Bula oficial · registro MAPA nº 4001

Bula do Sumiguard 500 WP

Bula completa do Sumiguard 500 WP (registro MAPA nº 4001), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: procimidona.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 19 páginas no PDF.

SUMIGUARD 500 WP Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 04001

COMPOSIÇÃO

N-(3,5-dichlorophenyl)-1,2-dimethylcyclopropane-1,2-dicarboximide (PROCIMIDONA) ........................................................................................................ 500 g/kg (50,0% m/m) Outros Ingredientes ................................................................................................... 500 g/kg (50,0% m/m)

CONTEÚDO: Vide rótulo CLASSE: Fungicida sistêmico GRUPO QUÍMICO: Procimidona: Dicarboximida TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó molhável (WP) TITULAR DO REGISTRO (*): Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I - CEP 61939-000 - Maracanaú/CE - Tel.: (85) 40111000 - SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 - www.sumitomochemical.com - CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Procimidone Técnico Proventis - Registro MAPA nº 17717 Jiangxi Heyi Chemical Co., Ltd. - Jishan Eco Industrial Park, Pengze County, Jiujiang City, Jiangxi Province, 332700 - China Sumilex Técnico - Registro MAPA nº 003694 Sumitomo Chemical Co., Ltd. - Osaka Works. 3-1-98, Kasugadenaka, Konohana-ku, Osaka 554-8558 - Japão IMPORTADOR: UPL do Brasil Industria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.- Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, Km 122 - CEP 18160-000 - Salto de Pirapora/SP – Brasil - CNPJ: 02.974.733/0010-43 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 4153 CDA/CFICS/SP FORMULADOR: Fersol Indústria e Comércio Ltda - Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 - CEP 18120-970 - Mairinque/SP – Brasil - CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 031 CDA/CFICS/SP Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Avenida Liberdade, 1701 - Cajuru do Sul - CEP 18087-170 - Sorocaba/SP – Brasil - CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 008 CDA/CFICS/SP Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Distrito Industrial III - CEP 38044-750 - Uberaba/MG - Brasil - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 8.764 IMA/MG Seibu Kasei Co., Ltd. (Subsidiária da Sumitomo Chemical) - 123 Kawakita-Cho, Shobara city 727-0203 - Hiroshima - Japão Página 1 de 19

Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP 38044-755 - Uberaba/MG – Brasil - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 2972 IMA/MG Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I - CEP 61939-000 - Maracanaú/CE – Brasil - CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP UPL do Brasil Industria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.- Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, Km 122 - CEP 18160-000 - Salto de Pirapora/SP – Brasil - CNPJ: 02.974.733/0010-43 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 4153 CDA/CFICS/SP MANIPULADOR: Indústrias Química Lorena Ltda - Rua 01, esquina com a Rua 06, s/n, Loteamento Industrial Nova Roseira - CEP 12580-000 - Roseira/SP - Brasil - CNPJ: 48.284.749/0001-34 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 266 CDA/SP Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Distrito Industrial III - CEP 38044-750 - Uberaba/MG - Brasil - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 8.764 IMA/MG Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I - CEP 61939-000 - Maracanaú/CE – Brasil - CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP No do lote ou da partida: VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273° do Decreto N˚ 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Página 2 de 19

INSTRUÇÕES DE USO

SUMIGUARD 500 WP trata-se de um fungicida sistêmico empregado no controle de doenças fúngicas em culturas anuais, frutíferas, hortaliças e ornamentais, conforme tabela abaixo:

