SUN-DIURON 800 WG Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o n° 32222
COMPOSIÇÃO
3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea (DIUROM).................................. 800 g/kg (80% m/m) Outros ingredientes ................................................................................... 200 g/kg (20% m/m) GRUPO C2 HERBICIDA
CONTEÚDO: vide rótulo CLASSE: herbicida seletivo, de ação sistêmica GRUPO QUÍMICO: uréia. TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG) TITULAR DO REGISTRO (*): WYNCA DO BRASIL LTDA. Rua Cachoeira do Campo, nº 274 - Jardim Paraguaçú CEP: 03938-130 - São Paulo/ SP. CNPJ: 41.515.908/0001-15 - Registro CDA/SP nº 4338. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Ningxia Wynca Technology Co., Ltd. Taisha Industrial Park, Pingluo, Ningxia,753401. China. Produto técnico: DIUROM TÉCNICO WYNCA. Registro no MAPA n° 11615 FORMULADOR: Ningxia Wynca Technology Co., Ltd. Taisha Industrial Park, Pingluo, Ningxia, 753401. China. MANIPULADOR: PRENTISS Química Ltda. Rodovia PR 423, Km 24,5 CEP: 83603-000 - Campo Largo / PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Registro ADAPAR/PR nº 002669 Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsen, nº 1459 - Recanto dos Pássaros CEP: 13148-030 - Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro CDA/SP nº 477. IMPORTADOR: AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Av. Cristóvão Colombo, nº 2955 - sala 703 e 704 - Bairro Floresta CEP: 90.560-003 - Porto Alegre/ RS. CNPJ: 05.625.220/0001-24 - Registro SEAPA/RS nº 1448/04. AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rodovia BR 386, Km 173,5, s/nº - sala 5 - Bairro Boa Vista CEP: 99.500-000 - Carazinho/ RS. CNPJ: 05.625.220/0009-81 - Registro SEAPA/RS nº 42/18.
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rua Adolfo Zieppe Filho, s/nº, quadra 17, setor 13, anexo 01, módulo G Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz CEP: 99.500-000 - Carazinho/ RS. CNPJ: 05.625.220/0013-68 - Registro SEAPA/RS nº 65/20. AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rodovia PR 090, Km 374, s/nº - lote 44-C-2, módulo I - Parque Industrial Nenê Favoretto CEP: 86.200-000 - Ibiporã/ PR. CNPJ: 05.625.220/0005-58 - Registro ADAPAR/PR nº 1000021. AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 11100, Km 30,5, módulo 2N, Jardim Maria Cristina, 06.421-400 - Barueri/ SP. CNPJ: 05.625.220/0012-87 - Registro CDA/SP nº 4252. AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rodovia BR 163, Km 116, s/nº, armazém 2, sala 06 - Parque Industrial Vetorasso CEP: 78.746-055 - Rondonópolis/ MT. CNPJ: 05.625.220/0011-04 - Registro INDEA/MT nº 23445 AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rodovia BR-050, km 185, galpão 31 - Jardim Santa Clara CEP: 38038-050 - Uberaba/ MG. CNPJ: 05.625.220/0015-20 - Registro IMA/MG nº 17.470. ALAMOS DO BRASIL LTDA. Rua Industrial 01, Parque Industrial CEP: 85.525-000 - Mariópolis/ PR CNPJ:07.118.931/0003-08 - Registro ADAPAR/PR nº 1007936 ALAMOS DO BRASIL LTDA. AV. Senador Tarso Dutra, 565/Torre 2 - Sala 1407 - Petrópolis CEP: 90.690-140 - Porto Alegre/RS CNPJ:07.118.931/0001-38 - Registro SEAPA/RS nº 1788/08 ALAMOS DO BRASIL LTDA. AV Brasília, 3100, Sala 01 - Fundos - Nova Divineia, CEP: 89.870-000 - Pinhalzinho/RS CNPJ:07.118.931/0002-19 - Registro SEAPA/RS nº 1716 AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rodovia BR 364, Km 20, s/nº, Zona Rural - Cuiabá/ MT. CNPJ: 77.294.254/0050-72 - Registro INDEA/MT nº 20435. AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rodovia BR 163, nº 2461, Expansão Urbana - Sorriso/ MT. CNPJ: 77.294.254/0077-92 - Registro INDEA/MT nº 22956 AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rodovia PA 125, quadra 03, lote 15, 68628-557 - Paragominas/ PA. CNPJ: 77.294.254/0083-30 - Registro ADEPARA/PA nº 004.23.
