Bula oficial · registro MAPA nº 37717

Bula do Unimark 480 SC

Bula completa do Unimark 480 SC (registro MAPA nº 37717), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: metribuzim.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 25 páginas no PDF.

V2024 10 24 UNIMARK 480 SC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob o n° 37717

COMPOSIÇÃO

4amino6- tert - butyl4,5dihydro3- methythio1,2,4trazin5- one (METRIBUZIM)............................................................................ 480 g/L (48% m/v) Outros ingredientes .....................................................................670 g/L (67% m/v)

CONTEÚDO: Vide rótulo. CLASSE: Herbicida pré e pós-emergente, seletivo residual GRUPO QUÍMICO: triazinona TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada - SC. TITULAR DO REGISTRO (*): UPL DO BRASIL - Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Avenida Maeda s/n°, Prédio Comercial - Térreo - Distrito Industrial - CEP: 14500-000 - Ituverava/SP - CNPJ: 02.974.733/0001-52 - Cadastro estadual: CDA/SAA/SP sob nº 1050. (*)IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Metribuzin Técnico UPL, Registrado no MAPA sob nº 05709 Superform Chemistries Limited Plot nº 3-11, GIDC, Vapi, 396195, Valsad District, Gujarat, Índia. FORMULADORES: UPL Limited G.I.D.C. 3101/3102, Ankleshwar City, Dist. Bharuch, Gujarat, 393002, Índia. Cerexagri B.V. Tankhoofd 10, 3196 KE, Vondelingenplaat/Roterdã, Países Baixos. UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Av. Maeda, s/n, Distrito Industrial, CEP 14500-000, Ituverava/SP. CNPJ: 02.974.733/0003-14 – Registro no órgão estadual nº 1049 - CDA/SP.

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

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PROTEJASE. Agite antes de usar. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010) CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA - Categoria 4: Produto pouco tóxico

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – CLASSE II –

PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Página 3 de 26

INSTRUÇÕES DE USO

UNIMARK 480 SC é um herbicida seletivo, altamente eficaz e de largo espectro de ação contra plantas infestantes de folhas largas. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, VOLUME DE CALDA e NÚMERO DE APLICAÇÕES:

CulturaPlantas Infestantes Nome Comum (Nome Científico)Dose do Produto Comercial (L/ha)Volume de calda Terrestre (L/ha)Número, Época e Intervalo de Aplicação
BatataMentrasto, Picão-roxo (Ageratum conyzoides)0,75 a 1,5200-400 (Aplicação aérea: 20- 50)Realizar uma aplicação em pré-emergência e, de preferência, em pós emergência inicial das plantas infestantes e da cultura. Não aplicar sobre a cultura de batata se as plantas estiverem com mais de 5 cm de altura. As doses menores são para solos de textura média e as maiores para solos argilosos.
Apaga-fogo, Periquito (Alternanthera tenella)0,75 a 1,5
Caruru-branco, Caruru- roxo (Amaranthus hybridus)0,75 a 1,5
Caruru-de-mancha, Caruru-verde (Amaranthus viridis)0,75 a 1,5
Picão, Picão-preto (Bidens pilosa)0,75 a 1,5
Mostarda, Colza (Brassica rapa)0,75 a 1,5
Mastruz, Mastruço (Coronopus didymus)0,75 a 1,5
Carrapicho-beiço-de-boi, Pega-pega (Desmodium tortuosum)0,75 a 1,5
Falsa-serralha, Bela- emilia (Emilia Sonchifolia)0,75 a 1,5
Picão-branco, Fazendeiro (Galinsoga parviflora)0,75 a 1,5
Catirina, Hortelã (Hyptis lophanta)0,75 a 1,5
Corda-de-viola, Campainha (Ipomoea aristolochiaefolia)0,75 a 1,5
Joá-de-capote, Quintilho (Nicandra physaloides)0,75 a 1,5
Quebra-pedra, Erva- pombinha (Phyllanthus tenellus)0,75 a 1,5
Cipó, Cipó-de-veado (Polygonum0,75 a 1,5

