TALLADEGA Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o n° 24723
COMPOSIÇÃO
(E)-N1-[(6-chloro-3-pyridyl)methyl]-N2-cyano-N1-methylacetamidine (ACETAMIPRIDO) .................................................................................................................200 g/kg (20% m/m) Outros ingredientes .............................................................................................................. 800 g/kg (80% m/m)
GRUPO 4A INSETICIDA PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida de ação sistêmica. GRUPO QUÍMICO: Neonicotinoide. TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó solúvel em água (SP) TITULAR DO REGISTRO (*): SOLUS DO BRASIL LTDA. Rodovia BR 376, nº 1441, Salas S5 e S6 – Parque Industrial Zona Oeste II Apucarana/PR, Brasil. CEP 86800-762 CNPJ n° 21.203.489/0001-79. Telefone: (43) 3162-2700 Registro da empresa no Estado (ADAPARPR) n° 1007610 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: ACETAMIPRIDO TÉCNICO DINAGRO. Registro no MAPA N° 2117 HEBEI YETIAN AGROCHEMICALS CO., LTD. Industrial Zone, South of Yuanshi County, Shijiazhuang, Hebei, China. CEP 050000 NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. Beihai Road, Nº 1165, Ningbo Chemical industry Zone, Xiepu Town, Dist. Zhenhai, Ningbo, Zhejiang, China. CEP 315040 ACETAMIPRIDO TÉCNICO CH. Registro no MAPA n° 7717 NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. Beihai Road, Nº 1165, Ningbo Chemical industry Zone, Xiepu Town, Dist. Zhenhai, Ningbo, Zhejiang, China. CEP 315040 ACETAMIPRIDO TÉCNICO HAILIR. Registro no MAPA nº TC00624 SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO., LTD. Lingang Industrial Zone, CoastalEcon, Development Zone Weifang, Shadong, China. ACETAMIPRID TÉCNICO SAL. Registro no MAPA nº TC05822 SHANDONG UNITED PESTICIDE INDUSTRY CO., LTD. Building 1#,Middle Shengli Road, Daxin Village, Fan Town Daiyue District, 250100, Taian, China. ACETAMIPRIDO TÉCNICO RAINBOW. Registro no MAPA nº TC03123 SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai economic Development Area, 262737, Weifang, Shandong - China. FORMULADORES: AGROMOL BIOTECH CO., LTD. East side, middle section of Binhe Road, Shanxian County Chemical Industry Park, Xieji Town, Shaxian County, Heze City, Shandong Province, China.
ANHUI HUAXING CHEMICAL CO. LTD. Wujiang Town, Hexian County, Anhui, China. ANHUI RICHEN PLANT PROTECTION ENGINEERING CO., LTD. No. 30 Kaiyuan Avenue, Mohekou Industrial Park, Bengbu, Anhui, China. CHD’S AGROCHEMICALS SAIC. Supercarretera km 32,5, Campo Tacuru, Hernandarias, Alto Paraná, Paraguai. CEP 7220 FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S/A Rodovia Castelo Branco, km 68,5 – Bairro Olhos d’Água, Mairinque/SP – Brasil. CEP 18120-970 GSP CROP SCIENCE LIMITED Lot nº 100 to 103 G.V.M.M. - Industrial Property Ahmedabad, Gujarat, India. HEBEI YETIAN AGROCHEMICALS CO., LTD. Industrial Zone, South of Yuanshi County, Shijiazhuang, 050000 Hebei, China. HUILONG GROUP YOUNGSUN PESTICIDES CO., LTD. Qingquan Road, Hefei Recycling Economic Park, Anhui, China. INDOGULF CROPSCIENCES LTD. 501, Gopal Heights, Netaji Subhash