Bula oficial · registro MAPA nº 18322

Bula do Senha SL

Bula completa do Senha SL (registro MAPA nº 18322), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: glifosato-sal de isopropilamina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 23 páginas no PDF.

AllierBrasil Agro Ltda. SENHA SL Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o n° 18322

COMPOSIÇÃO

GLIFOSATO (sal de isopropilamina) ....................................480 g/L (48% m/v) (equivalente a ácido de N-(phosphonomethyl)glycine 360 g/L) Outros ingredientes ......................................................... 684,8 g/L (684,8 m/v) CONTEÚDO: Vide rótulo. CLASSE: Herbicida não seletivo de ação sistêmica. GRUPO QUÍMICO: Glicina substituída. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado solúvel (SL). TITULAR DO REGISTRO (*): AllierBrasil Agro Ltda. Rua Dona Antônia de Queirós, 504, sala 123, São Paulo, SP. CEP 01307-013. CNPJ n° 02.850.049/0001-69. Telefone: (11) 3151-4360. Cadastro da empresa no Estado (CDA/SP) n° 597. IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO (*) Agrícola Alvorada Rua do Comércio, 1549, Armazém 1, Bairro Parque Industrial, Primavera do Leste, MT. CEP 78850-000. CNPJ n° 04 854.422/0002-66 Agriconnection Importadora e Exportadora de Insumos Agrícolas Ltda. Alameda Rio Negro, 585, sala 145A, 14° andar, Barueri, SP. CEP 06454-000. CNPJ n° 39.496.730/0001-60. Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4354. Rodovia dos Imigrantes, s/n°, Zona Rural, Cuiabá, MT. CEP 78099-899. CNPJ n° 39.496.730/000241. Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 29497. Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Parque Industrial, Ibiporã, PR. CEP 86200-000. CNPJ n° 39.496.730/0008-37. Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/PR) n° 1008310. Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, s/n°, km 11, Galpão 09, Itu, SP. CEP 13314-012. CNPJ n° 39.496.730/0009-18. Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 4410. Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100, Barueri, SP, CEP 06421-400. CNPJ n° 39.496.730/0015-66. Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4503. CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rua Antônio Amboni, 323, Parque industrial, São Miguel do Iguaçu, PR. CEP 85877-000. CNPJ n° 18 858.234/0001-30. Rod. BR 230, km 411,5, s/n°, sala 03, Zona Rural, Balsas, Maranhão. CEP 65800-000. CNPJ n° 18 858.234/0005-63. Rod. BR 020, km 207, s/n°, Armazém 01, sala 01, Módulo F, Bairro Alto da Lagoa, Luis Eduardo Magalhães, BA. CEP 47850-000.CNPJ n° 18 858.234/0004-82. Rua I, 557, Setor A, Módulo 2 Galpão Argal, Sala 03, Distrito Industrial, Cuiabá, MT. CEP: 78098-350. CNPJ n° 18 858.234/0003-00. Via Expressa Anel Viário, s/n°, Quadra Área, Lote 05-B, Galpão 02, Módulo C, Jardim

Paraíso Acréscimo, Aparecida de Goiânia, GO. CEP 74984-321. CNPJ n° 18 858.234/0006-44. Rua Adolfo Zieppe Filho, s/n°, QD17 Setor13 Anexo 1, Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz, Carazinho, RS.CEP 99500-000. CNPJ n° 18 858.234/0007-25. Rod BR 050, Km185, Galpão 25, Jardim Santa Clara, Uberaba, MG, CEP: 38038-050. CNPJ nº 18 858.234/0010-20

