TORERO Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 43518
COMPOSIÇÃO
Manganese ethylenebis (dithiocarbamate) (polymeric) complex with zinc salt (MANCOZEBE)…………………………….…………………..........………..…….…640 g/kg (64,0% m/m) 1-(2-cyano-2-merhoxyiminoacetyl)-3-ethylurea (CIMOXANIL)…...........................................................................………………..…..80 g/kg (8,0% m/m) Outros ingredientes.............................................................................................. 280 g/kg (28,0% m/m)
| GRUPO | K3 | FUNGICIDA | ||
|---|---|---|---|---|
| GRUPO | M03 | FUNGICIDA |
GRUPO K3 FUNGICIDA GRUPO M03 FUNGICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: fungicida com ação sistêmica e de contato GRUPO QUÍMICO: acetamida e alquilenobis (Ditiocarbamato) TIPO DE FORMULAÇÃO: pó molhável (WP) TITULAR DO REGISTRO(*): ASCENZA BRASIL LTDA. Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, unidade autônoma 30, sala B Condomínio Tech Town, Chácaras Assay, CEP: 13186-904, Hortolândia/SP. CNPJ: 53.875.432/0001-02 – Telefone: (19) 2137-8100 – nº do Registro no Estado: 4455 CDA/SAA/SP (*) Importador do produto formulado FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS: CIMOXANIL ASCENZA TÉCNICO – Registro no MAPA nº 19117 Shaanxi Hengrun Chemical Industry Co., Ltd. Xiyang Town Industry Zone, 713807 Sanyuan, Shaanxi, China Shaanxi Hengtian Chemical Co., Ltd. Dali Core Zone, Weinan National Agricultural Science and Technology Park, 715106 Weinan, Shaanxi, China CYMOXANIL TÉCNICO INDOFIL – Registro no MAPA n° 28317 Indofil Industries Limited Azad Nagar, Sandoz Baug P.O., Off Ghodbunder Road, Near Chitalsar, Manpada, Thane, 400607, India Plot Nº Z, 12/1, SEZ Dahej, Taluka, Vagra, Dist. Bharuch, 392130, Gujarat, Índia CIMOXANIL TÉCNICO CROPCHEM – Registro no MAPA n° 09813 China Limin Chemical Co., Ltd. 31 Xintan Road – Industrial Development Zone of Xinyi – 221400 Xinyi, Jiangsu – China MANCOZEBE TÉCNICO CHDS III – Registro no MAPA nº 21917 Hebei Shuangji Chemical Co., Ltd. East Suburb, 053260 Xinji, Hebei
MANCOZEB TÉCNICO INDOFIL – Registro no MAPA n° 011011 Indofil Industries Limited Azad Nagar, Sandoz Baug P.O., Off Ghodbunder Road, Near Chitalsar, Manpada, Thane, 400607, India Plot N7, 1/Z8, Sez Dahej Limited, Sez Dahej, Dist. Bharuch, Taluka Vagra, Gujarat, 392130, Índia FORMULADORES: Hebei Shuangji Chemical Co., Ltd. East Suburb of Xinji City, Hebei, China Indofil Industries Limited Azad Nagar, Sandoz Baug P.O., Off Ghodbunder Road, Near Chitalsar, Manpada, Thane, 400607, India Plot N7, 1/Z8, Sez Dahej Limited, Sez Dahej, Dist. Bharuch, Taluka Vagra, Gujarat, 392130, Índia Indústria Química Lorena Ltda. Rua Hum esquina com Rua Seis, s/n CEP: 12580-320, Lot. Industrial Nova Roseira/SP CNPJ: 48.284.749/0001-34 N° do Registro no Estado: 266 CDA/SAA/SP Kubix Agroindustrial Ltda. Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Cruz Alta CEP: 13348-780, Indaiatuba/SP CNPJ: 47.754.052/0001-17 N° do Registro no Estado: 1248 CDA/SAA/SP Ouro Fino Química S.A. Av. Filomena Cartafina, 22.335, Quadra 14, Lote 5, Distrito Industrial III CEP: 38044-750, Uberaba/MG CNPJ: 09.100.671/0001-07 N° do Registro no Estado: 8.764 IMA/MG Sipcam Nichino Brasil S.A. Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III CEP: 38044-755, Uberaba/MG CNPJ 23.361.306/0001-79 N° do Registro no Estado: 2.972/2014 IMA/MG Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Rua Alberto Guizo, n° 859, Distrito Industrial João Narezzi CEP: 13347-402, Indaiatuba/SP CNPJ: 50.025.469/0001-53 N° do Registro no Estado: 466 CDA/SAA/SP
MANIPULADORES: Arcad Industrialização Química Ltda. Av. Dr. Roberto Moreira, 4500, Condomínio CLIP, Betel CEP: 13148-150, Paulínia/SP CNPJ: 40.726.678/0001-70 N° do Registro no Estado: Nº 4327 CDA/SAA/SP Nortox S.A. Rod. BR 369, s/n, Km 197 CEP: 86700-970, Arapongas/PR CNPJ: 75.263.400/0001-99 N° do Registro no Estado: 466 SEAB/PR Nortox S.A. Rod. BR 163, s/n, Km 116 CEP: 78740-275, Rondonópolis/MT CNPJ: 75.263.400/0011-60 N° do Registro no Estado: 183-06 INDEA/MT Sipcam Nichino Brasil S.A. Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III CEP: 38044-755, Uberaba/MG CNPJ: 23.361.306/0001-79 N° do Registro no Estado: 701-332/2010 IMA/MG Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsen, 1459, Bairro Poço Fundo CEP: 13140-000, Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 N° do Registro no Estado: 477 CDA/SAA/SP IMPORTADOR: Tradecorp do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, Condomínio Tech Town, Chácaras Assay CEP: 13186-904, Hortolândia/SP CNPJ: 04.997.059/0001-57 Nº do Registro no Estado: 958 CDA/SAA/SP
| No do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
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| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
No do lote ou da partida: VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento:
INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° do Decreto N°7212, de 15 de junho de 2010).