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rodovia-RO 435, Km 113, Zona Rural - Cerejeiras/ RO. CNPJ: 77.294.254/0022-19 - Registro IDARON/RO nº 0001655. AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Avenida Ville Roy, n° 7492, quadra 54, São Vicente CEP: 69301-000 - Boa Vista/ RR. CNPJ: 77.294.254/0079-54 - Registro ADERR/RR nº 1420025. DKBR TRADING S.A. Av. Miguel Sutil, 6559 - Anexo A, Sala 03 – Alvorada CEP: 78048-000 - Cuiabá/ MT. CNPJ: 33.744.380/0002-09 - Registro INDEA/MT nº 22058. DKBR TRADING S.A. Av. Ayrton Senna da Silva, 600 - Cond. Torre Siena - andar 17 - Sala 1704, Gleba Fazenda Palhano CEP: 86.050-460 - Londrina/PR CNPJ: 33.744.380/0001-28 - Registro ADAPAR/PR nº 1007743. DKBR TRADING S.A. Rodovia SPA 008/457, Km 500 m, s/nº, sala 01, Zona Rural CEP: 19.640-000 - Iepê/ SP. CNPJ: 33.744.380/0003-90 - Registro CDA/SP nº 4303. FIAGRIL LTDA. Av. da Produção, 2330-W, Quadra 999, Lote 26, Sala 01 CEP: 78.455-000 - Lucas do Rio Verde/ MT CNPJ: 02.734.023/0013-99 - Registro INDEA/MT nº 18426 LONGPING HIGH TECH BIOTECNOLOGIA LTDA. Rod. MG 188, Km 158, s/nº, Distrito Industrial - Paracatu/ MG. CNPJ: 08.864.422/0010-08 - Registro IMA/MG nº 16.657. NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA. - MATRIZ Rua Fidêncio Ramos, n° 308, torre A, cjs 91 a 94 - Vila Olímpia CEP: 04551-902 - São Paulo/ SP. CNPJ: 88.305.859/0001-50 - Registro CDA/SP nº 4292 NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA - FILIAL Rodovia Raposo Tavares, Km 172, s/nº - Centro CEP: 18203-340 - Itapetininga/ SP. CNPJ: 88.305.859/0004-00 - Registro CDA/SP nº 1161. NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA CNPJ: 88.305.859/0054-61 Endereço: Rod. BR 050 km 185, Galpão 26, Parte II, Zona Rural, Uberaba/MG CEP 38038-050 Registro no órgão estadual: 17293 IMA/MG
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA CNPJ: 88.305.859/0024-46 Endereço: Av. Constante Pavan, 4633, Betel, Paulínia/SP CEP 13148-905 Registro no órgão estadual: 4438 - CDA/SP NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA CNPJ: 88.305.859/0004-00 Endereço: Rod. Raposo Tavares, km 172, s/n, Itapetininga/SP CEP 18203-340 Registro no órgão estadual: 1161 - CDA/SP NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA CNPJ: 88.305.859/0021-01 Endereço: Via Secundária 08, Quadra 9, Lote 7, Distrito Agroindustrial, Morrinhos/GO, CEP 75650-000 Registro no órgão estadual: 2861/2020 AGRODEFESA/GO SOLUS INDÚSTRIA QUÍMICA LTDA. Rod BR 376 - Parque Industrial Zona Oeste II, sala S5 e S6, nº 1441 CEP: 86.800-762 - Apucarana/PR CNPJ n º 21.203.489/0001-79 - Registro ADAPAR/PR nº 1007610. SOLUS INDÚSTRIA QUÍMICA LTDA. Rod Gov. Leonel de Moura Brizola, nº 386, sala 8 CEP: 99500-000 - Carazinho/ RS. CNPJ: 21.203.489/0002-50. Registro SEAPA/RS nº 10/20. SOLUS INDÚSTRIA QUÍMICA LTDA. Avenida dos Canários, nº 416 S, Comercial Jose Aparecido Ribeiro CEP: 78450-000 - Nova Mutum/ MT. CNPJ: 21.203.489/0003-30 - Registro INDEA/MT nº 26218. SOMAX AGRO DO BRASIL LTDA. Rua Jorge Sanwais, 3409 – Panorama - Foz do Iguaçu/PR CNPJ: 45.923.627/0001-52 - Registro ADAPAR/PR nº 1008194 PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. (Matriz) Avenida Dr. Cardoso de Melo, nº 1470, salas 1005-1006 - Vila Olímpia CEP: 04548-005 - São Paulo/ SP. CNPJ: 33.824.613/0001-00 - Registro CDA/SP no 4206 PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. (Filial 1) Rodovia PR 090, Km 5, nº 5695, armaz. 