Bula oficial · registro MAPA nº 41818

Bula do Trunfo

Bula completa do Trunfo (registro MAPA nº 41818), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: Glufosinato - sal de amônio.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 31 páginas no PDF.

V2025 12 12 TRUNFO LIFELINE 280 SL Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob no 41818

COMPOSIÇÃO

Ammonium 4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DL-homoalanin – 4yl(methyl)phosphinate (Glufosinato – Sal de Amônio).............................................................280,00 g/L (28,000% m/v) Propilenoglicol metil eter........................................................................90,24 g/L (9,024% m/v) Outros ingredientes........................................................................... 779,76 g/L (77,976% m/v)

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida não seletivo de ação total GRUPO QUÍMICO: Glufosinato – Sal de amônio: Homoalanina substituída. Propilenoglicol metil éter: éter glicólico TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Avenida Maeda, s/n° - Prédio Comercial – Térreo – Distrito Industrial. CEP: 14500-000, Ituverava/SP, CNPJ: 02.974.733/0001-52 Telefone: (19) 3794-5600; Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO LIER - Registro MAPA nº 42519
LIER CHEMICAL CO., LTD. - Economic and Technical Development Zone, Mianyang City, Sichuan Province
– 621000 - China.

GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO UPL - Registro MAPA nº 2917 SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED Plot nº 750, G.I.D.C., P.B nº 9 Dist. Bharuch – Gujarat, India. GLUFOSINATE AMMONIUM TÉCNICO UPL BR - Registro MAPA nº 11115: YONGNONG BIOSCIENCES CO., LTD. nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang China. FORMULADOR: Cerexagri B.V. Tankhoofd 103196 KE, Vondelingenplaat, Rotterdam - Holanda Shijiazhuang Richem Co., Ltd. Nº 1 Xingwang Road, Biological Industrial Park, Zhaoxian, Shijiazhuang City, Hebei Province - China UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Avenida Maeda, s/n°, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000 CNPJ: 02.974.733/0003-14 – Telefone: (19) 3794-5600 Cadastro no Estado 1049 UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122, Salto de Pirapora/SP, CEP: 18160-000 CNPJ: 02.974.733/0010-43 – Telefone: (15) 3292-1161 Cadastro no Estado 4153 UPL Limited. (Unit 3) Bula MAPA – TRUNFO Página 1 de 31

Plot Nº 3101/3102, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia Yongnong Biosciences Co., Ltd. Nº 3, Weiqi Rd(East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang - China

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

OS EM SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Página 2 de 31

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA - MAPA

INSTRUÇÕES DE USO

TRUNFO controla eficientemente, em pós-emergência das plantas daninhas nas culturas, conforme recomendações abaixo:

CULTURAPLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico)Estádio das plantas daninhasDOSE Produto Comercial (L/ha)VOLUME DE CALDA (L/ha)NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
ABACATE AZEITONA CACAU MAMÃO MANGA MARACUJÁCaruru (Amaranthus viridis)Até 6 folhas ou 10 cm de altura1,5 a 2,0Aplicação terrestre 100 a 300Aplicar o produto em jato dirigido na linha ou entre-linha da cultura, porém sem atingir a cultura, com as plantas daninhas em pleno desenvolvimento considerando-se, porém o estádio máximo recomendado. Utilizar adjuvante de calda na dose de 0,25% (v/v) ou outro na dose recomendada pelo fabricante. Recomenda-se uma única aplicação por ano ou ciclo da cultura.
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Guanxuma (Sida rhombifolia)2,0
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
ACEROLA AMORA MORANGOCaruru (Amaranthus viridis)Até 6 folhas ou 10 cm de altura1,75 a 2,0Aplicação terrestre 100 a 300Aplicar na linha e entre-linha da cultura, em jato dirigido, protegendo esta quando necessário com copos plásticos ou outro aparato de modo a não se atingir pela aplicação do produto. Fazer este controle quando as plantas daninhas apresentarem até 6 folhas ou 10 cm de altura. Utilizar adjuvante de calda na dose de 0,25 % (v/v) ou outro na dose recomendada pelo fabricante. Recomenda-se uma única aplicação por ano ou ciclo da cultura.
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)

