<Logomarca do produto> Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 25519.
COMPOSIÇÃO
(10E,14E,16E,22Z)-(1R,4S,5’S,6S,6’R,8R,12S, 13S,20R,21R,24S)-6'-[(S)-secbutyl]-21,24-dihydroxy5',11,13,22-tetramethyl-2-oxo-(3,7,19-trioxatetracyclo[15.6.1.14,8.020,24]pentacosa-10,14,16, 22tetraene-6-spiro-2'-(5',6'-dihydro-2'Hpyran)-12-yl 2,6-dideoxy-4-O-(2,6-dideoxy-3-O-methyl-α-Larabino-hexopyranosyl)-3-O-methyl-α-L-arabino-hexopyranoside (i) mistura com (10E,14E,16E,22Z)- (1R,4S,5’S,6S,6’R,8R,12S,13S,20R,21R,24S)-21,24-dihydroxy-6’ isopropyl-5',11,13,22-tetramethyl-2oxo-3,7,19-trioxatetracyclo[15.6.1.14,8.020,24]pentacosa-10,14,16,22-tetraene-6-spiro-2'-(5',6'- dihydro-2'Hpyran)-12-yl 2,6-dideoxy-4-O-(2,6dideoxy-3-O-methyl-α-L-arabino-hexopyranosyl)-3-Omethyl-α-L-arabino-hexo pyranoside (ii) (4:1) (ABAMECTINA)........................................................................................................ 84,0 g/L (8,4 % m/v) Propilenoglicol.................................................................................................…...52,5 g/L (5,25 % m/v) Outros Ingredientes............................................................................................. 966,0 g/L (96,6 % m/v)
GRUPO INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: INSETICIDA/ACARICIDA/NEMATICIDA, DE CONTATO E INGESTÃO GRUPO QUÍMICO: AVERMECTINAS TIPO DE FORMULAÇÃO: SUSPENSÃO CONCENTRADA (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: ABAMECTIN TÉCNICO SYN – Registro MAPA nº 9114: North China Pharmaceutical Group Aino Co., Ltd. – 31 Xingye Street, Economic & Technical Development Zone, Shijianzhuang, Hebei Province, China. Qilu Pharmaceutical (Inner Mongolia) Co., Ltd. (Qilu II) - No.2 Wei Si Road, Jinchuannan District, Economy & Technology Development Zone, Hohhot City, China. Qilu Pharmaceutical (Inner Mongolia) Co., Ltd. (Qilu III) - Qilu Road, Arongqi Industrial park, Hulun Buir, Inner Mongolia, China. ABAMECTIN TÉCNICO SYNGENTA HV – Registro MAPA nº 10214: Inner Mongolia New Veyong Bio-Chemical Co., Ltd. – Dalate Region, 014300, Wangaizhao Town Inner Mongolia, China. FORMULADOR: Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5, Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453. Syngenta Crop Protection, LLC. - 4111, Gibson Road - 68107 - Omaha - Nebraska - EUA. Syngenta Production France S.A.S. - Route de la Gare, 30670 Aigues-Vives, França. Syngenta Korea Limited – 87, Seogam-ro 11-gil, Iksan-si, Jeollabuk-do, 54588, República da Coreia. Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031610 - Londrina/PR - CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR. Adama Brasil S/A - Avenida Júlio de Castilho, 2085 - Taquari/RS - CEP: 95860-000 - CNPJ: 02.290.510/0004-19 – Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99. Chemark Zrt. - 06/75 hrsz. Berhida, Peremarton gyártelep, 8182, Hungria.
Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22335, Q.14, L 5 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-750 – Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Cadastro IMA/MG sob nº 8.764. Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 – Uberaba/MG – CNPJ : 23.361.306/0001-79 - Registro no IMA/MG 2972. Syngenta Asia Pacific Pte. Ltd. - 4 Tuas South Drive #06-21, Singapore 637048. Syngenta Limited - Grangemouth Manufacturing Centre, Earls Road, Grangemouth, Stirlingshire FK3 8XG, Reino Unido. Syngenta South Africa (Pty) Limited - 4 Krokodildrift Avenue, Brits 0250, África do Sul. Syngenta S.A. - Carretera Via Mamonal Km 6 – Cartagena-Colômbia. Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsen, 1459 – Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro SAA/CDA/SP sob nº 477. Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP: 13348790, Indaiatuba/SP – CNPJ: 60.744.463/0096-50 - Cadastro da empresa no Estado (CDA) nº 4476. “O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.
| Nº do Lote ou da Partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199 C
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| ABACATE | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| ABACAXI | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| ABÓBORA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 85,6 a 214 mL/ha ou 10,7 a 21,4 mL/100 L (*) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 800-1000 L/ha. | 7 a 10 dias | 3 dias |
| Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 107 a 214 mL/ha ou 10,7 a 21,4 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | |||
| Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 171 a 214 mL/ha ou 17,1 a 21,4 mL/100 L (*) | |||||
| Nematoide-das- galhas (Meloidogyne incognita, Meloidogyne javanica) | 107,1 mL/ha | 5 aplicações | Bandeja: 0,5 L/m² Drench: 50 - 100 mL/planta | - | ||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando forem observados os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Traça-do-tomateiro: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Nematoides: Aplicação única em bandeja antes do transplante, seguida de 4 aplicações, em esguicho no solo (drench) pós- transplante. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Para a cultura da abóbora, não exceder o número máximo de 4 aplicações foliares ou 5 aplicações, sendo 1 em bandeja e 4 em esguicho no solo (drench) por ciclo da cultura. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| ABOBRINHA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 85,6 a 214 mL/ha ou 10,7 a 21,4 mL/100 L (*) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 800-1000 L/ha | 7 a 10 dias | 3 dias |
| Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 107 a 214 mL/ha ou 10,7 a 21,4 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | |||
| Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 171 a 214 mL/ha ou 17,1 a 21,4 mL/100 L (*) | |||||
| Nematoide-das- galhas (Meloidogyne incognita, Meloidogyne javanica) | 107,1 mL/ha | 5 aplicações | Bandeja: 0,5 L/m² Drench: 50 - 100 mL/planta | - | ||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando forem observados os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Traça-do-tomateiro: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Nematoides: Aplicação única em bandeja antes do transplante, seguida de 4 aplicações, em esguicho no solo (drench) pós- transplante. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Para a cultura da abobrinha, não exceder o número máximo de 4 aplicações foliares ou 5 aplicações, sendo 1 em bandeja e 4 em esguicho no solo (drench) por ciclo da cultura. | ||||||
| ACEROLA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 161 mL/ha ou 16,1 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | 7 dias | 3 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| AÇAÍ | Ácaro-da-necrose- do-coqueiro (Aceria guerreronis) | 64,3 mL/ha (*) | 1 aplicação | Pulverização terrestre: 400 L/ha | - | 14 dias |
| Ácaro-vermelho-das- palmeiras (Raoiella indica) | ||||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| ALGODÃO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 - 200 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 150 - 200 L/ha. Pulverização aérea: Convencional: Mín. 20 L/ha Baixo volume oleoso (BVO): Mín. 5 L/ha | 7 dias | 21 dias |
| Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 64,3 a 128,6 mL/ha (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 - 400 L/ha Pulverização aérea: Min. de 20 L/ha | 10 dias | ||
| Curuquerê (Alabama argilacea) | ||||||
| Ácaro-vermelho (Tetranychus ludeni) | 96,4 a 128,6 mL/ha (*) | |||||
| Nematoide-das- galhas (Meloidogyne incognita) | 428,6 mL/ha (*) | 1 aplicação | Pulverização terrestre: 100 - 400 L/ha | - | ||
