Bula oficial · registro MAPA nº 3601

Bula do Stimulate

Bula completa do Stimulate (registro MAPA nº 3601), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: ácido 4-indol-3-ilbutírico, ácido giberélico e cinetina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 14 páginas no PDF.

STIMULATE® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob no 3601

COMPOSIÇÃO

N6-furfuryladenine (CINETINA) .................................................................................0,09 g/ L (0,009 % m/v) (3S,3aS,4S,4aS,7S,9aR,9bR,12S) - 7,12-dihydroxy3-methyl-6methylene-2-oxoperhydro4a,7-methano-9b,3-propenoazuleno [1,2-b] furan-4-carboxylic acid (ÁCIDO GIBERÉLICO, como GA3) ...........................................................................0,05 g/ L (0,005 % m/v) 4-(indol-3-yl)butyric acid (ÁCIDO 4-INDOL-3ILBUTÍRICO) ......................................0,05 g/ L (0,005 % m/v) Outros Ingredientes.................................................................................................999,80 g/ L (99,98 % m/v) CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Regulador de Crescimento Vegetal do grupo químico Citocinina + Giberelina + Ácido Indolalcanóico. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): Stoller do Brasil Ltda. Estrada Municipal CMS-470, 300 - Itapavussu CEP: 13151-352 - Cosmópolis - SP CNPJ: 54.995.261/0001-18 I.E: 276.024.729.118 Fone: (19) 3872-8288 - Fax: (19) 3872-1200 Cadastro CDA/SP nº 319 Site: www.stoller.com.br - e-mail: info@stoller.com.br (*) IMPORTADOR DO PRODUTO TÉCNICO E FORMULADO FABRICANTE DOS PRODUTOS TÉCNICOS: CITOCININA TÉCNICA - Registro MAPA nº 06000 Stoller Enterprises, Inc. 10551 Fisher Road Houston, TX 77041 - USA GIBERELINA + INDOL BUTÍRICO TÉCNICO - Registro MAPA nº 00301 Stoller Enterprises, Inc. 10551 Fisher Road Houston, TX 77041 - USA FORMULADORES: Stoller Enterprises, Inc. 10551 Fisher Road Houston, TX 77041 - USA Stoller do Brasil Ltda. Estrada Municipal CMS-470, 300 - Itapavussu CEP: 13151-352 - Cosmópolis - SP CNPJ: 54.995.261/0001-18 I.E: 276.024.729.118 Página 1 de 14

Fone: (19) 3872-8288 Fax: (19) 3872-1200 Cadastro CDA/SP nº 319 Site: www.stoller.com.br - e-mail: info@stoller.com.br

Nº do Lote ou Partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

Nº do Lote ou Partida: VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. STIMULATE® É CORROSIVO AOS METAIS FERRO E LATÃO Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e 273º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA - CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR

DANO AGUDO.

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL - CLASSE IV -

POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE. Página 2 de 14

INSTRUÇÕES DE USO

STIMULATE® é regulador de crescimento vegetal, cujos ingredientes ativos ocorrem naturalmente na planta: CINETINA, ÁCIDO GIBERÉLICO e ÁCIDO 4-INDOL-3-ILBUTÍRICO. Com as aplicações de STIMULATE®, o resultado prático esperado para as culturas de alface, algodão, arroz, batata, café, cana-de-açúcar, cebola, cevada, citros, feijão, melão, milho, soja, tomate, trigo e uva é: - incremento no crescimento e no desenvolvimento vegetal; - maior enraizamento; - maior produtividade. Isto porque os efeitos isolados dos reguladores são: CINETINA: - induz o crescimento não somente através da divisão celular, mas através de alongamento celular; - promove o crescimento das gemas laterais e, portanto, interfere na dominância apical. ÁCIDO GIBERÉLICO: - determina o tamanho dos frutos; - promove a germinação, em algumas espécies, quebrando a dormência. ÁCIDO 4-INDOL-3-ILBUTÍRICO: - participa do crescimento, principalmente pelo alongamento celular; - retarda a abscisão de flores; - estimula o pegamento de flores sem fecundação; - participa efetivamente no estabelecimento dos frutos; - retarda a abscisão foliar; - induz a formação de primórdios radiculares. Página 3 de 14

CULTURAS / DOSES / NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO E MODO DE APLICAÇÃO:

CULTURAFORMA DE APLICAÇÃODOSES (PRODUTO COMERCIAL)VOLUME DE CALDAÉPOCA OU ESTÁDIO FENOLÓGICO DA CULTURA EM QUE O PRODUTO DEVERÁ SER APLICADONÚMERO DE APLICAÇÕES
ALFACEPulverização Foliar100-150 mL/100L de água300-400 L/haAplicado a cada 4 dias, no período entre o transplante das mudas e a colheita8
ALGODÃOTratamento de sementes7,5-15 mL/kg de semente-Semeadura1
Pulverização Foliar250-375 mL/ha100-200 L/haEstádio V3 (3º nó vegetativo) ou estádio R1 (1º botão floral)1
ARROZTratamento de sementes400 - 600 mL/100 kg de sementes-Antes do plantio1
No Sulco de Plantio500 - 1000 mL/ha80-100 L/haNo plantio1
Pulverização foliar250 - 500 mL/ha100-200 L/haNo perfilhamento1
BATATASulco de plantio500 mL/ha600 L/haAplicar no sulco, antes do plantio1
Pulverização Foliar250 mL400 L/haPrimeira pulverização no início da tuberização e segunda 15 dias após a aplicação anterior2
CAFÉPulverização Foliar100-200 mL/100 L de água400-500 L/haPré-florada1
Pulverização Foliar100-200 mL/100 L de água400-500 L/haQueda das pétalas1
Pulverização Foliar100-200 mL/ 100 L de água400-500 L/ha30 dias após Queda das pétalas (“chumbinho”)1
Pulverização Foliar100 mL/100 L de água400-500 L/ha3 aplicações: Pré-florada, Queda das pétalas e “Chumbinho”3
CANA-DE- AÇUCARPulverização sobre os toletes500-750 mL/ha100 L/haNo sulco do plantio, antes da cobrição1
Pulverização Foliar500-750 mL/ha100-200 L/ha60 dias após o inicio da brotação1
CEBOLAPulverização Foliar350 a 450 mL/ha500 L/haPrimeira pulverização aos 7 dias após o transplantio; as demais em intervalos de 10 dias4
CEVADATratamento de Sementes250 - 500 mL/100 kg de sementes-Antes do plantio1
No Sulco de Plantio500 -1000 mL/ha80-100 L/haNo plantio1
Pulverização Foliar250 - 500 mL/ha100-200 L/haNo perfilhamento1
CITROSPulverização Foliar1000 mL/ha2000 L/ha3 aplicações nos períodos de maior vegetação3
FEIJÃOTratamento de sementes500 - 750 mL/100 kg de sementes-Antes do plantio1
No Sulco de Plantio1000 - 1500 mL/ha80-100 L/haNo plantio1
Pulverização Foliar250 - 500 mL/ha100-200 L/haEstádio V4 (3ª folha trifoliolada aberta)1
MAMÃOPulverização Foliar750 mL/ha200 L/ha1Iniciar as pulverizações após o estabelecimento das plantas nas covas e reaplicar a cada 30 dias.10
MELÃOPulverização Foliar600 - 1000 mL/ha200L/haPrimeira pulverização aos 7 dias após o transplantio, e as demais em intervalos de 7 dias.7
MILHOTratamento de Sementes1000 - 1500 mL/100 kg de sementes-Antes do plantio1
No Sulco de Plantio500 - 1000 mL/ha80-100 L/haNo plantio1
Pulverização foliar250 - 500 mL/ha100-200 L/haEstádio V4 (4ª folha expandida)1
SOJATratamento de Sementes500 - 750 mL/100 kg de sementes-Antes do plantio1
No Sulco de Plantio500 - 1000 mL/ha80-100 L/haNo plantio1
Pulverização250 - 500 mL/ha100-200Entre os estádios V5 e V6 (4ª e 5ª1

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FoliarL/hafolha trifoliada expandidas)
Pulverização Foliar250 - 500 mL/ha100-200 L/haEstádio R1 (início do florescimento)1
Pulverização Foliar250 - 500 mL/ha100-200 L/haEstádio R3 (início da frutificação)1
TOMATEPulverização foliar500 - 750 mL/ha400 a 1000 L/ha5 aplicações, iniciando aos 25 dias após o transplantio; demais aplicações a intervalos de 25 dias.5
TRIGOTratamento de Sementes400 - 600 mL/100 kg de sementes-Antes do plantio1
No Sulco de Plantio500 - 1000 mL/ha80-100 L/haNo plantio1
Pulverização Foliar250 - 500 mL/ha100-200 L/haNo perfilhamento1
UVAPulverização Foliar150 mL/100 L de água800 L/ha3 aplicações após a poda de produção: 1ª) brotação com 20 cm; 2ª) bagas com 6 a 8 mm; 3ª) 7 dias após a segunda aplicação3

