Bula oficial · registro MAPA nº 2811

Bula do Tenaz 250 SC

Bula completa do Tenaz 250 SC (registro MAPA nº 2811), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: flutriafol.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 28 páginas no PDF.

TENAZ 250 SC Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o nº 02811

COMPOSIÇÃO

(RS)-2,4´-difluoro-α-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl) benzhydryl alcohol (FLUTRIAFOL)... 250 g/L (25,0 % m/v) Outros Ingredientes...................................................................................................... 840 g/L (84,0 % m/v)

CONTEÚDO: Vide rótulo CLASSE: Fungicida Sistêmico GRUPO QUÍMICO: Triazol TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I - CEP: 61939-000 - Maracanaú/CE - Fone.: (85) 40111000 - SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 - www.sumitomochemical.com - CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Flutriafol Técnico Sumitomo - Registro MAPA nº 0910 Jiangsu Fengdeng Crop Science Co., Ltd.- No. 88 Dengxing Sounth Road, Dengguan Chemical Industry Zone, Zhixi Town, Jintan, Jiangsu, P.R. China Flutriafol Técnico Sumitomo BR - Registro MAPA nº TC00121 Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co., Ltd. (Unit II) - North Area of Dongsha Chem - Zone Zhangjagang - 215600 - Jiangsu - China FORMULADOR: Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR - CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 003263 SEAB/PR Adama Brasil S/A - Av. Júlio de Castilhos, 2085 - Coqueiros - CEP: 95860-000 - Taquari/RS - CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 00001047/99 SEAPA/RS FMC Química Do Brasil Ltda. - Av. Antonio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Indústrial III - CEP: 38001-970 - Uberaba/ MG - CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 210 IMA/MG Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co. Ltd. - 28 Chengbei Road - Zhangjiangsu - 215600 - Jiangsu - China; Nufarm Australia Limited - 30 Pritchard Street - QLD 4178 - Lytton - Austrália Sinochem Ningbo Ltd. - 21, Jiangxia St. - 315000 - Ningbo - China; Sinon Chemical (China) Co., Ltd. - N° 28 Beicun Road Zhelin Town, Fengxian District, Shangai - China; Sinon Corporation - Nº 101, Nanroag Road, Da-DU District, Taichung City, 43245, Taiwan, R.O.C.; Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 2972 IMA/MG Página 1 de 28

Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I - CEP: 61939-000 - Maracanaú/CE - CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: SEU PODER. AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273° do Decreto N˚ 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO

MEIO AMBIENTE Página 2 de 28

INSTRUÇÕES DE USO

TENAZ 250 SC é um fungicida sistêmico do grupo químico dos triazóis, indicado para o tratamento de doenças da parte aérea nas culturas de abacate, abacaxi, abóbora, abobrinha, algodão, alho, cebola, anonáceas (graviola, pinha, cherimóia, atemóia, araticum e fruta-do-conde), banana, batata, batata-doce, batata-yacon, berinjela, beterraba, cacau, café, canola, cará, chalota, chuchu, cupuaçu, ervilha, feijão, feijão-caupi, gengibre, gergelim, girassol, grão-de-bico, guaraná, inhame, jiló, kiwi, lentilha, linhaça, mamão, manga, mandioca, mandioquinha-salsa, maracujá, maxixe, melancia, melão, nabo, pepino, pimenta, pimentão, quiabo, rabanete, romã, soja, tomate, conforme quadro abaixo:

CulturasDoenças Nome Comum (Nome Científico)Doses Produto comercial (L/ha ou mL/planta)Volume de Calda (L/ha)Número de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
AbacateAntracnose-do-abacateiro (Colletotrichum sp.)0,5 - 0,75 L/haTratorizado: 500 – 1000 Costal: 500 - 1000215
Cercosporiose-do-abacateiro (Pseudocercospora purpurea)
Cercosporiose-do-abacateiro (Cercospora perseae)
Início e época de aplicação: Antracnose-do-abacateiro: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Cercosporiose-do-abacateiro: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
AbacaxiFusariose (Fusarium subglutinans)0,5 - 0,75 L/haTratorizado: 800 – 1000 Costal: 800 - 1000215
Podridão-negra (Chalara paradoxa)
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares e reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
AbóboraOídio-das-cucurbitáceas (Erysiphe cichoracearum)0,375 - 0,50 L/haTratorizado: 400 – 1000 Costal: 400 - 100047
Oídio-das-cucurbitáceas (Sphaerotheca fuliginea)
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides f.sp. cucurbitae)
Início e época de aplicação: Oídio-das-cucurbitáceas: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.