| Nematoide-da-haste- verde (Aphelenchoides besseyi) | 450 - 700 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 - 200 L/ha Pulverização aérea Convencional: Mín. 20 L/ha Baixo volume oleoso (BVO): Mín. 5 L/ha | 14 dias | ||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Curuquerê: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Nematoide-das-galhas: Aplicar direcionado na linha de plantio sobre as sementes antes do fechamento da linha de plantio. Nematoide-da-haste-verde: Recomenda-se aplicação foliar preventiva em áreas com histórico de presença do alvo ou quando forem constatadas as primeiras plantas com sintomas na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Para a cultura do algodão, não exceder o número máximo de 3 aplicações por ciclo da cultura, sendo 2 foliares e 1 no sulco de plantio. | ||||||
| ALHO | Nematoide-do-alho (Ditylenchus dipsaci) | 42,9 mL/100 L | 1 aplicação | - | - | Não determinado |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Nematoide-do-alho: Aplicação por imersão de bulbilhos por 4 horas, antes do plantio. Aplicação única. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| AMEIXA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 103,2 a 136,8 mL/ha ou 12,9 a 17,1 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | 10 dias | 21 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações | ||||||
| AMENDOIM | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 – 150 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 - 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 100 – 150 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-rajado: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| AMORA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 161 mL/ha ou 16,1 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | 7 dias | 3 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| ANONÁCEAS | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| AZEITONA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro rajado: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| BATATA | Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 100 - 200 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 400 - 500 L/ha. | 7 dias | 14 dias |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| Traça-da-batata (Phthorimaea operculella) | 215 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Mosca minadora: Iniciar as aplicações quando forem observadas as primeiras pontuações ou presença de adultos na cultura. Traça-da-batata: Iniciar as aplicações no início de infestação, nos primeiros sinais de ataque na lavoura. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| BERINJELA | Ácaro-do- bronzeamento (Aculops lycopersici) | 136,8 a 214 mL/ha ou 17,1 a 21,4 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 10 dias | 3 dias |
| Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 85,6 a 161 mL/ha ou 10,7 a 16,1 mL/100 L (*) | |||||
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 85,6 a 214 mL/ha ou 10,7 a 21,4 mL/100 L (*) | |||||
| Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | ||||||
| Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 136,8 a 214 mL/ha ou 17,1 a 21,4 mL/100 L (*) | |||||
| Traça-da-batata (Phthorimaea operculella) | 171,2 a 214 mL/ha ou 21,4 mL/100 L (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando forem observados os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Traça-da-batata: Iniciar as aplicações no início de infestação, nos primeiros sinais de ataque na lavoura. Traça-do-tomateiro: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| CACAU | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | |||||
| Ácaro-das-gemas-do- cacaueiro (Aceria reyesi) | 64,3 mL/ha | Pulverização terrestre: 500 - 1000 L/ha | ||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| CAFÉ | Bicho-mineiro (Perileucoptera coffeella) | 85 mL/ha (*) | 1 aplicação | Pulverização terrestre: 400 L/ha. | - | 14 dias |
| Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis) | ||||||
| Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 85,7 mL/ha | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | ||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Bicho mineiro e Ácaro vermelho: Realizar aplicações foliares no período de intenso crescimento vegetativo, preferencialmente até fevereiro, ou quando necessário no início da infestação nas primeiras folhas com sintomas de ataque. Ácaro-da-leprose: Pulverização foliar no período imediatamente após a colheita. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| CAJU | Ácaro (Tetranychus sp.) | 100 – 250 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 28 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| CANA-DE- AÇÚCAR | Nematoide-das- lesões (Pratylenchus zeae) | 800 - 1.000 mL/ha (*) | 1 aplicação | Pulverização terrestre: 100 - 200 L/ha | - | Não determinado |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Pulverizar no sulco de plantio atingindo os colmos ou propágulos vegetativos (“toletes”, gemas, mudas ou plântulas) e o solo com boa distribuição da calda e cobrir imediatamente após a aplicação. Aplicação única no momento do plantio da cana. | ||||||
| CAQUI | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 28 dias |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| CARAMBOLA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 28 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-rajado: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| CASTANHA- DO-PARÁ | Ácaro-da-necrose- do-coqueiro (Aceria guerreronis) | 64,3 mL/ha (*) | 1 aplicação | Pulverização terrestre: 400 L/ha | - | 14 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. | ||||||
| CHUCHU | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 85,6 a 214 mL/ha ou 10,7 a 21,4 mL/100 L (*) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 800-1000 L/ha | 7 a 10 dias | 3 dias |
| Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 107 a 214 mL/ha ou 10,7 a 21,4 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | |||
| Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 171 a 214 mL/ha ou 17,1 a 21,4 mL/100 L (*) | |||||
| Nematoide-das- galhas (Meloidogyne incognita, Meloidogyne javanica) | 107,1 mL/ha | 5 aplicações | Bandeja: 0,5 L/m² Drench: 50 - 100 mL/planta | |||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando forem observados os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Traça-do-tomateiro: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Para a cultura do chuchu, não exceder o número máximo de 4 aplicações foliares ou 5 aplicações, sendo 1 em bandeja e 4 em esguicho no solo (drench) por ciclo da cultura. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| CITROS | Ácaro-da-falsa- ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 4 - 6 mL/100L água (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 - 2000 L/ha. Pulverização aérea: Convencional: Mín. 20 L/ha Baixo volume oleoso (BVO): Mín. 5 L/ha | 30 dias | 7 dias |
| Larva-minadora-do- citros (Phyllocnistis citrella) | 64 - 120 mL/ha ou 3,2 - 6,0 mL/100 L (*) | |||||
| Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 512 mL/ha (**) ou 6,4 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 5 - 10 L/planta. Pulverização aérea: Min. de 20 L/ha. | 10 dias | ||
| Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 48,6 a 128 mL/ha ou 6,4 mL/100 L (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 759 - 2000 L/ha. Pulverização aérea: Min. de 20 L/ha. | 15 dias | ||
| Ácaro-púrpureo (Panonychus citri) | 48,6 a 162 mL/ha ou 6,4 a 8,1 mL/100 L (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-da-falsa-ferrugem: Monitorar a população de ácaros e iniciar pulverizações com frutos do tamanho de azeitona a bolas de ping pongue. Lava-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando forem observados os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Ácaro-branco, Ácaro-da-leprose e Ácaro-púrpureo: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Para a cultura dos citros, não exceder o número máximo de 3 aplicações por ciclo da cultura. | ||||||
