Bula oficial · registro MAPA nº 23320

Bula do Sulban

Bula completa do Sulban (registro MAPA nº 23320), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: clorimurom-etílico.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 17 páginas no PDF.

SULBAN® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA - sob n° 23320

COMPOSIÇÃO

ethyl 2-(4-chloro-6-methoxypyrimidin-2-ylcarbamoylsulfamoyl)benzoate (CLORIMUROM-ETÍLICO)............................................................................................................... 250 g/kg (25,0% m/m) Outros Ingredientes.......................................................................................................................... 750 g/kg (75,0% m/m)

GRUPO B HERBICIDA PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica e do grupo químico Sulfoniluréia TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG) TITULAR DO REGISTRO (*): SM AGROCARE BRASIL IMPORTAÇÃO, COMÉRCIO E SERVIÇOS AGRÍCOLAS LTDA. Avenida José de Sousa Campos nº 550, Salas 71 e 72 - Condomínio Torre Sul, Chácara da Barra CEP 13090-615, Campinas – SP CNPJ.: 34.866.068/0001-70 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP nº 4286 (*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Chlorimuron-Ethyl E Técnico Helm – Registro MAPA nº 12814 JIANGSU INSTITUTE OF ECOMONES CO., LTD. No. 95, Huanyuan North Road, Economic Development Zone, 213200, Jintan, Jiangsu, China Chlorimuron-Ethyl R Técnico Helm – Registro MAPA nº 30819 JIANGSU REPONT AGROCHEMICAL CO., LTD. Nº 18, Haibin 2 Road, Coastal Economic Development Zone, 226407, Rudong, Jiangsu, China FORMULADOR/MANIPULADOR: AGROTECHNICA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE FERTILIZANTES LTDA Rua Mafalda Barnabé Soliane, 414 - lndaiatuba / SP CNPJ.: 23.527.172/0001-13 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP nº 4496 JIANGSU INSTITUTE OF ECOMONES CO., LTD. No. 95, Huanyuan North Road, Economic Development Zone, 213200, Jintan, Jiangsu, China JIANGSU REPONT AGROCHEMICAL CO., LTD. Nº 18, Haibin 2 Road, Coastal Economic Development Zone, 226407, Rudong, Jiangsu, China SML LIMITED 1904, A18/18, G.I.D.C., Panoli Dist. Gujarat Bharuch - India; SML LIMITED 1905/1928/29/30, G.I.D.C. Panoli Dist. Gujarat Bharuch - India SML LIMITED Plot nº 230/231/232, G.I.D.C. Panoli Dist. Gujarat Bharuch – India

