VERANGO® PRIME Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 32319.
COMPOSIÇÃO
N-{2-[3-chloro-5-(trifluoromethyl)-2-pyridyl]ethyl}-α,α,α-trifluoro-o-toluamide (FLUOPIRAM) ...................................................................................................................... 500 g/L (50 % m/v) Outros Ingredientes .............................................................................................................. 700 g/L (70 % m/v) GRUPO N-3 NEMATICIDA GRUPO C2 FUNGICIDA
| GRUPO | N-3 | NEMATICIDA |
|---|---|---|
| GRUPO | C2 | FUNGICIDA |
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO. CLASSE: Nematicida/Fungicida sistêmico do grupo químico Benzamida Piridina. TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC). TITULAR DO REGISTRO (*): Bayer S.A.- Rua Domingos Jorge, 1.100, São Paulo/SP - CEP 04779-900, CNPJ: 18.459.628/0001-15. Registrada na Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo sob nº 663 CDA/SP. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO. FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Fluopyram Técnico Bayer – Registro MAPA nº 29019: Bayer AG - ChemPark 41538, Dormagen – Alemanha / Bayer CropScience LP – 8400 Hawthorn Road, Kansas City, MO 64120 – USA / Lianhetech Seals Sands (Grupo Fine Organics Limited) – Seal Sands, Middlesbrough, TS21 UB, UK – Reino Unido. FORMULADOR: Bayer S.A. - Estrada da Boa Esperança, 650 - Bairro Bom Pastor, CEP: 26110-120 - Belford Roxo/ RJ, CNPJ: 18.459.628/0033-00, LO Nº IN023132 / Bayer SAS - 1 Avenue Edouard Herriot, 69400, Villefranche-Limas, França/ Bayer S.A. - Km 29,5 Ruta al Pacífico, Amatitlán, Guatemala. EM SEU PODER. AGITE ANTES DE USAR Lote, Data de Fabricação, Data de Vencimento: Vide embalagem. CONTEÚDO: VIDE RÓTULO. Indústria Brasileira (Dispor esta frase quando houver processo fabril em território nacional).
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: III – PERIGOSO AO MEIO
AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO
VERANGO® PRIME é um nematicida/fungicida sistêmico do grupo químico Benzamida Piridina, indicado para o controle das pragas mencionadas nas culturas abaixo:
| Cultura | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | ||||||
| Algodão | Nematoide-das- lesões-radiculares | Pratylenchus brachyurus | 0,3 – 0,5 | 1 | 40 – 80 (Sulco) 100 – 150 (Área total) | Terrestre Sulco | ND** |
| Nematoide-das- galhas | Meloidogyne incognita | ||||||
| Nematoide- espiralado | Helicotylenchus dihystera | ||||||
| Nematoide- reniformis | Rotylenchulus reniformis | ||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser feita no sulco de plantio ou em superfície durante a semeadura ou dentro de um intervalo máximo de 7 dias, antes ou após a semeadura. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. Não aplicar mais do que 500 g i.a/ha de Fluopiram em aplicações dirigidas ao solo, em uma mesma área, em um intervalo de 12 meses. É recomendado que seja verificado o histórico de aplicações realizadas na área previamente à utilização do produto. | |||||||
| Alho | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne incognita | 0,75 – 1,0 | 1 | 200 - 500 | Terrestre Costal | ND** |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação de acordo com o sistema de plantio da cultura, no sulco de plantio ou em área total e incorporar ao solo com grade, encanteiradora ou enxada rotativa antes da semeadura. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. | |||||||
| Banana | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne incognita | 0,75 – 1,0 | 1 | 200 - 300 | Terrestre Costal | 3 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser feita em faixas em ambos os lados da planta ou ao redor da touceira da planta, na projeção da copa da bananeira com a finalidade de atingir a maior parte das raízes. O solo deve estar limpo, livre de folhas e resíduos da cultura e plantas daninhas. Adequar o sistema para que a dose por hectare seja distribuída igualmente entre as plantas em função da densidade de plantio. Realizar a aplicação no início da estação chuvosa quando ocorrer o maior desenvolvimento das plantas. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. Não aplicar mais do que 500 g i.a/ha de Fluopiram em aplicações dirigidas ao solo, em uma mesma área, em um intervalo de 12 meses. É recomendado que seja verificado o histórico de aplicações realizadas na área previamente à utilização do produto. | |||||||
| Batata | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne javanica | 0,75 – 1,0 | 1 | 150 – 300 | Barra Costal Estacionário | 80 |