| COCO | Ácaro-da-necrose- do-coqueiro (Aceria guerreronis) | 64,3 mL/ha (*) | 1 aplicação | Pulverização terrestre: 400 L/ha. | - | 14 dias |
| Ácaro-vermelho-das- palmeiras (Raoiella indica) | ||||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| CRISÂNTEMO (***) | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 160,5 a 214 mL/ha ou 10,7 mL/100 L (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 1500 - 2000 L/ha | 8 dias | (UNA) |
| Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 171,2 mL/ha ou 10,7 mL/100 L (*) | Pulverização terrestre: 1600 L/ha | ||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando forem observados os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações | ||||||
| CUPUAÇU | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| DENDÊ | Ácaro-da-necrose- do-coqueiro (Aceria guerreronis) | 64,3 mL/ha (*) | 1 aplicação | Pulverização terrestre: 400 L/ha | - | 14 dias |
| Ácaro-vermelho-das- palmeiras (Raoiella indica) | ||||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. | ||||||
| DUBOISIA | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 171,4 a 257,1 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 150 a 200 L/ha Pulverização aérea: Min. de 20 L/ha | 10 dias | (UNA) |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| ERVILHA | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 - 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 – 150 mL/ha (*) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 100 – 150 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| FEIJÃO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 – 150 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 - 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 64,3 a 85,7 mL/ha (*) | 2 aplicações | Puvlerização terrestre: 230 - 400 L/ha | 10 dias | ||
| Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 107,1 a 160,7 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando forem observados os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| FEIJÕES (qualquer espécie de Phaseolus, Vigna e Cajanus) | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 - 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | 7 dias | 14dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 – 150 mL/ha (*) | |||||
| Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 100 – 150 mL/ha (*) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| FIGO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 28 dias |
| Broca-da-figueira (Azochis gripusalis) | 214 mL/ha ou 21,4 mL/100 L | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | |||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-rajado: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Broca-da-figueira: Pulverização foliar nos ramos no aparecimento da praga ou dos primeiros ramos brocados. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| FRAMBOESA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 161 mL/ha ou 16,1 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | 7 dias | 3 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| GOIABA | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 28 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| GRÃO-DE- BICO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 – 150 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 - 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 100 – 150 mL/ha (*) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-rajado: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| GUARANÁ | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| JILÓ | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 85,6 a 214 mL/ha ou 10,7 a 21,4 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800-1000 L/ha | 10 dias | 3 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| KIWI | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 28 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| LENTILHA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 150 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 - 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Mosca-minadora (Liriomyza spp.) | ||||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-rajado: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| LICHIA | Ácaro (Tetranychus sp.) | 100 – 250 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Ácaro-da-erinose-da- lichia (Aceria litchii) | 64,3 mL/ha | Pulverização terrestre: 500 - 1000 L/ha | ||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| MAÇÃ | Ácaro-vermelho- europeu (Panonychus ulmi) | 161 a 342,4 mL/ha ou 16,1 a 21,4 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 - 1600 L/ha | 10 dias | 14 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| MACADÂMIA | Ácaro-da-necrose- do-coqueiro (Aceria guerreronis) | 60 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-da-necrose-do-coqueiro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| MAMÃO | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| MANGA | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | |||||
| Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae) | 171,2 mL/ha ou 21,4 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 800 L/ha |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Cochonilha: Aplique o produto de modo a atingir folhas, ramos, hastes e tronco, no início do aparecimento da praga. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| MANGABA | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 28 dias |
| Ácaro (Tetranychus sp.) | 100 – 250 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| MARACUJÁ | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| MARMELO | Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) | 103,2 a 136,8 mL/ha ou 12,9 a 17,1 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 L/ha | 10 dias | 21 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| MAXIXE | Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 107 a 214 mL/ha ou 10,7 a 21,4 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | 7 a 10 dias | 3 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 85,6 a 214 mL/ha ou 10,7 a 21,4 mL/100 L (*) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 800 a 1000 L/ha | |||
| Nematoide-das- galhas (Meloidogyne incognita, Meloidogyne javanica) | 107,1 mL/ha | 5 aplicações | Bandeja: 0,5 L/m² Drench: 50 - 100 mL/planta | - | ||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando forem observados os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| Nematoides: Aplicação única em bandeja antes do transplante, seguida de 4 aplicações, em esguicho no solo (drench) pós- transplante. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Para a cultura do maxixe, não exceder o número máximo de 4 aplicações foliares ou 5 aplicações, sendo 1 em bandeja e 4 em esguicho no solo (drench) por ciclo da cultura. | ||||||
| MELANCIA | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 500 - 600 L/ha | 7 dias | 7 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 160 mL/ha (*) | |||||
| Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | ||||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| MELÃO | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 500 - 600 L/ha | 7 dias | 7 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 160 mL/ha (*) | |||||
| Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | ||||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| MIRTILO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 161 mL/ha ou 16,1 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | 7 dias | 3 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| MORANGO | Ácaro-do- enfezamento (Steneotarsonemus pallidus) | 161 mL/ha ou 16,1 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | 7 dias | 3 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | ||||||
| Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | ||||||
| Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 64 mL/ha ou 6,4 mL/100 L (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| NECTARINA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 103,2 a 136,8 mL/ha ou 12,9 a 17,1 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 L/ha | 10 dias | 21 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| NÊSPERA | Ácaro-vermelho (Tetranychus neocaledonicus) | 103,2 a 136,8 mL/ha ou 12,9 a 17,1 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 L/ha | 10 dias | 21 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| NOZ-PECÃ | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-rajado: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| PEPINO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 85,6 a 214 mL/ha ou 10,7 a 21,4 mL/100 L (*) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 800-1000 L/ha | 7 a 10 dias | 3 dias |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 107 a 214 mL/ha ou 10,7 a 21,4 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | |||
| Nematoide-das- galhas (Meloidogyne incognita, Meloidogyne javanica) | 107,1 mL/ha | 5 aplicações | Bandeja: 0,5 L/m² Drench: 50 - 100 mL/planta | - | ||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando forem observados os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Para a cultura do pepino, não exceder o número máximo de 4 aplicações foliares ou 5 aplicações, sendo 1 em bandeja e 4 em esguicho no solo (drench) por ciclo da cultura. | ||||||
| PERA | Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) | 103,2 a 136,8 mL/ha ou 12,9 a 17,1 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 L/ha | 10 dias | 21 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | ||||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| PÊSSEGO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 103,2 a 136,8 mL/ha ou 12,9 a 17,1 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 L/ha | 10 dias | 21 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| PIMENTA | Mosca-minadora (Liriomyza trifolii, Liriomyza huidobrensis | 85,6 a 161 mL/ha ou 10,7 a 16,1 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800-1000 L/ha | 10 dias | 3 dias |
| Ácaro-do- bronzeamento (Aculops lycopersici) | 136,8 a 214 mL/ha ou 17,1 a 21,4 mL/100 L (*) | |||||
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 85,6 a 214 mL/ha ou 10,7 a 21,4 mL/100 L (*) | |||||
| Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | ||||||
| Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 51,2 a 64 mL/ha ou 6,4 mL/100 L (*) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 136,8 a 214 mL/ha ou 17,1 a 21,4 mL/100 L (*) | |||||
| Traça-da-batata (Phthorimaea operculella | 171,2 a 214 mL/ha ou 21,4 mL/100 L (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando forem observados os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Traça-da-batata: Iniciar as aplicações no início de infestação, nos primeiros sinais de ataque na lavoura. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| PIMENTÃO | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 85,6 a 214 mL/ha ou 10,7 a 21,4 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 10 dias | 3 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | ||||||
| Mosca-minadora (Liriomyza sativae) | 128,8 a 161 mL/ha ou 16,1 mL/100 L | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando forem observados os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| PINHÃO | Ácaro-da-necrose- do-coqueiro (Aceria guerreronis) | 64,3 mL/ha (*) | 1 aplicação | Pulverização terrestre: 400 L/ha | - | 14 dias |
| Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | ||||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. | ||||||
| PITANGA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 161 mL/ha ou 16,1 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | 7 dias | 3 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| PLANTAS ORNAMENTAI S (***) | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 160,5 a 214 mL/ha ou 10,7 mL/100 L (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 1600 L/ha | 8 dias | UNA |
| Mosca-minadora (Liriomyza huidobresis) | 171,2 mL/ha ou 10,7 mL/100 L (*) | Pulverização terrestre: 400 L/ha | ||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando forem observados os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| PUPUNHA | Ácaro-da-necrose- do-coqueiro (Aceria guerreronis) | 64,3 mL/ha (*) | 1 aplicação | Pulverização terrestre: 400 L/ha | - | 14 dias |
| Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | ||||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. | ||||||
| QUIABO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 85,6 a 214 mL/ha ou 10,7 a 21,4 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 800-1000 L/ha | 10 dias | 3 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| ROMÃ | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 60 – 120 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | |||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| ROSA (***) | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 160,5 a 214 mL/ha ou | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 1500 - 2000 L/ha | 8 dias | UNA |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| 10,7 mL/100 L (*) | ||||||
| Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 171,2 mL/ha ou 10,7 mL/100 L (*) | Pulverização terrestre: 1600 L/ha | ||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando forem observados os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| SIRIGUELA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 161 mL/ha ou 16,1 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | 7 dias | 3 dias |
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| SOJA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 60 - 150 mL/ha (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 150 - 200 L/ha. Pulverização aérea: Convencional: Mín. 20 L/ha Baixo volume oleoso (BVO): Mín. 5 L/ha | 7 dias | 14 dias |
| Tripes (Caliothrips phaseoli) | ||||||
| Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 53,6 a 160,7 mL/ha (*) | Pulverização terrestre: 200 L/ha Pulverização aérea: Min. de 20 L/ha | 10 dias | |||
| Ácaro-verde (Mononychellus planki) | 190,5 mL/ha (*) | |||||
| Nematoide-das- galhas (Meloidogyne incognita) | 428,6 mL/ha | 1 aplicação | Pulverização terrestre: 100 - 400 L/ha | - | ||
| Lesma (Sarasinula linguaeformis) | 450 - 700 mL/ha (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 - 200 L/ha Pulverização aérea Convencional: Mín. 20 L/ha Baixo volume oleoso (BVO): Mín. 5 L/ha | 14 dias | ||
| Nematoide-da-haste- verde (Aphelenchoides besseyi) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Tripes: Recomenda-se monitorar constantemente o tripes na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Nematoide-das-galhas: Aplicar direcionado na linha de plantio sobre as sementes antes do fechamento da linha de plantio. Lesma: Recomenda-se monitorar constantemente a lavoura, principalmente na fase inicial da cultura, e realizar pulverização foliar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Nematoide-da-haste-verde: Recomenda-se aplicação foliar preventiva em áreas com histórico de presença do alvo ou quando forem constatadas as primeiras plantas com sintomas na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Para a cultura da soja, não exceder o número máximo de 3 aplicações por ciclo da cultura, sendo 2 foliares e 1 no sulco de plantio. | ||||||
| TOMATE | Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 160 a 200 ml/ha ou 16 - 20 mL/100L água (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha. | 7 dias | 3 dias |
