SULFENTRAZONE CCAB 500 SC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 46124
COMPOSIÇÃO
2',4'-dichloro-5'-(4-difluoromethyl-4,5-dihydro-3-methyl-5-oxo-1H-1,2,4-triazol-1-yl)methanesulfonanilide (SULFENTRAZONA) ..............................................................................................................500 g/L (50,0% m/v) Ingredientes Inertes ..................................................................................................... 717 g/L (71,7% m/v
GRUPO E HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida pré-emergente, seletivo condicional de ação sistêmica. GRUPO QUÍMICO: Triazolona. TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada - SC TITULAR DO REGISTRO (*): CCAB AGRO S.A. Alameda Santos, 2159 – 6º andar – Cerqueira César CEP: 01419-100 São Paulo – SP C.N.P.J.: 08 938.255/0001-01 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP sob n° 820 e sob n° 4773 (*)IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: SULFENTRAZONE TÉCNICO CCAB II - Registro no MAPA nº 40018 TAGROS CHEMICALS INDIA LIMITED A4 /1&2, SIPCOT Industrial Complex – Pachayankuppam – Cuddalore 607 005, India. FORMULADORES: ADAMA BRASIL S/A. Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Londrina – PR. ADAMA BRASIL S/A. Avenida Júlio de Castilhos, 2085 - Taquari – RS. FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 – DistritoIndustrial III, Uberaba/MG - CEP: 38001-970. IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS Av. Liberdade, nº 1701 - Sorocaba –SP. SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. Avenida Parque Sul nº2138 - Maracanaú – CE. OURO FINO QUÍMICA LTDA. Av. Filomena Cartafina, nº 22335, quadra 14, lote 05 - Uberaba – MG.
OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA. Rua Minervino de Campos Pedroso, 13 -Jaboticabal – SP. PRENTISS QUÍMICA LTDA. Rodovia PR 423 km 24,5 - Campo Largo – PR. SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rua Igarapava, 599 - Uberaba – MG. TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Avenida Roberto Simonsen, nº 1.459 – Paulínia/SP - CEP: 13148-030 7.11. TECNOMYL S.A. Parque Industrial - Endereço: Avay, Villeta – Paraguai. UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECÚARIOS S.A. Av. Maeda s/n, prédio comercial térreo - Ituberava/SP - CEP: 14.100-000. NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. BeiHai Road, n. 1165, Ningbo Chemical Industry zone, Xiepu Town, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang Province, 315040, China. HAILIR PESTICIDES AND CHEMICALS GROUP CO., LTD. East Industry Zone, Chengyang District, Qingdao, Shandong, China. JIANGSU FLAG CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD. No. 309, Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, Nanjing, China. HERANBA INDUSTRIES LIMITED Plot No. 2817/1, Chemical zone, GIDC, Sarigam, Ta: Umbergaon, Dist.: - Valsad396155, Gujarat – India. SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Zone, Weifang, Shandong, 262737 – China. ORIENTAL LUZHOU AGROCHEMICALS CO., LTD. Xinle Town, Naxi District, Luzhou, Sichuan, 646300 – China. WILLOWOOD CHEMICALS LIMITED. Block No. 69/P, Village - Manjusar, Taluka. Savli, District. Vadodara, Gujarat - 391776 – Índia. MAX RUDONG CHERMICALS CO., LTD. Yangkou Chemical lndustry Park, Rudong, Jiangsu Province, 226407, P.R. China. WILLOWOOD CHEMICALS LIMITED. Block No. 73 & 76, Village - Manjusar, Taluka. Savli, District. Vadodara, Gujarat - 391776 – Índia. HANGZHOU NUTRICHEM COMPANY LIMITED No. 9777, Hong-Shiwu Road, Linjiang Industrial Park, Xiaoshan District, Hangzhou City, Zhejiang 311228 – China.