Estrada dos Alpes, 855, Anexo Setor A7, Jardim Belval, Barueri, SP, CEP: 06423-080. CNPJ nº 18.858.234/0008-06 Stile Comercial Ltda Av. Carlos Moreira Lima, 667, Bairro Bento Ferreira, Vitória, ES, CEP 29050-671. CNPJ n° 05.758.306/0001-25 Rua Gil Stein Ferreira, 357, sala 103, Centro, ltajai, ES, CEP 88301-210. CNPJ n° 05.758.306/0002-06 Av. Calama, 1118, sala 309, Olaria, Porto Velho, RO, CEP 76801-308. CNPJ n° 05.758.306/0007-10 FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Jiangsu Good Harvest-Weien Agrochemical Co., Ltd., Laogang, Qidong City, Jiangsu. China. CEP 226221 Produto técnico: GLIFOSATO TÉCNICO GHA. Registro no MAPA n°14616. FORMULADOR Jiangsu Good Harvest-Weien Agrochemical Co., Ltd., Laogang, Qidong City, Jiangsu. China. CEP 226221 Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Rua Alberto Guizo, 859, Distrito Industrial João Narezzi, lndaiatuba, SP, CEP 13347-402, CNPJ 50.025.469/0001-53. Rua Bonifacio Rosso Ros, 260, Bairro Cruz Alta, lndaiatuba, SP, CEP 13348-970. CNPJ 50.025.469/0004-04. Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsen, 1459. Paulínia, SP. Brasil. CEP 13140-000. Cadastro da Empresa no Estado (CDA) n° 477. CNPJ 03.855.423/0001-81. MANIPULADOR: Adama Brasil S.A. Rua Pedro Antônio de Souza, 400. Parque Rui Barbosa. Londrina, PR. Brasil. CEP 86031-610. Cadastro da empresa no Estado (SEAB) 003263. CNPJ 02.290.510/0001-76. Av. Júlio de Castilhos, 2085. Bairro Coqueiros. Taquari, RS. CEP 95860-000. CNPJ 02.290.510/0004-19. Cadastro da empresa no Estado (SEAPA) 00001047/99. Iharabras SA Indústrias Químicas. Av. Liberdade, 1701. Sorocaba, SP. CNPJ 61.142.550/0001-30. Cadastro da empresa no Estado (CDA) n° 8. Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda Av. Roberto Simonsen, 1459. Paulínia, SP. Brasil. CEP 13140-000. CNPJ 03.855.423/0001-81. Cadastro da Empresa no Estado (CDA) n° 477. UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Av. Maeda, s/nº, Distrito Industrial. Ituverava, SP. Brasil. CEP 13.092-104. CNPJ 02.974.733/0003-14. Cadastro da empresa no Estado (CDA) n° 878.

No do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.

(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° Decreto n° 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE

CAUSAR DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL

CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÕES DE USO

SENHA SL é um herbicida de ação sistêmica, não seletivo, do grupo químico da glicina substituída, na formulação Concentrado Solúvel (CS), recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes nas seguintes situações: - Eliminação de plantas infestantes em área cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) em aplicação dirigida à entrelinha nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, uva, pastagem, eucalipto, pínus e seringueira. - Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de algodão, arroz, arroz-irrigado, feijão, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho. - Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador da cana-de-açúcar. ERVAS DANINHAS CONTROLADAS E DOSES DE APLICAÇÃO: CULTURAS: Ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, milho, nectarina, pera, pêssego, soja, trigo, uva, pastagem, pínus e eucalipto. PLANTAS INFESTANTES ANUAIS