| Pinta preta | Alternaria grandis | ||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO (*): Nematoide das galhas: A aplicação deve ser feita após a semeadura dos tubérculos-semente, antes do fechamento do sulco de plantio. Pinta preta: Utilizar as maiores doses em caso de histórico da doença na área ou região em plantios durante condições favoráveis para o desenvolvimento da doença. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. Não aplicar mais do que 500 g i.a/ha de Fluopiram em aplicações dirigidas ao solo, em uma mesma área, em um intervalo de 12 meses. É recomendado que seja verificado o histórico de aplicações realizadas na área previamente à utilização do produto. | |||||||
| Café | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne exigua | 0,75 – 1,0 | 1 | 200 – 500 | Barra Esguicho (drench) Gotejamento (irrigação) | 90 |
| Nematoide-das- galhas | Meloidogyne spp | ||||||
| Ferrugem | Hemileia vastatrix | Barra Esguicho (drench) | |||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO (*): A aplicação deve ser feita em faixas ou drench contínuo, em ambos os lados da planta, na projeção da copa do cafeeiro com a finalidade de atingir a maior parte das raízes. No caso de gotejamento, a vazão será aquela proporcionada pelo gotejador. O solo deve estar limpo, livre de folhas e resíduos da cultura e plantas daninhas. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. Não aplicar mais do que 500 g i.a/ha de Fluopiram em aplicações dirigidas ao solo, em uma mesma área, em um intervalo de 12 meses. É recomendado que seja verificado o histórico de aplicações realizadas na área previamente à utilização do produto. |
| Cultura | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | ||||||
| Cana-de- açúcar (Plantios novos e Soqueira) | Nematoide-das- lesões-radiculares | Pratylenchus zeae | 0,75 – 1,0 | 1 | 80 – 100 (Sulco) 100 – 150 (Área total) | Terrestre | ND** |
| Nematoide das- galhas | Meloidogyne incognita | ||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Cana planta: A aplicação deve ser feita preventivamente sobre os propágulos vegetativos (“toletes”, gemas, mudas ou plântulas) colocados no sulco de plantio, antes da operação de cobertura ou dentro de um intervalo máximo de 7 dias, antes ou após a operação. Cana soqueira: A aplicação deve ser realizada na linha de plantio, posicionando o produto abaixo do nível do solo e em profundidade, buscando atingir a base das touceiras. Utilizar equipamentos pulverizadores adaptados para tal função utilizando 100-150 litros de calda/ha em aplicação por jato dirigido. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. Não aplicar mais do que 500 g i.a/ha de Fluopiram em aplicações dirigidas ao solo, em uma mesma área, em um intervalo de 12 meses. É recomendado que seja verificado o histórico de aplicações realizadas na área previamente à utilização do produto. | |||||||
| Cebola | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne incognita | 0,75 – 1,0 | 1 | 200 - 500 | Terrestre Costal | ND** |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação de acordo com o sistema de plantio da cultura, no sulco de plantio ou em área total e incorporar ao solo com grade, encanteiradora ou enxada rotativa antes da semeadura. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. | |||||||
| Cenoura | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne javanica | 0,75 – 1,0 | 1 | 200 – 300 | Terrestre Costal | ND** |
| Batata-doce | Nematoide-das- galhas Nematoide-das- lesões-radiculares | Meloidogyne incognita Meloidogyne javanica Meloidogyne enterolobii Pratylenchus brachyurus | |||||
| Cará | |||||||
| Gengibre | |||||||
| Inhame | |||||||
| Mandioca | |||||||
| Mandioquinha- salsa | |||||||
| Nabo | |||||||
| Rabanete | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne incognita Meloidogyne javanica Meloidogyne enterolobii | |||||
| Beterraba | |||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação de acordo com o sistema de plantio da cultura, no sulco de plantio ou em área total e incorporar ao solo com grade, encanteiradora ou enxada rotativa antes da semeadura. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. Não aplicar mais do que 500 g i.a/ha de Fluopiram em aplicações dirigidas ao solo, em uma mesma área, em um intervalo de 12 meses. É recomendado que seja verificado o histórico de aplicações realizadas na área previamente à utilização do produto. |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação de acordo com o sistema de plantio da cultura, no sulco de plantio ou em área total e incorporar ao solo com grade, encanteiradora ou enxada rotativa antes da semeadura. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. Não aplicar mais do que 500 g i.a/ha de Fluopiram em aplicações dirigidas ao solo, em uma mesma área, em um intervalo de 12 meses. É recomendado que seja verificado o histórico de aplicações realizadas na área previamente à utilização do produto.
