pesticides Pvt. Ltd. 69/P, Village Manjusar, Taluka-Savli, Dist-Vadodara, Gujarat-39 - Índia Sino-Agri Leading (Tianjin) Agrochemical Company Limited East of Jinji Rail, South of Nonchang, Wuging District, Tianjin, China, 301700. Tecnomyl SRL Parque Industrial Avay – Villeta – Paraguai MANIPULADORES: Agricultores Federados Argentinos S.C.L. Parque Industrial Comirsa, Mitre 1132, Rosario, Argentina.

N° do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento:

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE – II - PRODUTO

MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÕES:

CULTURASPRAGAS CONTROLADASDOSAGEM
g.p.c./hag.i.a./ha
BATATALarva-alfinete (*) Diabrotica speciosa150 (sulco de plantio) + 200 (amontoa)120 + 160
CANA-DE-AÇUCARPlantio Novo
Migdolus (*) Migdolus fryanus500 (sulco de plantio) ou 400 (arado) + 250 (sulco de plantio)400 ou (320 + 200)
Broca-da-cana (*) Diatraea saccharalis500400
Cupins (*) Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer200 - 250160 - 200
Soqueira
Cupins (**) Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer250200
Controle de formigas - plantio novo ou soqueira
Saúva parda (***) Atta capiguara1 - 2 g p.c/L de calda(50 mL de calda por olheiro)0,8 - 1,6 g i.a/L de calda
MILHOLarva-alfinete (*) Diabrotica speciosa10080
Pão-de-galinha Diloboderus abderus

Larva-alfinete (*) Diabrotica speciosa Pão-de-galinha Diloboderus abderus g.p.c./ha = gramas de produto comercial/hectare g.i.a./ha = gramas de ingrediente ativo/hectare (*) Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura. (**) Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas. (***) Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

BATATA: Sulco de plantio: Para o controle da Larva-alfinete realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura, antes da cobertura dos tubérculos semente, na dose de 150 g.p.c./ha (120 g.i.a./ha) com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare. Fazer uma complementação na dose de 200 g.p.c./ha (160 g.i.a./ha) no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação, formando assim uma barreira química impedindo o acesso da praga até os tubérculos. CANA-DE-AÇÚCAR/PLANTIOS NOVOS: Sulco de plantio: Cupins e Broca-da-Cana: Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre as “mudas”, no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) imediatamente antes da cobertura. Utilizar as doses mais baixas 200 g.p.c./ha (160 g.i.a./ha) para controle de cupins em área onde se tenha histórico de infestações baixas da praga. A dose maior, 250 g.p.c./ha (200 g.i.a./ha) deverá ser utilizada em casos onde se tenha níveis de infestações médios a altos.

Migdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g.p.c./ha (400 g.i.a/ha) em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra. Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g.p.c./ha (320 g.i.a./ha) pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g.p.c./ha (200 g.i.a./ha), aplicado no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra. CANA-DE-AÇÚCAR/SOQUEIRA: Cupins: Realizar as aplicações com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. CANA-DE-AÇÚCAR / PLANTIO NOVO OU SOQUEIRA: Saúva parda: Deve ser feita uma vez de forma dirigida, aplicando-se 50 mL de calda/olheiro e proximidades da trilha de caminhamento. MILHO: Sulco de plantio: Larva Alfinete: No controle da larva-alfinete, proceder à aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 250 a 300 litros de calda por hectare, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. Pão-de-galinha: Para o controle do Pão-de-galinha o produto poderá ser aplicado no sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto, devendo o mesmo ser coberto imediatamente com terra.

MODO DE APLICAÇÃO

Para o sulco de plantio o produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados adaptados com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100 a 300 litros de calda por hectare, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada, devendo o mesmo a ser coberto imediatamente com terra. Para saúva-parda deve ser realizado pulverização da calda do Regent 800 WG de forma dirigida, com um consumo de 50 mL de calda/olheiro, usando um pulverizador costal, procurando-se atingir o centro do “olheiro” e mais parte do caminho por onde caminham as formigas (0,5 metro), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde as mesmas estão circulando. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Devido à modalidade de uso as condições climáticas não são fatores limitantes para aplicação do produto, exceto casos extremos como chuvas, vento muito forte, altas temperaturas e outros fatores que possam impedir a aplicação do produto.