FOLHA ESTREITADose de aplicação L/ha (produto comercial)Ingrediente ativo/ha (gramas)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científico
Capim-marmeladaBrachiaria plantaginea0,5-1240-480300-400
AveiaAvena sativa1480
CevadinhaBromus catharticus1480
Capim-rabo-de-raposaSetaria geniculata1-2480-960
Capim-carrapichoCenchrus echinatus1,5720
Capim-colchãoDigitaria horizontalis1,5-2720-960
Capim-favoritoRhynchelitrum repens1,5-2720-960
Capim-pé-de-galinhaEleusine indica2960
AzevémLolium multiflorum2-3960-1440
Capim-ArrozEchinochloa crusgalli41920
Cuminho ou Falso cominhoFimbristylis miliacea52400
FOLHA LARGADose de aplicação L/ha (produto comercial)Ingrediente ativo/ha (gramas)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científico
Picão-pretoBidens pilosa1-1,5480-720300-400
Picão-branco ou FazendeiroGalinsoga parviflora1480
GuanxumaMalvastrum coromandelianum1-2480-960
Carrapicho-rasteiroAcanthospermum australe1,5720
Carrapicho-de-carneiroAcanthospermum hispidum1,5720
AngiquinhoAeschynomene rudis2960
MentrastoAgeratum conyzoides2960
Caruru-roxoAmaranthus hybridus2960
CaruruAmaranthus viridis2960
Boca-de-leão-selvagemAntirrhinum orontium2960
Falsa-serralhaEmilia sonchifolia2960
BuvaConyza bonariensis2960
Cordão-de-fradeLeonotis nepetifolia2960
Quebra-pedraPhyllantus tenellus2960
BeldroegaPortulaca oleracea2960
NabiçaRaphanus raphanistrum2960
Maria-pretinhaSolanum americanum2960
SerralhaSonchus oleraceus2960
Maria-gordaTalinum paniculatum2-3960-1440
Amendoim-bravoEuphorbia heterophylla3-41440-1920
Corda-de-violaIpomoea aristolochiaefolia31440
AlfafaMedicago sativa3,51680
AnileiraIndigofera hirsuta41920
Corda-de-violaIpomoea quamoclit41920
Poaia-brancaRichardia brasiliensis41920
EspérgulaSpergula arvensis41920
TrevoTrifolium repens41920
BarbascoPterocaulon virgatum4,5-52160-2400
Erva-quenteSpermacoce alata5-62400-2880
ErvilhacaVicia sativa52400

PLANTAS INFESTANTES PERENES

FOLHA ESTREITADose de aplicação L/ha (produto comercial)Ingrediente ativo/ha (gramas)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científico
Capim-azedoPaspalum conjugatum1480
JunquinhoCyperus ferax1,5-3720-1440
Capim-amargosoDigitaria insularis1,5-4720-1920
Capim-coloniãoPanicum maximum1,5-5720-2400
Grama-compridaPaspalum dilatatum2960300-400
Capim-braquiáriaBrachiaria decubens2,5-41200-1920
TiriricaCyperus flavus31440
Capim-gordurarMelinis minutiflora3-41440-1920
Capim-gengibrePaspalum maritimum3-41440-1920
Capim-canoãoSetaria poiretiana3,51680
Capim-rabo-de-burroAndropogon bicornis41920
Capim-membecaAndropogon leucostachyus41920
Grama-sedaCynodon dactylon4-51920-2400
TiriricaCyperus rotundus4-51920-2400
Capim-jaraguáHyparrhenia rufa41920
Capim-caianaPanicum cayennense41920
Grama-batataisPaspalum notatum4-51920-2400
Grama-touceiraPaspalum paniculatum4-51920-2400
Capim-da-roçaPaspalum urvillei41920
Capim-kikuioPennisetum clandestinum4-51920-2400
Capim-massambaráSorghum halepense41920
Grama-missioneira ou capitingaAxonopus compressus42400
TiriricaCyperus difformis52400
Cana-de-açúcar (roughing)Saccharum officinarum62880
TabocaGuadua angustifolia125760
FOLHA LARGADose de aplicação L/ha (produto comercial)Ingrediente ativo/ha (gramas)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científico
Apaga-fogoAlternanthera tenella1480300-400
Mata-pastoEupatorium maximilianii1,5720
Maria-moleSenecio brasiliensis2-3960-1440
Erva-lancetaSolidago chilensis2960
Língua-de-vacaRumex crispus31440
GuanxumaSida cordifolia31440
Guanxuma-brancaSida glaziovii31440
GuanxumaSida rhombifolia31440
GrandiúvaTrema micrantha41920
Fedegoso-brancoSenna obtusifolia52400
TanchagemPlantago major52400
AgriãozinhoSynedrellopsis grisebachii52400

PLANTAS INFESTANTES ANUAIS

FOLHA ESTREITADose de aplicação L/ha (produto comercial)Ingrediente ativo/ha (gramas)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científico
Arroz vermelho, arroz daninhoOryza sativa3-41440-1920
Capim arrozEchinochloa crusgali2960
Capim pé de galinhaEleusine indica1-2480-960
Capim-marmeladaBrachiaria plantaginea1480
Capim colchãoDigitaria horizontalis2960
FOLHA LARGADose de aplicação L/ha (produto comercial)Ingrediente ativo/ha (gramas)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científico
Amendoim-bravoEuphorbia heterophylla3-41440-1920300-400
AngiquinhoAeschynomene rudis3-41440-1920
Caruru verdeAmaranthus viridis3-41440-1920
Corda de violaIpomoea grandifolia3-41440-1920
Falsa serralhaEmilia sonchifolia2960
MacelaGnaphalium pensylvanicum1-2480-960
Picão pretoBidens pilosa1-2480-960
Picão brancoGalinsonga parviflora1480

