Bula oficial · registro MAPA nº 10199

Bula do Vantigo

Bula completa do Vantigo (registro MAPA nº 10199), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: Azoxistrobina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 35 páginas no PDF.

Logomarca do produto Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 010199

COMPOSIÇÃO

methyl(E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy) pyrimidin-4-yloxy] phenyl} -3-methoxyacrylate (AZOXISTROBINA)……………...…………………………….......….........500 g/kg (50 % m/m) Outros ingredientes:.............................................................................500 g/kg (50 % m/m)

GRUPO C3 FUNGICIDA PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: FUNGICIDA SISTÊMICO GRUPO QUÍMICO: AZOXISTROBINA (ESTROBILURINAS) TIPO DE FORMULAÇÃO: GRANULADO DISPERSÍVEL EM ÁGUA (WG) TITULAR DO REGISTRO (*): Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º andares, Torre Sigma, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: AZOXYSTROBIN TÉCNICO – Registro MAPA nº 01598: Syngenta Limited - Grangemouth Manufacturing Centre, Earls Road, Grangemouth, Stirlingshire FK3 8XG, Reino Unido. Saltigo GmbH - Chempark Leverkusen 51369 Leverkusen, Alemanha. AZOXISTROBINA TÉCNICO AGRISOR – Registro MAPA nº 31319: CAC Nantong Chemical Co., Ltd. - (Fourth Huanghai Road) Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County 226407 Nantong, Jiangsu - China. AZOXYSTROBIN TÉCNICO BAILLY – Registro MAPA n°1618: Taizhou Bailly Chemical Co. Ltd - Nº 9 Zhonggang Road, Taixing Economic Development Zone Taixing City 225404 Jiangsu China. AZOXYSTROBIN TÉCNICO PROVENTIS II – Registro MAPA n° TC06724: Shangyu Nutrichem Co., Ltd. – No 9 Weijiu Rd., Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area 312369 – Zhejiang, China. FORMULADOR: Syngenta Proteção de Cultivos Ltda – Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5, Bairro Santa Terezinha - CEP: 13148-915Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.

Syngenta Limited - Grangemouth Manufacturing Centre, Earls Road, Grangemouth, Stirlingshire FK3 8XG, Reino Unido. Gowan Milling, LLC – 12300 E. County 8th Street, Yuma, Arizona, 85365-EUA. MANIPULADOR: Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP: 13348-790, Indaiatuba/SP – CNPJ: 60.744.463/0096-50 - Cadastro da empresa no Estado (CDA) nº 4476. Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/MG – CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Cadastro no IMA/MG sob n°2.972. “O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.

