Bula oficial · registro MAPA nº 28917

Bula do Viance

Bula completa do Viance (registro MAPA nº 28917), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: cletodim.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 27 páginas no PDF.

VIANCE® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 28917

COMPOSIÇÃO

(+/-)-2-[(E)-1-[(E)3-chloroallyloxymino]propyl]-5-[2-(ethylthio)propyl]-3-hidroxy-2-cyclohexen-1-one (CLETODIM).............................................................................................240 g/L (24,0 % m/v) Solvente nafta (petróleo), aromático leve (NAFTA AROMÁTICA).........605 g/L (60,5 % m/v) Outros Ingredientes………………………………………………………123,4 g/L (12,34 % m/v)

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida Sistêmico, pós-emergente. GRUPO QUÍMICO: Cletodim: Oxima ciclohexanodiona Solvente nafta: Hidrocarboneto Aromático TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua Santos Dumont, 1307, sala 4-A, 1° andar, Centro CEP: 85.851-040 Foz do Iguaçu/PR Tel.: (45) 3572-6482 C.N.P.J.: 05 280.269/0001-92 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 003046 ADAPAR/PR (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: CLETODIM TÉCNICO TECNOMYL – Registro MAPA n° 23116 SHANDONG CYNDA CHEMICAL CO., LTD. Economic Development Area, Boxing County, 256500, Shandong, China TECNOMYL S.A. Parque Industrial Avay, Villeta, Paraguai CLETODIM TÉCNICO RAINBOW – Registro MAPA n° TC14320 SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Area – Shandong, 262737, Weifang, China NINGXIA RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Taisha Industrial Park, Pingluo, Ningxia, China CLETHODIM TÉCNICO BRILLIANCE II - Registro MAPA nº TC19722 LIAONING CYNDA CHEMICAL CO., LTD. Nº 417, Hanjiang Road, Comprehensive Industrial Park, Economic Development Zone, Huludao, Liaoning, China CLETODIM T ÉCNICO YN - Registro MAPA nº TC 00324 JIANGSU YUNFAN CHEMICAL CO., LTD. Xihejiubei Street 17, Chemical lndustry Area - N° 168, Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park, QiDong, Jiangsu, China

CLETODIM TÉCNICO SH – Registro MAPA nº TC04123 SHENYANG SCIENCREAT CHEMICALS CO., LTD. Xihejiubei Street 17, Chemical Industry Area, Shenyang ETDZ - 110144 ShenyangLiaoning, China A-STAR TÉCNICO, Registro MAPA nº TC12524 HEBEI LANSHENG BIOTECH CO., LTD. Mayu Village, Jinzhou City, Shijiazhuang City, 21006, Hebei, China FORMULADOR: SHANDONG CYNDA CHEMICAL CO., LTD. Economic Development Area, Boxing County, 256500, Shandong, China TECNOMYL S.A. Parque Industrial Avay, Villeta, Paraguai HANGZHOU NUTRICHEM CO., LTD. N° 9777, Hong-Shiwu Road, Linjiang Industrial Park, Xiaoshan District, Hangzhou City, Zhejiang 311228, P.R. China JIANGSU YUNFAN CHEMICAL CO., LTD. N° 168, Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park, Qidong, Jiangsu, China SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Area – Shandong, 262737, Weifang, China ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD. Zhongshan, Xiaopu – Changxing, 313116, Zhejiang Province, China WUQIAO PESTICIDE CO., LTD. Songmen Industrial Park, Wuqiao County Economic Development Zone, Wuqiao County, Hebei Province – 061800, Cangzhou City, China CHIZHOU BIOAGRILAND MULTICHEM CO. LTD. Xiangyu Chemical Industry Park, Dongzhi County, Chizhou City, Anhui Province, China PILARQUIM (JIANGSU) CO., LTD. No. 9 Konglian RD, Salinization New Material Industrial Park, Huaian, China JIANGSU YUNFAN CHEMICAL CO., LTD. Xiangyu Chemical Industry Park, Dongzhi County, Chizhou City, Anhui Province HEBEI LANRUN PLANT PROTECTION TECHNOLOGY CO., LTD East side of the Nanjing third road, Chemical Avenue, Lingang Development Zone, 061100, Hebei Province, Cangzhou City, China SHENYANG SCIENCREAT CHEMICALS CO., LTD Xihejiubei Street 17, Chemical Industry Area Shenyang, Liaoning, China

TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros CEP: 13148-030 - Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro do Estabelecimento nº 477 CDA/SP PRENTISS QUÍMICA LTDA. Rodovia PR 423 – km 24,5 CEP: 83603-000 – Campo Largo/PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Registro do Estabelecimento nº 002669 ADAPAR/PR ARCAD INDUSTRIALIZAÇÕES QUÍMICA LTDA. Rua Manoel Joaquim Filho, 32, Santa Terezinha, CEP: 13.148-115, Paulínia/SP C.N.P.J.: 40.726.678/0001-70 – Registro do Estabelecimento nº 4327 CDA/SP FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. Rod. Castelo Branco, km 68,5, Olhos D’água, CEP: 18120-970, Mairinque/SP C.N.P.J.: 47.226.493/0001-46 – Registro do Estabelecimento nº 31 CDA/SP JIANGSU AIJIN AGROCHEMICAL CO., LTD. Nº. 65 Shuangxiang Road, Xiongzhou Subdistrict, Luhe District 211511, Nanjing, China SUZHOU GREENLANDS CHEMICAL CO., LTD. Suite 910, Guotai Oriental Plaza, No. 9 East Renmin Road, Jiangsu Province 215600, Zhangjiagang, China MANIPULADOR: SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro do Estabelecimento nº 2.972 IMA/MG OURO FINO QUÍMICA LTDA. Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Dist. Industrial III CEP: 38044-750 - Uberaba/MG CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Registro do Estabelecimento nº 8.764 IMA/MG TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros CEP: 13148-030 - Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro do Estabelecimento nº 477 CDA/SP IMPORTADOR: SOLUS DO BRASIL LTDA. Rodovia BR 376, nº 1441, Bairro: Parque Industrial Zona Oeste II, CEP: 86800-762 - Apucarana/PR CNPJ: 21.203.489/0001-79 – Registro do Estabelecimento nº 1007610 ADAPAR/PR SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. Av. Nações Unidas, 18001 – CEP: 04795-900 – São Paulo/SP CNPJ: 60.744.463/0001-90 – Registro do Estabelecimento nº 1– CDA/SP SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. Rodovia Zeferino Vaz, 332, km 127,5 – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP CNPJ: 60.744.463/0010-80 – Registro do Estabelecimento nº 453 CDA/SP DISAM DISTRIBUIDORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS SUL AMÉRICA LTDA. Avenida Iguaçu, 11 – Parque Industrial – São Miguel do Iguaçu/PR – CEP: 85877000 CNPJ: 76.154.749/0001-55 – Registro do Estabelecimento nº 000734 ADAPAR/PR

CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua I, n° 557 – Distrito Industrial – Setor A – Módulo 2 – Galpão Argal – Sala 03, CEP: 78098350 Cuiabá/MT CNPJ: 18.858.234/0003-00 - Registro do Estabelecimento nº 557/2017 INDEA/MT CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Rodovia BR 020, km 207, s/nº - Armazém 01 - Sala 01 - Módulo F - Alto da Lagoa CEP: 47850000 Luís Eduardo Magalhães/BA CNPJ: 18.858.234/0004-82 - Registro do Estabelecimento nº 102518 ADAB/BA CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Rodovia BR 230, km 441,5, s/nº - Sala 03 - Zona Rural - CEP: 65800-000 Balsas/MA CNPJ: 18.858.234/0005-63 - Registro do Estabelecimento nº 12.560.921-3 AGED/MA CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua Antônio Amboni, 323 - Quadra 03 - Lote 06 - Parque Industrial - CEP: 85877-000 São Miguel do Iguaçu/PR - CNPJ: 18.858.234/0001-30 - Registro do Estabelecimento nº 004001 ADAPAR/PR CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua Adolfo Zieppe Filho, s/n, Quadra 17, Setor 13 Anexo 1 Dist. Ind. Carlos Augusto Fritz CEP: 99.500-000 Carazinho/RS CNPJ: 18.858.234/0007-25 - Registro do Estabelecimento nº 79/20 SEAPPA/RS SINON DO BRASIL LTDA. Avenida Carlos Gomes,340, Conjuntos 1001 e 1002 - Boa Vista CEP:90480-001 Porto Alegre/RS CNPJ:03.417.347/0001-22 Registro do Estabelecimento nº 1094/99 SEAPPA/RS SINON DO BRASIL LTDA. Rodovia BR 285, 7870, Sala 01 KM 297José Alexandre Zachia CEP: 99042-800 Passo Fundo/RS CNPJ:03.417.347/0004-75 - Registro do Estabelecimento nº 082/10 SEAPPA/RS SINON DO BRASIL LTDA. Rua Fioravante Mancino, 1560, Sala 10 Cond. PIB, CEP: 13175-575 Sumaré/SP CNPJ: 03.417.347/0008-07 - Registro do Estabelecimento nº 4269 CDA/SP BRA DEFENSÍVOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua São José, nº 550, Centro, CEP:13400-330 Piracicaba/SP CNPJ: 07.057.944/0001-44 - Registro do Estabelecimento nº 879 CDA/SP NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA. Praça Professor José Lannes, 40, 14º andar, Monções, CEP: 04.571-100, São Paulo/SP CNPJ nº: 88.305.859/0001-50 – Registro do Estabelecimento nº 4292 CDA/SP NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA. Rodovia Raposo Tavares, S/N, Km 172 CEP: 18203-340 Itapetininga/SP CNPJ nº: 88.305.859/0004-00 – Registro do Estabelecimento nº 1161 CDA/SP

N° do Lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. PRODUTO IMPORTADO

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR

DANO AGUDO. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE IV – PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO

VIANCE é um herbicida graminicida, sistêmico e altamente seletivo para as culturas indicadas. O produto é recomendado para controle de gramíneas em pós-emergência, conforme recomendação no quadro abaixo e pré-emergência para as culturas do algodão, milho, soja e trigo. Recomendado para manejo em pós-emergência sequencial, em jato dirigido, na entrelinha para a cultura de Citros, para controle de Capim-amargoso (Digitaria insularis) e indicado para aplicação em manejo na pré semeadura da soja, resistente ao ingrediente ativo glifosato, para controle do capim-amargoso (Digitaria insularis) e capim-branco (Chloris polydactyla). Recomendado para maturação da cana-de-açúcar na modalidade aplicação aérea. VIANCE é efetivo contra ampla faixa de gramíneas anuais e perenes, apresentando pouca ou nenhuma atividade sobre as plantas daninhas de folhas largas e ciperáceas. APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA DAS CULTURAS E DAS PLANTAS DANINHAS

CulturasAlvosDose p.c.*
Número, Época e Intervalo de Aplicação
L/ha
Abacaxi Algodão(²) Alho Amendoim Batata Batata doce Batata yacon Berinjela Cará Café Cebola Cenoura Feijão(²) Fumo Gengibre Inhame Jiló Mandioca Mandioquinha-salsa MelanciaCapim-marmelada ou Capim-papuã (Brachiaria plantaginea)0,35Aplicar VIANCE em pós-emergência da cultura, com as plantas infestantes no estádio de 4 folhas a 2 perfilhos. Pode-se aplicar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, porém, antes da competição das gramíneas com a cultura. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: Vide observações (2;3).
Capim-colchão ou milhã (Digitaria horizontalis)0,40Aplicar VIANCE em pós-emergência da cultura, com as plantas infestantes no estádio de 2 a 3 perfilhos. Pode-se aplicar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, porém, antes da competição das gramíneas com a cultura. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: Vide observações (2;3).
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)Aplicar VIANCE em pós-emergência da cultura, com as plantas infestantes no estádio de 4 ou mais perfilhos. Pode-se
Pimentão Pimenta Quiabo Soja(1) (²) TomateCapim-pé-de-galinha (Eleusine indica) Capim-rabo-de-raposa (Setaria geniculata) Capim-custódio (Pennisetum setosum) Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) Capim-camelote (Rottboellia exaltata) Capim-mimoso (Eragrostis ciliaris)0,45aplicar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, porém, antes da competição das gramíneas com a cultura. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: Vide observações (2;3).
Milho voluntário (Zea mays) Milho voluntário (Pennisetum americanum)0,35 – 0,45Aplicar VIANCE em pós-emergência da cultura, com as plantas de milho voluntário na altura de 15 a 30 cm. Pode-se aplicar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, porém, antes da competição do milho voluntário com a cultura. Para as culturas do alho e cebola usar a dose de até 0,40 L/ha. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: Vide observações (2;3).
Trigo voluntário (Triticum aestivum) Arroz voluntário (Oryza sativa)0,35 – 0,45Aplicar VIANCE em pós-emergência da cultura, com as plantas de trigo voluntário e arroz voluntário na altura de 10 a 15 cm. Pode-se aplicar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, porém, antes da competição do trigo e arroz voluntário com a cultura. A maior dose deve ser utilizada para controlar as plantas infestantes em estádio mais avançado de desenvolvimento. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: Vide observações (2;3).
Capim-colonião (Panicum maximum) Capim-massambará (Sorghum halapense) Capim-amargoso (Digitaria insularis)0,40 – 0,45Aplicar VIANCE em pós-emergência da cultura, com as plantas de capim-colonião, capim-massarambá e capim-amargoso na altura de 20 a 40 cm. Pode-se aplicar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, porém, antes da competição das gramíneas com a cultura. A maior dose deve ser utilizada para controlar as plantas infestantes em estádio mais avançado de desenvolvimento. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: Vide observações (2;3).
Dose p.c.*
CulturasAlvosNúmero, Época e Intervalo de Aplicação
L/ha
Girassol (²) UvaCapim-marmelada ou Capim- papuã (Brachiaria plantaginea) Capim-colchão ou milhã (Digitaria horizontalis)0,35Aplicar VIANCE em pós-emergência do girassol e da uva, com as plantas infestantes no estádio de 4 folhas a 2 perfilhos. Pode-se aplicar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, porém, antes da competição das gramíneas com a cultura. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: Vide observações (2;3).
MaçãCapim-marmelada ou Capim- papuã (Brachiaria plantaginea)0,35Aplicar VIANCE em pós-emergência da maçã, com as plantas infestantes no estádio de 4 folhas a 2 perfilhos. Pode-se aplicar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, porém, antes da competição das gramíneas com a cultura. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: Vide observações (2;3).
Azevém (Lolium multiflorum)0,40 – 0,45Aplicar VIANCE em pós-emergência da maçã, com as plantas infestantes no estádio de 2 perfilhos ao florescimento. Pode-se aplicar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, porém, antes da competição das gramíneas com a cultura. APLICAÇÃO ÚNICA

Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: Vide observações (2;3). *p.c. – produto comercial Observações: A adição de 0,5% v/v de óleo mineral emulsionável ou Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico é essencial nas aplicações com VIANCE. Utilizar as maiores doses sobre plantas infestantes em estádio de desenvolvimento mais avançado (1) – Para cultivares de soja com ciclo curto a médio, fazer a aplicação após 21 a 28 dias da semeadura e para as de ciclo longo após 21 a 40 dias. Aplicação aérea permitida - 30 a 50 L/ha. (2) – Aplicação aérea permitida para culturas de Algodão, Girassol, Milho, Feijão e Soja – 30 a 50 L/ha (3) – Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha permitida para culturas de Algodão, Girassol, Milho, Feijão e Soja APLICAÇÃO NA CULTURA DA CANA-DE-AÇUCAR

