Bula oficial · registro MAPA nº 1793

Bula do Sulfure 750

Bula completa do Sulfure 750 (registro MAPA nº 1793), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: enxofre.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 11 páginas no PDF.

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob no 01793

COMPOSIÇÃO

Enxofre (SULFUR).......................................................................................... 750 g/L (75,0% m/v) Outros ingredientes ........................................................................................ 650 g/L (65,0 % m/v)

GRUPO M02 FUNGICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Acaricida e Fungicida de ação de contato do grupo químico inorgânico. TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada – SC Titular do Registro: VITTIA S.A. Avenida Marginal Esquerda, 1000 – Distrito Industrial, São Joaquim da Barra –SP CNPJ: 45.365.558/0001-09 Ins. Estadual: 642.005.177.111 CEP:14600-000 Certificado de registro – CDA/SP: 813 Fabricante / Formulador: VITTIA S.A. Rua João Bombo, 176 – Parque Itamaraty, Artur Nogueira –SP CNPJ: 45.365.558/0004-51 Ins. Estadual: 187.044.042.1116 CEP:13163-570 Certificado de registro – CDA/SP:1216 VITTIA S.A. Avenida Marginal Esquerda, 2000 - Distrito Industrial - São Joaquim da Barra/SP CNPJ: 45.365.558/0006-13 Ins. Estadual: 642.058.777.110 CEP:14600-000 CDA/SP - Certificado de Registro nº 4.135

No do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

Indústria Brasileira

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVAVÉL DE

CUSAR DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: IV –

PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE 1 de 11

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA INSTRUÇÕES DE USO: SULFURE 750 é um fungicida/acaricida de contato do grupo químico dos inorgânicos, indicado para o controle das doenças nas culturas de café, citros, feijão, soja e uva. CULTURAS / PRAGAS / DOSES

CULTURASALVOS CONTROLADOS (Nome cientifico/nome comum)DOSES (p.c.)VOLUMES DE CALDA (L/ha)
CAFÉOligonychus ilicis (Ácaro-vermelho)3 L/ha400
CITROSPhyllocoptruta oleivora (Ácaro-da-falsa-ferrugem)125 a 250 mL / 100 L água1000
FEIJÃOErysiphe polygoni (Oidio)320 ml/100 mL de água500
SOJAMicrosphaera difusa (Oidio)2 L/ha400
UVAUncinula necator (Oidio)200 ml/ 100 L de água1000

p.c.: produto comercial

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

CAFÉ: Realizar uma aplicação logo após o aparecimento do ácaro-vermelho. Em caso de reinfestação, reaplicar o Sulfure 750 com intervalo de 15 dias. CITROS: Efetuar o tratamento no início do ataque ou quando 10% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 20 ou mais ácaros por cm². Em caso de reinfestação, reaplicar o Sulfure 750 com intervalo de 15 dias. FEIJÃO: Tratar preventivamente e repetir a aplicação após 20 dias ou no início do ataque do oídio. UVA: Realizar uma aplicação no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e reaplicar Sulfure 750 após 21 dias caso ocorra reinfestação do oídio. SOJA: Realizar uma aplicação no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e reaplicar Sulfure 750 após 21 dias, caso haja reinfestação.

MODO DE APLICAÇÃO

Modo e equipamentos de aplicação: O produto deve ser misturado em água e aplicado utilizando-se pulverizadores tratorizado de barra ou manuais providos de bicos cônicos. No caso de utilização de atomizadores ou pistola, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Para preparar a calda, despejar o produto sobre a água, agitando lentamente até a formação de uma calda homogênea, mantendo-a sob constante agitação e utilizando-a no mesmo dia da preparação. 2 de 11

Para controle do ácaro-vermelho na cultura do café, aplicar o produto com pulverizador costal motorizado calibrado com pressão de 40 lb/pol², de modo a atingir toda a planta. Para as demais culturas, utilizar pulverizador costal, manual ou tratorizado a base de CO2 com pressão constante de 40 lb/pol² para feijão e 30 lb/pol² para soja e uva. Aplicar sempre nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no início da manhã ou no final da tarde. INTERVALO DE SEGURANÇA: Sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO

O produto é incompatível com substâncias ou produtos alcalinos, formulações oleosas e dinitros. OUTRAS RESTRIÇÕES A SEREM OBSERVADAS: • Sulfure 750 deve ser aplicado, de preferência de manhã ou à tarde, evitando as horas mais quentes do dia; • Evitar aplicação em dias quentes; • Não se recomenda a aplicação do produto durante a florada; • Evitar a aplicação do produto dentro de um intervalo de 30 dias antes ou após a utilização de óleos ou produtos oleosos; • Não pulverizar em dias de vento e contra o vento.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ANVISA/MS). INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; (Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: ACARICIDA: • Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas; • Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga; • Utilizar somente as doses recomendadas na bula; 3 de 11

• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI. FUNGICIDA: • Qualquer agente de controle de patógenos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o patógeno alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas (MRF) é possível prolongar a vida útil dos mesmos; • Qualquer produto para o controle de patógeno da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga; • Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre recomendações locais para o MRF; • Incluir outros métodos de controle de fungos, dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA - ANVISA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇOES

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendamos devem ser vestidos na seguinte ordem: Macacão, botas, máscara, óculos e luvas de nitrila. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. - Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Ao abrir a embalagem, faça-o de movo a evitar respingos. - Utilize equipamentos de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

- Evite o máximo possível o contato com área tratada. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. 4 de 11

- Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa do produto. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Caso necessite entrar na área tratada com produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados durante a aplicação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. - Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar avental impermeável. - Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte das embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE IMEDIATAMENTE UM SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA LEVANDO A EMBALAGEM, RÓTULO, BULA, FOLHETO INFORMATIVO E/OU RECEITUÁRIO AGRONÔMICO DO PRODUTO. INGESTÃO: SE ENGOLIR O PRODUTO, NÃO PROVOQUE VOMITO, EXCETO QUANDO HOUVER INDICAÇÃO MÉDICA. CASO O VOMITO OCORRA NATURALMENTE, DEITE A PESSOA DE LADO. NÃO DÊ NADA PARA COMER OU BEBER. OLHOS: PERIGO: PODE PROVOCAR IRRITAÇÃO OCULARES GRAVES. EM CASO DE CONTATO DO PRODUTO COM OS OLHOS, LAVE COM MUITA AGUA CORRENTE DURANTE PELO MENOS 15 MINUTOS. EVITE ÁGUA A AGUA DE LAVAGEM ENTRE NO OUTRO OLHO. CASO UTILIZE LENTE DE CONTATO, DEVE-SE RETIRÁ-LA. 5 de 11

PELE: PERIGO:PODE SER NOCIVO EM CONTATO COM A PELE. EM CASO DE CONTATO DO PRODUTO COM A PELE, TIRE TODA A ROUPA E ACESSÓRIOS CONTAMINADOS E LAVE A PELE COM MUITA AGUA CORRENTE E SABÃO NEUTRO, POR PELO MENOS 15 MINUTOS. INALAÇÃO: SE O PRODUTO FOR INALADO (“RESPIRADO”), LEVE A PESSOA PARA UM LOCAL ABERTO E VENTILADO. A PESSOA QUE AJUDAR DEVE SE PROTEGER DA CONTAMINAÇÃO, USANDO LUVAS E AVENTAL IMPERMEÁVEIS, POR EXEMPLO. INTOXICAÇÕES POR Enxofre

