Bula oficial · registro MAPA nº 22116

Bula do Timorex Gold

Bula completa do Timorex Gold (registro MAPA nº 22116), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: Melaleuca alternifolia, Extrato de folhas.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 28 páginas no PDF.

TIMOREX GOLD Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 22116.

COMPOSIÇÃO

Extrato de Melaleuca alternifolia...................................................................... 222,5 g/L (22,25% m/v) Outros ingredientes .........................................................................................712,5 g/L (71,25% m/v)

GRUPO BM01 FUNGICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida e bactericida de ação de contato e mesostêmica. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DE REGISTRO (*): STOCKTON-AGRIMOR DO BRASIL LTDA. Rua Arandu nº 57, Conj. 122 – Brooklin Paulista 04562-030São Paulo, SP - Tel.: (11) 3088-1919 CNPJ: 09.468.367/0001-09 Registro CDA/SP nº 903 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE: BIOMOR ISRAEL LTD. P.O. Box 81Qatzrin, 12900, Israel. FUJIAN SUMMIT BIOTECHNOLOGY CO., LTD. N. 2669, Nige Road, Yong’an, Fujian, China. FORMULADOR: BIOMOR ISRAEL LTD. P.O. Box 81Qatzrin, 12900, Israel. FUJIAN SUMMIT BIOTECHNOLOGY CO., LTD. N. 2669, Nige Road, Yong’an, Fujian, China. LIAD AGRO LTD. 3 Amal str., P.O.B 1010 West Industrial Zone, Beth Shemesh, Israel. UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, Km 122 - CEP: 18160-000 Salto de Pirapora/SP - CNPJ: 62.182.092/0012-88 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP nº 476 SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rua Igarapava, 599 – Distrito Industrial III CEP: 38044-755 Uberaba/MG CNPJ: 23.361.306/0001-79 Número de Registro do Estabelecimento/Estado IMA/MG nº 2972

INDÚSTRIAS QUÍMICAS LORENA LTDA. Rua 01, Esquina c/ Rua 6, S/N, Loteamento Industrial Nova Roseira CEP: 12580-000 Roseira/SP CNPJ: 48.284.749/0001-34 Número de Registro do Estabelecimento/Estado CDA/SP nº 266 MANIPULADOR: INDÚSTRIAS QUÍMICAS LORENA LTDA. Rua 01, Esquina c/ Rua 6, S/N, Loteamento Industrial Nova Roseira CEP: 12580-000 Roseira/SP CNPJ: 48.284.749/0001-34 Número de Registro do Estabelecimento/Estado CDA/SP nº 266 IMPORTADOR: UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, Km 122 - CEP: 18160-000 Salto de Pirapora/SP - CNPJ: 62.182.092/0012-88 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP nº 476 SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rua Igarapava, 599 – Distrito Industrial III CEP: 38044-755 Uberaba/MG CNPJ: 23.361.306/0001-79 Número de Registro do Estabelecimento/Estado IMA/MG nº 2972 GOWAN PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA Praça das Dracenas, nº 26, 1° andar, salas 1,3, 5 e 6, Condomínio Centro Comercial Alphaville, Barueri - SP, CEP: 06.453-064 CNPJ: 67.148.692/000190 - Número de Registro do Estabelecimento/Estado CDA/SP nº 234 GOWAN PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA Rodovia Presidente Castelo Branco 11.100, km 30,5, Mod 4, Bairro Jardim Maria Cristina, BarueriSP, CEP 06.421-400 CNPJ: 67.148.692/0002-71 Número de Registro do Estabelecimento/Estado CDA/SP nº 935 SYNGENTA PROTEÇAO DE CULTIVOS LTDA. Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, CEP: 04730-000 – São Paulo/SP CNPJ: 60.744.463/0001-90 - Número de Registro do Estabelecimento/Estado CDA/SP nº 1 SYNGENTA PROTEÇAO DE CULTIVOS LTDA. Rod. Prof. Zeferino Vaz, SP 332, Km 127,5, CEP: 13148-915 – Paulínia/SP CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Número de Registro do Estabelecimento/Estado CDA/SP nº 453 ASCENZA BRASIL LTDA. Rod Jornalista Francisco Aguirre Proença Km 09 S/N, unid. Aut. 30, Condomínio Tech Town, Bairro Chácaras Assay - CEP: 13.186-904 - Hortolândia/SP, CNPJ: 53.875.432/0001-02 - Número de Registro do Estabelecimento/Estado CDA/SP nº 4455 TRADECORP DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Rod Jornalista Francisco Aguirre Proença Km 09 S/N, unid. Aut. 30, Condomínio Tech Town, Bairro Chácaras Assay - CEP: 13.186-904 - Hortolândia/SP CNPJ: 04.997.059/0001-57 - Número de Registro do Estabelecimento/Estado CDA/SP nº 958

Nº do Lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: SEU PODER. Combustível Indústria Brasileira (Dispor desse termo quando o produto for formulado no Brasil)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL

IV POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO

TIMOREX GOLD é um fungicida e bactericida com modo ação de contato e mesostêmico e como indutor de resistência para ser aplicado no controle de doenças, conforme recomendações abaixo: CULTURAS, DOENÇAS, DOSES RECOMENDADAS, NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO E MODO DE APLICAÇÃO:

CulturasDoençasDose do Produto ComercialVolume de CaldaNúmero, época, intervalo e modo de aplicação.
Nome comumNome cientí- fico
AbacateMofo CinzentoBotrytis cinerea1,0 – 1,5 L/ha400 – 1000 L/haIniciar as aplicações após o início do florescimento da cultura, repetindo em intervalos de 7 a 10 dias, até a co- lheita. Utilizar a maior dose em condi- ções mais propícias à ocorrência do mofo cinzento como períodos chuvo- sos e temperaturas amenas.
AntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,0 – 1,5 L/ha1000 L/haIniciar as aplicações após o início do florescimento da cultura, repetindo em intervalos de 15 a 30 dias, depen- dendo da variedade, até a colheita.
Abóbora e AbobrinhaOídioSphaerotheca fuliginea150 mL/100 L1000 L/haIniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sin- tomas reaplicando a cada 7 dias de intervalo.
AlfaceOídioOidium sp.0,2 – 0,375 L/100L400 L/haIniciar aplicações foliares nos primei- ros sintomas da doença ou, preventi- vamente, quando detectada condi- ções ambientais para desenvolvi- mento do patôgeno, como períodos com alta umidade relativa do ar (ótimo > 95%) coincidindo com temperaturas amenas (ótima 18 a 25°C). Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença. A dose e a frequência de aplicações irá depender do histórico da área e das condições ambientais. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais fo- rem mais favoráveis para desenvovi- mento da doença.
AlhoMancha Púr- pura/Cresta- mentoAlternaria porri1,0 – 1,5 L/ha500 L/haIniciar as aplicações preventivamente ou aos primeiros sintomas de cresta- mento (2 a 3% de incidência), repe- tindo as aplicações se necessário em intervalos de 7 dias. Utilizar a maior dose em condições ambientais propí- cias à ocorrência da doença e em áreas com histórico de ocorrência em safras anteriores.
AveiaGiberelaFusarium graminearum0,5 – 1,0 L/ha200 L/haIniciar as aplicações foliares preventi- vamente no início do emborracha- mento repetindo a aplicação com 14 dias de intervalo. A dose a ser utili- zada dependerá das condições ambi- entais. Utilizar a maior dose quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença, com previsão de chuva no florescimento.
CulturasDoençasDose do Produto ComercialVolume de CaldaNúmero, época, intervalo e modo de aplicação.
Nome comumNome cientí- fico
ArrozBrusonePyricularia grisae0,75 – 1,250 L/ha200 L/haIniciar as aplicações no final da fase de emborrachamento, início da emis- são das epigas e repetir a intervalo de 14 dias. Utilizar a dose maior em con- dições mais favoráveis à ocorrência da enfermidade, como alta precipta- ção e temperatura elevada, bem como em cultivares mais suscetíveis e locais com histórico de ocorrência da mancha parda e brusone.
Mancha PardaBipolaris oryzae
BananaSigatoka-negraMycosphaerella fijensis0,4 – 0,6 L/ha15 L de água + 5 L de óleo mi- neral/haIniciar aplicações foliares preventiva- mente ou quando detectada condi- ções ambientais para desenvolvi- mento do patôgeno. A dose e a fre- quência de aplicações irá depender do histórico da área e condições am- bientais e de acordo com o resultado do monitoramento do progresso da doença, quando efetuado. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambien- tais forem mais favoráveis para de- senvolvimento da doença. Condições ótimas para infecção são períodos de molhamento foliar superiores a 18h coincidindo com temperaturas de 25 a 28ºC. O produto deve ser utilizado em rotação com píncípios ativos dife- rentes.
Sigatoka amarelaMycosphaerella musicola0,4 – 0,6 L/ha15 L de água + 5 L de óleo mi- neral/haIniciar aplicações foliares preventiva- mente quando detectada as condi- ções ambientais para desenvolvi- mento do patôgeno e de acordo com o resultado do monitoramento do pro- gresso da doença, quando efetuado. Utilizar a dose menor preventiva- mente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvovimento da doença. Condições ideais para ocorrência da doença com temperaturas entre 21 a 28°C associados a longos períodos de molhamento foliar. O produto deve ser utilizado em rotação com píncípios ativos diferentes.
Mal-do-PanamáFusarium oxys- porum0,6 – 0,8 L/ha200 L/haAplicação foliar dirigida nas plantas fi- lhas de plantas mães sintomáticas em 2 aplicações com intervalo de 30 dias. Nos próximos ciclos reaplicar preven- tivamente nas áreas com histórico da doença. Outras práticas adicionais de manejo, como correção de solo, nutri- ção adequada, uso de matéria orgâ- nica e microrganismos antagônicos ao fusarium, são necessárias para o melhor controle da doença, não de- vendo ser Timorex Gold utilizado como única ferramenta de controle.
Batata e Ba- tata-doceCanela Preta, Podridão MoleErwinia caro- tovora2,0 – 2,5 L/ha50 – 400 L/haEfetuar a primeira aplicação sobre os tubérculos antes de fechamento dos sulcos de plantio. As demais aplica- ções devem ser conduzidas antes da amontoa e 7 dias após a amontoa. Repetir as aplicações imediatamente após condições de injúrias, como chuvas fortes e granizo. Utilizar a dose maior em locais com reconhe- cido histórico de ocorrência da canela preta ou em plantio de pleno verão.
CulturasDoençasDose do Produto ComercialVolume de CaldaNúmero, época, intervalo e modo de aplicação.
Nome comumNome cientí- fico
BerinjelaMancha BacterianaXanthomonas campestris pv.vesicatoria1,0 – 1,5 L/ha600L/haIniciar as aplicações foliares preventi- vamente quando detectadas condi- ções ambientais para desenvolvi- mento do patógeno, principalmente em plantio de verão, com períodos chuvosos e temperatura média de 24 a 30ºC. Utilizar a dose maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis ao desenvolvimento do pa- tógeno.
OídioOidiopsis sicula Leveillula taurica150 mL/100 L1000 L/haIniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sin- tomas reaplicando a cada 7 dias de intervalo.