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ALFACE ACELGA AGRIÃO ALMEIRÃO CHICÓRIA ESPINAFRE RÚCULA MOSTARDAPicão-branco (Galinsoga parviflora)2 a 4 folhas1,0Aplicação Terrestre 100 a 200Aplicar em jato dirigido em pós- emergência das plantas daninhas, protegendo a cultura com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem no estádio recomendado. Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare)
Serralha (Sonchus oleraceus)
Erva-de-passarinho (Stellaria media)
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)
Solvia (Soliva anthemifolia)1,5
ALGODÃOCaruru (Amaranthus hybridus)8 a 10 folhas1,5 a 2,5Aplicação Terrestre 100 a 200 Aérea: 20-50Para algodão convencional aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura com as plantas daninhas em pós- emergência, quando estas estiverem no estádio recomendado. No sistema Plantio Direto aplicar em área total na pré- semeadura da cultura, na pós- emergência das plantas daninhas quando estas estiverem no estádio recomendado. Para o controle de Buva quando esta estiver com até 10 a 12 cm ou 8 folhas, utilizar a maior dose quando sua ocorrência for mais de 50% na área. Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada em aplicações terrestres ou 0,5 L/ha nas aplicações aéreas.
Picão-preto (Bidens pilosa)
Capim-amargoso (Digitaria insularis)2 a 4 perfilhos
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Buva (Conyza bonariensis)8 folhas1,5 a 1,8
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica)Até 1 perfilho2,0
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Capim-massambará (Sorghum halepense)
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)2 a 4 folhas
Caruru (Amaranthus viridis)
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla)

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Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus)Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Fedegosa (Chenopodium álbum)
ALGODÃO GENÉTICAMENTE MODIFICADO (Resistente ao Glufosinato de Amonio)Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)2 a 4 folhas1,5 a 1,8Terrestre: 100 a 200 Aérea: 20-50Aplicar TRUNFO a partir da germinação do algodão e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo recomendado. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 1,5 a 1,8 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada em aplicações terrestres ou 0,5 L/ha nas aplicações aéreas. Realizar no máximo duas aplicações de TRUNFO por safra de algodão.
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)
Corda-de-viola
(Ipomoea
grandifolia)
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum)
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)2 a 4 perfilhos2,0 a 2,5
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)
Corda-de-viola4 a 8 folhas
(Ipomoea
grandifolia)
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum)
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)
Erva-quente (Borreria latifólia)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Capim-amargoso (Digitaria insularis)Até 1 perfilho1,5 a 2,5
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)2 a 4 folhas
Buva (Conyza bonariensis)
Leiteiro (Euphorbia heterophylla)
Soja (Glycine max)
Milho (Zea mays)

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Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica)Até 1 perfilho1,8 a 2,8
Caruru (Amaranthus viridis)2 a 4 folhas
DUBOISIACapim-amargoso (Digitaria insularis)Até 1 a 2 perfilhos1,5 a 2,5Aplicação Terrestre 100 a 300Aplicar em área total na pré-semeadura da cultura ou em jato dirigido na entrelinha, na pós- emergência inicial das plantas daninhas, sem atingir o cultivo. Para o controle das gramíneas, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 1 a 2 perfilhos e as folhas largas, até 4 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas e/ou plantas daninhas de maior porte. Utilizar adjuvante de calda na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)Até 4 folhas
Picão-preto (Bidens pilosa)Até 4 folhas
BANANACapim-colchão (Digitaria horizontalis)Até 1 perfilho1,5Aplicação Terrestre 100 a 200Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 4 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Capim-guaçu (Paspalum conspersum)
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica)
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus)4 a 6 folhas
Crepis (Crepis japonica
Macela-branca (Gnaphalium spicatum)
Mentrasto

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(Ageratum conyzoides)
Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis)
Erva-cará (Dioscorea batatas)
BATATA (Pré emergência da cultura)Caruru (Amaranthus viridis)2 a 4 folhas2,0Aplicação Terrestre 100 a 200Para controle das plantas daninhas: realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Picão-preto (Bidens pilosa)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Nabo (Raphanus raphanistrum)
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe)
Erva-quente (Spermacoce alata)
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis)Até 1 perfilho
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)
BATATAUSO PARA DESSECAÇAO1,5U 0 c R u a dPara dessecação
de “batata
consumo”: aplicar
1,5 L/ha do
produto comercial,
sobre as ramas da
cultura, 10 dias
antes da colheita.
tilize adjuvante a
,5% do volume da
alda aplicada.
ecomenda-se
ma única
plicação por ciclo
e cultura.
CAFÉTrapoerabaAté 4 folhas1,5Aplicação Terrestre 100 a 200Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período vegetativo de novembro a abril, com as plantas daninhas em pleno desenvolvimento considerando-se, porém o estádio máximo recomendado.
(Commelina
benghalensis)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Buva
(Conyza
bonariensis)
Macela-branca
(Gnaphalium
spicatum)
Mentrasto
(Ageratum
conyzoides)
Caruru

