STIMULATE® 10X Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob no 05322
COMPOSIÇÃO
N6-furfuryladenine (CINETINA) ..............................................................................0,9 g/ L (0,09 % m/v) (3S,3aS,4S,4aS,7S,9aR,9bR,12S) - 7,12-dihydroxy3-methyl-6-methylene-2-oxoperhydro-4a,7-methano-9b,3propenoazuleno [1,2-b] furan-4-carboxylic acid (ÁCIDO GIBERÉLICO, GA3)......................................................................................................................0,5 g/ L (0,05 % m/v) 4-(indol-3-yl)butyric acid (ÁCIDO 4-INDOL-3ILBUTÍRICO) .................................0,5 g/ L (0,05 % m/v) Outros Ingredientes.......................................................................................1.035,1 g/ L (103,51 % m/v) CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Regulador de Crescimento Vegetal do grupo químico Citocinina + Giberelina + Ácido Indolalcanóico. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): Stoller do Brasil Ltda. Estrada Municipal CMS-470, 300 - Bairro Itapavussu - CEP: 13151-352 - Cosmópolis/SP CNPJ: 54.995.261/0001-18 - Fone: (19) 3872-8288 - Registro no Estado nº 319 - CDA/SP Site: www.stoller.com.br - e-mail: info@stoller.com.br (*) IMPORTADOR DO INGREDIENTE ATIVO, PRODUTO TÉCNICO E FORMULADO FABRICANTES: CINETINA: Hubei Jinghong Chemical Co., Ltd. Endereço: N° 32 Tianshun Avenue, Xiangchenh Economic Development Zone, Xiangyang, Hubei - China. Xinghua Mingwei Chemical Co., Ltd. (CINETINA TÉCNICA - Registro MAPA Nº: TC02320). Endereço: ZhouZhuang Town Industrial Park Xinghua Jiangsu, 225711 - China. ÁCIDO INDOL BUTÍRICO: Sichuan Lomon Bio technology Co., Ltd. Endereço: Economic Development Zone East, Meishan City, 620036, Sichuan Province - China Xinghua Mingwei Chemical Co., Ltd. (ÁCIDO INDOL BUTÍRICO TÉCNICO - Registro MAPA Nº: 47119). Endereço: ZhouZhuang Town Industrial Park Xinghua Jiangsu, 225711 - China. ÁCIDO GIBERÉLICO (GA3): Baicao Biotech Co., Ltd. Endereço: Yudong Industry Cluster District, Yanjin country, Xinxiang City, Henan province - China. Sichuan Lomon Bio technology Co., Ltd. Endereço: Economic Development Zone East, Meishan City, 620036, Sichuan Province - China. Jiangsu Fengyuan Biochemical Co., Ltd. (ÁCIDO GIBERÉLICO TÉCNICO (GA3) - Registro MAPA Nº: TC04120). Endereço: No. 6 Hongqi Rd. Sheyang, Jiangsu Province - China. FORMULADORES: Stoller Enterprises, Inc. 10551 Fisher Road Houston, TX 77041 - USA Stoller do Brasil Ltda. Estrada Municipal CMS-470, 300 - Bairro Itapavussu - CEP: 13151-352 - Cosmópolis/SP CNPJ: 54.995.261/0001-18 - Registro no Estado nº 319 - CDA/SP Página 1 de 11
| Nº do Lote ou Partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: PODER. Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e 273º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE IV - POUCO PERIGOSO
AO MEIO AMBIENTE Página 2 de 11
INSTRUÇÕES DE USO
STIMULATE® 10X é regulador de crescimento vegetal, cujos ingredientes ativos ocorrem naturalmente na planta: CINETINA, ÁCIDO GIBERÉLICO e ÁCIDO 4-INDOL-3-ILBUTÍRICO. Com as aplicações de STIMULATE® 10X, o resultado prático esperado para as culturas de alface, algodão, arroz, batata, café, cana-de-açúcar, cebola, cevada, citros, feijão, melão, milho, soja, tomate, trigo e uva é: - incremento no crescimento e no desenvolvimento vegetal; - maior enraizamento; - maior produtividade. Isto porque os efeitos isolados dos reguladores são: CINETINA: - induz o crescimento não somente através da divisão celular, mas através de