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CulturasDoenças Nome Comum (Nome Científico)Doses Produto comercial (L/ha ou mL/planta)Volume de Calda (L/ha)Número de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
AbobrinhaOídio-das-cucurbitáceas (Sphaerotheca fuliginea)0,375 - 0,50 L/haTratorizado: 400 – 1000 Costal: 400 - 100047
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides f.sp. cucurbitae)47
Início e época de aplicação: Oídio-das-cucurbitáceas: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
AlgodãoRamulária (Ramularia areola)0,4 - 0,5 L/haTratorizado: 40 - 300315
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares após 25-35 dias do plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
Alho, cebola e chalotaAntracnose-foliar (Colletotrichum gloeosporioides f.sp. cepae)0,375 - 0,50 L/haTratorizado: 600 – 1000 Costal: 600 - 1000414 - 21
Antracnose-da-cebola-branca (Colletotrichum dematium f.sp. circinans)7
Ferrugem (Puccinia porri)7
Ferrugem (Puccinia ali)7
Início e época de aplicação: Antracnose-foliar: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença e reaplicar com intervalo entre 14 a 21 dias. Antracnose-da-cebola-branca e Ferrugem: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença e reaplicar com intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
Anonáceas (graviola, pinha, cherimóia, atemóia, araticum e fruta- do-conde)Cercosporiose (Pseudocercospora annonae- squamosae)0,5 - 0,75 L/haTratorizado: 500 – 1000 Costal: 500 - 1000215
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides)
Ferrugem (Batistopsora crucisfilii)
Podridão-seca (Lasiodiplodia theobromae)
Início e época de aplicação: Cercosporiose: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.

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CulturasDoenças Nome Comum (Nome Científico)Doses Produto comercial (L/ha ou mL/planta)Volume de Calda (L/ha)Número de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
Antracnose, Ferrugem e Podridão-seca: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
Banana (Foliar)Sigatoka-amarela (Mycosphaerella Musicola)0,5 – 0,625 L/haTratorizado / Costal / Terrestre e Aérea: 15L de óleo Mineral / ha ou Terrestre / Tratorizado / Costal: 15L de água + 5L de óleo Mineral / ha414
Sigatoka-negra (Mycosphaerella fijiensis)0,5 – 0,75 L/ha30
Início e época de aplicação (foliar): Sigatoka-amarela: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença e reaplicar, se necessário, com intervalos de 14 dias, conforme monitoramento. Sigatoka-negra: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença e reaplicar, se necessário, com intervalos de 30 dias, conforme monitoramento. Aplicação via terrestre/tratorizado/costal: Utilizar atomizador motorizado costal ou tratorizado. Aplicar visando as folhas mais novas, principalmente as de número 0, 1 e 2. Evitar que o produto atinja o cacho, pois o óleo mineral é fitotóxico. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
Banana (via Axila)Sigatoka-negra (Mycosphaerella fijiensis)1 mL/plantaPistola dosadora com haste longa para atingir a inserção das folhas: 1mL/planta1---
Início e época de aplicação (via axila): Aplicar o produto com pistola dosadora com haste longa diretamente na axila da folha número 2 (a segunda folha totalmente aberta, contando-se de cima para baixo), visando atingir a inserção das folhas. Realizar uma única aplicação via axila. Se necessária nova aplicação, utilizar fungicidas de outros grupos químicos.
BerinjelaFerrugem (Puccinia sp.)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 400 – 1000 Costal: 400 - 100047
Antracnose (Colletotrichum sp.)
Mancha-foliar-de-cercospora (Cercospora melongena)
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.