SUMIL CHEMICAL INDUSTRIES PRIVATE LIMITED Ploc C-1B 211/1, 211/2, 211/3, GIDC, Panoli, Ankaleshwar, Dist, Gurajat, 394119 - India IMPORTADORES: Agrilean INPUTS S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, km 30,5, 11100, Jardim Maria Cristina, Barueri/SP CNPJ.: 47.983.211/0004-06 Número de registro do estabelecimento/Estado: CDA/SP 4378 Agrilean INPUTS S.A. Rodovia BR 364, km 20, Área 02, 5788, Bairro Zona Rural, Cuiabá/MT CNPJ.: 47.983.211/0003-17 Número de registro do estabelecimento/Estado: INDEA/MT 30634 Agrilean INPUTS S.A. Área Rural, km 207, Lote 4, Armazém 01 s/n, Área Rural de Luis Eduardo Magalhaes, Luis Eduardo Magalhaes/BA CNPJ.: 47.983.211/0002-36 Número de registro do estabelecimento/Estado: ADAB/BA 145723 Agroallianz S.A. Rua Avelino Silveira Franco, 149, Sala 432, Sainte Hélène, Campinas/SP CNPJ.: 27.150699/0001-22 Número de registro do estabelecimento/Estado: CDA/SP 1280 Goplan S.A. Rua Antônio Lapa, 606, Campinas/SP CNPJ.: 37.422.096/0001-96 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP nº 4830 Goplan S.A. TO 222 – km 114 – Lote 41-K – Jardim Boa Sorte, Araguaína/TO CNPJ.: 37.422.096/0002-77 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: ADAPEC/TO nº 01/0225 Goplan S.A. Anel Viário s/n, Anexo A Lote 05B, Quadra Area, Jardim Paraiso acréscimo no S/N, Aparecida de Goiânia/GO CNPJ.: 37.422.096/0003-58 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: AGRODEFESA/GO nº 5725/2023 Goplan S.A. Rodovia MG-29, 0, Distrito Industrial, km 1,2, sala 04, Araguarí/MG CNPJ.: 37.422.096/0004-39 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: IMA/MG nº6722976 Goplan S.A. Rua Adolfo Zieppe Filho s/no, Quadra 17, Setor 13, Anexo 01, Carazinho/RS CNPJ.: 37.422.096/0006-09 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: SEAPA/RS nº 100/23 Goplan S.A. PR 090, km 374, Lote 44-C-2, Parque Industrial Nene Favoretto, Ibiporã/PR CNPJ.: 37.422.096/0007-81 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: ADAPAR/PR nº 1008426 Solus Industria Química Ltda. ROD BR-376, 1441, Parque Industrial Zona Oeste lI, Apucarana/PR CNPJ.: 21.203.489/0001-79 Número de registro do estabelecimento/Estado: ADAPAR/PR 1007610.

Solus Industria Química Ltda. Rod Gov. Leonel De Moura Brizola, SN, Boa Vista, Carazinho/RS CNPJ.: 21.203.489/0002-50 Número de registro do estabelecimento/Estado: SEAPA/RS 10/20. Solus Industria Química Ltda. Av. dos Canários, 416S, Comercial Jose Aparecido Ribeiro, Nova Mutum/MT CNPJ.: 21.203.489/0003-30 Número de registro do estabelecimento/Estado: INDEA/MT 29244. Solus Industria Química Ltda. Rua Durvalino Binato, 535, Jardim Aeroporto, Assis/SP CNPJ.: 21.203.489/0004-11 Número de registro do estabelecimento/Estado: CDA/SP 4427. Solus Industria Química Ltda. Av. A, n° 01, Quadra A, Lote 1A/2 - A, Distrito Industrial, CEP 65800-000, Balsas/MA CNPJ.: 21.203.489/0009-26 Número de registro do estabelecimento/Estado: AGEAD/MA 1911 Solus Industria Química Ltda. Rodovia BR-50, s/n. km 185 – Galpão 1, sala 9-B, Jardim Santa Clara, Uberaba/MG CNPJ.: 21.203.489/0010-60 Número de registro do estabelecimento/Estado: IMA/MG 19492.

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° do Decreto N° 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5

PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III

PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da Faixa: Azul PMS Blue 293 C

INSTRUÇÕES DE USO

SULBAN® é um herbicida indicado em pós-emergência das plantas daninhas e respectivos estádios listados no quadro a seguir:

CulturaAlvosDoseÉpoca de aplicação
Eucalipto*Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro60 a 80 g/haSULBAN® deve ser usado nas entrelinhas da plantação, em pós-emergência, com as ervas daninhas em estádio de 4 folhas.
Alternanthera tenella Apaga-fogo
Bidens pilosa Picão-preto
Commelina benghalensis Trapoeraba
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola
Raphanus raphanistrum Nabo-bravo
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda: Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha (equipamentos tratorizados) 400 a 600 L/ha (equipamentos costais manuais)
Pinus*Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro60 a 80 g/haSULBAN® deve ser usado nas entrelinhas da plantação, em pós-emergência, com as ervas daninhas em estádio de 4 folhas.
Alternanthera tenella Apaga-fogo
Bidens pilosa Picão-preto
Commelina benghalensis Trapoeraba
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola
Raphanus raphanistrum Nabo-bravo
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda: Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha (equipamentos tratorizados) 400 a 600 L/ha (equipamentos costais manuais)
Soja**Raphanus sativus Rábano40 g/haSULBAN® poderá ser usado uma vez no manejo da cobertura vegetal no sistema de plantio direto (pré-plantio e plantio) ou uma vez em pós-plantio, após o estádio de 3º trifólio da soja e pós-emergência das ervas, em estádio de 4 a 6 folhas.
Senecio brasiliensis Flor-das-almas
Soja**Acanthospermum australe Carrapicho-rasteiro60 a 80 g/haSULBAN® poderá ser usado uma vez no manejo da cobertura vegetal no sistema de plantio direto (pré-plantio e plantio) ou uma vez em pós-plantio, após o estádio de 3º trifólio da soja e pós-emergência das ervas, em estádio de 4 a 6 folhas.
Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro
Ageratum conyzoides Mentrasto
Alternanthera tenella Apaga-fogo
Amaranthus hybridus Caruru-roxo
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha
Bidens pilosa Picão-preto
Blainvillea latifolia Picão-grande
Commelina benghalensis Trapoeraba
Desmodium tortuosum Carrapicho-beiço-de-boi
Galinsoga parviflora Picão-branco
Hyptis lophanta Catirina
Hyptis suaveolens Bamburral
Ipomoea aristolochiaefolia Corda-de-viola
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola
Melampodium perfoliatum Flor-amarela
Parthenium hysterophorus Losna-branca
Portulaca oleracea Beldroega
Raphanus raphanistrum Nabo-bravo
Vigna unguiculata Feijão-miúdo
Calopogonium mucunoides Calopogônio80 g/ha
Conyza bonariensis Rabo-de-foguete
Emilia sonchifolia Falsa-serralha
Euphorbia heterophylla Amendoim-bravo
Senna obtusifolia Fedegoso-branco
Tridax procumbens Erva-de-touro
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda: Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha (equipamentos tratorizados) 400 a 600 L/ha (equipamentos costais manuais) Aplicação aérea: 20 a 40 L de calda/ha

* Na cultura do eucalipto e do pinus adicionar adjuvante a base de óleo vegetal emulsionável na dose de 0,05% v/v. ** Na cultura da soja adicionar adjuvante a base de óleo mineral emulsionável na dose de 0,05% v/v.

MODO DE APLICAÇÃO

Preparo da calda: Aplicação terrestre: adicionar a quantidade recomendada de SULBAN® no tanque pulverizador com ¼ (25%) de sua capacidade com água limpa, adicionando em seguida o adjuvante indicado na dose de 50 mL/100 litros de água e completar o volume, mantendo a calda sob contínua agitação. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplicação aérea: fazer uma pré-mistura em balde adicionando a quantidade recomendada de SULBAN® e misturar até obter uma calda homogênea, adicionando nesta fase o adjuvante indicado na dose de 50 mL/100 litros de água. Colocar água no reservatório (Hopper) da aeronave até atingir ¾ (75%) do volume desejado. Adicionar a pré-mistura de SULBAN® e deixar o agitador ligado até formar uma calda homogênea, completando o volume em seguida. Este procedimento também é válido em casos em que a calda é preparada em reservatório separado. EQUIPAMENTOS: Na cultura da soja, o produto pode ser pulverizado com equipamentos para aplicação terrestre tratorizada ou costal e por aplicação aérea. Utilizar bicos de jato em leque, com ângulo de 80° ou 100° e pressão de trabalho de 30 a 50 Lb/pol2. Escolha os bicos e ajuste a pressão para gerar densidade de 20 a 40 gotas/cm2 e diâmetro de gotas médias a grandes. Em aplicação aérea, na cultura da soja, obedecer a vazões entre 20 a 40 L/ha de calda e velocidade do vento inferior a 10 km/hora. Aplicar através de aeronaves agrícolas, dotadas de barra com bicos tipo cônicos (06 ou 08. core 44 a 46), ou com bicos rotativos (MICRONAIR - AU-5000-2), obedecendo à altura de voo de 3-4 m (MICRONAIR) ou 2.3 m (bicos cônicos) e à largura da faixa de deposição efetiva de 13 m. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo. Nas culturas de eucalipto e pinus, realizar aplicação com o jato dirigido somente nas entrelinhas do plantio, sendo os bicos montados com proteção de chapéu-de-napoleão, para evitar o contato do produto com a cultura.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturaDias
EucaliptoUNA
PinusUNA
Soja65 dias