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE INSTRUÇÃO DE USO:
| CULTURAS | DOENÇAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA |
|---|---|---|---|---|
| Batata | Requeima Phytophthora infestans | 2,0 kg/ha ou 200 g/100 L d’água | 1000 L d’água/ha | 06 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar aplicações sempre que houver condições favoráveis à requeima (temperaturas amenas e alta umidade), a intervalos de 5-7 dias. Utilizar o menor intervalo de aplicação em condições altamente favoráveis à doença. | ||||
| Cebola | Mildio Peronospora destructor | 2,0-2,5 kg/ha ou 200-250 g/100 L d’água | 1000 L d’água/ha | 07 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar aplicações sempre que houver condições favoráveis ao míldio (temperaturas amenas e alta umidade), a intervalos de 5-7 dias. Utilizar a maior dose e o menor intervalo de aplicação em condições altamente favoráveis à doença. | ||||
| Tomate | Requeima Phytophthora infestans | 2,0-3,0 kg/ha ou 200-300 g/100 L d’água | 1000 L d’água/ha | 10 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar aplicações sempre que houver condições favoráveis a requeima (temperaturas amenas e alta umidade), a intervalos de 5-7 dias. Utilizar a maior dose e o menor intervalo de aplicação em condições altamente favoráveis à doença. | ||||
| Uva | Mildio Plasmopara viticola | 2,5 kg/ha ou 250g/100 L d’água | 1000 L d’água/ha | 07 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar aplicações no início da brotação até o início da frutificação (bagas ou "Chumbinho"). Em condições normais, utilizar intervalos de 7-14 dias. Utilizar o menor intervalo sob condições mais favoráveis à doença. |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar aplicações no início da brotação até o início da frutificação (bagas ou "Chumbinho"). Em condições normais, utilizar intervalos de 7-14 dias. Utilizar o menor intervalo sob condições mais favoráveis à doença. OBS: Para uma melhor cobertura e aderência do TORERO, adicionar Espalhante Adesivo, conforme recomendações do fabricante.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicação terrestre: BATATA Realizar aplicações em alto volume com pulverizador de barra acoplado a trator, visando cobrir uniformemente toda a parte aérea da planta. CEBOLA, TOMATE E UVA Realizar aplicações em alto volume com pulverizadores (manuais ou motorizado), atomizadores costais dotados com bomba centrifuga, bombas estacionárias dotadas de mangueiras ou pulverizadores de barra acoplada a trator, visando cobrir uniformemente toda a parte aérea da planta A boa cobertura dos alvos aplicados (caule, folhas e frutos) é fundamental para o sucesso de controle das doenças. Preparo da calda Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o conteúdo da(s) embalagem(ns) de TORERO. Em seguida, complete com água até a capacidade do tanque. Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário re-agitar a calda antes de reutilizá-la. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda. Lavagem do equipamento de aplicação: Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento. 1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores. 2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto das nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal. RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. As condições climáticas, o estádio de desenvolvimento da cultura etc., nas proximidades de organismos não-alvo e culturas para os quais o produto não esteja registrado, devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É REPONSABILIDADE DO APLICADOR. Importância do diâmetro de gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETRO MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓRPIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS. Siga as instruções sobre Condições de vento, Temperatura, Umidade e Inversão térmica presentes na bula. Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Considere o uso de bicos de baixa deriva. Siga sempre as boas práticas para aplicação e recomendação do fabricante. Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas á evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos. Ventos: O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de vento. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Temperatura térmica: Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação. Inversão Térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação á altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. ATENÇÃO: faça a manutenção dos equipamentos de aplicação frequentemente, de acordo com as recomendações do fabricante.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Culturas | Intervalo de Segurança |
|---|---|
| Batata, cebola, uva e tomate | 07 dias |
Culturas Intervalo de Segurança Batata, cebola, uva e tomate 07 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