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CulturasDoenças Nome Comum (Nome Científico)Doses Produto comercial (L/ha ou mL/planta)Volume de Calda (L/ha)Número de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
BatataPinta-preta (Alternaria solani)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 600 Costal: 60047
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares a partir do final do desenvolvimento foliar, quando forem observados o início dos primeiros sintomas. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
Batata-doceSarna-da-batata-doce (Elsinoe batatas)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 600 Costal: 60047
Sarna-da-batata-doce (Sphaceloma batatas)
Ferrugem-branca (Albugo ipomoeae-panduranae)
Mancha-foliar-de-phomopsis (Phomopsis ipomoea-batata)
Mancha-parda (Phylosticta batatas)
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
Batata-yaconPinta-preta (Alternaria alternata)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 600 Costal: 600415 - 21
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 15 a 21 dias, se necessário. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
BeterrabaMancha-de-cercospora (Cercospora beticola)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 600 Costal: 60047
Mancha-de-phoma (Phoma betae)
Mancha-de-alternaria (Alternaria tenuis)
Oídio (Erysiphe betae)
Ferrugem (Uromyces betae)

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CulturasDoenças Nome Comum (Nome Científico)Doses Produto comercial (L/ha ou mL/planta)Volume de Calda (L/ha)Número de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
Início e época de aplicação: Mancha-de-cercospora, Mancha-de-phoma, Mancha-de-alternaria e Ferrugem: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência das doenças. Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
CacauAntracnose (Colletotrichum gloeosporioides)0,5 - 0,75 L/haTratorizado: 500 – 1000 Costal: 500 - 1000215
Moniliase (Moniliophthora roreri)
Início e época de aplicação: Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Moniliase: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
CaféFerrugem-do-cafeeiro (Hemileia vastatrix)0,75 - 1,0 L/ha (foliar)Tratorizado: 500 Costal: 500230
Ferrugem-do-cafeeiro (Hemileia vastatrix)1,75 - 2,75 L/ha (solo)Tratorizado: 200 Costal: 2001---
Início e época de aplicação: Aplicação foliar: Iniciar as aplicações foliares quando a doença atingir nível de infecção de 5% nas folhas. Aplicação via solo: Iniciar as aplicações via solo quando a cultura estiver no estádio de florescimento. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
ChuchuOídio (Podosphaera xanthii)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 300 – 800 Costal: 300 - 80047
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides f.sp. cucurbitae)Tratorizado: 600 – 1000 Costal: 600 - 1000
Mancha-zonada-da-folha (Leandria momordica)
Início e época de aplicação: Mancha-zonada-da-folha e Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.

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CulturasDoenças Nome Comum (Nome Científico)Doses Produto comercial (L/ha ou mL/planta)Volume de Calda (L/ha)Número de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
CanolaMancha-de-alternaria (Alternaria brassicae)0,25 - 0,3 L/haTratorizado: 40 - 300315
Canela-preta (Leptosphaeria maculans)
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
CupuaçuVassoura-de-bruxa (Crinipellis perniciosa)0,5 - 0,75 L/haTratorizado: 500 – 1000 Costal: 500 - 1000215
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
CaráQueima-das-folhas (Curvularia eragrostidis)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 600 Costal: 60047
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides)
Início e época de aplicação: Queima-das-folhas: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
ErvilhaMancha-de-ascochyta (Ascochyta pisi)0,25 - 0,3 L/haTratorizado: 400 Costal: 400315
Oídio (Erysiphe poligoni)
Oídio (Oidium erysiphoides)
Início e época de aplicação: Mancha-de-ascochyta: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.