| Cultura | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | ||||||
| Citros | Nematoide-dos- citros | Tylenchulus semipenetrans | 0,75 – 1,0 | 1 | 200 - 500 | Terrestre Costal Esguicho | 3 |
| Nematoide-das- lesões- radiculares-dos- citros | Pratylenchus jaehni | ||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser feita em faixas ou drench contínuo, em ambos os lados da planta na projeção da copa, com a finalidade de atingir a maior parte das raízes. O solo deve estar limpo, livre de folhas e resíduos da cultura e plantas daninhas. Adequar o sistema para que a dose por hectare seja distribuída igualmente entre as plantas em função da densidade de plantio. Realizar a aplicação no início da estação chuvosa quando ocorrer o maior desenvolvimento das plantas. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. Não aplicar mais do que 500 g i.a/ha de Fluopiram em aplicações dirigidas ao solo, em uma mesma área, em um intervalo de 12 meses. É recomendado que seja verificado o histórico de aplicações realizadas na área previamente à utilização do produto. | |||||||
| Goiaba | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne enterolobii | 0,75 – 1,00 | 1 | 200 - 300 | Terrestre Costal Gotejamento | 3 |
| Caju | Nematoide-das- lesões- radiculares | Meloidogyne incógnita | |||||
| Pratylenchus brachyurus | |||||||
| Caqui | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne incógnita | |||||
| Tylenchulus semipenetrans | |||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser feita em faixas em ambos os lados da planta ou ao redor do tronco, na projeção da copa, com a finalidade de atingir a maior parte das raízes. O solo deve estar limpo, livre de folhas e resíduos da cultura e plantas daninhas. Adequar o sistema para que a dose por hectare seja distribuída igualmente entre as plantas em função da densidade de plantio. Realizar a aplicação no início da estação chuvosa quando ocorrer o maior desenvolvimento das plantas. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. Não aplicar mais do que 500 g i.a/ha de Fluopiram em aplicações dirigidas ao solo, em uma mesma área, em um intervalo de 12 meses. É recomendado que seja verificado o histórico de aplicações realizadas na área previamente à utilização do produto. | |||||||
| Carambola | Nematoide-das- galhas Nematoide- punhal | Meloidogyne incógnita | 0,75 – 1,00 | 1 | 200 - 300 | Terrestre Costal Gotejamento | 3 |
| Meloidogyne javanica | |||||||
| Meloidogyne enterolobii | |||||||
| Xiphinema elongatum | |||||||
| Figo | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne incógnita | |||||
| Meloidogyne javanica | |||||||
| Meloidogyne hispânica | |||||||
| Meloidogyne hapla | |||||||
| Mangaba | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne incógnita | |||||
| Meloidogyne javanica | |||||||
| Meloidogyne enterolobii | |||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser feita em faixas em ambos os lados da planta ou ao redor do tronco, na projeção da copa, com a finalidade de atingir a maior parte das raízes. O solo deve estar limpo, livre de folhas e resíduos da cultura e plantas daninhas. Adequar o sistema para que a dose por hectare seja distribuída igualmente entre as plantas em função da densidade de plantio. Realizar a aplicação no início da estação chuvosa quando ocorrer o maior desenvolvimento das plantas. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. Não aplicar mais do que 500 g i.a/ha de Fluopiram em aplicações dirigidas ao solo, em uma mesma área, em um intervalo de 12 meses. É recomendado que seja verificado o histórico de aplicações realizadas na área previamente à utilização do produto. |
