Bula oficial · registro MAPA nº 15122

Bula do Sócio

Bula completa do Sócio (registro MAPA nº 15122), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: tiacloprido.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 20 páginas no PDF.

SÓCIO Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 15122

COMPOSIÇÃO

(Z)-3-(6-chloro-3-pyridylmethyl)-1,3-thiazolidin-2-ylidenecyanamide (TIACLOPRIDO).....................................................................................................480 g/L (48,00% m/v) Outros ingredientes................................................................................................690 g/L (69,00% m/v)

GRUPO 4A INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: inseticida sistêmico GRUPO QUÍMICO: neonicotinóide TIPO DE FORMULAÇÃO: suspensão concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO(*): ASCENZA BRASIL LTDA. Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, unidade autônoma 30, sala B Condomínio Tech Town, Chácaras Assay, CEP: 13186-904, Hortolândia/SP. CNPJ: 53.875.432/0001-02 – Telefone: (19) 2137-8100 – nº do Registro no Estado: 4455 CDA/SAA/SP (*) Importador do produto formulado FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: TIACLOPRIDO ASCENZA TÉCNICO – Registro no MAPA n° TC11220 Shandong United Pesticide Industry Co., Ltd. Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin village, Fan Town, Daiyue District, Taian, 250100, China FORMULADORES: Ascenza Agro, S.A. Avenida do Rio Tejo, Herdade das Praias, Setubal, Portugal, 2910-440 Shandong United Pesticide Industry Co., Ltd. Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin village, Fan Town, Daiyue District, Taian, 250100, China Fersol Indústria e Comércio S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, s/n, km 68,5, Olhos D’água CEP: 18120-970, Mairinque/SP CNPJ: 47.226.493/0001-46 N° do Registro no Estado: 31 CDA/SAA/SP Kubix Agroindustrial Ltda. Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Cruz Alta CEP: 13348-780, Indaiatuba/SP CNPJ: 47.754.052/0001-17 N° do Registro no Estado: 1248 CDA/SAA/SP

Ouro Fino Química S.A. Av. Filomena Cartafina, 22.335, Quadra 14, Lote 5, Distrito Industrial III CEP: 38044-750, Uberaba/MG CNPJ: 09.100.671/0001-07 N° do Registro no Estado: 8764 IMA/MG Prentiss Química Ltda. Rodovia PR 423, s/nº, km 24,5, Jardim das Acácias CEP: 83603-000, Campo Largo/PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 N° do Registro no Estado: 002669 ADAPAR/PR Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsen, 1459, Bairro Recanto dos Pássaros CEP: 13148-030, Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 N° do Registro no Estado: 477 CDA/SAA/SP MANIPULADORES: Arcad Industrialização Química Ltda. Av. Dr. Roberto Moreira, 4500, Condomínio CLIP, Betel CEP: 13148-150, Paulínia/SP CNPJ: 40.726.678/0001-70 N° do Registro no Estado: 4327 CDA/SAA/SP Iharabras S.A. Indústrias Químicas Avenida Liberdade, 1701 CEP: 18001-970, Sorocaba/SP CNPJ: 61.142.550/0001-30 N° do Registro no Estado: 008 CDA/SAA/SP Nortox S.A. Rod. BR 369 s/n Km 197 CEP: 86.700-970, Arapongas/PR CNPJ: 75.263.400/0001-99 N° do Registro no Estado: 466 SEAB/PR Nortox S.A. Rod. BR 163 s/n Km 116 CEP: 78.740-275, Rondonópolis/MT CNPJ: 75.263.400/0011-60 N° do Registro no Estado: 183-06 INDEA/MT Sipcam Nichino Brasil S.A. Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III CEP: 38044-755, Uberaba/MG CNPJ: 23.361.306/0001-79 N° do Registro no Estado: 2.972/2014 IMA/MG

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Av. Maeda, s/n°, Distrito Industrial CEP: 14500-000, Ituverava/SP CNPJ: 02.974.733/0003-14 N° do Registro no Estado: 1049 CDA/SAA/SP

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

No do lote ou da partida: VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7212, de 15 de junho de 2010) AGITE ANTES DE USAR

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO

MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE INSTRUÇÃO DE USO:

CULTURASDOENÇAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICODOSE DO PRODUTO COMERCIALVOLUME DE CALDANÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA
AlfaceTripes do fumo Thrips tabaci20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 500-800 L/ha03
Pulgão-verde Myzus persicae
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo as aplicações com intervalo de 7-10 dias quando necessário.
AlgodãoPulgão das inflorescências Aphis gossypii400-600 mL/haAplicação terrestre 100-200 L/ha01
Tripes Frankliniella schultzei100-200 mL/haAplicação terrestre 100-300 L/ha03
Mosca branca Bemisia tabaci raça B200 mL/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Pulgão das inflorescências: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando, em 70% das plantas examinadas em variedades tolerantes e 10% em plantas suscetíveis à viroses, as folhas estiverem começando a se deformar, presença de fumagina e existirem pulgões. Em caso de reinfestação, utilizar produtos de diferentes modos-de-ação. Tripes: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando forem encontrados 6 insetos/plantas e antes do engruvinhamento das folhas. Utilizar a dose de 100ml/ha para aplicações em jato dirigido e 200ml/ha para aplicações em área total. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias. Mosca branca: as aplicações devem ser realizadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
AlhoTripes do fumo Thrips tabaci20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 500-800 L/ha03
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se a aplicação a cada 7-10 dias, quando necessário.
BananaTripes-da-ferrugem-das- frutas Caliothrips bicinctus40 mL/100 L de águaAplicação terrestre 200 L/ha03
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO O produto deve ser aplicado nos cachos logo após o aparecimento das pragas, repetindo a aplicação com intervalo de 7-10 dias quando necessário.
BatataPulgão-verde Myzus persicae100 mL/haAplicação terrestre 200-300 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando, em 70% das plantas examinadas em variedades tolerantes e 10% em plantas suscetíveis à viroses, as folhas estiverem começando a se deformar, presença de fumagina e existirem pulgões. Em caso de reinfestação, repetir a aplicação com intervalo de 7-10 dias.
BerinjelaMosca branca Bemisia tabaci raça B200 mL/haAplicação terrestre 300-1000 L/ha04
Tripes Thrips palmi150 mL/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Mosca branca: as aplicações devem ser realizadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, repetir a aplicação com intervalo de 7- 10 dias quando necessário. Tripes: o produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo a aplicação com intervalo de 7-10 dias quando necessário.
CebolaTripes do fumo Thrips tabaci20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 500-800 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas repetindo a aplicação com intervalo de 7-10 dias quando necessário.
CitrosMinador das folhas Phyllocnistis citrella10 mL/100 L de águaAplicação terrestre 2000 L/ha03
Cigarrinha-da-cvc Dilobopterus costalimai
Cigarrinha Oncometopia facialis
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 15 dias. Minador das folhas: realizar monitoramento e realizar as aplicações quando 50% das plantas estiverem em brotação, dirigido às lagartas em fase inicial de desenvolvimento (1° e 2° instar). Realizar as aplicações com intervalo de 15 dias.
CouvePulgão-da-couve Brevicoryne brassicae20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 500-800 L/ha03
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se a aplicação a cada 7 a 10 dias, quando necessário.
CrisântemoMosca branca Bemisia tabaci raça B20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 1000 L/ha04
Tripes Thrips palmi15 mL/100 L de água
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Mosca branca: as aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia. Tripes: deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas. Repetir a aplicação a cada 7-10 dias, quando necessário.
FeijãoMosca branca Bemisia tabaci raça B200 mL/haAplicação terrestre 100-300 L/ha04
Cigarrinha verde Empoasca kraemeri
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Mosca branca: as aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias. Cigarrinha verde: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
GérberaMosca branca Bemisia tabaci raça B20 mL/100 L de águaAplicação terrestre 1000 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO As aplicações devem ser realizadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
MamãoTripes Thrips palmii10 mL/100 L de águaAplicação terrestre 1000 L/ha02
Cigarrinha Empoasca kraemeri
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se a aplicação a cada 7-10 dias, quando necessário.
MelanciaMosca branca Bemisia tabaci raça B200 mL/haAplicação terrestre 300-1000 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
MelãoMosca branca Bemisia tabaci raça B200 mL/haAplicação terrestre 300-1000 L/ha03
Pulgão Aphis gossypii150 mL/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Mosca branca: as aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias. Pulgão: o produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se a aplicação a cada 7-10 dias, quando necessário.
PepinoMosca branca Bemisia tabaci raça B20 mL/ 100 L de águaAplicação terrestre 800-1000 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
PimentãoMosca branca Bemisia tabaci raça B200 mL/haAplicação terrestre 300-1000 L/ha04
Tripes Thrips palmi150 mL/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Mosca branca: as aplicações devem ser realizadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 - 10 dias, Tripes: o produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se a aplicação a cada 7 a 10 dias, quando necessário.
PoinsétiaMosca branca Bemisia tabaci raça B20 mL/ 100 L de águaAplicação terrestre 1000 L/ha04
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO As aplicações devem ser realizadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.
SojaTamanduá-da-soja Sternechus subsignatus200 mL/haAplicação terrestre 100-300 L/ha03
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando encontrar 1 adulto por metro (até estádio de desenvolvimento da planta V3) ou 2 adultos por metro (estádio V4 a V6) Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura.
TomatePulgão das solanáceas Macrosiphum Euphorbiae100 mL/haAplicação terrestre 300-1000 L/ha03
Pulgão-verde Myzus persicae
Mosca branca Bemisia tabaci raça B Bemisia tabaci200 mL/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se a aplicação a cada 7-10 dias, quando necessário Mosca branca: as aplicações devem ser realizadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7-10 dias.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: O produto deve ser aplicado, na forma de pulverização, com equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, motorizado ou tratorizado). As gotas devem ter de 100 a 200 micra de diâmetro e densidade de 20 a 30 gotas/cm 2. Quando se emprega pulverizadores de barra, recomendase usar bicos cônicos D2 e D3; pressão de 80 – 100lb/pol 2 e 200 a 300L de calda/ha. Na cultura do algodão, a dose de 100ml /ha é recomendada para aplicação na forma de jato dirigido, empregandose 100L de calda/ha, enquanto que a dose de 200ml /ha é para pulverização em área total, enquanto a cultura está mais desenvolvida. Na cultura de citros o produto é aplicado, empregandose turboatomizadores, com volume de 2000L de calda/há, ou ainda, de 5 a 10L de calda/planta, evitando o escorrimento. Recomendações gerais para evitar deriva: - Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. - Siga as restrições existentes na legislação pertinente. - O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura) - O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto. Diâmetro das gotas: - A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa. - A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas: - Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores. - Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. - Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva. Ventos: - A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.

Temperatura e Umidade: - Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%. - Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação. Inversão térmica: - O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar. MODO DE PREPARO DE CALDA: No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar SÓCIO na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturasIntervalo de Segurança
Alface, couve5 dias
Algodão28 dias
Alho, batata, cebola, citros, melancia e soja21 dias
Banana, berinjela, mamão, pepino, pimentão e tomate07 dias
Crisântemo, gérbera e poinsétiaUNA*
Feijão31 dias
Melão14 dias

Culturas Intervalo de Segurança Alface, couve 5 dias Algodão 28 dias Alho, batata, cebola, citros, melancia e soja 21 dias Banana, berinjela, mamão, pepino, pimentão e tomate 07 dias Crisântemo, gérbera e poinsétia UNA* Feijão 31 dias Melão 14 dias * Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar nas áreas tratadas por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

O PRODUTO NÃO É FITOTÓXICO PARA AS CULTURAS INDICADAS NAS DOSES E CONDIÇÕES RECOMENDADAS.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:

GRUPO 4A INSETICIDA A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida SÓCIO pertence ao Grupo 4A (moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina – Neonicotinoides), e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do SÓCIO como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar SÓCIO ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de SÓCIO podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do SÓCIO, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos 4A não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do SÓCIO ou outros produtos do Grupo 4A quando for necessário; • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas. • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento e etc., sempre que disponível e apropriado. • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.

• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES PARA MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS Quando houver recomendação/informações sobre MIP oriundas de pesquisa pública ou privada, as mesmas devem ser implementadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE OS ESQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora das especificações. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos ou viseira facial, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; e

- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- EVITE O MÁXIMO POSSÍVEL O CONTATO COM A ÁREA TRATADA. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evitar ao máximo o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos ou viseira facial, avental impermeável, botas, macacão, luvas e máscara; e - A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por uma pessoa treinada e devidamente protegida. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer. Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

- Nocivo se ingerido; - Nocivo se inalado. - INTOXICAÇÕES POR SÓCIO -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoNeonicotinoide.
Classe ToxicológicaCATEGORIA 4 – Produto Pouco Tóxico
Vias de ExposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaEm ratos, o produto após administração via oral, foi absorvido pelo trato gastrointestinal, sendo que a concentração máxima no plasma foi encontrada entre 1 e 1,5 horas após a administração. O produto é prontamente distribuído do plasma para os órgãos periféricos e tecidos.
É rapidamente metabolizado através da hidroxilação, oxidação e metilação do anel tiazolidina. Dentro de 48 horas após a administração, 91,3 % a 93,4 % do produto foi eliminado via fezes e urina, sendo a excreção predominante pela via renal, após passar por processos metabólicos, apresentando pouco acúmulo nos tecidos. Os processos metabólicos resumem-se em: 1) hidroxilação do anel da tiazolidina e subsequente glucoronidação; 2) hidroxilação da cianamida; 3) abertura do anel tiazolidina; 4) formação do anel oxazol; 5) oxidação e subsequente metilação do anel da tiazolidina; e 6) clivagem oxidativa das ligações do metileno.
Toxicodinâmicainseticidas neonicotinoides são relativamente pouco tóxicos para humanos, porque eles interagem menos com os receptores nicotínicos humanos quando comparado aos insetos, e eles não atravessam prontamente a barreira hemato-encefálica. Devido à pouca penetração através da barreira hemato-encefálica, os efeitos mediados pelo sistema nervoso central não são espe-rados em baixos níveis de exposição. A toxicidade aguda dos diversos neonicotinoides em mamíferos está predominantemente relacionada ao receptor nicotínico do subtipo 7-alfa, seguido dos subtipos 4-alfa, 2-beta, 3-alfa e 1- alfa. Ações nesses receptores envolvem uma combinação de efeitos agonistas e antagonistas. Os efeitos tóxicos, in vivo, variam dependendo do inseticida neonicotinoide.
Sintomas e Sinais ClínicosProduto Formulado: Exposição Oral: em estudo realizado em animais de experimentação (ratos) foram observados redução de motilidade e reatividade, estado de espasmo, respiração difícil, tremores e posição lateral. Exposição Inalatória: em estudo realizado em animais de experimentação (ratos) foram observados redução de motilidade e reatividade, estado de espasmo, respiração difícil, tremores, prostração, midríase, apatia e blefaroespasmo, Exposição dérmica: em estudo realizado em animais de experimentação (coelhos), foram observados eritema em pele, reversíveis em 24 horas.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TratamentoLavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de água. Não existem antídotos conhecidos para exposições a inseticidas neonicotinoides. O tratamento é sintomático e de suporte de acordo com os sinais clínicos apresentados para manutenção dos sinais vitais. A toxicidade é mínima. O principal efeito clínico esperado é depressão do sistema nervoso central, que deve ser monitorada em todos os casos de exposição. A ingestão de formulações de inseticidas neonicotinoides pode resultar em sintomas clínicos relacionados aos surfactantes, solventes ou outros ingredientes, alguns dos quais podem ser corrosivos. Deve-se tratar os sintomas. Lave a boca com leite ou água. No caso de ingestões menores, a irrigação oral e diluição podem ser os únicos procedimentos necessários. Considere a descontaminação gastrointestinal apenas após ingestões consideráveis. A êmese não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer devido à presença de surfactantes ou solventes na formulação.
Carvão ativado: administre carvão ativado (240 mL de água/ 30 g de carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/ adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano de idade. Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados com cuidado quanto ao possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato gastrointestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano. Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos através de vômito e diarreia. Após exposição pela via inalatória, remova o paciente para um local arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral. Em caso de exposição pela via ocular, lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Em caso de exposição pela via dérmica, remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O profissional da saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos das Interações QuímicasNão conhecidos
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnósticos e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800 70 10 450.

0800 70 10 450.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.

EFEITOS AGUDOS

DL50 oral em ratos: >300-2000mg/Kg p.c. DL50 dérmica em ratos:> 2000 mg/Kg. CL50 inalatória em ratos: 2,02 mg/L. Irritação dérmica em coelhos: Não irritante. Nas primeiras 24h foi observado em todos os coelhos leve edema e eritema, revertidos dentro de 24 e 48 horas, respectivamente. Irritação ocular em coelhos: Não irritante para os olhos. Na primeira hora foi observada nos animais tratados uma leve irritação na conjuntiva com vermelhidão e quemose, revertidas em 24 horas. Não houve sinais de opacidade córnea e irite. Sensibilização cutânea em porquiho-da-índia: Não sensibilizante a pele das cobaias. Mutagenicidade: Não mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS

O Tiacloprido foi administrado por via oral na dieta de ratos durante um período de 24 meses em diferentes concentrações. Nas maiores doses, entre outras alterações, houve hepatotoxicidade e hipertrofia do epitélio folicular da tireóide. O produto também foi testado por um período de 18 meses em camundongos, em diferentes concentrações e foram relatadas alterações significantes como: toxicidade hepática, alterações dos linfonodos em ambos os sexos e aumento de vacuolização das glândulas adrenais de fêmeas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA

CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Tradecorp do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. – Telefone: 0800 70 10 450. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado, e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL (0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 5,0; 10,0 e 20,0 L) LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA - (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL • (De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis) Hortolândia/SP, 11 de setembro de 2024.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Sócio registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 15122 · documento de 24/09/2024.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Sócio?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Sócio e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Sócio é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 15122, documento de 24/09/2024), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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