WEEDFORCE® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob no 01123
COMPOSIÇÃO
1,1’-ethylene-2,2’-bipyridyldiylium dibromide (Dibrometo de diquate) ..........................................................374 g/L (37,4 % m/v) 9,10-dihydro-8a,10a-diazoniaphenanthrene (DIQUATE) ............... 200 g/L (20,0 % m/v) Outros Ingredientes .............................................................. 802 g/L (80,2 % m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida não-seletivo de ação não sistêmica GRUPO QUÍMICO: Bipiridílio TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): NGC Agrosciences Brasil Ltda. Av. Universitária, 3162. Botucatu/SP CEP: 18610-034. CNPJ 50.157.389/0001-51 – Cadastro na SAA/CDA/ SP sob no 4383. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: DIQUAT TÉCNICO NGC – Registro MAPA nº TC09020 Nanjing Huazhou Pharmaceutical Co., Ltd. No. 9 Dongfeng Road, Yaxi Town, Gaochun County, Nanjing, Jiangsu – China FORMULADOR: Nanjing Huazhou Pharmaceutical Co., Ltd. No. 9 Dongfeng Road, Yaxi Town, Gaochun County, Nanjing, Jiangsu – China Industria Química Lorena Ltda. Rua 01, Loteamento Industrial Nova Roseira – 12580-000 – Roseira/SP – Brasil CNPJ: 48. 284.749/0001-34 Cadastro Estadual – CDA/SP: 266 Tagma Brasil Industria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsen, 1459 – Recanto dos Pássaros, Paulínia/SP, 13148-030 – Brasil CNPJ: 03. 855.423/0001-81 Cadastro Estadual – CDA/SP: 477 Fersol Indústria e Comércio S/A. Rod. Pres. Castelo Branco, km 68,5, Olhos D’água, Mairinque/SP, 18120-970 – Brasil CNPJ: 47. 226.493/0001-46 Cadastro Estadual – CDA/SP: 31 Ouro Fino Química S/A. Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 - Uberaba/MG, 38044-750 – Brasil CNPJ: 09. 100.671/0001-07 Cadastro Estadual – IMA/MG: 8764 Página 1 de 25
Dezhou Luba Fine Chemical Co., Ltd. No. 288, Hengdong Road, Tianqu Industrial Park, Dezhou, China. Jiangsu Noon Crop Science Co., Ltd. North of Xujia Fast-track Xuzhou Industrial Park, Jiangsu, China. Jiangxi Zhengbang Crop Protection Co. Ltd. West Side of Xingyun Avenue, Spark Industrial Park, Yongxiu County, Jiujiang City, Jiangxi Province, China. Lanxi Jinghang Biotechnology Co., Ltd. The B District of the Industrial Park in the nvbu Street, Lanxi City, Jinhua City, Zhejiang Province, China. Lier Cropscience Co., Ltd. No.329 South Mianzhou Avenue, Mianyang, Sichuan, P.R. China 621000. Nantong Jinling Agrochemical Co., Ltd. Second Huanghai Road, ChemicalIndustrial Park, Coastal Economic Development Zone, Rudong, Jiangsu, China. Anhui Richen Plant Protection Engineering Co., Ltd. No.30 Kaiyuan Avenue, Mohekou Industrial Park, Bengbu, Anhui, China. Shaanxi Hengtian Biological Agriculture Co., Ltd. Dali Core Zone, Weinan National Agricultural Science and Technology Park, Shaanxi Province, China. Weifang Maoyuan Biotechnology Co., Ltd. No. 7666 Huanghe West Street, Dajiawa Subdistrict, Binhai Development District, Weifang City, Shandong Province, China. IMPORTADOR: DKBR TRADING S.A. Avenida Ayrton Senna da Silva, 600 - Condomínio Torre Siena Andar 17 - Sala 1704 - Gleba Fazenda Palhano – CEP: 86.050-460 - Londrina/PR - CNPJ: 33.744.380/0001-28. Número de registro do estabelecimento/Estado: 1007743 – ADAPAR/PR. DKBR TRADING S.A. Avenida Miguel Sutil, n.º 6.559, Anexo A, Sala 3, Alvorada – CEP: 78048-000 - Cuiabá/MT - CNPJ: 33.744.380/0002-09. Número de registro do estabelecimento/Estado: 22058 – INDEA/MT. DKBR TRADING S.A. Rodovia SPA 008/457, s/nº, Sala 01 km 500 Metros – Zona Rural - CEP: 19640-000 - Iepê/SP - CNPJ: 33.744.380/0003-90. Número de registro do estabelecimento/Estado: 4303 -CDA/SP. ALTA – América Latina Tecnologia Agrícola Ltda. Avenida Silva Jardim, 2600, conjuntos 1901 a 1910, 19º andar, Bairro Água Verde, CEP 80.240-020, Curitiba/PR - CNPJ 10.409.614/0001-85 Página 2 de 25