| Cultura | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | ||||||
| Feijão | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne incognita | 0,3 – 0,5 | 1 | 50 - 200 | Terrestre Costal | ND** |
| Nematoides-das- lesões-radiculares | Pratylenchus brachyurus | ||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser feita no sulco de plantio durante a semeadura ou dentro de um intervalo máximo de 7 dias, antes ou após a semeadura. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo | |||||||
| Ervilha | Nematoide-das- galhas Nematoide-das- galhas Nematoide- espiralado Nematoides-das- lesões- radiculares | Meloidogyne javanica Meloidogyne incognita Helicotylenchus dihystera Pratylenchus brachyurus | 0,3 – 0,5 | 1 | 50 - 200 | Terrestre Costal | ND** |
| Lentilha | |||||||
| Grão-de-bico | |||||||
| Feijões | |||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser feita no sulco de plantio durante a semeadura ou dentro de um intervalo máximo de 7 dias, antes ou após a semeadura. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo | |||||||
| Melão | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne incognita | 0,75 – 1,00 | 1 | 200 - 1000 | Terrestre Costal Esguicho Gotejamento | ND** |
| Melancia | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne incógnita Meloidogyne javanica | |||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação via esguicho (drench) ao lado da planta ou via sistema de irrigação por gotejamento logo após o transplante das mudas. Adequar o sistema para que a dose por hectare seja distribuída igualmente entre as plantas em função da densidade de plantio. Utilizar um volume de calda em torno de 15 ml/planta, direcionando o esguicho para o colo da planta. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. Não aplicar mais do que 500 g i.a/ha de Fluopiram em aplicações dirigidas ao solo, em uma mesma área, em um intervalo de 12 meses. É recomendado que seja verificado o histórico de aplicações realizadas na área previamente à utilização do produto. | |||||||
| Milho | Nematoide-das- lesões-radiculares Nematoide-das- galhas | Pratylenchus zeae Meloidogyne incognita | 0,3 – 0,5 | 1 | 40 – 80 (Sulco) 100 – 150 (Área total) | Terrestre Sulco Costal | ND** |
| Milheto | |||||||
| Sorgo | |||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser feita no sulco de plantio ou em superfície durante a semeadura ou dentro de um intervalo máximo de 7 dias, antes ou após a semeadura. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. Não aplicar mais do que 500 g i.a/ha de Fluopiram em aplicações dirigidas ao solo, em uma mesma área, em um intervalo de 12 meses. É recomendado que seja verificado o histórico de aplicações realizadas na área previamente à utilização do produto. |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser feita no sulco de plantio ou em superfície durante a semeadura ou dentro de um intervalo máximo de 7 dias, antes ou após a semeadura. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. Não aplicar mais do que 500 g i.a/ha de Fluopiram em aplicações dirigidas ao solo, em uma mesma área, em um intervalo de 12 meses. É recomendado que seja verificado o histórico de aplicações realizadas na área previamente à utilização do produto.
