TECNUP MAX 720 WG Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 03621
COMPOSIÇÃO
Ammonium N-[(hidroxyphosphinato)methyl]glycine (GLIFOSATO SAL DE AMÔNIO).................................................................................................................792,5 g/kg (79,25% m/m) Equivalente ácido de N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO)......................................................................................................... 720,0 g/kg (72,00% m/m) Outros ingredientes............................................................................................... 280,0 g/Kg (28,0% m/m)
GRUPO G HERBICIDA PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo condicional, de ação sistêmica GRUPO QUÍMICO: glicina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG) TITULAR DO REGISTRO (*): TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA Rua Santos Dumont, 1307 – sala 4A – 1º andar – Centro, Foz do Iguaçu - PR CEP: 85851-040 Telefone: (45) 3572-6482 C.N.P.J.: 05 280.269/0001-92 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 003046 ADAPAR/PR (*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLIFOSATO TÉCNICO TECNOMYL – Registro MAPA sob n° 10316 SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO.,LTD. Binhai Economic Development Area, 262737 Weifang, Shandong, China ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO., LTD. Caijiashan Pengcun Village, Xinhang Town, 242235 Guangde, Anhui, Xinhang Town, China GLIFOSATO TÉCNICO TECNOMYL II - Registro MAPA sob n°6317 SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED Plot nº 750, G.I.D.C., P.B. Nº9, Dist. Bharuch – 393110, Jhagadia, Gujarat, Índia GLIFOSATO TÉCNICO TECNOMYL III - Registro MAPA sob n°3117 JINGMA CHEMICAL CO., LTD. Nº50, Baota Road – 324400, Longyou, Zhejiang, China JIANGSU GOOD HARVEST-WEIEN AGROCHEMICAL CO., LTD. Laogang, 226221, Qidong City, Jiangsu, China GLYPHOSATE TÉCNICO FUHUA - Registro MAPA sob n°29218 SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD. Qiaogou Town Wutongqiao District 614800 Leshan, Sichuan, China GLIFOSATO XW TÉCNICO - Registro MAPA sob n°28118 HUBEI TRISUN CHEMICALS CO. LTD. Nº 66-4 Xiaoting Avenue, Xiaoting District, Yichang, Hubei, China
INNER MONGOLIA XINGFA TECHNOLOGY CO., LTD. Wuda Industrial Park, Wuhai City, Inner Mongolia, China. GLIFOSATO TÉCNICO WYNCA - Registro MAPA sob n° 38919 ZHENJIANG JIANGNAN CHEMICALS CO, LTD. International Chemical Industry Park, Zhenjiang New Area, 212152, Jiangsu, China GLIFOSATO TÉCNICO SH - Registro MAPA sob n° 34419 NANTONG JIANGSHAN AGROCHEMICAL & CHEMICALS LIMITED LIABILITY CO. Nº. 998 Jiangshan Road, Nantong Economic & Technological Development Zone, Jiangsu, Nantong, 226017, China FORMULADOR: TECNOMYL S.A Parque Industrial Avay, Villeta – Paraguai SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Area, Weifang, 262737, Shandong, China SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD. Qiaogou Town, Wutongqiao District, Leshan City, 614800, Sichuan, China JIANGSU GOOD HARVEST-WEIEN AGROCHEMICAL CO., LTD. Laogang, Qidong City, 226221, Jiangsu Province, China HUBEI TRISUN CHEMICALS CO., LTD. Nº 66-4 Xiaoting Avenue, Xiaoting District, Yichang, Hubei, China ZHEJIANG XINAN CHEMICAL INDUSTRIAL GROUP CO., LTD. Xinanjiang, Jiande, 311600, Zhejiang, China ZHENJIANG JIANGNAN CHEMICALS CO., LTD. International Chemical Industry Park, Zhenjiang New Area, 212152, China NANTONG JIANGSHAN AGROCHEMICAL & CHEMICALS LIMITED LIABILITY CO. Nº. 998 Jiangshan Road, Nantong Economic & Technological Development Zone, Jiangsu, Nantong, 226017, China CHIZHOU BIOAGRILAND MULTICHEM CO., LTD. Xiangyu Chemical Industry Park, Dongzhi County, Chizhou City, Anhui Province, China PILARQUIM (JIANGSU) CO., LTD. Nº 9, Konglian RD, Salinization New Material Industrial Park, Huaian, Jiangsu Province, China ANHUI YINONG CHEMICAL CO., LTD. Hangbu Economic Development Zone, Shucheng County, Anhui Province, China ARCAD INDUSTRIALIZAÇÃO QUÍMICA LTDA. Rua Manoel Joaquim Filho, 32, Santa Terezinha, CEP: 13.148-115, Paulínia/SP CNPJ: 40.726.678/0001-70 - Registrado no CDA/SP sob nº 4327 FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA Rod. Castelo Branco, km 68,5, Olhos D’água, CEP: 18120-970 - Mairinque/SP CNPJ:47.226.493/0001-46 - Registrado no CDA/SP sob nº 31 Regulatório: Av. do Batel. n° 1550, andar 3, sala 308. Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR. ~
JINGMA CHEMICALS CO., LTD. No. 50 Baota Road, Longyou, Zhejiang, China ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD. Zhongshan, Xiaopu, Changxing, Zhejiang Province, 313116, China. ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO. LTD. Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui,China. ANHUI HUAXING CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD. Hexian County, Anhui Province Wujiang Town China YOUTH CHEMICAL CO., LTD., 1 Youshi Road, Yangzhou Chemical Industry Zone, Jiangsu Province, Yizheng City, China MANIPULADOR: OURO FINO QUÍMICA S.A. Avenida Filomena Cartafina nº22335, quadra 14 lote 5 – Brasil CEP: 38044-750 Uberaba/MG C.N.P.J.: 09.100.671/0001-07 - Número de Registro do Estabelecimento/Estado: IMA/MG nº 8.764 TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS Ltda. Av. Roberto Simonsen 1459 – Brasil CEP: 13148-000 Paulínia/SP C.N.P.J: 03.855.423/0001-81 - Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 477 CDA/ SP PRENTISS QUIMICA LTDA. Rodovia PR 423, Km 24,5 s/n - Bairro Jardim das Acácias - CEP 83.603-000 - Campo Largo/PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 002669 ADAPAR/PR IMPORTADOR: LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. Ave Maria Elias Lisboa Santos, S/N - QUADRA07 LOTE 05 SALA 05 – Parque Industrial Aparecida VI CEP: 74993530. Munícipio: Aparecida De Goiânia/GO CNPJ 47.067.525/0216-10 Registro no órgão estadual nº: 3380/2021 AGRODEFESA/GO LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. Rua Paulo Canhola, 839 – Bairro Correia Velho CEP: 83.206-392, Paranaguá/PR CNPJ: 47.067.525/0221-87 Registro no órgão estadual nº: 1008432 ADAPAR/PR LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. Rua Z, 150 - Bairro Distrito Industrial CEP: 78098-530. Município: Cuiaba/MT CNPJ 47.067.525/0214-58 Registro no órgão estadual nº: 28467 INDEA/MT LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. Avenida José Jorge Estevam, 100 – Bairro Barra Funda CEP: 19707-090, Município: Paraguaçu Paulista/SP CNPJ 47.067.525/0081-92 Registro no órgão estadual nº: 4315 CDA/SP
| N° do Lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento:
PRODUTO IMPORTADO
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