Place, Pitampura, New Delhi -110034, India. JINAN AGROLIMUDA CO., LTD. East of Daling Road and South of Huiyuan Street Economic Development Zone, Shanghe County, Jinan City Shandong, China. JIANGSU CHANGQING BIOTECHNOLOGY CO., LTD. No. 1, Jiangling Road, Putou Town, Jiangdu District, Yangzhou City, Jiangsu, China. JIANGSU KANGPENG BIOTECHNOLOGY CO., LTD. Qiatou Village, Sanshui Street, Jiangyan District, Taizhou, Jiangsu, China. JIANGSU YONGAN CHEMICAL CO., LTD. Xuehang Chemical Industrial Park, Lianshui County, Jiagnsu Province, China. M/S HEMANI INDUSTRIES LTDA. Unit-II, Plot No.3207/A&B, 3208/1&2, 3202/A/1, GIDC Industrial Estate, Ankleshwar393002, District - Bharuch, Gujarat, lndia. NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. Beihai Road, Nº 1165, Ningbo Chemical industry Zone, Xiepu Town, Dist. Zhenhai, Ningbo, Zhejiang, China. CEP 315040 OURO FINO QUÍMICA S.A Avenida Filomena Cartafina nº 22335, Distrito Industrial III – Uberaba/MG – Brasil. CEP 38004-750 QINGDAO AUDIS BIO-TECH CO., LTD. Changyang Industrial Zone, Laixi City, Qingdao, China. SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO., LTD. Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Development Zone, Weifang, Shandong, China. SHANDONG UNITED PESTICIDE LNDUSTRY CO., LTD. Building 1 #, Middle Shengli Road, Daxin Village, Fan Town, Daiyue District, Taian City, Shandong, China. SHANDONG WAIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, China. 262737
SUZHOU GREENLANDS CHEMICAL CO., LTD. Guotai Oriental Plaza, No. 9, East Renmin Road, Zhangjiagang, Jiangsu Province 215600, P.R. China. ZHEJIANG RAYFULL CHEMICALS CO., LTD. Room 601, 3A, Daziran City Light Blgd, Wenzhou City, Zhejiang, China. ZHEJIANG XINAN CHEMICAL INDUSTRIAL GROUP CO., LTD. Xinanjiang Jiande Zhejiang 311600, China. IMPORTADORES: ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA. Avenida Silva Jardim, 2600, Conj.1901, Andar 19, Cond. New Zeal, CEP: 80240-020, Bairro Água Verde, Curitiba/PR. CNPJ: 10.409.614/0001-85. Registro estadual nº 003483 – ADAPAR/PR ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA. Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100, KM 30,5, CEP: 06421-400, Bairro dos Altos, Barueri/SP. CNPJ: 10.409.614/0003-47. Registro estadual nº 1164 – CDA/SP ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA. Rodovia BR-050, S/N, KM 185, Galpão 10, CEP: 38038-050, Bairro Jardim Santa Clara, Uberaba/MG. CNPJ: 10.409.614/0005-09. Registro estadual nº11975 – IMA/MG ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA. Rodovia PR 090, KM 374, S/N, Lote 44-C-2, CEP: 86200-000, Bairro Parque Ind. Nene Favoretto, Ibiporã/PR. CNPJ: 10.409.614/0002-66. Registro estadual nº1000151 – ADAPAR/PR ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA. Rodovia BR-285, 7870, KM 297, CEP: 99042-890, Bairro Jose Alexandre Zachia, Passo Fundo/RS. CNPJ: 10.409.614/0006-90. Registro estadual nº93/17 – SEAPA/RS CROPFIELD DO BRASIL S.A. Rodovia BR-153, n° 924, Sala 03, Presidente Castelo Branco – Erechim/RS. CEP: 99708-286. CNPJ: 17.605.035/0001-57. Registro da empresa no estado (SEAPA/RS) n° 233448/13.