BrócolisPinta-pretaAlternaria brassicae1,0 - 2,0 L/ha200 L/haIniciar aplicações foliares nos primei- ros sintomas da doença ou, preventi- vamente, quando detectada condi- ções ambientais para desenvolvi- mento do patôgeno, como períodos com alta umidade relativa do ar (ótimo > 90%) coincidindo com temperaturas amenas (ótima 15 a 25°C). Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença. A dose e a frequência de aplicações irá depender do histórico da área e das condições ambientais. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambientais fo- rem mais favoráveis para desenvovi- mento da doença.
CaféMancha AureoladaPseudomonas syringae pv.garcae1,5 – 2,5 L/ha400 L/haIniciar as aplicações preventivamente ou às primeiras observações de sinto- mas de Mancha Aureolada na la- voura, repetindo a aplicação em inter- valo de 15 dias. Utilizar a maior dose em condições ambientais propícias à ocorrência da doença e em áreas com histórico de ocorrência em safras anteriores.
CajuAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,0 – 1,5 L/ha400 – 1000 L/haIniciar as aplicações quando da emis- são das folhas novas, logo após as primeiras chuvas, e também durante a floração, em intervalos quinzenais até a maturação dos frutos.
Oídio ou cinzaOidium anacardii1,0 – 1,5 L/ha400 – 1000 L/haIniciadas quando houverem condi- ções de umidade relativa elevadas coincidindo com o período de inflores- cência e formação inicial de frutos. Repetir as aplicações a intervalos de 14 dias se as condições forem propí- cias ao desenvolvimento da doença.
Cana-de-açú- carMancha-aquosaAcidovorax ave- nae ssp citrulli1,0 – 2,5 L/ha200 L/haIniciar aplicações foliares no início do perfilhamento. A escolha da dose a ser utilizada para o controle do alvo deve considerar o nível de infecção, condições ideais para o desenvolvi- mento da doença e o histórico do lo- cal, adotando-se a maior dose em altas infecções. Reaplicar a cada 30 dias, se as condições persis- tirem e em caso de ressurgência da doença. Realizar no máximo 3 aplica- ções.
CaquiAntracnoseGlomerella cin- gulata1,0 – 2,0 L/ha300 L/haIniciar as aplicações no início do flo- rescimento da cultura. A dose e a fre- quência de aplicação irá depender do histórico da área e das condições am- bientais. Utilizar a dose menor pre- ventivamente e a maior quando as
CulturasDoençasDose do Produto ComercialVolume de CaldaNúmero, época, intervalo e modo de aplicação.
Nome comumNome cientí- fico
condições ambientais forem mais fa- voráveis para o desenvolvmento da doença, como períodos chuvosos e temperaturas amenas.
Mofo CinzentoBotrytis cinerea1,0 – 1,5 L/ha600 – 1000 L/haIniciar as aplicações após o início do florescimento da cultura, repetindo em intervalos de 7 a 10 dias, até a co- lheita. Utilizar a maior dose em condi- ções mais propícias à ocorrência do mofo cinzento como períodos chuvo- sos e temperaturas amenas
CebolaCrestamentoAlternaria porri1,0 – 1,5 L/ha500 L/haIniciar as aplicações preventivamente ou aos primeiros sitomas de cresta- mento (2 a 3% incidência), repetindo as aplicações se necessário em inter- valo de 7 dias. Utilizar a maior dose em condições ambientais propícias à ocorrência da doença e em áreas com histórico de ocorrência em safras anteriores.
Podridão de escamaBurkolderia gadi- olli subsp allicola1,0 a 1,5 L/ha400 – 1000 L/haIniciar as aplicações foliares preventi- vamente a partir do período de matu- ração da cultura até a colheita que atravessam condições ambientais fa- voráveis para o desenvolvimento do patógeno, como chuvas intensas, irri- gação por aspersão e temperaturas elevadas. A dose e a frequência de aplicação irão depender da varie- dade, do histórico da área e das con- dições ambientais. Usar a maior dose em períodos com alta preciptação coincidindo com temperatura média acima de 25ºC, em intervalos sema- nais. Em condições ambientais me- nos favoráveis esse intervalos pode se estender para 10 dias.
Mofo cinzentoBotrytis cinerea1,0 – 1,5 L/ha1000 L/haIniciar a aplicação preventivamente, quando as condições climáticas fo- rem favoráveis ao desenvolvimento da doença, e repetir a cada 7 dias
CenouraOídioErysiphe sp.1,0 a 1,5 L/ha400 - 600 L/haIniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sin- tomas reaplicando a cada 7 dias de intervalo
Queima das folhasAlternaria dauci1,0 – 1,5 L/ha400 - 600 L/haIniciar as aplicações preventivamente ou aos primeiros sintomas, repetindo as aplicações se necessário em inter- valos de 7 dias. Utilizar a maior dose em condições ambientais propícias à ocorrência da doença e em áreas com histórico de ocorrência em safras anteriores
Centeio e Ce- vadaGiberelaFusarium grami- nearum0,5 – 1,0 L/ha200 L/haIniciar as aplicações foliares preventi- vamente no início do emborracha- mento repetindo a aplicação com 14 dias de intervalo. A dose a ser utili- zada dependerá das condições ambi- entais. Utilizar a maior dose quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença, com previsão de chuva no florescimento.
CitrosMancha pretaGuignardia citri- carpa1,0 – 2,0 L/ha2000 L/haIniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. A primeira aplicação é feita no estádio fonológico de frutinhos re- cém-formados. As demais aplicações até no máximo 4 por safra devem ser espaçadas de28 dias.
CulturasDoençasDose do Produto ComercialVolume de CaldaNúmero, época, intervalo e modo de aplicação.
Nome comumNome cientí- fico
Usar a dose maior quando houver maior pressão de inoculo da doença e quando as plantas apresentarem maior densidade vegetativa. Máximo de 4 aplicações.
Cancro cítricoXanthomonas ci- tri1,5 – 2,0 L/ha2000 L/haFazer a primeira aplicação preventi- vamente quando 2/3 das pétalas da florada principal tenham caído e con- tinua-se com mais pulverizações du- rante a fase de frutificação, em inter- valos de 20 dias, sempre intercalando com fungicidas de mecanismos de ação diferentes. Deve-se utilizar volume de calda ade- quado para uma boa cobertura e pe- netração do produto em todas as par- tes das plantas tratadas. Em caso de condições climáticas favoráveis (tem- peratura e umidade elevadas) utilizar a dose maior dose. Máximo de 8 apli- cações.