CulturasAlvos biológicos Nome comum (Nome científico)Doses de produto comercialVolume de calda (L/ha)Número máximo de aplicaçõesIntervalo de aplicação (dias)
TerrestreAéreo
AlfacePodridão-de-sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum)100 - 150 g/100 L de água ou 1,0 - 1,5 kg/ha1000 L/ha-37
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações 7 dias após o transplantio, repetindo-se a cada 7 dias, fazendo no máximo 3 aplicações.
AlgodãoMofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum)1,5 - 2,0 kg/ha200 - 300 L/ha20 - 40 L/ha310
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer aplicações preventivamente, assim que surgirem as primeiras flores no 5º ramo (estádio fenológico F5). Realizar no máximo 3 aplicações de SUMIGUARD 500 WP durante o ciclo da cultura, rotacionando-se com outros fungicidas de diferentes grupos químicos. O intervalo entre as aplicações deve ser de 10 dias. Aplicar dose maior em área com histórico de alta infecção da doença e condições propícias para o desenvolvimento do fungo. Recomenda-se utilizar 200 a 300 litros de volume de calda/ha. Considerando-se que o Mofo- branco (Sclerotinia sclerotiorum) é um fungo presente no solo, deve ser aplicado o SUMIGUARD 500 WP dando cobertura uniforme em todas as partes aéreas das plantas, e principalmente dirigindo o jato de pulverização para a região do colo das plantas.
AlhoPodridão-branca (Sclerotium cepivorum)200 g/100 kg de bulbilhos--1
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Tratar os bulbilhos antes do plantio, umedecendo-os para maior aderência do produto. Realizar apenas 1 aplicação.
BatataPinta-preta (Alternaria solani)75 - 150 g/100 L de água, ou 0,75 - 1,5 kg/ha, e/ou 2 kg/ha via Pivot Central1000 L/ha-27
Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum)100 - 150 g/100 L de água, ou 1,0 - 1,5 kg/ha, e/ou 2 kg/ha via Pivot Central
Rhizoctoniose (Rhizoctonia solani)2,0 - 3,0 kg/ha no sulco de plantio ou 1,5 kg/ha no sulco de plantio + 1,5 kg/ha - antes da amontoa300 - 600 L/ha-1-
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Batata (aplicação foliar): Deverão ser feitas até 2 aplicações logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças, com intervalo de 7 dias, gastando-se 1000 litros de calda/ha ou pode-se fazer a aplicação na dose de 2,0 kg/ha via "Pivot Central" junto com a água de irrigação. Batata (aplicação no sulco de plantio): Poderá ser feita, em uma única aplicação, no sulco de plantio sobre a batata-semente (2,0 - 3,0 kg/ha) após adubação, ou em duas vezes, sendo a primeira no sulco de plantio (1,5 kg/ha) sobre a batata-semente e a segunda aplicação antes da amontoa (1,5 kg/ha) gastando-se de 300 a 600 litros de calda/hectare.
CebolaMancha-púrpura (Alternaria porri)100 - 150 g/100 L de água ou 1,0 - 1,5 kg/ha1000 L/ha-37
Queima-das-pontas (Botrytis cinerea)
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças prosseguindo-se as pulverizações com intervalos de 7 dias, conforme a necessidade. Realizar no máximo 3 aplicações.
CenouraQueima-das-folhas (Alternaria dauci)100 - 150 g/100 L de água ou 0,8 - 1,2 kg/ha800 L/ ha-37
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças prosseguindo-se as pulverizações com intervalos de 7 dias, conforme a necessidade. Realizar no máximo 3 aplicações.
FeijãoMofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum)100 - 150 g/100 L de água, ou 1,0 - 1,5 kg/ha, e/ou 2 kg/ha - via Pivot Central1000 L/ha-27
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

