TRINITY® 250 SC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob nº 15508
COMPOSIÇÃO
(RS)-2,4’-difluoro-α-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)benzhydryl alcohol (FLUTRIAFOL) ............................................................................................... 250 g/L (25,0% m/v) Outros Ingredientes. .........................................................................................846 g/L (84,6% m/v) GRUPO G1 FUNGICIDA CONTEÚDO: Vide rótulo CLASSE: Fungicida sistêmico GRUPO QUÍMICO: Triazol TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada – SC
TITULAR DO REGISTRO (*): Globachem Proteçao de Cultivos do Brasil Ltda. Rua Doutor Emílio Ribas, 174 - sala 12, Cambuí CEP 13.025-140 – Campinas/SP Tel.: (19) 3254-6033 - CNPJ: 43.741.357/0001-33 – Registro no Estado: CDA/SP nº 4326 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: TRINITY TÉCNICO (Reg. MAPA: 06508) Wishchem Co., Ltd. Dianchang Road, Jintan 213200 - P.R. China FLUTRIAFOL TÉCNICO GLOBACHEM (Reg. MAPA: 4217) Shangyu Nutrichem Co., Ltd Nº 9 Weijiu Rd. Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area, Zhejiang, 312369, China FLUTRIAFOL TÉCNICO GLB (Reg. MAPA: 1617) Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co., Ltd (Unit II) North Area of Dongsha Chem-Zone 215600, Zhangjiagang, Jiangsu - China FORMULADOR: Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co., Ltd. North Area of Dongsha Chem-Zone, 215600 Zhangjiagang, Jiangsu – China Shangyu Fanghua Chemical Co. Ltd. Hangzhou Gulf Fine Chemical Zone, Shangyu, Zhejiang - China Suzhou Greenlands Chemical Co., Ltd. East Renmim Road, Zhangjiagang, Jiangsu Province - China Wishchem Co., Ltd. Dianchang Road, Jintan 213200 – China Jiangsu Fengdeng Crop Science Co., Ltd. Dengguan, Changzhou City, Jiangsu - China Adama Brasil S/A. Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR – CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Registro no Estado: ADAPAR/PR nº 003263
Avenida Júlio de Castilhos, 2085, CEP: 95860-000 – Taquari / RS CNPJ: 02.290.510/0004-19 – Registro no Estado: SEAPA/RS nº 00001047/99 Fersol Indústria e Comércio S/A Rod. Pres. Castello Branco, km 68,5 S/N, CEP: 18120-970 – Mairinque / SP CNPJ: 47.226.493/0001-46 – Registro no Estado: CDA/SP nº 031 FMC Química do Brasil Ltda. Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III, CEP: 38001-970 – Uberaba/MG CNPJ: 04.136.367/0005-11 – Registro no Estado: IMA/MG n° 701-00203 Indústrias Químicas Lorena Ltda. Rua 01, esquina com a Rua 06, s/n - Lote Industrial Novo - CEP: 12580-000 – Roseira / SP CNPJ 48.284.749/0001-34 - Registro no Estado: CDA/SP nº 266 Servatis S. A. Rodovia Presidente Dutra, km 300,5 - Parque Embaixador, CEP: 27537-000 – Resende / RJ CNPJ: 06.697.008/0001-35 – Cadastro no Estado: CDSV/RJ nº 0015/07 Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsem, 1459 - Recanto dos Pássaros, CEP: 13400-000 – Paulínia / SP CNPJ 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado: CDA/SP nº 477 Ultrafine Technologies Industria E Comercio De Produtos Químicos Ltda Rua Alberto Guizo, N°859, Distrito Industrial João Narezi, CEP: 13347-402, Indaiatuba / SP CNPJ: 50.025.469/0001-53 – Registro no Estado: CDA/SP nº 466 Rua Bonifácio Rosso Ros, N°260, Bairro Cruz Alta, CEP: 13348-790, Indaiatuba / SP CNPJ: 50.025.469/0004-04 - Registro no Estado: CDA/SP nº 1248 IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO: Agriconnection Importadora E Exportadora De Insumos Agricolas Ltda. Alameda Rio Negro, 585 – sala 145 A, edificio Jaçari, Alphaville Industrial – CEP: 06454-000 – Barueri / SP CNPJ 39.496.730/0001-60 – Registro no Estado: CDA / SP nº 4354 Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, S/N, Km 11, Galpão 09, Varejão - CEP: 13314-012, Itú / SP CNPJ: 39.496.730/0009-18 – Registro no Estado: CDA/SP nº 4410 Rodovia dos Imigrantes, SN, Galpão 01, Sala 01, Zona Rural - CEP: 78099-899, Cuiabá / MT CNPJ: 39.496.730/0002-41 – Registro no Estado: INDEA nº 29497 Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Sala 09, Parque Industrial - CEP: 86200-000, Ibiporã / PR CNPJ: 39.496.730/0008-37 - Registro no Estado: Adapar/PR nº 1008310 Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100, Km 30,5 P36 Anexo 12, Jardim Maria Cristina - CEP: 06421400, Barueri / SP CNPJ: 39.496.730/0015-66 – Registro no Estado: CDA/SP nº 4503 Adama Brasil S.A. Rua Pedro Antonio de Souza, 400 CEP: 86031-610 – Londrina / PR CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro no Estado: SEAB/PR nº 003263
Albaugh Agro Brasil Ltda. Rua Alexandre Dumas, 2.220 - 7º andar - Chácara Santo Antônio - São Paulo / SP CEP: 04717-004 - CNPJ: 01.789.121/0001-27 - Registro no Estado: CDA/SP nº 385 CCAB Agro S.A. Rua Teixeira da Silva, 660, Cj. 133/134 - Paraíso – C E P : 04002-033 - São Paulo / SP CNPJ: 08.938.255/0001-01 – Registro no Estado: CDA/SP nº 820 Fersol Indústria e Comércio S/A Rod. Pres. Castello Branco, Km 68,5CEP: 18120-970 – Mairinque / SP CNPJ: 47.226.493/000146 – Registro no Estado: CDA/SP nº 031 FMC Química do Brasil Ltda. Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150 - 1º andar - Jd. Madalena – CEP: 13091-611 – Campinas / SP - CNPJ: 04.136.367/0001-98 – Registro no Estado: CDA/SP nº 423 Goplan S.A. Rua Antônio Lapa, 606, Cambuí; CEP: 13025-241 – Campinas / SP CNPJ: 37.422.096/0001-96 – Registro no Estado: CDA/SP nº 4296 Gowan Produtos Agrícolas Ltda Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas / SP - CNPJ: 67.148.692/0001-90 - Registro no Estado: CDA/SP nº 234 Rodovia Presidente Castelo Branco 11.100, km 30,5, Mod 4, Bairro Jardim Maria Cristina, CEP: 06421-400, Barueri / SP, CNPJ: 67.148.692/0002-71 – Registro no Estado: CDA/SP nº 935 Green Place Comercio e Distribuição Ltda Rua Américo Brasiliense, 1923, Conj. 1103 Chácara Santo Antônio, CEP: 04715-005, São Paulo / SP - CNPJ 26.401.815/0001-76 – Registro no Estado: CDA/SP nº 1302 Estrada PR090, 5.900, km 374,9, Sala GPlace - Zona Rural - CEP: 86200-000 - Ibiporã / PR CNPJ: 26.401.815/0002-57 – Registro no Estado: ADAPAR/PR nº 1007782 Rodovia BR 163, Km 116, SN – Zona Rural – CEP: 78750-899, Rondonópolis / MT CNPJ: 26.401.815/0004-19 - Registro no Estado: INDEA / MT nº 31307 Rodovia BR-050, Km 185 – Galpão 34 – Jardim Santa Clara – CEP: 38038-050, Uberaba / MG CNPJ: 26.401.815/0007-61 – Registro no Estado: IMA / MG nº 19.382 Anel Viário, S/N – Quadra Area, Lote 005B – Jardim Paraiso Acréscimo – CEP: 74984-321, Aparecida de Goiania / GO CNPJ: 26.401.815/0005-08 – Registro no Estado: AGRODEFESA / GO nº 5278/2023 Iharabras S.A. Indústrias Químicas Av. Liberdade, 1701 – Bairro Cajuru do Sul – CEP: 18087-170, Sorocaba / SP CNPJ: 61.142.550/0001-30 – Registro no Estado: CDA/SP nº 008 Lanxess Indústria de Poliuretanos e Lubrificantes Ltda. Av. Brasil, 5.333 - Distrito Industrial – CEP: 13505-600, Rio Claro / SP CNPJ: 68.392.844/0001-69 – Registro no Estado: CDA/SP nº 235
Nortox S.A. Rodovia Melo Peixoto (BR 369), Km 197 - CEP: 86701-050, Arapongas / PR CNPJ: 75.263.400/0001-99 – Registro no Estado: SEAB-PR nº 466 Perterra Insumos Agropecuários S.A. Av. Dr. Cardoso de Melo, 1450, conj. 801, Vila Olímpia - CEP 04548-005, São Paulo / SP CNPJ 33.824.613/0001-00 – Registro no Estado: CDA/SP nº 4206 Pilarquim BR Comercial Ltda. Rua Cardeal Arcoverde, 2811 - 4º andar - sala 407 e 408, Pinheiros - CEP: 05407-004, São Paulo / SP - CNPJ: 00.642.795/0001-31 – Registro no Estado: CDA/SP nº 257 Rotam do Brasil Agroquímica e Produtos Agrícolas Ltda. Rua Siqueira Campos, 125 e 97 – Sousas – CEP: 13106-006, Campinas / SP CNPJ: 05.772.606/0001-69 – Registro no Estado: CDA/SP nº 549 Sipcam Nichino Brasil S.A. Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III – CEP: 38044-755, Uberaba / MG CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Registro no Esatdo: IMA nº 701-4910/2009 Rod. de Acesso à Via Anhanguera, 999-B - Distr. Industrial – CEP: 14540-000, Igarapava / SP CNPJ: 23.361.306/0007-64 - Registro no Estado: CDA/SP nº 530 Solus do Brasil Ltda. Rodovia BR 376, nº 1441, Parque Industrial Zona Oeste II - CEP: 86800-762, Apucarana / PR - CNPJ: 21.203.489/0001-79 – Registro no Estado: Adapar/PR nº 1007610 Rodovia Governador Leonel de Moura Brizola, 386, Sala 8 – Boa Vista - CEP: 99500-000, Carazinho / RS CNPJ:21.203.489/0002-50 – Registro no Estado: SEAPA/RS nº 10/20 Avenida dos Canários, 416S, Sala 01, Lote 01 – Comercial Jose Aparecido Ribeiro - CEP: 78450000, Nova Mutum / MT CNPJ: 21.203.489/0003-30 - Registro no Estado: INDEA/MT nº 18739 Sowin Agronegócio Ltda. Avenida Jamaris, 100, cj. 708, Planalto Paulista, CEP: 04080-922 – São Paulo/SP CNPJ: 48.644.897/0001-12 - Registro no estado nº 4422 – CDA/SP Av. Constante Pavan, 4633, sala 225, Betel, CEP: 13148-198 – Paulínia/SP CNPJ: 48.644.897/0002-01 – Registro no Estado: CDA/SP nº 4509 A Rua Projetada, 150, Armazem 1AJ, – Zona Rural, CEP: 78.099-899 – Cuiabá / MT CNPJ: 48.644.897/0003-84 - Registro no Estado: INDEA / MT nº 37587 Rua C, Armz X, n. 290, Ondumar Maraba, CEP: 47852-732 – Luis Eduardo Magalhães / BA CNPJ: 48.644.897/0004-65 – Registro no Estado: ADAB / BA nº 164125 Tradecorp do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proenç, Km 9 – cond. Tech Town, conj. Unid. Aut. 30 – Chacaras Assay – CEP: 13186-904, Hortolândia / SP CNPJ: 04.997.059/0001-57 – Registro no Estado: CDA/SP nº 958 UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Avenida Maeda, S/N - Prédio Comercial, Térreo – Distr. Ind.- CEP: 14500-000, Ituverava / SP CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Registro no Estado: CDA/SP nº 1050
| No do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: EM SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212 de 15 de junho de 2010). Corrosivo ao Ferro
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE
CAUSAR DANO AGUDO.
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE – CLASSE III Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: TRINITY 250 SC é um fungicida sistêmico, grupo químico triazol, recomendado para o controle de doenças da parte aérea das culturas de algodão, banana, batata, café, feijão, mamão, melão, soja e tomate, nas seguintes modalidades de aplicação: - Aplicação foliar nas culturas de algodão, banana, batata, café, feijão, mamão, melão, soja e tomate. - Aplicação localizada na cultura da banana. - Aplicação no solo na cultura de café. CULTURAS, DOENÇAS CONTROLADAS E DOSES RECOMENDADAS: A) Aplicação foliar:
| Cultura | Doença Nome comum (Nome científico) | Dose | Volume de calda | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
|---|---|---|---|---|---|
| Ingrediente ativo (i.a.) | Produto comercial | ||||
| Algodão | Ramularia (Ramularia areola) | 100 a 125 g i.a./ha | 0,4 a 0,5 L/ha | 200 L/ha | Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as aplicações aos 25 a 35 dias após o plantio, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Repetir as aplicações em intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas. |
| Ramulose (Colletotrichum gossypii) | |||||
| Banana | Sigatoka-amarela (Mycosphaerella musicola) | 125 - 156,25 g i.a./ha | 0,5 - 0,625 L /ha | 15 L de Óleo Mineral ou 15 L de água + 5 L de Óleo Mineral /ha | Iniciar as aplicações preventivamente com intervalos de 14 dias nos períodos de maior incidência da doença. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas. |
| Sigatoka-negra (Mycosphaerella fijiensis) | 125 - 187,5 g i.a./ha | 0,5 - 0,75 L/ha | Para aplicação via pulverização, iniciar as aplicações preventivamente com intervalos de 30 dias nos períodos de maior incidência da doença, efetuando-se até 4 (quatro) aplicações. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas. |
| Batata | Pinta-preta (Alternaria solani) | 93,75 a 125 g i.a./ha | 0,375 a 0,5 L/ha | 600 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura. A partir do final do desenvolvimento foliar (fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos), iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas. |
|---|---|---|---|---|---|
| Café | Ferrugem-do-cafeeiro (Hemileia vastatrix) | 187,5 - 250 g i.a./ha | 0,75 - 1,0 L /ha | 500 L/ha | Aplicar quando atingir nível de infecção de 5%, e repetir se necessário com intervalo de 30 dias, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de segurança. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas. |
| Feijão | Mancha-angular (Phaeoisariopsis griseola) | 62,5 a 75 g i.a./ha | 0,25 a 0,30 L/ha | 400 L/ha | Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a emergência e repetir a cada 15 dias, de acordo com as condições climáticas e pressão da doença. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas. |
| Mamão | Varíola (Asperisporium carica) | 125 a 187,5 g i.a./ha | 0,5 a 0,75 L/ha | 0,2 L/planta | Realizar no máximo 2 aplicações por safra da cultura. Aplicar no início da frutificação, preventivamente ou logo após o início de aparecimento dos primeiros sintomas nas folhas mais velhas ou nos frutos, dirigindo a pulverização para a face inferior destas folhas e para os frutos. Se necessário, repetir a aplicação após 15 dias. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas. |
| Melão | Oídio (Sphaerotheca fuliginea) | 10 - 20 g i.a./100 L de água | 40 - 80 ml/100 L de água | 1.000 L/ha | Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. As doses menores devem ser aplicadas antes do início dos primeiros sintomas e as maiores quando as condições climáticas forem favoráveis à doença (clima seco com altas temperaturas) e a partir do início dos primeiros sintomas da doença. Repetir se necessário, a intervalo mínimo de 7 dias. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas. |
|---|---|---|---|---|---|
| Soja | Oídio (Microsphaera diffusa) | 50 - 75 g i.a./ha | 0,2 - 0,3 L /ha | 200 L/ha | Para o controle do oídio deve-se observar que o índice de infecção foliar esteja entre 20 a 30% para a primeira aplicação. Uma segunda aplicação poderá ser efetuada, com intervalo de 20 dias, dependendo da evolução da doença. Adicionar 0,5 a 1,0% de óleo mineral. |
| Crestamento-foliar (Cercospora kikuchii) | 100 - 125 g i.a./ha | 0,4 - 0,5 L /ha | Para doenças de final de ciclo, uma única aplicação deverá ser efetuada quando a soja atingir o estádio fenológico de grãos perceptíveis ao tato a 10% do enchimento das vagens (R5.1). | ||
| Mancha-parda (Septoria glycines) | 100 - 125 g i.a./ha | 0,4 - 0,5 L /ha | |||
| Tomate | Pinta-preta (Alternaria solani) | 93,75 a 125 g i.a./ha | 0,375 a 0,5 L/ha | 1.000 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. A partir do início do florescimento, aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo-se a intervalos de 7 dias entre as aplicações. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas. |
B) Outras modalidades de uso:
| Cultura | Modalidade de uso | Doença Nome comum (Nome científico) | Dose | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
|---|---|---|---|---|---|
| Ingrediente ativo (i.a.) | Produto comercial |
| Banana | aplicação localizada (via axila) | Sigatoka-negra (Mycosphaerella fijiensis) | 0,25 g i.a./planta | 1 ml/planta | Para aplicação localizada, via axila da 2ª folha, realizar uma única aplicação, alternando-se com fungicidas de outros grupos químicos. |
|---|---|---|---|---|---|
| Café | aplicação via solo | Ferrugem-do-cafeeiro (Hemileia vastatrix) | 437,5 a 687,5 g i.a./ha | 1,75 a 2,75 L/ha | Realizar uma única aplicação do produto sem diluição, quando a cultura estiver no estádio de floração (BBCH 55). Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas. |
MODO DE APLICAÇÃO
Algodão: Aplicação terrestre – Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm2, e uma pressão de 40 a 60 libras. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27ºC, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 10 Km/ha. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação. Aplicação Aérea – Utilizar barra com volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação. Largura efetiva de 15-18 cm, com diâmetro de gitas de 80 µm, e um mínimo de 60 gotas por cm2. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume da aplicação em litros por hectare, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de agotas desejada. Observar ventos de 3 a 10 Km/hora, temperatura inferior a 27ºC e umidade relativa a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação. Banana: Aplicação terrestre - Na aplicação com atomizador motorizado costal ou tratorizado, utilize óleo mineral como adjuvante, e aplique visando as folhas mais novas, principalmente as de número 0, 1 e 2. Evite que o produto atinja o cacho, pois o óleo mineral é fitotóxico. A aplicação deverá ser em ultra baixo volume. Aplicação localizada - Com uma pistola dosadora de haste longa para atingir a inserção das folhas, deposite o produto na axila da folha número 2 (a segunda folha totalmente aberta, contando-se de cima para baixo). Aplicação Aérea – Usar bicos de jato cone vazio do tipo D5 com disco (core) de 45 graus, espaçados a cada 20 cm. A pressão na barra deve ficar ao redor de 30 libras, com volume de calda de 15 litros de óleo de pulverização agrícola por hectare. A largura de vôo deve ser de 2 a 3 metros sobre a cultura. Em locais onde essa altura não for possível, fazer arremates com passadas transversais, paralelas aos obstáculos. Vento máximo de 15 Km por hora, sem ventos de rajadas. Para o uso de atomizadores rotativos (Mironair AU 3000), usar 4 atomizadores por barra. O ângulo das pás deve ser de 25 a 35ºC, ajustado segundo as condições de vento, temperatura e umidade relativa, para reduzir ao mínimo as perdas por deriva e evaporação. A largura de vôo deve ser de 3 a 4 metros sobre a cultura. A pressão deve ser estabelecida conforme a vazão, seguindo a tabela do fabricante. A vazão deve ser de 15 litros de óleo de pulverização agrícol por hectare. Batata e Tomate: Utilize pulverizador tratorizado com barras, motorizado estacionário com mangueiras, ou costal manual equipado com pontas (bicos) de jato cônico. Poderá ser utilizado também o pulverizador costal motorizado. Utilize equipamento que permita excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, porém evitando-se o escorrimento do produto. Café: Aplicação foliar - Aplique o produto visando boa cobertura da planta evitando-se o escorrimento. Utilizar atomizador motorizado costal ou tratorizado. Aplicação via solo - Pulverize o produto no solo com jato ou bico, dirigindo a aplicação sob a projeção da copa. Feijão: Utilize pulverizador tratorizado com barra, ou costal manual, equipados com pontas (bicos) de jato cônico. Utilize equipamento que permita excelente cobertura de toda a parte aérea
das plantas, porém evitando-se o escorrimento do produto. Siga a recomendação dos fabricantes de bicos e equipamentos utilizados. Mamão: Utilize pulverizador costal, estacionário, montado ou tracionado por trator, turbinados. Use bicos de jato cônico ou jato plano (leque) com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra, proporcionando distribuição uniforme da calda. Melão: As aplicações devem ser terrestres, podendo-se utilizar equipamento costal ou equipamento acoplado a tratores; barra ou pistola munida de bicos cônicos. Em ambos os equipamentos utilize as doses recomendadas, diluídas em água e aplicadas em alta vazão (1.000 L de calda/ha), visando à completa cobertura das folhas. Soja: utilize pulverizador montado ou tracionado por trator, com barra de bicos de jato cônico ou leque. Os bicos devem ser distribuídos a cada 50 cm na barra e esta mantida a uma altura que permita cobrir totalmente a parte aérea das plantas.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Cultura | Intervalo de Segurança |
|---|---|
| Algodão | 21 dias |
| Banana | 3 dias (aplicação foliar) |
| Banana | 60 dias (aplicação localizada) |
| Batata | 14 dias |
| Café | 30 dias (aplicação foliar) |
| Café | 120 dias (aplicação no solo) |
| Feijão | 14 dias |
| Mamão | 7 dias |
| Melão | 10 dias |
| Soja | 28 dias |
| Tomate | 3 dias |
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Agite vigorosamente o produto na embalagem original, antes de abri-la para preparo da calda. Não aplique TRINITY 250 SC com ventos superiores a 6 km/hora e no horário mais quente do dia. Utilizado conforme as instruções de uso recomendadas, o produto não é fitotóxico. INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: - Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item “Modo de Aplicação”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: - Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: - Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO, OU EM DESUSO: - Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do GRUPO G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO G1 FUNGICIDA
O produto fungicida TRINITY 250 SC é composto por FLUTRIAFOL, que apresenta mecanismo de ação C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princı́ pios e medidas disponı́ veis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotaçã o de culturas, é poca adequada de semeadura, adubaçã o equilibrada, fungicidas, manejo da irrigaçã o e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados; - Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não utilize equipamento com vazamentos ou defeitos; - Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
INTOXICAÇÕES POR TRINITY 250 SC
| Grupo químico | FLUTRIAFOL: triazol. |
|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 5 – Produto improvável de causar dano agudo. |
| Vias de exposição | Dérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados. |
| Toxicocinética | Flutriafol: a absorção através da via oral foi rápida e quase completa (>90%) em ratos. Foi amplamente distribuído, com os níveis mais altos sendo detectados no sangue (com extensa ligação com os eritrócitos). Após administração oral em ratos, o flutriafol foi amplamente biotransformado, e somente traços do composto inalterado foram encontrados nas excretas. A biotransformação aconteceu, inicialmente, pela oxidação do anel 2-fluorofenil seguida de conjugação. Nas doses mais baixas (5 mg/kg p.c.), os metabólitos foram rapidamente excretados, predominantemente nas primeiras 24 horas, principalmente através da bile (60- 80%), mas também através da urina (10-25%) e fezes (<10%). Nas doses mais altas (250 mg/kg p.c.), houve evidência de saturação da excreção biliar em fêmeas, sendo que nesta dose 47% da dose foi excretada via biliar em fêmeas e 71% em machos. Foi observada evidência de circulação entero- hepática. Não houve evidência de bioacumulação do flutriafol ou de seus metabólitos no organismo sendo que, após sete dias, menos de 1% da dose administrada permaneceu no organismo. |
| Toxicodinâmica | Flutriafol: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do flutriafol em humanos nem em outras espécies de mamíferos. Os fungicidas do mesmo grupo químico do flutriafol (triazóis), por sua vez, interferem na via de biossíntese de esteróis, interferindo assim nas membranas celulares tanto em plantas, fungos e bactérias quanto em animais. |
| Sintomas e sinais clínicos | Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos. Em estudos em animais de experimentação, o produto foi considerado nocivo se inalado e possivelmente nocivo se ingerido. A aplicação do produto não causou irritação dérmica ou ocular, também não causou sensibilização dérmica. Flutriafol: não são conhecidos sintomas de toxicidade específicos em humanos ou animais. O flutriafol apresenta baixa toxicidade pelas vias oral, dérmica e inalatória. Sintomas gerais de intoxicação por exposição a substâncias químicas podem ocorrer como: Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição ocular: em contato com os olhos, o produto pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos. |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. |
| Tratamento | CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Exposição oral: - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em casos de intoxicação por flutriafol. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma |
| suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após ingestão da substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição ocular: Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. |
| Efeitos das interações químicas | Não disponível. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque- Intoxicação: 0800- 722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: (19) 3254-6033 |
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: >4000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste (>2,278 mg/L). Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos não produziu sinais de irritação durante o período de avaliação. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele. Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu hiperemia leve em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação foram revertidos em 24 horas após a aplicação. Não foram observados efeitos na córnea ou na íris dos animais. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para os olhos. Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: consistente com os efeitos de toxicidade em mamíferos de outros fungicidas triazólicos, os principais efeitos adversos após exposição repetida ao flutriafol foram no fígado. Em ratos, camundongos e cães a hepatotoxicidade foi caracterizada por aumento do peso do fígado, aumento da atividade de fosfatase alcalina, vacuolização e acúmulo lipídico nos hepatócitos e alterações no metabolismo lipídico. Em ratos foram observados, ainda, aumento da atividade sérica da alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST) e algumas alterações histopatológicas (hemossiderização nas células de Kupffer e hipertrofia centrolobular dos hepatócitos, necrose focal e degeneração hidrópica). Foram observadas também alterações nos parâmetros hematológicos consistentes com anemia microcítica leve em ratos, camundongos e, em menor intensidade, em cães. Com base nestes efeitos no fígado e parâmetros hematológicos, em cães foi estabelecido o NOAEL de 5 mg/kg p.c. e LOAEL de 15 mg/kg p.c. em estudo de 90 dias e um ano; em camundongos, NOAEL de 1,2 mg/kg p.c. e LOAEL de 6 mg/kg p.c. em estudo de 90 dias; e em ratos, NOAEL de 13 mg/kg p.c. e LOAEL de 148 mg/kg p.c. O flutriafol não apresentou potencial cancerígeno em ratos e camundongos nas maiores doses testadas (em ratos NOAEL de 103 mg/kg p.c. e em camundongos NOAEL de 25 mg/kg p.c.). Em estudo de toxicidade para a reprodução de duas gerações em ratos foi observada uma diminuição no índice de fertilidade na primeira geração (NOAEL de 16 mg/kg p.c. e LOAEL de 56 mg/kg p.c.). Em estudos em ratos, pela via oral, foram observados efeitos para o desenvolvimento prénatal, como aumento das perdas pós-implantação e atraso e/ou redução na ossificação; também foram observadas variações esqueléticas, nas maiores doses e na presença de toxicidade materna. Em coelhos, os efeitos para o desenvolvimento pré-natal, relacionados ao flutriafol, ocorreram somente na presença de toxicidade materna. Doses seguras de exposição foram estabelecidas (em ratos, NOAEL de 10 mg/kg p.c. e LOAEL de 75 mg/kg p.c.; em coelhos, NOAEL de 7,5 mg/kg p.c. e LOAEL de 15 mg/kg p.c.). EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Não são conhecidos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) X Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
| Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) | |
|---|---|
| Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) | |
| X | Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) |
| Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) |
- Este produto é ALTAMENTE PRESISTENTE no meio ambiente. - Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza -Não utilize equipamentos com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somento as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d`água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em área situadas a uma distância inferior a 500 (quinhetos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para bastecimento publico e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes da legislação e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. 2. INTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A consrução deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - A construção deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Colque placa de advertência com os dixeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as intruções constantes da NBR 9843 da Associação brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: GLOBACHEM PROTEÇÃO DE CULTIVOS DO BRASIL LTDA - telefone de Emergência: (19) 3254-6033. - Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d`água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução final .
Solo: retire as camadas de terra contaminda até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d`água: interrompa a captação para consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem dependem das proporções do acidente, das caracterísiticas do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. 4. PROCEDIEMNTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procediemnto de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI`s – equipamentos de Proteçãoi Individual – recomendados para preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imdiatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos; - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; -Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes intrnas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sobe pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: - Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até asua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devlução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabeleciemnto onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitada no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE – NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e compiso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA local indicado na nota fiscal, emitada pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS.
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTE EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITO SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicando no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação final do produto é feita através da incineração em fornos para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPOENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabalecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamento ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL Restrição de uso para Microsphaera diffusa, Cercospora kikuchii, Septoria glycines e Phakopsora pachyrhizi na cultura da soja no Estado do Paraná.