SAUDARIS™ Herbicida Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 6510
COMPOSIÇÃO
Ammonium 4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DL-homoalanin-4yl(methyl)phosphinate (GLUFOSINATO - SAL DE AMÔNIO)................................................................................. 200 g/L (20,0% m/v) 1-metóxi-2-propanol (Éter monometílico de propilenoglicol)................................................110 g/L (11,0% m/v) Outros ingredientes ............................................................................................................ 800 g/L (80,0% m/v) GRUPO H HERBICIDA CLASSE: Herbicida não seletivo GRUPOS QUÍMICOS: Glufosinato – sal de amônio: Homoalanina substituída Éter monometílico de propilenoglicol: Glicol éter TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): BASF S.A. - Av. das Nações Unidas, 14171 - 2º andar, 9º andar (conj. 901 e 902), 12º andar e 14º ao 17º andar - Torre C - Crystal Tower, Condomínio Rochaverá Corporate Towers, Vila Gertrudes CEP: 04794-000, São Paulo/SP - CNPJ: 48.539.407/0001-18 Tel: (11) 2039-2273 - Fax: (11) 2039-2285 Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 044 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTES DOS PRODUTO TÉCNICO: Finale Técnico - Registro MAPA n° 00591 BASF Agricultural Solutions GmbH - Industriepark Höchst, 65926, Frankfurt - Alemanha Finale Técnico AT - Registro MAPA n° 05500 BASF Agricultural Solutions US LLC - 1740 Whitehall Road, North Muskegon, 49445, Michigan - Estados Unidos BASF Agricultural Solutions GmbH - Industriepark Höchst, 65926, Frankfurt – Alemanha Glufosinate-Ammonium Técnico Lier - Registro MAPA nº 42519 Lier Chemical Co., Ltd. - Economic and Technical Development Zone, 621000, Mianyang, Sichuan – China Glufosinato Técnico OF – Registro MAPA n° 37419 Lier Chemical Co., Ltd. Economic and Technical Development Zone, 621000, Mianyang, Sichuan China Inner Mongolia Miraculous Crop Science Co., Ltd. - Bayin Aobao Industrial Park, Alxa Economic Development Zone, Alxa League - Inner Mongolia – China Forward Glufosinate Técnico - Registro MAPA n° TC11425 Inner Mongolia Miraculous Crop Science Co., Ltd. - Bayin Aobao Industrial Park, Alxa Economic Development Zone 750336, Alxa League - Inner Mongolia – China FORMULADORES: BASF S.A. - Av. Brasil, 791 - Bairro Eng. Neiva - CEP 12521-140 - Guaratinguetá/SP - CNPJ: 48.539.407/0002-07 - Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 487 BASF Agricultural Solutions GmbH - Industriepark Höchst - D-65926 - Frankfurt am Main - Alemanha. BASF Agri Production SAS - Site Industriel Leurette, Route de Vieux Chemin de Loon - 59820 - Gravelines - Nord-Pas-de-Calais - França BASF Agricultural Solutions Regina - 295 Henderson Drive - Regina - Canadá Bayer AG - Industriepark Höchst, 65926 - Frankfurt - Alemanha Bayer S.A. - Estrada da Boa Esperança, 650 - Bairro Bom Pastor, CEP: 26110-120 - Belford Roxo/RJCNPJ: 18.459.628/0033-00 - Registro do Estabelecimento no INEA/RJ - LO nº IN023132 Bayer S.A. - Camino de la Costa Brava, s/nº - Zarate - CEP 2800, Prov. de Buenos Aires - Argentina Gleba S.A. - Avenida 520 y Ruta Provincial 36 - La Plata - Melchor Romero - Argentina Nutrien AG Solutions Argentina S.A. - Ruta 33 Km 738 - Casilda - Santa Fé - Argentina Ouro Fino Química S.A. - Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 - Distrito Industrial III - CEP
SAUDARIS_bula_rev10_07-08-24
38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Registro do Estabelecimento nº IMA/MG nº 8.764 Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. – Av. Roberto Simonsem, 1459 – Recanto dos Pássaros – CEP 13140-030 – Paulínia/SP – CNPJ 03.855.423/0001-81 – Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 477 TELEFONES DE EMERGÊNCIA: 0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357 SAC: 0800 019 2500
| Nº do Lote ou da Partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