| Ácaro-do- bronzeamento (Aculops lycopersici) | 102,6 a 128,4 mL/ha ou 17,1 a 21,4 mL/100 L (*) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 600 L/ha | 7 a 10 dias | ||
| Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 80,5 a 193,2 mL/ha ou 16,1 a 21,4 mL/100 L (*) | Pulverização terrestre: 500 a 1200 L/ha | ||||
| Mosca-minadora (Liriomyza trifolii) | 193,2 mL/ha ou 16,1 mL/100 L (*) | Pulverização terrestre: 1200 L/ha | ||||
| Traça-da-batata (Phthorimaea operculella) | 171,2 a 256,8 mL/ha ou 21,4 mL/100 L (*) | Aplicação terrestre: 800 - 1200 L/ha | ||||
| Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 171 a 256,8 mL/ha ou 17,1 a 21,4 mL/100 L (*) | Aplicação terrestre: 1000 - 1200 L/ha | ||||
| Nematoide-das- galhas (Meloidogyne incognita, Meloidogyne javanica) | 107,1 mL/ha | 5 aplicações | Bandeja: 0,5 L/m² Drench: 50 - 100 mL/planta | - | ||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaros: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-minadora, Traça-do-tomateiro e Traça-da-batata: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando forem observados os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||||
| UVA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 – 250 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 - 1000 L/ha | 7 dias | 28 dias |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | INTERVALO DE APLICAÇÃO | INTERVALO DE SEGURANÇA |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
| ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-rajado: Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
(*) Adicionar adjuvante recomendado pelo Fabricante. Dissolver o produto previamente em água e depois acrescentar o adjuvante. (**) Considerando dose/planta no plantio adensado de 800 plantas/hectare. (***) De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019). Devido ao grande número de espécies e variedades de culturas que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomendase que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala. (UNA) = Uso não alimentar Para todas as culturas acima, a menor dose deve ser recomendada no início da infestação ou aparecimento dos primeiros sintomas de danos na área, e a maior dose recomendada em áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Preparo da calda: O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. Dissolver o produto previamente em água e depois acrescentar o adjuvante. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda. Pulverização terrestre: O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser tratorizado com barra ou autopropelido ou turbo atomizador, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros: - Pressão de trabalho: 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados); - Diâmetro de gotas: 200 a 400 µm (micrometro) DMV (diâmetro mediano volumétrico); - Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2. Abacate, Azeitona, Cacau, Caju, Caqui, Carambola, Cupuaçu, Figo, Goiaba, Guaraná, Kiwi, Lichia, Mamão, Manga, Mangaba, Maracujá, Noz-Pecã, Romã e Uva: Realizar aplicação com trator montado (capacidade operacional menor que 65 ha/dia) com cabine fechada. Abacaxi, Amendoim, Anonáceas, Café, Ervilha, Feijão, Feijões, Grão-de-bico, Lentilha, Melancia e Melão: Realizar aplicação com trator montado ou autopropelido.
Macadâmia: Realizar aplicação com trator montado ou autopropelido com cabine fechada. Abóbora, Abobrinha, Chuchu, Maxixe e Pepino: Foliar: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com volume de calda de 800 a 1000 L/ha de acordo com o alvo. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante. Bandeja: Fazer uma aplicação na bandeja antes do transplantio em forma de rega. Utilizar volume de calda de 0,5 L/m², suficiente para dar uma boa cobertura, sem escorrimento. Irrigar levemente com água, logo após a aplicação do produto. Solo pós-transplante: Aplicações via esguicho (drench), na superfície do solo ao redor das plantas, de modo a cobrir a zona do sistema radicular. Utilizar volume de calda de 50 a 100 mL/planta; irrigar logo após a aplicação do produto ou aplicar em solo úmido. Açaí, Castanha-do-pará, Coco, Dendê, Pinhão e Pupunha: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado ou autopropelido com volume de calda de 400 L/ha. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante. Acerola, Amora, Framboesa, Mirtilo, Morango, Pitanga e Siriguela: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com volume de calda de 1000 L/ha. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante. Algodão foliar: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou autopropelido com volume de calda de 150 a 400 L/ha. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante. Algodão solo: Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou autopropelido com volume de calda de 100 a 400 L/ha. Aplicar direcionado na linha de plantio sobre as sementes antes do fechamento da linha de plantio. Alho: Fazer imersão dos bulbilhos na calda do produto na dose recomendada, durante 4 horas, antes do plantio. A quantidade de calda deve ser otimizada de modo a minimizar sobras. Caso haja sobra de produto após a imersão dos bulbilhos, recomenda-se que a calda remanescente seja diluída em água e aplicada nas bordaduras da área plantada. Ameixa, Marmelo, Nectarina, Nêspera, Pera e Pêssego: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador ou atomizador tratorizado com volume de calda de 800 L/ha. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante. Batata: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou autopropelido com volume de calda 400 a 500 L/ha. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante.
Berinjela, Jiló, Pimenta, Pimentão e Quiabo: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com volume de calda de 800 a 1000 L/ha. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante, de acordo com a tabela de alvos acima. Cacau e Lichia: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com cabine fechada, com volume de calda de 500 a 1000 L/ha. Café: Pulverização foliar. Utilizar atomizador ou pulverizador tratorizado com volume de calda de 400 a 1000 L/ha. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante. Cana-de-açúcar: Pulverização no sulco de plantio (cana-planta): A aplicação deverá ser feita dirigindo o jato no sulco de plantio de modo a atingir os colmos ou propágulos vegetativos (“toletes”, gemas, mudas ou plântulas) e o solo com boa distribuição da calda e cobrir imediatamente após a aplicação. Utilizar volume de 100 a 200 L/ha. Citros: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado ou turbo atomizador com volume de aplicação de acordo com a tabela de recomendação acima. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante. Crisântemo: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com volume de calda de 1600 a 2000 L/ha. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante. Duboisia: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com volume de calda de 150 a 200 L/ha. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante. Feijão: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com volume de calda de 230 a 400 L/ha. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante. Figo: Utilizar pulverizador tratorizado com cabine fechada com volume de aplicação de 1000 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Maçã: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador ou atomizador tratorizado com volume de aplicação de 1000 a 1600 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante. Manga: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com cabine fechada, com volume de calda de 800 L/ha. Plantas ornamentais e Rosa: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com volume de calda de 1500 a 2000 L/ha, de acordo com as recomendações de uso. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante.