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento:
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA
CATEGORIA 4 PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL
CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO
TALLADEGA é um inseticida, que contém o ingrediente ativo acetamiprido, 200 g/kg, na formulação pó solúvel em água (SP), do grupo químico neonicotinoide, de ação sistêmica indicado para o controle de pragas nas culturas de algodão, batata, feijão, maçã, mamão, melancia, melão, milho, soja, tomate e trigo. CULTURAS, PRAGAS CONTROLADAS, DOSES DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA:
| Cultura | Alvo-biológico | Dose de aplicação (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | |||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Pulverização | ||||||
| Produto comercial | Ingredient e ativo | Terrestre | Aérea | |||
| Nome científico | Nome comum | |||||
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das- inflorescências; Pulgão- do-algodoeiro | 100 | 20 | 200 | 40-50 |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde | 300 | 60 | 600 | 40-50 |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | 250-300 | 50-60 | 300 | 40-50 |
| Maçã | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas; Mosca-sul-americana | 30-40 g/100 L d’água | 6-8 g/100 L d’água | 800-1.000 | 40-50 |
| Grapholita molesta | Mariposa-oriental | 800 | 40-50 | |||
| Mamão | Empoasca spp. | Cigarrinha | 25 g/100 L d’água | 5 g/100 L d’água | 600 | 40-50 |
| Aonidiella comperei | Cochonilha | 250-300 | 50-60 | 600 | 40-50 | |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | 250-300 | 50-60 | 1.000 | 40-50 |
| Aphis gossypii | Pulgão-das- inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro | |||||
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | 250-300 | 50-60 | 1.000 | 40-50 |
| Aphis gossypii | Pulgão-das- inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro | |||||
| Milho | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-do-milho | 350 | 70 | 200 | 40-50 |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | 350-400 | 70-80 | 150-200 | 40-50 |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde; Pulgão- verde-claro | 250 | 50 | 1.000 | 40-50 |
| Frankliniella schultzei | Tripes | 250 | 50 | |||
| Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | 250-400 | 50-80 | - X - | ||
| Trigo | Metopolophium dirhodum | Pulgão; Pulgão-da- espiga | 375 | 75 | 200 | 40-50 |
| Sitobion avenae | Pulgão-da-folha; Pulgão-verde-pálido | 200 | 40-50 |
Nota: 1 kg de TALLADEGA tem 200 g do ingrediente ativo acetamiprido.
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
| Algodão | Iniciar as aplicações com o produto imediatamente após surgirem os primeiros pulgões. Repetir as aplicações a cada 10 dias se for constatada a presença da praga. Volume de calda: 200 L/ha (pulverização terrestre); 40-50 L/ha (pulverização aérea). Número de aplicações por ciclo da cultura: até 2 por safra. |
|---|---|
| Batata | Iniciar as aplicações com o produto quando surgirem os primeiros pulgões. Repetir as aplicações a cada 10 dias se for constatada a presença da praga. Volume de calda: 600 L/ha (pulverização terrestre); 40-50 L/ha (pulverização aérea). Número de aplicações por ciclo da cultura: até 2 por safra. |
| Feijão | Iniciar as aplicações com o produto preventivamente, ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área. Repetir as aplicações em intervalos de 7 dias. Deve-se intercalar com produtos de modo de ação diferentes para evitar o aparecimento de resistência da praga. Volume de calda: 300 L/ha (pulverização terrestre); 40-50 L/ha (pulverização aérea). Número de aplicações por ciclo da cultura: até 3 por safra. |
| Maçã | Mosca-das-frutas; Mosca-sul-americana : iniciar as aplicações com o produto preventivamente ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área. Repetir as aplicações se necessário em intervalos de 14 dias. Volume de calda: 800 a 1.000 L/ha (pulverização terrestre); 40-50 L/ha (pulverização aérea). Número de aplicações por ciclo da cultura: até 3 por safra. Mariposa-oriental: iniciar as aplicações com o produto com o início da infestação da praga realizando-se o monitoramento através de armadilhas. Repetir as aplicações se necessários em intervalos de 14 dias. Volume de calda: 800 L/ha (pulverização terrestre); 40-50 L/ha (pulverização aérea). Número de aplicações por ciclo da cultura: até 3 por safra. Deve-se intercalar com produtos de modo de ação diferente para evitar-se o aparecimento de resistência da praga. |
| Mamão | Iniciar as aplicações com o produto assim que for detectado o início do aparecimento da praga. Repetir as aplicações se necessários em intervalos de 7 dias. Volume de calda: 600 L/ha (pulverização terrestre); 40-50 L/ha (pulverização aérea). Número de aplicações por ciclo da cultura: até 2 por safra. |