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CulturasDoenças Nome Comum (Nome Científico)Doses Produto comercial (L/ha ou mL/planta)Volume de Calda (L/ha)Número de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
FeijãoMancha-angular (Phaeoisariopsis griseola)0,25 - 0,3 L/haTratorizado: 400 Costal: 400315
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença aos 30 dias após emergência e repetir a cada 15 dias, se houver condições favoráveis à doença. Utilizar a maior dose em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
Feijão-caupiMancha-de-cercospora (Cercospora canescens)0,25 - 0,3 L/haTratorizado: 400 Costal: 400315
Cercosporiose (Pseudocercospora cruenta)
Oídio (Erysiphe polygoni)
Oídio (Oidium sp.)
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
GengibreMancha-de-phyllosticta (Phyllosticta zingiberi)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 600 Costal: 60047
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas. Realizar aplicação foliar e reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
GergelimMancha-de-alternaria (Alternaria sesami)0,25 - 0,3 L/haTratorizado: 600 Costal: 600315
Cercosporiose (Cercospora sesami)
Oídio (Sphaerotheca fuliginea)
Oídio (Oidium erysiphoides)
Início e época de aplicação: Mancha-de-alternaria: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. Cercosporiose e Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.

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CulturasDoenças Nome Comum (Nome Científico)Doses Produto comercial (L/ha ou mL/planta)Volume de Calda (L/ha)Número de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
GirassolMancha-de-alternaria (Alternaria spp.)0,25 - 0,3 L/haTratorizado: 300 - 600 Costal: 300 - 600315
Ferrugem (Puccinia helianthi)
Oídio (Erysiphe cichoracearum)
Mancha-cinzenta-da-haste (Phomopsis helianthi)
Início e época de aplicação: Mancha-de-alternaria, Ferrugem e Mancha-cinzenta-da-haste: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência das doenças ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
Grão-de-bicoQueima-de-ascochyta (Ascochyta rabiei)0,25 - 0,3 L/haTratorizado: 300 - 600 Costal: 300 - 600315
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
GuaranáAntracnose-do-guarana (Colletotrichum guaranicola)0,5 - 0,75 L/haTratorizado: 300 - 600 Costal: 300 - 600215
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
InhameQueima-das-folhas (Curvularia eragrostidis)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 600 Costal: 60047
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides)
Início e época de aplicação: Queima-das-folhas: Realizar aplicação foliar e reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença, reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário.

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CulturasDoenças Nome Comum (Nome Científico)Doses Produto comercial (L/ha ou mL/planta)Volume de Calda (L/ha)Número de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
JilóAntracnose-dos-frutos (Colletotrichum gloeosporioides)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 400 - 1000 Costal: 400 - 100047
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
KiwiMofo-cinzento (Botrytis cinerea)0,5 - 0,75 L/haTratorizado: 400 – 1000 Costal: 400 - 1000215
Mancha-foliar (Phomopsis sp.)
Mancha-foliar (Glomerella cingulata)
Mancha-foliar (Alternaria alternata)
Mancha-foliar (Pestalotiopsis sp.)
Início e época de aplicação: Mofo-cinzento: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. Mancha-foliar: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
LentilhaMancha-de-ascochyta (Ascochyta lentis)0,25 - 0,3 L/haTratorizado: 200 - 400 Costal: 200 - 400315
Antracnose-da-lentilha (Colletotrichum truncatum)
Início e época de aplicação: Mancha-de-ascochyta: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. Antracnose-da-lentilha: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença, reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
LinhaçaAntracnose (Colletotrichum lini)0,25 - 0,3 L/haTratorizado: 200 - 400 Costal: 200 - 400315
Ferrugem-do-linho (Melampsora lini)

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CulturasDoenças Nome Comum (Nome Científico)Doses Produto comercial (L/ha ou mL/planta)Volume de Calda (L/ha)Número de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
Início e época de aplicação: Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Ferrugem-do-linho: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
MamãoSarna (Asperisporium caricae)0,5 - 0,75 L/haTratorizado: 0,2 L/ planta Costal: 0,2 L/ planta215
Podridão-da-haste-do-mamoeiro (Lasiodiplodia thebromae)
Oídio (Oidium caricae)
Oídio (Ovulariopsis papayae)
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides)
Início e época de aplicação: Sarna: Iniciar as aplicações foliares no início da frutificação ao aparecimento dos primeiros sintomas. Podridão-da-haste-do-mamoeiro: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
MandiocaCercosporiose (Cercosporidium henningsii)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 600 Costal: 60047
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides)
Oídio (Oidium manihotis)
Ferrugem (Uromyces manihotis)
Início e época de aplicação: Cercosporiose e Ferrugem: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalos de 7 dias, se necessário. Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.