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(Amaranthus viridis)Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
(Beldroega
Portulaca oleracea)
GuanxumaAté 6 folhas2,0
(Sida rhombifolia)
Guanxuma-branca2 a 4 folhas1,5
(Sida glaziovii)
Capim-marmeladaAté 2 perfilhos1,8
(Brachiaria
plantaginea)
Capim-colchão
(Digitaria
horizontalis)
CANA-DE-AÇÚCARUSO PARA DESSECAÇÃO2,8Aplicação Aérea 20-50Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de- açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de- açúcar na pré- colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana- de-açúcar. Nas aplicações aéreas utilizar adjuvante a 0,5 L/ha.
CANOLA GERGELIM GIRASSOL QUINOA (Em dessecação na pré- semeadura)Caruru (Amaranthus viridis)Até 6 folhas ou 10 cm de altura2,0 L/haAplicação terrestre 100 a 300Fazer a aplicação em dessecação na pré-semeadura da cultura e as plantas daninhas em pós emergência com até 6 folhas ou 10 cm de altura. Efetuar o plantio pelo menos 7 dias após a aplicação. Utilizar adjuvante na dose de 0,25% (v/v) ou outro na
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
Buva (Conyza bonariensis)

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Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla)dose recomendada pelo fabricante. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura
CEVADAUSO PARA DESSECAÇÃO1,25Aplicação Terrestre 100 a 200Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha.
CITROSCapim-marmeladaAté 1 perfilho1,5Aplicação Terrestre 100 a 200Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura, com as plantas daninhas devem estar em crescimento ativo, porém dentro do estádio máximo recomendado. Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
(Brachiaria
plantaginea)
Capim-colchão
(Digitaria
horizontalis)
Capim-colchão
(Digitaria
sanguinalis)
Capim-amargoso
(Digitaria insularis)
Capim-carrapicho
(Cenchrus
echinatus)
Capim-pé-de-
galinha
(Eleusine indica)
GuanxumaAté 4 folhas
(Sida rhombifolia)
Carrapicho-de-
carneiro
(Acanthospermum
hispidum)
Picão-preto
(Bidens pilosa)

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Amendoim-bravo
(Euphorbia
heterophylla)
Trapoeraba
(Commelina
benghalensis)
Maria-gorda
(Talinum
paniculatum)
Falsa-serralha
(Emilia sonchifolia)
Malva-branca
(Sida cordifolia)
EUCALIPTOSamambaia (Pteridium aquilinum)Até 20 cm1,5Aplicação Terrestre 100 a 200Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena, porém dentro do estádio máximo recomendado. Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Capim-gordura (Melinis minutiflora)Até 4 perfilhos2,8
Erva-quente (Spermacoce alata)Até 8 folhas
Cambará (Lantana câmara)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)
Serralha (Sonchus oleraceus)
Buva (Conyza bonariensis)
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata)
Arranha-gato (Acacia plumosa)
Jurubeba (Solanum paniculatum)
Capim-colonião (Panicum maximum)
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
Gervão (Stachytarpheta cayennensis)

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AMENDOIM ERVILHA FEIJÃO FEIJÃO-MUNGO FEIJÃO-GUANDU GRÃO-DE-BICO LENTILHA TRIGO-MOURISCOUSO PARA DESSECAÇÃO DE FEIJÃO PARA CONSUMO1,3Terrestre: 100 a 200 Aérea: 20-50Para dessecação em feijão para consumo: aplicar a dose de 1,3 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Para dessecação em feijão para sementes: aplicar a dose de 1,5 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas.
Para dessecação
em feijão para
USO PARA DESSECAÇÃO DE FEIJÃO PARA SEMENTES1,5sementes: aplicar
a dose de 1,5 L/ha,
somente quando a
cultura apresentar
70% das vagens
secas.
Utilize adjuvante a
0,5% do volume da
calda aplicada em
aplicações
terrestres ou 0,5
L/ha nas aplicações
aéreas.
Recomenda-se
uma única
aplicação por ciclo
da cultura.
MAÇÃCapim-marmelada (Brachiaria plantaginea)Até 1 perfilho1,5Aplicação Terrestre 100 a 200Aplicar em jato dirigido na base da linha da cultura, com as plantas daninhas em pleno desenvolvimento considerando-se porém o estádio máximo recomendado. Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Azevém (Lolium multiflorum)
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius)2 a 4 folhas
Picão-preto (Bidens pilosa)
Nabo (Raphanus raphanistrum)
Serralha (Sonchus oleraceus)
Losna-branca (Parthenium hysterophorus)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
Maria-mole (Senecio brasiliensis)
Guanxuma (Sida rhombifolia)