Recomendado para o controle em pós-emergência de plantas daninhas nas seguintes situações: - Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas, nas entrelinhas das culturas de: ameixa, banana, cacau, maçã, nectarina, pera, pêssego e uva (ver quadro 1); café e citros (ver quadro 2) e seringueira (ver quadro 3). - Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de: algodão (ver quadro 4); arroz (ver quadro 5); cana-deaçúcar (ver quadro 6); milho (ver quadro 7); soja (ver quadro 8); trigo (ver quadro 9); pastagens (ver quadro 10) e áreas de pousio (ver quadro 11). - Aplicação em área total, em pós-emergência das plantas daninhas e em pós-emergência das culturas: algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial (ver quadros 12, 13 e 14). - Aplicação em área total para erradicação de soqueira da cultura da cana-de-açúcar (ver quadro 15). - Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas, para limpeza de entrelinhas nas culturas de eucalipto e pinus (ver quadro 16). - Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas) para eliminação de vegetação para implementação das culturas de eucalipto e pinus (ver quadro 16). - Aplicação na pós-emergência da cultura e das plantas daninhas para capina química das culturas de café, citros e cana-de-açúcar (ver quadro 17). - Para as culturas de milho e soja visando à dessecação das plantas daninhas antes do plantio direto (ver quadro 18). Produto comercial: Cada quilo (kg) do TECNUP MAX 720 WG corresponde a 792,5 g/kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/kg do equivalente ácido de glifosato. Quadro 1
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número e Época e Intervalo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Nome comum Nome científico | |||
| Ameixa, Banana, Cacau, Maçã, Nectarina, Pera, Pêssego, Uva | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 250 L/ha | |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
| Cevadinha (Bromus catharticus) | |||
| Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
| Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
| Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
| Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
| Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
| Capim-colonião | 2,25 |
| (Panicum maximum) | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 250 L/ha | ||
|---|---|---|---|
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
| Azevém-anual (Lolium multiflorum) * | |||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
| FOLHAS LARGAS | |||
| Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
| Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea nil) | 2,0 | ||
| Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
| Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
| Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | |||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
| Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
| Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||
| Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
| Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 | ||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
| Erva-lanceta (Solidago chilensis) | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,00 | ||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
| Trevo (Trifolium repens) | |||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 |
® tecnomvl SJ SJ SJSJSJ SJ SJSJ SJSJ ~ ---1-1
| - - - 1 - Ervilhaca (Vicia sativa) | 1 | ||
|---|---|---|---|
| Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação). * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Quadro 2
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número e Época e Intervalo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Nome comum Nome científico | |||
| Café, Citros | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 250 L/ha **Para os alvos: Pennisetum americanum, Emilia sonchifolia e Parthenium hysterophorus deve ser aplicado sob a copa e/ou nas entrelinhas da cultura, evitando o contato com as folhas, ramos ou caules jovens das culturas de interesse econômico. Equipamentos: Terrestres e Costais em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 – 200 L/ha | |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
| Cevadinha (Bromus catharticus) | |||
| Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
| Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
| Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | 0,50 - 1,50 | ||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
| Milheto (Pennisetum americanum)** | |||
| Capim-oferecido (Pennisetum setosum) | |||
| Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
| Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
| Azevém-anual (Lolium multiflorum) * | |||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
| Arroz vermelho (Oryza sativa) | |||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
| FOLHAS LARGAS | |||
| Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
| Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | |||
| Falsa-serralha |
| (Emilia sonchifolia) ** | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 250 L/ha **Para os alvos: Pennisetum americanum, Emilia sonchifolia e Parthenium hysterophorus deve ser aplicado sob a copa e/ou nas entrelinhas da cultura, evitando o contato com as folhas, ramos ou caules jovens das culturas de interesse econômico. Equipamentos: Terrestres e Costais em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 – 200 L/ha | ||
|---|---|---|---|
| Corda-de-viola (Ipomoea nil) | 2,0 | ||
| Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
| Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
| Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | |||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
| Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
| Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||
| Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
| Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 | ||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
| Erva-lanceta (Solidago chilensis) | |||
| Carrapichão (Xanthium strumarium) | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
| Angiquinho (Aeschynomene denticulate) | 1,5 - 2,5 | ||
| Losna-branca (Parthenium hysterophorus) ** | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,00 | ||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
| Trevo (Trifolium repens) | |||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
| Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação).
* Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Quadro 3
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número e Época e Intervalo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Nome comum Nome científico | |||
| Seringueira | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
| Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
| Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
| Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
| Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
| Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
| Azevém-anual (Lolium multiflorum) * | |||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
| FOLHAS LARGAS | |||
| Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea nil) | 2,0 | ||
| Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
| Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
| Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) |
| Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
|---|---|---|---|
| Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
| Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 | ||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,00 | ||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
| Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação). * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Quadro 4
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Nome comum Nome científico | |||
| Algodão | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
| Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
| Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
| Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | 0,5-1,50 | ||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
| Capim-oferecido (Pennisetum setosum) |
| Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
|---|---|---|---|
| Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
| Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
| Arroz Vermelho (Oryza sativa) | |||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
| FOLHAS LARGAS | |||
| Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
| Buva (Conyza bonariensis) * | 0,50 - 1,50 | ||
| Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
| Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
| Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||
| Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
| Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | 1,00 | ||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 | ||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
| Carrapichão (Xanthium strumarium) | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
| Angiquinho (Aeschynomene denticulate) | 1,5-2,5 |
| Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
|---|---|---|---|
| Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
| Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
| Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação). * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Quadro 5
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Nome comum Nome científico | |||
| Arroz | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
| Cevadinha (Bromus catharticus) | |||
| Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
| Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
| Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | 0,5-1,5 | ||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
| Capim-oferecido (Pennisetum setosum) | |||
| Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
| Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
| Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
| Arroz vermelho (Oryza sativa) | |||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
| FOLHAS LARGAS | |||
| Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
| Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | |||
| Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
| Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | |||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
| Apago-fogo |
| (Alternanthera tenella) | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
|---|---|---|---|
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
| Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||
| Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
| Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | 1,0 | ||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
| Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 0,5-1,5 | ||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,0 - 1,5 | ||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
| Erva-lanceta (Solidago chilensis) | |||
| Carrapichão (Xanthium strumarium) | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
| Angiquinho (Aeschynomene denticulate) | 1,5 - 2,5 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
| Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,5 | ||
| Trevo (Trifolium repens) | |||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,0 - 3,0 | ||
| Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação). * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Quadro 6
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Nome comum Nome científico | |||
| Cana-de- açúcar | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a | |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
| Cevadinha (Bromus catharticus) |
| Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
|---|---|---|---|
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
| Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
| Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | 0,5-1,5 | ||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
| Capim-ofericido (Pennisetum setosum) | |||
| Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
| Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
| Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
| Arroz vermelho (Oryza sativa) | |||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
| FOLHAS LARGAS | |||
| Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
| Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | |||
| Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
| Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | |||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
| Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
| Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) |
| Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
|---|---|---|---|
| Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | 1,0 | ||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
| Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 0,5-1,5 | ||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,0 - 1,5 | ||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,5 | ||
| Erva-lanceta (Solidago chilensis) | |||
| Carrapichão (Xanthium strumarium) | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
| Angiquinho (Aeschynomene denticulate) | 1,5 - 2,5 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
| Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
| Trevo (Trifolium repens) | |||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
| Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação). * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Quadro 7
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Nome comum Nome científico | |||
| Milho | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa | |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,5 | ||
| Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,5 - 1,0 | ||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,0 | ||
| Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,0 | ||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
| Capim-pé-de-galinha |
| (Eleusine indica)* | infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
|---|---|---|---|
| Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | 0,5-1,5 | ||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,0 - 1,5 | ||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,5 | ||
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
| Capim-ofericido (Pennisetum setosum) | |||
| Milheto (Pennisetum americanum) | |||
| Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,5 - 2,5 | ||
| Junquinho (Cyperus ferax) | 2,0 - 2,5 | ||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,5 | ||
| Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
| Arroz vermelho (Oryza sativa) | |||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,5 - 3,5 | ||
| FOLHAS LARGAS | |||
| Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,5 | ||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
| Buva (Conyza bonariensis)* | 0,5 - 1,5 | ||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,0 | ||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
| Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
| Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||
| Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
| Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
| Amendoim-bravo |
| (Euphorbia heterophylla) | |||
|---|---|---|---|
| Serralha (Sonchus oleraceus) | 1,0 | ||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,0 - 1,5 | ||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,5 | ||
| Carrapichão (Xanthium strumarium) | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
| Angiquinho (Aeschynomene denticulate) | 1,5 - 2,5 | ||
| Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
| Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,5 | ||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,0 - 3,0 | ||
| Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação). * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Quadro 8
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Nome comum Nome científico | |||
| Soja | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
| Cevadinha (Bromus catharticus) | |||
| Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
| Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
| Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | 0,5-1,5 | ||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
| Milheto |
| (Pennisetum americanum) | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