UNA: Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI). OBSERVAÇÕES/LIMITAÇÕES DE USO:  Não há evidência de fitotoxicidade para a cultura da soja quando forem usadas as doses recomendadas a partir do estágio de 3º trifólio. Pode causar leve clorose nas folhas apicais sem causar prejuízo a produtividade.  Não aplicar quando houver orvalho nas folhas, ou quando elas estiverem molhadas pela chuva.

 Chuvas após 2 (duas) horas da aplicação não prejudicam o efeito de SULBAN®.  Não aplicar SULBAN®, em períodos de seca prolongada ou em condições de baixa umidade relativa do ar.  Para rotação de cultura com a soja, observar o prazo de 60 dias após a aplicação do SULBAN® para feijão, trigo, algodão e milho. Para outras culturas é recomendável realizar bio-ensaio antes do plantio em rotação.  Utilizar a calda imediatamente após o preparo. Nunca utilizar calda preparada no dia anterior.  Aplicar no máximo 80 g/ha de SULBAN® por ciclo da cultura (do plantio à colheita).  Não use restos da cultura tratada com SULBAN®, para alimentação animal. Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos e que, em uso posterior do equipamento em culturas sensíveis, poderá causar sérios danos de fitotoxidade. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente tornará a limpeza mais difícil.  Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente. se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.  Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então por mangueiras, barras. filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.  Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1 % (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras. barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então por mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.  Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.  Repita o passo 3.  Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.  Limpe tudo que for associado ao pulverizador. inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal. Recomendações para evitar a deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Importância do diâmetro de gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura. APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS. Tipo de ponta de pulverização: Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada; considere o uso de pontas de baixa deriva. Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda recomendado. Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de ponta – pressões maiores resultam em diâmetro de gota menor, aumentando o potencial de deriva. Considere a substituição das pontas por modelos mais adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes e vazamentos. Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante. Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor altura possível recomendada pelo fabricante e que permita obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com o alvo, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.

Temperatura e umidade: Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação. Ventos: O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, podendo ser identificadas também pelo movimento da ‘fumaça’ originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS). INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide modo de aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente – IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE RESISTÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo alvo, quando apropriado; - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas; - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas; - Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO B HERBICIDA

O produto herbicida SULBAN® é composto por clorimuron-etílico, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da ALS (Acetolactato sintase) (ou acetohidroxidoácido sintase AHAS), pertencente ao Grupo B, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). O produto é absorvido por folhas e raízes, se translocando por toda a planta através do xilema e floema. Trata-se de um inibidor de ALS (acetolactato sintase), uma enzima responsável pela síntese dos aminoácidos essenciais valina, leucina e isoleucina. Os sintomas de injúria demoram alguns dias para aparecer e se manifestam por inibição gradual de crescimento, iniciando com amarelecimento e morte da gema apical e posteriormente de toda a planta. Em algumas plantas causa o encurtamento dos entrenós e em outras o espessamento na base do caule. Ocorre encurtamento das raízes secundárias e, posteriormente, colapso do sistema radicular. A paralisação de desenvolvimento e posterior morte das plantas daninhas sensíveis acontecem no período entre 7 e 21 dias após a aplicação. Como o produto tem absorção radicular, tem também um efeito residual via solo em algumas espécies de plantas infestantes que germinam após a aplicação. INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de plantas daninhas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle preventivo (uso de sementes isentas de propágulos, limpeza rigorosa de máquinas e implementos, limpeza de margem de estradas, de cercas e de canais de irrigação, isolamento de área e quarentena de animais trazidos de outras áreas), controle cultural (cultivares de ciclo mais curto, adubações equilibradas, manejo da água de irrigação, arranjo espacial do plantio), controle mecânico (realizado por meio de ferramentas e implementos), controle físico (fogo, solarização, alelopatia), controle biológico e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distintos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA”.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com a vida útil fora de especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite, o máximo possível, o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término de intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.

- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos e Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. ATENÇÃO “Pode ser nocivo se ingerido” “Pode ser nocivo em contato com a pele” PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR SULBAN®

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoSulfoniluréia
Classe toxicológicaCategoria 5 – Produto Improvável De Causar Dano Agudo
Vias de exposiçãoOral, dérmica, ocular e inalatória.
ToxicocinéticaOs compostos sulfoniluréicos são poucos absorvidos através do trato gastrointestinal de animais e do homem. A biotransformação desses compostos ocorre por processo de hidroxilação no anel aromático, desalquilação e conjugação com substâncias endrógenas especialmente, com o ácido uridino difosfato glicurônico (UDPGA) e 3-fosfoadenosina-5- fosfossulfato (PAPS). Em grande proporção, são excretados sob a forma inalterada.
ToxicodinâmicaOs mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e Sinais ClínicosExposição Aguda: Há poucos relatos de intoxicação aguda em humanos. A toxicidade sistêmica não é esperada a menos que grande quantidade tenha sido ingerida. A metahemoglobinemia pode ser notada quando ocorrem grandes ingestões da substância. Se os sintomas forem severos ou se os sinais de envenenamento forem evidentes, outros que não sejam a metahemoglobinemia, deve-se suspeitar de outra substância tóxica adicionada. Muitas ureias substituídas são irritantes para os olhos, pele e membranas mucosas. Na exposição dérmica repetida pode ocorrer irritação com desconforto ou erupções. Os metabólitos da substância podem provocar irritação do trato urinário. Pode ser notada cianose, não responsiva à terapia com oxigênio em pacientes com metahemoglobinemia
devido à absorção excessiva da substância. Também podem ocorrer náuseas, vômitos e diarreia, quando a substância for ingerida, depressão do SNC (sistema nervoso central) e hipoxemia (se a metahemoglobinemia estiver presente). Em animais produziu: Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Exposição crônica: Em exposições prolongadas e com grande contato podem ocorrer alterações do metabolismo proteico, moderado, enfisema, perda de peso, irritação das membranas das mucosas respiratórias, com tosse e dificuldade respiratória.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. Dosagem de metahemoglobina deve ser feita em todos os pacientes com cianose.
TratamentoTratamento geral: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais. O tratamento para ureias substituídas em geral é como segue: Estabilização do paciente: Proceder a estabilização do paciente com a manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência do paciente. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração, tratamento sintomático e de suporte. Medidas de descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais. Exposição Oral: - Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário. 1. Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. 2. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal. - Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora) 1. Dose: suspensão (240 ml de água/30g de carvão). 2. Dose: 25 a 100 g em adultos; 25 a 50 g em crianças de 1 a 12 anos e 1g/kg em menores de um ano. - Não provocar vômito. Se ocorrer espontaneamente, não deve ser evitado. - Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Utilizar ventilação assistida se requerido. Fluidos intravenosos e monitorização de oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. - Fluidos intravenosos e monitorização de eletrólitos: Manter internação por, no mínimo, 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Exposição ocular: Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água ou solução salina à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se os sintomas persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição Dérmica:
Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Antídoto: Não há antídoto específico conhecido para a substância. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Em caso de Metahemoglobinemia, administrar 1 a 2 mg/kg de uma solução de Azul de Metileno a 1% lentamente via intravenosa em pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser necessárias. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. O uso do azul de metileno para hipóxia está contraindicado para pacientes que possuem deficiência da glucose-6-fosfato desidrogenase (G6PD).
Efeitos das interações químicasNão são conhecidos efeitos de interações químicas com outras substâncias.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica – RENACIAT - ANVISA/MS
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: SML BRASIL: (19) 3365.7015 Emergências Toxicológicas: 0800 5914763 (24 horas) Emergências para Transportes: 0800 5914763 (24 horas)

Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica – RENACIAT - ANVISA/MS As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da empresa: SML BRASIL: (19) 3365.7015 Emergências Toxicológicas: 0800 5914763 (24 horas) Emergências para Transportes: 0800 5914763 (24 horas)

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

EFEITOS AGUDOS

- DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c. - DL50 dérmica em ratos > 2000 mg/kg p.c. - CL50 inalatória em ratos > 5,1 mg/L/4h - Corrosão/irritação cutânea em coelhos: O produto não é irritante para a pele. Os animais foram observados 1, 24, 48 e 72 horas após a remoção do produto para presença de eritema e edema. Não foi constatado nenhum sinal de edema na pele dos animais testados durante o estudo. Em um dos animais foi constatado um pequeno eritema, quase imperceptível e reversível após o período de 24 horas. - Corrosão/irritação ocular em coelhos: O produto não é irritante para os olhos. Os animais apresentaram vermelhidão, quemose e secreção na conjuntiva ocular desde a primeira hora do início do teste. Os animais apresentaram

reversibilidade em 12 dias. Os olhos foram examinados após a aplicação com NaCl e fluoresceína (Fluoreszein SE Thilo) e não foram observadas lesões na córnea de nenhum animal. - Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante de contato no LLNA. Os animais foram observados em 24 e 48 horas para avaliações de presença de eritema e/ou edema. O percentual máximo de animais sensibilizados foi de 0% e não foram observados sinais de eritema e/ou edema. - Sensibilização respiratória: Não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de experimentação. - Mutagenicidade: O produto não apresenta potencial mutagênico. Não foram observados efeitos mutagênicos em nenhuma das concentrações para nenhuma das cinco linhagens, em dois experimentos específicos e com ativação metabólica no teste de mutação gênica reversa (teste de ames). Também não houve dano cromossômico estrutural e/ou numérico nas hemácias imaturas dos animais no teste do micronúcleo em células de mamíferos.

EFEITOS CRÔNICOS

Em ratos, houve diminuição do ganho de peso e alterações hepáticas. Em cães, leve anemia hemolítica, presença de pigmento anormal, aumento de eritropoiese, hemossiderose esplênica e atrofia do timo e próstata. Não há evidências de carcinogênese, efeitos endócrinos, reprodutivos ou sobre o desenvolvimento até o momento. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Não específicos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é:  Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)  Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)  PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)  Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamentos com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero agrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA

ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa SM AGROCARE BRASIL IMPORTAÇÃO, COMÉRCIO E SERVIÇOS AGRÍCOLAS LTDA., - telefone de Emergência: 0800-5914763. - Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:  Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante através do telefone indicando no rótulo para a sua devolução e destinação final.  Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.  Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções

do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

 O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.  Use luvas no manuseio desta embalagem.  Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

 No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.  Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.  O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE  Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.  As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

 O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

 É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE  As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

 A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.  É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.  EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO  Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.  A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

 Obs.: quando a empresa registrante dispuser de métodos de desativação química para o produto, cuja eficiência e disponibilidade de recursos técnicos tenha(m) sido comprovado(s), esse(s) deverá(ão) ser mencionado(s) no texto, de forma clara e resumida.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às atividades agrícolas.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Sulban registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 23320 · documento de 06/06/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Sulban?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Sulban e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Sulban é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 23320, documento de 06/06/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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