| Cultura | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum | Nome Científico | ||||||
| Soja | Nematoide-das- lesões-radiculares | Pratylenchus brachyurus | 0,3 – 0,5 | 1 | 40 – 80 (Sulco) 100 – 150 (Área total) | Terrestre | ND** |
| Nematoides-das- galhas | Meloidogyne spp. | ||||||
| Nematoide-da-haste verde | Aphelenchoides besseyi | ||||||
| Nematoide- espiralado | Helicotylenchus dihystera | ||||||
| Nematoide-do-cisto | Heterodera glycines | ||||||
| Nematoide- reniformis | Rotylenchulus reniformis | ||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO (*): A aplicação deve ser feita no sulco de plantio ou em superfície durante a semeadura ou dentro de um intervalo máximo de 7 dias, antes ou após a semeadura. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. Não aplicar mais do que 500 g i.a/ha de Fluopiram em aplicações dirigidas ao solo, em uma mesma área, em um intervalo de 12 meses. É recomendado que seja verificado o histórico de aplicações realizadas na área previamente à utilização do produto. | |||||||
| Tabaco | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne incognita | 0,75 – 1,0 | 1 | 200 - 500 | Terrestre Costal | ND** |
| Meloidogyne javanica | |||||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação, logo após o transplante das mudas, através de um dos seguintes métodos: - Pulverização no sulco de plantio; pulverização em faixas em ambos os lados da planta; - Aplicação via esguicho (drench) ao lado do colo da planta ou através do sistema de irrigação por gotejamento. Adequar o sistema para que a dose por hectare seja distribuída igualmente entre as plantas em função da densidade de plantio. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo | |||||||
| Tomate | Nematoide-das- galhas | Meloidogyne incognita | 0,75 – 1,00 | 1 | 200 | Terrestre Costal Sulco Esguicho Gotejamento | 30 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação, logo após o transplante das mudas, através de um dos seguintes métodos: pulverização no sulco de plantio; pulverização em faixas em ambos os lados da planta; aplicação via esguicho (drench) ao lado do colo da planta ou através do sistema de irrigação por gotejamento. Adequar o sistema para que a dose por hectare seja distribuída igualmente entre as plantas em função da densidade de plantio. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo de cultivo. Não aplicar mais do que 500 g i.a/ha de Fluopiram em aplicações dirigidas ao solo, em uma mesma área, em um intervalo de 12 meses. É recomendado que seja verificado o histórico de aplicações realizadas na área previamente à utilização do produto. |
(*) Realizar monitoramento periodicamente, através de levantamentos populacionais constantes nas áreas infestadas ou com histórico de ocorrência da praga. Utilizar as maiores doses em caso de maior população nas áreas infestadas. **ND: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Preparo de Calda: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto; O equipamento de pulverização, a ser utilizado para a aplicação do VERANGO® PRIME, deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do VERANGO® PRIME, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado, durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. No caso de aplicação por sistemas de irrigação por gotejamento, considerar a área a ser irrigada, calcular e dosar a quantidade do produto necessária para a aplicação da dose recomendada por hectare, seguindo a recomendação
do fabricante do sistema de irrigação e injeção.