No do Lote ou da Partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II –

PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

INSTRUÇÕES DE USO

CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha
ACELGACercosporiose(Cercospora beticola)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre: 600 a 1.000 L/ha
AGRIÃOCercosporiose(Cercospora brassicicola)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre: 600 a 1.000 L/ha
Septoriose(Septoria lactucae)
CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha
ALFACESeptoriose(Septoria lactucae)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre: 600 a 1.000 L/ha
ALMEIRÃOCercosporiose(Cercospora chicorii)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre: 600 a 1.000 L/ha
Mancha-de- alternaria(Alternaria sonchii)
CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha
ALHOMancha- púrpura(Alternaria porri)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 6 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre: 600 a 1.000 L/ha
AMENDOIMMancha- castanha(Cercospora arachidicola)-80 a 120- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações a cada 15 dias fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 4 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - Utilizar volumes de calda de aplicação em torno de 400 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre: 400 L/ha
Mancha- preta(Pseudocercospora personata)
CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha
BATATAPinta-preta(Alternaria solani)880- PREVENTIVA: Aplicar antes do início dos primeiros sintomas da doença e repetir as aplicações a cada 7 dias. Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s).Aplicação Terrestre: 600 a 1.200L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha
16160- CURATIVA: Aplicar quando se constatar o aparecimento dos primeiros sintomas da doença, realizando de 1 a 4 aplicações espaçadas de 7 dias. - Aplicações repetidas semanalmente, devem ser feitas com alternância a cada aplicação com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Após estas aplicações curativas, retornar às aplicações de doses preventivas.
BETERRABAMancha-de- cercospora(Cercospora beticola)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 6 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha
CHICÓRIACercosporiose(Cercospora chicorii)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
Mancha-de- alternaria(Alternaria sonchii)
CAFÉMancha-de- olho-pardo(Cercospora coffeicolas)-100- Para o controle da ferrugem e da mancha-de-olho-pardo iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. Repetir as aplicações a cada 30 dias, fazendo alternância com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). - Para o controle da mancha-de- phoma realizar 2 aplicações: A primeira de forma preventiva na pré- florada e a segunda, 30 dias após, na pós-florada. - Realizar um máximo de 4 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN /safra. - Utilizar adjuvante específico recomendado pelo fabricante a 0,5% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre: 300 a 400 L/ha
Ferrugem- do-cafeeiro(Hemileia vastatrix)
Mancha-de- phoma(Phoma costaricensi)
CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha
CEBOLAMacha- púrpura(Alternaria porri)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
CENOURAQueima- das-folhas(Alternaria dauci)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 5 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha
CITROSMancha- preta(Phyllosticta citricarpa)8 a 16-- Realizar 2 aplicações em intervalos de 4 semanas. - Iniciar as aplicações de VANTIGO®,SHAMAN para o controle da mancha-preta em 4 semanas após a segunda aplicação de fungicida realizada na florada, preconizada para verrugose e melanose. - Realizar no máximo 2 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN /safra. - Utilizar a maior dose sob condições de alta severidade da doença, ou para obtenção de alta porcentagem de frutos isentos de sintomas. - Utilizar a menor dose sob condições de severidade mediana da doença, ou para obtenção de alta porcentagem de frutos com níveis aceitáveis de sintomas. - Utilizar espalhante adesivo específico para a cultura.Aplicação Terrestre 2.000 a 3.000 L/ha
COUVE-FLORMancha-de- alternaria(Alternaria brassicae)16128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
CRISÂNTEMO *Ferrugem- branca(Puccinia horiana)20160- Iniciar as aplicações preventivamente, após o transplante das mudas, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações a cada 7 dias. Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha
DUBOISIAAntracnose(Colletotrichum gloeosporioides)12 a 16120- Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no início dos primeiros sintomas. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 6 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
ESPINAFRECercosporiose(Cercospora tetragonia)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha
ESTÉVIAMancha-de- alternaria(Alternaria steviae)12 a 1696 a 128Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
Septoriose(Septoria lactucae)
FEIJÃOAntracnose(Colletotrichum lindemuthianum)-120- Iniciar as aplicações preventivamente aos 20 a 30 dias após a emergência da cultura. - Reaplicar a intervalos de 14 dias, intercalando com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s) se necessário. Realizar um máximo de 3 aplicações. Utilizar a dose mais alta em condições favoráveis ao desenvolvimento da doença.Aplicação Terrestre 100 a 300 L/ha
Mancha- angular(Phaeoisariopsis griseola)-80 a 120