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Poaia (Richardia brasiliensis)
Trevo (Oxalis oxyptera)
MAMONA MOSTARDA DA ETIÓPIACaruru (Amaranthus hybridus)Até 6 folhas ou 10 cm de altura1,5 a 2,5 L/haAplicação Terrestre 100 a 200No sistema Plantio Direto aplicar em área total em pré- semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas com estas até 6 folhas ou 10 cm de altura. Utilizar as maiores doses em áreas de maiores infestações ou predominância de plantas de maior porte. Para mamona, pode-se aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, evitando-se que o produto atinja a área foliar da cultura. Em dessecação pré- colheita, fazer a aplicação aproximadamente 10 dias antes desta. Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Picão-preto (Bidens pilosa)
Capim-amargoso (Digitaria insularis)
Buva (Conyza bonariensis)1,5 a 1,8 L/ha
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)2,0 L/ha
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)2,0 a 2,5 L/ha
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)
MAMONAMamona (Ricinus communis)Uso para dessecação pré-colheita1,4 a 2,0 L/ha
MOSTARDA DA ETIÓPIAMostarda da etiópia (Brassica carinata)
MILHETO MILHO SORGOCaruru (Amaranthus hybridus)8 a 10 folhas1,5 a 2,5Aplicação Terrestre 100 a 200 Aérea: 20-50Aplicar em jato
dirigido nas
entrelinhas da
Picão-preto (Bidens pilosa)cultura.
Para aplicação no
Capim-amargoso (Digitaria insularis)2 a 4 perfilhos1,5 a 2,5sistema Plantio
Direto: aplicar em área total em pré- semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas, com estas em crescimento ativo, porém dentro do estádio máximo recomendado.
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Buva (Conyza bonariensis)8 folhas1,5 a 1,8
Capim-colchão (Digitária sanguinalis)Até 1 perfilho1,5
Capim-marmelada

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(Brachiaria plantaginea)Utilize adjuvante a
0,5% do volume da
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla)2 a 4 folhascalda aplicada nas
aplicações
terrestres e 0,5 L/ha
Trapoeraba (Commelina benghalensis)nas aéreas.
Recomenda-se uma
única aplicação por
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum)ciclo da cultura.
Caruru (Amaranthus viridis)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia)
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Malva-branca (Sida cordifolia)
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO (Resistente ao Glufosinato de Amonio)Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica)Estádio mediano das plantas daninhas3 perfilhos1,8 a 2,0Terrestre: 100 a 200 Aérea: 20-50Aplicar o TRUNFO em pós- emergência da cultura do Milho Resistente ao Glufosinato de amonio e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias . Pode-se aplicar TRUNFO a partir da germinação do Milho.
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Leiteiro (Euphorbia heterophylla)6 folhas
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Caruru (Amaranthus viridis)
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica)Estádio pré-precoce das plantas2 a 4 perfilhos as1,0 + 1,0 (aplicação sequencial)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Leiteiro (Euphorbia heterophylla)daninh 2 folhas
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Caruru (Amaranthus viridis)

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Capim-colchão (Digitária sanguinalisAté 1 perfilho1,0 a 2,0Utilize adjuvante a
0,5% do volume da
calda aplicada nas
Buva (Conyza bonariensis)2 a 4 folhasaplicações
terrestres e 0,5
L/ha nas aéreas.
Soja (Glycine max)Realizar no máximo
2 aplicações por
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus)ciclo da cultura com
intervalo de 10 dias.
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Capim-amargoso (Digitaria insularis)Até 1 perfilho1,0 a 2,0
Trapoeraba (Commelina benghalensis)2 a 4 folhas
NECTARINA PÊSSEGOCapim-marmelada (Brachiaria plantaginea)Até 1 perfilho1,5Aplicação Terrestre 100 a 200Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura, com as plantas daninhas em pleno desenvolvimento considerando-se porém o estádio máximo recomendado. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Picão-preto (Bidens pilosa)2 a 4 folhas
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Caruru (Amaranthus viridis)
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
PLANTAS ORNAMENTAIS *Caruru (Amaranthus viridis)2 a 4 folhas1,0Aplicação Terrestre 100 a 300Aplicar em jato dirigido em pós- emergência das plantas daninhas, protegendo a cultura com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem no estádio recomendado. Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare)
Serralha (Sonchus oleraceus)
Erva-de-passarinho (Stellaria media)
Solvia (Soliva anthemifolia)1,5
REPOLHO BRÓCOLIS COUVE COUVE-CHINESAPicão-branco (Galinsoga parviflora)2 a 4 folhas1,0Aplicação Terrestre 100 a 200 (Repolho)Aplicar em jato dirigido em pós- emergência das plantas daninhas, protegendo a
Erva-de-passarinho (Stellaria media)