CulturasAlvosDose p.c.* L/ha
Número, Época e Intervalo
de Aplicação
Cana-de-açúcarAcelerar a maturação e incrementar os parâmetros relacionados à qualidade da cana-de-açúcar0,10 - 0,15Aplicar VIANCE 40 a 60 dias antes da colheita da cultura. Deve ser aplicado uma vez em lavouras com boas condições de sanidade e desenvolvimento vegetativo, sem qualquer tipo de estresse para que ocorra uma boa assimilação e expressão das características desejáveis na cultura. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Aérea 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha Importante: Não adicionar adjuvante de nenhuma natureza.

APLICAÇÃO NA PRÉ-EMERGÊNCIA DAS CULTURAS E PÓS-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS

CulturasAlvosDose p.c.* L/haNúmero, Época e Intervalo de Aplicação
AlgodãoMilho-voluntário (Zea mays)0,35-0,45Aplicar VIANCE em pré-plantio (dessecação) do algodão com as plantas de milho voluntário no estádio de até 4 folhas. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar as plantas infestantes em estádio mais avançado de desenvolvimento.
APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha
Arroz- irrigadoArroz-vermelho (Oryza sativa)0,6 – 0,8Estádio de 2 perfilhos até o florescimento. Utilizar a maior dose quando as plantas infestantes estiverem em estádios mais avançados. Respeitar um intervalo mínimo de vinte dias (20) entre a aplicação de VIANCE e o plantio da cultura do arroz irrigado. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha
Azevém (Lolium multiflorum)
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli)
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Grama-boiadeira (Luziola peruviana)
Milho(1)Azevém (Lolium multiflorum)0,30 – 0,50Aplicar VIANCE em pré-plantio (dessecação) da cultura com as plantas de azevém no estádio de 2 perfilhos até o florescimento. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha
SojaAzevém (Lolium multiflorum)0,45Aplicar VIANCE em pré-plantio (dessecação) da cultura com as plantas de azevém no estádio de 2 perfilhos até o florescimento. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha
Milho-voluntário (Zea mays)0,35 – 0,45Aplicar VIANCE em pré-plantio (dessecação) da soja com as plantas de milho voluntário no estádio de até 4 folhas. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar as plantas infestantes em estádio mais avançado de desenvolvimento. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha
Trigo(1)Azevém (Lolium multiflorum)0,30 – 0,50Aplicar VIANCE em pré-plantio (dessecação) da cultura com as plantas de azevém e aveia-preta no início do perfilhamento. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha
Aveia-preta (Avena strigosa)

*p.c. – produto comercial

Observações: A adição de 0,5% v/v de óleo mineral emulsionável ou Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico é essencial nas aplicações com VIANCE. (1) A aplicação deve ser realizada pelo menos 7 dias antes da semeadura do milho e do trigo. APLICAÇÃO EM PROGRAMA DE MANEJO ATRAVÉS DE APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA SEQUENCIAL DO CITROS

CulturaAlvoDose p.c.* L/haÉpoca, número e intervalo de aplicação
Citros (1)Capim-amargoso (Digitaria insularis)0,60 – 1,00Efetuar programa de manejo com 2 aplicações em pós- emergência sequencial, com intervalo de 21 dias, em jato dirigido, na entrelinha da cultura de Citros para o controle de Capim-amargoso no estádio de vegetativo a florescimento. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar a planta daninha em estádio de crescimento mais avançado. Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 – 250 L/ha
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Observações: A adição de 0,5% v/v de óleo mineral emulsionável ou Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico é essencial nas aplicações com VIANCE. (1) Efetuar programa de manejo com 2 (duas) aplicações em pós-emergência sequencial (com intervalo de 21 dias), em jato dirigido, na entrelinha da cultura de Citros para controle de Capim-amargoso (Digitaria insularis). As doses maiores devem ser utilizadas para controlar a planta daninha em estádio de crescimento mais avançado.

APLICAÇÃO NO MANEJO, NA PRÉ-SEMEADURA DA SOJA, EM ÁREAS COM CAPIM-AMARGOSOS (Digitaria insularis) RESISTENTE AO GLIFOSATO / COM CAPIM-BRANCO (Chloris polydactyla)

CulturaAlvoDose *Época, número e intervalo de aplicaçãoVolume de calda
(L/ha)
SojaCapim-amargoso (Digitaria insularis) (1)0,60 - 1,00 / 0,45Realizar 2 aplicações, com intervalo de 21 dias, na pré- semeadura da cultura. Complementar com 1 aplicação de VIANCE na pós-emergência da cultura. Nº máximo de aplicações: 3Aplicação Terrestre 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha
Capim-branco (Chloris polydactyla) (2)0,8 -1,0Realizar 2 aplicações, com intervalo de 21 dias, na pré- semeadura da cultura. Nº máximo de aplicações: 2
Observações: A adição de 0,5% v/v de óleo mineral emulsionável ou Alquil Ester Etoxilado do Ácido Fosfórico é essencial nas aplicações com VIANCE. (1) Em áreas com problema de Capim-amargoso (Digitaria insularis), realizar um programa de manejo, com 2 aplicações sequenciais, com itervalos de 21 dias, na pré-semeadura da soja. A segunda pulverização deve ser realizada pelo menos 7 dias antes da semeadura. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar a planta daninha em estádio de crescimento mais avançado. Complementar com 1 (uma) aplicação na pós-

emergência da cultura. (2) Em áreas com problema de Capim-branco (Chloris polydactyla), realizar um programa de manejo (dessecação) com 2 aplicações sequenciais, com intervalo de 21 dias na pré-semadura da soja. A segunda aplicação deve ser realizada pelo menos 7 dias antes da semeadura. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar a planta daninha em estádio de crescimento mais avançado.