|---|---|---|---|
| Capim-oferecido (Pennisetum setosum) | |||
| Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
| Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
| Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
| Arroz vermelho (Oryza sativa) | |||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
| FOLHAS LARGAS | |||
| Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
| Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | |||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
| Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
| Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | |||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
| Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
| Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||
| Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
| Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | 1,00 | ||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 |
| Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
|---|---|---|---|
| Erva-lanceta (Solidago chilensis) | |||
| Carrapichão (Xanthium strumarium) | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
| Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 1,5-2,5 | ||
| Angiquinho (Aeschynomene dentilate)) | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
| Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
| Trevo (Trifolium repens) | |||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
| Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação). * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Quadro 9
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Nome comum Nome científico | |||
| Trigo | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Realizar 1 (uma) aplicação. Durante o estádio vegetativo das plantas daninhas (até a formação de estruturas florais), e em momentos de grande atividade vegetativa, o que é proporcionado pela disponibilidade hídrica no solo. **Para os alvos Pennisetum americanum, Emilia sonchifolia e Parthenium hysterophorus, somente em plantio direto, o produto deve ser aplicado em área total visando a dessecação das plantas daninhas (pós- emergência), antes do plantio das culturas de interesse (pré-plantio). Equipamentos: Terrestres Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 200 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
| Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
| Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
| Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
| Milheto (Pennisetum americanum)** | |||
| Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
| Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
| Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
| FOLHAS LARGAS | |||
| Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)** | |||
| Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
| Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
| Erva-de-santa-luzia |
| (Chamaesyce hirta) | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/há Realizar 1 (uma) aplicação. Durante o estádio vegetativo das plantas daninhas (até a formação de estruturas florais), e em momentos de grande atividade vegetativa, o que é proporcionado pela disponibilidade hídrica no solo. **Para os alvos Pennisetum americanum, Emilia sonchifolia e Parthenium hysterophorus, somente em plantio direto, o produto deve ser aplicado em área total visando a dessecação das plantas daninhas (pós- emergência), antes do plantio das culturas de interesse (pré-plantio). Equipamentos: Terrestres Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 200 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
|---|---|---|---|
| Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
| Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | 1,00 | ||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 | ||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
| Losna-branca (Parthenium hysterophorus)** | 1,5-2,5 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
| Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
| Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação). * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Quadro 10
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Nome comum Nome científico | |||
| Pastagem | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
| Cevadinha (Bromus catharticus) | |||
| Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
| Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
| Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
| Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
| Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
| Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
| FOLHAS LARGAS | |||
| Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
| Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | |||
| Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
| Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | |||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
| Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) |
| Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
|---|---|---|---|
| Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
| Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | 1,00 | ||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 | ||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
| Erva-lanceta (Solidago chilensis) | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
| Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
| Trevo (Trifolium repens) | |||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
| Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação). * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Quadro 11
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Nome comum Nome científico | |||
| Áreas de pousio | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido | |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
| Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
| Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
| Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) |
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
|---|---|---|---|
| Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
| Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
| Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
| Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
| FOLHAS LARGAS | |||
| Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
| Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
| Áreas de pousio | Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
| Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
| Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||
| Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
| Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
| Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) |
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 | ||
|---|---|---|---|
| Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
| Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
| Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação). * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Quadro 12
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
|---|---|---|---|---|
| Nome comum | 1 Nome científico | |||
| FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Aplicação em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato: Dose depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, menores doses para as plantas em pós- emergência precoce e as maiores doses para o maior estádio de crescimento indicado na tabela. A pulverização foliar em área total sobre o algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato deverá ser realizada até o estádio de 4 folhas totalmente expandidas, para maior tolerância da cultura a este herbicida. Após este período, havendo reinfestação, uma pulverização de TECNUP MAX 720 WG deverá ser realizada em jato protegido dirigido à entrelinha da cultura obedecendo às doses e estádios das plantas infestantes indicadas. Estádio de crescimento da planta daninha: Folhas Estreitas – 2 perfilhos ou 10 cm Folhas Largas: Até 6 folhas ou 10 cm Época da DAE (dias após a emergência da cultura): até 4 folhas 15 dias O estádio de desenvolvimento pode variar de acordo com a época de plantio, condições climáticas e ciclo da variedade em questão. Equipamentos: Terrestres e aéreos Volume de Calda: Aplicação Terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |||
| ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO | Capim-carrapicho (Cenchus echinatus) | 0,5 – 1,0 | ||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | ||||
| FOLHAS LARGAS | ||||
| Apaga-fogo (Alternathera tenella) | 0,5 – 1,0 | |||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | ||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 1,0 – 1,5 | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea nil) |
* Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Quadro 13
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
|---|---|---|---|---|
| Nome comum | 1 Nome científico | |||
| MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO | FOLHAS ESTREITAS | Aplicação única, e se necessário, realizar uma segunda aplicação. Aplicação em área total em pós-emergência de milho geneticamente modificado e das plantas daninhas. A melhor época para controle das plantas daninhas em pós-emergência é por volta de 20 dias após a emergência da cultura, quando as plantas daninhas se encontram em estádio inicial de desenvolvimento. Época da DAE (dias após a emergência da cultura): V3 cerca de 20 dias após a emergência da cultura. Estádio de crescimento da planta infestante: Folhas estreitas – 2 perfilhos ou 10 cm Folhas largas: Até 6 folhas ou 10 cm Equipamentos: Terrestres e aéreos Volume de Calda: Aplicação Terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
| Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 0,5 – 1,0 | |||
| Capim-carrapicho (Cenchus echinatus)(1) | 1,0 – 1,5 | |||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)(1) | 0,5 – 1,5 | |||
| FOLHAS LARGAS | ||||
| Apaga-fogo (Alternathera tenella)(1) | 0,5 – 1,0 | |||
