Página 1 de 15 TESLA 750 WG Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 23323
COMPOSIÇÃO
5-cyclopropyl-1,2 -oxazol-4-yl α,α,α-trifluoro-2-mesyl-p-tolylketone (ISOXAFLUTOL) ..............................750,0 g/Kg (75,0% m/m) Outros ingredientes ................................................................................................................................... 250,0 g/Kg (25,0% m/m) GRUPO F2 HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica GRUPO QUÍMICO: Isoxazol TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em água (WG) TITULAR DO REGISTRO: (*) CROPCHEM LTDA. – Avenida Cristóvão Colombo, 2834, Conjuntos 803/804, Porto Alegre, RS, CEP 90560-002 – Fone: (51) 3342-1300 Fax: (51) 3343-5295 – CNPJ: 03.625.679/0001-00 Número de registro do estabelecimento no Estado: 1190/00 – SEAPA/RS (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO PRODUTO TÉCNICO: ISOXAFLUTOL TÉCNICO NORTOX III – Registro MAPA nº TC02622 Hebei Sanlen Agrochemical Co., Ltd. - Douyu Industrial Park, Luancheng County 051431, Shijiazhuang – China. ISOXAFLUTOL TÉCNICO OLA – Registro MAPA nº TC14521 Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd. – Xinle Town, Naxi District, Luzhou 646300 Sichuan – China. ISOXAFLUTOL TÉCNICO HS-CROPCHEM – Registro MAPA nº TC04324 Jiangsu Corechem Co., Ltd. - 18, Shilian Avenue, Huaian 223000, Jiangsu,China. FORMULADOR: ● JIANGSU AGROCHEM LABORATORY CO. LTD. – Nº 1298, North Changjiang Rd., High-tech Development Zone, Changzhou, Jiangsu – China. ● JIANGSU CORECHEM CO., LTD. – 18, Shilian Avenue, Huaian, Jiangsu – China. ● ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO. LTD. – Zhongshan, Xiaopu, Changxing, Zhejiang – China. ● HEBEI SANLEN AGROCHEMICAL CO., LTD. – Douyu Industrial Park, Luancheng, Shijiazhuang – China. ● SINO-AGRI LEADING (TIANJIN) AGROCHEMICAL CO., LTD. – East of Jinji Rail, South of Nongchang, Wuqing, Tianjin – China. ● AGROMOL BIOTECH CO., LTD. – East side, middle section of Binhe Road, Shanxian County Chemical Industry Park, Xieji Town, Shanxian County, Heze City, Shandong Province, China. ● SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. - Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, China 262737. ● SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO. LTD. - Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Development Zone, Weifang, Shandong, China. ● JIANGSU UNITED AGROCHEMICAL CO. LTD. - Shuangxiang Road, Nanjing Chemical Industry Park, Nanjing, P.R. China. ● MIUCHEM COMPANY LIMITED – Nº 1888, Younai Road, Weifang Economic Development Zone, Weifang, Shandong, China. ● MAX (RUDONG) CHEMICALS CO., LTD. – Yangkou Chemical Industry Park, Rudong, Jiangsu Province, 226407, P.R., China. ● ORIENTAL (LUZHOU) AGROCHEMICALS CO., LTD. – Xinle Town, Naxi District, Luzhou City, Sichuan Province 646300, P.R.China. ● JIANGSU FLAG CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD – No. 309, Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, Nanjing, China.
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: AGITE ANTES DE USAR.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO
TESLA 750 WG é um herbicida aplicado na pré-emergência da cultura do milho, mandioca e batata e das plantas daninhas, e da pré a pós-emergência inicial da cana de açúcar, na pós-emergência precoce das plantas daninhas sobre mudas recém transplantadas de eucalipto e pinus, atuando tanto sobre as gramíneas como sobre algumas dicotiledôneas. Na cultura do algodão deve ser aplicado na pós-emergência em jato dirigido. CULTURAS / PLANTAS INFESTANTES / DOSE: Cultura: ALGODÃO Aplicar na pós-emergência em jato dirigido.
| TIPO DE SOLO | DOSE | PLANTAS DANINHAS |
|---|---|---|
| Arenoso, Médio e Argiloso | 40 a 50 g p.c./ha ou 30 a 37,5 g i.a./ha | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Caruru (Amaranthus deflexus) |
Cultura: BATATA Aplicar na pré-emergência.