MODO DE APLICAÇÃO

VIANCE deve ser aplicado através de equipamentos terrestres (costal ou tratorizado) ou aérea (avião ou ARP (Drones)), conforme indicado para cada cultura. Condições Climáticas para as modalidades de aplicação: As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações: - sob temperatura inferior a 30ºC, - umidade relativa do ar acima de 55%, - velocidade do vento entre 3 e 10 km/h. Condições ideais de aplicação: Aplicação única quando houver intensa germinação das gramíneas, não permitindo a competição com a cultura. O solo deve estar úmido. Não aplicar em períodos de seca prolongada. A aplicação pode ser feita em qualquer estádio de crescimento da cultura, antes do período crítico de competição das gramíneas com a cultura, exceto em milho e trigo onde o produto é aplicado apenas antes da semeadura. O VIANCE apresenta maior atividade sobre gramíneas anuais ou perenes que estejam em fase ativa de perfilhamento e/ou crescimento. VIANCE deve ser emulsionado em água e aplicado em pulverização uniforme da parte aérea das plantas daninhas. VIANCE deve ser aplicado em gramíneas em fase ativa de crescimento de gramíneas anuais, no estádio de 4 folhas até 4 perfilhos, e no caso de gramíneas perenes no estádio de 20 a 40cm. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar as plantas daninhas em estádio de crescimento maior. Em períodos de seca prolongada recomenda-se não aplicar o produto. Aplicação Terrestre: Para aplicação Costal (Manual ou Motorizado) e Tratorizada: Utilizar bicos de jato tipo leque com indução de ar e para jato dirigido utilizar bicos com indução de ar, visando produção de gotas grossas e extremamente grossas. Observar o diâmetro médio de gotas (DMV) acima de 350 μm (micrômetro). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada. Volume de Calda: Para todas as culturas, exceto o citros: 100 a 300L/ha Para cultura do citros: 100 a 250L/ha

GERENCIAMENTO DE DERIVA INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS E PARÂMETROS DE APLICAÇÃO: Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. Recomendações para evitar deriva: - Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação Ambiental. - Siga as restrições existentes na legislação pertinente. - O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. - Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto. - A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo. - Utilize tecnologia (s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. - Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Importância do diâmetro da gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas para dar uma boa cobertura e controle. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, e inversão térmica. Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas gerais: - Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda, considerando necessidades práticas. - Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. - Tipo de bico: A seleção correta da ponta de aplicação é um dos parâmetros mais importantes para redução da deriva. Pontas que produzem gotas de diâmetro mediano volumétrico (DMV) maior apresentam melhor efeito de controle sobre a deriva. Dentro deste critério, para melhor cobertura do alvo use pontas que forneçam gotas, conforme norma ASABE S572.1. Em caso de dúvida quanto a pressão de trabalho correta e o tamanho das gotas consulte a recomendação do fabricante da ponta (Bico). - Altura da barra: A altura da barra e o espaçamento entre as pontas de pulverização deve permitir uma sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo, conforme recomendação do fabricante, não ultrapassando 50 cm tanto para o espaçamento entre as pontas de pulverização, quanto para a altura da barra. O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.

- Ventos: muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam, o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 10 km/h, ou em condições de vento inferiores a 3 km/h. - Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação. Visando este objetivo, recomenda-se pulverização sob temperatura inferior a 30°C, umidade relativa do ar acima de 55%. Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. - Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. APLICAÇÃO AÉREA Exclusivamente para aplicação aérea nas culturas de Algodão, Cana-de-açúcar, Feijão, Girassol, Soja, Milho e Trigo: Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente. Controlando o diâmetro de gotas – Aplicação aérea: Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas, aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta. - Bicos: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva. - Diâmetro de gotas: Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas. Empregar equipamentos que produzam espectro de gotas estreito, de forma a minimizar a formação de muitas gotas pequenas, afastadas do diâmetro médio. NOTA: O fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a largura da faixa de deposição recomendada para a aeronave em uso, ao contrário reduz o arraste das gotas pelos vórtices de ponta das asas e danos ao ambiente e áreas vizinhas. Avaliações práticas confirmam uma perda mínima de 30% da pulverização quando as gotas são arrastadas pelos vórtices de ponta das asas. - Volume de aplicação: 30 a 50 L/ha - Altura do voo: Sendo o voo da aeronave definido e efetuado em função da altura das árvores, é recomendável para a segurança do voo, uniformemente, geração das gotas e distribuição das gotas sobre o alvo desejado que a aeronave mantenha um nível de voo de 2 a 4 metros acima do topo das