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CulturaPlantas Infestantes Nome Comum (Nome Científico)Dose do Produto Comercial (L/ha)Volume de calda Terrestre (L/ha)Número, Época e Intervalo de Aplicação
convolvulus)
Beldroega, Bredo-de- porco (Portulaca oleracea)0,75 a 1,5
Nabo-bravo, Nabiça (Raphanus raphanistrum)0,75 a 1,5
Poaia, Poaia-branca (Richardia brasiliensis)0,75 a 1,5
Flor-das-almas, Flor-de- finados (Senecio brasiliensis)0,75 a 1,5
Guanxuma, Mata-pasto (Sida rhombifolia)0,75 a 1,5
Serralha, Serralha-lisa (Sonchus oleraceus)0,75 a 1,5
Erva-Quente, Erva-de- lagarto (Spermacoce latifolia)0,75 a 1,5
CaféMentrasto, Picão-roxo (Ageratum conyzoides)1,0 a 2,0100-300Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes, sendo a primeira aplicação logo após a arruação. As doses menores são para solos de textura média e as maiores para solos argilosos.
Apaga-fogo, Periquito (Alternanthera tenella)1,0 a 2,0
Caruru-branco, Caruru- roxo (Amaranthus hybridus)1,0 a 2,0
Caruru-de-mancha, Caruru-verde (Amaranthus viridis)1,0 a 2,0
Picão, Picão-preto (Bidens pilosa)1,0 a 2,0
Mostarda, Colza (Brassica rapa)1,0 a 2,0
Mastruz, Mastruço (Coronopus didymus)1,0 a 2,0
Carrapicho-beiço-de-boi, Pega-pega (Desmodium tortuosum)1,0 a 2,0
Falsa-serralha, Bela- emilia (Emilia Sonchifolia)1,0 a 2,0
Picão-branco, Fazendeiro (Galinsoga parviflora)1,0 a 2,0

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CulturaPlantas Infestantes Nome Comum (Nome Científico)Dose do Produto Comercial (L/ha)Volume de calda Terrestre (L/ha)Número, Época e Intervalo de Aplicação
Catirina, Hortelã (Hyptis lophanta)1,0 a 2,0
Corda-de-viola, Campainha (Ipomoea aristolochiaefolia)1,0 a 2,0
Joá-de-capote, Quintilho (Nicandra physaloides)1,0 a 2,0
Quebra-pedra, Erva- pombinha (Phyllanthus tenellus)1,0 a 2,0
Cipó, Cipó-de-veado (Polygonum convolvulus)1,0 a 2,0
Beldroega, Bredo-de- porco (Portulaca oleracea)1,0 a 2,0
Nabo-bravo, Nabiça (Raphanus raphanistrum)1,0 a 2,0
Poaia, Poaia-branca (Richardia brasiliensis)1,0 a 2,0
Flor-das-almas, Flor-de- finados (Senecio brasiliensis)1,0 a 2,0
Guanxuma, Mata-pasto (Sida rhombifolia)1,0 a 2,0
Serralha, Serralha-lisa (Sonchus oleraceus)1,0 a 2,0
Erva-Quente, Erva-de- lagarto (Spermacoce latifólia)1,0 a 2,0
Cana-de- açúcarMentrasto, Picão-roxo (Ageratum conyzoides)3,0 a 4,0100-300 (Aplicação aérea: 20- 50)Realizar uma aplicação em pré-emergência e, de preferência, em pós emergência inicial das plantas infestantes e da cultura. As doses menores são para solos de textura média e as maiores para solos argilosos.
Apaga-fogo, Periquito (Alternanthera tenella)3,0 a 4,0
Caruru-branco, Caruru- roxo (Amaranthus hybridus)3,0 a 4,0
Caruru-de-mancha, Caruru-verde (Amaranthus viridis)3,0 a 4,0
Picão, Picão-preto (Bidens pilosa)3,0 a 4,0
Capim-braquiária, Braquiária3,0 a 4,0

