Bula oficial · registro MAPA nº 11617

Bula do Silicon Protect

Bula completa do Silicon Protect (registro MAPA nº 11617), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: terra diatomácea.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 8 páginas no PDF.

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob no 11617

COMPOSIÇÃO

Silicon dioxide (TERRA DIATOMÁCEA) ...................................................................................912g/kg (91,2 % m/m) Outros Ingredientes..................................................................................................................88 g/kg (8,8 % m/m) PESO LÍQUIDO: Vide Rótulo CLASSE: Inseticida de contato GRUPO QUÍMICO: Inorgânico TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Seco – (DP) TITULAR DO REGISTRO: Mineração e Pesquisa Brasileira Ltda Rodovia UR 24, nº1395, Linha Rio Deserto CEP: 88.840-000 – Urussanga, SC CNPJ: 79.917.597/0004-36 Número de registro do estabelecimento/Estado: CIDASC nº 1298 País: Brasil Tel: (48) 3441-2811 Fax: (48) 3441-2815 FABRICANTE/FORMULADOR: Mineração e Pesquisa Brasileira Ltda Rodovia UR 24, nº1395, Linha Rio Deserto CEP: 88.840-000 – Urussanga, SC CNPJ: 79.917.597/0004-36 Número de registro do estabelecimento/Estado: CIDASC nº 1298 País: Brasil Tel: (48) 3441-2811 Fax: (48) 3441-2815

No. do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

Indústria Brasileira. PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: IV – PRODUTO POUCO PERIGOSO

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO

O SILICON PROTECT é um inseticida de contato, deve ser aplicado pulverizando o produto nos grãos, na esteira, antes da entrada nos silos, depósitos e armazéns, após a limpeza do local.

CULTURAALVO CONTROLADODOSENÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico.Acanthoscelides obtectus (Caruncho-do-feijão; Gorgulho-do-feijão)Durante o armazenamento dos grãos (esteira): 1 kg de produto por tonelada de grãosDeve ser pulverizado em toda massa dos grãos na esteira, antes da entrada nos silos, depósitos e armazéns, após a limpeza do local. Não existe número, época e intervalo de aplicação, o produto deve ser aplicado sempre na entrada dos grãos nos silos, depósitos e armazéns.
Rhizopertha dominica (Besourinho; Besouro)
Sitophilus oryzae (Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-dos-grãos- armazenados; Caruncho ou Gorgulho de arroz)
Sitophilus zeamais (Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-do-milho)
Cryptolestes ferrugineus (Besouro; Escaravelho)
Tribolium castaneum (Besouro-castanho)
Oryzaephilus surinamensis (Besouro)

(Besouro)

MODO DE APLICAÇÃO

- Após a operação de limpeza do interior da unidade, aplicar o produto SILICON PROTECT com povilhadeira para graneleiro ou através do sistema de aeração, para silos que disponham de aeração, na dosagem de 1 kg / tonelada de grão. - Encher a unidade até faltar cerca de 30 cm para o limite. Nos últimos 30 cm, durante o enchimento, polvilhar o produto SILICON PROTECT na massa de grãos, na dosagem de 1 kg / tonelada de grão. - Após o enchimento total da unidade, polvilhar a superfície da massa de grãos com SILICON PROTECT, na dosagem de: 1 kg / tonelada de grão.- Utilize os EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara de proteção com filtro para pós). INTERVALO DE SEGURANÇA: Sem restrições. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: “Não há necessidades de observância de intervalo de reentrada desde que se use máscara de proteção ao reentrar nas áreas tratadas” LIMITAÇÕES DE USO: - Manter os armazéns secos e bem ventilados. - Usar o produto somente nas doses e condições recomendadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