plantas mais altas, qualquer que seja o tipo ou modelo de aeronaves utilizados. A altura de voo recomenda, deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto. O controle da deriva deverá ser efetuado sempre pela alteração do ângulo dos bicos de pulverização e do diâmetro das gotas e nunca pela variação da altura do voo. - Largura da faixa de deposição: A faixa de deposição será sempre limitada às características técnicas operacionais comprovadas do modelo/tipo do avião, e pela densidade e diâmetro de gotas requeridas e recomendadas sobre o alvo desejado. Prevenção de deriva: - Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima; - Efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas; Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal. - Aeronaves remotamente pilotadas (drones) para as culturas de algodão, arroz-irrigado, cana-deaçúcar, feijão, girassol, milho, soja e trigo. Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional. Para outros parâmetros referentes à tecnologia da aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de VIANCE através de aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), com empresas que tenham realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL). Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:

Volume de caldaClasse de gotasAltura de vooFaixa de aplicação
No mínimo 15 L/haMédia a Grossa4 metros acima do alvo da pulverizaçãoAjuste de acordo com cada modelo de drone

modelo de drone

O SUCESSO DO CONTROLE TEM RELAÇÃO DIRETA COM O BOM RECOBRIMENTO DAS
PLANTAS COM A CALDA DE PULVERIZAÇÃO.

PLANTAS COM A CALDA DE PULVERIZAÇÃO. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil. 1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores. 2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.

3. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. 4. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CULTURA DIAS Abacaxi e Algodão Amendoim Alho, Batata, Cebola, Cenoura e Feijão Berinjela, Café, Citros, Melancia, Jiló, Pimenta, Pimentão, Quiabo e Tomate Cana-de-açúcar Fumo UNA Girassol Batata-doce, Batata yacon, Cará, Gengibre, Inhame, Mandioca e Mandioquinha-salsa Soja (2) Arroz-irrigado, Milho e Trigo (1) Maçã e Uva UNA= Uso Não Alimentar (1) Intervalo de Segurança não determinado por ser de uso em pré-plantio. (2) O Intervalo de Segurança para a cultura da soja é de 60 dias exclusivamente para os casos de uma única aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja é de 97 dias para os casos em que forem feitas 3 aplicações (máxima número de aplicações), sendo duas aplicações em pós-emergência das plantas infestantes e na pré-emergência da cultura, e uma terceira na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

CULTURADIAS
Abacaxi e Algodão50
Amendoim30
Alho, Batata, Cebola, Cenoura e Feijão40
Berinjela, Café, Citros, Melancia, Jiló, Pimenta, Pimentão, Quiabo e Tomate20
Cana-de-açúcar20
FumoUNA
Girassol53
Batata-doce, Batata yacon, Cará, Gengibre, Inhame, Mandioca e Mandioquinha-salsa180
Soja(2)
Arroz-irrigado, Milho e Trigo(1)
Maçã e Uva23

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: não utilizar o produto em condições onde culturas monocotiledôneas possam ser atingidas. Para as culturas e na recomendação indicada o produto não causa fitotoxicidade. Em soja pode ocorrer uma pequena redução no porte das plantas, em condições ambientais adversas, mas a cultura se recupera durante a fase vegetativa. Para aplicação aeroagrícola com ARP (Drone) fica restrita à área alvo da intervenção, observando as seguintes regras: - Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes com ARP em áreas situadas a uma distância mínima de vinte metros de povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente, além de outras áreas ambientais com larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam áreas alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância constantes na recomendação do produto a ser aplicado; - As ARP's que estejam abastecidas com produtos para aplicação ficam proibidas de sobrevoar as áreas povoadas, moradias e agrupamentos humanos, ressalvados os casos de produtos para controle de vetores, observadas as normas legais pertinentes; - Nas proximidades do local da operação deverá ser fixada placa de sinalização visível para pessoas não envolvidas na atividade contendo a expressão: "CUIDADO! OPERAÇÃO COM DRONE";

- No local da operação deverá ser mantido fácil acesso ao extintor de incêndio (de categoria adequada para equipamentos eletrônicos), sabão, água para higiene pessoal e caixa contendo material de primeiros socorros, observando ainda as orientações específicas contidas na bula ou no rótulo do produto; - No local da operação, deverão constar, de forma legível, o endereço e os números de telefones de hospitais e centros de informações toxicológicas; - A equipe de campo deverá obrigatoriamente usar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) necessários, fornecidos pelo empregador; - A equipe de campo deverá utilizar coletes ou faixas de sinalização durante as atividades; - As condições meteorológicas e ambientais deverão ser devidamente avaliadas durante as operações, de modo a se garantir a eficácia e a segurança da aplicação AVISO AO USUÁRIO: O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA. não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente na bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA – ANVISA/MS. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo/Equipamento de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),

Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO A HERBICIDA O produto herbicida VIANCE é composto por cletodim, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da síntese de lipídeos (inibidores da ACCase), pertencente ao Grupo A, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente. M INISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil for a da especificação. Siga as instruções determinadas pelo fabricante; • Não aplique perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, respirador com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

• Utilize equipamento proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, respirador com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos;

• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato com a névoa do produto; • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer outra pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. • Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, botas de borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos e respirador. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.

• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. - Pode ser nocivo se ingerido. - Pode ser nocivo em contato com a pele. - Nocivo se inalado. - Provoca lesões oculares graves. PERIGO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. OLHOS: ATENÇÃO: PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retira-lás. PELE: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR VIANCE

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoCLETODIM = Oxima ciclohexanodiona SOLVENTE NAFTA = Hidrocarboneto Aromático
Classe ToxicológicaCATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO.
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaCletodim O cletodim é um herbicida rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal. Aproximadamente 90% da dose administrada é absorvida. É rapidamente metabolizado e eliminado, principalmente como metabólitos sulfóxidos, aproximadamente 63%. Cerca de 87 - 93% é eliminado na urina, 9 -17% eliminado nas fezes e 0,5 - 1% é expirado como dióxido de carbono. Menos de 1% do cletodim é eliminado inalterado. Solvente nafta (petróleo), aromático leve: Exercícios físicos aumentam a quantidade dos solventes absorvidos pelos pulmões. O produto passa ao sangue logo após a entrada no organismo. Em pessoas e animais de laboratório os solventes são quebrados em outros produtos químicos especialmente no fígado. Estes metabólitos deixam rapidamente o organismo, principalmente através da urina e também pelo ar expirado.
ToxicodinâmicaCletodim Não é conhecido o mecanismo de toxicidade em humanos. Os herbicidas do grupo das ciclohexanodionas são inibidores da enzima Acetil Coenzima-A Carboxilase (ACCase) nas plantas, inibindo assim a síntese de ácidos graxos, que são constituintes dos lipídios das membranas de células e organelas. Esta enzima também é encontrada em procariotes e mamíferos, entretanto, a ACCase em humanos não é sensível à ação das ciclohexanodionas (Shaner DL. 2003). A ACCase encontrada em parasitas como o Toxoplasma gondii é sensível à ação das ciclohexanodionas. Solvente nafta (petróleo), aromático leve: Resultados de estudos em animais indicam que estes produtos causam mudanças no fígado e efeitos deletérios nos rins, pulmões, coração e sistema nervoso.
Sintomas e sinais clínicosCletodim Os indivíduos expostos devem realizar alguns cuidados especiais, informar histórico médico e realizar exame físico adequado procurando quaisquer anormalidades. - Sintomas gerais: a exposição a produtos químicos com forte odor pode resultar muitas vezes em sintomas como dor de cabeça, tonturas, fraqueza e náuseas. - Irritação: produtos químicos podem causar irritação dos olhos, pele e trato respiratório. Em casos graves, a irritação no trato respiratório pode progredir para SDRA / lesão pulmonar aguda que pode ser retardada no início por até 24 a 72 horas em alguns casos. Irritação ou queimaduras do esôfago ou trato gastrointestinal também são possíveis se os produtos químicos irritantes forem ingeridos. - Hipersensibilidade: Uma série de agentes químicos produzem uma dermatite de hipersensibilidade ou asma com broncospasmo e sibilos com exposição crônica. O monitoramento é feito através de hemograma completo, exame de urina, fígado e rim. Os testes de função são sugeridos para pacientes com exposição intensa. Se constatado irritação do trato respiratório ou depressão respiratória, é necessário monitorar os gases arteriais, radiografia de tórax e testes de função pulmonar. Solvente nafta (petróleo), aromático leve: A intoxicação por ingestão maciça pode ser mortal, causando irritação gastrointestinal e diarreia, vômitos e dores abdominais. Ulcerações severas da mucosa podem ser vistas em caso de ingestão mássica. Se a mistura for aspirada, pneumonite química com opacidades flocosas nas áreas dos lóbulos mediano e inferior do pulmão direito, tosse, dispneia, febre, que regridem em 2 a 3 dias se não houver infecção secundária. Sintomas após inalação: irritação da árvore respiratória. Na pele, tem efeito desidratante e desengordurante, provocando descamação e dermite. É irritante para os olhos e o trato respiratório. O efeito depressor sobre o SNC é consecutivo tanto à ingestão, como à inalação e a contaminação cutânea, e causa euforia, ataxia, cefaleias, vertigens e náuseas, seguidas de fadiga, incoordenação motora, tremores e confusão. Em um estado mais avançado, encontra-se coma e risco de morte. A síndrome psico-orgânica, reversível ou não, é um efeito tóxico crônico de misturas de solventes, entre os quais os derivados de petróleo. Associa efeitos neurológicos centrais do tipo
distúrbios do sono, da concentração, da memória, da personalidade, irritabilidade, e até diminuição do desempenho intelectual. Este quadro se vê em exposições prolongadas sem relação dose-efeito estabelecida e só são parcialmente reversíveis ao final da exposição. Anomalias do EEG e dos débitos sanguíneos cerebrais, podendo causar até atrofia cerebral. Mulheres expostas mostraram aumento dos distúrbios do ciclo menstrual, menometrorragias e abortos espontâneos. Estudos mostraram um aumento significativo da frequência de câncer do pulmão e da próstata de sujeitos expostos há mais de 20 anos, assim como de linfomas de Hodgkin. A responsabilidade de cada solvente isoladamente não pode ser determinada a partir de um único estudo.
DiagnósticoO diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência do quadro clínico compatível. Para confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa dos metabólitos na urina.
TratamentoAntídoto: Não há antídoto específico. Tratamento geral: as medidas gerais devem ser orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e de “status mental”, a efetividade da respiração e circulação, manutenção de vias aéreas patentes e adequada oxigenação, remoção da fonte de exposição ao produto com a descontaminação do paciente, administração de antídotos, medidas para aumentar a eliminação do tóxico do organismo, medidas sintomáticas e de manutenção. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão severa (evitar adrenalina pelo risco de fibrilação). Avaliar estado de consciência do paciente. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação: Exposição oral: Tratamento suporte vital, monitorização cardíaca e respiratória. Controlar convulsões anteriormente a qualquer método de descontaminação gastrointestinal. A lavagem gástrica deve ser indicada se a dose ingerida for acima de 40 mg/kg de ingrediente ativo (adulto), seguido de carvão ativado. - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal. Tratamento sintomático e de prevenção de absorção:
A descontaminação do paciente como em casos de derramamento com risco de contaminação do profissional da saúde deve ser realizada preferencialmente utilizando-se avental, botas impermeáveis e luvas de borracha nitrílica. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados. Carvão ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido à provável adsorção dos princípios ativos pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender especialmente medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Deverão ser controlados o estado de consciência, presença de anomalias do sistema nervoso periférico, ionograma sanguíneo, enzimas hepáticas, crase sanguínea e função renal. Verificar o histórico neurológico e estado nutricional (principalmente em relação à carência proteica e vitamínica) do paciente e investigar possibilidade de alcoolismo. Realizar eletrocardiograma por 4 a 6 horas após a exposição aguda. - Carvão ativado: se liga a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão. Em geral não atua com metais ou ácidos. 1. Dose: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de agua I 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos I adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g / kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico; 2. O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário. A remoção extracorpórea (diálise, hemoperfusão e diurese forçada) não são eficazes. Oxigenação e ventilação mecânica, se necessárias em caso de taquicardia, administrar propanolol.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e pneumonite química.
Efeitos das interações químicasNão se conhecem em humanos.
AtençãoPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da Empresa: 0800 01 41 149 Endereço Eletrônico da Empresa: www.tecnomyl.com