- Os períodos de carência devem ser observados. - O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas quando aplicado conforme as instruções de uso. - O produto TORERO não deve ser aplicado com produtos de reação fortemente alcalina, tais como calda bordaleza ou sulfocálcica e não deve ser utilizado em mistura de tanque com qualquer outro agrotóxico.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA: Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas: - Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos. - Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulobula; - Incluir outros métodos de controle de doenças (Ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) no programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriados; - Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência. INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de cultura, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE OS ESQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora das especificações. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos ou viseira facial, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; e - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- EVITE O MÁXIMO POSSÍVEL O CONTATO COM A ÁREA TRATADA. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evitar ao máximo o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos ou viseira facial, avental impermeável, botas, macacão, luvas e máscara; e - A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por uma pessoa treinada e devidamente protegida.
| - Pode provocar reações alérgicas na pele. | |
|---|---|
| ATENÇÃO |
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer. Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: ATENÇÃO: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR TORERO -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo Químico | MANCOZEBE - Alquilenobis (Ditiocarbamato) CIMOXANIL - Acetamida |
|---|---|
| Classe Toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Vias de Exposição | Oral, dérmica, ocular e inalatória |
| Toxicocinética | Mancozebe: em ratos foi rapidamente absorvido (50%) e distribuído para o fígado, rins e tireóide, mas não acumulou devido a rápida metabolização pelo fígado, através de glucuronização. Os picos sanguíneos apareceram entre 3-6 horas após a administração. A etileno tiouréia (ETU) foi o principal metabólito de importância toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de menor importância. A excreção quase completa ocorreu em 95 horas, principalmente através das fezes (71%) e urina (16%) e da bile (2-9%). Pode ser absorvido pela pele. Cimoxanil: foi absorvido através do intestino em ratos. Mais de 85% da dose (71% urina, 11% fezes, 7% expirador/ar) foi eliminado em um período de 48-72 horas. Após 96 horas, menos de 1% foi encontrado nos tecidos. O metabolismo incluiu hidrólise e degradação da glicina. O principal metabólito identificado na urina foi a glicina, entretanto o composto original não foi detectado. Cimoxanil se degrada rápida e extensamente em ruminantes a produtos naturais como: ácidos graxos, glicerol, glicina e outros aminoácidos. Lactose, compostos formil hidrolisáveis e grupo acetil, os quais são incorporados aos constituintes naturais. |
| Toxicodinâmica | Mancozebe: não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos. Herbicidas e fungicidas carbamatos são diferentes dos inseticidas carbamatos porque não inibem a enzima colinesterase e os indivíduos expostos não apresentam sintomas colinérgicos. Cimoxanil: não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos. |
| Sintomas e Sinais Clínicos | Mancozebe: Toxicidade aguda em humanos produz: Sinais e Sintomas Dérmica Irritação da pele, prurido, eritema, dermatite de contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, exantema e aczema. Ocular Ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras. Inalatória Irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), fadiga, cefaléia, visão borrada e náuseas. Oral Irritação da mucosa do trato gastrointestinal, cefaléia, dores abdominais, diarréia, náuseas e vómitos. Sistêmica Exposições elevadas por períodos demasiadamente longos podem causar fraqueza, cefaléia, náuseas, convulsões tónico-clônicas e coma. Toxicidade crônica: classificado como provável carcinogênico para humanos (EPA, 2B). Pode produzir dermatite de contato e sensibilização ocupacional. Foi encontrado aumento de TSH em tratamentos expostos. Foi observado incremento de cromátides irmãs e citotoxicidade e incremento da resposta funcional dos linfócitos T em estudos in vitro. O metabólito ETU é um conhecido agente mutagênico, carcinogênico e com efeitos antitireoidianos. Cimoxanil: Toxicidade aguda: parece ser baixa; há poucos relatos de intoxicação aguda em humano, sendo recomendada a suspensão da manipulação ou aplicação do produto, se surgirem quaisquer sintomas. Em animais produziu: Sinais e Sintomas Dérmica Irritação leve; não é sensibilizante dérmico. Ocular Irritação leve Inalatória Irritação leve Oral Náuseas, vômitos, cólicas e efeitos sistêmicos. Sistêmica Cefaléia, nervosismo, visão borrada, fraqueza, miose, náuseas, vômitos, cólicas, diarréias, dor torácica, hipersecreção do trato respiratório, cianose, papiledema, convulsões, coma, arreflexia e relaxamento de esfínteres; arritmias e parada cardíaca. Toxicidade crônica: pode produzir dermatite de contato. Não é classificado como carcinogênico para humanos. |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. OBS.: em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. |