AGROMOL BIOTECH CO., LTD. East side, middle section of Binhe Road, Shanxian County Chemical lndustry Park, Xieji Town, Shanxian County, Heze City, Shandong Province, China TAGROS CHEMICALS INDIA PRIVATE LIMITED Plot Nº 43/1 & 43/3, Amod Road, GIDC Dehej 1, Taluka Vagra District, Bharuch – 392 130, Gujarat, India
| N° do Lote e partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA
CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA INSTRUÇÕES DE USO: SULFENTRAZONE CCAB 500 SC é um herbicida pré-emergente, seletivo condicional, de ação sistêmica, é absorvido pelas folhas e raízes, e apresenta translocação primária no apoplasma e movimento limitado no floema. O produto é recomendado para o controle de plantas infestantes nas culturas de cana-deaçúcar, soja, café, citros, fumo, abacaxi e eucalipto, conforme especificado abaixo: CULTURAS, PLANTAS DANINHAS E DOSES: Cana-de-açúcar: Aplicação no pós-plantio, pré-emergência em relação às plantas infestantes e a cultura.
| PLANTAS DANINHAS | DOSES | ||
|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | Kg i.a./ha | L. p.c./ha |
| Tiririca | Cyperus rotundus | 0,8 | 1,6 |
| Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 0,6 | 1,2 |
| Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||
| Capim-colonião (sementes) | Panicum maximum | ||
| Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||
| Beldroega | Portulaca oleracea | ||
| Caruru | Amaranthus viridis | ||
| Erva-quente | Spermacoce alata | ||
| Guanxuma-branca | Sida glaziovii | ||
| Poaia-branca | Richardia brasiliensis | ||
| Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | ||
| Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||
| Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia |
Cana-de-açúcar
Soja: Aplicação no pós-plantio, pré-emergência em relação às plantas infestantes e a cultura. SULFENTRAZONE CCAB 500 SC pode ser aplicado em pré-emergência tanto para o sistema convencional como no sistema de plantio direto seguindo as recomendações abaixo:
| PLANTAS DANINHAS | DOSES | ||
|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | Kg i.a./ha | L. p.c./ha |
| Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 0,6 | 1,2 |
| Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | ||
| Cheirosa | Hyptis suaveolens | ||
| Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | ||
| Desmodio | Desmodium tortuosum | ||
| Erva-quente | Spermacoce alata | ||
| Erva-palha | Blainvillea latifolia | ||
| Bela-Emília; Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||
| Guanxuma | Sida rhombifolia | ||
| Joá-de-capote | Nicandra physaloides | ||
| Maria-pretinha | Solanum americanum | ||
| Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||
| Poaia-branca | Richardia brasiliensis | ||
| Picão-preto | Bidens pilosa | ||
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||
| Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | ||
| Beldroega | Portulaca oleracea | ||
| Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||
| Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | ||
| Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||
| Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | ||
| Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | ||
| Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||
| Capim-colonião (sementes) | Panicum maximum | ||
| Capim-custódio | Pennisetum setosum |
Soja As doses acima são recomendadas para solos pesados. Não utilizar SULFENTRAZONE CCAB 500 SC nas doses acima recomendadas em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura. O SULFENTRAZONE CCAB 500 SC, na cultura da soja, pode ser aplicado tanto no sistema convencional de cultivo como no sistema de plantio direto. No plantio direto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas daninhas: 1) Capim-braquiária (Brachiaria decumbens), 2) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea), 3) Capim-colchão (Digitaria horizontalis), 4) Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla), 5) Guanxuma (Sida rhombifolia), 6) Corda-de-viola (Ipomonea grandifolia), observando a seguinte sequencia: 1) Dessecação de plantas daninhas (manejo químico), 2) Plantio e 3) Aplicação de Sulfentrazone CCAB 500 SC sempre na dose 1,2 L/ha.