PLANTAS INFESTANTES PERENES

FOLHA ESTREITADose de aplicação L/ha (produto comercial)Ingrediente ativo/ha (gramas)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científico
TiriricaCyperus rotundus4-51920-2400300-400
Grama-sedaCynodon dactylon3-51440-2400
FOLHA LARGADose de aplicação L/ha (produto comercial)Ingrediente ativo/ha (gramas)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científico
GuanxumaSida rhombifolia2-3960-1440300-400
Guanxuma-brancaSida glaziovii2-3960-1440

CULTURAS: Arroz, arroz-irrigado e seringueira. PLANTAS INFESTANTES ANUAIS

FOLHA ESTREITADose de aplicação L/ha (produto comercial)Ingrediente ativo/ha (gramas)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científico
Capim-carrapichoCenchrus echinatus1,5720150-400
Capim-colchãoDigitaria horizontalis2960
Capim-favoritoRhynchelitrum repens2960
Capim-pé-de-galinhaEleusine indica2960
Capim-rabo-deraposaSetaria geniculata2960
Capim-amargosoDigitaria insularis2960
FOLHA LARGADose de aplicação L/ha (produto comercial)Ingrediente ativo/ha (gramas)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científico
TrapoerabaMurdannia nudiflora41920150-400
CentelaCentella asiatica41920
Picão-pretoBidens pilosa1480
Carrapicho-decarneiroAcanthospermum hispidum1480
CaruruAmaranthus hybridus1,5720
Losna-brancaParthenium hysterophorus2980
Poaia-brancaRichardia brasiliensis2980
MalvastroMalvastrum coromandelianum2980
Assa-peixeVernonia ferruginea41920
CaetéThalia geniculata41920

PLANTAS INFESTANTES PERENES

FOLHA ESTREITADose de aplicação L/ha (produto comercial)Ingrediente ativo/ha (gramas)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científico
Capim-gengibrePaspalum maritimum2980150-400
Capim-coloniãoPanicum maximum2980
Capim-dandáCyperus rotundus41920
Grama-bermudaCynodon dactylon41920
Grama-batataisPaspalum notatum41920
JunquinhoCyperus ferax31440
Soqueira de cana-de-açúcarSaccharum officinarum41920
FOLHA LARGADose de aplicação L/ha (produto comercial)Ingrediente ativo/ha (gramas)Volume de calda L/ha
Nome comumNome científico
LancetaEclipta alba2960150-400
Erva-quenteSpermacoce alata41920
GuanxumaSida rhombifolia31440
GuanxumaSida cordifolia31440

ELIMINAÇÃO DE SOQUEIRA DE CANA-DE-AÇÚCAR A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:

CULTIVAREquipamento convencional Produto comercial (L/ha)Ingrediente ativoEquipamento CDA/BENTLEY Produto comercial (L/ha)Ingrediente ativo
IAC5,024004,01920
NA5,024004,01920
CB4,019203,01440
SP5,024003,01440
CO/CP5,024004,01920

A aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. Notas: - As doses indicadas dependem do estádio de desenvolvimento da planta infestante: doses menores para a fase inicial de desenvolvimento; doses maiores para a fase adulta ou perenizada. - Ingrediente ativo expresso em concentração de sal de isopropilamina de glifosato. INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: - A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. No caso das plantas infestantes anuais, o melhor período é entre a fase jovem até a formação dos botões florais. - A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. - Eliminação da soqueira da cana-de-açúcar: a aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. - Maturador da cana-de-açúcar: o produto pode ser utilizado como maturador em cana-deaçúcar em qualquer época de safra de acordo com as seguintes recomendações: Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose. Meio da safra: Com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais. Final de safra: Com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas com cana de ano ou cortadas no final da safra anterior. Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura. Período entre aplicação e colheita/dose: O período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada do produto de 0,6 L/ha. Idade da cultura: A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado. Lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose. Variedades floríferas: A aplicação do produto como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estádio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho). Notas: - A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação.