Ferrugem(Uromyces appendiculatus)-80 a 120
FIGOFerrugem(Cerotelium fici)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações a cada 7 ou 14 dias (dependendo das condições para o desenvolvimento da doença) fazendo alternância com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 4 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha
GOIABAFerrugem- da-goiabeira(Puccinia psidii)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações a cada 7 ou 14 dias (dependendo das condições para o desenvolvimento da doença) fazendo alternância com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 4 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
MAMÃOVaríola(Asperisporium caricae)16128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações a cada 14 dias. Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 4 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar volumes de calda de aplicação em torno de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,025% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
MANGAAntracnose(Colletotrichum gloeosporioides)15120- Iniciar as aplicações preventivamente no início do período de floração. - Repetir as aplicações a cada 15 dias. Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 6 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar volumes de calda de aplicação em torno de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha
MELANCIAOídio ou Míldio- pulverulento(Sphaerotheca fuliginea)16128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 5 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - A dose em g de produto comercial/100 L de água considera um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
MELÃOOídio ou Míldio- pulverulento(Sphaerotheca fuliginea)16128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 5 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - A dose em g de produto comercial /100 L de água considera um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha
MORANGOMancha- foliar(Mycosphaerella fragariae)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 6 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
MOSTARDACercosporios e(Cercospora brassicicola)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
Mancha-de- alternaria(Alternaria brassicae)
PEPINOMíldio(Pseudocercospor a cubensis)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número deAplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 6 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.VOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha
Mancha- zonada(Leandria momordicae)
PÊSSEGOFerrugem(Tranzschelia discolor)12 a 2096 a 160- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações a cada 7 ou 14 dias (dependendo das condições para o desenvolvimento da doença) fazendo alternância com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 4 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃOVOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha
PIMENTÃOAntracnose(Colletotrichum gloeosporioides)12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 4 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
PLANTAS ORNAMENTA IS*Ferrugem- branca(Puccinia horiana)20160- Iniciar as aplicações preventivamente, após o transplante das mudas, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações a cada 7 dias. Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação. Obs.: Produto recomendado para plantas ornamentais cultivadas em ambiente aberto ou protegido.Aplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
RÚCULACercosporio seCercospora brassicicola12 a 1696 a 128- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações deAplicação Terrestre 600 a 1.000 L/ha
CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO VANTIGO®,SHAMAN por safra. - Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. - As doses em g de produto comercial/100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 L/ha. - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.VOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha
Mancha-de- alternaria(Alternaria brassicae)
TOMATEMancha-de- alternaria(Alternaria solani)880- PREVENTIVA: Aplicar antes do início dos primeiros sintomas da doença e repetir as aplicações a cada 7 dias. Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida (s) de outro (s) grupos químico (s).Aplicação Terrestre 600 a 1.200L/ha
16160- CURATIVA: Aplicar quando se constatar o aparecimento dos primeiros sintomas da doença, realizando de 1 a 4 aplicações espaçadas de 7 dias. - Aplicações repetidas semanalmente, devem ser feitas com alternância a cada aplicação com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Após estas aplicações curativas, retornar às aplicações de doses preventivas.
Septoriose(Septoria lycopersici)880- PREVENTIVA: Aplicar antes do início dos primeiros sintomas da doença e repetir as aplicações semanalmente. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Realizar no máximo 4 aplicações.
UVAMíldio(Plasmopara viticola)24240- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações, considerando-se o número máximo de 12 aplicações/safra, ou seja, até o máximo de 4 aplicações de VANTIGO®,SHAMAN /safra. - Utilizar volumes de calda de aplicação de 1.000 L/ha.Aplicação Terrestre 1.000 L/ha
Antracnose(Elsinoe ampelina)
CULTURASDOENÇASDOSESÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO - Utilizar espalhante adesivo específico recomendado pelo fabricante a 0,05% do volume da calda de aplicação.VOLUME DE CALDA (L/ha)
Nome ComumNome Científicog/100 L águag/ha