ALTA – América Latina Tecnologia Agrícola Ltda. Rodovia PR 090 - km 374, S/N, Lote 44-C-2, Parque Industrial Nenê Favoretto – Ibiporã/PR, CEP: 86.200-000 - CNPJ: 10.409.614/0002-66 Número de registro do estabelecimento/Estado: 1000151 – ADAPAR/PR. ALTA – América Latina Tecnologia Agrícola Ltda. Rodovia Presidente Castelo Branc o, 11.100, km 30,5, módulo 5H, Bairro dos Altos - Barueri/SP, CEP 06.421-400 - CNPJ 10.409.614/0003-47 Número de registro do estabelecimento/Estado: 1164 – CDA/SP. ALTA – América Latina Tecnologia Agrícola Ltda. Rua Projetada, 150, Armazém 1 Distrito Industrial – Cuiabá/MT, CEP: 78.098-970 - CNPJ 10.409.614/0004-28 Número de registro do estabelecimento/Estado: 24946 – INDEA/MT. ALTA – América Latina Tecnologia Agrícola Ltda. Rodovia BR-050, S/N – KM 185 GALPAO 10, Jardim Santa Clara – Uberaba/MG, CEP: 38.038050 - CNPJ 10.409.614/0005-09 Número de registro do estabelecimento/Estado: 11.975 – IMA/MG. ALTA – América Latina Tecnologia Agrícola Ltda. Rod. BR 285, nº 7870, km 297, Bairro José Alexandre Zachia – Passo Fundo/RS CEP: 99.042890 - CNPJ 10.409.614/0006-90 Número de registro do estabelecimento/Estado: 93/17 – SEAPA/RS. Sinon do Brasil Ltda. Av. Carlos Gomes, 1340, Conjuntos 1001 E 1002, Boa Vista, CEP 90480-00, Porto Alegre/RS. CNPJ: n° 03.417.347/0001-22 Número de registro do estabelecimento/Estado: 1094/99 – SEAPA/RS. Sinon do Brasil Ltda. Rodovia BR 285, Km 297, nº 7870, CEP 99042-800, Passo Fundo/RS. CNPJ: n° 03.417.347/0004-75; Número de registro do estabelecimento/Estado: 82/10 – SEAPA/RS. Sinon do Brasil Ltda. Rua Fioravante Mancino, n° 1560, sala 10 Cond. PIB, CEP 13175-575, Sumaré/SP. CNPJ: n° 03.417.347/0008-07; Número de registro do estabelecimento/Estado: 4269 – CDA/SP. Sinon do Brasil Ltda. Rua Igarapava, 600, QD 19, LT 59 A 69 ARMZ A, Sala Sinon, CEP 38.044-755 –Uberaba -MG. CNPJ: 03.417.347/0010-13; Número de registro do estabelecimento/Estado: 15.874 – IMA/MG. Sinon do Brasil Ltda. Rua Industrial 01, s/n, KM 196, Sala 01, - 85525-000 na cidade de Mariópolis-PR. CNPJ: 03.417.347/0009-80; Número de registro do estabelecimento/Estado: 1007920 – ADAPAR/PR. Perterra Insumos Agropecuários S.A. Avenida Dr. Cardoso de Melo, No. 1470, salas 1005-1006, Vila Olímpia, São Paulo/SP, CEP: 04548-005. CNPJ: 33.824.613/0001-00 Número de registro do estabelecimento/Estado: 4206 – CDA/SP Página 3 de 25
Perterra Insumos Agropecuários S.A. Rodovia PR 090nº 5695 – Km 5 – Armaz 1 – Parque Industrial Nenê Favoretto – Ibiporã/PR - CEP: 86.200-000. CNPJ: 33.824.613/0003-64 Número de registro do estabelecimento/Estado: 1008263 – ADAPAR/PR Perterra Insumos Agropecuários S.A. Rua: Projetada nº 150 - Armaz 1W Distrito Industrial - Area Rural de Cuiabá – Cuiabá/MT CEP: 78.099-899. CNPJ: 33.824.613/0004-45 Número de registro do estabelecimento/Estado: 27005 – INDEA/MT Fiagril Ltda. Avenida da Produção, 2330-W, Quadra 999, lote 26 - 85525-000 na cidade de Lucas do Rio Verde / MT. CNPJ: 02.734.023/0013-99 Número de registro do estabelecimento/Estado: 25157 – INDEA/MT. Agrilean Inputs S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100 – km 30,5 – Jardim Maria Cristina – Cep: 06421300, Barueri/SP. CNPJ 10.409.614/0001-85 Número de registro do estabelecimento/Estado: 4378 – CDA/SP. Agro Import Do Brasil LTDA. Av. Cristóvão Colombo, 2955 – Salas 703/704 – Bairro Floresta – CEP: 90.560-003 – Porto Alegre/RS – Fone: (51) 3343-0388 CNPJ: 05.625.220/0001-24 - Registro