Data de Vencimento: AGITE ANTES DE USAR. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010) CATEGORIA DE PERIGO 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III – PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE INSTRUÇÃO DE USO: SAUDARIS™ controla eficientemente, em pós-emergência de jato dirigido, plantas daninhas nas culturas de: alface, algodão, banana, batata, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho, soja, trigo e uva; na dessecação de feijão, batata e soja. No sistema de plantio direto, em soja e trigo; e na pósemergência total do algodoeiro LibertyLink®. CULTURAS, PLANTAS DANINHAS E DOSES:
| Culturas | Alvo biológico | Dose (produto comercial/ha) |
|---|---|---|
| Nome comum/científico | ||
| Alface | Caruru-de-mancha - Amaranthus viridis | 1,5 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
| Picão-branco - Galinsoga parviflora | ||
| Erva-de-bicho - Polygonum aviculare | ||
| Serralha - Sonchus oleraceus | ||
| Erva-de-passarinho - Stellaria media | ||
| Soliva - Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | |
| Algodão | Capim-pé-de-galinha - Eleusine indica Capim-colchão - Digitaria sanguinalis | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
| Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | ||
| Capim-massambará - Sorghum halepense | ||
| Carrapicho-de-carneiro - Acanthospermum hispidum | ||
| Trapoeraba - Commelina benghalensis | ||
| Caruru - Amaranthus viridis | ||
| Amendoim-bravo - Euphorbia heterophylla | ||
| Caruru-rasteiro - Amaranthus deflexus | ||
| Picão-preto - Bidens pilosa |
| Culturas | Alvo biológico | Dose (produto comercial/ha) |
|---|---|---|
| Nome comum/científico | ||
| Algodão | Fedegosa - Chenopodium album | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
| Banana | Capim-colchão - Digitaria horizontalis | 2,0 + 1,2 L/ha (0,25% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
| Quebra-pedra - Phyllanthus tenellus | ||
| Crepis - Crepis japonica | ||
| Capim-guaçu - Paspalum conspersum | ||
| Capim-pé-de-galinha - Eleusine indica | ||
| Macela-branca - Gnaphalium spicatum | ||
| Mentrasto - Ageratum conyzoides | ||
| Sete-sangrias - Cuphea carthagenensis | ||
| Erva-cará - Dioscorea batatas | ||
| Batata | Caruru - Amaranthus viridis | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
| Picão-preto - Bidens pilosa | ||
| Guanxuma - Sida rhombifolia | ||
| Beldroega - Portulaca oleracea | ||
| Nabo - Raphanus raphanistrum | ||
| Carrapicho-rasteiro - Acanthospermum australe | ||
| Erva-quente - Spermacoce alata | ||
| Capim-colchão - Digitaria sanguinalis | ||
| Capim-carrapicho - Cenchrus echinatus | ||
| Café | Trapoeraba - Commelina benghalensis | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
| Picão-preto - Bidens pilosa | ||
| Buva - Conyza bonariensis | ||
| Macela-branca - Gnaphalium spicatum | ||
| Mentrasto - Ageratum conyzoides | ||
| Caruru - Amaranthus viridis | ||
| Beldroega - Portulaca oleracea | ||
| Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 2,5 + 1,8 L/ha (0,4% v/v) de óleo vegetal ou mineral | |
| Capim-colchão - Digitaria horizontalis | ||
| Guanxuma - Sida rhombifolia | 3,0 + 1,8 L/ha (0,4% v/v) de óleo vegetal ou mineral | |
| Guanxuma-branca - Sida glaziovii | ||
| Citros | Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
| Capim-colchão - Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | ||
| Capim-amargoso - Digitaria insularis | ||
| Capim-carrapicho - Cenchrus echinatus | ||
| Capim-pé-de-galinha - Eleusine indica | ||
| Guanxuma - Sida rhombifolia | ||
| Carrapicho-de-carneiro - Acanthospermum hispidum | ||
| Picão-preto - Bidens pilosa | ||
| Amendoim-bravo - Euphorbia heterophylla | ||
| Trapoeraba - Commelina benghalensis | ||
| Maria-gorda - Talinum paniculatum | ||
| Falsa-serralha - Emilia sonchifolia | ||
| Malva-branca - Sida cordifolia |
| Culturas | Alvo biológico | Dose (produto comercial/ha) |
|---|---|---|
| Nome comum/científico | ||
| Eucalipto | Samambaia - Pteridium aquilinum | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
| Capim-gordura - Melinis minutiflora | 4,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | |
| Erva-quente - Spermacoce alata | ||
| Cambará - Lantana camara | ||
| Guanxuma - Sida rhombifolia | ||
| Falsa-serralha - Emilia sonchifolia | ||
| Serralha - Sonchus oleraceus | ||
| Buva - Conyza bonariensis | ||
| Unha-de-vaca - Bauhinia variegata | ||
| Arranha-gato - Acacia plumosa | ||