1 - Parque Industrial Nenê Favoreto, CEP: 86.200-000 - Ibiporã/ PR. CNPJ: 33.824.613/0003-64 - Registro ADAPAR/PR nº 1008263. PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. (Filial 2) Rua Projetada, nº 150, armaz. 1W - Distrito Industrial - Area Rural de Cuiabá CEP: 78.099-899 - Cuiabá/ MT. CNPJ: 33.824.613/0004-45 - Registro INDEA/MT nº 29329.
PIONEIRA INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Av. Tancredo Neves, nº 45 – Bairro Centro-Sul. CEP: 78.896-062 - Sorriso/MT CNPJ: 24.718.942/0001-78 - Registro INDEA/MT nº 27515. AGRÍCOLA ONLINE TRADING S.A. Rodovia Anhanguera, Km 296, s/n - Bairro Distrito Industrial CEP: 14.140-000 - Cravinhos/SP CNPJ: 47.257.997/0001-23 - Registro CDA/SP nº 4396. R AGRO NEGÓCIOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua Dr. Pedro de Toledo, 411 - Bairro Várzea CEP: 13.770-000, Caconde/SP CNPJ: 48.938.877/0001-54 – Registro CDA/SP nº 4405. CHD’S do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA. Rua Antônio Amboni, 323 - Quadra 03, Lote 06. Parque Industrial CEP: 85877-000 - São Miguel do Iguaçu/PR. CNPJ: 18.858.234/0001-30 - Registro ADAPAR/PR nº 004001. CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA. Rua I, n°557Distrito Industrial - setor A - Módulo 2 - Galpão Argal - Sala 03 CEP: 78098-350 – Cuiabá/MT. CNPJ: 18.858.234/0003-00 - Registro INDEA/MT nº 14748. . CHD’S do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA. Rod. BR 20, Km 207 s/nº - Armazém 01 - sala 01 - Módulo F - Alto da Lagoa. CEP: 47.850-000 - Luís Eduardo Magalhães/BA. CNPJ: 18.858.234/0004-82 - Registro ADAB/BA nº 102518. CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA. Rod. BR 230, km 411,5, s/nº - sala 03, Zona Rural CEP: 65.800-000 - Balsas/MA. CNPJ: 18.858.234/0005-63 - Registro AGED/MA nº 757. CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA. Via Expressa Anel Viário s/nº - quadra área - lote 05 B - galpão 02, módulo C - Jardim Paraíso Acréscimo CEP: 74.984-321 - Aparecida de Goiânia/GO CNPJ: 18.858.234/0006-44 - Registro AGRODEFESA/GO n° 2183/2018. CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA. Rua Adolfo Zieppe Filho, s/nº – quadra 17 - setor 13 - Anexo 1 - Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz. CEP: 99.500-000 - Carazinho/RS CNPJ: 18.858.234/0007-25 - Registro SEAPA/RS nº 79/20. CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA. Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 11.100 - Km 30,5, P.36, Módulo 4N Bairro Jardim Maria Cristina - CEP: 06421-300 - Barueri/SP CNPJ: 18.858.234/0008-06 - Registro CDA/SP nº 4300. CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA. Rodovia BR-050, Km 185 – Galpão 25 - Jardim Santa Clara CEP: 38038-050 - Uberaba/MG CNPJ: 18.858.234/0010-20 - Registro IMA/MG n°16.049.