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Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças prosseguindo-se as pulverizações com intervalos de 7 dias, conforme a necessidade, ou pode-se fazer a aplicação na dose de 2,0 kg/ha via "Pivot Central" junto com a água de irrigação. Realizar no máximo 2 aplicações. Considerando-se que o Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) é um fungo presente no solo, deve ser aplicado o SUMIGUARD 500 WP dando cobertura uniforme em todas as partes aéreas das plantas, e principalmente dirigindo o jato de pulverização para a região do colo das plantas.
MelanciaCrestamento-gomoso- do-caule (Didymella bryoniae)100 - 150 g/100 L de água400 – 1000 L/ha-37
Antracnose (Colletotrichum orbiculare)
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As aplicações devem começar de forma preventiva ou logo depois do aparecimento dos primeiros sintomas. Conforme a necessidade, repetir as aplicações em intervalo de 7 dias, utilizando-se o volume de calda variando de 400 até 1000 litros/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações.
MelãoCrestamento-gomoso- do-caule (Didymella bryoniae)100 - 150 g/100 L de água800 - 1000 L/ha-37
Antracnose (Colletotrichum orbiculare)
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As aplicações devem começar de forma preventiva ou logo depois do aparecimento dos primeiros sintomas. Conforme a necessidade, repetir as aplicações em intervalo de 7 dias, utilizando-se o volume de calda variando de 800 até 1000 litros/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações. Na cultura do Melão, cultivado em ambiente protegido, aplicar de forma a cobrir toda área foliar, utilizando 800 - 1000 L/ha de calda. Fazer no máximo 3 aplicações.
MorangoMofo-cinzento (Botrytis cinerea)50 - 100 g/100 L de água ou 0,5 - 1,0 kg/ha1000 L/ha-37
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer aplicações semanais, a partir do florescimento, repetindo se necessário. Realizar no máximo 3 aplicações.
RosaMofo-das-flores (Botrytis cinerea)100 - 150 g/100 L de água800 L/ha-2-
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Efetuar uma aplicação na fase de "grão de arroz" e outra um dia antes da colheita utilizando-se até 800 litros de calda/ha, obedecendo ao ponto de escorrimento.
SojaMofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum)1,0 kg/ha200 L/ha20 - 40 L/ha210 - 12
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas de forma preventiva, ou logo aos primeiros sintomas do aparecimento da doença. Devem-se fazer duas aplicações, sendo a primeira no início do florescimento e a segunda de 10 a 12 dias após a primeira aplicação, utilizando-se 200 litros de volume de calda por hectare. Considerando-se que o mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) é um fungo presente no solo, deve ser aplicado o SUMIGUARD 500 WP dando cobertura uniforme em todas as partes aéreas das plantas, e principalmente dirigindo o jato de pulverização para a região do colo das plantas. Realizar no máximo 2 aplicações. Recomenda-se fazer as aplicações intercaladas com produtos com modo de ação diferente registrados para o controle do mofo-branco, para dificultar o aparecimento da resistência do fungo aos fungicidas.
Tomate (envarado)Pinta-preta (Alternaria solani)100 - 150 g/100 L de água ou 1,0 - 1,5 kg/ha200 - 1000 L/ha-37
Tomate (industrial)Podridão (Sclerotinia sclerotiorum)1,0 - 1,5 kg/ha e/ou 2 kg/ha - via Pivot Central500 - 1500 L/ha
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças prosseguindo-se as pulverizações com intervalos de 7 dias, conforme a necessidade ou pode-se fazer a aplicação na dose de 2,0 kg/ha via "Pivot Central" junto com a água de irrigação. Realizar no máximo 3 aplicações.
UvaMofo-cinzento (Botrytis cinerea)150 - 200 g/100 L de água500 - 1500 L/ha-2-
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

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Efetuar 2 aplicações preventivas a partir da fase em que 80% dos cachos estejam com as flores abertas, até 3 semanas antes da colheita, utilizando-se de 500 - 1500 litros de calda/ha, dependendo do tamanho e tipo de condução da cultura, obedecendo sempre o ponto de escorrimento. Realizar no máximo 2 aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO

SUMIGUARD 500 WP deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas. Pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais ou motorizados, tratorizados de barra, autopropelidos e por via aérea tripulada, ou conforme recomendações para cada cultura. Em uva e tomate envarado: pode-se utilizar pulverizadores acoplados a tratores (atomizadores) com bicos cônicos de alta vazão, apropriados para a aplicação de fungicidas. O volume de calda deve estar de acordo com a idade da planta, variedade e espaçamento em questão, de modo a atingir toda a parte aérea da planta proporcionando uma distribuição homogênea da calda, obedecendo a capacidade máxima de solução sobre as folhas (ponto de escorrimento). Utilize sempre tecnologia de aplicação que ofereça boa cobertura de gotas nas plantas. O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Preparo da Calda: Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO À SAÚDE HUMANA”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar água de boa qualidade, livre de material em suspensão, a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Para melhor preparação da calda, é necessário fazer uma pré-diluição dissolvendo o produto em pequena quantidade de água, agitando-se até a sua completa homogeneização, deve-se abastecer o pulverizador com água em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar a prédiluição do SUMIGUARD 500 WP de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Antes de aplicar SUMIGUARD 500 WP, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado. Aplicação Terrestre Equipamentos costais manuais ou motorizados: utilizar pulverizador costal em boas condições de operação, sem vazamentos, devidamente regulado e calibrado para aplicar o volume de calda e espectro de gotas desejados. Recomenda-se o uso de válvulas reguladoras de pressão e vazão a fim de manter esses parâmetros constantes, proporcionando uniformidade na faixa de aplicação, tamanho de gotas e quantidade de produto em toda área pulverizada, além de evitar o gotejamento durante a operação. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo Página 5 de 19