• Para solos leves e médios a recomendação de Sulfentrazone CCAB 500 SC em préemergência e no plantio convencional é a seguinte:
| PLANTAS DANINHAS | DOSES | ||
|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | Kg i.a./ha | L. p.c./ha |
| Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 0,4 | 0,8 |
| Trapoeraba (*) | Commelina benghalensis | 0,2 a 0,3 | 0,4 a 0,6 |
| Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 0,4 | 0,8 |
Soja (*) Recomendado somente para solos leves. Café e Citros: Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas:
| PLANTAS DANINHAS | DOSES | ||
|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | Kg i.a./ha | L. p.c./ha |
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,7 | 1,4 |
| Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | ||
| Tiririca | Cyperus rotundus | ||
| Losna-branca | Parthenium hysterophorus | ||
| Picão-preto | Bidens pilosa | ||
| Caruru | Amaranthus viridis | ||
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,6 | 1,2 a 1,4 |
| Picão-preto | Bidens pilosa | ||
| Grama-seda | Cynodon dactylon | ||
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||
| Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||
| Caruru | Amaranthus retroflexus |
Café Picão-preto Bidens pilosa Grama-seda Cynodon dactylon Capim-colchão Digitaria horizontalis Capim-carrapicho Cenchrus echinatus Caruru Amaranthus retroflexus Aplicar Sulfentrazone CCAB 500 SC nestas doses, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo. Fumo: Aplicação em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entre-linha da cultura. Citros
| PLANTAS DANINHAS | DOSES | ||
|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | Kg i.a./ha | L. p.c./ha |
| Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,4 | 0,8 |
| Tiririca *** | Cyperus rotundus | 0,3 a 0,4 | 0,6 a 0,8 |
| Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 0,3 | 0,6 |
| Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 0,3 a 0,4 | 0,6 a 0,8 |
| Amendoim-bravo *** | Euphorbia heterophylla | 0,4 | 0,8 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea 0,4 0,8 Tiririca *** Cyperus rotundus 0,3 a 0,4 0,6 a 0,8 Caruru-roxo Amaranthus hybridus 0,3 0,6 Poaia-branca Richardia brasiliensis 0,3 a 0,4 0,6 a 0,8 Amendoim-bravo *** Euphorbia heterophylla 0,4 0,8 O produto Sulfentrazone CCAB 500 SC é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios. Fumo
A aplicação para a cultura do fumo pode ser feita de duas formas: • Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm. • Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio; entretanto a recuperação da cultura acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação. • Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria. *** Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophylla utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1L p.c./ha). As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas para os solos médios. Abacaxi: Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes em pós-plantio na cultura do abacaxi:
| PLANTAS DANINHAS | DOSES | ||
|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | Kg i.a./ha | L. p.c./ha |
| Capim-favorito *** | Rhynchelitrum repens | 0,4 a 0,6 | 0,8 a 1,2 |
| Beldroega | Portulaca oleracea | 0,6 | 1,2 |
| Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 0,6 a 0,7 | 1,2 a 1,4 |
Capim-favorito *** Rhynchelitrum repens 0,4 a 0,6 0,8 a 1,2 Beldroega Portulaca oleracea 0,6 1,2 Capim-braquiária Brachiaria decumbens 0,6 a 0,7 1,2 a 1,4 *** O produto Sulfentrazone CCAB 500 SC é recomendado para o controle de Capim-favorito somente em solo leve e médio. Abacaxi
Eucalipto: Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas em pré ou pós-transplante das mudas, sobre a linha de plantio. No caso de aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas de eucalipto.
| PLANTAS DANINHAS | DOSES | ||
|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | Kg i.a./ha | L. p.c./ha |
| Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 0,5 | 1,0 |
| Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | ||
| Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||
| Capim-colonião | Panicum maximum | ||
| Capim-custódio | Pennisetum setosum | ||
| Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||
| Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 0,4 | 0,8 |
| Tiririca | Cyperus rotundus | 0,6 a 0,8 | 1,2 a 1,6 |
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,45 | 0,9 |
| Caruru-branco | Amaranthus hybridus | 0,4 | 0,8 |
| Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 0,5 | 1,0 |
| Beldroega | Portulaca oleracea | 0,4 | 0,8 |
| Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 0,5 | 1,0 |
| Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | ||
| Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 0,5 a 0,6 | 1,0 a 1,2 |
| Cheirosa | Hyptis suaveolens | 0,6 | 1,2 |
| Desmodio | Desmodium tortuosum | ||
| Erva-quente | Spermacoce latifolia | 0,5 | 1,0 |
| Erva-palha | Blainvillea latifolia | 0,45 | 0,9 |
| Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 0,5 | 1,0 |
| Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 0,4 | 0,8 |
| Erva-de-bicho | Solanum americanum | ||
| Mentrasto | Ageratum conyzoides | 0,45 | 0,9 |
| Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 0,5 | 1,0 |
| Picão-preto | Bidens pilosa |
Eucalipto
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas indicadas nos quadros anteriores.