| TIPO DE SOLO | DOSE | PLANTAS DANINHAS |
|---|---|---|
| Médio e Argiloso | 100 g p.c./ha ou 75 g i.a./ha | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) Joá-de-capote (Nicandra physaloides) Guanxuma (Sida rhombifolia) |
Guanxuma (Sida rhombifolia) OBS.: Não aplicar o produto em solos arenosos. Cultura: CANA-DE-AÇÚCAR “SOQUEIRA SECA”
| TIPO DE SOLO | DOSE | PLANTAS DANINHAS |
|---|---|---|
| Arenoso | 200 g p.c./ha ou 150 g i.a./ha | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) Capim-colonião (Panicum maximum) |
| 250 g p.c./ha ou 188 g i.a./ha | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |
| Médio | 250 g p.c./ha ou 188 g i.a./ha | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) Caruru (Amaranthus retroflexus) |
| 300 g p.c./ha ou 225 g i.a./ha | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim-colonião (Panicum maximum) | |
| Argiloso | 300 g p.c./ha ou 225 g i.a./ha | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim-colonião (Panicum maximum) |
| 350 g p.c./ha ou 263 g i.a./ha | Caruru (Amaranthus retroflexus) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) |
“SOQUEIRA ÚMIDA”
| TIPO DE SOLO | DOSE | PLANTAS DANINHAS |
|---|---|---|
| Arenoso | 100 g p.c./ha ou 75 g i.a./ha | Capim-colonião (Panicum maximum) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) |
| Médio | 125 g p.c./ha ou 93,8 g i.a./ha | Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) Capim carrapicho (Cenchrus echinatus) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) |
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| TIPO DE SOLO | DOSE | PLANTAS DANINHAS |
|---|---|---|
| Argiloso | 150 g p.c./ha ou 112,5 g i.a./ha | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Capim-colonião (Panicum maximum) |
Capim-colonião (Panicum maximum) “CANA PLANTA”
| TIPO DE SOLO | DOSE | PLANTAS DANINHAS |
|---|---|---|
| Médio | 80 + 80 g p.c./ha ou 60 + 60 g i.a./ha | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) |
| Argiloso | 90 + 90 g p.c./ha ou 67,5 + 67,5 g i.a./ha | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Capim-colonião (Panicum maximum) |
Capim-colonião (Panicum maximum) Cultura: MANDIOCA Aplicado na pré-emergência.
| TIPO DE SOLO | DOSE | PLANTAS DANINHAS |
|---|---|---|
| Arenoso | 100 g p. c./ha ou 75 g i.a./ha | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) |
| Médio | 125 g p.c./ha ou 93,7 g i.a./ha | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) Capim-colonião (Panicum maximum) |
Capim-colonião (Panicum maximum) Cultura: MILHO Aplicar na pré-emergência.
| TIPO DE SOLO | DOSE | PLANTAS DANINHAS |
|---|---|---|
| Médio e Argiloso | 80 g p. c./ha ou 60 g i.a./ha | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim carrapicho (Cenchrus echinatus) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) Capim-colonião (Panicum maximum) Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) |
Capim-colonião (Panicum maximum) Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) OBS.: Não aplicar o produto em solos arenosos. Culturas: EUCALIPTO E PINUS
| TIPO DE SOLO | DOSE | PLANTAS DANINHAS |
|---|---|---|
| Arenoso | 100 a 150 g p.c./ha ou 75 a 112,5 g i.a./ha | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Capim-colonião (Panicum maximum) Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) Caruru (Amaranthus retroflexus) Picão-branco (Galinsoga parviflora) |
| Médio | 100 a 200 g p.c./ha ou 75 a 150 g i.a./ha | Picão-preto (Bidens pilosa) Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) |
| Argiloso | 100 a 200 g p.c./ha ou 75 a 150 g i.a./ha | Caruru (Amaranthus viridis) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) Picão-branco (Galinsoga parviflora) Mentrasto (Ageratum conyzoides) |
Mentrasto (Ageratum conyzoides) p.c.= produto comercial e i.a. = ingrediente ativo
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
• TESLA 750 WG deve ser aplicado na pré-emergência das culturas de batata, eucalipto, mandioca, milho e pinus, e na pré-emergência das plantas infestantes, com pulverizadores costais, manuais, equipamentos tratorizados e aeronaves agrícolas.
