Bula oficial · registro MAPA nº 23618

Bula do Shambda 50 EC

Bula completa do Shambda 50 EC (registro MAPA nº 23618), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: lambda-cialotrina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 14 páginas no PDF.

SHAMBDA 50 EC Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob nº 23618

COMPOSIÇÃO

- reaction product comprising equal quantities of (S)-alfa-cyano-3-phenoxybenzyl (Z)- (1R,3R)-3- (2-chloro-3,3,3-trifluoropropenyl)-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate and (R)-alfa-cyano-3phenoxybenzyl (Z)-(1S,3S)-3-(2-chloro-3,3,3-trifluoropropenyl)-2,2dimethylcyclopropanecarboxylate (LAMBDA-CIALOTRINA) ................................................................................... 50 g/L (5% m/v) - Hidrocarboneto aromático (CAS nº 64742-95-6 ............................................. 9 g/L (0,9% m/v) - Xileno (CAS nº 1330-20-7) ................................................................ 783,24 g/L (78,32% m/v) - Outros ingredientes ............................................................................... 48,75 g/L (4,87% m/v) GRUPO 3A INSETICIDA

CONTEÚDO: vide rótulo CLASSE: inseticida de ação de contato e ingestão do grupo químico piretróide. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): SHARDA DO BRASIL COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS E AGROQUÍMICOS LTDA. Rua da Consolação, 222 - Cjt. 608 - Bairro Consolação - São Paulo/SP - CEP 01302-000 Tel/Fax: (11) 3129-7423 - CNPJ: 11 426.444/0001-00 Registro da empresa na CDA/SAA/SP nº 965 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Produto técnico: SHAMBDA TÉCNICO. Registro no MAPA nº 17117 Gujarat Agrochem Ltd. Plot Nº 2901 to 2905, GIDC, Panoli, Ankleshwar, Dist. Bharuch, Gujarat, Índia. FORMULADOR: Gujarat Agrochem Ltd. Plot Nº 2901 to 2905, GIDC, Panoli, Ankleshwar, Dist. Bharuch, Gujarat - Índia. Sharda Cropchem Ltd. Plot nº 6215 GIDC Ankleshwar , Dist Bharuch, Gujarat - India IMPORTADOR: Alamos do Brasil Ltda. (matriz) Rua Ernesto de Fontoura, nº 1479 salas nº 601/602 - CEP: 90.230-091 - Porto Alegre Rio Grande do Sul - CNPJ 07 118.931/0001-38 Nº de registro do estabelecimento/Estado: SEAPA/RS nº 1788/08 (filial Xanxerê/SC) Rua Marciano Leite de Almeida nº 795 sala 03 - CEP: 89920-000 - Xanxerê/SC CNPJ: 07 118.931/0002-19 Nº de registro do estabelecimento/Estado: CIDASC/SC nº 1716 (filial Pato Branco/PR) Rodovia PR 493, nº 3800 - CEP: 85.503-390 - Pato Branco/PR - CNPJ: 07 118.931/0003-08 Nº de registro do estabelecimento/Estado: ADAPAR/PR nº 1000144

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

EM SEU PODER. CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA Categoria 1 - Produto Extremamente Tóxico

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL

Produto MUITO PERIGOSO ao meio ambiente – CLASSE II

INSTRUÇÕES DE USO

SHAMBDA 50 EC é um inseticida de ação de contato e de ingestão, do grupo químico piretróide, que contém o ingrediente ativo labda-cialotrina, 50 g/L, na formulação Concentrado Emulsionável (EC). INDICAÇÕES DE USO: Inseticida recomendado para as culturas do algodão, café, milho, soja, tomate e trigo. CULTURAS, ALVOS BIOLÓGICOS, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES, INTERVALO DE APLICAÇÃO, E VOLUME DE CALDA:

CulturasPragasDoses p.c. ml/ha (g i.a/ha)Época, número máximo e intervalo de aplicaçãoVolume de calda (L/ha)
Nome comum Nome científico
AlgodãoCuruquerê Alabama argillacea100 ml / ha (5 g i.a/ha)- Curuquerê: iniciar a aplicação do produto, quando forem encontradas 2 lagartas por planta ou 25% de desfolha e repetir a intervalos de 7 dias conforme nível de infestação. - Bicudo: iniciar a aplicação do produto, quando o nível de infestação atingir 10% de botões florais atacados, tanto pela postura como pela alimentação, e repetir as aplicações a cada 5 - 7 dias ou100 - 250 L/ha (Terrestre) 30 - 40 L/ha (Aérea)
Bicudo Anthonomus grandis300 ml/ ha (15 g i.a/ha)
toda a vez que atingir o nível de 10% de botões danificados. - Lagartas-das-maçãs: iniciar a aplicação do produto quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos. Número de aplicações: máximo de três no ciclo da cultura.
Lagarta-das-Maçãs Heliothis virescens400 ml / ha (20 g i.a/ha)
CaféBicho-mineiro-do- café Leucoplera coffeella100 ml / ha (5 g i.a/ha)- Aplicar o produto no início da infestação. Reaplicar após 45 dias. Número de aplicações: máximo de duas na mesma safra.100 - 250 L/ha (Terrestre)
MilhoLagarta-do- cartucho Spodoptera frugiperda150 ml / ha (7,5 g i.a/ha)- Aplicar o produto logo no início da infestação, quando as lagartas estiverem pequenas e raspando as folhas, antes de migrarem para o cartucho. Número de aplicações: máximo uma no ciclo da cultura.100 - 250 L/ha (Terrestre) 30 - 40 L/ha (Aérea)
SojaLagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis75 ml / ha (3,75 g i.a/ha)-Aplicar o produto quando forem constatadas 30% de desfolha antes do florescimento, ou 15% de desfolha no pós florescimento ou 40 lagartas por batida de pano. - Aplicar o produto quando houver 4 percevejos maiores que 0,5 cm por batida de pano. Em caso de área de produção de semente o limite é de 2 percevejos por amostragem. Número de aplicações: máximo de duas por ciclo da cultura.100 - 250 L/ha (Terrestre) 30 - 40 L/ha (Aérea)
Percevejo-da-soja Nezara viridula150 ml / ha (7,5 g i.a/ha)
TomateBroca-pequena-do- fruto Neoleucinodes elegantalis50 mL/100 L água (2,5 g ia/100 L água)- Aplicar o produto logo no início das primeiras infestações. Reaplicar a intervalos de 7 dias. Número de aplicações: máximo de três no ciclo da cultura.400 - 800 L/ha (Terrestre)
Traça-do-tomateiro Tuta absoluta
Trigo100 ml / ha (5 g i.a/ha)- Aplicar o produto no início de infestação da praga.100 - 250 L/ha (Terrestre)
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax

MODO DE APLICAÇÃO

SHAMBDA 50 EC deve ser aplicado na dosagem recomendada, diluído em água. Equipamentos de aplicação: SHAMBDA 50 EC pode ser aplicado através de pulverizadores costal manual ou costal motorizado, pulverizador tratorizado e através de aeronave agrícola. Realizar a pulverização procurando obter uma cobertura uniforme das plantas; obtendo uma cobertura total da folhagem. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico. PULVERIZADOR TERRESTRE: - Pulverizador tratorizado: Com barra de pulverização: utilizar bicos cônicos das séries D; ou equivalentes, com pressão de 80 a 150 lbs/pol2 (PSI). Utilizar volume de calda de 100 a 250 L/ha nas culturas de algodão, café, milho, soja e trigo. - Pulverizador costal: Manual: utilizar bicos cônicos das séries D; ou equivalentes, com pressão de 40 a 60 lbs/pol2 (PSI). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada. Motorizado: utilizar bicos cônicos das séries D; ou equivalentes, com pressão de 40 a 60 lbs/pol2 (PSI). Utilizar volume de calda de 400 – 800 L/ha na cultura do tomate. PULVERIZAÇÃO AÉREA: - Aeronave agrícola: Aviões com barra: utilizar 30 a 40 L/ha voando uma altura de 3,5 a 4,5 metros com uma faixa de deposição de 15 metros. Tamanho de gotas de 200 a 300, com densidade de gotas acima de 30 gotas/cm2. Utilizar bicos cônicos da série D8 a D12, com pressão de 25 a 35 lbs/pol2 (PSI). O número de bicos para equipar a barra deve ser de 44 a 48, MICRONAIR: trabalhar com faixa de aplicação de 18 metros, pressão de 30 lbs/pol2, com 4 micronair, regulado o V.R.V. para a posição 13 ou 14, voando de 8 a 10 metros de altura. - Condições climáticas: temperatura inferior a 28ºC; umidade relativa (mínimo), 55%; velocidade do vento (máximo), 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatização ou deriva. Instruções para preparo da calda de pulverização: Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar SHAMBDA 50 EC. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante seu preparo. Lavagem do equipamento de pulverização: Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias)

