Bula oficial · registro MAPA nº 13407

Bula do Systhane 400 WP

Bula completa do Systhane 400 WP (registro MAPA nº 13407), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: miclobutanil.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 14 páginas no PDF.

Systhane® 400 WP <logomarca do produto> Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 013407

COMPOSIÇÃO

2-p-chlorophenyl-2-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)hexanenitrile (MICLOBUTANIL) .................................................................................................... 400 g/kg (40% m/m) Outros Ingredientes ............................................................................................... 600 g/kg (60% m/m)

GRUPO G1 FUNGICIDA PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida sistêmico. GRUPO QUÍMICO: MICLOBUTANIL: Triazol TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP) TITULAR DO REGISTRO (*): CTVA Proteção de Cultivos Ltda. Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA - Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: SYSTHANE TÉCNICO I Registro MAPA nº 08404 Chirex Ltd. Cramilington, Northumberland NE 23 7QG - Inglaterra KemFine Oy P.O. Box 566, FI – 67701, Kokkola - Finlândia Deccan Fine Chemicals (Índia) Ltd Survey nº 80-83, Kesavaram - Village, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal, Vishakapatnam District - 531127 Andra Pradesh - Índia FORMULADOR: CTVA Proteção de Cultivos Ltda. Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da Rocha/SP CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP Gowan Milling LLC 12300 E County 8th Street, 85365 - Yuma, Arizona - Estados Unidos da América Sipcam Nichino Brasil S/A Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG Página 1 de 14

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273° do Decreto N˚ 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR

DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: II - PRODUTO MUITO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Página 2 de 14

INSTRUÇÕES DE USO

SYSTHANE 400 WP é um fungicida sistêmico, de atividade tanto preventiva quanto curativa, transportado via xilema, deslocando-se de baixo para cima e para as extremidades dos ramos, sendo rapidamente absorvido pelas plantas, em até 1 hora após a aplicação. SYSTHANE 400 WP é altamente eficiente na redução do inóculo inicial dos fungos causadores das doenças para as quais o produto é indicado, inibindo a formação da membrana da parede celular dos fungos, atuando na síntese do ergosterol. Culturas, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:

CulturaAlvoDoseÉpoca de Aplicação
BatataPinta-preta (Alternaria solani)500 g/haSYSTHANE 400 WP deve ser aplicado preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença (alta temperatura, alta umidade e chuvas sequenciais) ou quando a cultura apresentar os primeiros sintomas da doença (5% de infecção nas folhas).
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 7 Intervalo de Aplicação: repetir em intervalos de 7 dias ou quando o nível de infecção da doença nas folhas aproximar-se de 5%. Volume de calda: - Aplicação terrestre: 500 - 700 L/ha

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CulturaAlvoDoseÉpoca de Aplicação
MaçãSarna-da-macieria (Venturia inaequalis)11 a 12 g/100 litros de águaCondições ótimas de controle da sarna da macieira são obtidas quando SYSTHANE 400 WP for aplicado preventivamente. SYSTHANE 400 WP possui ainda uma atividade curativa (efeito curativo pós- infecção) e uma atividade erradicante (inibição de futuras produções de conídios quando aplicado sobre as manchas esporulantes). Aplicação Preventiva: Início: antes da floração - a aplicação para o controle da sarna da macieira deve ser iniciada no Estádio Fenológico "C" (pontas verdes) coincidindo com o período de 5 - 10 dias após a aplicação de quebra de dormência. Caso esta não seja realizada, observar somente o Estádio Fenológico. Não existe contraindicação de aplicação de SYSTHANE 400 WP durante o período da floração da macieira (Estádios E - G). Após a primeira aplicação as demais devem ser repetidas num intervalo de 7 a 15 dias de acordo com o nível de infecção, histórico patológico da área e condições climáticas (umidade do ar, temperatura ambiente e período de molhamento). Para obter-se um efeito erradicante de SYSTHANE 400 WP recomenda-se fazer duas aplicações num intervalo de 7 dias. Aplicação Pós-Infecção: SYSTHANE 400 WP tem efeito curativo sobre a sarna da macieira, podendo ser aplicado sobre pomares onde já tenha ocorrido a infecção primária. Neste caso, SYSTHANE 400 WP inibe a esporulação ou desenvolvimento do micélio. SYSTHANE 400 WP pode ser aplicado até 96 horas após o início da infecção primária (chuvas contaminantes), propiciando uma maior flexibilidade e segurança no programa de aplicações para o controle da sarna da macieira.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de Aplicação: 7 dias. Volume de calda: - Aplicação terrestre: 700 - 1500 L/ha

