Bula oficial · registro MAPA nº 5606

Bula do Success 0,02 CB

Bula completa do Success 0,02 CB (registro MAPA nº 5606), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: Espinosade.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 18 páginas no PDF.

Success® 0,02 CB <logomarca do produto> Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA, sob nº 05606

COMPOSIÇÃO

Mixture of (2R,3aR,5aR,5bS,9S,13S,14R,16aS,16bR)-2-(6-deoxy-2,3,4-tri-O-methyl-α-Lmannopyranosyloxy)-13-(4-dimethylamino-2,3,4,6-tetradeoxy-ß-D-erythropyranosyloxy)-9-ethyl2,3,3a,5a,5b,6,7,9,10,11,12,13,14,15,16a,16b-hexadecahydro-14-methyl-1H-8-oxacyclododeca[b]asindacene-7,15-dione and (2S,3aR,5aS,5bS,9S,13S,14R,16aS,16bR)-2-(6-deoxy-2,3,4-tri-O-methyl-αL-mannopyranosyloxy)-13-(4-dimethylamino-2,3,4,6-tetradeoxy-ß-D-erythropyranosyloxy)-9-ethyl2,3,3a,5a,5b,6,7,9,10,11,12,13,14,15,16a,16b-hexadecahydro-4,14-dimethyl-1H-8-oxacyclo dodeca[b]as-indacene-7,15-dione in the proportion 50-95% to 50-5% (ESPINOSADE).......................................................................................................0,24 g/L (0,02% m/v) Outros ingredientes.....................................................................................1199,76 g/L (119,98% m/v)

CONTEÚDO: Vide rótulo. CLASSE: Inseticida não sistêmico de origem biológica. GRUPO QUÍMICO: ESPINOSADE: Espinosinas. TIPO DE FORMULAÇÃO: Isca Concentrada (CB) TITULAR DO REGISTRO (*): CTVA Proteção de Cultivos Ltda. Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA - Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: SPINOSAD TÉCNICO Registro MAPA nº 07498 Corteva Agriscience LLC 305 N. Huron Avenue, Michigan, 48441, Harbor Beach - Estados Unidos da América FORMULADOR: Adama Brasil S.A. Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro no Estado nº 003263 - ADAPAR/PR Adama Brasil S.A. Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro no Estado nº 00001047/99 - SEAPA/RS BASF S.A. Av. Brasil, 791 - Bairro Eng. Neiva - CEP: 12521-900 - Guaratinguetá/SP CNPJ 48.539.407/0002-07 - Registro no Estado nº 487 - CDA/SAA/SP Página 1 de 18

Bayer S.A. Estrada da Boa Esperança, 650 - Bairro Bom Pastor - CEP: 26110-120 - Belford Roxo/RJ CNPJ: 18.459.628/0033-00 - Número do cadastro no INEA - LO nº IN023132 CTVA Proteção de Cultivos Ltda. Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da Rocha/SP - CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP CTVA Proteção de Cultivos Ltda. Av. Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, 3200 - Parte - Rio Abaixo - CEP: 12321-150 - Jacareí/SP CNPJ: 47.180.625/0020-09 - Registro no Estado nº 679 - CDA/SP Corteva Agriscience Argentina S.R.L. Hipolito Irigoyen 2900, Santa Fe, Puerto General San Martin, S2202DRA - Argentina Corteva Agriscience de Colombia S.A.S. Mamonal, Km 14, Bolivar Apartado, 2888, Cartagena - Colômbia Corteva Agriscience LLC 305 N. Huron Avenue, Michigan, 48441, Harbor Beach - Estados Unidos da América Corteva Agriscience LLC 2509 Rocky Ford Road, Valdosta, Georgia 31601 - Estados Unidos da América Helena Industries, LLC 434 Fenn Road, Cordele, Georgia 31015 - Estados Unidos da América Iharabras S.A. Indústrias Químicas Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 8 - CDA/SP Indústrias Química Lorena Ltda. - EPP Rua 01 esquina com Rua 06, s/nº - Lote Industrial Nova Roseira - CEP: 12580-000 - Roseira/SP CNPJ: 48.284.749/0001-34 - Registro no Estado nº 266 - CDA/SP Nortox S.A. Rodovia BR 369, km 197 - Aricanduva - CEP: 86700-970 - Arapongas/PR CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Registro no Estado nº 466 - ADAPAR/PR Nortox S.A. Rodovia BR 163, km 116 - Parque Industrial Vetorasso - CEP: 78740-275 - Rondonópolis/MT CNPJ: 75.263.400/0011-60 - Registro no Estado nº 183/06 - INDEA/MT Ouro Fino Química S.A. Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Dist. Industrial III - CEP: 38044-750 - Uberaba/MG CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Certificado de Registro IMA nº 8.764 Prentiss Química Ltda. Rodovia PR - 423 s/nº - km 24,5 - Jardim das Acácias - CEP: 83603-000 - Campo Largo/PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Registro no Estado nº 002669 - ADAPAR/PR Sipcam Nichino Brasil S.A. Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG Página 2 de 18

Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 - Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado nº 477 - CDA/CFICS/SP UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122 - CEP: 18160-000 - Salto de Pirapora/SP CNPJ: 02.974.733/0010-43 - Registro no Estado nº 476 - CDA/CFICS/SP

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e 273º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR

DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: III - PRODUTO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Página 3 de 18

INSTRUÇÕES DE USO

SUCCESS 0,02 CB é uma isca inseticida indicada para o controle de pragas nas culturas de Abacate, Anonáceas, Cacau, Citros, Kiwi, Maçã, Mamão, Manga, Maracujá e Romã. Culturas, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:

CulturaAlvoDoseÉpoca de Aplicação
AbacateMosca-sul-americana (Anastrepha fraterculus)1 - 1,6 L/haIniciar as aplicações assim que o monitoramento através de armadilhas indicar a presença de adultos da mosca ou 2 a 3 semanas antes do início do amadurecimento dos frutos.
Mosca-das-índias-ocidentais (Anastrepha obliqua)
Mosca-do-mediterrâneo (Ceratitis capitata)
Mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6 Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos e no período de amadurecimento dos frutos. Volume de calda: - Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha - Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha
AnonáceasMosca-sul-americana (Anastrepha fraterculus)1 - 1,6 L/haIniciar as aplicações assim que o monitoramento através de armadilhas indicar a presença de adultos da mosca ou 2 a 3 semanas antes do início do amadurecimento dos frutos.
Mosca-das-índias-ocidentais (Anastrepha obliqua)
Mosca-do-mediterrâneo (Ceratitis capitata)
Mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6 Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos e no período de amadurecimento dos frutos. Volume de calda: - Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha - Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha

Página 4 de 18

CulturaAlvoDoseÉpoca de Aplicação
CacauMosca-sul-americana (Anastrepha fraterculus)1 - 1,6 L/haIniciar as aplicações assim que o monitoramento através de armadilhas indicar a presença de adultos da mosca ou 2 a 3 semanas antes do início do amadurecimento dos frutos.
Mosca-das-índias-ocidentais (Anastrepha obliqua)
Mosca-do-mediterrâneo (Ceratitis capitata)
Mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6 Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos e no período de amadurecimento dos frutos. Volume de calda: - Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha - Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha
CitrosMosca-das-índias-ocidentais (Anastrepha obliqua)1 - 1,6 L/haIniciar as aplicações assim que o monitoramento através de armadilhas indicar a presença de adultos da mosca ou 2 a 3 semanas antes do início do amadurecimento dos frutos.
Mosca-do-mediterrâneo (Ceratitis capitata)
Mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6 Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos e no período de amadurecimento dos frutos. Volume de calda: - Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha - Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha
KiwiMosca-sul-americana (Anastrepha fraterculus)1 - 1,6 L/haIniciar as aplicações assim que o monitoramento através de armadilhas indicar a presença de adultos da mosca ou 2 a 3 semanas antes do início do amadurecimento dos frutos.
Mosca-das-índias-ocidentais (Anastrepha obliqua)
Mosca-do-mediterrâneo (Ceratitis capitata)
Mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6 Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos e no período de amadurecimento dos frutos. Volume de calda: - Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha - Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha

Página 5 de 18

CulturaAlvoDoseÉpoca de Aplicação
MaçãMosca-sul-americana (Anastrepha fraterculus)0,8 - 1,6 L/haIniciar as aplicações assim que o monitoramento através de armadilhas indicar a presença de adultos da mosca ou 2 a 3 semanas antes do início do amadurecimento dos frutos.
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6 Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos e no período de amadurecimento dos frutos. Volume de calda: - Aplicação terrestre: 2,0 - 4,0 L/ha - Aplicação aérea: 2,0 - 4,0 L/ha
MamãoMosca-sul-americana (Anastrepha fraterculus)1 - 1,6 L/haIniciar as aplicações assim que o monitoramento através de armadilhas indicar a presença de adultos da mosca ou 2 a 3 semanas antes do início do amadurecimento dos frutos.
Mosca-das-índias-ocidentais (Anastrepha obliqua)
Mosca-do-mediterrâneo (Ceratitis capitata)
Mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6 Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos e no período de amadurecimento dos frutos. Volume de calda: - Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha - Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha
MangaMosca-das-índias-ocidentais (Anastrepha obliqua)1 - 1,6 L/haIniciar as aplicações assim que o monitoramento através de armadilhas indicar a presença de adultos da mosca ou 2 a 3 semanas antes do início do amadurecimento dos frutos.
Mosca-do-mediterrâneo (Ceratitis capitata)
Mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6 Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos e no período de amadurecimento dos frutos. Volume de calda: - Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha - Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha

Página 6 de 18

CulturaAlvoDoseÉpoca de Aplicação
MaracujáMosca-sul-americana (Anastrepha fraterculus)1 - 1,6 L/haIniciar as aplicações assim que o monitoramento através de armadilhas indicar a presença de adultos da mosca ou 2 a 3 semanas antes do início do amadurecimento dos frutos.
Mosca-das-índias-ocidentais (Anastrepha obliqua)
Mosca-do-mediterrâneo (Ceratitis capitata)
Mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6 Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos e no período de amadurecimento dos frutos. Volume de calda: - Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha - Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha
RomãMosca-sul-americana (Anastrepha fraterculus)1 - 1,6 L/haIniciar as aplicações assim que o monitoramento através de armadilhas indicar a presença de adultos da mosca ou 2 a 3 semanas antes do início do amadurecimento dos frutos.
Mosca-das-índias-ocidentais (Anastrepha obliqua)
Mosca-do-mediterrâneo (Ceratitis capitata)
Mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae)
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6 Intervalo de Aplicação: 7 a 14 dias, sendo o intervalo menor em períodos chuvosos e no período de amadurecimento dos frutos. Volume de calda: - Aplicação terrestre: 2,5 - 4,0 L/ha - Aplicação aérea: 2,5 - 4,0 L/ha

A escolha da dose a ser utilizada para o controle do alvo deve considerar o nível de infestação, condições ideais para o desenvolvimento da praga e o histórico do local, adotando-se a maior dose em altas infestações. Success 0,02 CB é um produto resistente à lavagem, porém poderá perder sua atratividade/efetividade se exposto à chuva ou irrigação. As maiores doses promovem um período de controle mais longo. As condições climáticas, principalmente chuvas, podem afetar a duração do período de controle do produto necessitando reaplicações. MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Success 0,02 CB é uma isca concentrada que deve ser misturada com água na proporção de 1 parte de produto para 1,5 partes de água. Primeiramente, adicionar metade do volume de água, o volume total de Success 0,02 CB e então o restante da água. Fazer agitação constante da solução para assegurar uniformidade na aplicação. Após a diluição, Success 0,02 CB deve ser utilizado em no máximo 24 horas. Página 7 de 18