alongamento celular; - promove o crescimento das gemas laterais e, portanto, interfere na dominância apical. ÁCIDO GIBERÉLICO: - determina o tamanho dos frutos; - promove a germinação, em algumas espécies, quebrando a dormência. ÁCIDO 4-INDOL-3-ILBUTÍRICO: - participa do crescimento, principalmente pelo alongamento celular; - retarda a abscisão de flores; - estimula o pegamento de flores sem fecundação; - participa efetivamente no estabelecimento dos frutos; - retarda a abscisão foliar; - induz a formação de primórdios radiculares. CULTURAS / DOSES / NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO E MODO DE APLICAÇÃO:
| CULTURA | FORMA DE APLICAÇÃO | DOSES (PRODUTO COMERCIAL) | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA OU ESTÁDIO FENOLÓGICO DA CULTURA EM QUE O PRODUTO DEVERÁ SER APLICADO | NÚMERO DE APLICAÇÕES |
|---|---|---|---|---|---|
| ALFACE | Pulverização Foliar | 10 - 15 mL/100L de água | 300 - 400 L/ha | Aplicado a cada 4 dias, no período entre o transplante das mudas e a colheita | 8 |
| ALGODÃO | Pulverização Foliar | 25 - 37,5 mL/ha | 100 - 200 L/ha | Estádio V3 (3º nó vegetativo) ou estádio R1 (1º botão floral) | 1 |
| ARROZ | Pulverização foliar | 25 - 50 mL/ha | 100 - 200 L/ha | No perfilhamento | 1 |
| BATATA | Pulverização Foliar | 25 mL | 400 L/ha | Primeira pulverização no início da tuberização e segunda 15 dias após a aplicação anterior | 2 |
| CAFÉ | Pulverização Foliar | 10 - 20 mL/100 L de água | 400 - 500 L/ha | Pré-florada | 1 |
| Pulverização Foliar | 10 - 20 mL/100 L de água | 400 - 500 L/ha | Queda das pétalas | 1 | |
| Pulverização Foliar | 10 - 20 mL/ 100 L de água | 400 - 500 L/ha | 30 dias após Queda das pétalas (“chumbinho”) | 1 | |
| Pulverização Foliar | 10 mL/100 L de água | 400 - 500 L/ha | 3 aplicações: Pré-florada, Queda das pétalas e “Chumbinho” | 3 | |
| CANA-DE- AÇUCAR | Pulverização sobre os toletes | 50 - 75 mL/ha | 100 L/ha | No sulco do plantio, antes da cobrição | 1 |
| Pulverização Foliar | 50 - 75 mL/ha | 100 - 200 L/ha | 60 dias após o início da brotação | 1 | |
| CEBOLA | Pulverização Foliar | 35 a 45 mL/ha | 500 L/ha | Primeira pulverização aos 7 dias após o transplantio; as demais em intervalos de 10 dias | 4 |
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| CULTURA | FORMA DE APLICAÇÃO | DOSES (PRODUTO COMERCIAL) | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA OU ESTÁDIO FENOLÓGICO DA CULTURA EM QUE O PRODUTO DEVERÁ SER APLICADO | NÚMERO DE APLICAÇÕES |
|---|---|---|---|---|---|
| CEVADA | Pulverização Foliar | 25 - 50 mL/ha | 100 - 200 L/ha | No perfilhamento | 1 |
| CITROS | Pulverização Foliar | 100 mL/ha | 2000 L/ha | 3 aplicações nos períodos de maior vegetação | 3 |
| FEIJÃO | Pulverização Foliar | 25 - 50 mL/ha | 100 - 200 L/ha | Estádio V4 (3ª folha trifoliolada aberta) | 1 |
| MAMÃO | Pulverização Foliar | 75 mL/ha | 200 L/ha | Iniciar as pulverizações após o estabelecimento das plantas nas covas e reaplicar a cada 30 dias. | 10 |
| MELÃO | Pulverização Foliar | 60 - 100 mL/ha | 200L/ha | Primeira pulverização aos 7 dias após o transplantio, e as demais em intervalos de 7 dias. | 7 |
| MILHO | Pulverização foliar | 25 - 50 mL/ha | 100 - 200 L/ha | Estádio V4 (4ª folha expandida) | 1 |
| SOJA | Pulverização Foliar | 25 - 50 mL/ha | 100 - 200 L/ha | Entre os estádios V5 e V6 (4ª e 5ª folha trifoliada expandidas) | 1 |
| Pulverização Foliar | 25 - 50 mL/ha | 100 - 200 L/ha | Estádio R1 (início do florescimento) | 1 | |