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CulturaPlantas Infestantes Nome Comum (Nome Científico)Dose do Produto Comercial (L/ha)Volume de calda Terrestre (L/ha)Número, Época e Intervalo de Aplicação
(Brachiaria decumbens)
Capim-marmelada, Capim-papuã (Brachiaria plantaginea)3,0 a 4,0
Mostarda, Colza (Brassica rapa)3,0 a 4,0
Capim-carrapicho, Capim-amoroso (Cenchrus echinatus)3,0 a 4,0
Mastruz, Mastruço (Coronopus didymus)3,0 a 4,0
Carrapicho-beiço-de-boi, Pega-pega (Desmodium tortuosum)3,0 a 4,0
Capim-colchão, Capim-milhã (Digitaria horizontalis)3,0 a 4,0
Falsa-serralha, Bela-emilia (Emilia sonchifolia)3,0 a 4,0
Picão-branco, Fazendeiro (Galinsoga parviflora)3,0 a 4,0
Catirina, Hortelã (Hyptis lophanta)3,0 a 4,0
Corda-de-viola, Campainha (Ipomoea aristolochiaefolia)3,0 a 4,0
Joá-de-capote, Quintilho (Nicandra physaloides)3,0 a 4,0
Capim-colonião, Capim- coloninho (Panicum maximum)3,0 a 4,0
Quebra-pedra, Erva-pombinha (Phyllanthus tenellus)3,0 a 4,0
Cipó, Cipó-de-veado (Polygonum convolvulus)3,0 a 4,0
Beldroega, Bredo-de- porco (Portulaca oleracea)3,0 a 4,0
Nabo-bravo, Nabiça (Raphanus raphanistrum)3,0 a 4,0
Poaia, Poaia-branca (Richardia brasiliensis)3,0 a 4,0

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CulturaPlantas Infestantes Nome Comum (Nome Científico)Dose do Produto Comercial (L/ha)Volume de calda Terrestre (L/ha)Número, Época e Intervalo de Aplicação
Flor-das-almas, Flor-de- finados (Senecio brasiliensis)3,0 a 4,0
Guanxuma, Mata-pasto (Sida rhombifolia)3,0 a 4,0
Serralha, Serralha-lisa (Sonchus oleraceus)3,0 a 4,0
Erva-Quente, Erva-de- lagarto (Spermacoce latifolia)3,0 a 4,0
MandiocaMentrasto, Picão-roxo (Ageratum conyzoides)0,75 a 1,0100-300Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem. As doses menores são para solos de textura média e as maiores para solos argilosos.
Apaga-fogo, Periquito (Alternanthera tenella)0,75 a 1,0
Caruru-branco, Caruru- roxo (Amaranthus hybridus)0,75 a 1,0
Caruru-de-mancha, Caruru-verde (Amaranthus viridis)0,75 a 1,0
Picão, Picão-preto (Bidens pilosa)0,75 a 1,0
Mostarda, Colza (Brassica rapa)0,75 a 1,0
Mastruz, Mastruço (Coronopus didymus)0,75 a 1,0
Carrapicho-beiço-de-boi, Pega-pega (Desmodium tortuosum)0,75 a 1,0
Falsa-serralha, Bela-emilia (Emilia Sonchifolia)0,75 a 1,0
Picão-branco, Fazendeiro (Galinsoga parviflora)0,75 a 1,0
Catirina, Hortelã (Hyptis lophanta)0,75 a 1,0
Corda-de-viola, Campainha (Ipomoea aristolochiaefolia)0,75 a 1,0
Joá-de-capote, Quintilho (Nicandra physaloides)0,75 a 1,0
Quebra-pedra, Erva- pombinha (Phyllanthus tenellus)0,75 a 1,0
Cipó, Cipó-de-veado (Polygonum0,75 a 1,0

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CulturaPlantas Infestantes Nome Comum (Nome Científico)Dose do Produto Comercial (L/ha)Volume de calda Terrestre (L/ha)Número, Época e Intervalo de Aplicação
convolvulus)
Beldroega, Bredo-de- porco (Portulaca oleracea)0,75 a 1,0
Nabo-bravo, Nabiça (Raphanus raphanistrum)0,75 a 1,0
Poaia, Poaia-branca (Richardia brasiliensis)0,75 a 1,0
Flor-das-almas, Flor-de-finados (Senecio brasiliensis)0,75 a 1,0
Guanxuma, Mata-pasto (Sida rhombifolia)0,75 a 1,0
Serralha, Serralha-lisa (Sonchus oleraceus)0,75 a 1,0
Erva-Quente, Erva-de- lagarto (Spermacoce latifolia)0,75 a 1,0
SojaMentrasto, Picão-roxo (Ageratum conyzoides)0,75 a 1,0100-300 (Aplicação aérea: 20- 50)O UNIMARK 480 SC é aplicado em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura no plantio convencional, podendo ser também usado no plantio direto. As doses menores são para solos de textura média e as maiores para solos argilosos.
Apaga-fogo, Periquito (Alternanthera tenella)0,75 a 1,0
Caruru-branco, Caruru- roxo (Amaranthus hybridus)0,75 a 1,0
Caruru-de-mancha, Caruru-verde (Amaranthus viridis)0,75 a 1,0
Picão, Picão-preto (Bidens pilosa)0,75 a 1,0
Mostarda, Colza (Brassica rapa)0,75 a 1,0
Mastruz, Mastruço (Coronopus didymus)0,75 a 1,0
Carrapicho-beiço-de-boi, Pega-pega (Desmodium tortuosum)0,75 a 1,0
Falsa-serralha, Bela- emilia (Emilia Sonchifolia)0,75 a 1,0
Picão-branco, Fazendeiro (Galinsoga parviflora)0,75 a 1,0
Catirina, Hortelã (Hyptis lophanta)0,75 a 1,0