1 quilo do produto comercial contém 500 g do ingrediente ativo azoxistrobina. * Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala. OBSERVAÇÕES: Juntamente com as diferentes embalagens do VANTIGO®,SHAMAN poderá ser encontrado um dosador de 100 g ou de 500 g (neste caso, o dosador é a própria tampa da embalagem de 500 g), cujas medidas, em gramas, são aproximadas. Este dosador auxiliará o usuário na dosagem do produto, através de escala de dosagens. Para aquelas culturas que requerem um grande número de aplicações, incluir o produto VANTIGO®,SHAMAN em programas de aplicação com outros fungicidas.

MODO DE APLICAÇÃO

VANTIGO®,SHAMAN deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas. A boa cobertura dos alvos aplicados (todos os tecidos da parte aérea das plantas) é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado. 1) Aplicação terrestre: Aplicação foliar: A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar da cultura. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1.000 Kpa (= 15 a 150 PSI). O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da

cultura. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora. 2) Aplicação aérea: A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas citadas na bula. Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas médias. É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa, etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C, umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros. O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro. Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de vistas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura. Modo de preparo de calda: 1. Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem. 2. O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do fungicida e em seguida adicionar o adjuvante recomendado pelo fabricante, caso necessário. Após isso, proceder a homogeneização e completar o volume do tanque com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. 3. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. 4. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturasDias
Acelga7
Agrião7
Alface7
Alho2
Almeirão7
Amendoim7
Batata7
Beterraba2
Café21
Cebola2
Cenoura7
Chicória7
Citros7
Couve-flor2
CrisântemoUNA
DuboisiaUNA
Espinafre7
Estévia7
Feijão7
Figo7
Goiaba2
Mamão3
Manga7
Melancia2
Melão2
Morango1
Mostarda7
Pepino2
Pêssego7
Pimentão2
Plantas OrnamentaisUNA
Rúcula7
Tomate3
Uva7

Café Cebola Cenoura Chicória Citros Couve-flor Crisântemo UNA Duboisia UNA Espinafre Estévia Feijão Figo Goiaba Mamão Manga Melancia Melão Morango Mostarda Pepino Pêssego Pimentão Plantas Ornamentais UNA Rúcula Tomate Uva *UNA = Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador. Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto. Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, nas doses e condições recomendadas. Entretanto, devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala. Outras restrições a serem observadas: VANTIGO®,SHAMAN é extremamente fitotóxico para certas variedades de maçãs e por essa razão, não pulverizar o produto quando a deriva da pulverização possa alcançar macieiras. Não use equipamentos de pulverização que tenham sido usados previamente para aplicar VANTIGO®,SHAMAN para pulverizar macieiras. Mesmo resíduos do produto que tenham permanecido nos equipamentos podem causar fitotoxicidade inaceitável para certas variedades de maçã.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Rotacionar produtos com mecanismos de ação distintos do grupo C3 (estrobilurina). Sempre rotacionar com produtos de mecanismos de ação efetivos para a doença alvo; • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas;

• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização de VANTIGO®,SHAMAN ou outros produtos do grupo C3 (estrobilurina) quando for necessário; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc; • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado; • Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas; • Realizar o monitoramento da doença na cultura; • Adotar estratégia de aplicação preventiva; • Respeitar intervalo mínimo de 07 dias de intervalos entre aplicações; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

A resistência de doenças a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornarse um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da doença podem ser observados devido à resistência. VANTIGO®,SHAMAN é um fungicida composto por uma estrobilurina, azoxistrobina. Este ingrediente ativo pertence ao grupo dos QoI - C3 (Qol - Inibidores extracelulares de Quinona), segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). O uso repetido deste fungicida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do VANTIGO®,SHAMAN como uma ferramenta útil de manejo de doenças, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. De maneira geral, utilizar o quadro abaixo como referência para o número máximo de aplicações de fungicidas do grupo QoI realizadas na mesma safra.

Número total de aplicações de fungicidas por cultura456789101112>12
Número máximo de aplicações de VANTIGO®,SHAMAN recomendado222233334*

* para situações em que são requeridas mais que 12 aplicações de fungicidas por safra, não utilizar mais do que 1/3 do número total de aplicações.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, avental impermeável, óculos de segurança com proteção lateral, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: • Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável, óculos de segurança com proteção lateral, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de

Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção para produtos químicos e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: Touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, botas de borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção para produtos químicos e equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1.

• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Nocivo se inalado Pode provocar irritação das vias ATENÇÃO respiratórias PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR VANTIGO®, SHAMAN

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico AZOXISTROBINA (ESTROBILURINA)
Grupo químicoAZOXISTROBINA (ESTROBILURINA)
Classe toxicológica
Categoria 4: Produto pouco tóxico
Vias de exposição
Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são
consideradas as mais relevantes.
ToxicocinéticaAzoxistrobina: Estudos em ratos e coelhos demonstraram que a azoxistrobina
é altamente absorvida pela via oral (≥ 86%) e de maneira dose-dependente. Ela
é amplamente distribuída pelo organismo, com as maiores concentrações
observadas no intestino delgado e grosso, fígado e rins. Sua meia-vida é de 96
horas em baixas doses (1 mg/kg) e de 192 horas em altas doses (100 mg/kg). A
eliminação é relativamente rápida, com mais de 86% excretado nas primeiras 48
horas após a administração, sem evidência de bioacumulação (< 0,8%). Após
exposições únicas ou repetidas, é excretada principalmente pela bile na forma
de metabólitos (cerca de 70%) e, em menor proporção, pela urina (≤ 17%) e
pelas fezes na sua forma inalterada. As principais vias metabólicas são a
hidrólise do metoxiácido, seguida de conjugação com ácido glucurônico ou
glutationa do anel cianofenil. Pelo menos 18 metabólitos foram identificados na
bile, sendo o metabólito V, um conjugado glucuronido do ácido azoxistrobina, o
mais abundante.
ToxicodinâmicaAzoxistrobina: Fungicida sistêmico inibidor da respiração mitocondrial pelo
bloqueio da transferência de elétrons no complexo citocromo-bc1 de fungos
(complexo III). Esta ação interfere na formação de ATP, energia vital para o
crescimento dos fungos. Este modo de ação é possivelmente conservado para
humanos, uma vez que seres eucariontes (e.g., fungos e mamíferos)
compartilham os mesmos complexos proteicos atuantes na fosforilação
oxidativa. No entanto, não há na literatura dados que confirmem tais efeitos em
humanos.
Sintomas e sinais clínicosNão há dados de intoxicação por azoxistrobina em humanos no banco de dados
da Syngenta.
As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
animais de experimentação tratados com a formulação à base de azoxistrobina,
VANTIGO®, SHAMAN:
Exposição Oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos, os animais foram
expostos à dose de 5000 mg/kg p.c. Não foi observada mortalidade. Os sinais
clínicos verificados foram: Piloereção, sinais de incontinência urinária e diarreia,
totalmente revertidos até o dia 8 do estudo para todos os animais. Não houve
sinais de toxicidade sistêmica.
Exposição Inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória em ratos, os
animais foram expostos à concentração de 4,67 mg/L da substância de teste.
Um animal morreu após a exposição. Os sinais clínicos indicativos de moderada
toxicidade e irritação do trato respiratório observados foram: Redução da
atividade, ptose, ruído respiratório anormal, espirros, respiração fraca, tremores,
salivação, marcha irregular e hipoestesia auditiva. Todos os sintomas foram
revertidos até o fim do estudo.
Exposição Cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica realizado em
ratos, não foi observada mortalidade ou sinais clínicos de toxicidade entre os
animais expostos à dose de 2.000 mg/kg p.c. Em estudo de irritação cutânea in
vivo realizado com ratos, 6/6 animais apresentaram eritema leve, 4/6 animais
apresentaram edema muito leve e 1/6 animais apresentou edema leve. Todos
os efeitos foram reversíveis até o dia 4 do estudo. O produto não foi considerado
irritante dérmico. O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em
cobaias pelo teste de Buehler.
Exposição Ocular: Em estudo de irritação ocular in vivo, a instilação da
substância teste no olho de três coelhos não resultou em lesões oculares nas
avaliações de 24, 48 e 72 horas. O produto foi considerado não irritante aos olhos
de coelhos.
Exposição Crônica: O ingrediente ativo não foi considerado mutagênico,
teratogênico ou carcinogênico para seres humanos. À luz dos conhecimentos
atuais, não é considerado desregulador endócrino e não interfere com a
reprodução. Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
DiagnósticoO diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando
sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente
imediatamente.
TratamentoTratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao
suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer
via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a
absorção e os efeitos locais.
Exposição Oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50 g em crianças
de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção
de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando
administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é
necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de
lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa
inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência
de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
mecânica.
Exposição Dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local
ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para
tratamento.
Exposição Ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com
a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
encaminhar o paciente para tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
Contraindicaçõe A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração s e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. Efeitos das Não foram relatados efeitos de interações químicas para a azoxistrobina e interações possíveis medicamentos utilizados no tratamento de intoxicação por químicas azoxistrobina em humanos. ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas) Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.comContraindicaçõeA indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
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Efeitos dasNão foram relatados efeitos de interações químicas para a azoxistrobina e possíveis medicamentos utilizados no tratamento de intoxicação por azoxistrobina em humanos.
interações
químicas
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas) Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório: Vide quadro anterior, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: >5.000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: > 2.000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: > 4,67 mg/L Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea in vivo realizado com ratos, 6/6 animais apresentaram eritema leve, 4/6 animais apresentaram edema muito leve e 1/6 animais apresentou edema leve. Todos os efeitos foram reversíveis até o dia 4 do estudo. O produto não foi considerado irritante dérmico. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular in vivo, a instilação da substância teste no olho de três coelhos não resultou em lesões oculares nas avaliações de 24, 48 e 72 horas. O produto foi considerado não irritante aos olhos de coelhos. Sensibilização cutânea em cobaias (Teste de Buehler): O produto não foi considerado sensibilizante dérmico. Sensibilização respiratória em ratos: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as vias respiratórias. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Azoxistrobina: Os camundongos machos e fêmeas tratados, respectivamente, com 272,4 e 363,3 mg/kg p.c./dia de azoxistrobina (dieta) por 2 anos apresentaram redução de peso corpóreo e do consumo de ração. Não houve alteração nos parâmetros hematológicos, apenas leve redução nos níveis de hemoglobina em machos no maior nível de dose testado. Também foi observado aumento do peso do fígado em ambos os