Soja foliar: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou autopropelido com volume de calda de 150 a 200 L/ha. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante. Soja solo: Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou autopropelido com volume de calda de 100 a 400 L/ha. Aplicar direcionado na linha de plantio sobre as sementes antes do fechamento da linha de plantio. Tomate: Foliar: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com volume de calda de 500 a 1200 L/ha de acordo com o alvo. Adicionar adjuvante específico recomendado pelo fabricante. Bandeja: Fazer uma aplicação na bandeja antes do transplantio em forma de rega. Utilizar volume de calda de 0,5 L/m², suficiente para dar uma boa cobertura, sem escorrimento. Irrigar levemente com água, logo após a aplicação do produto. Solo pós-transplante: Aplicações via esguicho (drench), na superfície do solo ao redor das plantas, de modo a cobrir a zona do sistema radicular. Utilizar volume de calda de 50 a 100 mL/planta; irrigar logo após a aplicação do produto ou aplicar em solo úmido. Aplicação por Sistema de irrigação por Aspersão (Convencional, Pivô Central ou Microaspersão): Utilizar equipamentos de irrigação ajustados de modo a possibilitar cobertura uniforme do produto. Importante utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados. Verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem do equipamento. Pulverização aérea: Para as culturas indicadas na tabela de recomendação, VERTIMEC 84 SC pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Para aplicação aérea BVO (Baixo Volume Oleoso), utilizar adjuvante de acordo com a recomendação do fabricante. Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura. Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea. Aplicação via drones agrícolas: O produto VERTIMEC 84 SC pode ser aplicado através de drones agrícolas, devendo ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura
das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha. Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA). Para todos os tipos de pulverização, recomenda-se utilizar técnicas de redução de deriva, tais como: - Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização, adequadas ao equipamento em uso); - Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva; - Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes; - Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente. Condições meteorológicas recomendadas para a aplicação: Temperatura do ar: abaixo de 30 ºC Umidade relativa do ar: acima de 55% Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas. Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro. Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador do produto. Os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, ou seja, a interação do equipamento de pulverização e as condições meteorológicas no momento da aplicação (velocidade do vento, umidade, temperatura e ocorrência de inversão térmica ou chuvas/orvalho).
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
| CULTURA | INTERVALO DE REENTRADA (Dias)* |
|---|---|
| Abacate | 3 (2) |
| Abacaxi | 1 (2) |
| Abóbora | ** (1) |
| Abobrinha | ** (1) |
| Açaí | ** (1) |
| Acerola | 1 (1) |
| Algodão (foliar) | ** (1) |
| Algodão (sulco de plantio) | ** |
| Alho | Não se aplica |
| Ameixa | 1 (1) |
| Amendoim | 1 (1) |
| Amora | ** (1) |
| CULTURA | INTERVALO DE REENTRADA (Dias)* |
|---|---|
| Anonáceas | 1 (2) |
| Azeitona | 3 (2) |
| Batata | 2 (1) |
| Berinjela | ** (1) |
| Cacau | ** (1) |
| Café | 3 (1) |
| Caju | 3 (2) |
| Cana-de-açúcar | Não se aplica |
| Caqui | 3 (2) |
| Carambola | 3 (2) |
| Castanha-do-Pará | ** (1) |
| Chuchu | ** (1) |
| Citros | 4 (1) |
| Coco | ** (1) |
| Crisântemo | ** (1) |
| Cupuaçu | 3 (2) |
| Dendê | ** (1) |
| Duboisia | 1 (1) |
| Ervilha | 1 (1) |
| Feijão | ** (1) |
| Feijões | 1 (1) |
| Figo | 2 (1) |
| Framboesa | ** (1) |
| Goiaba | 3 (2) |
| Grão-de-bico | 1 (1) |
| Guaraná | 7 (2) |
| Jiló | ** (1) |
| Kiwi | 7 (2) |
| Lentilha | 1 (1) |
| Lichia | ** (2) |
| Maçã | 2 (1) |
| Macadâmia | ** (2) |
| Mamão | 3 (2) |
| Manga | 2 (1) |
| Mangaba | 3 (2) |
| Maracujá | 7 (2) |
| Marmelo | ** (1) |
| Maxixe | ** (1) |
| Melancia | ** (2) |
| Melão | ** (2) |
| Mirtilo | ** (1) |
| Morango | ** (1) |
| Nectarina | 1 (1) |
| Nêspera | 1 (1) |
| Noz-pecã | 3 (2) |
| Pepino | ** (1) |
| Pera | ** (1) |
| Pêssego | 1 (1) |
| Pimenta | ** (1) |
| Pimentão | ** (1) |
| Pinhão | ** (1) |
| Pitanga | 1 (1) |
| Plantas ornamentais | ** (1) |
| CULTURA | INTERVALO DE REENTRADA (Dias)* |
|---|---|
| Pupunha | ** (1) |
| Quiabo | ** (1) |
| Romã | 3 (2) |
| Rosa | ** (1) |
| Siriguela | 1 (1) |
| Soja (foliar) | ** (1) |
| Soja (sulco de plantio) | ** |
| Tomate | ** (1) |
| Tomate (Bandeja + drench) | 0 (1) |
| Uva | 7 (2) |
Uva 7 (2) * Atividades de 8 horas. ** Intervalo de Reentrada até a secagem da calda. (1) Após o intervalo de reentrada, o trabalhador deve usar vestimenta simples (calças e camisa de mangas compridas, meias e sapato) para a realização das atividades na cultura (2) Após o intervalo de reentrada, o trabalhador deve usar vestimenta simples e luvas para a realização das atividades na cultura Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador. Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, para aplicações com turbopulverizador, considerar uma distância mínima de 48 m de corpos d’água, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto. Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho. - Está proibida a aplicação do produto Vertimec 84 SC com equipamento costal e estacionária pelo risco ao aplicador. - Está proibida a aplicação do produto Vertimec 84 SC com turbopulverizador autopropelido para as culturas do Abacate, Azeitona, Cacau, Caju, Caqui, Carambola, Cupuaçu, Figo, Goiaba, Guaraná, Kiwi, Lichia, Mamão, Manga, Mangaba, Maracujá, Noz-pecã, Romã e Uva. - Utilizar tecnologia de redução de deriva de pelo menos 50% para aplicação com equipamento tratorizado nas culturas do Abacate, Algodão, Azeitona, Cacau, Café, Caju, Caqui, Carambola, Cupuaçu, Figo, Goiaba, Guaraná, Kiwi, Lichia, Mamão, Manga, Mangaba, Maracujá, Noz-pecã, Romã, Tomate e Uva. - Manutenção da bordadura de 05 metros livres na aplicação com equipamento tratorizado nas culturas do Abacate, Abacaxi, Algodão, Amendoim, Anonáceas, Azeitona, Batata, Cacau, Café, Caju, Caqui, Carambola, Citros, Cupuaçu, Ervilha, Feijão, Feijões, Figo, Goiaba, Grão-de-bico, Guaraná, Kiwi,
Lentilha, Lichia, Macadâmia, Mamão, Manga, Mangaba, Maracujá, Melancia, Melão, Noz-pecã, Romã, Soja, Tomate e Uva. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação. - O operador que realizar as tarefas de mistura e abastecimento não poderá realizar a tarefa de aplicação em sulco de plantio na cultura da Cana-de-açúcar. Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Testes de campo demonstraram que, nas culturas e doses recomendadas, não há efeito fitotóxico. Devido ao grande número de espécies e variedades das culturas indicadas nesta bula, recomenda-se que o usuário aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