no Estado nº 1448/04 – DISA/DDA/SEAPA/RS Agro Import Do Brasil LTDA. Rodovia BR 386, Km 173,5, s/nº – sala 5A – Bairro Boa Vista – CEP: 99.500-000 - Carazinho/RS CNPJ: 05.625.220/0009-81 - Registro no Estado nº 42/18 – DISA/DDA/SEAPA/RS Agro Import Do Brasil LTDA. Rua Adolfo Zieppe Filho, s/nº, Quadra 17, Setor 13, Anexo 01, Módulo G – Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz – CEP: 99.500-000 – Carazinho/RS CNPJ: 05.625.220/0013-68 – Registro no Estado nº 65/20 – DISA/DDA/SEAPA/RS Agro Import Do Brasil LTDA. Rodovia PR 090, Km 374, s/nº - Lote 44-C-2 - Módulo I – Parque Industrial Nene Favoretto – CEP: 86.200-000 - Ibiporã/PR CNPJ: 05.625.220/0005-58 - Registro no Estado nº 1000021 - ADAPAR-PR Agro Import Do Brasil LTDA. Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100 – Km 30,5 – Módulo 2N – Jardim Maria Cristina – CEP: 06.421-400 - Barueri/SP CNPJ: 05.625.220/0012-87 - Registro no Estado nº 4252 – CDA/SP Agro Import Do Brasil LTDA. Rodovia BR 163, Km 116, s/nº, Armazém 2, Sala 06 - Parque Industrial Vetorasso – CEP: 78.746-055 - Rondonópolis/MT CNPJ: 05.625.220/0011-04 - Registro no Estado nº 23445/2022 – INDEA/MT Página 4 de 25
Agro Fauna Comercio De Insumos LTDA. Rua Jair Martins Mil Homens, 500 Sala 515 B Vila São José – São José Do Rio Preto CEP: 15.090-080 CNPJ: 47.626.510/0001-32 - Registro no Estado nº 4305 – CDA/SP Agrícola Online Trading S.A. Rodovia Anhanguera, Km. 296, CEP 14140-000 - Cravinhos/SP CNPJ: 47.257.997/0001-23 - Registro no Estado nº 4396 – CDA/SP Agriconnection Importadora E Exportadora De Insumos Agrícolas Ltda. Rodovia Presidente Castelo Branco 11.100 Km 30.5 P36 Anexo 12, Jd. Maria Cristina – Barueri/SP CEP: 06421-400 – CNPJ 39.496.730/0015-66 Agriconnection Importadora E Exportadora De Insumos Agrícolas Ltda. Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, S/N, Km 11, Galpão 09, Itú/SP, CEP: 13.314-012 CNPJ: 39.496.730/0009-18 - Registro no Estado nº 4410 - CDA/SP Agriconnection Importadora E Exportadora De Insumos Agrícolas Ltda. Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Parque Industrial, Ibiporã/PR - CEP:86.200-000 CNPJ: 39.496.730/0008-37 - Registro no Estado nº 1008310 - ADAPAR/PR. Agriconnection Importadora E Exportadora De Insumos Agrícolas Ltda. Rodovia dos Imigrantes, SN, Zona Rural, Cuiabá-MT - CEP: 78099-899 CNPJ: 39.496.730/0002-41 - Registro no Estado nº 29497 – INDEA/MT Amaggi Exportação E Importação Ltda. Rodovia BR 163, 2461, Expansão Urbana, Sorriso / MT - CEP 78890-000. CNPJ n° 77.294.254/0077-92 - Registro no Estado nº 22956/2024 – INDEA/MT Amaggi Exportação E Importação Ltda. Rodovia BR 364, Km 20, s/nº, Zona Rural, Cuiabá / MT - CEP 78098-970. CNPJ n° 77.294.254/0050-72 - Registro no Estado nº 20435/2024 – INDEA/MT Green Place Comercio E Distribuição Ltda. Rua Américo Brasiliense, 1923, Conj. 1103 - Chácara Santo Antônio CEP: 04715-005 - São Paulo / SP CNPJ: 26.401.815/0001-76 - Registro no Estado nº 1302 - CDA/SP Green Place Comercio E Distribuição Ltda. Estrada PR090, 5.900, km 374,9, Sala GPlace - Zona Rural CEP: 86200-000 - Ibiporã / PR CNPJ: 26.401.815/0002-57 - Registro no Estado nº 1007782 - ADAPAR/PR Green Place Comercio E Distribuição Ltda. Rodovia BR 163, Km 116, SN – Zona Rural – Rondonópolis / MT - CEP 78750-899 CNPJ: 26.401.815/0004-19 - Registro no Estado nº 31307 - INDEA / MT Green Place Comercio E Distribuição Ltda. Rodovia BR-050, Km 185 – Galpão 34 – Jardim Santa Clara – Uberaba / MG – CEP: 38038050 - CNPJ: 26.401.815/0007-61 - Registro no Estado nº 19.382 - IMA / MG Green Place Comercio E Distribuição Ltda. Anel Viário, S/N – Quadra Area, Lote 005B – Jardim Paraiso Acréscimo – Aparecida de Goiania / GO – CEP: 74984-321 - CNPJ: 26.401.815/0005-08 Registro no Estado nº 5278/2023 - AGRODEFESA / GO Página 5 de 25