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COUVE-DE- BRUXELAS COUVE-FLORErva-de-bicho (Polygonum persicaria)Aplicação Terrestre 100 a 300 (Brócolis, Couve, Couve- chinesa, Couve-de- bruxelas e Couve- flor)cultura com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem no estádio recomendado. Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Serralha (Sonchus oleraceus)
Mentruz (Coronopus didymus1,5
COCO DENDÊ PUPUNHAPicão-preto (Bidens pilosa)Até 4 perfilhos1,4Aplicação Terrestre 100 a 300Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-pé-de- galinha, capim- amargoso e capim- carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em picão-preto guanxuma, e trapoeraba, aplicar quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)Até 1 perfilho
Trapoeraba (Commelina benghalensis)Até 4 perfilhos
Capim-amargoso (Digitaria insularis)Até 1 perfilho
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica)Até 1 perfilho
Guanxuma (Sida rhombifolia)Até 4 perfilhos
SOJA Em dessecação de pré-plantioCaruru (Amaranthus hybridus)8 a 10 folhas1,5 a 2,5Aplicação Terrestre 100 a 200 Aérea: 20-50Para aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar em área total em pré- semeadura da cultura e pós- emergência das plantas daninhas, estando estas em pleno desenvolvimento considerando-se, porém o estádio máximo recomendado. Utilize adjuvante a
Picão-preto (Bidens pilosa)
Capim-amargoso (Digitaria insularis)2 a 4 perfilhos
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)Até 2 perfilhos1,8
Capim-colchão (Digitaria Sanguinalis)

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Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla)2 a 4 folhas0,5% do volume da calda aplicada para aplicação terrestre e 0,5 L/ha na aplicação aérea. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Nabo (Raphanus raphanistrum)
Poaia (Richardia brasiliensis)
Caruru (Amaranthus Viridis)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)2 a 4 folhas
TrigoAté 2 perfilhos2,0Aplicação Terrestre 100 a 300 Aérea: 20-50
(Triticum aestivum)
Aveia
(Avena sativa)
Cevada
(Hordeum vulgare)
(Azevém
Lolium multiflorum)
Centeio (Secale cereale)
Triticale (Triticum secale)
Soja2 a 4 folhas2,0
(Glycine max)
Capim amargosoAté 3 perfilhos2,5 - 3,0
(Digitaria insularis)
Capim carrapicho
(Cenchrus
echinatus)
Capim-camalote
(Rottboellia
exaltata)
Carrapicho-Até 4 folhas
decarneiro
(Acanthospermum
Hispidum)
Erva-quente (Spermacoce latifólia)Até 8 folhas
Buva1,5 a 2,5
(Conyza
bonariensis)

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SOJA Em dessecação de pré-colheitaUso para dessecação10 dias antes da colheita1,4 – 2,0Aplicação Terrestre 100 a 200 Aérea 20-50Utilizar a dose de 1,4 a 2,0 L/ha do produto, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada para aplicação terrestre e 0,5 L/ha na aérea.
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA (Resistente ao glufosinato de amônio)Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)Até 1 perfilho1,5 a 2,5Aplicação Terrestre 100 a 300 Aplicação Aérea 20-50Aplicar o TRUNFO em pós- emergência da cultura e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar TRUNFO a partir da germinação da soja. Recomenda- se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 1,5 a 2,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada para aplicação terrestre e 0,5 L/ha na aplicação aérea. Fazer no máximo duas aplicações por safra de soja.
Azevém (Lolium multiflorum)
Capim-amargoso (Digitaria insularis)
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Capim-camalote (Rottboellia exaltata)
Picão-preto (Bidens pilosa2 a 4 Folhas
Buva (Conyza bonariensis)
Leiteiro (Euphorbia heterophylla)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica)Até 1 perfilho1,8 a 2,5
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)2 a 4 Folhas
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
TRIGOCapim-carrapichoAté 1 perfilho1,5