| Sinais e Sintomas | |
|---|---|
| Dérmica | Irritação da pele, prurido, eritema, dermatite de contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, exantema e aczema. |
| Ocular | Ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras. |
| Inalatória | Irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), fadiga, cefaléia, visão borrada e náuseas. |
| Oral | Irritação da mucosa do trato gastrointestinal, cefaléia, dores abdominais, diarréia, náuseas e vómitos. |
| Sistêmica | Exposições elevadas por períodos demasiadamente longos podem causar fraqueza, cefaléia, náuseas, convulsões tónico-clônicas e coma. |
| Sinais e Sintomas | |
|---|---|
| Dérmica | Irritação leve; não é sensibilizante dérmico. |
| Ocular | Irritação leve |
| Inalatória | Irritação leve |
| Oral | Náuseas, vômitos, cólicas e efeitos sistêmicos. |
| Sistêmica | Cefaléia, nervosismo, visão borrada, fraqueza, miose, náuseas, vômitos, cólicas, diarréias, dor torácica, hipersecreção do trato respiratório, cianose, papiledema, convulsões, coma, arreflexia e relaxamento de esfínteres; arritmias e parada cardíaca. |
| Exposição Inalatória | Se ocorrer tose/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com β2- agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral. |
|---|---|
| Exposição Ocular | Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9% á temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista. |
| Exposição Dérmica | Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem. |
| CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: • Evitar aplicar respiração boca a boca em caso de ingestão do produto; • Usar equipamentos de reanimação manual (ambú); • Usar equipamento de proteção para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto. | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. O paciente não deve ingerir álcool durante 07 dias. |
| Efeitos de Interações Químicas | Escopoletina, um hidroxicumarínico isolado de frutas incrementa o efeito de Mancozebe contra Fusarium (fungo que causa infecção oportunística em humanos e animais), mas não evidência nos efeitos em humanos. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnósticos e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone de Emergência da Empresa: 0800 70 10 450. |
0800 70 10 450. MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO Vide ítem Toxicocinética e Toxicodinâmica.
EFEITOS AGUDOS
DL50 via oral em ratos: 5000 mg/kg de peso corpóreo. DL50 via dérmica: > 2000 mg/kg de peso corpóreo. CL50 inalatória: não determinada nas condições do teste. Irritação dérmica: não irritante. As cobaias apresentaram eritema e oedema muito leves, ambos revertidos em 72 horas. Irritação ocular: não irritante. Os animais apresentaram leve vermelhidão da conjuntiva e Quemose muito leve. Os sintomas foram revertidos em 72h. Não ocorreu opacidade de córnea e irite. Sensibilização cutânea: sensibilizante Mutagenicidade: não mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS
Mancozebe: induziu diminuição do ganho de peso e alterações no fígado, tireóides, adrenais e hipófise. Também demonstrou induzir tumores na pele de camundongos. O mecanismo não é conhecido.
Cimoxanil: em ratos e cães, Cimoxanil causou redução do peso corporal e do consumo da dieta. A doses elevadas houve diminuição do perfil de reprodução e lactação em ratas prenhas e redução da viabilidade dos filhotes; causou degeneração testicular em machos. Em estudos com coelhos foram observadas alterações esqueléticas nos fetos, mas o significado é incerto. Novos estudos têm sido propostos. Não foi mutagênico nem carcinogênico.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Ascenza Brasil Ltda. – Telefone: 0800 70 10 450. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado, e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL (0,5; 1; 2; 5; 10; 20; 24 e 25 kg) LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (25 kg) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL (0,25; 0,5; 1; 2; 5; 10; 20; 24 e 25 kg) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE: • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA - (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL • (De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis) Hortolândia/SP, 19 de setembro de 2025.