operador. Pontas de pulverização e classe de gotas: utilizar pontas de pulverização de jato plano, jato plano duplo ou jato cônico, que proporcionem classe de gotas fina ou média para obtenção de boa cobertura e que promova o controle eficaz da doença. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos e condições meteorológicas. Faixa de deposição: no caso de barra com duas ou mais pontas de pulverização, utilize espaçamento entre pontas de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas de aplicação ou sobreposição excessiva. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para organismos não alvos. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Volume de calda: vide recomendação agronômica. Equipamento tratorizado: Turbo-atomizadores (turbopulverizador): utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura. As pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. Volume de calda: vide recomendação agronômica. Pulverizadores de barra tratorizados ou autopropelidos: para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Pontas de pulverização e classe de gotas: utilizar pontas de pulverização de jato plano, jato plano duplo ou jato cônico, que proporcionem classe de gotas fina ou média. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos, gerenciamento de deriva e condições meteorológicas. Ajuste da barra: a altura da barra e o espaçamento entre pontas de pulverização deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante, não ultrapassando 50 cm, tanto de espaçamento entre as pontas de pulverização, quanto para altura da barra de pulverização em relação ao alvo. Todas as pontas de pulverização da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para os organismos não alvos. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Volume de calda: vide recomendação agronômica. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. Condições Climáticas/Meteorológicas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos: Página 6 de 19

• Temperatura ambiente abaixo de 30°C. • Umidade relativa do ar acima de 50%. • Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Aplicação aérea nas culturas de Algodão e Soja Aeronave tripulada Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas e que tenham capacidade técnica de fornecer dados do mapa de voo realizado. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Ponta de pulverização e classe de gotas: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Para um volume de aplicação de 20 L/ha, aplicar através de aeronaves agrícolas dotadas de barra com bicos tipo cônico ou com bicos rotativos. É importante que as pontas sejam escolhidas em função das características operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique dentro do recomendado: gotas finas a médias. Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Faixa de deposição: a faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para os organismos não alvos. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. Condições Climáticas/Meteorológicas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos: • Temperatura ambiente abaixo de 30°C. • Umidade relativa do ar acima de 50%. • Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. Página 7 de 19

Cuidados durante a aplicação: O sistema de agitação da calda, quando aplicável e disponível, deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de barra) do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. Gerenciamento de deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota dentro da faixa de espectro recomendada, sem prejudicar a cobertura e eficiência. Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante inversões térmicas, que ocorrem quando a temperatura aumenta com a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em noites sem nuvens e vento. Durante uma inversão térmica, pequenas gotas de água formam uma nuvem suspensa perto do solo, movendo-se lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e podem durar até a manhã seguinte. A presença de neblina no solo indica uma inversão térmica, mas também é possível identificá-las pelo comportamento da fumaça. Se a fumaça se acumula em camadas e se move lateralmente, há uma inversão térmica. Se a fumaça dispersa rapidamente e sobe, há indicação de bom movimento vertical do ar. Importância do diâmetro de gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica. Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas Gerais: Volume de calda de pulverização: use pontas de pulverização de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Pressão: prefira o uso de pressões intermediárias dentro dos limites indicados para cada ponta de pulverização. Quando maiores volumes de calda forem necessários, opte pela substituição por pontas de maior vazão, ao invés de aumentar a pressão. O uso de pressões excessivas na aplicação de produtos fitossanitários eleva o risco de deriva e ocasiona o desgaste prematuro das pontas de pulverização. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. Página 8 de 19

Lavagem do equipamento de aplicação: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”. Cuidados na limpeza do pulverizador: O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Antes de aplicar o SUMIGUARD 500 WP, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou culturas agrícolas. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação. INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

CulturasIntervalo de Segurança
Alface03 dias
Algodão (aplicação foliar)30 dias
Alho(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Batata (aplicação foliar)07 dias
Batata (tratamento no sulco de plantio)100 dias
Cebola03 dias
Cenoura07 dias
Feijão14 dias
Melancia07 dias
Melão14 dias
Morango01 dia
RosaU.N.A. = Uso Não Alimentar
Soja30 dias
Tomate03 dias
Uva07 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola; - Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo - Utilizar o SUMIGUARD 500 WP somente para as culturas e recomendações indicadas, respeitando o intervalo de segurança Fitotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não apresenta fitotoxicidade quando usado seguindo as instruções de uso recomendadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”. Página 9 de 19