- A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento. - Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda-se realizar a aplicação sequencial, observando-se sempre os menores intervalos recomendados. - O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo. - O produto aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial.

MODO DE APLICAÇÃO

SENHA SL deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água. Aplicar o produto em jato dirigido ou protegido, tomando-se o devido cuidado de tal forma a não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). No sistema de plantio direto, aplicar o produto antes do plantio da cultura. Aplicar em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas das plantas infestantes que se deseja o controle. Para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar o produto sobre as folhas em área total. Equipamentos de aplicação: SENHA SL deve ser aplicado através de pulverizadores costal manual, pressurizado, pulverizador tratorizado ou através de aeronave agrícola. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico. Tipos de equipamentos: - Tratorizado convencional: vazão: 150-400 L/ha; pressão: 30-40 Lb/pol²; tamanho de gotas: 300-600 µm; densidade: 30-40 gotas/cm² - Bentley BT-3: vazão: 80-120 L/ha; pressão: 40-60 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-300 µm; densidade: 50-100 gotas/cm² Costal manual: vazão: 150-200 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-400 µm; densidade: 20-30 gotas/cm² vazão: 300-400 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-600 µm; densidade: 20-30 gotas/cm² Pulverização aérea: barra com bicos para aeronaves de asa fixa volume de aplicação 40-50 L/ha; altura de vôo - 4-5 m do topo da cultura; largura da faixa de deposição: 15 m; tamanho de gotas: 110-120 µm; densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm² (DMV-420-450 m); bicos de pulverização: jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 m à pressão de 15-30 psi. Maturador da cana-de-açúcar: A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (ver item: Aplicação Aérea)

Condições climáticas: Temperatura máxima: 28ºC; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. Instruções para preparo da calda de pulverização: Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar SENHA SL. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação. Lavagem do equipamento de pulverização: Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA

- Algodão (1); Ameixa, Uva: 17 dias; Arroz, Cana-de-açúcar (pós-emergência), Feijão, Pastagem, Trigo: (2); Banana, Cacau, Citros, Nectarina, Pêssego, cana-de-açúcar (como maturador): 30 dias; Café, Maçã, Pera: 15 dias; Milho (3); Pínus, Eucalipto, Seringueira: UNA. (1) O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. (2) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. (3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. (4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. U.N.A = Uso Não Alimentar INTERVALO DE RE-ENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para uso durante a aplicação

LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Somente utilizar as doses recomendadas. O produto deve ser aplicado quando as condições de desenvolvimento das plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico, ou seja, em condições de seca ou excesso de água. Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para as culturas vizinhas. Sob ameaça de chuva suspender a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 2 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta.

Para assegurar a eficiência do produto é necessário utilizar água limpa, sem argilas em suspensão. Não aplicar o produto quando as folhas das plantas infestantes estiverem cobertas de poeira. Nesta situação a ação do produto pode ser prejudicada pela adsorção. Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após a aplicação. Manusear o produto utilizando apenas recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a calda herbicida em recipientes de ferro comum ou galvanizado ou aço comum.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS) INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA: - O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes resistentes a estes herbicidas. - Utilizar a rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos. - Utilizar o herbicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula. -Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.), rotação de culturas, dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Daninhas quando disponíveis e apropriados. - Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE PRAGAS: Incluir outros métodos de controle de pragas dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

Produto para uso exclusivamente agrícola. O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. Não transporte o produto junto com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), recomendados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de algodão hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO

Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Ao abrir a embalagem, faça-o

de modo a evitar respingos. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produtos. Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance das crianças e animais. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, avental, botas, macacão, luvas e máscara. A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. É vetado aos trabalhadores levarem EPI para casa. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Nocivo se inalado ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou a receita agronômica do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO (SENHA SL)