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CulturaAlvoDoseÉpoca de Aplicação
MelãoOídio (Sphaerotheca fuliginea)150 g/haSYSTHANE 400 WP pode ser aplicado preventivamente ou quando o nível de infecção de oídio nas folhas, ramos e frutos atingir o nível de 5%. SYSTHANE 400 WP possui uma atividade curativa e quando for aplicado sobre lesões já formadas (coloração branca e aspecto de pó), irá interromper o crescimento e desenvolvimento da doença. As aplicações, devem ser realizadas sempre que as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento do oídio (temperaturas amenas e alta umidade relativa (com período sem chuvas), ou quando o nível de infecção da doença nas folhas, ramos e frutos aproximar-se de 5%.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de Aplicação: 15 dias. Volume de calda: - Aplicação terrestre: 300 - 1000 L/ha
UvaOídio (Uncinula necator)20 g/100 litros de águaSYSTHANE 400 WP pode ser aplicado preventivamente ou quando o nível de infecção de oídio nas folhas, brotos e cachos atingir um nível de 5%. SYSTHANE 400 WP possui uma atividade curativa, e quando for aplicado sobre lesões já formadas (coloração branca e aspecto de pó) irá interromper o crescimento e desenvolvimento das hifas e conídios do fungo, impedindo o avanço da doença para outras partes verdes da planta. As aplicações, devem ser realizadas sempre que as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento do oídio (alta temperatura e alta umidade relativa (com período sem chuvas), ou quando o nível de infecção das doenças nas folhas, brotos e cachos aproximar-se de 5%.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de Aplicação: 10 dias. Volume de calda: - Aplicação terrestre: 700 - 1000 L/ha

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MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: SYSTHANE 400 WP é indicado para aplicações terrestres com pulverizadores costais, tratorizados e atomizadores. Para as aplicações recomenda-se utilização de pontas de pulverização de jato cônico tipo D2, D3 ou equivalentes com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra. O volume de calda varia de acordo com a cultura, devendo ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme da planta. Não aplicar o produto nas horas mais quentes do dia ou na presença de ventos fortes. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como: - Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30º C - Umidade relativa do ar: acima de 55% - Velocidade do vento: calmo (entre 2 a 10 km/h)

INTERVALO DE SEGURANÇA

Batata, Melão e Uva ............................................................................................................................. 07 dias Maçã ...................................................................................................................................................... 14 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Batata: Pode ser observada uma pequena mudança na tonalidade da coloração (verde escuro) das folhas, sendo este um sintoma comum em culturas de batatas tratadas por fungicidas da classe triazóis. Entretanto, este sintoma não resulta em nenhum prejuízo em termos de produção de tubérculos. Maçã: O produto pode causar e/ou induzir “russeting”, e não induz ou favorece o aumento da população de ácaros nos pomares.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Vide dados relativos à proteção da saúde humana. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide modo de aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide dados relativos à proteção do meio ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide dados relativos à proteção do meio ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide dados relativos à proteção do meio ambiente. Página 6 de 14

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: sbfitopatologia.org.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G1 FUNGICIDA O produto fungicida SYSTHANE 400 WP é composto por Miclobutanil, que apresenta mecanismo de ação de desmetilase na biossíntese de esterol, pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. Página 7 de 14