| Caruru (Amaranthus viridis)(1) | ||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
| Corda-de-viola (Ipomoea acuminata)(1) | ||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 0,5 – 1,5 | |||
| Amendoim-bravo (Euphorba heterophylla)(1) | ||||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)(1) | ||||
| Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) (1) | ||||
| Nabiça (Raphanus raphanistrum) |
(1) Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas daninhas recomenda-se realizar a segunda aplicação na dose de 1,0 kg/ha, com intervalo de aproximadamente 15 a 20 dias após a primeira aplicação.
Quadro 14
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
|---|---|---|---|---|
| Nome comum | 1 Nome científico | |||
| SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Aplicação em área total em pós-emergência da soja geneticamente modificada e das plantas daninhas. A melhor época para controle das plantas daninhas é quando se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. No caso de aplicação única o momento ideal é em torno dos 30 dias após o plantio ou em duas aplicações sendo a 1ª aos 15 - 20 dias após o plantio e a 2ª aos 15 - 20 dias após a primeira aplicação, e não aplicar no estágio reprodutivo da cultura. É fundamental nessa operação observar que as plantas daninhas estejam recebendo uma boa cobertura da calda, e que não haja qualquer “efeito guarda-chuva” que possa reduzir a ação do produto. Equipamentos: Terrestres e aéreos Volume de Calda: Aplicação terrestre: 120 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
| Capim-carrapicho (Cenchus echinatus) | 0,5 – 0,75 | |||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) |
Quadro 15
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C.kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
|---|---|---|---|---|
| Nome comum | 1 Nome científico | |||
| CONTROLE DA SOQUEIRA DA CANA-DE- AÇÚCAR | Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum) | 2,5 - 3,0 | Realizar 1 (uma) aplicação. Aplicação em área total para erradicação da soqueira da cultura da cana-de-açúcar. Esta aplicação deverá ser realizada quando a folha bandeira (última folha totalmente estendida da soqueira) estiver com altura média entre 0,6 m e 1,0 m em relação ao solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes de se observar a formação de colmos na soqueira. Equipamentos: Terrestres e aéreos Volume de Calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Quadro 16
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
|---|---|---|---|---|
| Nome comum | 1 Nome científico | |||
| EUCALIPTO E PINUS | FOLHA ESTREITA | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O controle das plantas daninhas indicadas no pré-plantio das culturas anuais é importante para o adequado controle das plantas daninhas após o plantio das culturas, de forma que estas se desenvolvam livres de mato-competição. Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas. Aplicação: Terrestre OU Aplicação em área total em pré plantio (pré plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas). Aplicação: Terrestre. Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha | ||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,5 | |||
| Cevadilha (Bromus catharticus) | ||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 – 1,00 | |||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,0 | |||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | ||||
| Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | ||||
| Capim-oferecido (Pennisetum setosum) | 1,5 | |||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | ||||
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | ||||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | 0,5-1,5 | |||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,5-2,5 | |||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | ||||
| Arroz vermelho (Oryza sativa) | 2,5 | |||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | ||||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | ||||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,5-3,5 | |||
| FOLHA LARGA | ||||
| Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | |||
| Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | ||||
| Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | 0,75 | |||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | |||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | ||||
| Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | ||||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | ||||
| Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 0,5-1,5 | |||
| Buva (Conyza bonariensis)* | ||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 – 1,50 | |||
| Erva-lanceta (Solidago chilensis) | 1,5 | |||
| Carrapichão (Xanthium strumarium) | ||||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | |||
| Trevo (Trifolium repens) |
* Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Quadro 17
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
|---|---|---|---|---|
| Nome comum | 1 Nome científico | |||
| CAFÉ, CANA-DE- AÇÚCAR, CITROS | FOLHA ESTREITA | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. É indicado seu uso em aplicação na pós- emergência da cultura e das plantas daninhas para capina química. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 250 L/ha | ||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,5-1,5 | |||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | ||||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | ||||
| Capim-oferecido (Pennisetum setosum) | 1,5 | |||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | ||||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,5-2,5 | |||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | ||||
| Arroz vermelho (Oryza sativa) | 2,5 | |||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | ||||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | ||||
| FOLHA LARGA | ||||
| Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 0,5-1,5 | |||
| Picão (Bidens pilosa) | ||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
| Corriola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 | |||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
| Carrapichão (Xanthium strumarium) | ||||
| Angiquinho (Aeschynomene denticulate) | 1,5-2,5 | |||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) |
Angiquinho (Aeschynomene denticulate) 1,5-2,5 Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Quadro 18
| Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
|---|---|---|---|---|
| Nome comum | 1 Nome científico | |||
| MILHO, SOJA | FOLHA ESTREITA | Realizar 1 (uma) aplicação. Durante o estádio vegetativo das plantas daninhas (até a formação de estruturas florais), e em momentos de grande atividade vegetativa, o que é proporcionado pela disponibilidade hídrica no solo. Para as culturas de MILHO e SOJA, somente em plantio direto, o produto deve ser aplicado em área total visando a dessecação das plantas daninhas (pós-emergência), antes do plantio das culturas de interesse (pré- plantio). Equipamentos: Terrestres Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 200 L/ha | ||
| Milheto (Pennisetum americanum) | 1,5 | |||
| FOLHA LARGA | ||||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 0,5 | |||
| Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 1,5-2,5 |
Recomendações Gerais: IMPORTANTE: I - obrigação de utilização de tecnologia de redução da deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha nas aplicações costal, estacionária/semiestacionária e tratorizada. Observar demais orientações em “RECOMENDAÇÕES E RESTRIÇÕES GERAIS - DERIVA”. • No caso de áreas com infestação diversificada, a dose a ser aplicada deverá ser definida em função da planta infestante de mais difícil controle presente na área e que apresente infestação significativa. • Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada. • O melhor período para controlar as espécies de plantas daninhas perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. • Aplicar TECNUP MAX 720 WG quando as plantas daninhas estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água). • TECNUP MAX 720 WG não tem ação residual sobre sementes existentes no solo. • TECNUP MAX 720 WG, aplicado no período adequado e conforme a recomendação, controlará as plantas daninhas com uma única aplicação. • O herbicida TECNUP MAX 720 WG é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula. • A eficiência do produto pode ser visualizada entre o 7º e 14° dia após a aplicação dependendo da planta daninha (anual ou perene) e de seu estádio de desenvolvimento. Seletividade às culturas: • TECNUP MAX 720 WG é um herbicida pós-emergente, não seletivo às culturas convencionais (não geneticamente modificadas) quando aplicado em pós-emergência sobre as mesmas. • A seletividade para as culturas convencionais é obtida através das modalidades de aplicação, ou seja, antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo ou através da aplicação dirigida ou protegida, nas entrelinhas das culturas perenes. • Para as culturas do algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, o TECNUP MAX 720 WG é seletivo, quando aplicado em pós-emergência sobre a cultura, nas doses e estádios de aplicação recomendados. MODO DE APLICAÇÃO: Diluir a dose de TECNUP MAX 720 WG indicada para cada situação em água e pulverizar sobre as espécies a serem controladas. A aplicação poderá ser feita utilizando-se equipamentos aéreos ou terrestres. Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. Recomendação Geral: As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se obter os efeitos desejados. Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem do equipamento de aplicação terrestre ou aéreo para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado. Para as culturas do Eucalipto e Pinus, aplica-se TECNUP MAX 720 WG em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então somente onde houver manchas de mato, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). Nos casos de algodão, soja e milho geneticamente modificados tolerantes ao glifosato seguir as recomendações de aplicação indicadas. A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10° dia após o tratamento.