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CulturaPlantas Infestantes Nome Comum (Nome Científico)Dose do Produto Comercial (L/ha)Volume de calda Terrestre (L/ha)Número, Época e Intervalo de Aplicação
Corda-de-viola, Campainha (Ipomoea aristolochiaefolia)0,75 a 1,0
Joá-de-capote, Quintilho (Nicandra physaloides)0,75 a 1,0
Quebra-pedra, Erva- pombinha (Phyllanthus tenellus)0,75 a 1,0
Cipó, Cipó-de-veado (Polygonum convolvulus)0,75 a 1,0
Beldroega, Bredo-de- porco (Portulaca oleracea)0,75 a 1,0
Nabo-bravo, Nabiça (Raphanus raphanistrum)0,75 a 1,0
Poaia, Poaia-branca (Richardia brasiliensis)0,75 a 1,0
Flor-das-almas, Flor-de- finados (Senecio brasiliensis)0,75 a 1,0
Guanxuma, Mata-pasto (Sida rhombifolia)0,75 a 1,0
Serralha, Serralha-lisa (Sonchus oleraceus)0,75 a 1,0
Erva-Quente, Erva-de- lagarto (Spermacoce latifolia)0,75 a 1,0
TomateMentrasto, Picão-roxo (Ageratum conyzoides)1,0100-300Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré- emergência ou pós- precoce das plantas infestantes.
Apaga-fogo, Periquito (Alternanthera tenella)1,0
Caruru-branco, Caruru- roxo (Amaranthus hybridus)1,0
Caruru-de-mancha, Caruru-verde (Amaranthus viridis)1,0
Picão, Picão-preto (Bidens pilosa)1,0
Mostarda, Colza (Brassica rapa)1,0
Mastruz, Mastruço (Coronopus didymus)1,0
Carrapicho-beiço-de-boi, Pega-pega1,0

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CulturaPlantas Infestantes Nome Comum (Nome Científico)Dose do Produto Comercial (L/ha)Volume de calda Terrestre (L/ha)Número, Época e Intervalo de Aplicação
(Desmodium tortuosum)
Falsa-serralha, Bela- emilia (Emilia Sonchifolia)1,0
Picão-branco, Fazendeiro (Galinsoga parviflora)1,0
Catirina, Hortelã (Hyptis lophanta)1,0
Corda-de-viola, Campainha (Ipomoea aristolochiaefolia)1,0
Joá-de-capote, Quintilho (Nicandra physaloides)1,0
Quebra-pedra, Erva- pombinha (Phyllanthus tenellus)1,0
Cipó, Cipó-de-veado (Polygonum convolvulus)1,0
Beldroega, Bredo-de- porco (Portulaca oleracea)1,0
Nabo-bravo, Nabiça (Raphanus raphanistrum)1,0
Poaia, Poaia-branca (Richardia brasiliensis)1,0
Flor-das-almas, Flor-de- finados (Senecio brasiliensis)1,0
Guanxuma, Mata-pasto (Sida rhombifolia)1,0
Serralha, Serralha-lisa (Sonchus oleraceus)1,0
Erva-Quente, Erva-de- lagarto (Spermacoce latifolia)1,0
TrigoMentrasto, Picão-roxo (Ageratum conyzoides)0,3100-300Aplicar em pós- emergência, após o início do perfilhamento do trigo, estando as plantas infestantes com, no máximo 4 folhas. Aplicar exclusivamente em cultivares nacionais. Não fazer mistura de tanque
Apaga-fogo, Periquito (Alternanthera tenella)0,3
Caruru-branco, Caruru- roxo (Amaranthus hybridus)0,3
Caruru-de-mancha, Caruru-verde0,3

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CulturaPlantas Infestantes Nome Comum (Nome Científico)Dose do Produto Comercial (L/ha)Volume de calda Terrestre (L/ha)Número, Época e Intervalo de Aplicação
(Amaranthus viridis)com outros agrotóxicos ou com adubo foliar.
Picão, Picão-preto (Bidens pilosa)0,3
Mostarda, Colza (Brassica rapa)0,3
Mastruz, Mastruço (Coronopus didymus)0,3
Carrapicho-beiço-de-boi, Pega-pega (Desmodium tortuosum)0,3
Falsa-serralha, Bela- emilia (Emilia Sonchifolia)0,3
Picão-branco, Fazendeiro (Galinsoga parviflora)0,3
Catirina, Hortelã (Hyptis lophanta)0,3
Corda-de-viola, Campainha (Ipomoea aristolochiaefolia)0,3
Joá-de-capote, Quintilho (Nicandra physaloides)0,3
Quebra-pedra, Erva- pombinha (Phyllanthus tenellus)0,3
Cipó, Cipó-de-veado (Polygonum convolvulus)0,3
Beldroega, Bredo-de- porco (Portulaca oleracea)0,3
Nabo-bravo, Nabiça (Raphanus raphanistrum)0,3
Poaia, Poaia-branca (Richardia brasiliensis)0,3
Flor-das-almas, Flor-de- finados (Senecio brasiliensis)0,3
Guanxuma, Mata-pasto (Sida rhombifolia)0,3
Serralha, Serralha-lisa (Sonchus oleraceus)0,3
Erva-Quente, Erva-de- lagarto0,3

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CulturaPlantas Infestantes Nome Comum (Nome Científico)Dose do Produto Comercial (L/ha)Volume de calda Terrestre (L/ha)Número, Época e Intervalo de Aplicação
(Spermacose latifolia)

(Spermacose latifolia) MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico, visando à produção de gotas médias, quando prevalecer plantas daninhas em pós-emergência, a grossas, quando prevalecer plantas daninhas em pré-emergência. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta, conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Via aérea: Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas. Preparo de calda: Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Batata ........................................... 60 dias Café ........................................... 60 dias Cana-de-açúcar........................................... 120 dias Mandioca ........................................... * Soja ........................................... * Tomate ........................................... 60 dias Trigo ........................................... 90 dias *Não determinado por ser de uso exclusivo em pré-emergência das culturas. Página 13 de 26

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (aproximadamente 24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: Observar as recomendações quanto ao uso dos equipamentos indicados nas diferentes fases do item “PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS”. INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS: Vide modo de aplicação. INFORMAÇÕES SOBRE DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distinto do Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Página 14 de 26

- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C1 HERBICIDA O produto herbicida UNIMARK 480 SC é composto por Metribuzim, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da Fotossíntese no Fotossistema II, pertencente ao Grupo C1, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). Página 15 de 26

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES: PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO:

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola; - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO

- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Página 16 de 26

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Página 17 de 26

ATENÇÃO Nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR - UNIMARK 480 SC -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoMETRIBUZIM: triazinona.
Classe toxicológicaCategoria 4: Produto pouco tóxico
Vias de exposiçãoDérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
ToxicocinéticaMetribuzim: O metribuzim é rápida e quase completamente absorvido pela via oral após 36 horas da sua administração em ratos. Esta substância é amplamente distribuída no organismo, sendo que as doses mais altas foram detectadas no fígado e nos rins, com meia-vida de eliminação de 18 a 34 horas em todos os tecidos. O metribuzim apresenta biotransformação extensiva no organismo, sendo encontradas baixas concentrações desta substância em sua forma inalterada na urina e nas fezes. A biotransformação em ratos demonstra envolver a desaminação, detioalquilação, hidroxilação da cadeia lateral t-butila e conjugação. Os principais metabólitos são o desamino-metribuzim (DA), o ácido 6-terc-butil-4,5-diidro-1,2,4-triazin-5-ona-3-mercaptúrico e o t-BuOH- desamino-metribuzim. Em ratos, a eliminação do metribuzim ocorre principalmente através das fezes (55,8 – 71,5%) e urina (27,3 – 43,4%). Esta substância é rapidamente eliminada, com mais de 95% da dose sendo excretada após 72 horas da administração.