INTERVALO DE SEGURANÇA

BATATAnão determinado por se tratar de tratamento de solo
CANA-DE-AÇUCARnão determinado por se tratar de tratamento de solo
MILHOnão determinado por se tratar de tratamento de solo

BATATA não determinado por se tratar de tratamento de solo CANA-DE-AÇUCAR não determinado por se tratar de tratamento de solo MILHO não determinado por se tratar de tratamento de solo

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Mantenha afastado da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado, óculos protetores.

LIMITAÇÕES DE USO

Não há, desde que sigam as recomendações de uso do produto.

INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA: A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido a resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: - Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado; - Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento, etc., sempre que disponível e apropriado; - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o lRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais;

- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira. - Utilize equipamentos de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas. - Utilize equipamentos de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. - Troque e lave as suas roupas de proteção, separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. - Faça manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

ATENÇÃO NOCIVO SE INGERIDO

PRIMEIROS SOCORROS

Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. PELE: Em caso de contato com a pele remova imediatamente a roupa contaminada e lave as partes atingidas imediatamente com água em abundância por 10 minutos. OLHOS: Em caso de contato com os olhos lave-os com água corrente em abundância por pelo menos 10 minutos, e chame imediatamente o médico. INGESTÃO: Se ingerido, administre repetidamente carvão medicinal com grande quantidade de água. Procure auxílio médico. INALAÇÃO: Procure local arejado, e caso necessite chame o médico. Nota: nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. INTOXICAÇÕES POR WILPRONIL

Grupo QuímicoFipronil, Pirazol
Vias de ExposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaEm animais de laboratório, não houve diferença significativa entre os ratos machos e fêmeas quanto à absorção, distribuição, metabolismo ou excreção do Fipronil, após a administração oral. Uma vez absorvido, o Fipronil foi rapidamente metabolizado e os resíduos foram amplamente distribuídos nos tecidos. Quantidades significativas permaneceram particularmente em tecidos adiposos, uma semana após o tratamento. A meia vida do Fipronil no sangue (150-245h) pode refletir a liberação lenta dos resíduos a partir do tecido adiposo, com potencial de bioacumulação dos produtos metabólicos do Fipronil. Em ratos, as principais vias de excreção foram as fezes (45-75%), seguida pela urina (5-25%).
Mecanismos de ToxicidadeÉ um bloqueador seletivo reversível do canal de cloro ligado a ácido gama aminubutírico (GABA), um dos neurotransmissores responsáveis pelos efeitos inibitórios no sistema nervoso central (SNC) em mamíferos. Diferenças na sensibilidade do receptor GABA fazem o produto mais tóxico para insetos do que para mamíferos.
Sintomas e sinais clínicosExistem poucos relatos de intoxicações em humanos. Toxicidade aguda: em estudos com animais, o SNC foi o órgão alvo da toxicidade (convulsões). Após ingestão acidental de Fipronil, uma mulher teve leve alteração da consciência. O produto técnico foi altamente tóxico aos mamíferos, pela via gastrointestinal. Pode ocorrer irritação ocular e dérmica. Os estudos sugerem pouco potencial de toxicidade pela via respiratória. Não é sensibilizante dérmico. Toxicidade crônica: na exposição crônica em ratos foram observadas convulsões (algumas vezes resultando em morte), decréscimo do peso corpóreo, alterações hematológicas, incremento no peso do fígado e da tireoide e alterações nos parâmetros bioquímicos (exemplo: colesterol, cálcio, proteínas, hormônios da tireoide). Fipronil é classificado pela EPA como possível carcinogênico em humanos (grupo C). É suspeito de possuir efeitos endócrinos e reprodutivos.
Outros ComponentesO dispersante usado na formulação não é absorvido pelas vias de exposição, mas pode causar irritação de pele, olhos e mucosas. Altas quantidades ingeridas podem provocar corrosão do trato gastrointestinal (úlceras no estômago e cólon).
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. • Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
TratamentoAntídoto: Não há antídoto específico. Tratamento: As medidas gerais devem ser orientadas à remoção da fonte de exposição ao produto, descontaminação do paciente e proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico. Tratamento sintomático de suporte. Exposição oral: Em caso de ingestão de grandes quantidades proceder: • Lavagem gástrica: Na maioria dos casos não é necessária. Depende da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância.
1. Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade de produto, potencialmente perigosa à vida (até 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal • Carvão ativo: Liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora). 1. Dose: suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/ 30g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes; 25 a 50 g em crianças de 1 a 12 anos e 1 g/kg em crianças menores de 1 ano; • Convulsões: Indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos = 5 - 10 mg; crianças = 0,2 - 0,5 mg/kg; repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos = 2-4 mg; crianças = 0,05 - 0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na recorrência das convulsões em menores de 5 anos. • Endoscopia: considere em caso de irritação gastrointestinal ou esofágica grave, para avaliar a extensão do dano. • Emergência, Suporte e tratamento sintomático: Manter as vias aéreas permeáveis, se necessário através de intubação oro-traqueal; aspirar secreções e administrar oxigênio. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória, parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida, se necessário. PEEP pode ser requerido. Manter a temperatura corporal. Tratar pneumonite e coma. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, uréia, creatinina, ECG, radiograma de tórax, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
ContraindicaçõesÉ contra-indicado provocar vômito em razão do risco potencial de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos SinérgicosNão relatados.
AtençãoLigue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 030 3333

Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) Telefone de Emergência da empresa: 0800 030 3333

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Vide item Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

• Efeitos agudos: Toxicidade oral aguda (DL50 oral) em ratos: 500 mg/kg p.c. Toxicidade dérmica aguda (DL50 dérmica) em ratos: > 2000 mg/kg p.c. Toxicidade inalatória aguda (CL50 inalatória): > 0,3 mg/L de ar em 4h. Corrosão/ Irritação cutânea em coelhos: em contato com a pele de coelhos o produto não apresentou sinais clínicos de irritação dermal. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi observada durante o período de observação. Corrosão/ Irritação ocular em coelhos: todos animais de experimentação apresentaram irite, hiperemia na conjuntiva e quemose. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 72 horas após o tratamento para todos os animais testados. Nenhuma alteração relacionada ao tratamento foi observada na córnea. Não houve retenção do corante de fluoresceína sódica na superfície da córnea e nem secreção na superfície da conjuntiva nos olhos tratados dos animais. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi notada durante o período de observação. Sensibilização dérmica: o produto não apresentou potencial de sensibilização dérmica em cobaias. Mutagenicidade: Produto não mutagênico • Efeitos crônicos: Em ratos, os efeitos crônicos observados nas doses mais altas foram alterações no fígado, tireoide e rins. Episódios convulsivos foram observados com o aumento da dose, exceto na dose baixa. Fipronil foi carcinogênico em ratos machos e fêmeas, produzindo tumores benignos e malignos na tireoide na dose mais alta do estudo. Não foi carcinogênico em camundongos. Não foram observados efeitos genotóxicos ou mutagênicos. Estudos em ratos mostraram efeitos reprodutivos do Fipronil (diminuição da ninhada, do peso corporal, do acasalamento, da sobrevida pósimplantação e da sobrevida pós-natal dos filhotes, e retardo no desenvolvimento físico), mas não foram observados efeitos teratogênicos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:  Este produto é:  - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).  - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).  - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).  - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).  Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.  Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.  Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos.  Não aplique o produto no período de maior visitação.  Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.  Não utilize equipamento com vazamento.  Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou horas mais quentes.  Aplique somente as doses recomendadas.  Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.  A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.  Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. 1.1 INSTRUÇÕES DE MITIGAÇÃO PARA: -Polinizadores - Este produto é tóxico para abelhas A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades. - Está proibida a aplicação de produtos agrotóxicos à base de fipronil em culturas de inverno utilizadas no sistema de plantio direto instaladas a menos de 300 (trezentos) metros da divisa com áreas de cultivo do algodoeiro em fase de florescimento.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:  Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.  O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, medicamentos, rações ou outros materiais.  A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.  O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.  Coloque a placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.  Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.  Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.  Em caso de armazéns, deverem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.  Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:  Isole e sinalize a área contaminada.  Contate as autoridades locais competentes e a Empresa WILLOWOOD AGRISCIENCE REPRESENTACAO COMERCIAL LTDA.

 Telefone de emergência: 0800 110 8270 (Pró Química)..  Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro).  Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:  Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendoa na posição vertical durante 30 segundos;  Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;  Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;  Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;  Faça esta operação três vezes;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:  Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;  Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;  Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;  A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:  Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;  Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;  Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

 Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.  O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

 No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.  Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.  O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE  As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

 O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.  Use luvas no manuseio dessa embalagem.  Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABN T), devidamente identificado e com lacre, o que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

 No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.  Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.  O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE  As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deve ser adquirido nos Canais de distribuição.. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

 O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são

guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

 É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE  As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

 A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.  É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.  EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.  A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:  Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.  A desativação do produto é feita pela de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:  O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:  De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Wilpronil registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 24125 · documento de 19/11/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Wilpronil?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Wilpronil e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Wilpronil é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 24125, documento de 19/11/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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