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Em dessecação de pré-plantio(Cenchrus echinatus)Aplicação áérea: 20-50 Aplicação Terrestre 100 a 200- Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Guanxuma deve ter até 4 folhas. Para o controle da Buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,0 a 1,5 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 1,5 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho.
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica)
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis)
Arroz (Oryza sativa)
Picão-preto2 a 4 folhas
(Bidens pilosa)
GuanxumaGuanxuma deve
(Sida cordifolia)ter até 4 folhas.
Buva1,0 a 1,5Para o controle da
(ConyzaBuva oriunda de
bonariensis)sementes, realizar
Capim-amargos (Digitaria insularis)Até 1 perfilho1,5a aplicação na
dose de 1,0 a 1,5
L/ha quando as
plantas daninhas
estiverem com até
2 folhas. Para o
controle das
gramíneas como o
capim-amargoso,
aplicar sobre as
plantas daninhas
oriundas de
sementes na dose
de 1,5 L/ha até o
estádio de
desenvolvimento
de 1 perfilho.
Utilize adjuvante a
0,5% do volume da
calda aplicada para
aplicação terrestre e
0,5 L/ha na
aplicação aérea.
Recomenda-se uma
única aplicação por
ciclo da cultura.
TRIGO dessecação de pré-colheitaUso para dessecação1,25Aplicação Terrestre 100 a 200 Aplicação áérea: 20-50Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos

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dourados (massa dura). Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada para aplicação terrestre e 0,5 L/ha na aplicação aérea.
UVA CAJU LÚPULO QUIUÍCapim-marmelada (Brachiaria plantaginea)Até 1 perfilho1,5Aplicação Terrestre 100 a 200Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena, porém dentro do estádio máximo recomendado. Utilize adjuvante a 0,5% do volume da calda aplicada. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Picão-branco (Galinsoga parviflora)2 a 4 folhas
Caruru (Amaranthus viridis)
Picão-preto (Bidens pilosa)
* Plantas ornamentais:
• Produto recomendado para plantas ornamentais cultivadas em ambiente aberto ou protegido.
• Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pela
praga, doença ou planta daninha indicada nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique
preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação
fitotóxica do produto, antes de sua aplicação em maior escala.

* Plantas ornamentais: • Produto recomendado para plantas ornamentais cultivadas em ambiente aberto ou protegido. • Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pela praga, doença ou planta daninha indicada nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, antes de sua aplicação em maior escala.

MODO DE APLICAÇÃO

Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta, conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Para aplicação em jato dirigido, utilizar bicos com indução de ar, ou cônico cheio, visando a produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na área, conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Página 19 de 31

Via aérea: A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas. Preparo de calda: Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até metade de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra. Limpeza do pulverizador: Pulverizadores de barra: 1Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada; 2Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente; 3Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada; 4Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente; 5Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada. Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida Condições climáticas: Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo: Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC. Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%. Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco de inversão térmica. Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma cultura ou organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula. Página 20 de 31

INTERVALO DE SEGURANÇA

Alface, Acelga, Agrião, Almeirão, Acerola, Amora, Abacate, Azeitona, Brócolis, Cacau, Mamão, Manga, Maracujá, Morango, Mostarda, Repolho, Rúcula, Uva ............................................... 7 dias Algodão....................................................................................................................... 28 dias Algodão geneticamente modificado ................................................................................ 116 dias Banana, Batata, Soja ................................................................................................... 10 dias Café........................................................................................................................... 20 dias Cana-de-açúcar (dessecante) ....................................................................................... 14 dias Cevada (dessecante) ................................................................................................... 7 dias Caju, Lúpulo, Quiuí, Chicória, Couve, Couve-chinesa, Couve-de-bruxelas e Couveflor............................................................................................................................. 7 dias Citros, Coco, Dendê ..................................................................................................... 40 dias Duboisia..................................................................................................................... UNA Amendoim, Ervilha....................................................................................................... 5 dias Espinafre.................................................................................................................... 7 dias Mamona, Mostarda Da Etiópia, Plantas Ornamentais ........................................................ UNA Feijão, Feijão-mungo, Feijão-guandu, Feijão-caupi, Feijão-fava, Feijão-vagem. ................... 5 dias Grão-de-bico, Lentilha, Trigo-mourisco .......................................................................... 5 dias Maçã.......................................................................................................................... 7 dias Canola, Gergelim, Girassol, Quinoa, Milho, Milheto, Sorgo e Trigo ......................................... (1) Milho geneticamente modificado ................................................................................... 50 dias Nectarina, Pêssego ..................................................................................................... 7 dias Pupunha.................................................................................................................... 40 dias Soja geneticamente modificada .................................................................................... 60 dias Trigo (dessecante) ..................................................................................................... 7 dias (1) – Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. UNA – Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

TRUNFO é um herbicida de ação total, não seletivo, devendo ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando atentamente as instruções de uso do produto. Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto, podem reduzir seu efeito herbicida. OUTRAS RESTRIÇÕES: • Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras de algodão não identificadas como tolerantes ao glufosinato – sal de amônio, pode ocorrer injúrias; • Restos ou “tiguera” de plantas de milho e algodão geneticamente modificado tolerante ao glufosinato – sal de amônio não serão controlados por este herbicida. Deve ser utilizado um herbicida com princípio ativo diferente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Página 21 de 31