| Melancia | Mosca-branca: Iniciar as aplicações com o produto preventivamente ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área. Repetir as aplicações em intervalos de 7 dias. Volume de calda: 1.000 L/ha. Número de aplicações por ciclo da cultura: até 3 por safra. Pulgão: Iniciar as aplicações com o produto preventivamente ou após surgirem os primeiros pulgões na área. Repetir as aplicações em intervalos de 7 dias. Volume de calda: 1.000 L/ha. Número de aplicações por ciclo da cultura: até 3 por safra. Deve-se intercalar com produtos de modo de ação diferente para evitar-se o aparecimento de resistência da praga. |
| Melão | Mosca-branca: Iniciar as aplicações com o produto preventivamente ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área. Repetir as aplicações em intervalos de 7 dias. Volume de calda: 1.000 L/ha (pulverização terrestre); 40-50 L/ha (pulverização aérea). Número de aplicações por ciclo da cultura: até 3 por safra. Pulgão: Iniciar as aplicações com o produto preventivamente ou após surgirem os primeiros pulgões na área, ou conforme o nível de infestação na cultura. Repetir as aplicações em intervalos de 7 dias. Volume de calda: 1.000 L/ha (pulverização terrestre); 40-50 L/ha (pulverização aérea). Número de aplicações por ciclo da cultura: até 3 por safra. Deve-se intercalar com produtos de modo de ação diferente para evitar-se o aparecimento de resistência da praga. |
|---|---|
| Milho | Iniciar as aplicações com o produto preventivamente, ou quando for observada o aparecimento das primeiras adultas da praga na área. Repetir a aplicação em intervalo de 7 a 10 dias. Volume de calda: 150 a 200 L/ha (pulverização terrestre); 40-50 L/ha (pulverização aérea). Número de aplicações por ciclo da cultura: até 2 por safra. Deve-se intercalar com produtos de modo de ação diferente para evitar-se o aparecimento de resistência da praga. |
| Soja | Iniciar as aplicações com o produto preventivamente, ou quando for observada o aparecimento das primeiras adultas da praga na área. Repetir a aplicação em intervalo de 7 a 10 dias. Volume de calda: 150 a 200 L/ha (pulverização terrestre); 40-50 L/ha (pulverização aérea). Número de aplicações por ciclo da cultura: até 2 por safra. Deve-se intercalar com produtos de modo de ação diferente para evitar-se o aparecimento de resistência da praga. |
| Tomate | Pulgão: Iniciar as aplicações com o produto quando surgirem os primeiros pulgões na área. Repetir as aplicações quando for observado os primeiros adultos, em intervalos de 7 dias. Volume de calda: 1.000 L/ha (pulverização terrestre); 40-50 L/ha (pulverização aérea). Número de aplicações por ciclo da cultura: até 3 por safra. Tripes: Iniciar as aplicações com o produto preventivamente logo após o transplante das mudas. Repetir as aplicações quando for observado os primeiros adultos, em intervalos de 7 dias. Volume de calda: 1.000 L/ha (pulverização terrestre); 40-50 L/ha (pulverização aérea). Número de aplicações por ciclo da cultura: até 3 por safra. Mosca-branca: Iniciar as aplicações com o produto preventivamente ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área. Volume de calda: 1.000 L/ha (pulverização terrestre). Número de aplicações por ciclo da cultura: até 3 por safra. Deve-se intercalar com produtos de modo de ação diferente para evitar-se o aparecimento de resistência da praga. |
MODO DE APLICAÇÃO
TALLADEGA deve ser aplicado através de pulverização manual costal, tratorizada ou aeronave agrícola. O produto deve ser aplicado de maneira uniforme dando uma boa cobertura da parte aérea das plantas tratadas. A calda de pulverização deve ser mantida sob agitação contínua. Fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras com o equipamento para evitar-se a sobreposição nas áreas tratadas. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: PULVERIZAÇÃO FOLIAR Pulverização Terrestre: Pulverizador costal manual ou motorizado, ou de barra tratorizado com bicos cônicos com densidade de 30-40 gotas/cm² e tamanho de gotículas de 250 micra. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas, pulverizando de modo a atingir a praga. Procurar fazer as aplicações nas horas mais frescas do dia. Pulverização Aérea: Uso de barra adaptada com bicos pulverizadores. Volume de aplicação: com barra: 40-50 L/ha. Altura de voo: com barra: 4-5 m do alvo desejado. Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m. Tamanho/densidade de gotas: 100-120 micra com mínimo de 40 gotas/cm². Condições climáticas: o diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (L/ha), para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 8 km/h, temperatura inferior à 27ºC e Umidade Relativa acima de 70%, visando reduzir ao mínimo, perdas por deriva ou evaporação. No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 a D12, disco (core) inferior a 45º. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. INSTRUÇÕES DE USO PARA CONTROLE DA MOSCA BRANCA: A) Doses de Uso: Feijão: Utilizar doses entre 250 e 300 g/ha. Procurar sempre colocar o produto em contato com a praga. A dose menor deve ser utilizada em aplicações preventivas, isto é, quando houver previsão de ocorrência da praga na cultura, porém a mesma ainda não estiver presente na lavoura. A dose maior deve ser utilizada em cultura onde haja ocorrência inicial da praga.