Algodão: 10 dias; Café: 1 dia; Milho: 15 dias; Soja: 20 dias; Tomate: 3 dias; Trigo: 15 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Somente utilizar as doses recomendadas. - Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula. - Não misturar com produtos de reação alcalina, como a calda bordalesa. - Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. - O produto é incompatível com produtos de reação altamente alcalina como a calda bordalesa e calda sulfocálcica.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE REISTÊNCIA À INSETICIDAS: Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MIP) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas. - Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga. - Utilizar somente as doses recomendadas na bula. - Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre recomendações locais para o MIP. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - Produto para uso exclusivamente não agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas para o trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas; botas de borracha; avental impermeável; macacão com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Produto extremamente irritante para os olhos e medianamente irritante para a pele. - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas nitrila. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe; óculos de segurança com proteção lateral; avental impermeável; botas de borracha; macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas; luvas de nitrila e máscara com filtro. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele PERIGO ATENÇÃO Tóxico se inalado Provoca moderada irritação à pele Provoca irritação ocular grave

PRIMEIROS SOCORROS

Ingestão: NÃO PROVOQUE VÔMITO, procure assistência médica, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou a receita agronômica do produto. Olhos: ATENÇÃO PRODUTO EXTREMAMENTE IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Retirar as lentes de contato. Pele: PRODUTO MEDIANAMENTE IRRITANTE PARA A PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Procure local arejado e recorra a assistência médica, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS - SHAMBDA 50 EC (lambda-cialotrina)