MODO DE APLICAÇÃO
O SULFENTRAZONE CCAB 500 SC é um herbicida pré-emergente em relação às ervas daninhas, que pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. No caso de aplicação pósplantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas. Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o SULFENTRAZONE CCAB 500 SC necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas infestantes. No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar SULFENTRAZONE CCAB 500 SC na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá ocorrer danos à cultura. Equipamentos de aplicação: SULFENTRAZONE CCAB 500 SC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 l/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fuljet. Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol² e volume de água de 250 a 300 l/ha em soja e 300-400 l/há em cana-de-açúcar, 100-200 l/ha em fumo e 200 l/ha em abacaxi. Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm². DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra. Aplicação também pode ser realizada por via aérea nas seguintes condições: Volume: 40 l/ha Pressão: 30 psi Bicos: D8-45 Ângulo da barra: 135º (Frente) ou 45º (atrás) Altura de vôo: 5 m
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Dias | |
|---|---|
| 60 dias | |
| 130 dias | |
| (1) | |
| 200 dias | |
| UNA | |
| UNA | |
| (1) |
Culturas Dias Abacaxi 60 dias Café 130 dias Cana-de-açúcar (1) Citros 200 dias Eucalipto UNA Fumo UNA Soja (1) (1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego. U.N.A. = Uso não Alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• Na aplicação em cana soca recém-germinada podem ocorrer queimas localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, porém com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade. • Na ocorrência de chuvas excessivas, após a aplicação em solos altamente arenosos, poderá ocorrer leve clorose nas folhas de soja, entretanto, estas recuperam-se, não havendo prejuízos para a produtividade. • Evitar sobreposição de faixas de aplicação; se isto ocorrer, poderá haver danos à cultura da soja. • A tolerância de novas variedades ao produto deverá ser estabelecida antes de ser usado em larga escala. Consulte o fornecedor de sementes de sua região ou o representante técnico da empresa em sua região. A aplicação deverá ser feita sempre antes da emergência da cultura da soja. Sulfentrazone CCAB 500 SC aplicado no cracking da soja ou em plantas emergidas causará danos à cultura. • Injúria na cultura da soja poderá ocorrer em solos pouco drenados, muito compactados ou em solos saturados por longo período de tempo. • Se houver falhas no plantio devido a condições climáticas apenas a soja deverá ser replantada. Não reaplicar Sulfentrazone CCAB 500 SC, pois poderá ocorrer injúria. • Um período mínimo de 18 meses após a aplicação de Sulfentrazone CCAB 500 SC é exigido para a rotação com a cultura de algodão. • Na aplicação tópica sobre as mudas de eucalipto, podem ocorrer “queimas” localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, porém com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade. Na ocorrência de chuvas excessivas, após a aplicação em solos altamente arenosos, poderá ocorrer leve clorose nas folhas, entretanto, estas recuperam-se, não havendo prejuízos para a produtividade.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide dados relativos à proteção da saúde humana. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide dados relativos à proteção do meio ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide dados relativos à proteção do meio ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide dados relativos à proteção do meio ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO E HERBICIDA O produto herbicida Sulfentrazone CCAB 500 SC é composto por SULFENTRAZONA, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da Protox (Protoporfirinogênio oxidase - PPO), pertencente ao Grupo E, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, luvas de nitrila, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral e touca árabe; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PREPARAÇÃO DA CALDA: • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, luvas de nitrila, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral e touca árabe; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, luvas de nitrila, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral e touca árabe; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida; • Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
− Pode ser nocivo se ingerido − Pode ser nocivo em contato com a pele − Nocivo se inalado PERIGO
PRIMEIROS SOCORROS
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se o produto for engolido, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água da lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com água corrente em abundância e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado, leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o acidentado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo INTOXICAÇÕES POR SULFENTRAZONE
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo Químico | Triazolona |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Modo de ação | Não é conhecido. |