Melão e Melancia: Utilizar doses entre 25 e 30 g/100 L d’água em aplicações com consumo de 1.000 L de calda/ha. Procurar sempre colocar o produto em contato com a praga. A dose menor deve ser utilizada em aplicações preventivas, isto é, quando houver previsão de ocorrência da praga na cultura, porém a mesma ainda não estiver presente na lavoura. Em plantas novas e aplicações em jato dirigido com utilização de consumo de calda reduzido, ignorar a recomendação por 100 L de calda e considerar sempre a dose em gramas de produto comercial/ha. A dose maior deve ser utilizada em cultura onde haja ocorrência inicial da praga. Quando houver consumo de calda inferior a 1.000 L/ha, desconsiderar sempre a dose em gramas de produto comercial/ha. Soja: Utilizar doses entre 350 a 400 g/ha. Procurar sempre colocar o produto em contato com a praga. A dose menor deve ser utilizada em aplicações preventivas, isto é, quando houver previsão de ocorrência da praga na cultura, porém a mesma ainda não estiver presente na lavoura. A dose maior deve ser utilizada em cultura onde haja ocorrência inicial da praga. Tomate: Utilizar doses entre 25 e 40 g/100 L d’água. Volume de calda: 1.000 L/ha. Procurar sempre colocar o produto em contato com a praga. A dose menor deve ser utilizada em aplicações preventivas, isto é, quando houver previsão de ocorrência da praga na cultura, porém a mesma ainda não estiver presente na lavoura. Em plantas novas e aplicações em jato dirigido com utilização de consumo de calda reduzido, ignorar a recomendação por 100 L de calda e considerar sempre a dose em gramas de produto comercial/ha. A dose maior deve ser utilizada em cultura onde haja ocorrência inicial da praga. Quando houver consumo de calda inferior a 1.000 L/ha, desconsiderar a recomendação por 100 L d’água e utilizar a dose em gramas do produto comercial/ha. B) Época de Aplicação: O produto deve ser aplicado preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura, repetindo as aplicações em intervalos de 7 dias dependendo da necessidade. Recomenda-se fazer aplicações intercaladas com produtos de modo de ação diferente devidamente registrados para o controle da referida praga para que seja evitado o aparecimento da resistência dos insetos ao inseticida. C) Métodos de Aplicação: Pulverização terrestre e aérea Pulverização terrestre tratorizado ou costal manual, dotados de bico cônico com volume de calda suficiente para que as plantas e a praga recebam uma boa cobertura da calda inseticida. Pulverização aérea através de aeronaves agrícolas devidamente equipadas com barra/bico, empregando-se o volume em torno de 40 a 50 L de calda/ha, seguindo sempre as boas práticas de aplicação, procurando pulverizar quando não houver vento ou pelo menos que a velocidade do vento seja inferior à 8 km/hora e com alta umidade relativa do ar (superior à 70%). Para o controle da mosca-branca na cultura do tomate esta prática não é recomendada por ser necessário aplicações com alto volume ao contato do produto com a praga (adulto ou ninfa). Instruções para preparo da calda de pulverização: Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Após encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar TALLADEGA mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda. Lavagem do equipamento de pulverização: Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Algodão, Feijão, Maçã, Milho, Trigo: 7 dias Batata, Melancia, Melão, Tomate: 1 dia Mamão: 3 dias Soja (pulverização foliar): 14 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Uso exclusivamente agrícola. Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Somente utilizar as doses recomendadas. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. Não utilizar águas turvas ou com presença de argilas (barrentas), pois a eficiência do produto pode ser prejudicada. Observar condições de inversão térmica para prevenir potenciais riscos de deriva e volatilidade. A calda deve ser preparada e aplicada no mesmo dia. Utilizar somente pulverizadores em perfeitas condições de uso e sem resíduos de aplicações anteriores. Não aplicar o produto em culturas hidropônicas ou plantadas em vasos ou outros recipientes.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS: - Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. Utilizando-se as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI), pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas. - Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga. - Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula. - Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle (ex. controle cultural, biológico, etc.)