| Pulverização Foliar | 25 - 50 mL/ha | 100 - 200 L/ha | Estádio R3 (início da frutificação) | 1 | |
| TOMATE | Pulverização foliar | 50 - 75 mL/ha | 400 - 1000 L/ha | 5 aplicações, iniciando aos 25 dias após o transplantio; demais aplicações a intervalos de 25 dias. | 5 |
| TRIGO | Pulverização Foliar | 25 - 50 mL/ha | 100 - 200 L/ha | No perfilhamento | 1 |
| UVA | Pulverização Foliar | 15 mL/100 L de água | 800 L/ha | 3 aplicações após a poda de produção: 1ª) brotação com 20 cm; 2ª) bagas com 6 a 8 mm; 3ª) 7 dias após a segunda aplicação | 3 |
Considerações sobre os intervalos das doses para aplicação: - No Sulco de Plantio (Cultura de Cana-de-açúcar,): Doses maiores deverão ser utilizadas: - Quanto menor for o espaçamento entre linhas; - Quanto maior for o nível de tecnologia de produção adotado e, consequentemente, a produtividade esperada. - Nas Pulverizações Foliares (Culturas de Alface, Algodão, Arroz, Batata, Café, Cana-de-açúcar, Cebola, Cevada, Citros, Feijão, Mamão, Melão, Milho, Soja, Tomate, Trigo e Uva): Doses maiores deverão ser empregadas, dentro da mesma cultura: À medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado. Quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada. Quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo. Equipamentos e Modo de Aplicação: - No Sulco de Plantio: aplicar o produto, diluído em água, através de pulverização, no sulco de plantio, utilizando-se pulverizadores com bicos tipo leque (ângulo de 80° ou menor) fixados nas linhas de plantio das cobridoras e/ou plantadoras, no caso da Cana-de-açúcar. O volume de calda a ser utilizado dependerá da vazão dos bicos e da velocidade do trator. Para isso seguir as orientações do profissional habilitado responsável. - Pulverização Foliar: a) APLICAÇÃO TERRESTRE (Culturas de Alface, Algodão, Arroz, Batata, Cana-de-açúcar, Cebola, Cevada, Feijão, Melão, Milho, Soja, Tomate, Trigo e Uva): utilizar pulverizadores manuais ou tratorizados dotados de bicos tipo leque ou cônicos. O volume de calda a ser utilizado dependerá do índice de enfolhamento e da altura Página 4 de 11
das plantas no momento da aplicação, bem como da vazão dos bicos e velocidade de trabalho. Para isso, seguir as orientações do profissional habilitado. b) APLICAÇÃO TERRESTRE (Cultura de Café, Citros e Uva): utilizar pulverizadores tratorizados munidos de pistolas ou turbo-pulverizadores. Para a cultura do Café também pode-se utilizar pulverizadores manuais. O volume de calda a ser utilizado, dependerá do diâmetro ou tamanho da copa das plantas no momento da pulverização. Neste caso, seguir as orientações do profissional habilitado. c) APLICAÇÃO AÉREA: por meio de aeronaves agrícolas, equipadas com atomizadores de tela rotativa (“Micronair”) ou com barras dotadas de bicos adequados à cultura-alvo e/ou às condições climáticas no momento da pulverização. Volume de calda: o produto poderá ser aplicado tanto a baixo volume (5-50 L/ha) como a ultra baixo volume - UBV (< 5 L/ha). Outros parâmetros: - Altura de vôo: 3 - 4 metros do alvo a ser pulverizado; - Temperatura do ar: até 27° C - Umidade relativa do ar: mínimo de 55 % - Velocidade do vento: máxima de 10 km/h e mínima de 3 km/h. INTERVALO DE SEGURANÇA: Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LRM) para estes ingredientes ativos.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Aplicação Foliar: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. Aplicação no solo: Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, produto destinado à aplicação em sulcos de plantio.