| Jurubeba - Solanum paniculatum | ||
| Capim-colonião - Panicum maximum | ||
| Vassourinha-botão - Spermacoce verticillata | ||
| Trapoeraba - Commelina benghalensis | ||
| Gervão - Stachytarpheta cayennensis | ||
| Feijão | Uso para dessecação em feijão de consumo - 50% das vagens secas | 1,8 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral |
| Uso para dessecação em feijão para sementes - 70% das vagens secas | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | |
| Maçã | Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
| Capim-colchão - Digitaria horizontalis | ||
| Azevém - Lolium multiflorum | ||
| Língua-de-vaca - Rumex obtusifolius | ||
| Picão-preto - Bidens pilosa | ||
| Nabo - Raphanus raphanistrum | ||
| Serralha - Sonchus oleraceus | ||
| Losna-branca - Parthenium hysterophorus | ||
| Beldroega - Portulaca oleracea | ||
| Picão-branco - Galinsoga parviflora | ||
| Maria-mole - Senecio brasiliensis | ||
| Guanxuma - Sida rhombifolia | ||
| Poaia - Richardia brasiliensis | ||
| Trevo - Oxalis oxyptera | ||
| Milho | Capim-colchão - Digitaria sanguinalis | 1,5-2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
| Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | ||
| Picão-preto - Bidens pilosa | ||
| Amendoim-bravo - Euphorbia heterophylla | ||
| Trapoeraba - Commelina benghalensis | ||
| Carrapicho-de-carneiro - Acanthospermum hispidum | ||
| Caruru - Amaranthus viridis | ||
| Guanxuma - Sida rhombifolia | ||
| Corda-de-viola - Ipomoea aristolochiaefolia | ||
| Carrapicho-rasteiro - Acanthospermum australe | ||
| Beldroega - Portulaca oleracea | ||
| Malva-branca - Sida cordifolia |
| Culturas | Alvo biológico | Dose (produto comercial/ha) |
|---|---|---|
| Nome comum/científico | ||
| Nectarina/ Pêssego | Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
| Capim-colchão - Digitaria horizontalis | ||
| Picão-preto - Bidens pilosa | ||
| Guanxuma - Sida rhombifolia | ||
| Caruru - Amaranthus viridis | ||
| Picão-branco - Galinsoga parviflora | ||
| Repolho | Picão-branco - Galinsoga parviflora | 1,5 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
| Erva-de-passarinho - Stellaria media | ||
| Erva-de-bicho - Polygonum persicaria | ||
| Serralha - Sonchus oleraceus | ||
| Mentruz - Coronopus didymus | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | |
| Soja | Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
| Capim-colchão - Digitaria sanguinalis | ||
| Amendoim-bravo - Euphorbia heterophylla | ||
| Nabo - Raphanus raphanistrum | ||
| Picão-preto - Bidens pilosa | ||
| Poaia - Richardia brasiliensis | ||
| Caruru - Amaranthus viridis | ||
| Beldroega - Portulaca oleracea | ||
| Trapoeraba - Commelina benghalensis | ||
| Trigo - Triticum aestivum | 3,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | |
| Aveia - Avena sativa | ||
| Cevada - Hordeum vulgare | ||
| Azevém - Lolium multiflorum | ||
| Centeio - Secale cereale | ||
| Triticale - Triticum secale | ||
| Trigo | Capim-carrapicho - Cenchrus echinatus | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
| Capim-pé-de-galinha - Eleusine indica | ||
| Capim-colchão - Digitaria sanguinalis | ||
| Arroz - Oryza sativa | ||
| Picão-preto - Bidens pilosa | ||
| Guanxuma - Sida cordifolia | ||
| Erva-quente - Spermacoce alata | ||
| Soja - Glycine max | ||
| Caruru - Amaranthus viridis | ||
| Uva | Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
| Picão-branco - Galinsoga parviflora | ||
| Caruru - Amaranthus viridis | ||
| Picão-preto - Bidens pilosa |
USO SELETIVO EM PÓS-EMERGÊNCIA:
| Cultura | Alvo biológico | Dose (produto comercial/ha) | Estádio |
|---|---|---|---|
| Nome comum/científico | |||
| Algodão LibertyLink® | Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 2,0 - 2,5 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | 2 a 4 folhas |
| Capim-carrapicho - Cenchrus echinatus | |||
| Corda-de-viola - Ipomoea grandifolia | |||
| Carrapicho-de-carneiro - Acanthospermum hispidum | |||
| Apaga-fogo - Alternanthera tenella | |||
| Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 3,0 - 3,5 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | 2 a 4 perfilhos | |
| Capim-carrapicho - Cenchrus echinatus | |||