• Preparação da Calda: Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar a operação. Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de forma que atinja a altura do agitador (ou retorno). No caso de pulverizador tratorizado ligue o sistema de agitação do tanque e adicione a quantidade recomendada de produto ou no caso de pulverizador costal, agite a água manualmente. Por se tratar de uma formulação de Grânulos Dispersíveis em Água o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante. Se for realizar uma pré dissolução, não adicionar mais de 25 % do produto comercial no volume de água (25 kg de PC para cada 100 litros de água). Com o agitador ligado, complete o volume do tanque com água mantendo a mangueira, assim como o sistema de retorno, submersos no líquido. Mantenha a calda sob constante agitação durante a pulverização. Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro, a aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
MODO DE APLICAÇÃO
O TECNUP MAX 720 WG deve ser aplicado através de equipamentos terrestres (costal ou tratorizado) ou aérea (avião ou ARP (Drones)), vide recomendação para cada cultura. Condições Climáticas para as modalidades de aplicação: As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações: - Sob temperatura inferior a 30ºC, - Umidade relativa do ar acima de 55%, - Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h, - Na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação. APLICAÇÃO TERRESTRE Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas ou pulverização costal. Seguir as recomendações e restrições gerais. Volume de Calda: Recomenda-se o volume de calda de aplicação para as culturas algodão, algodão geneticamente modificado, ameixa, arroz, área de pousio, banana, cacau, café, cana de açúcar, citros, eucalipto, maçã, milho, milho geneticamente modificado, nectarina, pastagem, pera, pêssego, pinus, seringueira, soja, trigo e uva: 50 a 250 L/ha Soja geneticamente modificada: 120L/ha GERENCIAMENTO DE DERIVA INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS E PARÂMETROS DE APLICAÇÃO: Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. Recomendações para evitar deriva: - Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação Ambiental. - Siga as restrições existentes na legislação pertinente. - O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. - Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto. - A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo. - Utilize tecnologia (s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. - Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Importância do diâmetro da gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas para dar uma boa cobertura e controle. A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, e inversão térmica. Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas gerais: - Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda, considerando necessidades práticas. - Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. - Tipo de bico: A seleção correta da ponta de aplicação é um dos parâmetros mais importantes para redução da deriva. Pontas que produzem gotas de diâmetro mediano volumétrico (DMV) maior apresentam melhor efeito de controle sobre a deriva. Dentro deste critério, para melhor cobertura do alvo use pontas que forneçam gotas grossas a muito grossas, conforme norma ASABE S572.1. Em caso de dúvida quanto a pressão de trabalho correta e o tamanho das gotas consultar a recomendação do fabricante da ponta (Bico). - Altura da barra: A altura da barra e o espaçamento entre as pontas de pulverização deve permitir uma sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo, conforme recomendação do fabricante, não ultrapassando 50 cm tanto para o espaçamento entre as pontas de pulverização, quanto para a altura da barra. O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Ventos: muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam, o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 10 km/h, ou em condições de vento inferiores a 3 km/h. - Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação. Visando este objetivo, recomenda-se pulverização sob temperatura inferior a 30°C, umidade relativa do ar acima de 55%. Não aplicar o produto Regulatório: Av. do Batel. n° 1550, andar 3, sala 308. Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR. ~
em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. - Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. APLICAÇÃO AÉREA (Algodão, Algodão Geneticamente Modificado, Arroz, Área de pousio, Canade-açúcar, Milho, Milho Geneticamente Modificado, Pastagens, Seringueira, Soja, Soja Geneticamente Modificado e Trigo) Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente. Controlando o diâmetro de gotas – Aplicação aérea: Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas, aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta. - Bicos: utilizar bicos de jato leque. - Diâmetro de gotas: gotas de tamanho grossa. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas. Empregar equipamentos que produzam espectro de gotas estreito, de forma a minimizar a formação de muitas gotas pequenas, afastadas do diâmetro médio. NOTA: O fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a largura da faixa de deposição recomendada para a aeronave em uso, ao contrário reduz o arraste das gotas pelos vórtices de ponta das asas e danos ao ambiente e áreas vizinhas. Avaliações práticas confirmam uma perda mínima de 30% da pulverização quando as gotas são arrastadas pelos vórtices de ponta das asas. Volume de aplicação: 30 a 50 L/ha - Altura do voo: Sendo o voo da aeronave definido e efetuado em função da altura das árvores, é recomendável para a segurança do voo, geração das gotas e distribuição das gotas sobre o alvo desejado que a aeronave mantenha um nível de voo entre 3 a 5 metros acima do topo das plantas mais altas, qualquer que seja o tipo ou modelo de aeronaves utilizados. A altura de voo recomendada, deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto. O controle da deriva deverá ser efetuado sempre pela alteração do ângulo dos bicos de pulverização e do diâmetro das gotas e nunca pela variação da altura do voo. - Largura da faixa de deposição: a faixa de deposição será sempre limitada às características técnicas operacionais comprovadas do modelo/tipo do avião, diâmetro de gotas requeridas e recomendadas sobre o alvo desejado. Regulatório: Av. do Batel. n° 1550, andar 3, sala 308. Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR. ~
Prevenção de deriva: - Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima; - Efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas; - Controlar permanentemente o sentido do vento: A direção do vento deverá vir da cultura sensível para a área de aplicação. Interromper a aplicação, assim que houver a mudança da direção do vento. Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal. - Aeronaves remotamente pilotadas (drones) (Algodão, Algodão Geneticamente Modificado, Arroz, Área de pousio, Cana-de-açúcar, Milho, Milho Geneticamente Modificado, Pastagens, Seringueira, Soja, Soja Geneticamente Modificado e Trigo) Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional. Para outros parâmetros referentes à tecnologia da aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de TECNUP MAX 720 WG através de aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), com empresas que tenham realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL). Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
| Volume de calda | Classe de gotas | Altura de voo | Faixa de aplicação |
|---|---|---|---|
| No mínimo 15 L/ha | Média a Grossa | 4 metros acima do alvo da pulverização | Ajuste de acordo com cada modelo de drone |
Ajuste de acordo com cada modelo de drone O SUCESSO DO CONTROLE TEM RELAÇÃO DIRETA COM O BOM RECOBRIMENTO DAS PLANTAS COM A CALDA DE PULVERIZAÇÃO. Sobra de Calda: Recomenda-se que a jornada de aplicação seja programada, de modo a evitar a sobra da calda de um dia para outro. Toda calda preparada deve ser aplicada no mesmo dia do seu preparo. Recomendações para lavagem do equipamento de aplicação: Sempre use pulverizador limpo, antes da aplicação do TECNUP MAX 720 WG e se certifique de que o mesmo esteja em bom estado. Após a aplicação do TECNUP MAX 720 WG, remova imediatamente todo o resíduo sólido presente no fundo do tanque do pulverizador. Proceda a limpeza de todo o equipamento utilizado, imediatamente após a aplicação, a fim de se reduzir o risco de formação de depósitos solidificados nas paredes do tanque. A demora da limpeza do equipamento de pulverização, mesmo por algumas horas, poderá implicar na aderência do herbicida nas paredes do tanque de pulverização, o que dificultará a limpeza completa do produto. Caso o pulverizador não tenha sido limpo adequadamente e vier a ser utilizado, os eventuais resíduos de produtos remanescentes poderão causar fitotoxicidade às outras culturas.