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas LTDA. Rodovia MS 156, km 7,5, s/n - Lado Esquerdo CEP: 79.849-899 - Dourados/MS CNPJ: 18.858.234/0009-97 – Certificado de Registro - 1935/2023-R. Registro IAGRO/MS nº 03.01.131-2023 GOPLAN S/A Rua Antonio Lapa nº 606 CEP: 13.025-241 - Campinas/ SP. CNPJ: 37.422.096/0001-96 – Registro CDA/SP nº 4296. NOVACHEM IMPORTAÇÃO E COMÉRCIO LTDA. Rua Princesa Isabel, nº 298, sala 705 – Centro-Histórico CEP: 83.203-200 - Paranaguá/PR. CNPJ: 48.054.057/0001-08 - Registro ADAPAR/PR nº 1008435. LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A CNPJ: Nº 47.067.525/0081-92 Av. Jose Jorge Estevam nº 100, Barra Funda, CEP 19.707-090, Paraguaçu Paulista/SP. Registro - CFICS / GDSV / CDA nº 4315. LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A CNPJ: Nº 47.067.525/0214-58 Rua Z, nº 150, Distrito Industrial, Projetada Chácara São José Sala A. CEP 78.098-530, Cuiabá/MT. Registro - INDEA/MT nº 28467. LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A CNPJ: Nº 47.067.525/0216-10 Av Maria Elias Lisboa Santos, s/n, Quadra 07 Lote 05 Sala 05, Parque Industrial Aparecida Vice-Presidente José de Alencar, CEP 74.993-530, Aparecida de Goiânia/GO. Registro - AFRODEFESA/GO nº 3380/2021. CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA Endereço: Rua Vilagran Cabrita, 922. CEP76900-047. JI Paraná/RO. CNPJ: 27.338.151/0007-04 Registro no órgão estadual: 0042120 - IDARON/RO CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA Endereço: Rod. BR010, 1343 A, Bairro Maranhão Novo. CEP65.903-140. Imperatriz/MA. CNPJ: 27.338.151/0010-00 Registro no órgão estadual: 889 - AGED/MA CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA Endereço: Av. Antônio Mário de Azevedo, 21279. CEP28630-590. Nova Friburgo/RJ. CNPJ: 27.338.151/0012-63 Registro no órgão estadual: 73 - SDA/RJ CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA Endereço: Av. Fernando Correa da Costa, 7422, São José – Ciuabá/MT. CEP28630-590. CNPJ: 27.338.151/0008-87 Registro no órgão estadual: 34027 – INDEA/MT
CASA DO ADUBO S.A. Endereço: Rua Vilagran Cabrita, 922, Centro, CEP76900-047. JI Paraná/RO. CNPJ: 28.138.113/0014-91 Registro no órgão estadual: 000704 - IDARON/RO CASA DO ADUBO S.A. Endereço: Rod. BR010, 1343, Bairro Maranhão Novo - CEP65903-140. Imperatriz/MA. CNPJ: 28.138.113/0030-01 Registro no órgão estadual: 875 - AGED/MA CASA DO ADUBO S.A. Endereço: Av. Antônio Mário de Azevedo, 21279. CEP28630-590. Nova Friburgo/RJ. CNPJ: 28.138.113/0015-72 Registro no órgão estadual: 34 - SDA/RJ CASA DO ADUBO S.A. Endereço: Av. Marechal Castelo Branco, 424, Centro. CEP45995-000. Teixeira de Freitas/BA. CNPJ: 28.138.113/0011-49 Registro no órgão estadual: 17598 - ADAB/BA CASA DO ADUBO S.A. Endereço: Av. Fernando Correa da Costa, 3010, Jardim Shangri-la – Cuiaba/MT CNPJ: 28.138.113/0007-62 Registro no órgão estadual: 34337 - INDEA/MT AGROQUIMA PRODUTOS AGROPECUÁRIOS LTDA. Av. Castelo Branco, nº 6348, QD. 47, LT. 01 A 05 E 12. Bairro Ipiranga, Goiânia/GO Cep: 74.453-383 - CNPJ: 01.626.951/0001-33 Registro no órgão estadual: nº 0111/2018 AGRODEFESA/GO.