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo ToxicológicoInorgânico
Via de absorçãoOral, inalatória, dérmica e mucosas
ToxicocinéticaO enxofre é presumidamente convertido em sulfeto (“sulfide”) por bactérias e então sulfato (“sulfate”) por metabolismo não enzimático (ferro-proteína e hemo- proteína) ou enzimático (sulfito oxidase). Absorção. Excesso de sulfato excretado na urina. O Enxofre produz pouca ação sistêmica. Quando ingerido é metabolizado pelas colônias de bactérias estomacais por metabolismo enzimático ou não enzimático (ferroproteína e hemeproteína), produzindo H2S. Quando aplicado sobre a pele tem ação quertolítica. Sua excreção ocorrer através da urina. Não houve acúmulo da substância nos tecidos e órgãos.
Sintomas e sinais clínicosExposição Aguda: Tem ação sobre o sistema nervoso central. A inalação do enxofre pode provocar irritação das vias aéreas, com inflamação e secreção catarral da mucosa nasal, traqueobronquite, tosse com expectoração e dificuldade para respirar. O contato com os olhos pode provocar irritação, lacrimejamento, fotofobia, conjuntivite, blefaroconjutivite e lesão de cristalino, podendo surgir opacificação e coriorretinite focal. O contato com a pele pode provocar irritação, surgindo eritemas. A ingestão pode causar irritação intestinal, diarreia e confusão. Exposição crônica: A exposição prolongada ao Enxofre pode provocar doença pulmonar crônica (enfisema, bronquiectasia, asma) e sinusite (maxilar, frontal). Pode ocorrer estimulações das enzimas microssômicas hepáticas. O manuseio prolongado lesões eritematosas, eozematosas e ulcerosas na pele. Cefaleia persistente, contrações musculares, convulsões, paralisias (face, lábio e mão), perturbações do equilíbrio, mal estar em geral, hepatomegalia, lesões hepáticas e renais, pneumonite. Estudos epidemiológicos com mineradores expostos à poeira de enxofre demonstraram como principal sinal de toxicidade distúrbios oculares e respiratórios, também foram observados bronquite crônica e efeitos crônicos nos sinos nasais. Exposição prolongada e repetida pode causar irritação nas mucosas, doenças bronco-pulmonares, que após alguns anos podem evoluir para enfisema e broncoquiectasia. No entanto, não existem evidências do potencial teratológico, mutagênico, oncogêncio/carcinogênico, e de alterações na reprodução associados à exposição prolongada ao enxofre. Os riscos para os homens, se existirem tanto de exposição ocupacional, como através da dieta, são considerados muito baixos. O enxofre é uma substância química de baixa toxicidade.
DiagnósticoAvaliação da função respiratória e RX do tórax para os expostos.
Não há antidoto específico conhecido, tratamento é sintomatológico e de manutenção.

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Tratamento1. Se houver inalação remover a vítima da exposição para local com ar fresco, administrar oxigênio 100% umidificado e ventilação assistida, se necessário. Se houver desenvolvimento de tosse ou dificuldade para respirar, avaliar possível irritação respiratória ou bronquite. Tratar secreções respiratórias com expectorantes. Tratar asma. 2. No contato com a pele, remover roupas e acessórios, e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. 3. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Se persistirem dor, inchaço e lacrimejamento ou fotofobia, encaminhar ao oftalmologista. 4. Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em < 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. 5. Em caso de diarreia severa, avaliar a necessidade de reposição hidroeletrolítica. Eventuais convulsões podem ser tratadas com benzodiazepínicos IV (Diazepam ou Lorazepam).
AtençãoAs intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES PARA CASOS DE EMERGÊNCIA: Disque Intoxicação: 0800 722 6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS Telefone de Emergência da empresa: VITTIA S.A: (16) 3600 8688

Resultado de estudos conduzidos com animais de laboratório com SULFURE 750: DL50 Oral ≥ 2500 mg/kg DL50 dermal ≥ 8000 mg/kg em estudos conduzidos em ratos. Em estudo de irritação ocular e irritação cutânea em coelhos os animais não apresentaram irritação. Efeitos Crônicos: descritos no item “Sintomas e sinais clínicos” INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1 – PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: 7 de 11

[ ] – ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I) [ ] – MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) [ ] – PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) [X] – POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente - Evite contaminação ambiental – Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação no solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 2 – INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas e rações e outros materiais. - A construção deve ser ventilada, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3 – INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contrate as autoridades locais competentes e a Empresa VITTIA S.A. pelo telefone: (16) 3600 8688 - Utilize o equipamento de produção individual (EPI): macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro. - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d´água. Siga as instruções abaixo: Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4 – PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO EM DESUSO: 8 de 11

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI (Equipamentos de Proteção Individual) recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos. - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, durante 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo; Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para feito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: 9 de 11

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificada com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado com o lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. 10 de 11

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmeras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos possam ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO: (De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis). 11 de 11

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Sulfure 750 registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 1793 · documento de 01/09/2023.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Sulfure 750?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Sulfure 750 e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Sulfure 750 é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 1793, documento de 01/09/2023), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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