Página 5 de 15 • Na cultura de cana-de-açúcar o produto poderá ser aplicado em pré-emergência ou em pós-emergência de jato dirigido. • Na cultura do algodão o produto deverá ser aplicado somente em pós-emergência de jato dirigido. Cana-de-açúcar: • Para plantios novos na cultura de cana-de-açúcar, a recomendação é de aplicação de metade da dose logo após o plantio, na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes, seguido de uma segunda aplicação no momento da “quebra do lombo” na pré-emergência das plantas infestantes com a outra metade da dose em jato dirigido na entrelinha da cultura aos 60 dias após a semeadura, desta forma a cultura irá permanecer ausente de plantas infestantes no período crítico de matocompetição. • Com exceção da modalidade de aplicação em cana planta, onde se recomenda aplicação seqüencial, realizar somente uma única aplicação na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes. Milho: • Fazer uma única aplicação na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes, utilizar volume de calda de 200 a 400 L/ha para pulverização terrestre e 20 a 40 L/ha para pulverização aérea. Batata e Mandioca: • Fazer a aplicação em pré-emergência das plantas daninhas, logo após o plantio dessas culturas, utilizando volume de calda de 200 a 300 L/ha para pulverização terrestre, e 20 a 40 L/ha para pulverização aérea. Algodão: • Na cultura do algodão, utilizar na modalidade de aplicação em pós-emergência de jato dirigido, utilizando bicos defletores e leque jato plano, com volume de calda de 200 L d’água por hectare, aplicando-se na cultura em torno de 50 dias após a germinação. Sempre adicionar 0,25% de surfactante no volume de calda, para melhorar a adesão e penetração do produto nas partes aéreas das plantas infestantes. Eucalito e Pinus: • Fazer uma única aplicação após o plantio das mudas ou mesmo durante o transplante das mesmas, utilizar volume de calda de 200 a 400 L/ha para pulverização terrestre e 20 a 40 L/ha quando pulverização aérea. MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Forma de aplicação: O produto pode ser aplicado com pulverizadores costais manuais, equipamentos tratorizados e aeronaves agrícolas. Recomenda-se antes da aplicação o seguinte: efetuar uma pré-mistura da dose recomendada em um vasilhame separado com um pouco de água, despejar a seguir esta calda no pulverizador, que deverá conter água até a metade de sua capacidade, e misturar. Após esse procedimento, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação antes e durante todo o processo de pulverização, para manter homogênea a calda de pulverização. Bicos de pulverização: 1) Equipamentos aéreos: Aeronaves equipadas com barra e bicos. Bicos de jato plano (leque) da série 8010, 8015, 8020, empregando de 20 a 40 L de calda por hectare, e pressão de 20 a 30 psi. Manter a barra de aplicação do avião com 40 -42 bicos abertos e fechar 4 a 5 bicos nas extremidades das asas. Os bicos da fuselagem do avião (barriga) devem ser mantidos abertos (em número de 8) e no mesmo ângulo dos bicos das barras de pulverização. Manter a altura de voo de 4 a 5 metros em relação ao alvo de deposição e uma faixa de aplicação de 15 metros. O ângulo da barra deverá ser entre 130 e 180 graus em relação à linha de voo e de acordo com as condições climáticas locais. Não utilizar bicos rotativos do tipo Micronair. 2) Equipamentos terrestres: Utilizar bicos de jato plano (leque) da série 80 ou 110 a uma pressão de 60 psi de tal forma que se obtenha uma densidade mínima de 20 gotas/cm². Utilizar de 200 a 400 litros de calda por hectare. A faixa de deposição do produto será limitada pelo comprimento da própria barra. Suspender a aplicação se a temperatura for superior a 27ºC ou a umidade do ar for inferior a 55%, ou a velocidade do vento for superior a 10 km/hora (3m/seg). Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação das gotas, ocasionando uma deposição irregular ou desvio acentuado do alvo desejado.