Grupo químicoPiretroide
Classe toxicológicaCategoria 1 - Produto Extremamente Tóxico
Vias de exposiçãoNão são bem absorvidos por via dérmica. A absorção oral ocorre provavelmente através da mucosa oral. Também há absorção por via inalatória.
ToxicocinéticaL ambda-cialotrina: Após absorção, por serem lipofilicos, são rapidamente distribuídos no sítio de ação (SNC). Rapidamente metabolizados no fígado, não se acumulam nos tecidos. Não são estocados ou se bioacumulam, o que limita sua toxicidade crônica. Parece não haver recirculação enterro- hepática. Excretados por via urinária. H idrocarboneto aromático e Xileno: São rapidamente absorvidos pelo trato respiratório, com captação aumentada pelo exercício físico. A absorção também está positivamente correlacionada com a quantidade de gordura corporal. O m-xileno líquido é bem absorvido através da pele, mas a absorção dérmica do vapor de
m-xileno (até 600 ppm) não parece ser consideravelmente absorvida. São altamente solúveis em sangue e gordura e são distribuídos amplamente no corpo. Os xilenos passam por um metabolismo extenso e são excretados principalmente como metabólitos na urina, com pequenas quantidades liberadas inalteradas no ar expirado. Cerca de 90% da dose absorvida é excretada na urina sob a forma de ácido metilhipúrico, o conjugado de glicina do ácido metilbenzóico, após inalação ou exposição dérmica (líquida).
Mecanismos de toxicidadeL ambda-cialotrina: Pequena absorção digestiva e rápida metabolização. A toxicidade aguda em humanos está mais associada a reações de hipersensibilidade do que as propriedades farmacológicas da substância. Estão associadas também aos solventes usados como veículos. Crianças são mais suscetíveis, em razão da incapacidade de hidrolisar os ésteres de “pirethrum” eficientemente. Divididos em 2 tipos, de acordo com sua estrutura ou manifestações clínicas em caso de intoxicação: Lambda-cialotrina pertence ao Tipo II dos piretróides, os quais são mais potentes e tóxicos e podem produzir bloqueio da condução nervosa, com despolarização persistente e redução da amplitude do potencial de ação e colapso na condução axonal. Interferem também com o receptor GABA, com supressão dos canais de cloro. Mamíferos são geralmente capazes de metabolizar rapidamente estes compostos, tornando-os deste modo menos ativos e consequentemente diminuindo a toxicidade. Em doses muito altas, despolarizam completamente a membrana da célula nervosa e bloqueiam a excitabilidade. Podem causar danos permanentes ou por longo tempo em nervos periféricos. H idrocarboneto aromático e Xileno: Os vapores são irritantes e depressores do sistema nervoso central, e seus efeitos são dor-de-cabeça, vertigens, náuseas, tontura, confusão e incoordenação. Os efeitos sobre o sistema nervoso central podem ocorrer também pela ingestão destes solventes.
Sintomas e sinais clínicosL ambda-cialotrina: Podem incluir reações anafiláticas (hipotensão e taquicardia), broncoespasmo, edema de glote, choque em indivíduos sensíveis, crises de asma, reações de hipersensibilidade com pneumonite e edema pulmonar. Exposição inalatória - podem ocorrer congestão nasal, rinorréia, ardor em garganta, dispnéia, broncoespasmo, tosse, dor torácica. Exposição cutânea - não são irritantes primários, mas podem produzir dermatite alérgica, com reações sistêmicas. Desencadeia dermatite com prurido, acompanhada de queimação, dormência, eritema, pápulas, vesículas e hipercromia local. Também pode ocorrer parestesia (distribuição em luva e bota), sendo considerado um efeito irritante local e ocorrendo em doses mais baixas do que as que causam efeitos no SNC. Habitualmente as alterações causadas por piretrinas são menos intensas do que as causadas por piretróides (ocorrem algumas horas após exposição até cerca de 24 h). Podem ocorrer disestesias faciais, principalmente em regiões malares e peri-orbitais (ocorrem de 30 min - 3 horas após exposição). Tanto as parestesias como as disestesias estão relacionadas com exposições ocupacionais (crônicas).
Exposição ocular - produz conjuntivite química, com diminuição de acuidade visual, edema peri-orbitário, podendo causar lesão de córnea, incluindo ceratite e denundação, devido a mecanismo não esclarecido. Exposição oral - fraqueza, cefaléia, náuseas, vômitos, dor abdominal, cólicas, tenesmo, gastrite, anorexia e tonturas. A ingestão de grandes doses pode afetar o SNC, resultando em fasciculações, convulsões, coma e parada respiratória. Podem ocorrer duas síndromes básicas, dependentes da exposição ao tipo de piretróide: Tipo II - salivação, hiperexcitabilidade, coreoatetose, sialorréia e convulsões. H idrocarboneto aromático e Xileno: Os vapores são irritantes e depressores do SNC, e seus efeitos são dor- de-cabeça, vertigens, náuseas, tontura, confusão, incoordenação, inconsciência, edema pulmonar, até o coma e a morte em exposições severas. O contato com a pele causa ressecamento, podendo provocar irritações e dermatites. Os vapores causam irritação dos olhos. A ingestão causa vômito, diarreia e dificuldade respiratória. No vômito o principal risco é a pneumonite química, edema pulmonar e hemorragia consequente à aspiração para as vias aéreas.
DiagnósticoL ambda-cialotrina: Clínico - história de exposição e presença de sintomas característicos. Laboratorial - não há testes laboratoriais específicos. Outros testes incluem eletrólitos, glicemia e gasometria. H idrocarboneto aromático e Xileno: Depressão do sistema nervoso central associado a exposição ao produto. Dosagem do ácido metilhipúrico na urina.
TratamentoDescontaminação - visa limitar a absorção e os efeitos locais. Remover a vítima para local ventilado. Remover roupas contaminadas e proceder à descontaminação cuidadosa da pele e cabelos, com água e sabão em abundância. Se ocorrer exposição ocular irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos. Em caso de ingestão recente, realizar lavagem gástrica (atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas por entubação). Administrar carvão ativado (30 g de carvão ativado para 240 ml de água): para adultos, a dose é de 1 g/kg, até 100 g/dose; para crianças de 1 a 12 anos, utilizar até 2 g/kg de peso; para crianças com menos de 1 ano de idade, utilizar até 1 g/kg de peso. O carvão ativado deve ser diluído em água. Emergência, suporte e tratamento sintomático - manter vias aéreas permeáveis, aspirar secreções, administrar oxigênio e praticar assistência ventilatória, se necessário. Tratar os broncoespasmos e a anafilaxia se ocorrerem. O paciente com história de ingestão de grandes quantidades deve ser mantido sob observação de 4 a 6 horas, no mínimo. Observações sinais de depressão do SNC ou convulsões, alterações respiratórias e reações de hipersensibilidade, instituindo tratamento sintomático, se necessário. Específico e antídotos - Não há tratamento específico. Em caso de acidente ocular, encaminhar para avaliação de médico oftalmologista para tratar uma eventual lesão de córnea. Tratar dermatite de contato e reações alérgicas.
Não está indicado método de eliminação extracorpóreo, pois o produto é rapidamente metabolizado.
ContraindicaçõesNão se deve induzir vômito, em razão do risco potencial de inalação, coma e convulsões. Não praticar lavagem gástrica, em caso de diminuição de nível de consciência, pelo risco de convulsões em pacientes não entubados.
Efeitos sinérgicosDEET e alguns organofosforados.
ATENÇÃOLigue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência: Sharda do Brasil Ltda.: (11) 3129-7423