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° Decreto n° 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II-
PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE cor da faixa: Azul PMS Blue 293C
INSTRUÇÕES DE USO
SUN-DIURON 800 WG é um herbicida para aplicação em pré e pós-emergência, seletivo, de ação sistêmica, do grupo químico da ureia, que contém o ingrediente ativo diurom, 800 g/kg, grânulos dispersíveis em água, indicado para o controle de plantas infestantes em pré e pósemergência inicial nas culturas de abacaxi, alfafa, algodão, cacau, café, cana-de-açúcar, citros e seringueira. PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS E VOLUME DE CALDA:
| ALVO BIOLÓGICO | Volume de calda (L/ha) | ||
|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | Pulverização terrestre | Pulverização aérea |
| Capim-colchão ou capim-de-roça | Digitaria horizontalis Digitaria sanguinalis | 350 – 800 | 30 – 50 |
| Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||
| Capim pé-de-galinha | Eleusine indica | ||
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||
| Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum Acanthospermum australe | ||
| Picão-Preto | Bidens pilosa | ||
| Caruru | Amaranthus hybridus | ||
| Poaia-branca | Richardia brasiliensis | ||
| Beldroega | Portulaca oleracea | ||
| Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | ||
| Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||
| Guanxuma | Sida rhombifolia | ||
| Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | ||
| Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus |
INÍCIO, NÚMERO, DOSES, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:
| Alfafa | Aplicar 1,5 a 3 kg/ha do produto após o plantio, em pré-emergência das plantas infestantes. Aplicar após o corte em alfafal com mais de um ano de idade; evitar aplicação quando a lavoura estiver em fase de crescimento. Número de aplicações: até 1. |
|---|---|
| Algodão | Aplicar 1,5 a 2,5 kg/ha do produto em pré-emergência imediatamente após a semeadura. A aplicação em uma única safra não deve exceder 1,5 kg/ha em solos leves, 2 kg/ha em solos médios, e 2,5 kg/ha em solos pesados. Aplicar 1 a 2 kg/ha em pós-emergência inicial, em jato dirigido quando as plantas infestantes tiverem no máximo 2 a 4 folhas, e o algodão no mínimo 30 cm de altura. Evitar aplicações sobre a cultura, bem como o plantio de outras culturas 1 ano após a última aplicação. Número de aplicações: até 2. |
| Cacau | Aplicar 3 a 3,5 kg/ha do produto em pré-emergência, 4 semanas após o transplante das mudas para local definitivo ou em pós-emergência, sem atingir a folhagem da cultura. Não deve ser aplicado em solo arenoso ou com menos de 1% de matéria orgânica. Não aplicar mais que 3,5 kg/ha por ciclo da cultura. Número de aplicações: até 1. |
| Café | Realizar 2 aplicações na dose de 2 a 4 kg/ha do produto por ano, sendo a primeira após a arruação e a segunda após a esparramação, respeitando-se um período mínimo de 150 dias entre as aplicações. As doses recomendadas referem-se a hectare tratado e deve-se descontar a área ocupada pelas saias dos cafeeiros. Aplicar em cafezais a partir de 2 anos, evitando-se o plantio de cultura intercalar (ex.: feijão, arroz), salvo recomendação especial. Não aplicar mais que 8 kg/ha por ciclo da cultura. Número de aplicações: até 2 por safra da cultura. |
| Cana-de- açúcar | Aplicar 2 a 4 kg/ha do produto em pré-emergência das plantas infestantes, na cana planta e cana soca. O produto também pode ser aplicado em pós- emergência inicial da cultura e das plantas infestantes, quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento, sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o estádio de “esporão” (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido afim de se evitar o efeito “guarda-chuva”. Não aplicar mais que 4 kg/ha por ciclo da cultura. Número de aplicações: até 2. |
| Citros | Aplicar 2 a 4 kg/ha do produto em pré ou pós-emergência inicial em pomar a partir de um ano de idade, evitando-se atingir folhas e frutos das plantas. Não aplicar mais que 4 kg/ha de produto por um período de 12 meses. Número de aplicações: até 2. |
| Seringueira | Aplicar 3 a 4 kg/ha do produto em pré ou pós-emergência inicial em viveiro através de jato dirigido um mês após o plantio das mudas ou no local definitivo um mês e meio após o transplante Número de aplicações: até 1. |
Aplicar 3 a 4 kg/ha do produto em pré ou pós-emergência inicial em viveiro através de jato dirigido um mês após o plantio das mudas ou no local definitivo um mês e meio após o transplante Número de aplicações: até 1. Nota: 1 kg de produto comercial contém 800 g/kg do ingrediente ativo diurom.