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO H HERBICIDA O produto herbicida TRUNFO é composto por Glufosinato sal de amônio, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da GS (Glutamina sintetase), pertencente ao Grupo H, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola; - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das Página 22 de 31

botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Página 23 de 31

• Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR - TRUNFO -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoGLUFOSINATO DE AMÔNIO: homoalanina substituída. PROPILENOGLICOL METIL ÉTER: éter glicólico.
Classe toxicológicaPRODUTO NÃO CLASSIFICADO.
Vias de exposiçãoDérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
ToxicocinéticaGlufosinato de amônio: estudos em ratos indicam que a substância pode ser absorvida através da pele. A absorção pela via oral, em ratos, foi rápida, porém incompleta (aproximadamente 10% da dose administrada) com pico de concentração plasmática atingido dentro de 0,5 a 1 hora. A distribuição desta substância foi ampla, com as maiores concentrações sendo encontradas nos rins e no fígado. A penetração através da barreira hematoencefálica e da barreira placentária foi limitada, mas, baixas concentrações de glufosinato de amônio foram detectadas no cérebro e no feto. O glufosinato de amônio não sofreu ampla biotransformação, sendo eliminado principalmente na forma inalterada nas fezes (66-83%) e na urina (4-5%). Uma pequena fração desta substância foi biotransformada, primeiramente, através de reações de desaminação oxidativa e descarboxilação, gerando o metabólito ácido 3-metilfosfino-propiônico (MPP). Além disso, o glufosinato de amônio foi acetilado de forma reversiva, resultando em baixos níveis do metabólito N-acetil-glufosinato (NAG), com evidência de biotransformação pela microbiota intestinal. O MPP (0,5% a 2% na urina e 1% nas fezes) e o NAG (aproximadamente 0,1% na urina e 1-8% nas fezes) foram os principais metabólitos encontrados na excreta. Pequenas concentrações dos metabólitos ácido 2-hidroxi-4-metilfosfino-butanoico (MHB), ácido 4-metilfosfino-butanoico (MPB) e vestígios de ácido 2-metilfosfínico-acético (MPA) também foram identificadas. Em ratos, a excreção foi rápida, com eliminação de mais de 95% da dose administrada nas primeiras 96 horas, principalmente através das fezes (mais de 80%) e, em menor extensão, através da urina (7-14%). Não foram observadas diferenças significativas entre o perfil toxicocinético de machos e fêmeas. O glufosinato de amônio não apresentou evidência de bioacumulação no organismo de ratos. Propilenoglicol metil éter: Esta substância é rapidamente absorvida pelo trato gastrointestinal e pela via inalatória, no entanto, pela via dérmica, apresenta absorção mais lenta. Uma vez absorvido, o propilenoglicol metil éter é rapidamente distribuído pelo organismo. A principal via de biotransformação do propilenoglicol metil éter é a O- desmetilação, levando à formação de propilenoglicol, um processo rapidamente saturável. Outra via importante é a glucuronil e sulfo-conjugação. Em ratos, após exposição oral, o propilenoglicol metil éter radiomarcado foi excretado dentro de 48 horas através do ar expirado (50-60%) como dióxido de

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carbono e através da urina (20%) como conjugado de glicuronídeo, conjugado de sulfato ou como propilenoglicol. A substância não apresentou evidências de bioacumulação.
ToxicodinâmicaGlufosinato de amônio: o glufosinato de amônio é um análogo fosfínico do ácido glutâmico, o qual está relacionado à inibição reversível da enzima glutamina sintetase. Esta enzima é responsável por catalisar a reação de formação de glutamina a partir do glutamato e da amônia. Este mecanismo de ação é proposto para as plantas. No entanto, nos mamíferos, também se observa inibição desta enzima. Propilenoglicol metil éter: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do propilenoglicol metil éter em humanos ou animais.
Sintomas e sinaisNão são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos. Em estudos em coelhos, o produto foi considerado não irritante para os olhos e para a pele. Não foi observado potencial de sensibilização dérmica em cobaias. Glufosinato de amônio: esta substância é nociva se ingerida, inalada ou em contato com a pele. O glufosinato de amônio pode causar inibição da enzima glutamina sintetase. Em humanos, após a exposição a altas doses da substância, foram reportados efeitos neurológicos como tremores, tontura e convulsões. Exposição ocular: em contato com os olhos, o produto pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação com ardência e vermelhidão. Em caso de exposição a altas quantidades da substância, podem ocorrer efeitos sistêmicos conforme descrito em “exposição oral”. Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação no trato respiratório, com tosse, ardência no nariz, boca e garganta. Em caso de inalação de altas concentrações da substância, podem ocorrer efeitos sistêmicos conforme descrito em “exposição oral”. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Em caso de exposição a altas quantidades da substância, pode ocorrer efeitos sistêmicos como hipotonia, fraqueza muscular, bradicardia ou taquicardia e distúrbios neurológicos manifestados por tremores, hipertermia, tontura, convulsões, inconsciência, coma e insuficiência respiratória. Exposição crônica: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos. Em estudos de toxicidade repetida em animais foram observados efeitos de neurotoxicidade. Propilenoglicol metil éter: a intoxicação sistêmica é esperada somente após exposição a grandes quantidades desta substância. Exposição cutânea: em contato com a pele pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição respiratória: se inalado, pode ocorrer irritação do trato respiratório superior, com tosse, irritação na boca nariz e garganta. Exposição a altas concentrações pode resultar em depressão do sistema nervoso central com dores de cabeça, náusea, tontura, sonolência e alterações na coordenação motora. Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição oral: a ingestão pode ocasionar irritação do trato gastrointestinal, manifestada por desconforto epigástrico, náusea, vômito e diarreia. Exposição a grandes quantidades pode resultar em depressão do sistema nervoso central com dores de cabeça, náusea, tontura, sonolência e alterações na coordenação motora.
clínicos

