TARGA® MAX Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 12117
COMPOSIÇÃO
Ethyl (R)-2-[4-(6-chloroquinoxalin-2-yloxy)phenoxy]propionate (QUIZALOFOPE-P-ETÍLICO) .......................................................................................... 50 g/L (5% m/v) Solvente de nafta (petróleo), aromático pesado (Hidrocarboneto aromático pesado)....................................................................................................................... 150 g/L (15% m/v) Outros Ingredientes ..................................................................................................... 710 g/L (71% m/v)
GRUPO A HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida graminicida seletivo, com ação sistêmica do grupo químico ácido ariloxifenoxipropiônico. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO: IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP Fone: (15) 3235-7700 - CNPJ: 61.142.550/0001-30 Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8 FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: TARGA TÉCNICO (Registro nº 03797) NISSAN CHEMICAL CORPORATION Onoda Plant - 6903-1, Oaza Onoda, Sanyo Onoda-Shi, Yamaguchi 756-0093 - Japão HEFEI XINGYU CHEMICAL CO., LTD. Cyclic Economic Industrial Zone, Feidong County, Hefei - China FORMULADOR: IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP Fone: (15) 3235-7700 - CNPJ: 61.142.550/0001-30 Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8 TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA Av. Roberto Simonsen, 1459 – Poço Fundo, 13140-031 – Paulínia/SP Fone: (19) 3874-7000 - CNPJ: 03.855.423/0001-81 Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP nº 477
| Nº do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO
TARGA MAX é um herbicida graminicida seletivo de ação sistêmica, recomendado para o controle de diversas plantas infestantes nas culturas acácia negra, algodão, amendoim, aveia, batata, café, cebola, centeio, cevada, citros, eucalipto, ervilha, feijão, feijão-caupi, grão-de-bico, lentilha, pinus, soja, tomate, trigo e triticale. TARGA MAX deve ser aplicado em forma de pulverização em área total na pós-emergência da cultura, em jato dirigido para as plantas infestantes, ou ainda no manejo de plantas infestantes na pré-semeadura, sempre observando a recomendação para cada tipo de aplicação, ou seja, respeitando a recomendação de dose e da planta infestante a ser controlada para cada cultura. O herbicida TARGA MAX apresenta maior eficácia no controle de plantas infestantes gramíneas, quando este for utilizado na fase de pleno desenvolvimento vegetativo. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, RECOMENDAÇÃO DE USO:
| CULTURA | PLANTAS INFESTANTES | DOSE (p.c.) | RECOMENDAÇÃO DE USO | ||
|---|---|---|---|---|---|
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | |||
| Acácia Negra | Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 2,0 a 4,0 L/ha | Realizar 1 aplicação, em pós emergência da cultura e das plantas infestantes, quando estas apresentarem até 2 perfilhos. | 1 | Terrestre: 150 – 200 L/ha Aérea: 10 – 40 L/ha |
| Capim braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
| Algodão | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 0,5 a 1,5 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Recomenda-se aplicação única do herbicida TARGA MAX em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura, evitando a matocompetição das gramíneas com a cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aérea: 10 – 40 L/ha |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | |||||
| Milho-voluntário ou Milho-tiguera (Zea mays) | |||||
| Bambuzinho ou Capim-rabo-de- raposa (Setaria geniculata) | 1,0 a 1,5 L/ha | ||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
| Capim-de-burro ou Grama- bermuda (Cynodon dactylon) | 1,5 L/ha |
| Amendoim | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 0,5 a 2,0 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Recomenda-se aplicação única do herbicida TARGA MAX em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura, evitando a matocompetição das gramíneas com a cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
|---|---|---|---|---|---|
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | |||||
| Milho-voluntário ou Milho-tiguera (Zea mays) | |||||
| Bambuzinho ou Capim-rabo-de- raposa (Setaria geniculata) | 1,0 a 2,0 L/ha | ||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
| Capim-de-burro ou Grama- bermuda (Cynodon dactylon) | 1,5 a 2,0 L/ha | ||||
| Aveia | Aveia-voluntária (Avena sativa) | 2,0 a 4,0 L/ha | Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
| Batata | Milho-voluntário ou Milho-tiguera (Zea mays) | 1,0 a 2,0 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Recomenda-se aplicação única do herbicida TARGA MAX em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura, evitando a matocompetição das gramíneas com a cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Café | Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,0 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Recomenda-se aplicação única do herbicida TARGA MAX em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura, evitando a matocompetição das gramíneas com a cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 0,5 a 2,0 L/ha | ||||
| Cebola | Milho-voluntário ou Milho-tiguera (Zea mays) | 1,0 a 2,0 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Recomenda-se aplicação única do herbicida TARGA MAX em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura, evitando a matocompetição das gramíneas com a cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) |
| Centeio | Aveia-voluntária (Avena sativa) | 2,0 a 4,0 L/ha | Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
|---|---|---|---|---|---|
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
| Cevada | Aveia-voluntária (Avena sativa) | 2,0 a 4,0 L/ha | Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