- Aplicação terrestre: pulverizar 1 metro quadrado de copa por planta em um dos lados da mesma. O espaçamento entre os pontos de aplicação deve considerar o raio limite de atratividade da isca que é de até 3,5 metros (7 metros entre os pontos de aplicação). A aplicação pode ser realizada com equipamento costal ou tratorizado. Para a aplicação com equipamento costal deve-se utilizar pistola de pulverização. Para otimização da utilização da isca deve-se trabalhar com gotas de 4 a 6 mm e 60 a 80 gotas/m2. - Aplicação aérea: utilizar pontas que produzam gotas grandes e atinjam a densidade de 20 a 80 gotas/m2. Utilizar bicos e ajustar a altura de voo para que se obtenham gotas com tamanho de 4 a 6 mm. Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. • Aeronave Remotamente Pilotada (ARP/drones): Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional. A aplicação deste produto pode ser realizada com drones agrícolas de pulverização, mantendo-se uma altura de voo de 2 a 3 m acima dos alvos. Evite alturas de voo muito altas ou muito baixas, pois esses procedimentos aumentam o risco de deriva. O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação (volume de calda) mínima de 2,5 a 4,0 L/ha. A seleção das pontas ou o ajuste da rotação de bicos rotativos deve propiciar espectro de gotas das classes grossa, de forma a minimizar o risco de deriva e proporcionar deposição adequada no alvo. É importante que as pontas sejam escolhidas em função das características operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique dentro do recomendado. No caso das pontas hidráulicas, selecione modelos com indução de ar que propiciem gotas das classes grossa, dentro de toda a faixa útil de vazões e pressões de trabalho. Evite utilizar o drone sem que haja adequada sobreposição de passadas durante a aplicação, a exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. A faixa de deposição ideal para os drones deve ser calculada com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional. Entretanto, na impossibilidade da realização desta avaliação, considere que os drones multirrotores com até 30 kg de carga útil apresentam faixas de deposição ideal entre 4 e 6 m. Havendo dúvida, consulte o fabricante do equipamento sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo de drone. Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para a redução da deriva. Lembre-se que o drone é uma plataforma de aplicação aérea e requer os devidos cuidados para evitar a deriva. Não utilize pontas hidráulicas ou ajustes de bicos rotativos que propiciem gotas finas ou muito finas. Mantenha uma faixa de segurança de 20 m de distância dos possíveis alvos de deriva, como culturas sensíveis ao produto. Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de drones do Success 0,02 CB com empresas que tenham realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL). Página 8 de 18

Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:

Volume de caldaClasse de gotasAltura de vooFaixa de aplicação
2,5 a 4,0 L/haGrossa (de 4 a 6 mm densidade de 20 a 80 gotas/m2)2 a 3 mAjuste de acordo com cada modelo de drone

Condições meterológicas para pulverização:

TemperaturaUmidade do arVelocidade do vento
< 30°C> 50%entre 3 e 10 km/h

Temperatura Umidade do ar Velocidade do vento < 30°C > 50% entre 3 e 10 km/h CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como: - Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC. - Umidade relativa do ar: acima de 50%. - Velocidade do vento: calmo (entre 2 e 10 km/h). Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Abacate............................................................................................................................................... 1 dia Anonáceas .......................................................................................................................................... 1 dia Cacau ................................................................................................................................................. 1 dia Citros .............................................................................................................................................. 14 dias Kiwi ..................................................................................................................................................... 1 dia Maçã ................................................................................................................................................. 3 dias Mamão ................................................................................................................................................ 1 dia Manga ................................................................................................................................................. 1 dia Maracujá ............................................................................................................................................. 1 dia Romã .................................................................................................................................................. 1 dia

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Para a cultura da Maçã podem ocorrer leves sintomas de fitotoxicidade, que não causam nenhum prejuízo fisiológico à planta, devendo-se evitar a aplicação sobre os frutos. • Não aplique na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia. • Success 0,02 CB é um produto resistente à lavagem, porém poderá perder sua atratividade/efetividade se exposto à chuva ou irrigação. • Não utilizar águas turvas ou com presença de argilas (barrentas), pois a eficiência do produto poderá ser prejudicada. • Para maiores informações consulte um Engenheiro Agrônomo.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS:VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO. Página 9 de 18

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÃO SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida Success 0,02 CB pertence ao grupo 5 (Moduladores alostéricos de receptores nicotínicos da acetilcolina - Espinosinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do Success 0,02 CB como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 5. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar Success 0,02 CB ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janela) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de Success 0,02 CB podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do Success 0,02 CB, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das Espinosinas não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Success 0,02 CB ou outros produtos do Grupo 5 quando for necessário. • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas. • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento, etc., sempre que disponível e apropriado. • Utilizar as recomendações de dose e modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado. Página 10 de 18

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO

• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2, viseira, touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável (quando utilizar equipamento costal), respirador com filtro mecânico classe P2, viseira, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. Página 11 de 18