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CulturasDoenças Nome Comum (Nome Científico)Doses Produto comercial (L/ha ou mL/planta)Volume de Calda (L/ha)Número de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
Mandioquinha- salsaMancha-das-folhas (Septoria sp.)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 600 Costal: 60047
Mancha-das-folhas (Colletotrichum sp.)
Mancha-das-folhas (Alternaria sp.)
Oídio (Leveillula taurica)
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência das doenças ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalos de 7 dias, se necessário. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
MangaOídio (Oidium mangiferae)0,5 - 0,75 L/haTratorizado: 1000 – 2000 Costal: 1000 - 2000215
Antracnose (Glomerella cingulata)
Início e época de aplicação: Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
MaracujáAntracnose (Colletotrichum gloeosporoides)0,5 - 0,75 L/haTratorizado: 500 Costal: 500215
Mancha-de-cercospora (Pseudocercospora passiflorae)
Verrugose (Cladosporium cladosporioides)
Início e época de aplicação: Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Mancha-de-cercospora: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Verrugose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
MaxixeMancha-de-mirotécio (Myrothecium roridum)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 600 Costal: 60047
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas.

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CulturasDoenças Nome Comum (Nome Científico)Doses Produto comercial (L/ha ou mL/planta)Volume de Calda (L/ha)Número de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
Melão e MelanciaOídio (Sphaerotheca fuliginea)40 - 80 mL/100L de água1000 L/ha37
Início e época de aplicação: Aplicação foliar, preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo as aplicações semanalmente, conforme monitoramento. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
NaboMancha-de-alternaria (Alternaria spp.)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 600 Costal: 60047
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
PepinoOídio (Erysiphe cichoracearum)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 600 - 1000 Costal: 600 - 100047
Oídio (Spharotheca fuliginea)
Antracnose Colletotrichum gloeosporioides f.sp. cucurbitae)
Mancha-de-alternaria (Alternaria cucumerina)
Início e época de aplicação: Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Mancha-de-alternaria: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
PimentaAntracnose (Colletotrichum sp.)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 300 - 800 Costal: 300 - 80047
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença.

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CulturasDoenças Nome Comum (Nome Científico)Doses Produto comercial (L/ha ou mL/planta)Volume de Calda (L/ha)Número de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
PimentãoAntracnose (Colletotrichum sp.)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 800 - 1000 Costal: 800 - 100047
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
QuiaboOídio (Erysiphe cichoracearum)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 300 - 800 Costal: 300 - 80047
Cercosporiose-do-quiabeiro (Cercospora hibiscina)
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência das doenças. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
RabaneteAlternariose (Alternaria spp.)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 600 Costal: 60047
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
RomãCoração-negro (Alternaria sp.)0,5 - 0,75 L/haTratorizado: 800 - 1000 Costal: 800 - 1000215
Mancha-de-alternaria (Alternaria alternata)
Cercosporiose-do-romã (Pseudocercospora punicae)
Sarna (Sphaceloma punicae)
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides)
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência das doenças ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário.

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CulturasDoenças Nome Comum (Nome Científico)Doses Produto comercial (L/ha ou mL/planta)Volume de Calda (L/ha)Número de AplicaçõesIntervalo entre as Aplicações (Em dias)
Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças.
SojaOídio (Microsphaera diffusa)0,2 - 0,3 L/haTratorizado: 40 - 300220
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares, quando o índice de infecção foliar estiver entre 20 e 30%. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.
TomateMancha-de-alternaria (Alternaria solani)0,375 - 0,5 L/haTratorizado: 1000 Costal: 100047
Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva, no início do florescimento ou quando forem observados os primeiros sintomas. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.