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO

• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro mecânico classe P2; viseira; touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas de borracha; avental impermeável (quando utilizar equipamento costal); respirador mecânico classe P2; viseira; touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso), botas, calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador. • A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. • Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Página 8 de 14

ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido . Pode ser nocivo em contato oom a pelle. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto. INGESTÃO: NÃO PROVOQUE VÔMITO. Não dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. OLHOS: Lave com muita água corrente em abundância durante 15 minutos. PELE: Lave com água e sabão em abundância. INALAÇÃO: Procure lugar arejado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR Systhane 400 WP

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:MICLOBUTANIL: Triazol
Classe Toxicológica:CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição:Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Toxicocinética:A norma geral adotada internacionalmente não contempla a realização destes estudos no ser humano. Estudos efetuados com animais de laboratório usando carbono radiomarcado na substância teste, demonstraram que o Miclobutanil é rapidamente absorvido, metabolizado e excretado após administração oral. O Miclobutanil foi extensivamente metabolizado até compostos polares em ratos, o composto original representando apenas de 1 a 3,6% de todo o material excretado. A oxigenação do grupo butil é a principal via do processo metabólico. Os resultados de distribuição do material no organismo dos animais testados demonstraram que não houve acúmulo nos tecidos e órgãos, tendo sido excretado 98% do produto em 96 horas.
Toxicodinâmica:O mecanismo de toxicidade não é conhecido para humanos.
Sintomas e sinais clínicos:O Miclobutanil apresenta DL oral 1600 mg/kg em ratos e toxicidade aguda baixa 50 para as vias dérmica e inalatória em ratos, com DL dérmica > 2000 mg/kg e CL 50 50 inalatória > 5,1 mg/L. Não é um irritante à pele e não causou sensibilização à pele. O Miclobutanil não causou irritação ocular.
Diagnóstico:O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
Tratamento:Não há antídoto específico. Tratamento sintomático, baseado no julgamento do médico, em resposta às reações da vítima.
Contraindicações:O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos das interações químicas:Não são conhecidos.
ATENÇÃO:Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de

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Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 772 2492

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Vide itens de Toxicocinética e Toxicodinâmica.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Nenhum dos três animais tratados apresentou eritema ou edema durante o período de observação. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os três animais tratados apresentaram efeitos leves de vermelhidão da conjuntiva e quemose que foram totalmente reversíveis em até 7 dias. Não foram observados efeitos na íris ou na córnea de nenhum dos animais. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele. Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório. Mutagenicidade: O produto não é mutagênico. Efeitos crônicos: Foi observado aumento na atividade hepática das oxidases de função mista (MFO - mixed function oxidase) em ratos machos e fêmeas que receberam altas doses de Miclobutanil na dieta durante 90 dias. O Nível de Efeito Não Adverso foi de 1000 ppm na dieta para animais de ambos os sexos. Houve decréscimo no consumo de ração e no ganho de peso nos animais que receberam a maior dose, atribuído à má palatabilidade da dieta nesta alta concentração. No estudo de longo prazo com camundongos, o aumento observado na atividade hepática das oxidases de função mista foi também interpretado como sendo um mecanismo adaptativo, fisiológico, secundário à sobrecarga hepática causada pela presença da substância teste, não sendo considerado um efeito adverso. Não ocorreram mortes e nenhum sinal de toxicidade foi evidente em qualquer das doses administradas na dieta de cães durante 90 dias. O produto não apresentou características mutagênicas, teratogênicas, carcinogênicas ou efeitos sobre a reprodução.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Página 10 de 14

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO

E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. - telefone da empresa: 0800 772 2492. Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE

E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Página 11 de 14

Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça essa operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Página 12 de 14

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. Página 13 de 14

TRANSPORTE Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e federal antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a cultura são permitidos localmente. Página 14 de 14

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Systhane 400 WP registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 13407 · documento de 27/11/2024.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Systhane 400 WP?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Systhane 400 WP e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Systhane 400 WP é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 13407, documento de 27/11/2024), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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