| Vias de exposição | Oral, Dérmica e Inalatória. A exposição ocupacional ao Sulfentrazone pode ocorrer através da inalação de poeira e contato dérmico com este composto em locais de trabalho onde o Sulfentrazone é produzido ou utilizado. |
| Toxicocinética | Produto fototóxico, atua por inibição do protoporfirinogênio oxidase na síntese da molécula de heme. Rapidamente metabolizado e eliminado pelas fezes. |
| Sintomas e Sinais Clínicos | Sintomas decorrentes de uma exposição podem incluir tremores, aumento na sensibilidade ao toque e ao som, diminuição da locomoção, lacrimação e secreção nasal. |
| Diagnóstico | Clínico: história de exposição e presença de sintomas característicos. Laboratorial: não há testes laboratoriais específicos. Outros testes incluem eletrólitos, glicemia e gasometria. |
| Tratamento | Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico. Não há antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático, em função do quadro clínico. As medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Em caso de acidente ocular encaminhar para avaliação de médico oftalmologista, para tratar uma eventual lesão de córnea. |
| Contraindicações | Não se deve praticar vômito, em razão do risco potencial de inalação, coma e convulsões. Não praticar lavagem gástrica em caso de diminuição de nível de consciência, pelo risco de convulsões em pacientes não entubados. |
|---|---|
| Efeitos Sinérgicos | Deve-se evitar medicação desnecessária, pois frequentemente são indutores do citocromo P450 hepático, cuja formação necessita a presença da heme e, vai aumentar a síntese de intermediários tóxicos. |
| Atenção | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) | |
| Telefone de Emergência da empresa: CCAB Agro S.A. (11) 3889-5600 AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767 Endereço Eletrônico da Empresa: www.ccab-agro.com.br Correio Eletrônico da Empresa: contato@ccab-agro.com.br |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Sulfentrazone é rapidamente absorvido, metabolizado e excretado, principalmente pela urina (98,9%), em poucas horas. Não sendo este produto acumulativo no organismo e tendo rápida absorção, metabolização e excreção, não sendo conhecidos, casos de intoxicação e de confirmação de diagnóstico. Efeitos Agudos: DL50 oral para ratos fêmeas: 5000 mg/kg DL50 dérmica para ratos machos e fêmeas: > 2000 mg/kg CL50 (4 horas) inalatória para ratos machos e fêmeas: > 2,464 mg/L. Irritabilidade dérmica em coelhos: Não irritante para coelhos. Irritabilidade ocular: Levemente Irritante (Reversível em 72 horas). Sensibilização dérmica em cobaias: Não sensibilizante para cobaias. Efeitos Crônicos: O produto foi administrado na dieta de ratos e camundongos por 2 anos, tendo sido associados tremores com a exposição repetida dos animais de laboratório ao produto. Os efeitos do Sulfentrazone não são cumulativos. Sulfentrazone não tem demonstrado nenhum potencial neurotóxico, mutagênico ou carcinogênico. Efeitos Adversos: Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos adversos. Sintomas de Alarme: Sintomas decorrentes de uma exposição excessiva acidental, podem incluir tremores, aumento na sensibilidade ao toque e ao som, diminuição da locomoção, lacrimação e secreção nasal.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (x) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas; • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetíveis a danos; • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas; • Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza; • Não utilize equipamento com vazamentos; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes; • Aplique somente as doses recomendadas; • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água; • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada; • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais; • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível; • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável; • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO; • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças; • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados; • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT; • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada; • Contacte as autoridades locais competentes e a empresa CCAB AGRO S.A., telefone de emergência: AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767; • Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão, luvas, botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado - Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados nas precauções no manuseio do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotandose os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas; • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra; • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade; • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias; • Use luvas no manuseio desta embalagem; • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra; • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade; • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.