Podridão Floral dos citrosColletotrichum gloeosporioides1,0 – 2,0 L/ha2000 L/haIniciar as aplicações preventivamente antes e após a florada reaplicando a cada 7 dias de intervalo. Utilizar a dose maior sob condições favoráveis ao desenvolvimento das doenças. Máximo de 8 aplicações.
ChuchuOídioSphaerotheca fuliginea150 mL/100 L1000 L/haIniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sin- tomas reaplicando a cada 7 dias de intervalo.
Couve-flor, Couve-de- bruxelas, Couve-chi- nesa, CouvePinta pretaAlternaria brassi- cae1,0 – 2,0 L/ha200 L/haIniciar as aplicações foliares nos pri- meiros sintomas da doença ou, pre- ventivamente quando detectadas condições ambientais favoráveis, como períodos com alta umidade re- lativa do ar (ótimo > 90%) coincidindo com temperaturas amenas (ótimas 15 a 25ºC). Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgên- cia da doença. A dose e a frequência de aplicações irá depender do histó- rico da área e das condições ambien- tais. Utilizar a dose menor preventiva- mente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para o desenvolvimento da doença.
FeijãoAntracnoseColletotrichum lindemuthianum1,0 - 2,0 L/ha300 L/haIniciar aplicações foliares aos 25 dias da emergência. A dose e a frequência de aplicação irá depender do histórico da área e das condições ambientais. Utilizar a dose menor preventiva- mente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvovimento da doença, como períodos chuvosos e tempera- turas amenas (ótima a 17°C). Reapli- car a cada 14 dias, se as condições persistirem e em caso de ressurgên- cia da doença.
FusarioseFusarium oxys- porum1,0 – 2,5 L/ha200 L/haIniciar aplicações foliares no estádio V2. A dose e a frequência de aplica- ção irá depender do histórico da área e das condições ambientais. Utilizar a dose menor preventivamente e a maior quando as condições ambien- tais forem mais favoráveis para de- senvolvimento da doença, como perí- odos chuvosos e temperaturas ame- nas (ótima a 17°C). Reaplicar a cada 14 dias, se as condições persistirem
CulturasDoençasDose do Produto ComercialVolume de CaldaNúmero, época, intervalo e modo de aplicação.
Nome comumNome cientí- fico
e em caso de ressurgência da do- ença. Realizar no máximo 3 aplica- ções.
FigoAntracnoseGlomerella cin- gulata1,0 – 2,0 L/ha300 L/haIniciar as aplicações no início do flo- rescimento da cultura. A dose e a fre- quência de aplicação irá depender do histórico da área e das condições am- bientais. Utilizar a dose menor pre- ventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais fa- voráveis para o desenvolvmento da doença, como períodos chuvosos e temperaturas amenas.
Mofo CinzentoBotrytis cinerea1,0 – 1,5 L/ha600 – 1000 L/haIniciar as aplicações após o início do florescimento da cultura, repetindo em intervalos de 7 a 10 dias, até a co- lheita. Utilizar a maior dose em condi- ções mais propícias à ocorrência do mofo cinzento como períodos chuvo- sos e temperaturas amenas.
GoiabaAntracnoseGlomerella cin- gulata1,0 – 2,0 L/ha300 L/haIniciar as aplicações no início do flo- rescimento da cultura. A dose e a fre- quência de aplicação irá depender do histórico da área e das condições am- bientais. Utilizar a dose menor pre- ventivamente e a maior quando as condições ambientais forem mais fa- voráveis para o desenvolvmento da doença, como períodos chuvosos e temperaturas amenas.
MamãoOídioOidium caricae1,0 – 1,5 L/ha600 L/haIniciar as aplicações foliares aos pri- meiros sintomas da doença ou pre- ventivamente quando detectadas condições ambientais para o desen- volvimento do patógeno. A dose e a frequência de aplicação irão depen- der do histórico da área e das condi- ções ambientais. Usar a maior dose em períodos com alta umidade rela- tiva do ar (>90%) coincidindo com temperatura entre 21 a 30ºC (dias quentes e noites amenas favorecem a epidemia de oídio). Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença.
Mandioquinha SalsaOídioLeveillula taurica1,0 – 1,5 L/ha400 - 600 L/haIniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sin- tomas reaplicando a cada 7 dias de intervalo.
Queima das folhasAlternaria dauci1,0 – 1,5 L/ha400 - 600 L/haIniciar as aplicações preventivamente ou aos primeiros sintomas, repetindo as aplicações se necessário em inter- valos de 7 dias. Utilizar a maior dose em condições ambientais propícias à ocorrência da doença e em áreas com histórico de ocorrência em safras anteriores
MangaMancha AngularXanthomonas campestris pv.mangiferaein- dicae1,0 – 1,5 L/ha600 – 2000 L/haIniciar as aplicações foliares preventi- vamente em períodos do ciclo da cul- tura que atravessam condições ambi- entais favoráveis para o desenvolvi- mento do patógeno, como chuvas in- tensas e temperaturas elevadas. A dose e a frequência de aplicação irão depender do histórico da área e das condições ambientais. Usar a maior dose em períodos com alta precipta- ção coincidindo com temperatura mé- dia acima de 25ºC Reaplicar em
CulturasDoençasDose do Produto ComercialVolume de CaldaNúmero, época, intervalo e modo de aplicação.
Nome comumNome cientí- fico
intervalo de 14 dias se as condições persistirem.
OídioErysiphe polygoni1,0 – 1,5 L/ha600 – 2000 L/haIniciar as aplicações foliares preventi- vamente antes da abertura das flores até o início da frutificação quando de- tectadas condições ambientais para o desenvolvimento do patógeno. A dose e a frequência de aplicação irão depender do histórico da área e das condições ambientais. Usar a maior dose em períodos com alta umidade relativa do ar (>90%) coincidindo com temperatura entre 21 a 30ºC (dias quentes e noites amenas favorecem a epidemia de oídio). Reaplicar em in- tervalo de 14 dias se as condições persistirem e em caso de ressurgên- cia da doença.
Mofo CinzentoBotrytis cinerea1,5 L/ha1000-2000 L/haIniciar as aplicações na florada, pre- ventivamente quando detectadas condições ambientais para desenvol- vimento do patógeno, principalmente em períodos chuvosos, de temperatu- ras amenas e pouca ventilação. Inten- sificar o número de aplicações quanto maiores forem as condições ambien- tais favoráveis ao desenvolvimento do patógeno.
AntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,0 – 1,5 L/ha1000 – 2000 L/haIniciar as aplicações quando da emis- são das folhas novas, logo após as primeiras chuvas, e também durante a floração, em intervalos quinzenais até a maturação dos frutos.