Somax Agro do Brasil Ltda. Rua Marechal Floriano Peixoto, nº 960 – complemento: salas 165, 166, 167, 168 – Ed. Torre Marechal – Centro – CEP 85.851-020 – Foz do Iguaçu / PR, CNPJ: 45.923.627/0001-52. Registro no Estado nº 1008194 - ADAPAR / PR. Somax Agro do Brasil Ltda. Rodovia dos Imigrantes S/N – KM 5 Galpão 1A Sala 7 – Distrito Industrial – Cuiabá / MT, CEP: 78.098-325, CNPJ: 45.923.627/0004-03. Registro no Estado nº 328037 - INDEA / MT Novachem Importação e Comércio Ltda. Rod. BR 369, KM 37,5 sala 04 - Área Industrial - CEP: 86380-000 - Andirá/PR CNPJ: 48.054.057/0001-08 - Registro ADAPAR/PR nº 1008435 Novachem Importação e Comércio Ltda. Rua Emília Garcia de Souza, 270, sala 01 - CEP: 14.096-120 - Ribeirão Preto/SP CNPJ: 48.054.057/0002-80 - Registro CFICS / DDSIV / CDA nº 4472 Terra Fértil Comercio e Representação Ltda. Rua Coronel Antônio Joaquim, 857 - Centro - CEP: 62930-000 – Limoeiro do Norte/CE CNPJ:00.235.798/0001-50 - Registro SEMACE nº 02143
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
OS EM SEU PODER. PRODUTO CORROSIVO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – Perigoso ao
Meio Ambiente (CLASSE III) Cor da faixa: Vermelho PMS red 199 C Página 6 de 25
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: WEEDFORCE é um herbicida não seletivo e dessecante de contato indicado para o controle pós-emergente de plantas daninhas. Recomendamos para o controle não seletivo em pós-emergência de plantas daninhas nas Ssguintes situações:
| CULTURAS | PLANTAS DANINHAS | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA e NÚMERO DE APLICAÇÕES | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM | (NOME CIENTÍFICO) | g i.a./ha | L/ha | |||
| Feijão | Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 300 – 400 | 1,5 – 2,0 | Pulverizador costal: 200 L/ha. Pulverizador tratorizado: 200 – 300 L/ha. Pulverização aérea: 30 – 40 L/ha. | Controlar as plantas daninhas antes da semeadura da cultura do feijão. Deve ser aplicado nas fases iniciais de crescimento das plantas daninhas (5 – 15cm). Realizar somente 1 aplicação |
| Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
| Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | |||||
| Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | |||||
| Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | |||||
| Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
| Algodão Girassol Milho Soja | Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 400 | 2,0 | Realizar 1 aplicação, 2 dias antes da semeadura das culturas, em área total e pós-emergência das plantas daninhas presentes na área quando estas apresentarem porte de 5 a 15 cm. | |
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | 400 | 2,0 | |||
| Buva | Conyza canadenses | 400 | 2,0 | |||
| Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 300 | 1,5 | |||
| Soja Voluntária | Glycine max | 400 | 2,0 | |||
| Algodão Voluntário | Gossypium hirsutum | 400 | 2,0 | |||
| Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 500 | 2,5 | |||
| Milho Voluntário | Zea mays | 700 | 3,5 |
Milho Voluntário Zea mays 3,5 Obs.: Adicionar espalhante adesivo não-iônico a 0,1% v/v à calda de aplicação de acordo com a recomendação do fabricante.
| CULTURAS | PLANTAS DANINHAS | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA e NÚMERO DE APLICAÇÕES | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM | (NOME CIENTÍFICO) | g i.a./ha | L/ha | |||