MODO DE APLICAÇÃO
Aplicação Terrestre: Sulco: Em Algodão, Cana-de-açúcar, Milho, Milheto, Sorgo, Soja, Tabaco e Tomate para pulverização no sulco de plantio, através de equipamentos específicos para aplicação no sulco, utilizar diferentes tipos e espaçamento de bicos recomendados pelos fabricantes utilizando volumes de calda específicos para cada cultura de modo que a calda seja distribuída uniformemente no sulco e ocorra o fechamento o mais rápido possível. No cultivo da cana-de-açúcar, utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao sulco de plantio, sobre os "propágulos vegetativos". Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. Realizar a cobertura imediatamente após aplicação. Esguicho (Drench) / Gotejo (Irrigação): Para a aplicação em Esguicho ao lado das mudas recém transplantadas na cultura do melão, melancia, tabaco e tomate, ou drench contínuo em café e citros utilizar equipamentos específicos adaptados para essa modalidade de aplicação. Adequar o sistema para que a dose por hectare seja distribuída igualmente entre as plantas em função da densidade de plantio (plantas/ha). Faixas: Nas culturas de Banana, Café, Citrus, Goiaba, Caju, Caqui, Carambola, Figo, Mangaba e Tomate para a aplicação em faixas ao lado ou ao redor das plantas na área de maior distribuição das raízes, utilizar pulverizador dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) preferencialmente, calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e vazão uniforme durante todas as aplicações. Área total (com incorporação): No cultivo da Cenoura, Beterraba, Nabo e Rabanete realizar a aplicação na área total a ser cultivada e, em seguida, incorporar o VERANGO® PRIME uniformemente ao solo com auxílio de grade, encanteiradora, enxada rotativa etc., na profundidade em que as raízes se estabelecerão e posteriormente realizar a semeadura da cultura. Área total (sem incorporação): Nas culturas de Algodão, Milho, Milheto e Sorgo a aplicação em área total deverá ser realizada com pulverizadores de barra dotados de ponta do tipo leque (jato plano) preferencialmente. Pulverizadores de Barra: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) em área total ou dirigido ao sulco de plantio, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura. Equipamentos costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Equipamento estacionário manual (barra ou pistola): Utilizar pulverizador estacionário munido de barra com ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) ou com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica e calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a barra ou pistola evitando sobreposições, deriva ou concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda. Aplicação por sistema de irrigação por gotejamento: No caso de aplicação por sistemas de irrigação por gotejamento, considerar a área a ser irrigada, calcular e dosar a quantidade do produto necessária para a aplicação da dose recomendada por hectare, seguindo a recomendação do fabricante do sistema de irrigação e injeção. Iniciar a injeção da calda com o produto após o completo funcionamento do sistema de irrigação. Continuar irrigando após o término da injeção do inseticida para a limpeza do sistema. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem deste equipamento de forma a assegurar uniformidade e precisão da irrigação e da distribuição do produto. Além dos cálculos operacionais feitos corretamente, é necessário assegurar-se de que o sistema, tanto de irrigação quanto de injeção, está funcionando de acordo com os parâmetros para os quais está ajustado, ou seja, que a vazão calculada corresponde àquela efetiva no sistema ou que a taxa de injeção desejada estará realmente ocorrendo no campo. Portanto, tão importante quanto os cálculos operacionais, é também proceder à calibração periódica dos equipamentos. Recomendação para evitar deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. Condições meteorológicas para pulverização:
| Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
|---|---|---|
| Menor que 30º | Maior que 55% | Entre 3 e 10 km/h |
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: - O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições. - Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. - Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto. - Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula. - É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a Bayer antes de aplicar este produto. - É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo), especialmente para culturas de exportação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA
O nematicida/fungicida VERANGO® PRIME contém o ingrediente ativo Fluopiram, pertencente ao grupo dos Inibidores do Complexo II da succinato-desidrogenase (SDHI), as Benzamidas Piridinas, classificado pelo IRAC (Insecticide Resistance Action Committee) no grupo N-3 e pelo FRAC (Fungicide Resistance Action Committee), no Grupo C2 no mecanismo de ação de fungicidas. O uso sucessivo de produtos do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de pragas resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Alternância de produtos com mecanismos de ação distintos dos Grupos N-3 ou C2 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; - Adotar outras práticas de redução da população de pragas, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis etc.; - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia; - Informações sobre possíveis casos de resistência a fungicidas devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfitopatologia.org.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Comitê de Ação à Resistência de Inseticidas (IRAC-BR: www.irac-
br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola. O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos químicos. Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, máscara com filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, óculos de segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos químicos. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, máscara e luvas. A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo se inalado PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso use lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR VERANGO® PRIME INFORMAÇÕES DE ORDEM MÉDICA As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os procedimentos descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).