As medidas de controle coletivas são: quando aplicável utilizar ventiladores, circuladores de ar, exaustores; providenciar uma ventilação adequada ao local de trabalho. O operador deve sempre utilizar um equipamento de proteção respiratória mesmo quando providenciada uma boa ventilação. Equipamentos de proteção individual: Proteção respiratória: utilizar máscaras combinadas, com filtro químico e filtro mecânico, (tipo ORGAN P2 – EPICON ou classe P2 – 5n11-3M), ou mascara de borracha ou silicone com filtro para pesticidas. Proteção para as mãos: utilizar luvas de nitrila, PVC ou outro material impermeável. Proteção para os olhos: utilizar óculos de segurança para produtos químicos. Proteção para a pele e corpo: utilizar macacão de mangas compridas impermeáveis ou hidro repelentes e botas de PVC. Precauções Especiais: manter os EPI’S devidamente limpos e em condições adequadas de uso, realizando periodicamente inspeções e possíveis manutenções e/ou substituições de equipamentos danificados. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide modo de aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Conforme avaliação do IBAMA, esta embalagem não pode ser lavada. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS: Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos: - Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga. - Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula. - Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

PRECAUÇÕES GERAIS: - Produto para uso exclusivamente agrícola. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos e luvas. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. - Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P1 ou P2, cobrindo nariz e boca e óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado. PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: - Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas. - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P1 ou P2, cobrindo o nariz e a boca e óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, botas, macacão, luvas e máscara. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. - Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável. - Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. - Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilize a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize

equipamentos de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha. PRIMEIROS SOCORROS: Não há dados que indiquem a ocorrência de danos agudos ou crônicos causados por Terra Diatomácea, ingrediente ativo inorgânico, de origem mineral, predominante neste produto, portanto não oferece risco específico a seres humanos ou animais sendo os primeiros socorros indicados de forma geral: Em caso de acidentes procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Ingestão: Em caso de ingestão, não provoque o vômito. Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos. Pele: Em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância. Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado. Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o para assistência médica mais próxima.