MaracujáMancha OleosaXanthomonas campestris pv passifloraes1,0 – 1,5 L/ha600 a 1000 L/haIniciar as aplicações foliares preventi- vamente em períodos de condições ambientais favoráveis para o desen- volvimento do patógeno, como chu- vas intensas e/ou irrigação por asper- são aliado a temperaturas elevadas. A dose e a frequência de aplicação irão depender do histórico da área e das condições ambientais. O intervalo entre as aplicações pode variar entre 7 a 10 dias dependendo das condi- ções ambientais, usar intervalos me- nores sob condições de precipitações frequentes. Em condições ambientais menos favoráveis esses intervalos podem se estender para 10 dias.
Melancia e MelãoOídioSphaerotheca fuliginea150 mL/100 L1000 L/haIniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sin- tomas, reaplicando a cada 7 dias de intervalo.
MilhoMancha BrancaPantoea anana- tis1,5 – 2,0 L/ha200 L/haIniciar as aplicações no estágio vege- tativo de 8 a 10 folhas (V8-V10) e re- petir na fase de pré-emissão da paní- cula (pré-VT). Utilizar a maior dose em condições ambientais mais propí- cias, épocas de safrinha e cultivares com reconhecida suscetibilidade à mancha branca.
MorangoMofo CinzentoBotrytis cinerea0,15 – 0,2 L/100 L1000 L/haIniciar as aplicações após o início do florescimento da cultura, repetindo em intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose em condições mais propícias à ocorrência do mofo cinzento.
PepinoOídioSphaerotheca fuliginea150 mL/100 L1000 L/haIniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sin- tomas reaplicando a cada 7 dias de intervalo
CulturasDoençasDose do Produto ComercialVolume de CaldaNúmero, época, intervalo e modo de aplicação.
Nome comumNome cientí- fico
PessegoMofo CinzentoBotrytis cinerea1,0 – 1,5 L/ha600 – 1000 L/haIniciar as aplicações após o início do florescimento da cultura, repetindo em intervalos de 7 a 10 dias, até a co- lheita. Utilizar a maior dose em condi- ções mais propícias à ocorrência do mofo cinzento como períodos chuvo- sos e temperaturas amenas
Pimentão e PimentaMancha Bacteri- anaXanthomonas campestris pv.vesicatoria1,0 – 1,5 L/ha600 L/haIniciar as aplicações foliares preventi- vamente quando detectadas condi- ções ambientais para desenvolvi- mento do patógeno, principalmente em plantio de verão, com períodos chuvosos e temperatura média de 24 a 30ºC. Utilizar a dose maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis ao desenvolvimento do pa- tógeno.
OídioOidiopsis sicula Leveillula taurica150 mL/100 L1000 L/haIniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sin- tomas reaplicando a cada 7 dias de intervalo.
QuiaboOídioErysiphe cicho- racearum1,0 – 1,5 L/ha600 L/haIniciar as aplicações foliares aos pri- meiros sintomas da doença ou pre- ventivamente quando detectadas condições ambientais para o desen- volvimento do patógeno. A dose e a frequência de aplicação irão depen- der do histórico da área e das condi- ções ambientais. Usar a maior dose em períodos com alta umidade rela- tiva do ar (>90%) coincidindo com temperatura entre 21 a 30ºC (dias quentes e noites amenas favorecem a epidemia de oídio). Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgência da doença.
RepolhoPinta pretaAlternaria brassi- cae1,0 – 2,0 L/ha200 L/haIniciar as aplicações foliares nos pri- meiros sintomas da doença ou, pre- ventivamente quando detectadas condições ambientais favoráveis, como períodos com alta umidade re- lativa do ar (ótimo > 90%) coincidindo com temperaturas amenas (ótimas 15 a 25ºC). Reaplicar se as condições persistirem e em caso de ressurgên- cia da doença. A dose e a frequência de aplicações irá depender do histó- rico da área e das condições ambien- tais. Utilizar a dose menor preventiva- mente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para o desenvolvimento da doença.
TomatePinta-PretaAlternaria solani1,0 - 1,5 L/ha600 L/haIniciar aplicações foliares preventiva- mentes quando detectada condições ambientais para desenvolvimento do patógeno, principalmente em plantio de verão, com períodos chuvosos e temperatura média de 24 a 30°C. Uti- lizar a dose maior quando as condi- ções ambientais forem mais favorá- veis para desenvovimento da doença. Reaplicar no máximo a cada 7 dias de intervalo.
Mancha bacterianaXanthomonas vesicatoria1,0-1,5 L/ha600 L/ha
TriticaleGiberelaFusarium grami- nearum0,5 – 1,0 L/ha200 L/haIniciar as aplicações foliares preventi- vamente no início do emborracha- mento repetindo a aplicação com 14 dias de intervalo. A dose a ser utili- zada dependerá das condições ambi- entais. Utilizar a maior dose quando
CulturasDoençasDose do Produto ComercialVolume de CaldaNúmero, época, intervalo e modo de aplicação.
Nome comumNome cientí- fico
as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença, com previsão de chuva no florescimento.
TrigoGiberelaFusarium grami- nearum0,5 – 1,0 L/ha200 L/haIniciar aplicações foliares preventiva- mente no início do florescimento, re- petindo a aplicação com 14 dias de in- tervalo. A dose a ser utilizada irá de- pender das condições ambientais. Utilizar a dose menor preventiva- mente e a maior quando as condições ambientais forem mais favoráveis para desenvolvimento da doença, com previsão de chuva no floresci- mento.
UvaOídioUncinula necator1,0 -1,5 L/ha600 L/haIniciar aplicações foliares nos primei- ros sintomas da doença ou, preventi- vamente, quando detectada condi- ções ambientais para desenvolvi- mento do patôgeno. A dose e a fre- quência de aplicações irá depender do histórico da área e das condições ambientais. Usar a maior dose em pe- ríodos com alta umidade relativa do ar (>90%) coincidindo com temperatu- ras entre 21 e 30°C (dias quentes e noites amenas) favorecem a epide- mia de oídio. Reaplicar se as condi- ções persistirem e em caso de ressur- gência da doença. A boa cobertura de folhas e cachos é fundamental para o sucesso do controle.
Mofo-cinzentoBotrytis cinerea1,0 -1,5 L/ha400 L/haIniciar as aplicações preventivamente no florescimento, em aplicações diri- gidas ao cacho, repetindo a aplicação em intervalos de 7 a 10 dias até a co- lheita. A dose de aplicação irá depen- der das condições ambientais para desenvolvimento da doença como pe- ríodos chuvosos e temperaturas ame- nas.