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação/manuseio em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite ao máximo possível o contato com a área de aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato e não permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; - Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas de nitrila e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegidas - É vetado aos trabalhadores levarem EPI para casa; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRIMEIROS SOCORROS
Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: NÃO PROVOQUE VÔMITO, procure assistência médica, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou a receita agronômica do produto. Olhos: Lave com água corrente em abundância e procure assistência médica levando a embalagem, rótulo,
bula ou receita agronômica do produto. Pele: Lave com água corrente em abundância e procure assistência médica, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto. Inalação: Procure local arejado e recorra a assistência médica, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto. A pessoa que ajudar dever proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INFORMAÇÕES MÉDICAS – TALLADEGA
| Grupo químico | Neonicotinoide |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO |
| Vias de exposição | Oral, inalatória e dérmica, nos locais onde o produto é produzido ou utilizado. |
| Toxicocinética | Em estudos realizados em ratos, o acetamiprido foi absorvido rápida e quase completamente pelo trato gastrointestinal (> 96% 24 horas após administração). Após absorvido o produto é distribuído pelo organismo, sendo encontrado resíduos (0,01 - 0,1 ppm) no trato gastrointestinal, fígado, rins, adrenais e tireoide, com baixo potencial de bioacumulação. Sofre biotransformação mediante processos de demetilação e conjugação com glicina. A maior concentração do produto no organismo dá-se na primeira hora pós- dose, após este tempo os níveis começam a cair e a sua eliminação do organismo ocorre em 6 horas. O Acetamiprido é excretado principalmente pela urina e fezes. |
| Toxicodinâmica | Agem como agonistas dos receptores nicotínicos da acetilcolina no sistema nervoso central alterando assim a transmissão do sinal nas sinapses nervosas. Compostos neonicotinoides são de relativamente baixa toxicidade devido a que apresentam baixa afinidade pelos subtipos de receptor nicotínico dos vertebrados quando comparados aos dos insetos e não penetram a barreira hematoencefálica. Efeitos do sistema nervoso central não deveriam ser esperados a baixos níveis de exposição. |
| Sintomas e sinais clínicos | Exposição aguda: Este tipo de inseticida parece ser menos tóxico em contato com a pele ou quando inalado que após ingestão. • Dois casos de intoxicação por acetamiprido em humanos foram descritos no Japão Os pacientes apresentaram: náuseas, vômitos, debilidade muscular, hipotermia, convulsões, taquicardia, hipotensão, alterações eletrocardiográficas e hipoxia. Os sintomas foram parcialmente semelhantes aos apresentados na intoxicação por organofosforados. Tratamento de suporte foi suficiente e os dois pacientes recuperaram sem complicações em 2 dias. • Ingestões de formulações contendo neonicotinoides podem produzir sintomas resultantes da ação dos solventes ou outros componentes da formulação, alguns dos quais podem ser corrosivos. Toxicidade crônica: Não há dados disponíveis sobre toxicidade crônica em humanos. Não é considerado carcinogênico para humanos. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. |
| sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistir. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: • EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento. • Usar PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto durante o processo. | |
|---|---|
| Contra indicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. |
| Efeitos das Interações Químicas | Não são conhecidos. |
| ATENÇÃO | TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS Telefone de emergência da empresa: Solus do Brasil Ltda.: (43) 3047-8359 Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) |
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado): DL50 oral em ratas fêmeas: 300 a 2.000 kg de peso corpóreo. DL50 dérmica em ratos machos e fêmeas > 2.000 mg/kg CL50 inalatória (4 horas) em ratos machos e fêmeas: > 1,176 mg/L Irritação dérmica: Irritante leve. Irritação ocular: Irritante leve. Sensibilização dérmica: não causou sensibilização dérmica Sensibilização respiratória: não há informações disponíveis sobre sensibilização respiratória. Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) e não apresentou atividade mutagênica em células de camundongos. Efeitos crônicos: Em estudos toxicológicos crônicos (exposição durante boa parte da vida dos animais) os ratos apresentaram perda de peso e redução do consumo alimentar.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) (X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Solus do Brasil Ltda. - Telefone de Emergência 0800-014-1149. - Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos e corpos d’água. Siga as instruções abaixo: • Piso Pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá utilizar os mesmos EPI – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos. - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas medicamentos, rações, animais e pessoas. PARA EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL: ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. PARA EMBALAGEM FLEXÍVEL: ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – Modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. PARA EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Atente-se para as legislações estaduais e municipais.