V2024 10 24 VERSION Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 5817
COMPOSIÇÃO
Ammonium 4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DL-homoalanin-4-yl(methyl) phosphinate (GLUFOSINATO SAL DE AMÔNIO) ..................................................200,0 g/L (20,00 % m/v) Outros Ingredientes..................................................................................................890,7 g/L (89,07 % m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida GRUPO QUÍMICO: Homoalanina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Avenida Maeda, s/n° - Prédio Comercial - Térreo - Distrito Industrial. CEP:14500-000 - Ituverava/SP - CNPJ: 02.974.733/0001-52 - Telefone (19) 3794-5600 Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO LIER - REGISTRO MAPA Nº 42519 LIER CHEMICAL CO., LTD. The Economic and Technical Development Zone, Mianyang City, Sichuan Province - 621000 - China GLUFOSINATE AMMONIUM TÉCNICO UPL BR – REGISTRO MAPA Nº 11115 YONGNONG BIOSCIENCES CO., LTD. nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang - China GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO UPL – REGISTRO MAPA Nº 2917 SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED Plot nº 750, G.I.D.C., P.B nº 9 Dist. Bharuch - Gujarat - India FORMULADOR: Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co., Ltd. North Area of Dongsha Chem-Zone, Zhangjiagang, Jiangsu, 215600 - China Laoting Yoloo Bio-Technology Co., Ltd. No A-3 Tianjin Road, Laoting Economic Development Zone, Hebei Province, 063600 - China Lier Cropscience Co., Ltd. No. 329 South Mianzhou Avenue, Mianyang, Sichuan, 621000 - China Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Avenida Roberto Simonsem, 1459, Recanto dos Pássaros, Paulínia/SP, CEP: 13148-030 CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Telefone: (19) 3874-7000 Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 477 Página 2 de 32
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122, Salto de Pirapora/SP, CEP: 18160-000 CNPJ: 02.974.733/0010-43 - Telefone: (15) 3292-1161 Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153 UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Avenida Maeda, s/n°, Prédio comercial, Térreo, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000 CNPJ: 02.974.733/0001-52 - Telefone: (19) 3794-5600 Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050 UPL Limited (Unit 3) Plot Nº 3101/3102, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia Yongnong Biosciences Co., Ltd. Nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang – China IMPORTADOR: ORIGEO COMÉRCIO DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rua Projetada, 150, Distrito Industrial - Cuiabá/MT CNPJ: 44.552.174/0005-66 - Cadastro no Estado (INDEA/MT) nº 29697 R C/Trecho 03, S/N, complemento: Parte Armazém G, Bairro: Centro Industrial do Cerrado CEP: 47850-000 - Luis Eduardo Magalhães/BA CNPJ: 44.552.174/0003-02 - Cadastro no Estado (ADAB/BA) nº 138023 Avenida A, n° 01, Quadra A, Lote 1A a 2A, Sala UBDS, Distrito Industrial CEP: 65800-000 - Balsas/MA CNPJ: 44.552.174/0002-13 - Cadastro no Estado (AGED/MA) nº 1117 Avenida Constante Pavan, n° 4633, Betel - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP CNPJ: 44.552.174/0008-09 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4431
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
AGITE ANTES DE USAR. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010).