| Café Citros | Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 300 – 500 | 1,5 – 2,5 | Pulverizador costal: 200 L/ha. Pulverizador tratorizado: 200 – 300 L/ha. | Controlar as plantas daninhas nas entrelinhas das culturas do café e citros. Deve ser aplicado nas fases iniciais de crescimento das plantas daninhas (5 – 15cm). Realizar somente 1 aplicação |
| Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
| Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | |||||
| Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | |||||
| Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | |||||
| Guanxuma | Sida rhombifolia |
Obs.: Adicionar espalhante adesivo não-iônico a 0,1% v/v à calda de aplicação de acordo com a recomendação do fabricante. Dessecação na pré-colheita das culturas:
| Culturas | Dose | Época e Número de aplicações | Volume de Calda | |
|---|---|---|---|---|
| g i.a/ha | L/ha | |||
| Batata | 300 - 500 | 1,5 – 2,5 | Aplicar no mínimo 7 dias antes da colheita. Realizar somente 1 aplicação. | Pulverizador costal: 200 L/ha. Pulverizador tratorizado: |
| Feijão | 300 – 400 | 1,5 – 2,0 | Aplicar quando a feijão estiver fisiologicamente maduro. Realizar somente 1 aplicação. |
Página 7 de 25
| CULTURAS | PLANTAS DANINHAS | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA e NÚMERO DE APLICAÇÕES | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM | (NOME CIENTÍFICO) | g i.a./ha | L/ha | |||
| Soja | Saco-de-padre | Cardiospermum halicacabum | 300 – 400 | 1,5 – 2,0 | Pulverizador costal: 200 L/ha. Pulverizador tratorizado: 200 – 300 L/ha. Pulverização aérea: 30 – 40 L/ha. | Na dessecação de saco- de-padre na pré- colheita da cultura da soja. Realizar somente 1 aplicação |
Obs.: Adicionar espalhante adesivo não-iônico a 0,1% v/v à calda de aplicação de acordo com a recomendação do fabricante. NÚMERO, INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Utilizar o WEEDFORCE no controle das plantas daninhas, antes da semeadura das seguintes culturas: - Feijão: nas doses de 1,5 a 2,0 L/ha. - Algodão, Girassol, Milho e Soja: nas doses de 1,5 a 3,5. - Para as culturas de Café e Citros, utilizar o WEEDFORCE aplicado em jato dirigido nas entrelinhas para o controle das plantas daninhas, nas doses de 1,5 a 2,5 L/ha. Dessecação das culturas: - Soja: utilizar de 1 a 2 L/ha. Aplicar quando a soja estiver fisiologicamente madura. - Feijão: utilizar de 1,5 a 2 L/ha. Aplicar quando o feijão estiver fisiologicamente maduro. - Batata: utilizar de 1,5 a 2,5 L/ha. Aplicar no mínimo 7 dias antes da colheita. Deve-se fazer apenas uma aplicação do herbicida WEEDFORCE. Na dessecação das culturas indicadas observar o intervalo de segurança, e na aplicação como herbicida, o produto deve ser aplicado nas fases iniciais de crescimento das plantas daninhas (de 5 a 15 cm). MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: WEEDFORCE deve ser aplicado através de equipamentos costais manuais, pulverizadores tratorizados ou equipamentos aéreos. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados para cada tipo de bico. Para a dessecação das culturas de Batata, Feijão e Soja, WEEDFORCE deve ser aplicado em área total, com o uso de pulverizador costal, pulverizador tratorizado com barra ou por pulverização aérea. No controle de plantas daninhas nas culturas do Algodão, Feijão, Girassol, Milho e Soja, WEEDFORCE deve ser aplicado em área total, com o uso de pulverizador costal, pulverizador tratorizado ou por pulverização aérea. Página 8 de 25