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos (Produto Formulado): DL50 oral em ratos fêmeas: >2000 mg/kg. DL50 cutânea em ratos machos e fêmeas: > 2000 mg/kg. CL50 inalatória em ratos machos e fêmeas: > 2,579 mg/L. Corrosão/Irritação cutânea: O produto quando aplicado na pele dos coelhos produziu eritema grau 1 a 2, nas leituras em 1, 24, 48 e 72 horas na pele de 2/3 dos animais testados, e nas leituras em 1, 24, 48, 72 horas e 7 dias na pele de 1/3 dos animais testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 7 dias após o tratamento para 2/3 dos animais testados, e na leitura em 14 dias após o tratamento para 1/3 dos animais testados. A alteração dérmica adicional observada foi descamação da pele de 1/3 dos animais. Corrosão/Irritação ocular: O produto quando aplicado produziu as seguintes alterações na superfície da córnea: opacidade da córnea grau 1, com área afetada variando de 1 a 3, nas leituras em 24, 48 e 72 horas em 1/3 dos olhos testados e opacidade da córnea grau 1, com área afetada 4, nas leituras em 24, 48, 72 horas e 7 dias em 2/3 dos olhos testados. Efeitos na conjuntiva: vermelhidão grau 1 a 2, nas leituras em 1, 24, 48, 72 horas e 7 dias em 3/3 dos olhos testados; quemose grau 1 a 2, nas leituras em 1, 24, 48, 72 horas e 7 dias em 3/3 dos olhos testados. Uveite foi observada nas leituras em 1, 24,48 e 72 horas em 1/3 dos olhos testados e nas leituras em 1, 24, 48, 72 horas e 7 dias em 2/3 dos olhos testados. O corante de fluoresceína sódica detectou alterações na superfície da córnea nas leituras em 24, 48 e 72 horas 1/3 dos olhos testados e nas leituras em 24, 48, 72 horas e 7 dias em 2/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação voltaram ao normal na leitura em 14 dias após o tratamento em 3/3 dos olhos testados. As alterações clínicas e oculares adicionais observadas foram: vocalização e secreção purulenta em 1/3 dos olhos testados. Sensibilização dérmica: produto não sensibilizante em cobaias. Mutagenicidade: produto não mutagênico. Efeito Crônico: Estudos de longo prazo (crônicos) feitos em animais não demonstraram efeitos adversos significativos, a não ser, principais alterações observadas em camundongos como hipertrofia e um aumento dos pigmentos nas células hepáticas nas doses mais elevadas. Em ratos foi observado um aumento no peso do fígado somente nas fêmeas no grupo de dose mais elevada. Os machos não apresentaram alterações patológicas. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). (X) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamento. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.

• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto na sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter o piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda. • Telefone de emergência: 0800 117 20 20 • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: - Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. - Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO etc., ficando a favor do vento para evitar intoxicação. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. - Tríplice lavagem (Lavagem Manual) Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. - Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades agrícolas e aeroagrícolas.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Viance registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 28917 · documento de 10/12/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Viance?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Viance e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Viance é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 28917, documento de 10/12/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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