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO
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INSTRUÇÕES DE USO
VERSION tem controle eficiente em pós-emergência das plantas infestantes que ocorrem nas culturas de alface, banana, batata, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho, trigo e uva; na dessecação pré-colheita de batata, ervilha, cana-de-açúcar, cevada, feijão, feijão-mungo, feijãoguandu, feijão-caupi, feijão-fava, feijão-vagem, grão-de-bico, lentilha, soja e trigo. No sistema de plantio direto, milho, soja e trigo. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:
| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| ALFACE | Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 2 a 4 folhas | 1,5 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar em jato dirigido em pós- emergência das plantas infestantes, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 4 folhas. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
| Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
| Erva-de- passarinho (Stellaria media) | |||||
| Solvia (Soliva anthemifolia) | 2,0 | ||||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||||
| BANANA | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | Até 1 perfilho | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas infestantes de folha larga estiverem com 4 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
| Capim-guaçu (Paspalum conspersum) | |||||
| Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | |||||
| Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | 4 a 6 folhas | ||||
| Crepis (Crepis japônica) | |||||
| Macela-branca (Gnaphalium spicatum) |
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| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
| Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis) | |||||
| Erva-cará (Dioscorea batatas) | |||||
| BATATA (Pré emergência da cultura) | Caruru (Amaranthus viridis) | 2 a 4 folhas | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura); realizar a aplicação quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
| Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
| Carrapicho- rasteiro (Acanthospermum australe) | |||||
| Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | Até 1 perfilho | ||||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) |
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| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BATATA | USO PARA DESSECAÇAO | 2,0 | Aplicar sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) com 10 a 20cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Efetuar uma única aplicação por ciclo de cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
| CAFÉ | Trapoeraba | Até 4 folhas | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, e guanxuma-branca, aplicar quando estivem com até 4 folhas. Para Guanxuma até 6 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Efetuar uma única aplicação por ciclo de cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||
| (Commelina | |||||||
| benghalensis) | |||||||
| Picão-preto | |||||||
| (Bidens pilosa) | |||||||
| Buva | |||||||
| (Conyza | |||||||
| bonariensis) | |||||||
| Macela-branca | |||||||
| (Gnaphalium | |||||||
| spicatum) | |||||||
| Mentrasto | |||||||
| (Ageratum | |||||||
| conyzoides) | |||||||
| Caruru | |||||||
| (Amaranthus | |||||||
| viridis) | |||||||
| Beldroega | |||||||
| (Portulaca | |||||||
| oleracea) | |||||||
| ( | Guanxuma | Até 6 folhas | 3,0 | ||||
| Sida rhombifolia) | |||||||
| G | uanxuma-branca | 2 a 4 folhas | 2,0 | ||||
| (Sida glaziovii) | |||||||
| C | apim-marmelada | Até 2 perfilhos | 2,5 | ||||
| (Brachiaria | |||||||
| plantaginea) | |||||||
| Capim-colchão | |||||||
| (Digitaria | |||||||
| horizontalis) |
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| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| CANA-DE-AÇÚCAR | USO PARA DESSECAÇÃO | 4,0 | Aplicação Aérea 20 a 50 | Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita, realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |
| CEVADA | USO PARA DESSECAÇÃO | 1,75 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grão dourado (massa dura). Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
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| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| CITROS | C | apim-marmelada | 2 perfilhos | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim- marmelada e capim colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim pé-de-galinha- capim- amargoso e capim carrapicho, aplicar quando a planta estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha e malva- branca carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |
| (Brachiaria | |||||||
| plantaginea) | |||||||
| Capim-colchão | |||||||
| (Digitaria | |||||||
| horizontalis) | |||||||
| Capim-colchão | |||||||
| (Digitaria | |||||||
| sanguinalis) | |||||||
| ( | Capim-amargoso | ) | Até 1 perfilho | ||||
| Digitaria insularis | |||||||
| Capim-carrapicho | |||||||
| (Cenchrus | |||||||
| echinatus) | |||||||
| Capim-pé-de- | ) | ||||||
| galinha | |||||||
| (Eleusine indica | |||||||
| Guanxuma | ) | Até 4 folhas | |||||
| (Sida rhombifolia | |||||||
| Carrapicho-de- | |||||||
| carneiro | |||||||
| (Acanthospermu | |||||||
| m hispidum) | |||||||
| Picão-preto | |||||||
| (Bidens pilosa) | |||||||
| Amendoim-brav | o | ||||||
| (Euphorbia | |||||||
| heterophylla) | |||||||
| Trapoeraba | |||||||
| (Commelina | |||||||
| benghalensis) | |||||||
| Maria-gorda | |||||||
| (Talinum | |||||||
| paniculatum) | |||||||
| ( | Falsa-serralha | ) | |||||
| Emilia sonchifolia | |||||||
| Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||||
| EUCALIPTO | Samambaia (Pteridium aquilinum) | Até 20 cm | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das plantas infestantes de folha estreita quando estiverem | ||
| Capim-gordura (Melinis minutiflora) | Até 4 perfilhos | 4,0 |