No controle de plantas daninhas nas culturas do Café e Citros, WEEDFORCE deve ser aplicado nas entrelinhas da cultura com o uso de pulverizador costal ou tratorizado com barra. Utilizar protetores de bicos, evitando que a deriva atinja a cultura. Equipamentos para aplicação terrestre: Volume de calda: Pulverizador costal: 200 L/ha e Pulverizador tratorizado: 200 a 300 L/ha. Bicos: Jatos tipo leque da série 80 ou 110 ou similares. Pressão: 15 a 20 lb/pol² (Costal) e 30 a 40 lb/pol² (Tratorizado) ou conforme especificação do fabricante dos bicos. Equipamentos para aplicação aérea: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa – Ipanema de qualquer modelo. Volume de calda: 30 a 40 L/ha, altura de voo de 2 a 3 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição de 12 a 15 m de largura e tamanho de gotas entre 250 a 300 µm. Densidade de gotas de 30 a 40 gotas/cm², com pressão de 25 lb/pol². Bicos de pulverização: Bicos de jato cônico da série D (D6 e D12), providos de caracóis e placas com orifícios (ângulo de 90º). Observações locais devem ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva. Condições climáticas ideais: Temperatura máxima de 28ºC; Umidade relativa mínima de 55% e velocidade do vento máxima de 10 km/h. PREPARO DA CALDA PARA PULVERIZAÇÃO: Deve-se encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar WEEDFORCE e o espalhante adesivo nas doses recomendadas. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante todo o preparo e durante a aplicação do produto. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento. Página 9 de 25
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
| CULTURA | DIAS |
|---|---|
| Algodão | (1) |
| Batata | 7 |
| Café | 16 |
| Citros | 14 |
| Feijão | 7 |
| Girassol | (1) |
| Milho | (1) |
| Soja | 7 |
| Soja (pré-plantio) | (1) |
Soja (pré-plantio) (1) (1): Não Determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
- WEEDFORCE não é fitotóxico às culturas quando aplicado nas modalidades e doses recomendadas. - O produto é um herbicida de contato, portanto, durante a aplicação, deve-se evitar que a deriva atinja a cultura para evitar a fitotoxicidade. - Na dessecação da batata não utilizar espalhante adesivo e não pulverizar a folhagem da batata quando o solo estiver muito seco e, especialmente, se a folhagem murchar durante o dia. - Depois de um período de seca é importante esperar que o solo tenha sido completamente molhado pela chuva em volta das raízes. Não aplicar com solo seco. - Sempre utilizar a calda no mesmo dia da sua preparação. A utilização da calda preparada no dia anterior pode reduzir a eficiência do produto. Página 10 de 25
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA E INFORMAÇÕES SOBRE O
MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS. O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo D para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto herbicida WEEDFORCE é composto por Diquate, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores do Fotossistema I, pertencente ao Grupo D (22), segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de plantas daninhas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, e a aplicação do herbicida Diquate deve ser realizada uma única vez. Se houver novas incidências de plantas daninhas, é recomendável a alternância deste produto com outros herbicidas, com mecanismos de ação diferentes. O uso de rotação de culturas, cobertura verde, época adequada de semeadura, variação de espaçamento, adubação equilibrada, uso herbicidas com mecanismos de ação distintos, cultivo mecânico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema e mínimo impacto sobre o meio ambiente. Página 11 de 25
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE Página 12 de 25