GRUPO INSETICIDA A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida VERTIMEC 84 SC pertence ao grupo 6 (Moduladores alostéricos de canais de cloro mediados pelo glutamato: Avermectinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do VERTIMEC 84 SC como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo de inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismos de ação distintos do grupo 6 (Moduladores alostéricos de canais de cloro mediados pelo glutamato: Avermectinas). Sempre rotacionar com produtos de mecanismos de ação efetivos para a praga alvo; • Usar VERTIMEC 84 SC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janela) de cerca de 30 dias. Esta janela para os inseticidas do grupo 6 é definido como o período de atividade residual proporcionado pelas aplicações sequenciais ou isolada dos inseticidas deste grupo; • Aplicações sucessivas de VERTIMEC 84 SC podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicação” não exceda o período de uma geração da praga-alvo; • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do VERTIMEC 84 SC, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico 6 (Moduladores alostéricos de canais de cloro mediados pelo glutamato: Avermectinas) não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula; • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização de VERTIMEC 84 SC ou outros produtos do grupo 6 (Moduladores alostéricos de canais de cloro mediados pelo glutamato: Avermectinas) quando for necessário; • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e a modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, Controle biológico, destruição dos restos culturais, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos ou vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças comprida, botas de borracha, avental impermeável, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos. • Seguir as recomendações do fabricante de Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize e Equipamento de Proteção Individual – EPI na seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental impermeável, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato com a névoa do produto. • Utilize e Equipamento de Proteção Individual – EPI na seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção para produtos químicos e botas de borracha). • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: Touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, botas de borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção para produtos químicos e equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Tóxico se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Fatal se inalado Provoca danos ao Sistema Nervoso Central por exposição repetida ou prolongada Suspeita-se que prejudique o feto (malformações congênitas) Pode ser nocivo às crianças alimentadas com leite materno PERIGO PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR VERTIMEC® 84 SC -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Abamectina: Avermectina |
|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 2: Produto altamente tóxico |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são consideradas as mais relevantes. | ||
|---|---|---|---|
| Toxicocinética | Abamectina: A abamectina é uma mistura das avermectinas B1a (≥ 80%) e B1b (≤ 20%). Quando doses únicas de avermectina B1a a 0,5 mg/kg p.c. e 5 mg/kg p.c. foram administradas a ratos por via oral, sua absorção foi rápida e quase completa pelo trato gastrointestinal (86%). A distribuição ocorreu nos principais tecidos e órgãos, sendo as maiores concentrações de resíduos localizadas na gordura. As principais reações envolvidas na biotransformação da avermectina B1a são desmetilação, hidroxilação, clivagem do anel oleandrosil e reações de oxidação. A substância é rapidamente eliminada, quase que exclusivamente pelas fezes por excreção não biliar, ou seja, a recirculação enterohepática não desempenha papel importante no processo de excreção. O perfil toxicológico da avermectina B1b foi investigado em estudo comparativo de distribuição e mostrou-se essencialmente o mesmo que o da avermectina B1a. | ||
| Toxicodinâmica | Abamectina: A abamectina atua como agonista do ácido gama amino butírico (GABA) e glutamato. Ela mimetiza a ação do GABA, competindo pelos mesmos receptores no neurônio pós-sináptico das células musculares e nervosas de inverterbrados. A ligação ao receptor resulta em aumento da permeabilidade da célula aos íons cloreto, o que essencialmente bloqueia a passagem dos impulsos nervosos, levando à paralisia e morte. Em mamíferos, esse modo de ação é pouco relevante, uma vez que os canais iônicos mediados por GABA são presentes apenas no cérebro e, devido ao alto peso molecular da abamectina, está dificilmente atravessa a barreira hematoencefálica. Adicionalmente, os canais de cloreto controlados por glutamato não estão presentes nos nervos e nas células musculares dos mamíferos. | ||
| Sintomas e sinais clínicos | As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de abamectina, VERTIMEC 84 SC: Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos (Up and Down procedure), um animal foi inicialmente exposto a um teste limite na dose de 2000 mg/kg p.c. e apresentou postura anormal e redução da atividade, vindo à óbito no dia da administração da dose. Um teste principal foi conduzido com mais seis animais submetidos às doses de 175 e 550 mg/kg p.c. Na dose de 175 mg/kg p.c. não foi observada mortalidade. Dentre os sinais clínicos, observou-se redução da atividade, posição anormal, piloereção, tremores, redução de volume fecal, marcha anormal e secreção bucal. Todos os sinais foram completamente revertidos até o dia 6 do estudo. Na dose de 550 mg/kg p.c. foi observada mortalidade em dois de três animais e uma fêmea foi eutanasiada por conta dos sinais observados. Os sinais clínicos observados antes da morte desses animais incluíram: Redução da atividade, postura anormal e tremores. Exposição inalatória: No estudo de toxicidade aguda inalatória, os ratos foram expostos às concentrações de 0,054 e 0,53 mg/L da substância teste. Na concentração de 0,054 mg/L dois animais apresentaram tremores e postura anormal e foram eutanasiados em seguida por conta dos sinais observados. Nos animais sobreviventes, observou-se redução da atividade, postura curvada e tremores, que foram completamente revertidos no dia 2 do estudo. Na concentração de 0,53 mg/L, quatro animais morreram e outros seis apresentaram redução da atividade, postura anormal e tremores e foram eutanasiados em seguida por conta dos sinais observados. Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica em ratos, não foi observada mortalidade entre os ratos expostos à dose de 2000 mg/kg. Os sinais clínicos observados incluíram: Respiração irregular, redução da atividade e redução do volume fecal. Todos os sinais foram completamente revertidos até o dia 3 do estudo. Em estudo de irritação cutânea in vivo realizado em coelhos, todos os animais expostos apresentaram eritema muito leve na avaliação de 24 horas. Os sinais foram revertidos |
| para todos os animais até 48 horas do estudo. O produto foi considerado não irritante para a pele de coelhos. O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo Teste de Buehler. Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular in vivo realizado em coelhos, nenhum animal apresentou efeitos de irritação nas avaliações de 24, 48 e 72 horas. O produto não foi considerado irritante para os olhos de coelhos. Exposição crônica: O ingrediente ativo foi considerado não mutagênico, teratogênico ou carcinogênico para seres humanos. À luz dos conhecimentos atuais, o ingrediente ativo não é considerado desregulador endócrino e não interfere com a reprodução. Vide item “efeitos crônicos” abaixo. | |||
|---|---|---|---|