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| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| Erva-quente (Spermacoce alata) | ) Até 8 folhas | com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. Realizar uma aplicação por ano. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |||
| Cambará (Lantana câmara) | |||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia | |||||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
| Buva (Conyza bonariensis) | |||||
| Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | |||||
| Arranha-gato (Acacia plumosa) | |||||
| Jurubeba (Solanum paniculatum) | |||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
| Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | |||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Gervão (Stachytarpheta cayennensis) | |||||
| Feijão Ervilha Feijão-caupi Feijão-fava Feijão- guandu Feijão- mungo Feijão- vagem | USO PARA DESSECAÇÃO DE FEIJÃO, GRÃO DE BICO, LENTILHA PARA CONSUMO | 1,8 | Aplicação Terrestre 100 a 300 Aérea 20 a 50 | Dessecação para consumo: aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Dessecação para sementes: aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. |
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| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| Grão-de- bico Lentilha | USO PARA DESSECAÇÃO DE FEIJÃO, GRÃO DE BICO, LENTILHA PARA SEMENTES | 2,0 | Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||
| MAÇÃ | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia quando a planta infestante estiver de 5 a 10 cm. Em trevo e guanxuma, quando estiverem com até 10 cm. Em maria-mole e capim-colchão, quando estiverem de 10 a 20 cm. Em nabo, serralha, losna-branca, beldroega e picão-branco, quando estiverem com até 15 cm. Em picão-preto, até 25 cm. Em azevém e língua-de-vaca, quando estiverem de 20 a 30 cm. Em capim-marmelada com até 30 cm. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
| Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 2 a 4 folhas | ||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
| Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
| Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) |
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| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
| Trevo (Oxalis oxyptera) | |||||
| MILHO | Capim-colchão (Digitária sanguinalis | Até 1 perfilho | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim- colchão e capim-marmelada. Para as demais infestantes, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Para aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar em área total em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 folhas | ||||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
| Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | |||||
| Carrapicho- rasteiro (Acanthospermum australe) | |||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
| Malva-branca (Sida cordifolia) |
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| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO (Resistente ao Glufosinato de Amonio) | Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | Estádio mediano das plantas infestantes | 3 perfilhos | 2,5 a 3,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 Aérea 20 a 50 | Aplicar o VERSION em pós- emergência da cultura do Milho Resistente ao Glufosinato de amonio e das plantas infestantes observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas infestantes e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. Pode-se aplicar VERSION a partir da germinação do Milho. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||||
| Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 6 folhas | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||||
| Caruru (Amaranthus viridis) | ||||||
| Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | Estádio pré-precoce das plantas infestantes | 3 folhas | 1,5 + 1,5 (aplicação sequencial) | |||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||||
| Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 2 folhas | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||||
| Caruru (Amaranthus viridis) | ||||||
| Capim-colchão (Digitária sanguinalis | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,0 | ||||
| Buva (Conyza bonariensis) | 2 a 4 folhas | |||||
| Soja (Glycine max) | ||||||
| Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | ||||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) |
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| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,0 | |||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2 a 4 folhas | ||||
| NECTARINA PÊSSEGO | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim- marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 folhas | ||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
| Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
| REPOLHO | Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 2 a 4 folhas | 1,5 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Realizar a aplicação quando as plantas infestantes apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
| Erva-de- passarinho (Stellaria media) | |||||
| Erva-de-bicho (Polygonum persicaria) | |||||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
| Mentruz (Coronopus didymus | 2,0 |
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| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| SOJA Em dessecação de pré-plantio | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 2 perfilhos | 2,5 | Aplicação Terrestre 100 a 300 Aérea 20 a 50 | Para aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar em área total em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes. Para o controle de capim-colchão e capim- marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão- preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 4 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Para o controle do trigo, aveia, cevada, azevem, centeio, e triticale realizar o controle quando as plantas estiverem até 2 perfilhos. Para o controle da soja realizar o controle quando as plantas infestantes estiver com 2 a 4 folhas. Para capim amargoso, capim carrapicho e capim-camalote realizar o controle quando as plantas infestantes estiverem até 3 perfilhos. Para carrapicho de carneriro até 4 folhas. Para Buva utilizar a maior dose quando mais de 50% da planta infestante Buva estiver maior que 10 cm de altura e a menor dose quando a planta infestante estiver com até 8 folhas. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||
| Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 2 a 4 folhas | ||||||
| Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||||
| Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||||
| Caruru (Amaranthus viridis) | |||||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2 a 4 folhas | ||||||
| ( | Trigo | ) | Até 2 perfilhos | 3,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 Aérea 20 a 50 | ||
| Triticum aestivum | |||||||
| Aveia | |||||||
| (Avena sativa) | |||||||
| ( | Cevada | ) | |||||
| Hordeum vulgare | |||||||
| Azevém | |||||||
| (Lolium | |||||||
| multiflorum) | |||||||
| Centeio (Secale cereale) | |||||||
| Triticale (Triticum secale) | |||||||
| Soja | 2 a 4 folhas | 2,0 | |||||
| (Glycine max) | |||||||
| ( | Capim amargoso | ) | Até 3 perfilhos | 2,5 - 3,0 | |||
| Digitaria insularis | |||||||
| Capim carrapicho | |||||||
| (Cenchrus | |||||||
| echinatus) | |||||||
| Capim-camalote |
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| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (Rotboellia | |||||||
| exaltata) | |||||||
| ( | Carrapicho-de- | Até 4 folhas | |||||
| carneiro | |||||||
| Acanthospermum | |||||||
| hispidum) | |||||||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | Até 8 folhas | ||||||
| Buva | 1,5 a 2,5 | ||||||
| (Conyza | |||||||
| bonariensis) | |||||||
| SOJA Em dessecação de pré- colheita | Uso para dessecação | 10 dias antes da colheita | 2.0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 Aérea 20 a 50 | Aplicar 10 dias antes da colheita na dose de 2,0. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||
| SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA (Resistente ao glufosinato de amônio) | Capim- marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,5 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar na pós-emergência da cultura e das plantas infestantes observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas infestantes considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Aplicar a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas infestantes na área. Fazer no máximo duas aplicações de VERSION por safra de soja. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais | ||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||||
| Capim-camalote (Rottboellia exaltata) | |||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 Folhas | ||||||
| Buva (Conyza bonariensis) |
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| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
| Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | Até 1 perfilho | 2,5 a 3,5 | |||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 2 a 4 Folhas | ||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
| Soja ENLIST | Capim- amargoso (Digitaria insularis) | 1 a 2 perfilhos | 2,5 a 3,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar na pós emergência da cultura e das plantas infestantes, observando-se o estádio precoce de desenvolvimento destas. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||||
| Buva (Conyza bonariensis) | 2 a 4 folhas | ||||
| TRIGO Em dessecação de pré- plantio | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | Até 1 perfilho | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 Aplicação aérea 20 a 50 | Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Guanxuma deve ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas infestantes estiverem com até 2 folhas. Para o controle das |
| Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
| Arroz (Oryza sativa) |
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| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 folhas | gramíneas como o capim- amargoso, aplicar sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |||||
| Guanxuma (Sida cordifolia) | |||||||
| Buva | 1,5 a 2,0 | ||||||
| (Conyza | |||||||
| bonariensis) | |||||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | Até 1 perfilho | 2,0 | |||||
| TRIGO EM dessecação de pré-colheita | USO PARA DESSECAÇÃO | 1,75 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |||
| UVA | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar espalhante adesivo na dose recomendada pelo fabricante. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 2 a 4 folhas | ||||||
| Caruru (Amaranthus viridis) | |||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) |
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(1) Utilizar a maior dose quando mais de 50% da planta infestante Buva estiver maior que 10 cm de altura. Manejo Outonal (aplicação em áreas de pousio, pós-colheita, anterior a próxima semeadura): O controle de plantas durante o outono-inverno, é uma das ferramentas que devem ser utilizadas para o manejo da resistência aos herbicidas pós-emergentes, uma vez que o sucesso desta aplicação está vinculado à diminuição do banco de sementes das invasoras.
| MANEJO OUTONAL NA CULTURA DO MILHO | |||
|---|---|---|---|
| PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA terrestre (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,5 a 3,5* | Aplicação Terrestre 100 a 200 | Realizar 1 aplicação pós- emergência das plantas daninhas, observando-se o estádio precoce, com estas até 2 perfilhos, em pós- colheita, no manejo outonal das áreas a serem semeadas posteriormente. Utilizar espalhante adesivo, óleo vegetal ou mineral, na dose recomendada pelo fabricante. Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas (aplicação única), com intervalo de 30 dias, antes da semeadura. |
| Azevem (Lolium multiflorum) |
(*) Utilizar a dose de 0,5 L/ha de adjuvante.