Página 6 de 15 Obs.: recomenda-se o uso de anti-congelantes nas pontas de pulverização, e durante as aplicações, evitar sobreposição de barras.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Algodão ............................................................................................... 97 dias. Batata .................................................................................................. 70 dias. Cana-de-açúcar, mandioca, milho, eucalipto e pinus .......................... (1) (1) Não determinado devido à modalidade de uso.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
NÃO entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
- Uso exclusivamente agrícola. - Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. - Não aplicar o produto em áreas que receberam calagens pesadas no intervalo de 90 dias. - Para a cultura de cana-de-açúcar: não aplicar o produto em solos arenosos nos meses de maior incidência de chuvas, ou seja, novembro a fevereiro para região Centro Sul e maio a agosto para a região Nordeste. - Para a cultura do milho: não aplicar em cultivares, variedades de milho branco, milho pipoca e linhagens puras. - Utilizar somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança para cada cultura. - Fitotoxicidade: desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
Página 7 de 15 • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo F2 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO F2 HERBICIDA O produto herbicida TESLA 750 WG é composto por Isoxaflutol que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da biossíntese de carotenoides na 4-hidroxifenil-piruvatodioxigenase (4HPPD), pertencente ao Grupo F2, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO: Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Infestantes, quando disponível. MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS
− Produto para uso exclusivamente agrícola. − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; − Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; − Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca; − Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações recomendadas pelo fabricante; − Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado; − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; − Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas; avental; máscara, óculos, touca árabe e luvas; − Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
− Utilize Equipamento de Proteção Individual E(PI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; − Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; − Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
Página 8 de 15 − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. − Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada; − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. − Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; − Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; − Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇOES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO: − Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; − Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto ates do térmico do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); − Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; − Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; − Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; − Lave as roupas e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; − Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; − Não reutilizar a embalagem vazia; − No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; − A manutenção e limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; − Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante; − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. ATENÇÃO 1º Provoca irritação ocular grave.
Página 9 de 15 PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Olhos: ATENÇÃO O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE, em caso de contato, lavar com água corrente em abundância ou soro fisiológico durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR TESLA 750 WG -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | ISOXAFLUTOL: isoxazol |
|---|---|
| Classificação toxicológica | Categoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo |
| Vias de exposição | Oral, Ocular, Dérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são relevantes considerando a indicação de uso do produto e da utilização dos EPIs apropriados. |
| Toxicocinética | Isoxaflutol: a absorção, biotransformação e eliminação do isoxaflutol foi dose- dependente, mas, sem diferença entre os sexos, em estudos em ratos pela via oral. Estudo por gavagem em ratos demonstrou que cerca de 70% da dose foi absorvida após a administração oral de doses baixas (1 mg/kg p.c.) enquanto que apenas 40% da dose foi absorvida na dose mais alta (100 mg/kg p.c.). O pico de concentração plasmática foi atingido entre 0,5 a 1 hora após a administração. Em ratos, o isoxaflutol e/ou seus metabólitos foram amplamente distribuídos no organismo com as maiores concentrações sendo detectadas no fígado e nos rins. A biotransformação foi ampla e com evidência de saturação nas doses mais altas. Cerca de 9 e 11 metabólitos foram identificados na urina e nas fezes, respectivamente. O derivado dicetonitrílico foi o principal metabólito identificado na urina, fezes e fígado [3- ciclopropil-2-(2-mesil-4-trifluorometilbenzoil)-3-oxopropano nitrila] seguido do ácido 2- mesil4-trifluorometilbenzoico. Na dose mais alta o isoxaflutol foi eliminado nas fezes principalmente na sua forma inalterada. Independente da dose administrada a meia vida de eliminação do isoxaflutole e/ou de seus metabólitos foi de cerca de 60 horas. A dose administrada foi rápida e completamente eliminada com cerca de 80% da concentração sendo eliminada dentro de 24 ou 48 horas nas doses mais baixa e mais alta, respectivamente. A excreção ocorreu principalmente através da urina (69-74%) após a administração da dose mais baixa enquanto após a administração da dose mais alta, a excreção ocorreu principalmente através das fezes (55-63%). O potencial de bioacumulação no organismo foi baixo, cerca de 1,5-4,4% da dose permaneceu nos tecidos (rim, fígado, sangue e plasma) após 7 dias da administração. |
| Toxicodinâmica | Isoxaflutol: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade desta substância em humanos. Alguns estudos foram conduzidos para avaliar a opacidade da córnea causada em ratos expostos ao isoxaflutol. Estes estudos demonstraram que tais lesões estão relacionadas à inibição da enzima HPPD na via catabólica da tirosina. A inibição desta enzima faz com que a remoção da tirosina seja feita por vias alternativas. Os estudos de metabolismo demonstraram que os ratos são mais sensíveis aos efeitos |