| Grupo químico | Benzamida Piridina |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5 – IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Vias de exposição | Oral, dérmica, ocular e inalatória |
| Toxicocinética | Estudos em ratos concluíram que a absorção de Fluopiram é rápida e a presença de resíduos em tecidos em 168 horas representam menos que 0,5% (substância radiomarcada no anel piridil) ou 3–5% (substância radiomarcada no anel fenil) da dose administrada, com fígado e rins contendo as maiores concentrações de resíduo. A eliminação da substância radiomarcado ocorreu via fezes (39–64%) e urina (35–60%). O metabolismo de fluopiram em ratos é principalmente oxidativo que ocorre principalmente na ponte etileno da molécula. Também foram observadas hidrólise com subsequente oxidação e conjugação de diversos metabólitos hidroxilados com ácido glicurônico e, em menor extensão, com sulfato. |
| Toxicodinâmica | O mecanismo de toxicidade conhecido refere-se à indução de enzimas hepáticas do citocromo P450, com mecanismo de ação similar ao fenobarbital. |
| Sintomas e sinais clínicos | Produto Formulado: Exposição Oral: em estudo realizado em animais de experimentação, foram observados redução de atividade, postura encurvada e incoordenação. Exposição dérmica: não foram observadas lesões em pele em estudo realizado em animais de experimentação (coelhos). Exposição ocular: em estudo realizado em animais de experimentação (coelhos) foram observadas hiperemia e secreção, reversíveis em 48 horas. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição. |
| Tratamento | Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de água. Realizar tratamento sintomático e medidas de suporte de acordo com os sinais clínicos apresentados para manutenção dos sinais vitais. Lave a boca com leite ou água. No caso de ingestões menores, a irrigação oral e diluição podem ser os únicos procedimentos necessários. Considere a descontaminação gastrointestinal apenas após ingestões consideráveis. A êmese não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer. Carvão ativado: administre carvão ativado (240 mL de água/ 30 g de carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/ adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano de idade. Pacientes com intoxicação por via oral devem ser observados cuidado quanto ao possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato gastrointestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano. Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos através de vômito e diarreia. Após exposição pela via inalatória, remova o paciente para um local arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral. Em caso de exposição pela via ocular, lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Em caso de exposição pela via dérmica, remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O profissional da saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado. |
| Efeitos das interações químicas | Não são conhecidos. |
| ATENÇÃO | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) Telefone de Emergência da empresa: BAYER S.A. 0800-701-0450 Centro de informações toxicológicas: 0800-410148 (PR) |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.
EFEITOS AGUDOS
DL50 Oral em ratos: >2000 mg/kg pc DL50 cutânea em ratos: >2000 mg/kg pc CL50 Inalatória em ratos: “CL50 inalatória em ratos não determinada nas condições do teste”. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: o produto não foi irritante à pele. Corrosão/Irritação Ocular em coelhos: foram observados efeitos irritantes nos olhos de coelhos, reversíveis em 48 horas. Sensibilização cutânea em camundongos: o produto não foi sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não foi mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS
No estudo de toxicidade crônica em cães, o fígado foi identificado como principal órgão-alvo, apresentando efeitos como mínima hipertrofia hepatocelular nos machos tratados com a maior dose. Em roedores (ratos e camundongos), efeitos secundários à indução enzimática foram observados no fígado e tireoide, no entanto, o mecanismo de toxicidade que leva a ocorrência destes efeitos não é relevante para humanos. Fluopyram não apresentou potencial genotóxico, de toxicidade para o desenvolvimento pré-natal (teratogênese) para ratos e coelhos ou de toxicidade para a reprodução.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 -1 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); (Parte 1: Armazenamento em armazéns industriais, armazéns gerais ou centros de distribuição) demais casos, consultar a parte específica da norma (Parte 2: Armazenamento comercial em distribuidores e cooperativas; Parte 3: Armazenamento em propriedades rurais ou Parte 4: Armazenamento em laboratórios). Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER S.A. através do Telefone de Emergência: 0800-0243334. Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, recolha este material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO etc., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos. - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume. - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos. - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador. - Faça esta operação três vezes. - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador. - Acione o mecanismo para liberar o jato de água. - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador. - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos. - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador. - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com a sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para esse tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL. De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis