Bula oficial · registro MAPA nº 2998

Bula do Trebon 100 SC

Bula completa do Trebon 100 SC (registro MAPA nº 2998), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: etofenproxi.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 17 páginas no PDF.

TREBON® 100 SC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 02998

COMPOSIÇÃO

2-(4-ethoxyphenyl)-2-methylpropyl 3-phenoxy benzyl ether (ETOFENPROXI)...............................................................................................100 g/L (10% m/v) Outros ingredientes............................................................................................910 g/L (91% m/v) GRUPO 3A INSETICIDA CONTEÚDO: Vide Rótulo

CLASSE: Inseticida de contato e ingestão GRUPO QUÍMICO: Éter difenílico TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada - SC TITULAR DO REGISTRO (*): SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP: 38044-755 - Uberaba / MG CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972 Fone: (34) 3319-5550 - Fax: (34) 3319-5570 – Email: contato@snbrasil.com.br (*) Importador do produto formulado FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: TREBON TÉCNICO – Registro MAPA nº 00595 MITSUI CHEMICALS INC. Omuta Works, 30, Asamuta-machi, Omuta, Fukuoka 836-8610 – Japão FORMULADORES: SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP 38044-755 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972 - Tel. (34) 3319-5550 - Email: contato@snbrasil.com.br IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul, CEP 18001-970 - Sorocaba/SP -CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro na CDA-SP nº 008 - Fone: (15) 3235-7700 FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25, Distrito Industrial III - Uberaba/MGCEP: 38001-970CNPJ:04.136.367/000511 - Registro IMA nº 210 - Fone: (34) 3319-3000 – Email: sac.apg@fmc.com TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMÉRIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Av. Roberto Simonsem, 1459, Bairro Recanto dos Pássaros, Paulínia/SP - CEP: 13140-000 CNPJ: 03.855.423/0001-81-Registro no CDA-SP n° 477-Fone: (19) 3874-7000-Email: br.univar@univar.com SIPCAM OXON S.p.A. Via Vittorio Veneto, 81, Salerano sul Lambro (LO), 26857Itália – Fone: +39 02353781 Email: info@sipcam.it

Na do lote ou da partida:
Data de fabricação:VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

EM SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril em território nacional).

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II – PRODUTO

MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÕES DE USO

TREBON 100 SC é um inseticida de contato, com amplo espectro de ação recomendado para o controle de pragas em diversas culturas, conforme as recomendações abaixo: CULTURAS, DOENÇAS, DOSE, INÍCIO, EPOCA, INTERVALO, NÚMERO E VOLUME DE APLICAÇÃO.

CULTURASALVOS Nome comum (Nome científico)DOSESNúmero máximo de aplicações por safraInício, época, intervalo e volume de aplicação.
mL p.c./100 L águamL p.c./ha
Abóbora Abobrinha Chuchu Maxixe PepinoBroca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis)120 a 1802Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos. Realizar novas aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha.
AlgodãoBicudo (Anthonomus grandis)-500 a 7504Aplicar Trebon 100 SC quando constatar 10% de botões florais atacados. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando o intervalo de 5 dias. Utilizar volume de calda de 300 - 400 L/ha.
Alho CebolaTripes (Thrips tabaci)-1500 a 18002Realizar aplicação no início da infestação. As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico de alta incidência da praga e/ou para um maior período de controle. Realizar novas aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da praga. Utilizar volume de calda de 300 – 400 L/ha.
ArrozPercevejo-do-grão (Oebalus poecilus) Lagarta-da- panícula (Pseudaletia sequax)-9002Aplicar ao detectar o início de infestação da praga, se houver nova infestação reaplicar com intervalo de 7 dias. Utilizar o volume de calda de 150 L/ha.
CULTURASALVOS Nome comum (Nome científico)DOSESNúmero máximo de aplicações por safraInício, época, intervalo e volume de aplicação.
mL p.c./100 L águamL p.c./ha
Aveia CevadaPulgão-da-espiga (Sitobion avenae) Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax)-300 a 1350 300 a 15002Aplicar no início do aparecimento das pragas e realizar nova aplicação, caso necessário, com intervalos de 7 a 15 dias. Utilizar o volume de calda de 100 – 250 L/ha.
BeterrabaVaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa)-600 a 9001Iniciar as aplicações quando for constatada a presença da praga. Utilizar o volume de calda de 200 L/ha.
CaféBroca-do-café (Hypothenemus hampei) Bicho mineiro (Leucoptera coffeella)-2000 a 25001Broca: Realizar aplicação quando infestação da Broca estiver entre 1% e 3% de grãos perfurados. Bicho mineiro: Iniciar as aplicações quando for constatada os primeiros sinais da presença da praga. Utilizar o volume de calda de 400 L/ha.
CanolaVaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella)-600 a 9002Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga e repetir se necessário com intervalo de 7 dias. Utilizar a menor dose em condições de baixa infestação da praga e a maior dose em alta infestação. Utilizar o volume de calda de 200 L/ha.
CenouraVaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa)-600 a 9001Iniciar as aplicações quando for constatada a presença da praga. Utilizar o volume de calda de 200 L/ha.
CitrosCigarrinha-da-cvc (Dilobopterus costalimai) Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) Moscas-das-frutas (Ceratitis capitata) Psilideo (Diaphorina citri) Pulgão-preto (Toxoptera citricida )10 a 25 25 120 a 180 90 90-1Iniciar a aplicação quando for constatada a presença da praga no pomar através estratégias de monitoramento. Utilizar o volume de calda de 5 litros por planta ou conforme porte da planta.
Coco e DendêLagarta-do- coqueiro (Brassolis sophorae)-600 a 9002Realizar aplicação no início do desenvolvimento e surgimento da praga na cultura. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha.

Realizar aplicação no início do desenvolvimento e surgimento da praga na cultura. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha.

CULTURASALVOS Nome comum (Nome científico)DOSESNúmero máximo de aplicações por safraInício, época, intervalo e volume de aplicação.
mL p.c./100 L águamL p.c./ha
EucaliptoPsilideo-de- concha (Glycaspis brimblecombe)-300 a 6003Realizar aplicação no início do desenvolvimento e surgimento da praga na cultura. Utilizar o volume de calda de 400-500 L/ha.
FeijãoMosca-branca (Bemisia tabaci raça B) Vaquinha (Diabrotica speciosa) Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri)-900 a 1200 300 15003Mosca-branca: iniciar a aplicação do produto quando for constatado a presença dos primeiros adultos na área. Alternar aplicações com inseticidas de diferentes modos de ação, em intervalos de 7 dias. Vaquinha-verde-amarela e Cigarrinha- verde: aplicar logo que constatar a presença da praga. Repetir a aplicação, se necessário, em intervalos de 7 a 15 dias. Utilizar o volume de calda de 300 a 400 L/ha.
FumoPulga-do-fumo (Epitrix fasciata)-5002Realizar as aplicações no início da infestação da praga na cultura, reaplicar com intervalo de 7 dias, em rotação com outros produtos registrados para o alvo e cultura. Utilizar o volume de 150 a 300 L/ha.
GirassolVaquinha verde- amarela (Diabrotica speciosa)-600 a 9002Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga e repetir se necessário com intervalo de 7 dias. Utilizar a menor dose em condições de baixa infestação da praga e a maior dose em alta infestação. Utilizar o volume de calda de 200 L/ha.
GoiabaPsilídeo-da- goiabeira (Triozoida limbata)150-3Realizar monitoramento constante e aplicar imediatamente quando for constatado a presença da praga. Realizar novas aplicações com intervalos de 7 dias. Utilizar volume de calda de 2000 L/ha.
MaçãMariposa oriental (Grapholita molesta)150 a 200-2Realizar as aplicações a partir do início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, se necessário em intervalos de 7 dias, em rotação com diferentes ingredientes ativos. Utilizar volume de calda de 800 a 1500 L/ha, respeitando a dose mínima por hectare de 1500 mL p.c./ha
MamonaCigarrinha-verde (Empoasca kraemeri)-15001Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga Utilizar volume de calda de 200 L/ha.
CULTURASALVOS Nome comum (Nome científico)DOSESNúmero máximo de aplicações por safraInício, época, intervalo e volume de aplicação.
mL p.c./100 L águamL p.c./ha
MandiocaMandarová-da- mandioca (Erinnyis ello)-900 a 12001Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga. Utilizar volume de calda de 200 L/ha.
Mandioquinha- salsaVaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa)-600 a 9001Realizar 1 aplicação por ciclo da cultura. Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga. Utilizar volume de calda de 200 L/ha.
MangaMosca-das-frutas (Ceratitis capitata) Tripes-do- cacueiro (Selenothrips rubrocinctus)120 a 180-1Mosca-das-frutas: Fazer o monitoramento e iniciar o controle assim que a armadilha indicar a presença do adulto da mosca. Tripes: Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga; Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha.
MelanciaBroca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis)120 a 1802Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos. Realizar novas aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha.
MilhoLagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda)-210 a 3002Recomenda-se iniciar as aplicações no início do surgimento da praga. Realizar nova aplicação com intervalo de 7 a 15 dias. Utilizar o volume de calda de 300 a 400 L/ha.
Nectarina Nêspera PeraMosca-das- Frutas (Anastrepha fraterculus)1502Realizar aplicação no início da infestação da praga, através de armadilhas de monitoramento. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha
PêssegoMariposa oriental (Grapholita molesta)150-2Iniciar as aplicações logo no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, em intervalo de 15 dias, em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 800 – 1500 L/ha. Observar que a dose mínima do produto é de 1500 mL p.c./ha, mesmo em volume de calda abaixo de 1000 L/ha.
CULTURASALVOS Nome comum (Nome científico)DOSESNúmero máximo de aplicações por safraInício, época, intervalo e volume de aplicação.
mL p.c./100 L águamL p.c./ha
SojaLagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) Percevejo-verde- pequeno (Piezodorus guildini)-120 1200 a 15002Aplicar no início do aparecimento da praga. Repetir se necessário com intervalo entre 7 a 14 dias, sempre em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 100 - 300 L/ha.
TomateBroca-pequena- do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) Broca-grande-do- fruto (Helicoverpa zea)120 a 180 180-4Iniciar as aplicações de acordo com monitoramento, no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação em intervalo de 7 a 15 dias entre aplicações. Rotacionar os modos de ação dos inseticidas aplicados. Utilizar o volume de calda de 600-1200 L/ha.
TrigoPulgão-da-espiga (Sitobion avenea) Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax)-300 a 1350 300 a 15003Recomenda-se iniciar as aplicações quando a praga surgir na área do cultivo. Reaplicar se necessário com intervalo de 7 a 15 dias, sempre em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 100 – 300 L/ha.
UvaMosca-das-frutas (Anastrepha fraterculus)300-2Realizar as aplicações a partir do momento da constatação da presença da praga na área através de monitoramento constante. Realizar nova aplicação em intervalo de 7 dias, sempre em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha.

P.C. = Produto Comercial. Usar maior dosagem quanto maior a área foliar da planta. MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicar TREBON 100 SC nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada. Preparo da Calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos metade de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.

- APLICAÇÃO VIA TERRESTRE: Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas a mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. - APLICAÇÃO VIA AÉREA: A aplicação via aérea é indicada para as culturas: Algodão, Arroz, Aveia, Cevada, Eucalipto, Feijão, Milho, Soja e Trigo. Volume de calda para aplicação: 10 a 30 L/ha, dependendo da tecnologia de aplicação empregada. Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm². Tamanho de gotas (DMV): 100 a 400 µm. Altura sugerida de voo de 3 m acima do alvo. Calcular a altura do voo em função da velocidade do vento. Considerar para o cálculo o fator AMSDEN de 30. Podem ser utilizados atomizadores rotativos como Micronair, ASC ou Turboaero. Usar a combinação de ponta e difusor que produza uma neblina com o maior DMV (Diâmetros Medianos Volumétricos de gotas) e menor PRD (Potencial de Risco de Deriva). Voar na altura adequada para uma distribuição correta na faixa de aplicação e evitando deriva; manter esta altura e não voar mais alto do que o necessário, acompanhando sempre o FATOR AMSDEN. Realizar sempre reconhecimento da área em que se está aplicando, tentar localizar além dos obstáculos, residências, estábulos, apiários, granjas, bem como lago e pastagem vizinhas à área que está sendo tratada. Ficar atento para as variações de vento, em direção, sentido e intensidade, em relação a sua linha de voo. Não hesitar em parar as aplicações se uma mudança de vento ocorrer e vier a provocar a deriva. Parar as aplicações sempre que a temperatura passar dos limites 30°C ou se a umidade relativa descer a níveis abaixo de 55% para veículo água. Não voar com equipamento vazando e realizar a sua manutenção adequada. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Todas as atividades aero agrícolas devem ser acompanhadas por profissionais possuidores de curso de executor técnico em Aviação Agrícola, reconhecido pelo Ministério da Agricultura. Todos os procedimentos ligados às atividades aeroagrícolas devem estar em conformidade às regulamentações e legislações específicas ditadas pelo Ministério da Agricultura e devem evitar e mitigar riscos de contaminação ambiental e risco à saúde humana.

Condições Climáticas: Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos: Temperatura ambiente abaixo de 30ºC. Umidade relativa do ar acima de 55%. Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região de aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturaIntervalo de Segurança
Algodão e Soja15 dias
Abóbora, Abobrinha, Alho, Arroz, Cebola, Chuchu, Feijão, Goiaba, Maxixe, Milho, Nectarina, Nêspera, Pera, Pepino, Pêssego e Tomate3 dias
Aveia, Beterraba, Canola, Cenoura, Cevada, Citros, Girassol, Maçã, Mamona, Mandioca, Mandioquinha-salsa e Uva7 dias
Coco e Dendê21 dias
Café14 dias
Manga e Melancia1 dia
Trigo16 dias
Fumo e EucaliptoU.N.A

Coco e Dendê 21 dias Café 14 dias Manga e Melancia 1 dia Trigo 16 dias Fumo e Eucalipto U.N.A U.N.A – Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não deve ocorrer a reentrada de pessoas nas culturas antes de 24 horas após a aplicação, ou até a secagem do produto nas plantas, a menos que se use equipamentos de proteção individual (EPIs), conforme indicado nos dados relativos à proteção da saúde humana.

LIMITAÇÕES DE USO

Uso exclusivamente agrícola. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo Evitar aplicação durante as horas mais quentes do dia; Evitar aplicação sob prenuncio de chuva; Não aplicar em plantas sob condição de estresse hídrico ou fitotoxicidade; Respeitar um período mínimo de 24 horas para realização da irrigação; Fitotoxicidade: - Nas doses recomendadas, TREBON 100 SC não é fitotóxico para as culturas recomendadas. Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃOE DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida TREBON 100 SC pertence ao grupo 3A (Moduladores dos canais de sódio - Piretroides e Piretrinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do TREBON 100 SC como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. Usar TREBON 100 SC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. Aplicações sucessivas de TREBON 100 SC podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do TREBON 100 SC, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Moduladores dos canais de sódio - Piretroides e Piretrinas não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do TREBON 100 SC ou outros produtos do Grupo 3A quando for necessário; Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

Para o manejo integrado de pragas, recomenda-se a utilização de todas as técnicas apropriadas e disponíveis
para a condução das culturas, no intuito de manter abaixo do nível de dano econômico a população de
organismos nocivos aos cultivos, visando ainda, minimizar os efeitos colaterais deletérios ao meio ambiente.
Dessa forma, dentre as técnicas disponíveis para o manejo integrado de pragas em culturas, tem-se: OControle
uso de cultivares/variedades com tolerância e/ou resistência a determinadas pragas; O Controle cultural (através do uso de rotação de culturas, época de semeadura adequada para o cultivo, uso de sementes de alta qualidadecom tolerância e/ou resistência a determinadas pragas; OControle cultural (através
rotação de culturas, época de semeadura adequada para o cultivo, uso de sementes de alta qualidade
sanitária, destruição de restos culturais após a colheita, manter o cultivo livre de plantas daninhas, condução da
lavoura através de adubação adequada e equilibrada, dentre outros); e Controle químico (através do uso de
inseticidas devidamente registrados e recomendados para o controle de pragas).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental impermeável, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO/ PREPARAÇÃO DA CALDA

Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas nitrila; Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

Evite o máximo possível o contato com a área tratada; Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto;

Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada; Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; Não reutilizar a embalagem vazia; No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; Pode ser perigoso se ingerido Pode ser perigoso em contato com a pele ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR ETOFENPROXI

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoÉter difenílico
Classe ToxicológicaCATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de ExposiçãoOral, dérmica, ocular e inalatória.
ToxicocinéticaO Etofenproxi é um inseticida derivado do éter propil benzílico. Após administração oral em ratos foi rapidamente absorvido (48-93%). As maiores concentrações tissulares foram encontradas no tecido adiposo, adrenais, ovários, fígado, tireoide e rins. A meia-vida foi de 5 dias para machos e de 8,5 dias para fêmeas. Em cães a vida média foi de 8,6-17 horas. Foi eliminado principalmente pelas fezes (85-90%) na forma inalterada e em metabólitos. O Etofenproxi é eliminado também pela urina em menor proporção cerca de 7 - 9%. Em cães houve eliminação pela bile (10-30)%, indicando circulação enterohepática. O produto atravessa a barreira placentária e é secretado no leite.
ToxicodinâmicaNão se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos.
Sintomas e Sinais ClínicosHá poucas informações de toxicidade em humanos. Toxicidade aguda: em animais exibe baixa toxicidade aguda, sendo os ratos a espécie mais sensível. Sinais e sintomas Dérmica Irritação leve; Não é sensibilizante. Sistêmica Letargia, diminuição da atividade motora, bradipnéia/taquipneia, (A altas taquicardia, incremento da pressão arterial, glicose e transaminases. doses) Toxicidade crônica: os dados provêm de estudos em animais. Exposição crônica ao produto em ratos e camundongos provocou incremento na mortalidade e os órgãos-alvo foram o fígado e a tireoide, o rim (em camundongos); observaram-se também alterações hematológicas e do sistema linforeticular. Nos estudos foi detectada atividade antiandrogênica (receptores androgênicos). Houve incremento no número de abortos a 250 mg/kg/dia em ratas e coelhas. Detectou-se incremento na mortalidade nos filhotes na fase de amamentação pelo que deve ser advertido que “pode causar dano a lactentes”. Não se observou potencial genotóxico. O estudo mecanístico sobre a formação de adenomas tireóideos em ratos machos considerou o fato irrelevante para humanos.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
TratamentoAntídoto: não há antídoto específico Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte. Exposição Oral: • Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário. 1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. 2. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal. • Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h).
Sinais e sintomas
DérmicaIrritação leve; Não é sensibilizante.
Sistêmica (A altas doses)Letargia, diminuição da atividade motora, bradipnéia/taquipneia, taquicardia, incremento da pressão arterial, glicose e transaminases.
1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12) anos e 1 g/kg em < 1 ano. • Não provocar vômito. • Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Exposição Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto à irritação, bronquite ou Inalatória: pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com β2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral. Exposição Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina Ocular: 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista. Exposição Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante Dérmica: água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: • EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú). • Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos das interações químicasNão relatados em humanos.
ATENÇÃOTELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o DISQUE-INTOXICAÇÃO: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT- ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da Empresa: (34) 3319-5568 (Horário Comercial) - PlanitoxLine: 0800-701-0450. Endereço Eletrônico da Empresa: www.sipcamnichino.com.br Correio Eletrônico da Empresa: contato@snbrasil.com.br
Exposição Inalatória:Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto à irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com β2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular:Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição Dérmica:Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: “Vide item Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”

EFEITOS AGUDOS

DL 50 via oral ratos: > 2000 mg/kg pc. DL 50 via dérmica ratos: > 4000 mg/kg pc. CL 50 Inalatória ratos: > 7,5 mg/L Irritaçao Dérmica: Em estudos com coelhos o produto se mostrou não irritante à pele. Irritação Ocular: Em estudos com coelhos o produto se mostrou irritante mínimo aos olhos. Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante. Sensibilização respiratória: Não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de experimentação.

Mutagenicidade: A substância teste não apresentou potencial mutagênico em teste de mutação gênica reversa em Salmonella typhimurium (Teste de Ames) e não apresentou evidência de atividade mutagênica no teste do micronúcleo em células da medula óssea de camundongos

EFEITOS CRÔNICOS

Os dados provêm de estudos em animais. Exposição crônica ao produto em ratos e camundongos provocou incremento na mortalidade e os órgãos-alvo foram o fígado e a tireoide, o rim (em camundongos); observaramse também alterações hematológicas e do sistema linforreticular. Nos estudos foi detectada atividade antiandrogênica (receptores androgênicos). Houve incremento no número de abortos a 250 mg/kg/dia em ratas e coelhas. Detectou-se incremento na mortalidade nos filhotes na fase de amamentação pelo que deve ser advertido que “pode causar dano à lactente”. Não se observou potencial genotóxico. O estudo mecanístico sobre a formação de adenomas tireoideos em ratos machos considerou o fato irrelevante para humanos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: [ ] Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) [X] Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) [ ] PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) [ ] Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos. - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas. - Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. - Não utilize equipamentos com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água, para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.

- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa SIPCAM NICHINO BRASIL S.A., pelo telefone de emergência (34) 3319-5568 ou 0800-701-0450. - Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO

DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL - LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamento de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;

- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. - DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. - TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: Restrições para aplicação aérea de acordo com as legislações estaduais e municipais. Restrição de uso para Grapholita molesta em maçã no Estado do Paraná.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Trebon 100 SC registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 2998 · documento de 30/12/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Trebon 100 SC?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Trebon 100 SC e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Trebon 100 SC é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 2998, documento de 30/12/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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