| Corda-de-viola - Ipomoea grandifolia | 4 a 8 folhas | ||
| Carrapicho-de-carneiro - Acanthospermum hispidum | |||
| Apaga-fogo - Alternanthera tenella | |||
| Erva-quente - Borreria latifolia | |||
| Beldroega - Portulaca oleracea |
LibertyLink® envolve e identifica cultivares geneticamente modificadas, passíveis de uso do produto de forma seletiva em pós-emergência, sendo que o uso do produto nesta modalidade somente deve ser indicado para lavouras com sementes que tenham a identificação LibertyLink®
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Alface: Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. Algodão: Para controle das plantas daninhas, aplicar na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru rasteiro, picão-preto e fedegosa, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 4 a 8 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. Algodão LibertyLink®: Aplicar o produto com adição de 0,25% de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. Recomenda-se 2 aplicações por ciclo da cultura. Banana: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas estiverem com 10 a 40 cm de altura. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. Batata: Para controle das plantas daninhas: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 6 folhas. Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) com 10 a 20 cm de altura,
também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. Café: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, aplicar quando esta estiver com até 10 cm. Em picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, até 20 cm. Em capim-marmelada, até 30 cm e em capimcolchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. Citros: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em maria-gorda, aplicar quando a planta daninha estiver com até 10 cm. Em guanxuma, falsa-serralha e malva-branca quando estiverem de 10 a 15 cm. Em capim-pé-de-galinha, quando estiver com até 15 cm. Em capim-colchão, capim-amargoso, carrapicho-decarneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, de 10 a 20 cm. Em capim-carrapicho até 20 cm. Em capim-marmelada, de 20 a 30 cm. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. Eucalipto: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem com 30 a 40 cm de altura, na fase de vegetação plena. Feijão: Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. Maçã: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em trevo e guanxuma, quando estiverem com até 10 cm. Em maria-mole e capimcolchão, quando estiverem de 10 a 20 cm. Em nabo, serralha, losna-branca, beldroega e picão-branco, quando estiverem com até 15 cm. Em picão-preto, até 25 cm. Em azevém e língua-de-vaca, quando estiverem de 20 a 30 cm. Em capim-marmelada com até 30 cm. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. Milho: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. Nectarina/Pêssego: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do capim-colchão, picão-preto e guanxuma, quando as plantas daninhas estiverem com 5 a 20 cm. Caruru e picão-branco, quando estiverem com 5 a 30 cm e capim-marmelada, quando estiver com 10 a 30 cm. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. Repolho: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. Soja: Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pósemergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão, amendoim-bravo, nabo, caruru, beldroega e trapoeraba, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 10 cm. Em picão-preto e poaia, quando estiverem com até 15 cm e capim-marmelada quando estiver com até 20 cm. Para dessecação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. Trigo: Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré semeadura da cultura, em pósemergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 10 cm, as demais plantas daninhas até 15 cm. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. Uva: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, atingindo no máximo a “canela” da cultura. Picão-preto deve ter até 10 cm e as demais plantas daninhas, de 10 a 20 cm. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura.