| Outros componentes | Propilenoglicol é um composto orgânico utilizado em diversas áreas industriais, incluindo alimentícia e cosmética e como ingrediente inerte em formulações de agroquímicos. Em estudos em animais para verificar o perfil de toxicidade aguda, o propilenogicol apresentou baixa toxicidade aguda, com valor de DL50 oral em rato de 8000- 46000mg/Kg, não foi classificado como irritante ocular ou dérmico e não apresentou efeitos de sensibilizante; sendo classificado toxicologicamente como categoria IV – componente de mínima preocupação toxicológica e ambiental. Entretanto, a exposição crônica ou prolongada, via ocular e dérmica pode causar irritação ocular leve com hiperemia e irritação dérmica leve. Distúrbios gastrintestinais, náuseas e vômitos foram observados após a ingestão. A exposição crônica pode causar acidose láctica, hipoglicemia, estupor e convulsões; lesão renal e hepática foram observado apenas em animais. | ||
| Diagnóstico | O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. | ||
| Tratamento | Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente. Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os efeitos locais. Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder com: - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff. ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição. |
| Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento. Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico. Antídoto: Não há antídoto específico. Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. É prudente que se evite drogas que estimulem o efeito do GABA (barbitúricos, benzodiazepinas, ácido valproico), devido à ação agonista da abamectina. Efeitos das interações químicas Não foram relatados efeitos de interações químicas para abamectina em humanos. ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas) Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com | Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento. Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico. Antídoto: Não há antídoto específico. Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. | ||
|---|---|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. É prudente que se evite drogas que estimulem o efeito do GABA (barbitúricos, benzodiazepinas, ácido valproico), devido à ação agonista da abamectina. | ||
| Efeitos das interações químicas | Não foram relatados efeitos de interações químicas para abamectina em humanos. | ||
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) | ||
| As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) | |||
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas) Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com |
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório: Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: 310,2 mg/kg p.c. (Intervalo de Confiança 95%: 175 – 550 mg/kg p.c.) DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: 0,054 – 0,53 mg/L Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea in vivo realizado em coelhos, todos os animais expostos apresentaram eritema muito leve na avaliação de 24 horas. Os sinais foram revertidos
para todos os animais até 48 horas do estudo. O produto foi considerado não irritante para a pele de coelhos. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular in vivo realizado em coelhos, nenhum animal apresentou efeitos de irritação nas avaliações de 24, 48 e 72 horas. O produto não foi considerado irritante para os olhos de coelhos. Sensibilização cutânea em cobaias (teste de Buehler): O produto não foi considerado sensibilizante dérmico. Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as vias respiratórias. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Abamectina: A carcinogenicidade da abamectina foi investigada em estudos conduzidos em ratos e camundongos, tratados por via oral nas doses de 0,75; 1,5; e 2 mg/kg p.c./dia (ratos) e 2, 4 e 8 mg/kg p.c./dia (camundongos). Os efeitos observados em ratos foram tremores corporais e aparência debilitada na maior dose (2 mg/kg p.c./dia), além de aumento de peso em todos os níveis de dose (NOAEL 1,5 mg/kg p.c./dia); em camundongos foram observados tremores corporais nas fêmeas tratadas em todos os níveis de dose, mortalidade de duas fêmeas nos níveis de dose mais altos, aumento na mortalidade de machos e redução no ganho de peso corpóreo de fêmeas tratadas com a maior dose (8 mg/kg p.c./dia) (NOEL 4 mg/kg p.c./dia). Não foram observadas evidências de carcinogenicidade em ambos os estudos. Estudos in vitro, com células bacterianas e de mamíferos, e um estudo in vivo, em células da medula óssea de camundongos, não indicaram evidência de mutagenicidade para abamectina. No estudo de 2 gerações em ratos tratados com abamectina nas doses de 0,05; 0,12 e 0,4 mg/kg p.c./dia, a substância induziu toxicidade neonatal, manifestada como aumento da mortalidade e retardo do crescimento, e um aumento na incidência de anomalia transitória na retina em proles de F1 e F2 (lesão considerada como reversível, relacionada ao retardo de crescimento) no grupo de maior dose. O NOAEL reprodutivo foi > 0,4 mg/kg p.c./dia, enquanto que o NOAEL fetal foi 0,12 mg/kg p.c./dia. A toxicidade para o desenvolvimento foi investigada por estudos em ratos e coelhos tratados com abamectina nas doses de 0,4; 0,8; e 1,6 mg/kg p.c./dia (ratos) e 0,5; 1; e 2 mg/kg p.c./dia (coelhos). A abamectina não induziu toxicidade ao desenvolvimento de ratos em níveis de doses que induziram toxicidade materna (NOAEL materno 1,6 mg/kg p.c./dia; NOAEL para o desenvolvimento > 1,6 mg/kg p.c./dia). No estudo em coelhos, foi observado atraso na ossificação, aumento da incidência de fenda palatina, onfalocele e deformidades nos pés no grupo de maior dose em um pequeno número de ninhadas tratadas em um nível de dose indutora de toxicidade materna (NOEL para desenvolvimento e NOEL materno 1 mg/kg p.c./dia). Não foram observados efeitos teratogênicos nos estudos acima descritos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE • Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). X Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos). • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto do período de maior visitação de abelhas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 1.1 INSTRUÇÕES DE MITIGAÇÃO PARA: - Aves e mamíferos Para a cultura do alho: • Cobrir completamente os bulbilhos de alho com terra e recolher aqueles que ficarem expostos. - Polinizadores • Não aplicar este produto durante o florescimento das culturas. • Informar aos apicultores próximos antes de aplicar este produto. • Não permita que a deriva de pulverização atinja áreas de vegetação nativa ou outras culturas vizinhas em fase de florescimento. • Para aplicações terrestres, respeitar uma zona de contenção de 10 metros para as culturas do algodão e soja, e 15 metros para as culturas do abacate, abacaxi, amendoim, anonáceas, azeitona, cacau, caju, carambola, caqui, cupuaçu, ervilha, feijão, feijões, figo, goiaba, grão-de-bico, guaraná, lentilha, lichia, kiwi, macadâmia, mamão, manga, mangaba, maracujá, melancia, melão, noz-pecã, romãe uva, entre a área tratada e as áreas de vegetação natural adjacentes. • Para aplicações aéreas, respeitar uma zona de contenção de 44 metros para as culturas do algodão e soja, 60 metros para a cultura da maçã, 40 metros para as culturas solanaceas e duboisia, e 20 metros para a cultura do citros, entre a área tratada e as áreas de vegetação natural adjacentes. • Não aplicar durante o período de floração para a cultura da Soja.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. • Telefone da empresa 0800 704 4304. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.