MODO DE APLICAÇÃO
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias a grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Para aplicação em jato dirigido, utilizar bicos com indução de ar, ou cônico cheio, visando a produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na área, conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Página 18 de 32
Via aérea: Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas. Preparo de calda: Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até metade de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no prémisturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra. Condições meteorológicas: Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo: Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC. Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%. Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco de inversão térmica Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma cultura ou organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula. Limpeza do pulverizador: Pulverizadores de barra:
| devidamente limpos. | Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha | |
|---|---|---|
| de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. | Não havendo necessidade de |
1Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada; 2Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente; 3Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada; 4Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente; Página 19 de 32
5Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada. Observação: Nas etapas acima ao perceber, pelo nível do tanque, que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Alface....................................................................................................................... 7 dias Banana..................................................................................................................... 10 dias Batata...................................................................................................................... 10 dias Café......................................................................................................................... 20 dias Cana-de-açúcar (dessecante) ...................................................................................... 14 dias Cevada (dessecante) ................................................................................................. 7 dias Citros....................................................................................................................... 40 dias Ervilha..................................................................................................................... 5 dias Eucalipto................................................................................................................... UNA Feijão, feijão-mungo, feijão-guandu, feijão-caupi, feijão-fava, feijão-vagem. .................... 5 dias Grão-de-bico............................................................................................................. 5 dias Lentilha ................................................................................................................... 5 dias Maçã........................................................................................................................ 7 dias Milho....................................................................................................................... (1) Milho geneticamente modificado ................................................................................. 50 dias Nectarina.................................................................................................................. 7 dias Pêssego.................................................................................................................... 7 dias Repolho.................................................................................................................... 7 dias Soja......................................................................................................................... 10 dias Soja geneticamente modificada ................................................................................... 60 dias Soja Enlist ................................................................................................................ 60 dias Trigo........................................................................................................................ (1) Trigo (dessecante) .................................................................................................... 7 dias Uva........................................................................................................................ 7 dias UNA – Uso não alimentar (1) – Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Recomenda-se aguardar o completo secamento do produto sobre as folhas das culturas tratadas. Aguardar pelo menos 24 horas. Evitar, sempre que possível, que as pessoas alheias ao trato com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada.
LIMITAÇÕES DE USO
- Uso exclusivamente agrícola. - Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. - VERSION é um herbicida de ação total, não seletivo, devendo ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando atentamente as instruções de uso do produto. - Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto pode reduzir o seu efeito herbicida. - Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, desde que seguidas as recomendações de uso. Página 20 de 32
Outras restrições: • VERSION é incompatível com produtos de reação alcalina e ferro. • O produto deve ser aplicado isoladamente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta infestante alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hracbr.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO H HERBICIDA O produto herbicida VERSION é composto por Glufosinato sal de amônio, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da GS (Glutamina sintetase), pertencente ao Grupo H, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola; - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. Página 22 de 32
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Pode ser nocivo se inalado Provoca moderada irritação à pele ATENÇÃO Página 23 de 32
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR - VERSION -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | GLUFOSINATO DE AMÔNIO: homoalanina substituída. |
|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 5 - Produto improvável de causar dano agudo. |
| Vias de exposição | Dérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados. |