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamento com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Página 13 de 25
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar da névoa do produto; • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; Página 14 de 25
• Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Fatal se inalado PERIGO Provoca moderada irritação à pele Provoca lesões oculares graves PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. Página 15 de 25
INTOXICAÇÕES POR WEEDFORCE
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Diquate .................................................................. Bipiridílio |
|---|---|
| Classe | Categoria 2: Produto Altamente Tóxico |
| toxicológica | |
| Vias de exposição | Dérmica, inalatória, oral |
| Diquate: é pouco absorvido pelo trato gastrointestinal. Em ratos, após a administração oral, 77% da dose foram encontradas nas fezes como diquate e 12% como outros produtos metabólicos, sendo | |
| Toxicocinética |
| mais da metade monopiridona de diquate e outra parta dipiridona de diquate, abmos metabólitos são menos tóxicos que o próprio diquate. Outro estudo mostrou que diquate é pouco absorvido em ratos, sendo 90% excretados pelas fezes e 6% na urina após 48 horas. Absorção pela pele intacta é mínima. Após administração de Diquate em ovelhas, nenhum resíduo foi detectado no leite ou na carne dos animais. | |
|---|---|
| Diquate: O mecanismo de ação do diquate nas plantas e nos mamíferos é semelhante: o diquate sofre uma única adição de elétrons para formar um radical livre, na presença de NADPH e citocromo P450 redutase. O radical diquate reage com oxigênio para formar um radical ânion superóxido que é altamente reativo. Os radicais superóxido podem reagir uns com os outros formando peróxido de hidrogênio e oxigênio molecular, uma reação que pode ocorrer espontaneamente ou através da enzima superóxido dismutase. O radical hidroxila ataca os lipídeos insaturados das membranas celulares e produz o hidroperóxido lipídico. Este último forma radicais livres de lipídios com consequentes danos à membrana e morte celular. | |
| Toxicodinâmica | |
| Diquate: declínio das funções renais e hepáticas e efeitos neurológicos. Exposição Oral: Náusea, vômito, diarreia, ulceração na boca e esôfago, ulceração no trato gastrointestinal, desidratação, melena e hematêmese (resultado da ulceração gastrointestinal). Efeitos menos comuns incluem: pneumonia, disritmia ventricular, convulsões e edema pulmonar não-cardiogênico. Exposição Cutânea: irritação severa e queimação. Descoloração ou deformidade das unhas. Exposição respiratória: sangramento nasal, irritação do trato respiratório superior, tosse, dificuldade respiratória e dor no peito. Exopsição Ocular: irritação severa e queimação. Neurotoxicidade: nervosismo, irritabilidade, agitação, reflexos diminuídos, combatividade, desorientação, declarações sem sentido, incapacidade de reconhecer amigos ou familiares, depressão, letargia, colapso, convulsão, coma e morte. Hepatotoxicidade: aumento da atividade de transaminase. Se a exposição for suficiente para causar intoxicação sistêmica, monitorar nível de nitrogênio uréico no sangue e creatinina por pelo menos 12 horas após a ingestão. Monitorar contagem sanguínea, enzimas hepáticas, eletrólitos e eliminação de urina. Efeitos crônicos: lesões inflamatórias crônicas no intestino grosso, aumento no peso do rim, redução no peso da adrenal e epidídimo. Além disso, foi observado o aparecimento de catarata. | |
| Sintomas e sinais | |
| clínicos |
Página 16 de 25
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico e informações disponíveis. Análise do sangue e/ou urina. |