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÃO SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E3 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO E3 FUNGICIDA O produto fungicida SUMIGUARD 500 WP é composto por Procimidona, pertencente ao Grupo E3, grupo químico Dicarboximida, apresenta mecanismo de ação na MAP/Histidina-cinase na transdução do sinal osmótico (os-1, Daf1), segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas recomendados, manejo da irrigação, vazio sanitário e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Página 10 de 19

- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar poeira. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente passando por cima dos punhos das luvas e as pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Página 11 de 19

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamento de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente; botas de borracha; máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca ou boné árabe; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; avental impermeável; blusa com tratamento hidrorrepelente; botas de borracha; calça com tratamento hidrorrepelente; luvas de proteção contra produtos químicos e máscara facial ou respirador. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. ADVERTÊNCIA: a pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Página 12 de 19

INTOXICAÇÕES POR SUMIGUARD 500 WP

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoProcimidona: Dicarboximida
Classe toxicológicaCATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposiçãoInalatória e dérmica.
ToxicocinéticaEm ratos e camundongos, a procimidona foi facilmente absorvida e distribuída
entre os tecidos, com rápida e praticamente completa excreção, principalmente
pela urina. Quando administrada doses maiores a ratos fêmeas, como 250 e 500
mg/kg p.c., a porcentagem da dose eliminada pelas fezes aumentou. O aumento
da radioatividade fecal foi principalmente atribuído ao aumento de procimidona
não absorvida. Somente pequenas concentrações de radioatividade foram
encontradas nos tecidos após 168 horas da administração por via oral, sendo as
maiores concentrações encontradas no tecido adiposo. Nenhuma diferença foi
observada no padrão metabólico de ratos fêmeas no que diz respeito à
administração da procimidona em dose única e em doses repetidas. A principal
via metabólica da procimidona em ratos e camundongos constituiu na oxidação
dos grupos metila para derivados hidroximetil e de ácido carboxílico, clivagem
do grupo imida e formação de glucoronídeos dos metabólitos resultantes. Em
ambas as espécies, a procimidona foi amplamente metabolizada e excretada,
sem qualquer potencial de bioacumulação.
ToxicodinâmicaNos estudos de toxicidade crônica/carcinogenicidade, o principal órgão-alvo
identificado em camundongos tratados com a procimidona foi o fígado. Nos
estudos subcrônicos e de longo prazo várias espécies animais (ratos,
camundongos e cães) demonstraram aumentos no peso absoluto e relativo do
fígado e alterações histopatológicas (hipertrofia hepatocelular centrolobular),
sugerindo um efeito de indução do CYP hepático.
Sintomas e sinais clínicosAs informações abaixo foram obtidas através de estudos agudos com animais de
experimentação, tratados com a formulação à base de PROCIMIDONA,
SUMIGUARD 500 WP:
Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral realizado em ratos, os
animais foram expostos à dose de 2000 mg/kg de p.c. da substância de teste.
Foram observados sinais clínicos de toxicidade como prostação e alteração do
tônus muscular, com reversão dos sintomas em até 96 horas. Não houve
mortalidade durante o período de teste.
Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dermal em ratos, realizado
na dose de 4000 mg/kg de p.c. da substância de teste, não foram observados
sinais de toxicidade sistêmica. Não houve mortalidade durante o período de
teste. Em um estudo conduzido em coelhos, após exposição dérmica, foi
observado eritema e edema na pele dos animais de experimentação, com
melhora dos sintomas em 72 horas. Nas condições do teste, o produto não é
considerado irritante para a pele. O produto não foi considerado sensibilizante
cutâneo em cobaias.
Exposição ocular: Em um estudo conduzido em coelhos, não foram observados
efeitos nos olhos dos animais de experimentação.
Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo, referentes ao
ingrediente ativo procimidona.