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Não há evidências de bioacumulação do metribuzim nos tecidos.
ToxicodinâmicaMetribuzim: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do metribuzim em humanos nem em outras espécies de mamíferos.
Sintomas e sinaisNão são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos. Em estudos em animais de experimentação, o produto foi possivelmente nocivo se ingerido e em contato com a pele. A aplicação do produto não causou irritação cutânea nem ocular. O produto também não causou sensibilização à pele. Metribuzim: não são conhecidos sintomas específicos em humanos. Sintomas inespecíficos de toxicidade aguda decorrentes da exposição a substâncias químicas podem ocorrer, como: Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão e/ou erupções cutâneas. Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão, conjuntivite e lacrimejamento. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náusea, dor abdominal e diarreia. Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos.
clínicos
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TratamentoCUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação pulmonar assistida. Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Exposição Oral: - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma

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espontânea em pacientes intoxicados. - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de intoxicação por metribuzim. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). Exposição respiratória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição Dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição ocular: Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Em caso de produto sólido, assegurar que todas as partículas tenham sido removidas com a lavagem. Evitar que a água de lavagem contamine o outro olho. Evitar que a água de lavagem contamine o outro olho. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos dasNão são conhecidos.
interações químicas

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Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS

Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: > 300 – 2000 mg/kg p.c. (cut-off: 1871 mg/kg p.c.). DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste (>1,881 mg/L/4h). Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos não causou nenhuma lesão. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele. Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou hiperemia na conjuntiva (em 3/3 animais, score <2); edema na conjuntiva (em 1/3 animais, score <2). O produto não causou opacidade da córnea e nem irite. Os sinais de irritação foram revertidos dentro de 7 dias. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para os olhos. Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Metribuzim: O metribuzim não é considerado mutagênico com base em uma série de estudos realizados in vitro e in vivo. O metribuzim não causou efeitos neurotóxicos, com valores de NOAEL de 100 mg/kg p.c./dia e 70 mg/kg p.c./dia para neurotoxicidade aguda e subcrônica. Apresentou resultados negativos em estudos de carcinogenicidade em ratos e camundongos. O metribuzim não foi considerado tóxico para a reprodução nem teratogênico, com base em estudos em animais. A exposição repetida a esta substância teve como principais órgãos-alvo o fígado e os rins nos estudos de toxicidade a curto-prazo em ratos, cães e coelhos. Em ratos e coelhos, a glândula tireoide (alterações nos níveis hormonais) e os glóbulos vermelhos, em ratos e cães, também foram afetados em doses mais altas. Um NOAEL total de 2 mg/kg p.c./dia foi obtido. Em estudos de longo-prazo, o fígado foi o principal órgão-alvo em ratos, camundongos e cães. Em ratos, os efeitos na tireoide foram considerados específicos de roedores, e não foi observado comprometimento funcional nem aumento da incidência de tumores na tireoide. O NOAEL foi estabelecido em 1,3 mg/kg p.c./dia, a partir dos estudos de toxicidade crônica/carcinogenicidade de dois anos em ratos. O metribuzin não mostrou nenhuma evidência de potencial cancerígeno. Em estudos de multigeração e estudos de desenvolvimento pré-natal, em ratos, os valores de NOAEL parental e para a prole foram estabelecidos em 2,2 mg/kg p.c./dia, NOAEL reprodutivo 67 mg/kg p.c./dia, com base no peso corporal reduzido e consumo de alimentos em doses mais altas; NOAEL de desenvolvimento <10 mg/kg p.c./dia e NOAEL parental <25 mg/kg p.c./dia. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Página 21 de 26

Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Não são conhecidos. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é:

Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
XMuito Perigoso ao Meio Ambiente(CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

 Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.  Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Página 22 de 26

• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: Página 23 de 26

• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

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• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: Página 25 de 26

• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis Página 26 de 26

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Unimark 480 SC registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 37717 · documento de 31/10/2024.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Unimark 480 SC?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Unimark 480 SC e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Unimark 480 SC é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 37717, documento de 31/10/2024), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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