|---|---|
| Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e | |
| Tratamento |
Página 17 de 25
Página 18 de 25
| Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento. Exposição Inalatória: Remover o paciente para local seguro e arejado. Fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. Antídoto: Não há antídoto específico conhecido para a substância. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante à adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química. |
| Efeitos das | Geralmente diquate pode retardar a absorção de monossacarídeos (glicose e galactose). |
| interações | |
| químicas | |
| ATENÇÃO | Para notificar e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722- 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT – ANVISA/MS) |
| As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique ao Sistema de Informação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 999 7999 |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Ver itens toxicocinética e toxicodinâmica no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
DL50 oral em ratas: 500 mg/kg de peso corpóreo. DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg de peso corpóreo. CL50 inalatória em ratos: 0,40 mg/L por 4 horas. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Irritante leve. Em contato com a pele dos coelhos, foram apresentados eritema e edema. Todos os sinais de irritação ainda foram Página 19 de 25
observados ao final do período de observações em todos os animais testados. Como alteração cutânea adicional, também foi observada hiperqueratose nos animais testados. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Severamente Irritante. Os animais testados apresentaram opacidade, hiperemia e secreção. Não houve reversibilidade das lesões oculares para um animal dentre os 3 animais testados. As alterações clínicas e oculares adicionais observadas incluíram alopecia periocular e neovascularização. Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante. Mutagenicidade: O WEEDFORCE não apresentou efeitos mutagênicos, de acordo com os testes de Ames e Micronúcleo.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Os órgãos alvo na exposição crônica são trato gastrointestinal, rins e, particularmente, olhos. Diquate causa o aparecimento de catarata em ratos e cachorros, o efeito é dose-dependente e tempo-dependente. Experimentos subcrônicos em coelhos tratados com diquate na pele foram observados, eritema, espessamento e formação de crosta, perda de peso, vertigem e fraqueza muscular. Experimentos crônicos em ratos mostraram lesões inflamatórias crônicas no intestino grosso, aumento no peso do rim, redução no peso da adrenal e epidídimo. Além disso, foi observado o aparecimento de catarata.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) □ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ■ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas; - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para Página 20 de 25
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. 2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa NGC Agroscirnces Brasil Ltda. - Telefone da empresa: (14) 3361-1657 - Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Página 21 de 25
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. Página 22 de 25
TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABN T), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. Página 23 de 25
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Página 24 de 25
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Página 25 de 25