Para a limpeza adequada, proceda da seguinte maneira: 1. Esvaziar completamente o equipamento de pulverização utilizado; 2. Enxaguar todo o pulverizador e circular água limpa, através das barras, mangueiras, filtros e pontas; 3. Remover fisicamente os depósitos visíveis de produto; 4. Completar o pulverizador com água limpa; 5. Adicionar solução de AMÔNIA caseira – AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% DE AMÔNIA – na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água), agitar e circular todo o líquido, através das mangueiras, barras, pontas e filtros; 6. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa e circular pelo sistema de pulverização por 15 minutos e, em seguida, através das mangueiras, barras, filtros e pontas. Esvaziar o tanque; 7. Remover e limpar as pontas, filtros e difusores em um balde com a solução de AMÔNIA caseira (citada no item 5); 8. Repetir os passos 5 e 6; 9. Enxaguar com água limpa e por, no mínimo, 3 vezes, todo o pulverizador, mangueiras, barra, filtro e pontas. Limpar, também, tudo o que estiver associado ao equipamento de aplicação, inclusive o material utilizado no enchimento do tanque. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento próximo às nascentes, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos de limpeza de acordo com a legislação local.
| Culturas | Dias |
|---|---|
| Algodão | (1) |
| Ameixa, Uva | 17 |
| Arroz, Cana de açúcar, Pastagens, Trigo | (2) |
| Banana, Cacau, Citros, Nectarina, Pêssego | 30 |
| Café, Maçã, Pera | 15 |
| Milho | (3) |
| Seringueira, Pinus, Eucalipto | U.N.A. |
| Soja | (4) |
INTERVALO DE SEGURANÇA
U.N.A. = Uso Não Alimentar (1) O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pósemergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa tolerância ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. (2) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. (3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pósemergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa tolerância ao glifosato, é de 60 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. (4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pósemergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa tolerância ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
O uso do TECNUP MAX 720 WG está restrito ao indicado nesta bula e rótulo. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. - TECNUP MAX 720 WG não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja.
- Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas vizinhas, inclusive algodão, milho e soja que não sejam tolerantes ao glifosato, visto que o herbicida é seletivo somente quando aplicado sobre algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula. - Durante a aplicação em jato dirigido, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. Outras restrições: • armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. • Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. • Sob chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. • Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argila em suspensão). • Não aplicar TECNUP MAX 720 WG com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). • Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de TECNUP MAX 720 WG. Para aplicação aeroagrícola com ARP (Drone) fica restrita à área alvo da intervenção, observando as seguintes regras: - Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes com ARP em áreas situadas a uma distância mínima de vinte metros de povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente, além de outras áreas ambientais com larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam áreas alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância constantes na recomendação do produto a ser aplicado; - As ARP's que estejam abastecidas com produtos para aplicação ficam proibidas de sobrevoar as áreas povoadas, moradias e agrupamentos humanos, ressalvados os casos de produtos para controle de vetores, observadas as normas legais pertinentes; - Nas proximidades do local da operação deverá ser fixada placa de sinalização visível para pessoas não envolvidas na atividade contendo a expressão: "CUIDADO! OPERAÇÃO COM DRONE"; - No local da operação deverá ser mantido fácil acesso ao extintor de incêndio (de categoria adequada para equipamentos eletrônicos), sabão, água para higiene pessoal e caixa contendo material de primeiros socorros, observando ainda as orientações específicas contidas na bula ou no rótulo do produto; - No local da operação, deverão constar, de forma legível, o endereço e os números de telefones de hospitais e centros de informações toxicológicas; - A equipe de campo deverá obrigatoriamente usar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) necessários, fornecidos pelo empregador; - A equipe de campo deverá utilizar coletes ou faixas de sinalização durante as atividades; - As condições meteorológicas e ambientais deverão ser devidamente avaliadas durante as operações, de modo a se garantir a eficácia e a segurança da aplicação. AVISO AO USUÁRIO: O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA. não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente na bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA - ANVISA/MS. Regulatório: Av. do Batel. n° 1550, andar 3, sala 308. Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR. ~
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE - IBAMA/MMA. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE - IBAMA/MMA. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE - IBAMA/MMA. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: Nos quadros de recomendações, algumas plantas daninhas apresentam um (*), nestes casos deve-se considerar que esta planta daninha já possui biótipos relatados como resistentes ao glifosato no Brasil, (fonte: www.weedscience.com), portanto caso venham a ocorrer na área a ser aplicada com glifosato, podem não ser controladas. As doses indicadas deverão ser utilizadas no controle das plantas daninhas relacionadas apenas nos casos em que a resistência não foi determinada. Caso na região aonde será aplicado o glifosato tenha relatos de resistência, uma prática recomendada que pode auxiliar na identificação de possível foco de plantas resistentes ao glifosato é a aplicação antecipada do produto. Após a aplicação observar se na área há alguma reboleira de planta infestante de uma mesma espécie, com controle abaixo do esperado em relação ao resultado geral da área. Se isso ocorrer e for descartada possível falha na aplicação, pode-se estar diante de uma suspeita de planta daninha resistente. Essas reboleiras poderão ser facilmente identificadas até 14 dias após a aplicação, quando ainda é possível a adoção de medidas complementares de controle antes do plantio, evitando-se que essas plantas se desenvolvam e produzam sementes, agravando o problema para o futuro. O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO G HERBICIDA O produto herbicida TECNUP MAX 720 WG é composto por GLIFOSATO, que apresenta mecanismo de ação inibidores da EPSPs, pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle.