sexos, sem alterações histopatológicas (NOAEL: 37,5 mg/kg p.c./dia). Em estudo de 2 anos em ratos, foi observada redução do peso corpóreo e de enzimas hepáticas em ambos os sexos na maior dose; em fêmeas, houve redução dos níveis de triglicerídeos e colesterol e, apenas em machos, aumento da taxa de mortalidade e alterações nãoneoplásicas macroscópicas e microscópicas no fígado e ducto biliar (e.g., distensão, hiperplasia) (NOAEL 18,2 mg/kg p.c./dia). Não foram identificadas lesões neoplásicas em ratos ou camundongos. Adicionalmente, a azoxistrobina não foi considerada genotóxica pelos ensaios in vivo e in vitro. Em estudo da reprodução de duas gerações em ratos, a fertilidade e o desempenho reprodutivo não foram afetados pelo tratamento. Foi determinada toxicidade parental na maior dose pela redução de peso corpóreo; os machos ainda apresentaram lesões hepáticas e no ducto biliar. Os efeitos na prole (redução de peso corpóreo) foram secundários à toxicidade parental e não considerados efeitos no desenvolvimento (NOAEL parental e filhotes: 32,4 mg/kg p.c./dia; NOAEL reprodução: 165,4 mg/kg p.c./dia). Nos estudos do desenvolvimento em ratos e coelhos, foi observada toxicidade materna (redução do peso corpóreo e do consumo de ração, diarreia, incontinência urinária e salivação) apenas nas maiores doses. A azoxistrobina não exerceu efeito teratogênico em ambas as espécies. Os efeitos fetais foram mínimos e apenas nas doses indutoras de toxicidade materna (ratos: NOEL materno e desenvolvimento 25 e 100 mg/kg p.c./dia, respectivamente; coelhos: NOAEL materno e desenvolvimento 50 e 500 mg/kg p.c./dia, respectivamente). Diante dos achados, a azoxistrobina não é considerada carcinogênica, teratogênica ou tóxica para a reprodução em humanos. 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). ( X ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e algas). • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de

mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. 2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. • Telefone da empresa 0800 704 4304. • Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'agua: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico etc, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita em incineradores destinados para este tipo de operação, aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Vantigo registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 10199 · documento de 07/01/2026.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Vantigo?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Vantigo e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Vantigo é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 10199, documento de 07/01/2026), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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