TIMOREX GOLD poderá ser aplicado por meio de pulverizadores costais (manual ou motorizado), tratorizados e aeronaves agrícolas com barras e pontas específicas, conforme recomendações para cada cultura. Utilizar sempre tecnologias de aplicação que ofereçam uma boa cobertura das plantas. Siga sempre boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável. Preparo da Calda: Antes de preparar a calda, verificar se o equipamento de aplicação está limpo, conservado, regulado e em condições adequadas para efetuar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.

No preparo da calda, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Adicionar a dose indicada do produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado. Para calda a base de óleo, adicionar TIMOREX GOLD juntamente com o óleo e completar o volume da calda com a água. Agitando vigorosamente em todo o processo e antes de abastecer a aeronave. Caso seja necessário interromper a agitação durante o preparo da calda, agitá-la novamente antes de iniciar a aplicação. Antes e após a adição de TIMOREX GOLD, medir o pH da calda que deverá estar entre 5,5 e 7,0. Caso esteja fora desta faixa, ajustá-lo com produtos agrícolas registrados para tal finalidade. Observação: Corrigir o pH da calda para 5,5 – 7,0, com estabilizantes de calda antes de adicionar TIMOREX GOLD. Cuidados durante a aplicação: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. Gerenciamento de deriva: Não permitir que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma

fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicação Terrestre: Recomenda-se para aplicação o uso de pulverizadores costais ou tratorizados com atenção aos seguintes parâmetros: Fungicida ou Bactericida – Bicos hidráulicos • Tipo de bico.............hidráulico jato cônico vazio, leque ou duplo leque de neblina equivalente • Pressão de Trabalho....................................................................... 2 a 10 Bar (29 -145 lb/pol2) • Diâmetro Mediano Volumétrico ............................................................................150 a 300 µm • Densidade das gotas mínima.................................................................................50 gotas/cm2 Fungicida ou Bactericida – Atomizador rotativo • Tipo de bico..............................................Atomizador Rotativo de Disco, turbotrator ou similar • Pressão de Trabalho.......................................................................... 2 a 3 Bar (25 - 40 lb/pol2) • Diâmetro Mediano Volumétrico ............................................................................150 a 200 µm • Densidade das gotas mínima.................................................................................50 gotas/cm2 Aplicação aérea: Fungicida ou bactericida – Aplicação com bicos hidráulicos Para as culturas da banana e trigo recomenda-se utilizar barras dotadas de bicos cônicos série D ou similar, com disco (core) com ângulo de 45º ou inferior. • Altura do vôo com bicos hidráulicos: 2 a 4 m do alvo a ser atingido. • Largura da faixa de deposição efetiva: 15 a 18 m (aeronaves a pistão). Fungicida ou bactericida – Aplicação com atomizadores rotativos Com atomizadores tipos Turboaero ou Micronair, seguindo a tabela do fabricante para ajuste do regulador de vazão (RV), pressão e ângulo de pá. Para volume de aplicação de 8 a 30 L/ha: • Largura da faixa de deposição efetiva: 15 a 18 m (aeronaves a pistão). • Tamanho das gotas: Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de 200 a 300 micromêtros, para aplicação com barra ou atomizadores rotativos. • Altura do vôo: com atomizadores rotativos: 3 a 5 m do alvo a ser atingido.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos: • Temperatura ambiente abaixo de 30°C • Umidade Relativa do ar acima de 50% • Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo. As recomendações do modo de aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não determinado devido às características físico-químicas do óleo essencial.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Uso exclusivamente agrícola. • Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