Grupo químicoInorgânico
Classe toxicológicaClasse IV – Pouco Tóxico
Mecanismos de toxicidadeA Terra diatomácea não é tóxica, mas pode ser nociva. Na região traqueobronquial a presença da poeira estimula um aumento na produção de muco para auxiliar o trabalho dos cílios ali existentes na remoção das partículas. A estimulação prolongada das células e das glândulas da secreção do muco pode induzir a hipertrofia dessas estruturas. As observações de efeitos danosos à saúde provocados pela exposição à sílica geralmente estão associadas a indivíduos expostos ocupacionalmente a sílica cristalina. As células do pulmão possuem uma alta taxa de reposição ou renovação, onde as células com a superfície parcialmente danificada são rapidamente trocadas por células novas. Devido à rápida regeneração das células do pulmão, há provavelmente maior vulnerabilidade às alterações carcinogênicas pela presença da poeira. Os mecanismos que induzem a formação do câncer provocado pela sílica livre cristalizada ainda estão sendo estudados. Existe um número maior de evidências demostrando que o persistente processo de inflamação dos pulmões gera substâncias oxidantes que resultam nos efeitos genotóxicos no parênquima pulmonar. A sílica livre cristalina é extremamente tóxica para o macrófago alveolar devido às suas propriedades de superfície que levam á lise celular. O material predominante neste produto trata-se de sílica amorfa estando à presença de sílica cristalina limitada a menos de 1% da composição do Silicon Protect. Assim, as informações deste quadro médico referem-se à exposição à sílica cristalina sendo pouco provável que a exposição ao produto de acordo com as especificações do Silicon Protect provoque danos a saúde.
Vias de absorçãoOral e Inalatória.
Sintomas e sinais clínicosVia Oral: As dados disponíveis parecem substanciar a inércia biológica da sílica e silicatos quando absorvidos por essa via. Todo silicato absorvido é excretado pelos rins sem evidência de acumulação tóxica no corpo. Pele/Olhos: Pode causar irritação e inflamação. Inalação: Exposição prolongada à sílica cristalina pode causar fibrose pulmonar. Esse material é considerado um pó nocivo, mas não-tóxico. Inalação prolongada de sílica cristalina pode resultar em silicose, uma fibrose pulmonar incapacitante caracterizada por alterações fibróticas e nódulos pulmonares, tosse seca, respiração curta, enfisema, decréscimo da expansão peitoral e susceptibilidade à tuberculose aumentada. Em estágios avançados pode ocorrer perda de apetite, dor pleurítica e incapacidade total para trabalhar. A silicose avançada pode resultar em morte devido à falência cardíaca ou destruição do tecido pulmonar. A sílica cristalina é classificada como sendo do grupo 2A. “Provavelmente carcinogênico para humanos” pela IARC e “evidência suficiente” de carcinogenicidade pela NTP. A silicose predispõe o organismo a uma série de co-morbidades, pulmonares e extra-pulmonares, como a tuberculose, o enfisema, a limitação crônica ao fluxo aéreo, as doenças auto-imunes e o câncer.
ToxicocinéticaAdministração de uma dose única de 2,5 g de dióxido de sílica
polimérica a voluntários não aumentou significamente a excreção de SiO na urina sugerindo uma pobre absorção do composto. A excreção 2 média de 24 h de SiO cinco machos submetidos a uma dieta regular 2 foi de 16,2 mg. O valor variou bastante e foi relacionado à quantidade de SiO na dieta. A excreção urinária de sílica foi aumentada quando 2 Mg Si O n H O foi administrado via oral. 2 3 8 2 Em experimentos com dois voluntários, foi observado que após ingestão de 50 mg de ácido sílico monomérico, a excreção renal do SiO por unidade de tempo não foi relacionada à quantidade de urina 2 excretada na mesma unidade de tempo. A máxima excreção ocorreu com uma ou duas horas. Mesmo em altas concentrações (acima de 700 µg SiO /cm3 na urina) o ácido silícico ainda estava presente na 2 forma reativa de molibdato. O ácido silícico polimeriza acima de 100 – 150 gramas SiO /cm3 . A velocidade de polimerização é dependente 2 do pH e da concentração. O experimento foi realizado para excluir danos ao trato urinário através da precipitação de proteínas pelo ácido silícico polimérico formado pela polimerização de ácido monomérico silícico em altas concentrações.
DiagnósticoO diagnóstico da Silicose é baseado na radiografia de tórax, em conjunto com história clínica e ocupacional coerentes. Eventualmente, outros procedimentos são necessários (provas de função pulmonar, teste de exercício para estabelecimento da incapacidade funcional...)
TratamentoNão se conhece qualquer tratamento médico capaz de inverter o processo da silicose, cabendo apenas o controle das complicações. Por conseguinte a prevenção assume uma importância extremamente crítica. O afastamento de situações de exposição poderá contribuir para diminuir o ritmo de progressão da doença. Os corticosteroides não têm mostrado eficácia na redução do progresso da doença. Caso sejam detectadas complicações, tais como insuficiência cardíaca ou tuberculose, deverá ser rapidamente iniciado um tratamento adequado. Todos os indivíduos deverão ser energicamente aconselhados a deixarem de fumar devendo ser-lhes prestado todo o apoio e informação referente à abstenção do fumo.
Contra-indicaçõesA indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração.
AtençãoAs Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: (48) 3441-2811

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é:

Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
XPouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) X Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. – Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. – O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. – Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa MINERAÇÃO E PESQUISA BRASILEIRA LTDA. Telefone de Emergência: (48) 3441-2811 – Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: - Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. - Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: Não há restrições.

Responsável Técnico Rosimeri Venâncio Redivo Engª Msc. Química CRQ 13300318 – 13ª R CREA 250 314 974 – 0

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Silicon Protect registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 11617 · documento de 04/07/2019.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Silicon Protect?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Silicon Protect e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Silicon Protect é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 11617, documento de 04/07/2019), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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