Considerações sobre os intervalos das doses para aplicação: – No Tratamento de Sementes (Culturas de Algodão, Arroz, Cevada, Feijão, Milho, Soja e Trigo): Optar pelas maiores doses: - Quanto menor for o tamanho médio das sementes em cada cultura. - Quanto maior forem as quantidades de sementes a serem utilizadas por unidade de área. - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção empregado e, consequentemente, a expectativa de produtividade. – No Sulco de Plantio (Culturas de Arroz, Batata, Cana-de-açúcar, Cevada, Feijão, Milho, Soja e Trigo): Doses maiores em cada cultura deverão ser utilizadas: - Quanto menor for o espaçamento entre linhas; - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção adotado e, consequentemente, a produtividade esperada. – Nas Pulverizações Foliares (Culturas de Alface, Algodão, Arroz, Batata, Café, Cana-de-açúcar, Cebola, Cevada, Citros, Feijão, Mamão, Melão, Milho, Soja, Tomate, Trigo e Uva): Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura: À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado. Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo. Equipamentos e Modo de Aplicação: - TRATAMENTO DE SEMENTES: utilizar, preferencialmente, máquinas específicas para tratamento de sementes, cujas instruções de uso são fornecidas pelos seus fabricantes. Se não houver disponibilidade dessas máquinas, poderão ser usados também: tambores rotativos excêntricos ou betoneiras. Após tratadas, as sementes deverão ser armazenadas à sombra até o momento do plantio. - NO SULCO DE PLANTIO: aplicar o produto, diluído em água, através de pulverização, no sulco de plantio, utilizando-se pulverizadores com bicos tipo leque (ângulo de 80° ou menor) fixados nas linhas de plantio das semeadoras (Culturas de Arroz, Batata, Cevada, Feijão, Milho, Soja e Trigo) ou das cobridoras e/ou plantadoras, no caso da Cana-de-açúcar. O volume de calda a ser utilizado dependerá da vazão dos bicos e da velocidade do trator. Para isso seguir as orientações do Engenheiro Agrônomo responsável. Página 5 de 14

- PULVERIZAÇÃO FOLIAR: a) APLICAÇÃO TERRESTRE (Culturas de Alface, Algodão, Arroz, Batata, Cana-de-açúcar, Cebola, Cevada, Feijão, Melão, Milho, Soja, Tomate, Trigo e Uva): utilizar pulverizadores manuais ou tratorizados dotados de bicos tipo leque ou cônicos. O volume de calda a ser utilizado dependerá do índice de enfolhamento e da altura das plantas no momento da aplicação, bem como da vazão dos bicos e velocidade de trabalho. Para isso, seguir as orientações do Engenheiro Agrônomo. b) APLICAÇÃO TERRESTRE (Cultura de Café, Citros e Uva): utilizar pulverizadores tratorizados munidos de pistolas ou turbo-pulverizadores. Para a cultura do Café também pode-se utilizar pulverizadores manuais. O volume de calda a ser utilizado, dependerá do diâmetro ou tamanho da copa das plantas no momento da pulverização. Neste caso, seguir as orientações do Engenheiro Agrônomo. c) APLICAÇÃO AÉREA: por meio de aeronaves agrícolas, equipadas com atomizadores de tela rotativa (“Micronair”) ou com barras dotadas de bicos adequados à cultura-alvo e/ou às condições climáticas no momento da pulverização. Volume de calda: o produto poderá ser aplicado tanto a baixo volume (5-50 L/ha) como a ultra baixo volume - UBV (< 5 L/ha). Outros parâmetros: - Altura de vôo: 3 - 4 metros do alvo a ser pulverizado; - Temperatura do ar: até 27° C - Umidade relativa do ar: mínimo de 55 % - Velocidade do vento: máxima de 10 km/h e mínima de 3 km/h. INTERVALO DE SEGURANÇA: “Não determinado em função da modalidade de emprego”.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Aplicação Foliar: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. Aplicação em sementes e no solo: não aplicável devido à modalidade de emprego.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: o produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses e épocas recomendadas. Outras restrições: Não há. INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA: Não se aplica por se tratar de um regulador de crescimento vegetal. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Não se aplica por se tratar de um regulador de crescimento vegetal.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. Página 6 de 14

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUCÕES. PRODUTO PERIGOSO USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O Manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga orientações técnicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão impermeável, botas de borracha, máscara, óculos protetor, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. PRECAUÇÕES PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES: - Evite o máximo possível de contato com as sementes tratadas; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiverem sendo tratadas as sementes, ou após a aplicação; - Utilize adequadamente todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados nas atividades que envolvam o tratamento de sementes. - Utilize Equipamentos de Proteção Individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das Página 7 de 14

botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível de contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendado para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, na temperatura recomendada e em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as suas roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, máscara com filtro, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.