MODO DE APLICAÇÃO
APLICAÇÃO TERRESTRE: SAUDARIS™ pode ser aplicado com equipamento costal manual ou motorizado, bem como por equipamento tratorizado, utilizando-se bicos tipo leque 110.02 a 110.04, com uma pressão de 40 a 60 libras/pol². O volume de calda varia de 300 a 600 L/ha. O diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com o volume de aplicação (L/ha), proporcionando adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 10 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva ou evaporação. Para as hortaliças (alface e repolho) quando utilizar o “sistema de copinhos”, cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme. APLICAÇÃO AÉREA: Para efeito de dessecação nas culturas de soja e feijão. O volume de calda varia de 30 a 40 litros de calda/ha. Utiliza-se barra com bicos da série D (D6 a D10) ou bicos tipo leque. Respeitar altura de voo de 3 - 4 metros, faixa de deposição 13 - 15 metros e ventos de até 10 km/h. Algodão LibertyLink®: Pode ser aplicado com pulverizadores terrestres, manuais costais ou tratorizados, dotados de barra com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda/ha, ou aeronaves agrícolas com volume de calda de 30 a 40 litros de calda/ha, diretamente sobre as plantas daninhas. Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das plantas daninhas pela calda de pulverização. Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima de 10ºC e máxima de 28ºC. Umidade relativa do ar de no mínimo 60%.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Culturas | Dias |
|---|---|
| Alface, maçã, nectarina, pêssego, repolho e uva | 7 |
| Algodão | 28 |
| Algodão LibertyLink® | 116 |
| Banana, batata e soja | 10 |
| Café | 20 |
| Citros | 40 |
| Eucalipto | U.N.A. |
| Feijão | 5 |
| Milho, trigo | (*) |
Algodão Algodão LibertyLink® Banana, batata e soja Café Citros Eucalipto U.N.A. Feijão Milho, trigo (*) (*) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. U.N.A - Uso Não Alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
SAUDARIS™ é um herbicida de ação total, não seletivo, devendo ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando atentamente as instruções de uso do produto. Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto, pode reduzir seu efeito herbicida. Algodão LibertyLink®: • O produto não promove efeitos negativos quando utilizado dentro das instruções de uso. • A recomendação de uso do produto é restrita em algodoeiro geneticamente modificado e identificado como LibertyLink® não devendo ser utilizado o produto nesta modalidade sobre cultivar convencional.
• O produto não deve ser aplicado em plantas daninhas ou culturas que estejam sob estresse, ou quando o solo se apresentar com deficiência hídrica. Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam em condições favoráveis de desenvolvimento. • O produto não deve ser utilizado em cultivar geneticamente modificado que não seja identificado como LibertyLink®. • Evitar aplicações quando as plantas daninhas estiverem excessivamente molhadas. • Para o bom funcionamento do produto deve ser observado um período de 6 horas sem ocorrência de chuvas. Outras restrições: • Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras de algodão de cultivares não identificadas como LibertyLink®, pois podem ocorrer injúrias. • Certifique-se de usar semente de procedência legal e identificada como LibertyLink®. • Não se recomenda o uso desde herbicidas para o controle de plantas espontâneas (tigueras, restevas) de algodão LibertyLink®, pois não será eficiente sobre as mesmas. • Os Limites Máximos de Resíduos podem não ter sido estabelecidos em outros países ou divergirem dos existentes no Brasil, assim, para cultivos tratados ou subprodutos que se destinem à exportação, o Limite Máximo de Resíduo no país de destino deve ser respeitado. • Caso o Limite Máximo de Resíduo estabelecido no país de destino esteja abaixo do Limite Máximo de Resíduo no Brasil, recomenda-se ao exportador o monitoramento de resíduos antes de exportar. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador, importador ou a BASF antes de exportar e/ou aplicar o produto. • A BASF não se responsabiliza por qualquer impedimento para exportação em razão dos resíduos gerados pela aplicação dos produtos nem por quaisquer danos ou consequências que possam advir do desrespeito dos Limites Máximos de Resíduos.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. INFORMAÇÕES SOBRE DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org),
Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO H HERBICIDA O produto herbicida SAUDARIS™ é composto por Glufosinato - Sal de amônio, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da GS (Glutamina sintetase), pertencente ao Grupo H, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de danos ao meio ambiente.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USARO PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira facial ou óculos, touca árabe e luvas de nitrila. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte de EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): vestimenta com tratamento hidrorrepelente de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe), respirador semifacial filtrante PFF2 e viseira facial (ou óculos com proteção lateral e respirador com filtro mecânico classe P2), botas de PVC ou sapato impermeável, avental com nível de proteção 3 (impermeável), e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): vestimenta com tratamento hidrorrepelente de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe), respirador com filtro mecânico classe P2 e óculos com proteção lateral (ou respirador semifacial filtrante PFF2 e viseira facial), botas de PVC ou sapato impermeável e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte das embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira ou óculos, avental, jaleco, botas, calça, luvas e respirador. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: ATENÇÃO: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).