| Toxicocinética | Glufosinato de amônio: estudos em ratos indicam que a substância pode ser absorvida através da pele. A absorção pela via oral, em ratos, foi rápida, porém incompleta (aproximadamente 10% da dose administrada) com pico de concentração plasmática atingido dentro de 0,5 a 1 hora. A distribuição desta substância foi ampla, com as maiores concentrações sendo encontradas nos rins e no fígado. A penetração através da barreira hematoencefálica e da barreira placentária foi limitada, mas, baixas concentrações de glufosinato de amônio foram detectadas no cérebro e no feto. O glufosinato de amônio não sofreu ampla biotransformação, sendo eliminado principalmente na forma inalterada nas fezes (66-83%) e na urina (4-5%). Uma pequena fração desta substância foi biotransformada, primeiramente, através de reações de desaminação oxidativa e descarboxilação, gerando o metabólito ácido 3-metilfosfino-propiônico (MPP). Além disso, o glufosinato de amônio foi acetilado de forma reversiva, resultando em baixos níveis do metabólito N-acetil-glufosinato (NAG), com evidência de biotransformação pela microbiota intestinal. O MPP (0,5% a 2% na urina e 1% nas fezes) e o NAG (aproximadamente 0,1% na urina e 1-8% nas fezes) foram os principais metabólitos encontrados na excreta. Pequenas concentrações dos metabólitos ácido 2-hidroxi-4-metilfosfino-butanoico (MHB), ácido 4-metilfosfino-butanoico (MPB) e vestígios de ácido 2-metilfosfínico-acético (MPA) também foram identificadas. Em ratos, a excreção foi rápida, com eliminação de mais de 95% da dose administrada nas primeiras 96 horas, principalmente através das fezes (mais de 80%) e, em menor extensão, através da urina (7-14%). |
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| Não foram observadas diferenças significativas entre o perfil toxicocinético de machos e fêmeas. O glufosinato de amônio não apresentou evidência de bioacumulação no organismo de ratos. | |
|---|---|
| Toxicodinâmica | Glufosinato de amônio: o glufosinato de amônio é um análogo fosfínico do ácido glutâmico, o qual está relacionado à inibição reversível da enzima glutamina sintetase. Esta enzima é responsável por catalisar a reação de formação de glutamina a partir do glutamato e da amônia. Este mecanismo de ação é proposto para as plantas. No entanto, nos mamíferos também se observa a inibição desta enzima. |
| Sintomas e sinais clínicos | Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos. Com base em estudos em animais de experimentação, o produto pode ser nocivo se ingerido, se inalado ou se em contato com a pele. Foi considerado irritante moderado para a pele. Não apresentou potencial de causar sensibilização dérmica. Glufosinato de amônio: esta substância é nociva se ingerida, inalada ou em contato com a pele. O glufosinato de amônio pode causar inibição da enzima glutamina sintetase. Em humanos, após a exposição a altas doses da substância, foram reportados efeitos neurológicos como tremores, tontura e convulsões. Exposição ocular: em contato com os olhos, o produto pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação com ardência e vermelhidão. Em caso de exposição a altas quantidades da substância, podem ocorrer efeitos sistêmicos conforme descrito em “exposição oral”. Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação no trato respiratório, com tosse, ardência no nariz, boca e garganta. Em caso de inalação de altas concentrações da substância, podem ocorrer efeitos sistêmicos conforme descrito em “exposição oral”. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Em caso de exposição a altas quantidades da substância, pode ocorrer efeitos sistêmicos como hipotonia, fraqueza muscular, bradicardia ou taquicardia e distúrbios neurológicos manifestados por tremores, hipertermia, tontura, convulsões, inconsciência, coma e insuficiência respiratória. Exposição crônica: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos. Em estudos de toxicidade repetida em animais foram observados efeitos de neurotoxicidade. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. |
| Tratamento | CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. |
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| Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Exposição oral: - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de intoxicação por glufosinato de amônio. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). Exposição respiratória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição ocular: Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Em caso de produto sólido, assegurar que todas as partículas tenham sido removidas com a lavagem. Evitar que a água de lavagem contamine o outro olho. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não |
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| intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. | |
|---|---|
| Efeitos das interações químicas | Não são conhecidos. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800-014-1149 e (19) 3518-5465 Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com |
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: 3084 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste (>6,187 mg/L/4h). Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou eritema e edema que foram completamente revertidos dentro de 7 dias após a aplicação. Nas condições do teste, o produto foi classificado como irritante moderado para a pele. Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou opacidade da córnea, hiperemia pericorneana, hiperemia conjuntival, edema conjuntival e secreção em 3/3 animais. Os sinais de irritação regrediram em até 7 dias após a exposição. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para os olhos. Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Glufosinato de amônio: Em estudos de toxicidade em ratos, pelas vias inalatória e oral, e em cães, pela via oral, o glufosinato de amônio causou efeitos neurotóxicos agudos, que podem estar associados à inibição da enzima glutamina-sintetase. Em estudo de 13 semanas em camundongos e ratos, o NOAEL estabelecido foi de 278 mg/kg p.c./dia em camundongos e 263 mg/kg p.c./dia em ratos. Em estudos de 90 dias e de um ano em cães, o NOAEL estabelecido foi de 1 mg/kg p.c./dia. Esta substância não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo e também não demonstrou evidências de carcinogenicidade em ratos e camundongos. Em estudos de toxicidade reprodutiva e para o desenvolvimento em ratos e coelhos, o glufosinato de amônio induziu perdas pré e pós-implantação, sangramento vaginal, abortos e mortalidade fetal, sendo que alguns destes efeitos ocorreram em níveis abaixo daqueles que causaram toxicidade materna. Com base nos efeitos para o desenvolvimento o NOAEL estabelecido em ratos foi de 10 mg/kg p.c. e em coelhos 6,3 mg/kg p.c./dia. O mecanismo de ação envolvido pode estar relacionado com a redução da atividade da glutamina-sintetase, uma vez que a atividade desta enzima, nas células embrionárias pré-implantação, é essencial para que o Página 27 de 32
blastocisto complete o processo de implantação. Não foram observados efeitos teratogênicos em ratos e coelhos. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Hipotonia, fraqueza muscular, bradicardia ou taquicardia e distúrbios neurológicos manifestados por tremores, hipertermia, tontura, convulsões e inconsciência. Página 28 de 32
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 35185465. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Página 29 de 32
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Página 30 de 32
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Página 31 de 32
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Página 32 de 32