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoGlicina substituída
Classe toxicológicaCATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaApós exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14-29% é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico.
ToxicodinâmicaAção cáustica responsável por irritação de pele e mucosas e ulceração de mucosas. Fotossensibilização cutânea. Ação sobre a enzima aromatase (ou estrogênio-sintetase) do grupo do citocromo P450, responsável pela biosíntese de estrogênios (age como mediador da aromatização de andrógenos em estrógenos). Quelação de metais na luz intestinal (ferro e cobre, em particular). Destruição da flora bacteriana intestinal que utiliza a via do ácido shikimique para a produção de aminoácidos aromáticos necessários à sua sobrevivência.
Sintomas e Sinais clínicosAs manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição do organismo ao glifosato. Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgia, vômitos, cólicas, diarreia, e, ocasionalmente íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações na pressão sanguínea, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiongênico, insuficiência renal por necrose tubular aguda, cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma, acidose metabólica. Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido e vesículas), eczema e fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária. Exposição OCULAR pode resultar e irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral. Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da frequência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar. É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na formulação, potencializando os efeitos adversos do glifosato.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência do quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença da substância no material gástrico.
TratamentoNÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico. Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho. Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e de 1g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração (intubação).
TratamentoEmergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O a 100%). Observar 2 atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de oxigênio (pO ) não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com 2 pressão positiva no final da expiração (PEEP). Monitorar alterações na pressão sangüínea e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos em caso de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores. Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários, com hemodiálise. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol). Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter em observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Alterar o paciente para retornar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático.
Contra-indicaçõesO vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superfície de contato. A utilização de morfina é contra-indicada porque pode comprometer a pressão arterial e causar depressão cardiorrespiratória.
Efeitos das interações químicasCom os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para pele e podem aumentar a absorção do produto.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800- 722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o caso no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da empresa: 0800-7712222

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: O glifosato apresenta alta solubilidade em água, com solubilidade baixa em lipídeos. Os estudos científicos demonstram que o glifosato é muito lentamente absorvido através da membrana gastrintestinal, ocorrendo uma retenção mínima nos tecidos com rápida eliminação pelos rins, atingindo níveis não detectáveis na urina em torno do segundo ou terceiro dia, comprovado em várias espécies de animais como ratos e cães. Mesmo no caso de exposição repetida, a não retenção e rápida eliminação demonstram que o

glifosato não é acumulado no organismo. Os estudos em ratos, camundongos e cães Beagle, demonstraram uma baixa toxicidade, quando da ingestão por um tempo prolongado. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - produto formulado): DL50 oral aguda (ratas fêmeas): > 2000 mg/kg CL50 inalatório em 4 horas (ratos): Não determinada nas condições do teste. DL50 dérmica (ratos) > 2.000 mg/kg Irritação cutânea em coelhos: No estudo de irritação dérmica realizado em coelhos, a substância teste não produziu irritação nos animais. O produto foi classificado como não irritante Irritação ocular em coelhos: No estudo de irritação ocular realizado em coelhos, a substância teste não produziu vermelhidão e nem quemose nos olhos testados., nas leituras de 24 e 72 horas. O produto foi classificado como não irritante Sensibilização dérmica em cobaias: No estudo de sensibilização dérmica em cobaias, após determinação da dose apropriada da substância-teste para as aplicações e desafio, dose escolhida foi de 0,2ml de substância-teste. Os animais após o período de exposição, não apresentaram reações dérmicas, portanto o produto foi classificado como não sensibilizante. Sensibilização respiratória: não há informações disponíveis sobre sensibilização respiratória. Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) e não apresentou atividade mutagênica em células de camundongos Efeitos crônicos: Em estudos realizados com animais de laboratório com glifosato, não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso e os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução de peso corpóreo e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento sem a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE. 1Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) □ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ■ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa AllierBrasil Agro Ltda. - Telefone da empresa (11) 3151-4360. - Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).

- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico etc., ficando a favor do vento, para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça essa operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; - Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. - O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. - A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO - Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. - A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: - O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: - De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Senha SL registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 18322 · documento de 23/09/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Senha SL?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Senha SL e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Senha SL é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 18322, documento de 23/09/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

Veja também