Início e época de aplicação: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva, no início do florescimento ou quando forem observados os primeiros sintomas. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade da doença.

MODO DE APLICAÇÃO

TENAZ 250 SC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais, motorizados, tratatorizado e por via aérea conforme recomendações para cada cultura. Abacate, Anonáceas, Banana, Cacau, Café, Cupuaçu, Guaraná, Kiwi, Mamão, Manga e Romã: Para melhor cobertura na pulverização é recomendado o uso de turbo atomizadores tratorizados ou pistolas de pulverização. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas. O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Preparo da Calda: Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto TENAZ 250 SC de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura. Cuidados durante a aplicação: Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. Página 16 de 28

Gerenciamento de deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. Equipamentos de aplicação: Aplicação Terrestre Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos: • Temperatura ambiente abaixo de 30°C. • Umidade relativa do ar acima de 50%. • Velocidade média do vento entre 2 e 10km/hora. • As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas. Página 17 de 28

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. Aplicação aérea Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Volume de calda: 15 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos: • Temperatura ambiente abaixo de 30°C. • Umidade relativa do ar acima de 50%. • Velocidade média do vento entre 2 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. • As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas. Página 18 de 28

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. Lavagem do Equipamento de Aplicação: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação. INTERVALO DE SEGURANÇA (período entre a última aplicação e a colheita):

CulturaIntervalo de segurança (dias)
Abacate07
Abacaxi07
Abóbora07
Abobrinha07
Algodão21
Alho14
Anonáceas (graviola, pinha, cherimóia, atemóia, araticum e fruta-do-conde)07
Banana (Aplicação Localizada)60
Banana (Aplicação Foliar)03
Batata14
Batata-doce14
Batata-yacon14
Berinjela07
Beterraba14
Cacau07
Café (Aplicação foliar)30
Café (Aplicação via solo)120
Canola14
Cará14
Cebola14
Chalota14
Chuchu07
Cupuaçu07
Ervilha14
Feijão14
Feijão-caupi14
Gengibre14
Gergelim14
Girassol14

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CulturaIntervalo de segurança (dias)
Grão-de-bico14
Guaraná07
Inhame14
Jiló07
Kiwi07
Lentilha14
Linhaça14
Mamão07
Manga07
Mandioca14
Mandioquinha-salsa14
Maracujá07
Maxixe07
Melancia10
Melão10
Nabo14
Pepino07
Pimenta07
Pimentão07
Quiabo07
Rabanete14
Romã07
Soja28
Tomate07

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola; - Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo; - Utilizar o TENAZ 250 SC somente para as culturas e recomendações indicadas, respeitando o intervalo de segurança de cada cultura. - Fitotoxicidade: Desde que seguidas as recomendações de uso, não é esperado fitotoxicidade nas culturas registradas. - Não pulverizar contra o vento e nem em dias de muito vento.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Página 20 de 28

Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÃO SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

O produto fungicida TENAZ 250 SC é composto por Flutriafol, que apresenta mecanismo de ação de desmetilase na biossíntese de esterol, pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. Página 21 de 28

- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão ou calça e blusa com tratamento hidro-repelente; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize equipamento de proteção individual (EPI) na seguinte ordem: macacão ou calça e blusa com tratamento hidro-repelente passando por cima dos punhos das luvas e as pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral e luvas de proteção contra produtos químicos. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão ou calça e blusa com tratamento hidro-repelente passando por cima dos punhos das luvas e as pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação. Página 22 de 28

- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): botas de borracha, avental impermeável; máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca ou boné árabe; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; avental impermeável; blusa com tratamento hidrorrepelente; botas de borracha; calça com tratamento hidrorrepelente; luvas de proteção contra produtos químicos e máscara facial ou respirador. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Nocivo se inalado ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. INTOXICAÇÕES POR TENAZ 250 SC

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoTriazol
Classe toxicológicaCategoria 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposiçãoInalatória, dérmica, oral, ocular.
ToxicocinéticaOs dados disponíves sobre a toxicocinética do Flutriafol são bastante limitados.
O estudo dos mecanismos de absorção, excreção e o metabolismo do Flutriafol