| Citros | Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,0 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Recomenda-se aplicação única do herbicida TARGA MAX em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura, evitando a matocompetição das gramíneas com a cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 0,5 a 2,0 L/ha | ||||
| Eucalipto | Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 2,0 a 4,0 L/ha | Realizar 1 aplicação, em pós emergência da cultura e das plantas infestantes, quando estas apresentarem até 2 perfilhos. | 1 | Terrestre: 150 – 200 L/ha Aérea: 10 – 40 L/ha |
| Capim braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
| Ervilha | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 0,5 a 2,0 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Recomenda-se aplicação única do herbicida TARGA MAX em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura, evitando a matocompetição das gramíneas com a cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | |||||
| Milho-voluntário ou Milho-tiguera (Zea mays) | |||||
| Bambuzinho ou Capim-rabo-de- raposa (Setaria geniculata) | 1,0 a 2,0 L/ha | ||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
| Capim-de-burro ou Grama- bermuda (Cynodon dactylon) | 1,5 a 2,0 L/ha |
| Feijão | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 0,5 a 2,0 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Recomenda-se aplicação única do herbicida TARGA MAX em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura, evitando a matocompetição das gramíneas com a cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
|---|---|---|---|---|---|
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | |||||
| Milho-voluntário ou Milho-tiguera (Zea mays) | |||||
| Bambuzinho ou Capim-rabo-de- raposa (Setaria geniculata) | 1,0 a 2,0 L/ha | ||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
| Capim-de-burro ou Grama- bermuda (Cynodon dactylon) | 1,5 a 2,0 L/ha | ||||
| Feijão-caupi | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 0,5 a 2,0 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Recomenda-se aplicação única do herbicida TARGA MAX em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura, evitando a matocompetição das gramíneas com a cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | |||||
| Milho-voluntário ou Milho-tiguera (Zea mays) | |||||
| Bambuzinho ou Capim-rabo-de- raposa (Setaria geniculata) | 1,0 a 2,0 L/ha | ||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
| Capim-de-burro ou Grama- bermuda (Cynodon dactylon) | 1,5 a 2,0 L/ha |
| Grão-de- bico | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 0,5 a 2,0 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Recomenda-se aplicação única do herbicida TARGA MAX em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura, evitando a matocompetição das gramíneas com a cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
|---|---|---|---|---|---|
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | |||||
| Milho-voluntário ou Milho-tiguera (Zea mays) | |||||
| Bambuzinho ou Capim-rabo-de- raposa (Setaria geniculata) | 1,0 a 2,0 L/ha | ||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
| Capim-de-burro ou Grama- bermuda (Cynodon dactylon) | 1,5 a 2,0 L/ha | ||||
| Lentilha | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 0,5 a 2,0 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Recomenda-se aplicação única do herbicida TARGA MAX em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura, evitando a matocompetição das gramíneas com a cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | |||||
| Milho-voluntário ou Milho-tiguera (Zea mays) | |||||
| Bambuzinho ou Capim-rabo-de- raposa (Setaria geniculata) | 1,0 a 2,0 L/ha | ||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
| Capim-de-burro ou Grama- bermuda (Cynodon dactylon) | 1,5 a 2,0 L/ha | ||||
| Pinus | Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 2,0 a 4,0 L/ha | Realizar 1 aplicação, em pós emergência da cultura e das plantas infestantes, quando estas apresentarem até 2 perfilhos. | 1 | Terrestre: 150 – 200 L/ha Aérea: 10 – 40 L/ha |
| Capim braquiária (Brachiaria decumbens) |
| Soja | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 0,5 a 2,0 L/ha | Recomenda-se uma aplicação no manejo de gramíneas na pré- semeadura da soja e a outra em pós-emergência da cultura em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura. | 2 | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aérea: 10 – 40 L/ha |
|---|---|---|---|---|---|
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | |||||
| Milho-voluntário ou Milho-tiguera (Zea mays) | |||||
| Bambuzinho ou Capim-rabo-de- raposa (Setaria geniculata) | 1,0 a 2,0 L/ha | ||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
| Capim-de-burro ou Grama- bermuda (Cynodon dactylon) | 1,5 a 2,0 L/ha | ||||
| Tomate | Milho-voluntário ou Milho-tiguera (Zea mays) | 0,5 a 2,0 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Recomenda-se aplicação única do herbicida TARGA MAX em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura, evitando a matocompetição das gramíneas com a cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
| Trigo | Aveia-voluntária (Avena sativa) | 2,0 a 4,0 L/ha | Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aérea: 10 – 40 L/ha |
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
| Triticale | Aveia-voluntária (Avena sativa) | 2,0 a 4,0 L/ha | Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
| Azevém (Lolium multiflorum) |
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
TARGA MAX é recomendado em pós-emergência das culturas da acácia negra, algodão, amendoim, batata, café, cebola, citros, eucalipto, ervilha, feijão, feijão-caupi, grão-de-bico, lentilha, pinus, soja, tomate e também no manejo de gramíneas na dessecação pré-semeadura da cultura da aveia, centeio, cevada, soja, trigo e triticale. TARGA MAX deve ser aplicado em gramíneas na fase de pleno desenvolvimento vegetativo, onde se recomenda as menores doses quando as gramíneas estiverem em estágio de até no máximo 4 perfilhos, e utilizar as maiores doses para o controle de gramíneas em estágio de 4 perfilhos até no máximo 40 cm de altura.