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade: o produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses e épocas recomendadas. Outras restrições: Não há.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA
Não se aplica por se tratar de um regulador de crescimento vegetal. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Não se aplica por se tratar de um regulador de crescimento vegetal.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
VIDE “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. Página 5 de 11
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUCÕES. PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE AOS OLHOS. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O Manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga orientações técnicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão impermeável, botas de borracha, avental, máscara, óculos protetor, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3, quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível de contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendado para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo Página 6 de 11
entra a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, na temperatura recomendada e em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as suas roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, máscara com filtro, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Ingestão:. Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Pele:. Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave com muita água corrente e sabão neutro. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR STIMULATE®10X
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Cinetina: Citocinina Ácido Giberélico (GA3): Giberelina Ácido 4-indol-3-ilbutírico: Ácido Indolalcanóico | ||
|---|---|---|---|
| Classe Toxicológica | NÃO CLASSIFICADO - PRODUTO NÃO CLASSIFICADO | ||
| Potenciais Vias de | Oral, inalatória, ocular e dérmica. | ||
| exposição | |||
| Efeitos registrados em | Não existe, na literatura, relatos de dados a humanos ou outros mamíferos. Não é esperado qualquer efeito nocivo a humanos. | ||
| literatura | |||
| Sintomas e sinais clínicos | Não se tem informações sobre os sintomas de intoxicação em seres humanos: Efeitos agudos: exposição inalatória ou dérmica: potencial leve de irritação. Exposição oral: sintoma desconhecido. Efeitos crônicos: não conhecido. | ||
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. | ||
| Tratamento | Se ingerido, não provoque vômito. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com água, por no mínimo 15 minutos. Se houver contato com a pele, lavar com água em abundância e sabão neutro. Se for inalado, remova a vítima para local arejado. Não há antídoto disponível. O tratamento deve ser sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico. Manter o paciente sob observação. | ||
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração. | ||
| Efeito das interações Químicas | Não conhecidos. |
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Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da Empresa: (19) 3872-8288 MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres humanos.
EFEITOS AGUDOS
- DL50 oral em ratos: superior a 5000 mg/kg de peso corpóreo. - DL50 dérmica, em ratos: superior a 5.000 mg/kg de peso corpóreo. - CL50 inalatória em ratos: superior a 5,04 mg/L. Não houve mortalidade de nenhum animal testado. - Irritação dérmica em coelhos: nas condições do estudo, o produto foi classificado como “não irritante” para coelhos. - Irritação ocular em coelhos: nas condições do estudo, o produto foi classificado como “não irritante” ocular para coelhos. - Sensibilização cutânea em cobaias: Nas condições do teste, o produto foi considerado não sensibilizante. - Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS
Não foram realizados testes de exposição crônica em animais, de acordo com a legislação vigente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE - Este produto é: ☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). ☐ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ☐ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ☒ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Página 8 de 11
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Stoller do Brasil Ltda. - telefone da empresa (19) 3872-8288. - Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiro, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado; recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa Registrante, conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça essa operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Página 9 de 11
Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. Página 10 de 11
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: Restrição de uso para a cultura do arroz no estado do Paraná. O Engenheiro Agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes da legislação municipal, estadual e federal antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a cultura são permitidos localmente. Página 11 de 11