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Efeitos crônicos: O contato repetido com a pele pode causar rachaduras por ressecamento.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TratamentoCUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Exposição Oral: - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma espontânea em pacientes intoxicados. - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de intoxicação por glufosinato de amônio. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição Dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

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Exposição ocular: Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos dasNão disponível.
interações químicas
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 Endereço eletrônico da empresa: www.upl-tld.com Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: >5000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste (>3,133 mg/L) Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos produziu causou eritema em 1/3 animais completamente revertido dentro de 24 horas. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele. Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos não produziu sinais de irritação ocular. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para os olhos. Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Glufosinato de amônio: Em estudos de toxicidade em ratos, pelas vias inalatória e oral, e em cães, pela via oral, o glufosinato de amônio causou efeitos neurotóxicos agudos, que podem estar associados à inibição da enzima glutamina-sintetase. Em estudo de 13 semanas em camundongos e ratos, o NOAEL estabelecido foi de 278 mg/kg p.c./dia em camundongos e 263 mg/kg p.c./dia em ratos. Em estudos de 90 dias e de um ano em cães, o NOAEL estabelecido foi de 1 mg/kg p.c./dia. Esta substância não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo e também não demonstrou evidências de carcinogenicidade em ratos e camundongos. Em estudos de toxicidade reprodutiva e para o desenvolvimento em ratos e coelhos, o glufosinato de amônio induziu perdas pré e Página 27 de 31

pós-implantação, sangramento vaginal, abortos e mortalidade fetal, sendo que alguns destes efeitos ocorreram em níveis abaixo daqueles que causaram toxicidade materna. Com base nos efeitos para o desenvolvimento o NOAEL estabelecido em ratos foi de 10 mg/kg p.c. e em coelhos 6,3 mg/kg p.c./dia. O mecanismo de ação envolvido pode estar relacionado com a redução da atividade da glutamina-sintetase, uma vez que a atividade desta enzima, nas células embrionárias pré-implantação, é essencial para que o blastocisto complete o processo de implantação. Não foram observados efeitos teratogênicos em ratos e coelhos. Propilenoglicol metil éter: Em estudos de toxicidade por exposição repetida em ratos, camundongos, coelhos, cobaias e macacos, pelas vias oral e inalatória, o principal efeito tóxico observado, após exposição a altas doses da substância, foi a depressão do sistema nervoso central. Em ratos, o NOAEL em estudo de 13 semanas, pela via oral, foi de 459,5 mg/kg p.c./dia enquanto em estudo de 13 semanas pela via inalatória o NOAEL foi de 300 ppm. Esta substância não apresentou potencial genotóxico e também não demonstrou evidências de carcinogenicidade em estudos conduzidos em ratos e camundongos. A substância não foi considerada tóxica para a reprodução nem para o desenvolvimento fetal de acordo com os resultados dos estudos conduzidos em ratos, camundongos e coelhos pelas vias oral e inalatória. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Hipotonia, fraqueza muscular, bradicardia ou taquicardia e distúrbios neurológicos manifestados por tremores, hipertermia, tontura, convulsões e inconsciência.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) □ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ■ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. Página 28 de 31

• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico etc., ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Página 29 de 31

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Página 30 de 31

• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Página 31 de 31

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Trunfo registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 41818 · documento de 29/12/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Trunfo?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Trunfo e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Trunfo é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 41818, documento de 29/12/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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