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: L ambda-cialotrina: Estudos efetuados em animais de laboratório mostraram que a principal via de absorção foi a oral, sendo as demais secundárias. Após a administração oral, a absorção foi de 50% da dose administrada, o produto de distribuiu pela maioria dos tecidos, e os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. O lambda-cialotrina foi principalmente metabolizado através de hidrólise da ligação de éster, oxidação e conjugação e foi excretado pela urina quase na sua totalidade, após 48 horas, na forma de conjugados polares. A eliminação foi precedida pela clivagem da ligação éster. H idrocarboneto aromático e Xileno: São rapidamente absorvidos pelo trato respiratório, com captação aumentada pelo exercício físico. A absorção também está positivamente correlacionada com a quantidade de gordura corporal. O m-xileno líquido é bem absorvido através da pele, mas a absorção dérmica do vapor de m-xileno (até 600 ppm) não parece ser consideravelmente absorvida. Os xilenos são altamente solúveis em sangue e gordura e são distribuídos amplamente no corpo. Xilenos passam por um metabolismo extenso e são excretados principalmente como metabólitos na urina, com pequenas quantidades liberadas inalteradas no ar expirado. Cerca de 90% da dose absorvida é excretada na urina sob a forma de ácido metilhipúrico, o conjugado de glicina do

ácido metilbenzoico, após inalação ou exposição dérmica (líquida). Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos Agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado): DL50 oral em ratas fêmeas: superior a 300 mg/kg inferior a 2.000 mg/kg. O valor estimado foi de 500 mg/kg (valor de cut-off). DL50 dérmica em ratos machos e fêmeas > 2.000 mg/kg. CL50 inalatória (4 horas) em ratos machos e fêmeas > 0,86 mg/L. Irritação/corrosão dérmica: PRODUTO MEDIANAMENTE IRRITANTE PARA A PELE. Em testes laboratoriais a instilação do produto causou eritema e edema nos animais tratados, com reversão completa das reações em 14 dias. Irritação/corrosão ocular: PRODUTO EXTREMAMENTE IRRITANTE AOS OLHOS. Em testes laboratoriais a instilação do produto causou opacidade da córnea, vermelhidão e quemose nos olhos dos animais tratados, com reversão completa das reações em 21 dias. Sensibilização cutânea: não causou sensibilização dérmica. Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (Teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: L ambda-cialotrina: Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não se detectou efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos nas avaliações crônicas. Foram notados aumento no ganho de peso corpóreo e aumento no peso do fígado durante os estudos de carcinogenicidade. H idrocarboneto aromático e Xileno: Os distúrbios mais comuns a longo prazo são: distúrbios psíquicos, dor de cabeça, fadiga, nervosismo, irritabilidade, dificuldade de concentração, perda de memória, anorexia, insônia e emagrecimento.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)  Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) □ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; - Este produto é AlTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes; - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos, peixes); - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,

agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagricolas. 2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e Sharda do Brasil Ltda. - telefone de Emergência: (11) 3129-7423. - Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ETC.), ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: E MBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPl's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): E sta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente a pós o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;

- Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: A o utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os s eguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. A o utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes p rocedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. E MBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. D ESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. REV 00 - 18.06.2019

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Shambda 50 EC registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 23618 · documento de 06/10/2020.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Shambda 50 EC?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Shambda 50 EC e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Shambda 50 EC é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 23618, documento de 06/10/2020), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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