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas infestantes As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. Preparo da calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva. Aplicação Via Terrestre: A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como: Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Aplicação Via Aérea: A aplicação via aérea é indicada para as culturas: acácia negra, algodão, eucalipto, pinus, soja, trigo. Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura
do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. Condições Climáticas: Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos: - Temperatura ambiente abaixo de 30ºC. - Umidade relativa do ar acima de 50%. - Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Acácia Negra: (2) Algodão: 28 dias Amendoim: 15 dias Aveia: (1) Batata: 70 dias Café: 7 dias Cebola: 14 dias Centeio: (1) Cevada: (1) Citros: 7 dias Eucalipto: (2) Ervilha: 30 dias Feijão: 30 dias Feijão-caupi: 30 dias Grão-de-bico: 30 dias Lentilha: 30 dias Pinus: (2) Soja: 30 dias Tomate: 4 dias
Trigo: (1) Triticale: (1) (1) – Não determinado devido à modalidade de emprego. (2) - Uso Não Alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Não há desde que siga corretamente as instruções de uso. O uso do produto está restrito ao indicado no rótulo e bula. Não aplicar em plantas infestantes em condições de estresse hídrico.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta infestante alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. O produto herbicida TARGA MAX é composto por Quizalofope-P-etílico, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da ACCase (Acetil CoA carboxilase), pertencente ao Grupo A, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES”
PRECAUÇÕES GERAIS
− Produto para uso exclusivamente agrícola. − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. − Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. − Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. − Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. − Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. − Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. − Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela preparação da calda em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão hidrorrepelente, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. ATENÇÃO - Pode ser nocivo se ingerido - Provoca moderada irritação à pele PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos) Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR TARGA MAX - (Quizalofope-P-etílico)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).
| Grupo químico | Quizalofope-P-etílico: Ácido ariloxifenoxipropiônico Hidrocarboneto Aromático Naftênico: hidrocarboneto aromático |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Potenciais vias de exposição | Oral, dérmica, ocular e inalatória. |
| Toxicocinética | Quizalofope-P-etílico: Apresenta absorção e distribuição relativamente rápidas e eliminação bastante lenta na urina e nas fezes. É rapidamente distribuído e não foi observado potencial de acumulação. Hidrocarboneto aromático pesado: os hidrocarbonetos aromáticos de cadeia longa atravessam a membrana alveolar de ratos atingindo a corrente sanguínea, e seus principais efeitos são locais. Hidrocarboneto aromático pesado: Estudos conduzidos com ratos mostraram que os produtos pertencentes ao grupo dos hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente, atingem o sistema nervoso central. Em caso de ingestão, a eliminação ocorre principalmente através das fezes. |
| Toxicodinâmica | Quizalofope-P-etílico: O quizalofope-p-etílico age como proliferador de peroxisomos. Hidrocarboneto aromático pesado: Sistema nervoso central (SNC) – A exposição aguda a hidrocarbonetos aromáticos possibilita a absorção destes solventes para a corrente sanguínea e possibilita que atravessem a barreira hematoencefálica, podendo levar à depressão do SNC. Devido à característica lipofílica, dissolve a porção lipídica das membranas das células nervosas e interrompe a função das proteínas de membrana, seja por alterar a bicamada lipídica, seja por alterar a conformação proteica. Pulmões - A irritação pulmonar e pneumonite após inalação e exposição oral a hidrocarbonetos aromáticos pode envolver interação direta com as membranas das células nervosas, o que pode causar broncoconstrição e dissolução das membranas do parênquima pulmonar, resultando em uma exsudação hemorrágica de proteínas, células e fibrina nos alvéolos. |
| Sintomas e sinais clínicos | Quizalofope-P-etílico: Não há informações médicas relatando problemas de intoxicação. Não foram relatados efeitos adversos atribuídos ao quizalofope-p- etílico em trabalhadores de uma planta de quizalofope-p-etílico. Hidrocarboneto aromático pesado: vapores de naftas de petróleo são irritantes para membranas mucosas do trato respiratório. Aspiração de hidrocarbonetos causa dano pulmonar agudo, que pode levar à síndrome aguda do estresse respiratório. Hidrocarboneto aromático pesado: A ingestão de substâncias da classe dos hidrocarbonetos aromáticos pode causar tosse, náuseas, vômito, diarreia, dor e queimação abdominal, taquidisritmia cardíaca. A ingestão e a inalação podem |