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com animais em laboratório, indicam que o produto foi rapidamente absorvido
e excretado, predominantemente pelas fezes e urina, sendo que 90% a 96%
foram excretadas nas primeiras 48 horas. A análise do produto nos órgãos e
tecidos indicou baixa retenção do composto e seus metabólitos.
ToxicodinâmicaO efeito tóxico mais consistente observado em mamíferos após a exposição é a
perda de peso, além disso, algumas informações sugerem que doses repetidas
de Flutriafol podem causar aumento no tamanho do fígado.
Sintomas e sinais clínicosOs efeitos adversos em humanos não foram relatados até o momento. A
administração de altas doses em animais provocou salivação, convulsão,
letargia, redução na atividade, tremor, diarréia e ataxia.
DiagnósticoMonitoramento das funções hepáticas e renais.
TratamentoAs medidas abaixo relacionadas, devem ser implementadas concomitantemente
ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Utilizar luvas e avental
durante a descontaminação. Remover roupas e acessórios e descontaminar a
pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante
e sabão. Em caso de contato ocular irrigar abundantemente com soro fisiológico
ou água, por no mínimo, 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de
esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados. Carvão
ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido a provável adsorção do
princípio ativo pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá
compreender, sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios
hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória.
Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de
contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para
avaliação oftalmológica.
ContraindicaçõesNão aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto.
Utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual para realizar o
procedimento. Evitar contato cutâneo e inalatório com o produto durante o
processo. A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração
e de pneumonite química.
Efeitos dasNão se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.
interações
químicas
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa)
Telefones de Emergência da empresa:
Toxiclin (emergência toxicológica): 0800-014-1149
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.: (85) 4011-1000
SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011
Endereço Eletrônico da Empresa: www.sumitomochemical.com
Correio Eletrônico da Empresa: sac@sumitomochemical.com

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Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Estudos sobre os mecanismos de absorção, excreção e metabolismo do flutriafol foram realizados em animais de laboratório, através do uso de produto radiomarcado. Os resultados mostraram que o produto foi rapidamente absorvido e excretado basicamente pela urina e fezes. A quantidade eliminada da dose administrada em 48 horas em ratos machos foi de 40-50% excretada via urina e 46-58% nas fezes, e nas fêmeas 46-60% na urina e 37-51% nas fezes. Análise dos órgãos e tecidos revelou baixa retenção do produto. Efeitos Agudos: DL50 oral: > 2000 mg/kg peso corporal para ratos. DL50 cutânea: 4000 mg/kg peso corporal para ratos CL50 inalatória: Não determinada nas condições de teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante para a pele dos coelhos. Os animais não apresentaram edemas ou eritemas nas avaliações de 24h, 48h e 72h. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não irritante aos olhos dos coelhos. Os animais não apresentaram reações nas avaliações de 24, 48 e 72 horas. Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante a pele das cobaias (Cavia porcellus). Mutagenicidade: O produto não é mutagênico. Efeitos Crônicos: Em estudo de 90 dias com ratos expostos ao flutriafol, foram observados decréscimo no peso corpóreo, redução no consumo alimentar e alterações hepáticas. Quando administrada 15 mg/kg para cães em estudos de 90 dias, foram observados redução no ganho de peso, aumento no tamanho do fígado e incremento nas atividades das enzimas aminopirina-N-demetilase hepática e fosfatase alcalina plasmática.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ( X ) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Página 25 de 28

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Telefone de Emergência: (85) 4011-1000 ou AMBIPAR: 0800-720-8000. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL • LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's – Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Página 26 de 28

- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água: - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos: - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a - boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. • ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. • TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL • ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA • ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. • DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Página 27 de 28

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. • TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) • ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA • ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. • DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. • TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão Ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as atividades agrícolas. Página 28 de 28

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Tenaz 250 SC registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 2811 · documento de 26/05/2023.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Tenaz 250 SC?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Tenaz 250 SC e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Tenaz 250 SC é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 2811, documento de 26/05/2023), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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