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PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Ingestão: ATENÇÃO: ‘’PODE SER PERIGOSO SE INGERIDO’’. Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: ATENÇÃO: ‘’PODE SER PERIGOSO EM CONTATO COM A PELE’’. Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR CINETINA + ÁCIDO GIBERÉLICO (GA3) + ÁCIDO 4-INDOL-3-ILBUTÍRICO

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoCitocinina + Giberelina + Ácido Indolalcanóico
Classe ToxicológicaProduto Improvável de causar Dano Agudo
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaOs mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres humanos.
ToxicodinâmicaOs mecanismos de toxicidade não são conhecidos em seres humanos.
Não se tem informações sobre os sintomas de intoxicação em seres humanos: Efeitos agudos:  exposição inalatória ou dérmica: potencial leve de irritação.  Exposição oral: sintoma desconhecido. Efeitos crônicos: não conhecido.
Sintomas e sinais
clínicos
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Se ingerido, não provoque vômito. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com água, por no mínimo 15 minutos. Se houver contato com a pele, lavar com água em abundância e sabão neutro. Se for inalado, remova a vítima para local arejado. Não há antídoto especifico. O tratamento deve ser sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico. Manter o paciente sob observação.
Tratamento
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.
Efeito das interaçõesNão conhecidos.
Químicas
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o DISQUE-INTOXICAÇÃO: 0800-722-6001. REDE NACIONAL DE CENTROS DE INFORMAÇÃO E ASSISTÊNCIA TOXICOLÓGICA (RENACIAT-ANVISA/MS), AS INTOXICAÇÕES POR AGROTÓXICOS E AFINS ESTÃO INCLUÍDAS ENTRE AS DOENÇAS E AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA. NOTIFIQUE O CASO NO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO (SINAN/MS). NOTIFIQUE NO SISTEMA DE NOTIFICAÇÃO EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA (Notivisa).
ATENÇÃO
Telefone de Emergência da Empresa: (19) 3872-8288 Centro de Envenenamento do Paraná - CCE (PR): 0800 410148

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MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres humanos. MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS

- DL50 oral e a DL50 dermal, em ratos (Rattus norvegicus), é superior a 4.000 mg/kg, nesta dose o produto causou sinais de apatia nas primeiras 6 horas, recuperando a normalidade, após esse período. O produto foi considerado não irritante para a pele e olhos de coelhos. - CL50 inalatória em ratos (Rattus norvegicus) > 1200mg/Kg. - Irritação dérmica em coelhos (Oryctolagus cuniculus): o produto não é irritante/ não corrosivo. Não foram observados efeitos sistêmicos ou mortalidade nos animais tratados durante o período de observação. Os animais também não apresentaram edemas ou eritemas nas avaliações. - Irritação ocular em coelhos (Oryctolagus cuniculus): o produto não é irritante para os olhos. Os animais para experimentação apresentaram hiperemia e quemose. A irritação foi reversível em até 24 horas. Não houve opacidade córnea e lesões na íris. - Sensibilização cutânea em cobaias (Cavia porcellus): este produto foi considerado não sensibilizante. - Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS

Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em seres humanos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE - Este produto é: ☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). ☐ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ☐ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ☒ POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV) - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Página 10 de 14

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Stoller do Brasil Ltda. - telefone da empresa (19) 3872-8288. - Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiro, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado; recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa Registrante, conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça essa operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Página 11 de 14

Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. Página 12 de 14

TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGENS SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS COM STIMULATE®) AS EMBALAGENS - SACARIAS - NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS. AS EMBALAGENS - SACÁRIAS - NÃO PODEM SER LAVADAS. ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS O armazenamento das embalagens - sacarias - vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio das sacarias. As embalagens - sacarias - vazias devem ser armazenada separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS - SACARIAS - VAZIAS Devem ser devolvidas, em conjunto, com a embalagem do agrotóxico STIMULATE® ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas. Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico STIMULATE® e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. Página 13 de 14

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: Restrição de uso para a cultura do arroz no estado do Paraná. O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes da legislação municipal, estadual e federal antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a cultura são permitidos localmente. Página 14 de 14

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Stimulate registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 3601 · documento de 26/06/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Stimulate?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Stimulate e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Stimulate é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 3601, documento de 26/06/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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