| causar depressão do sistema nervoso central, caracterizada por náuseas, dor de cabeça, tontura, perda da coordenação, inconsciência e coma. Pode causar irritação da pele, olhos e trato respiratório. A aspiração aos pulmões pode resultar em pneumonite química. | |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição. |
| Tratamento | Antídoto: não há antídoto específico conhecido para a substância. Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Exposição oral: Se houver comprometimento respiratório, administrar leite ou água assim que possível, após a ingestão. Em caso de ingestão, se observar irritação do trato gastrintestinal, considerar endoscopia para determinar a extensão do dano. Exposição inalatória: mover o paciente a um local ventilado. Monitorar quanto ao estresse respiratório. Em casos de tosse e/ou dificuldade para respirar, avaliar se há irritação do trato, bronquite ou pneumonite, se necessário, administrar oxigênio e realizar ventilação assistida. Exposição ocular: remover lentes de contato e lavar os olhos expostos com quantidade considerável de água ou solução salina 0,9%. Exposição dérmica: remover as roupas e acessórios contaminados e colocá- los em sacos plásticos. Lavar as áreas expostas com água e sabão por 15 minutos. Hidrocarboneto aromático pesado: o quadro de intoxicação deve ser reconhecido o quanto antes. Mantenha vias aéreas abertas e aplique ventilação assistida se necessário. Administrar oxigênio suplementar. Monitorar gases sanguíneos ou oximetria, raio-x do peito e ECG e admitir pacientes sintomáticos ao cuidado intensivo. Utilizar epinefrina e outras aminas simpatomiméticas com cautela em pacientes com significante intoxicação por hidrocarboneto, visto que arritmias podem ocorrer. Cuidado para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; e utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. |
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado. |
| Efeitos das interações quimicas | Não são conhecidos. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT – ANVISA/MS). |
| As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
|---|---|
| Telefone de Emergência da empresa: 0800-774 4272 Endereço eletrônico da empresa: www.ihara.com.br Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148 |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”
EFEITOS AGUDOS DO PRODUTO FORMULADO
DL50 oral em ratos: 5000 mg/kg p.c. DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: não foi determinada nas condições do teste*. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: causou edema e descamação persistente até 14 dias Corrosão/Irritação ocular em coelhos: causou hiperemia, quemose e irite, reversíveis em 72 horas. Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante Sensibilização respiratória em ratos: dado não disponível Mutagenicidade: o produto não é mutagênico (*) Este produto formulado não receberá classificação toxicológica para o parâmetro inalatório, tendo em vista que não ocorreram mortes na concentração avaliada.
EFEITOS CRÔNICOS DO INGREDIENTE ATIVO E COMPONENTES
Quizalofope-P-etílico: Em estudos de toxicidade subcrônica e crônica, conduzidos em animais de laboratórios, o órgão alvo foi o fígado, quando se observou aumento do peso desse órgão, hipertrofia hepatocelular e aumento de mitose hepática, em camundongos. Em ratos, observou-se aumento do peso do fígado e aumento da atividade de enzimas séricas e de proteínas plasmáticas. Não foi observado potencial de toxicidade para reprodução, e nem toxicidade para o desenvolvimento. - camundongos 90 dias NOAEL de 1,7 mg/kg/dia (machos) e 2,0 mg/kg/dia (fêmeas); - ratos 90 dias NOAEL de 7,7 mg/kg/dia (machos) e 9,0 mg/kg/dia (fêmeas). Hidrocarboneto aromático pesado: Vapor de nafta de petróleo é irritante para membranas mucosas do trato respiratório. Estudos em animais mostram que hidrocarbonetos de petróleo causam mínimo ou nenhum dano aos olhos. Estudos de genotoxicidade in vivo e in vitro apontam que seus constituintes também não apresentam potencial mutagênico ou genotóxico. Não há efeitos adversos observados em estudos para o desenvolvimento em ratos. Há evidência inadequada quanto a carcinogenicidade de solventes de petróleo em humanos, de maneira geral, não são classificados quanto à carcinogenicidade a humanos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) ( ) Pouco perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamento. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS. • Telefone da empresa 0800-770-1760. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.