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DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível. Tratar o paciente imediatamente se apresentados
sinais indicativos de intoxicação aguda, como síndrome sedativo-hipnótica,
opioide, colinérgica, anticolinérgica, adrenérgica, serotoninérgica e/ou
extrapiramidal.
TratamentoAntídoto: Não há antídoto específico.
Tratamento: Remoção da fonte de exposição e descontaminação do paciente.
Manutenção das funções vitais através de tratamento sintomático e de suporte
realizado de acordo com o quadro clínico, com atenção especial para as vias
respiratórias.
Medidas de descontaminação:
Exposição oral: Não provocar vômito. Evitar aspiração de secreções. Proceder
com tratamento sintomático e de suporte vital, bem como monitoramento
cardíaco e respiratório, conforme necessário. Em caso de grande quantidade
ingerida, que tenham ocorrido recentemente (dentro de até 2 horas) e em caso
envolvendo agentes que diminuem o trânsito intestinal, recomenda-se lavagem
gástrica seguida da administração do carvão ativado, conforme orientação de
especialista capacitado.
Exposição inalatória: Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto a irritação,
bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se
necessário. Encaminhar o paciente para um especialista se os sinais persistirem.
Exposição ocular: Lave os olhos expostos abundantemente com água ou solução
salina 0,9%, à temperatura ambiente, sempre da região medial do olho para a
região externa, por pelo menos 5 minutos. Assegure que não haja partículas
remanescentes na conjuntiva. Encaminhar o paciente para um especialista se os
sinais persistirem.
Exposição dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com
água em abundância, contemplando também unhas, dobras cutâneas e cabelo.
Encaminhar o paciente para um especialista se os sinais persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração
boca-boca em caso de ingestão do produto e utilizar equipamento intermediário
de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que
presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas
de descontaminação, deverá usar equipamentos de proteção, como luvas,
avental impermeável, óculos e máscara, evitando sua contaminação com o
agente tóxico.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
Efeitos dasNão se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto.
interações
químicas
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT)
- ANVISA/MS.
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (NOTIVISA).

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Telefones de emergência da empresa:
Toxiclin (emergência toxicológica): 0800-014-1149
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.: (85) 4011-1000
SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011
Endereço eletrônico da empresa: www.sumitomochemical.com
Correio eletrônico da empresa: sac@sumitomochemical.com

Correio eletrônico da empresa: sac@sumitomochemical.com Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide quadro acima, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”. Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: > 2.000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: > 4.000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: dado não disponível. Corrosão/irritação cutânea em coelhos: em um estudo conduzido em coelhos, foi observado eritema e edema na pele dos animais de experimentação, com melhora dos sintomas em 72 horas. Nas condições do teste, o produto não é considerado irritante para a pele. Corrosão/irritação ocular em coelhos: em um estudo conduzido em coelhos, não foram observados efeitos nos olhos dos animais de experimentação. Nas condições do teste, o produto não é considerado irritante ocular. Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não foi considerado sensibilizante cutâneo em cobaias. Mutagenicidade: não foram observados efeitos mutagênicos em testes in vitro de mutação genética bacteriana ou in vivo com células da medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: A procimidona foi avaliada quanto ao seu potencial de toxicidade após exposição sobreaguda, subcrônica e crônica em diferentes espécies. O fígado apresentou ser o órgão-alvo após exposição repetida (subcrônica) em doses intermediárias e altas em ratos e camundongos, no entanto, não houve evidência de alteração nas funções hepáticas. Em estudos de toxicidade para a reprodução e para o desenvolvimento conduzido em ratos, o sistema reprodutor masculino também pode ser considerado um órgão-alvo de toxicidade. O NOAEL para toxicidade materna e pré-natal em ratos foi de 12,5 mg/kg p.c./dia. Em estudos de longo prazo, nenhuma formação de tumor relacionada ao tratamento foi observada em camundongos e ratos fêmeas, e a formação de tumor em ratos machos (tumores em células testiculares intersticiais) foi observada apenas nas maiores doses testadas. O NOAEL para ratos machos foi de 14 mg/kg p.c./ dia e o NOAEL para camundongos machos foi de 15,32 mg/kg p.c./dia. Além disso, os resultados dos estudos de genotoxicidade (mutação gênica in vitro em células de bactérias e mamíferos e aberração cromossômica in vitro e in vivo – formação de micronúcleos) foram negativos, dessa forma, não apresentando potencial mutagênico ou clastogênico. A procimidona não apresenta potencial neurotóxico.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( X ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) ( ) Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas). - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e Página 15 de 19

de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. - Telefone de emergência: (85) 4011-1000 ou AMBIPAR: 0800-720-8000. - Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL Página 16 de 19

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça essa operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; - Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL Página 17 de 19

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

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O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às atividades agrícolas. Página 19 de 19

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Sumiguard 500 WP registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 4001 · documento de 15/12/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Sumiguard 500 WP?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Sumiguard 500 WP e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Sumiguard 500 WP é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 4001, documento de 15/12/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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