• O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado. • Manter sob agitação constante a calda de pulverização. • Respeitar um intervalo de pH entre 5,5 e 7,0 no preparo da calda. • Não aplicar em condições meteorológicas de inversão térmica. • Fitotoxicidade: Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE; VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: - Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo BM01 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;

- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; - Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). O produto fungicida TIMOREX GOLD é composto por extrato de Melaleuca alternifolia que apresenta mecanismo de ruptura da membrana celular (proposto) pertencente ao Grupo BM01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola; - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;

- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro para vapores orgânicos cobrindo o nariz e a boca; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);

- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro para vapores orgânicos cobrindo o nariz e a boca; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia;

- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido Nocivo se inalado Provoca moderada irritação à pele Provoca irritação ocular grave Pode provocar reações alérgicas na pele ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância durante, pelo menos, 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. • Pele: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE. PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR - TIMOREX GOLD-

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoÓLEO DE MELALEUCA: hidrocarbonetos terpênicos e seus álcoois. De- rivado vegetal.
Classe toxicológicaCATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposiçãoDérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são espera- das considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
ToxicocinéticaÓleo de melaleuca: As informações sobre a toxicocinética do óleo de me- laleuca em humanos e em animais são limitadas. De acordo com a alta lipofilicidade dos componentes do óleo de melaleuca, estima-se que seja rápida e completamente absorvido pela pele e muco- sas. Por outro lado, experimentos in vitro indicaram que, após a aplicação de óleo de melaleuca em pele humana tanto na forma pura e como em solução alcoólica 20%, apenas uma pequena proporção da quantidade aplicada foi absorvida (2-4% e 1,1-1,9%, respectivamente). Portanto, a absorção de terpenos pela via cutânea pode ser considerada dependente do modelo experimental utilizado e do carreador do terpeno. Não apresenta potencial de bioacumulação. Após absorção cutânea e/ou oral, ocorre biotransformação via citocromo P450. Posteriormente, 60-80% dos monoterpenos absorvidos são excreta- dos como glicuronídeo.
ToxicodinâmicaÓleo de melaleuca: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinaisNão são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em huma- nos. Em animais de experimentação, o produto foi considerado nocivo se inalado e pode ser nocivo se ingerido. O produto causou moderada irrita- ção à pele e irritação ocular grave. O produto apresentou potencial de cau- sar sensibilização dérmica. Pode provocar reações alérgicas na pele. Óleo de melaleuca: a exposição aguda oral e/ou inalatória a grandes quan- tidades de óleo de melaleuca pode causar efeitos transitórios no sistema nervoso central. Após contato dérmico podem ocorrer irritação e reações de hipersensibilidade dérmica. Exposição cutânea: em contato com a pele pode causar irritação com vermelhidão, ressecamento e fissuras, além de dermatite de contato em indivíduos susceptíveis. Exposição respiratória: Quando inalado em grandes quantidades, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Sintomas sistêmicos, conforme descritos abaixo (em exposição oral), tam- bém podem ocorrer em caso de exposição a grandes quantidades desta substância pela via inalatória. Exposição ocular: em contato com os olhos, o produto pode causar irrita- ção grave, com ardência e vermelhidão. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, manifestada por sensação de queimação na boca, laringe e faringe, náu- sea, vômito e diarreia. A exposição oral a grandes quantidades de óleo de melaleuca também pode causar efeitos tóxicos sistêmicos, como altera- ções no sistema nervoso central, com tonturas e, em casos mais graves, podem ocorrer convulsões e coma. Efeitos crônicos: o sistema nervoso foi identificado como o principal alvo de toxicidade do óleo de melaleuca em estudos em animais de experimen- tação.
clínicos
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocor- rência de quadro clínico compatível.
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrime- jamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sinto- mático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos prote- tores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrin- testinal e ingestão de quantidade não significativa. A administração de carvão ativado é contraindicada em casos de intoxica- ção por hidrocarbonetos (solventes), pois ele não adsorve estes compostos e aumenta a probabilidade de vômito e aspiração.
Efeitos das intera-Não disponível.
ções químicas
ATENÇÃOTELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Dis- que-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT–ANVISA/MS As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da Empresa: (11) 3088-1919 / 0800 70 10 450

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: > 2.000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: > 2.000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos (4 horas): 4,6 mg/L. Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou eritema em 3/3 animais e edema em 2/3 animais. Também foram observados perda de elasticidade, ressecamento, fissuras e amarelamento. Os sinais de irritação dérmica foram persistentes até o final do tempo do estudo. Nas condições do teste, o produto foi considerado irritante moderado à pele. Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou opacidade da córnea em 3/3 animais (score 2); irite em 3/3 animais, hiperemia e quemose conjuntivais 3/3 animais, revertidos completamente em até 14 dias. Também foram observados alteração do brilho normal, fechamentos dos olhos e secreção esbranquiçada. Nas condições do teste, o produto foi considerado irritante ocular grave. Sensibilização cutânea cobaias: sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos:

Óleo de melaleuca: Não há informações disponíveis em literatura científica sobre a toxicidade crônica do óleo de melaleuca. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Irritação na pele e olhos, náusea, vômito, dor abdominal, diarreia, tontura e fraqueza. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). (X) POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV). • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamento. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior de 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de capitação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.

• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa STOCKTON–AGRIMOR DO BRASIL LTDA - telefone de Emergência: (011) 3088-1919. • Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 , PÓ QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’S – Equipamento de Proteção Individual – recomendadas para o preparo da calda do produto. TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem ate ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. LAVAGEM SOB PRESSÃO Ao utilizar pulverização dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;

• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardado as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardado as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as atividades agrícolas.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL Restrição de uso no Estado do Paraná para as culturas de cenoura, mandioquinha-salsa e maracujá.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Timorex Gold registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 22116 · documento de 26/11/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Timorex Gold?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Timorex Gold e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Timorex Gold é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 22116, documento de 26/11/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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