A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente. MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, respirador com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, respirador com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, botas de borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos e respirador. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. - Pode ser nocivo em contato com a pele - Pode ser nocivo se ingerido ATENÇÃO
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo INTOXICAÇÕES POR TECNUP MAX 720 WG - INFORMAÇÕES MÉDICAS -
| Grupo Químico | Glicina substituída |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Vias de exposição e vias de absorção | Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica. Vias de absorção: Digestiva, dérmica e mucosa. |
| Toxicocinética | O glifosato é metabolizado principalmente em AMPA (ácido aminometífosfônico) que aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos, glifosato e seu metabolismo, são excretados através da urina em 7 dias. |
| Toxicodinâmica | Após a administração via oral de Glifosato radiomarcado em dose única em ratos, 30 a 36% da dose foi absorvida e menos que 0,27% foi eliminada como CO . Em estudo de metabolismo em ratos, com administração via oral de 2 Glifosato radiomarcado em dose única e em doses repetidas, 97,5% da dose administrada foi excretada, de forma inalterada, através da urina e das fezes. Em outro estudo em ratos, 99% do Glifosato radiomarcado foi eliminado inalterado pela urina e principalmente nas fezes após 120 horas de administração. A via de eliminação biliar não é significativa. Glifosato apresenta um grau muito baixo da biotransformação. O ácido aminometilfosfônico (AMPA) foi o único metabólito encontrado na urina com 0,2 a 0,3% e nas fezes com 0,2 a 0,4% da dose de Glifosato radiomarcado administrada. Menos de 1% da dose absorvida foi encontrada nos tecidos e órgãos, principalmente nos tecidos ósseos. |
| Sintomas e Sinais clínicos | As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às formulações de glifosato. Em casos de exposição: − DIGESTIVA (INGESTÃO): podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerativas) das mucosas oral, esofágica, gástrica e, menos freqüentemente, duodenal; disfagia, epigastralgia, náusea / vômitos, cólicas, diarréia. Também são observadas hematêmese e melena, assim como hepatite anictérica e pancreatite aguda; hipotensão arterial, choque cardiogênico. Hipoxemia leve assintomática detectável por gasometria; infiltrado alveolar ou intersticial ao raio X, taquipnéia, dispnéia, tosse, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico e falência respiratória. Pode ocorrer pneumonite por bronco-aspiração. Também pode ocorrer oligúria, anúria e hematúria; acidose metabólica e insuficiência renal nos mais seriamente intoxicados. As alterações neurológicas, que podem se complicar com convulsões, coma e morte, são atribuídas a hipóxia e/ou hipotensão. − CUTÂNEA: pode ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, |
| prurido, vesículas, eczema). − OCULAR: pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral. − RESPIRATÓRIA: pode ocorrer irritação das vias respiratórias altas. Nos casos de aspiração pode ocorrer pneumonite química. | |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico, e do AMPA na urina. Obs: caso haja sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. |
| Tratamento | O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação, que visam limitar a absorção e os efeitos locais. Não existe antídoto específico e, por não se tratar de produto inibidor das colinesterases, não deve ser administrada atropina como antídoto. ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas de nitrila e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Descontaminação: − Cutânea: remover roupas e acessórios. Proceder descontaminação cuidadosa (incluindo pregas, cavidades, orifícios e pelos) com água fria abundante e sabão. − Ocular: irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. − Ingestão: é necessário considerar o volume, a concentração da solução ingerida e o tempo transcorrido desde a ingestão. Ingestão recente: caso não tenha ocorrido vômito espontâneo, proceder à lavagem gástrica o mais precocemente possível. Ponderar a conveniência de administrar carvão ativado em função da necessidade de endoscopia digestiva nas primeiras 24 h. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreção e oxigenar (O2 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória e atentar para a necessidade de entubação. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos nos casos em que ocorrer hipotensão, se necessário, associar vasopressores. Monitorar arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Tratar a possível ocorrência de insuficiência renal e de acidose metabólica. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico. Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H ou bloqueadores de bomba 2 de próton. Monitorar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. É conveniente o controle ambulatorial subseqüente. |
| Contraindicações | Provocar vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração. A diluição do conteúdo gastrointestinal é contraindicada em razão do aumento da superfície de contato. Evitar a utilização de drogas que possam comprometer a pressão arterial e deprimir a função cardiorespiratória. |
| Efeitos das interações químicas | Nenhum efeito sinérgico é conhecido. |
| Atenção | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e |
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As Intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da Empresa: 0800 01 41 149 Endereço Eletrônico da Empresa: www.tecnomyl.com.br
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide Item "toxicocinética" e item "toxicodinâmica". Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos: > 5000 mg/Kg DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/Kg CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: o produto quando aplicado na pele dos animais não apresentou sinais clínicos de irritação dérmica durante o período de avaliação, e o teste foi concluído na leitura de 72 horas. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: o produto quando aplicado nos olhos dos animais apresentou hiperemia e quemose em 3/3 dos olhos testados, presença de secreção em 1/3 dos olhos testados. Ocorreu retenção do corante de fluoresceína sódica na superfície da córnea em 1/3 dos olhos testados. Houve regressão das reações oculares na avaliação de 7 dias em 3/3 dos olhos testados, finalizando o estudo após a avaliação de 7 dias em 3/3 dos olhos testados. Sensibilização cutânea: o produto não é sensibilizante para cobaias. Mutagenicidade: o produto não é mutagênico. Efeitos Crônicos: Em estudos realizados com glifosato técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. Estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dosagem testados. Estudos combinados de longo prazo/ carcinogenicidade com ratos e camundongos não evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal dos rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerada como efeito relacionado ao tratamento. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III). Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
− Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. − Não utilize equipamento com vazamento. − Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. − Aplique somente as doses recomendadas. − Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. − A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. − Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. − Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: − Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. − O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. − A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. − O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. − Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. − Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. − Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. − Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). − Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: − Isole e sinalize a área contaminada. − Contate as autoridades locais competentes e a empresa TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA. − Telefone de Emergência: 0800 117 20 20 − Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). − Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos e corpos d’água. Siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, etc., ficando a favor do vento para evitar intoxicações. Regulatório: Av. do Batel. n° 1550, andar 3, sala 308. Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR. ~
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades agrícolas e aeroagrícolas. Paraná: Restrição de uso para os alvos Chenopodium ambrosioides, Ageratum conyzoidese e Commelina benghalensis não devendo ser recomendado e/ou receitado para as culturas do algodão, ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, milho, nectarina, pastagens, pera, pêssego, soja, trigo e uva. Paraná: Restrição de uso para os alvos Pennisetum americanum e Emilia sonchifolia não devendo ser recomendado e/ou receitado para as culturas do café, citros, milho, soja e trigo. Paraná: Restrição de uso para os alvos Parthenium hysterophorus não devendo ser recomendado e/ou receitado para a cultura do trigo. Paraná: Restrição de uso para os alvos Ageratum conyzoides, Chenopodium ambrosioides, Commelina benghalensis não devendo ser recomendado e/ou receitado para a área de pousio. Paraná: Restrição de uso para os alvos Paspalum conjugatum, Paspalum notatum, Phyllantus tenellus, Eupatorium maximilianii, Amaranthus hybridus, Conyza bonariensis não devendo ser recomendado e/ou receitado para o eucalipto e pinus. Paraná: Restrição de uso para os alvos Pennisetum americanum e Emilia sonchifolia não devendo ser recomendado e/ou receitado para as culturas do milho e soja na pós emergência das plantas daninhas e pré plantio das culturas. Regulatório: Av. do Batel. n° 1550, andar 3, sala 308. Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR. ~