MODO DE APLICAÇÃO
SUN-DIURON 800 WG deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, através
de pulverizador costal; tratorizado com barra; ou através de aeronaves agrícolas. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico. SUN-DIURON 800 WG pode ser aplicado ao solo em pré-emergência das plantas infestantes. O grau de controle e a duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo e micro-organismos. A umidade é necessária para uma boa ação do produto. - Em pós-emergência usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante e aplicar logo após a germinação das plantas infestantes para o controle de gramíneas ou até o primeiro par de folhas para o controle de folhas largas. As plantas infestantes devem estar em pleno desenvolvimento, sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21º C. - As doses descritas são expressas para aplicação em área total. Para tratamento em faixas use proporcionalmente menos. - Usar doses menores para aplicações em solos leves e doses maiores para solos pesados. Em pós-emergência usar doses mais baixas para plantas infestantes menores e doses mais altas para plantas infestantes maiores. - Sob ameaça de chuva suspender as aplicações. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir. - Manter uniformidade da calda de pulverização e a boa cobertura das plantas infestantes e/ou do solo. - Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido. Equipamentos de aplicação: APLICAÇÃO TERRESTRE: • equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol2). • altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura. • tipos de bico: na pré e pós-emergência usar bicos de jato plano (ex.: Teejet, XR Teejet, TK, DG ou Twinjet); ou de jato cônico (ex.: Fulljet, Conejet), de acordo com as recomendações do fabricante. • volume de aplicação: 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência e 350 a 800 L de calda/ha em pós-emergência. Obs.: Manter agitação contínua no tanque de pulverização e fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento de pulverização para evitar a sobreposição nas faixas de aplicação. APLICAÇÃO AÉREA: SUN-DIURON 800 WG somente poderá ser aplicado via aérea na cultura da cana-deaçúcar em pré-emergência da cultura. • equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos. • tipo de bico: cônico D8, D10 ou D12, core 45. • volume de aplicação: 30 a 50 L de calda/ha. • ângulo dos bicos em relação à direção de voo: 135º. • altura de voo: 2 a 4 metros sobre o solo. • largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. • evitar a sobreposição das faixas de aplicação. Condições atmosféricas:
Temperatura: inferior a 25ºC; umidade relativa do ar superior a 70%; velocidade do vento inferior a 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. - Preparo da calda: O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 3/4 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto previamente misturado com água em um balde, completando por fim o volume com água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado à calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após sua preparação. Caso a con te ça a l g u m imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Obs.: Antes da aplicação do produto o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto. - Recomendações para evitar a deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Lavagem do equipamento de pulverização: Antes da aplicação, comece com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas posteriores. 1. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis de produtos. 2. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AJAX AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvazie o tanque. 3. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. 4. Repita o passo 2. 5. Enxague completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água limpa diversas vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento de tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Abacaxi:140 dias; Alfafa: 30 dias; Algodão: 120 dias; Cacau: 60 dias; Café: 30 dias; Cana-de-açúcar: 150 dias; Citros: 160 dias. Seringueira: Uso não alimentar (UNA)
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilizar os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Somente utilizar as doses recomendadas. Culturas tratadas com SUN-DIURON 800 WG não devem ser usadas para alimentação animal. Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido. A tolerância de novas variedades ou novos porta-enxertos no caso de citros deve ser determinada antes de se adotar SUN-DIURON 800 WG como prática. Para rotação de cultura observar o período mínimo de 1 ano após a última aplicação para o plantio das culturas para as quais o produto está registrado. Não aplicar através de sistemas de irrigação. Não se recomenda o plantio de culturas intercalares em áreas tratadas com SUNDIURON 800 WG.