| Grupos químicos | Glufosinato – sal de amônio: Homoalanina substituída Éter monometílico de propilenoglicol: Glicol éter |
|---|---|
| Potenciais vias de exposição | Dérmica e Inalatória |
| Toxicocinética | O glufosinato de amônio é rapidamente absorvido pela via oral em ratos, mas aproximadamente 10% da dose administrada foi absorvida. Um padrão de absorção similar foi observado em cães. A excreção é rápida (> 95% em até 96 horas), principalmente pelas fezes, sendo que a maior parte da radioatividade encontrada nas excretas foi identificada como o composto parental inalterado. Não foi observada bioacumulação. Amplamente distribuído, com baixas concentrações de resíduos nos órgãos e tecidos (0,1-1,3% da dose administrada). Não foram observadas diferenças significativas entre os sexos. |
| Toxicodinâmica | Estudos toxicológicos mostraram que o glufosinato de amônio inibe a glutamina sintetase em mamíferos. A inibição da glutamina sintetase no fígado, rim e cérebro de mamíferos não interfere com a função normal de qualquer um desses órgãos e não induz qualquer atividade fisiológica ou consequências adversas histopatológicas em qualquer um desses órgãos. Efeitos neurocomportamentais relacionados à estimulação do sistema nervoso central foram observados apenas em níveis muito altos doses e foram reversíveis. |
| Sintomas e sinais clínicos | Todas as pessoas que manipulam produtos de proteção de culturas são avaliadas por exames médicos regulares. Não há parâmetros específicos disponíveis para o monitoramento do efeito do glufosinato de amônio. Após ingestão de produtos formulados contendo o glufosinato de amônio, foram reportados efeitos em humanos, como náusea, vômitos, diarreia, dor abdominal, tremores, hipotonia, bradicardia ou taquicardia, fraqueza muscular, sonolência, perda de consciência e coma, convulsões e dificuldade respiratória. Estudos conduzidos em ratos indicam moderada toxicidade aguda pelas vias oral e inalatória, e baixa toxicidade pela via dérmica. Os sinais clínicos observados nos animais tratados foram indicativos de toxicidade para o sistema nervoso. Não foi observado potencial de irritação para a pele e olhos de coelhos, e sensibilização dérmica em cobaias e camundongos. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição. Ao apresentar sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não existem exames laboratoriais específicos. |
| Tratamento | Antídoto: não existe antídoto específico. Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando principalmente luvas. Demais recomendações devem seguir protocolos de atendimento ao intoxicado do estabelecimento de saúde e/ou orientações da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT). |
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado. |
| Efeitos das interações químicas | Não são conhecidos. |
| ATENÇÃO | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). |
| ATENÇÃO | As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). |
|---|---|
| Telefones de Emergência da Empresa: BASF S.A. 0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357 Endereço Eletrônico da Empresa: www.basf.com.br Correio Eletrônico da Empresa: cecom.guaratingueta@basf.com |
(SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefones de Emergência da Empresa: BASF S.A. 0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357 Endereço Eletrônico da Empresa: www.basf.com.br Correio Eletrônico da Empresa: cecom.guaratingueta@basf.com
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide TOXICOCINÉTICA e Vide TOXICODINÂMICA.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO
• Efeitos agudos (Produto formulado): DL50 via oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c. DL50 cutânea em ratos: > 1000 - 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: > 5,25 mg/L (4h) Corrosão/Irritação ocular em coelhos: produto irritante para os olhos. Em olhos de coelhos foram observados opacidade da córnea, vermelhidão, edema e secreção reversíveis em 7 dias. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: considerado não irritante. Na pele de coelhos foi observado eritema reversível em 48 horas. Sensibilização dérmica em camundongos: produto sensibilizante. Mutagenicidade: produto não causou mutação gênica ou aberrações cromossômicas nas condições de teste. • Efeitos crônicos (Produto Técnico): Estudos toxicológicos mostraram que o glufosinato de amônio inibe a glutamina sintetase em mamíferos. A inibição da glutamina sintetase no fígado, rim e cérebro de mamíferos não interfere com a função normal de qualquer um desses órgãos e não induz qualquer atividade fisiológica ou consequências adversas histopatológicas em qualquer um desses órgãos. Efeitos neurocomportamentais relacionados à estimulação do sistema nervoso central foram observados apenas em níveis muito altos doses e foram reversíveis. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) (x) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para micro-organismos do solo - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa BASF S.A. - Telefones de Emergência: 0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357. - Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM - Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; - Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. - O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - Use luvas no manuseio dessa embalagem. - Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. - A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO - Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o Registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. - A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: - O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL - De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. ®Marca Registrada BASF