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso), botas, calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador. • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. - Fique atento ao tempo de uso dos filtros dos respiradores, seguindo corretamente as especificações do fabricante. ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. Página 12 de 18

INTOXICAÇÕES POR SUCCESS 0,02 CB

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoEspinosade: Espinosinas
Classificação toxicológicaCATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposiçãoOral, dérmica e mucosa.
ToxicocinéticaApós absorção o produto é rapidamente metabolizado e eliminado pelas fezes e pela urina. Em estudos com ratos, o produto radiomarcado administrado oralmente em doses de até 100 mg/kg de peso vivo foi rapidamente absorvido, metabolizado e excretado. A rota de absorção foi ingestão e a principal rota de excreção foi fecal para ambos os fatores (A e D). Cerca de 80% do fator A e 66% do fator D foram absorvidos, sendo que 20% do fator A e 34% do fator D foram excretados sem absorção. Após 48 horas da administração da dose, 60% e 80% dos fatores A e D, respectivamente, foram recuperados na urina e fezes. A maior rota de metabolismo e excreção aparentemente foi a conjugação com glutathione, posterior secreção pela bile e excreção através das fezes. A meia vida variou de 25-42 horas.
ToxicodinâmicaEstimulação dos receptores nicotínicos da acetilcolina das células pós- sinápticas, com possível atuação no sistema GABA; susceptível de causar excitação dos motoneuronas.
Sintomas e Sinais ClínicosIrritação e dor ocular. Irritação cutânea. Em caso de grande absorção, pode aparecer uma síndrome nicotínica: midríase, mialgia, fasciculações musculares, tremores e fraqueza. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e hipertensão arterial podem manifestar-se. Exposição crônica ou repetida: possibilidade de lesões renais e hepáticas - vacuolização intracitoplasmática, com acumulação de fosfolipídios.
DiagnósticoO diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Para a confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa do ingrediente ativo no sangue e urina.
TratamentoAntídoto: Não há antídoto específico. Tratamento sintomático • Utilizar luvas e avental durante a descontaminação: As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais. • Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover vítima para local ventilado. • Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. • Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.

Página 13 de 18

Suporte e tratamento sintomático: Manter vias aéreas permeáveis, se necessário através de intubação orotraqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário, e controlar função renal e hepática.
ContraindicaçõesO vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos das Interações QuímicasNenhum efeito sinérgico é conhecido.
ATENÇÃOPara notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 772 2492

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Vide itens de Toxicocinética e Toxicodinâmica.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg DL50 cutânea em coelhos: > 5000 mg/kg CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Foi observado eritema leve em quatro dos seis animais testados em 30 minutos e eritema em um dos animais testados em 24 horas. Não foi observado edema em nenhum dos animais testados. Os efeitos foram totalmente revertidos em até 48 horas. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Foi observada vermelhidão da conjuntiva em todos os animais testados em 1 hora. Esta foi revertida em 24 horas. Não foi observada opacidade da córnea, irite, edema e secreção da conjuntiva em nenhum dos animais testados. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele. Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório. Mutagenicidade: Não mutagênico. Efeitos crônicos: Em estudo crônico realizado por dois anos com ratos recebendo administração diária, o grupo de animais que recebeu doses superiores às máximas toleradas apresentou diminuição de peso e aumento na mortalidade

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) Página 14 de 18

- Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos com Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP/drone) em áreas situadas a uma distância mínima de 20 (vinte) metros de povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente, além de outras áreas ambientais com larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam áreas alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância constantes na recomendação do produto a ser aplicado. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. - telefone da empresa: 0800 772 2492. - Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: - Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Página 15 de 18

- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. - Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça essa operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; - Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Página 16 de 18

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. - O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - Use luvas no manuseio dessa embalagem. - Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Página 17 de 18

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. - A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO - Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. - A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: - O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICÍPIO: - O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e federal antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a cultura são permitidos localmente. Página 18 de 18

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Success 0,02 CB registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 5606 · documento de 09/12/2024.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Success 0,02 CB?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Success 0,02 CB e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Success 0,02 CB é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 5606, documento de 09/12/2024), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

Veja também