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS) INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕE SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C2 HERBICIDA O produto herbicida SUN-DIURON 800 WG é composto por Diurom, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores do fotossistema II, pertencente ao Grupo C2 segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão de algodão hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro, viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas de nitrila e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação/ manuseio em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite ao máximo possível o contato com a área de aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato e não permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; - Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas de nitrila e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - É vetado aos trabalhadores levarem EPI para casa; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo se inalado Pode ser nocivo em contato com a pele PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE IMEDIATAMENTE UM SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA levando a embalagem, rótulo, bula e/ou a receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INFORMAÇÕES MÉDICAS – DIUROM
| Grupo químico | Uréia |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Vias de | Oral, dérmica, inalatória e ocular |
| exposição | |
| Toxicocinética | A excreção ocorre através das fezes e da urina em animais de experimentação. O principal metabólito em cães foi o 3,4-dichlorophenyl urea. A degradação do composto é similar em animais, plantas e no solo. Primeiramente os grupamentos metila (CH ) são removidos, e então a estrutura é degradada. Em 3 vacas alimentadas com doses muito baixas de Diurom na dieta houve pequenas quantidades de resíduos presentes no leite. Em bovinos alimentados com baixas doses do ativo, pequenas quantidades acumularam-se na gordura e músculos, fígado e rins. Um armazenamento muito pequeno é esperado nas condições de uso. Outros metabólitos também presentes na urina além do N-(3,4- Dichlorophenyl) mas em menores quantidades foram N-(3,4- Dichlorophenyl )-N'- Methylurea, 3,4-Dichloroaniline e 3,4-Dichloropheno. |
| Toxicodinâmica | O mecanismo de toxicidade do Diurom para seres humanos não é bem estabelecido. Em doses muito elevadas a formação de metabólitos hidroxilados, sobretudo a 3,4-dicloroanilina, tem grande atividade oxidante sobre a hemoglobina, e podem ser responsáveis pela formação de metahemoglobina (HSDB) |
| Sintomas e sinais clínicos | O contato direto com os olhos, pele e mucosas pode produzir irritação com sinais inflamatórios. Em casos de ingestão pode ocorrer náusea, vômito, diarréia, dor de cabeça. A inalação de grandes concentrações pode provocar tosse e dispnéia. Estudos em animais alimentados com altas doses demonstraram diminuição da contagem de hemácias, aumento da metahemoglobina e de transaminases. Cães alimentados com doses muito elevadas por 1 ou 2 anos, apresentaram aumento do peso relativo e absoluto do fígado e baço. O contato direto e excessivo com a pele pode causar edema e eritema discretos. |
| Diagnóstico | O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência do quadro clínico compatível. Para a confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais a análise de Diurom ou de seus metabólitos em material biológico embora difícil pode ser útil. Em casos com presença de cianose a dosagem de metahemoglobina deve ser solicitada. |
|---|---|
| Tratamento | A descontaminação do paciente como em casos de derramamento onde existe o risco de contaminação do profissional da saúde deve ser realizada preferencialmente utilizando-se avental, botas impermeáveis e luvas de borracha nitrílica. Não há antídoto específico. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados desde que em tempo hábil. Carvão ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido a provável adsorção do princípio ativo pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica. Em caso de cianose, dosar metahemoglobina e caso esteja elevada proceder a administração de solução de azul de metileno estéril via endovenosa para correção. |
| Contra- indicações | O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração. |
| Efeitos das interações químicas | Não são conhecidos efeitos sinérgicos. |
| ATENÇÃO | Ligue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/ MS) Telefone de Emergência da empresa: WYNCA DO BRASIL LTDA. – 0800 222 9300 (Toxiclin). |
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: O Mecanismo de ação tóxica do Diurom para seres humanos não está bem estabelecido. Após a administração oral à ratos, o Diurom foi rápida e extensamente absorvido (Tmax 1,7-1,9 h) e uma circulação entero-hepática foi evidenciada através da técnica de fístula biliar. A eliminação do Diurom e seus metabolitos foram completos, com a maioria excretada dentro das primeiras 24 h, principalmente na urina, e, em menor quantidade nas fezes (proporção 1: 5 a 10 fezes: urina). Os maiores níveis de resíduos foram geralmente encontrados no sangue, fígado e rins, quatro dias após a administração. Não houve acúmulo significativo evidenciado nos tecidos após doses repetidas. O metabolismo do Diurom foi extenso, com apenas uma pequena quantidade (< 2%) do composto pai presente nas fezes. Oito metabólitos na urina e quatro nas fezes foram caracterizados, bem como alguns metabolitos desconhecidos. A biotransformação do Diurom consistiu em N-desmetilação, oxidação, hidroxilação e conjugação.
Os principais metabolitos, 3 - (3,4-diclorofenil)-1-metil uréia e 3 - (3,4-uréia diclorofenil), bem como 3,4-dicloroanilina, também foram detectados no material excretado após a inalação de Diurom. Em envenenamentos por ingestão acidental de Diurom, os metabolitos 3 - (3,4diclorofenil)-1metil uréia, 3 - (3,4-uréia) diclorofenil e / ou 3,4-dicloroanilina foram detectados no sangue e / ou urina. Com base nas informações, a via metabólica no ser humano é semelhante à do rato. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - produto formulado): DL50 oral aguda (ratos) > 5000 mg/kg CL50 inalatória em 4 hrs (ratos) > 6,875 mg/L DL50 dérmica (ratos) > 2.000 mg/kg Irritação cutânea em coelhos: A substância-teste aplicada na pele dos coelhos não apresentou sinais clínicos de irritação dermal durante o período de avaliação, e o teste foi concluído na leitura de 72 horas após a remoção da bandagem semi-oclusiva.. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi observada durante o período de observação. O produto não foi classificado. Irritação ocular em coelhos: A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu: irite, hiperemia na conjuntiva, secreção e quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retomaram ao normal na leitura em 72 horas após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. Nenhuma alteração relacionada ao tratamento foi observada na córnea. O produto não foi classificado. Sensibilização dérmica em cobaias: não sensibilizante. Sensibilização respiratória: não há informações disponíveis sobre sensibilização respiratória. Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) e não apresentou atividade mutagênica em células de camundongos Efeitos crônicos: Os órgãos mais afetados são o sistema hematopoiético, a bexiga urinária e a pelve renal. Danos aos eritrócitos resultam em anemia hemolítica e hematopoiese compensatória, que é manifestada por um decréscimo na contagem de eritrócitos, hemoglobina e hematócrito, aumento do volume corpuscular médio e hemoglobina corpuscular média, presença de formas anormais de eritrócitos e contagens anormais de reticulócitos e leucócitos. Foram feitas observações de regeneração eritrocitária em estudos crônicos em ratos, camundongos e cães. Foi observado em estudos crônicos em ratos e camundongos recebendo altas dosagens o aumento da incidência de edema e espessamento da parede da bexiga urinária. Avaliações macroscópicas revelaram aumento dose-relacionado na severidade de hiperplasia epitelial focal da bexiga urinária e pélvis renal em ambos os sexos. Os dados disponíveis não revelam qualquer indício de toxicidade reprodutiva. Existem evidências limitadas para efeito carcinogênico, relacionadas ao aparecimento de carcinomas em ratos e camundongos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) □ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas; Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: WYNCA DO BRASIL LTDA. Telefone de emergência da empresa: 0800 110 8270 (Pró-química). Utilize equipamento de proteção individual – (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato d´água; Direcione o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: PARANÁ: o produto se encontra liberado para comércio e uso no Estado do Paraná, ficando com restrição para alfafa, e para os alvos Acanthospermum australe para todas as culturas; Digitaria sanguinalis para algodão, café, cana-de-açúcar, citros; Amaranthus hybridus, Brachiaria decumbens, Digitaria sanguinalis, Emilia sonchifolia, Ipomoea purpurea, Sida rhombifoliaem cacau; Amaranthus hybridus, Brachiaria decumbens, Commelina benghalensis, Digitaria sanguinalis, Emilia sonchifolia, Richardia brasiliensis, Sida rhombifolia em seringueira. CEARÁ: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos, conforme Lei no 16.820, de 08 de janeiro de 2019.