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| da tirosinemia do que camundongos, cães e humanos por apresentarem menor eficiência na eliminação da tirosina como 4-hidroxifenil lactato e 4-hidroxifenil acetato. | |
|---|---|
| Sintomas e sinais clínicos | Isoxaflutol: não há relatos em literatura científica de efeitos adversos em trabalhadores expostos ao isoxaflutol. Em estudos de toxicidade em animais, esta substância demonstrou toxicidade aguda relativamente baixa. Sintomas gerais de intoxicação após exposição a produtos químicos podem ocorrer como: Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação ocular, com dor, ardência e vermelhidão. Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição oral: Em caso de ingestão de grandes quantidades pode ocorrer irritação do trato gastrintestinal com dor abdominal, náusea, vômito e diarreia. Exposição crônica: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos. |
| Diagnóstico | O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis. |
| Tratamento | CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis Exposição oral: - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, s o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de intoxicação por Isoxaflutol. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). |
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| Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória. Avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição ocular: Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água ou soro fisiológico à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Para outras informações vide a bula. Medidas sintomáticas e de manutenção: Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume de fluido extracelular após vômito severo e diarreia | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito e administração de carvão ativado são contraindicados em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. |
| Efeitos das interações químicas | Não foram relatados efeitos de interações químicas para isoxaflutol em humanos. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). |
| As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300 Endereço Eletrônico da Empresa: www.cropchem.com.br Correio Eletrônico da Empresa: cropchem@cropchem.com.br |
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300 Endereço Eletrônico da Empresa: www.cropchem.com.br Correio Eletrônico da Empresa: cropchem@cropchem.com.br Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral para ratos: >2000 mg/kg p.c. DL50 cutânea em ratos: >2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: No teste de irritação dérmica, in vitro, o produto manteve a viabilidade celular e não desenvolveu quadro de irritação dérmica.
Página 12 de 15 Corrosão/Irritação ocular em coelhos: No teste de irritação dérmica, in vitro, o produto produziu opacidade da córnea, irite, hiperemia na conjuntiva, secreção e quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 7 dias após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante. Mutagenicidade: produto não mutagênico. Efeitos crônicos: Isoxaflutol: após exposição repetida, pela via oral, o principal órgão-alvo da toxicidade do isoxaflutol, em diferentes espécies de mamíferos (ratos, cães e camundongos), foi o fígado, com evidências relacionadas a alterações bioquímicas, aumento do peso do órgão e achados histopatológicos. Efeitos adversos também foram observados nos olhos de ratos (opacidade da córnea). Não foi observado potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo com o isoxaflutol. Em estudos de carcinogenicidade, pela via oral, o isoxaflutol causou adenomas nas células foliculares da tireoide de ratos machos, carcinomas e adenomas hepatocelulares em camundongos e ratos. A indução dos tumores ocorreu por um mecanismo não genotóxico e limites seguros de exposição foram estabelecidos. O isoxaflutol não causou efeitos sobre os parâmetros reprodutivos em estudos em ratos. Em estudos de toxicidade para odesenvolvimento fetal em ratos e coelhos foram observados alguns efeitos como ossificação atrasada, diminuição do peso fetal e aumento do número de perdas pós-implantação. Limites seguros de exposição foram estabelecidos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) □ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ■ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE ao meio ambiente; - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. - Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. - Não utilize equipamentos com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Página 13 de 15 - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA. - telefone de Emergência: (51) 3342-1300. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga a instrução abaixo: o Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. o Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. o Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. o Em caso de incêndio use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, OU PÓ QUÍMICO, ETC, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL - Lavagem da embalagem: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
Página 14 de 15 - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. - Armazenagem da embalagem vazia: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - Devolução da embalagem vazia: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - Transporte: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. - Armazenamento da embalagem vazia: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. - Devolução da embalagem vazia: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - Transporte: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
Página 15 de 15 - Armazenamento da embalagem vazia: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - Devolução da embalagem vazia: produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - Transporte: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS - Destinação final das embalagens vazias: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - Efeitos sobre o meio ambiente decorrentes da destinação inadequada da embalagem vazia e restos de produto: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Produtos impróprios para utilização ou em desuso: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em , consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL Com restrição para uso na cultura do Algodão, Eucalipto e pinus no estado do Paraná.