Bula oficial · registro MAPA nº 6023

Bula do S-Metolachlor CCAB 960 EC

Bula completa do S-Metolachlor CCAB 960 EC (registro MAPA nº 6023), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: S-metolacloro.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 26 páginas no PDF.

S-METOLACHLOR CCAB 960 EC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 06023

COMPOSIÇÃO

Ingrediente ativo: mistura de 80-100% (aRS, 1S)-2-chloro-6’-ethyl-N-(2-methoxy-1methylethyl)acet-otoluidide e 20-0% (aRS,1R)-2-chloro-6’-ethyl-N-(2-methoxy-1methylethyl)acet-o-toluidide (S-METOLACLORO) ................................................................................................................... 960 g/L (96% m/v) Outros ingredientes .......................................................................................................... 143 g/L (14,3 % m/v) GRUPO K3 HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo de pré emergência GRUPO QUÍMICO: Cloroacetanilida TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado emulsionável (EC)

TITULAR DO REGISTRO (*): CCAB Agro S.A. Alameda Santos, 2159 – 6º andar – Cerqueira César CEP: 01419-100 - São Paulo – SP C.N.P.J.: 08 938.255/0001-01 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP sob n° 820 e sob n° 4773 (*)IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO: S-METOLACLORO TÉCNICO CCAB – Registro no MAPA nº TC00221 SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD. Nº 9 - Weijiu Road - Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area - Zhejiang 312369 China. S-METOLACLORO TÉCNICO UPL – Registro no MAPA nº 40919 UPL LIMITED 750, G.I.D.C.P.B., nº 9 Jhagadia, Dist. Bharuch, 393110, Gujarat, Índia. S-METOLACLORO TÉCNICO PROVENTIS – Registro no MAPA nº 34719 SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD. N.o 9, Weijiu Rd. Hangzhou Bay,Shangyu Economic and Technological Development Area, Zhejiang, 312369 – China. HANGZHOU NUTRICHEM COMPANY LIMITED N.o 9777, Hong-Shiwu Road, Linjiang Industrial Park, Xiaoshan District, Hangzhou City, Zhejiang 311228, China.

S-METOLACHLOR TÉCNICO SAU – Registro no MAPA nº TC02024 WEIFANG SINO-AGRI UNION CHEMICAL CO., LTD. Lingang Industry Park, Binhai Economic Development Weifang City - Shandong, China. S-METOLACHLOR TÉCNICO HY-GREEN – Registro no MAPA nº TC20825 JIANGSU CHANGQING AGROCHEMICAL NANTONG CO., LTD. Nº 3, Haibin Road, Chemical Industrial Zone, Open Coastal Economic Zone, Rudong County Nantong, Jiangsu, China. S-METOLACHLOR TÉCNICO BINNONG– Registro no MAPA nº TC16021 SHANDONG ZHONGNONG MINCHANG CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD Nº 516, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou 25660 - Shandong, China. FORMULADORES: SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD Nº 9 - Weijiu Road - Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area - Zhejiang 312369 China HANGZHOU NUTRICHEM CO., LTD N°9777 Hong-Shiwu Road Linjiang Industrial Park, Xiaoshan, Hangzhou, Zhejiang 311228, China. NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. BeiHai Road, n. 1165, Ningbo Chemical Industry zone, Xiepu Town, Zhenhai - District, Ningbo, Zhejiang Province, 315040, China. FERSOL INDUSTRIA E COMÉRCIO S/A Rodovia Castelo Branco S/N, Km 68,5 - Olhos D` Água – Mairinque – SP - CEP: 18120-970 CNPJ: 47 226.493/0001-46. OURO FINO QUÍMICA S.A. Avenida Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5 – Uberaba – MG – CEP: 14871-360 CNPJ: 09.100.671/0001-07. OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA Rua Minervino de Campos Pedroso,13 – Pq. Industrial Carlos Tonanni – Jaboticabal – SP – CEP: 14871-360 CNPJ: 65.011.967/0001-14. PRENTISS QUÍMICA LTDA Rod PR 423 S/N KM 24,5 - Jd das Acacias - Campo Largo – PR – CEP: 83.603-000 CNPJ: 00.729.422/0001-00. PILARQUIM (JIANGSU) CO., LTD. No. 9, Konglian RD, Salinization New Material Industrial Park, Huaian, Jiangsu Province, China. PILARQUIM (SHANGHAI) CO., LTD. 1500 Hang-Tang Road, Jin-Hui Town, Feng Xian District, Shangai, China.

ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Rua Bonifácio Rosso Ross, n° 260 - Bairro Cruz Alta – Indaiatuba – SP - CEP: 13.348-790 CNPJ: 50.025.469/0004-04. TRUST CROP PROTECTION TECHNOLOGY CO., LTD. Nº 168, South ZhaoQiaoHe Road, Nanjing Chemical Industry Park, Nanjing, 210047, P.R. China. UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rodovia Sorocaba-Pilar do Sul, Km 122, Caixa Postal 44, Campo Largo – Salto de Pirapora/SP, CEP 18.160-000 CNPJ 02.974.733/0001-43. UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Avenida Maeda, s/no, Prédio Comercial – Térreo – Distrito Industrial – Ituverava/SP, CEP 14.500-000 CNPJ 02.974.733/0003-14. UPL LIMITED Plot No 3101/1, 3101/2 & 3101/3 GIDC, Ankleshwar 393002 Dist. Bharuch, Gujarat, India. AGROMOL BIOTECH CO., LTD. East side, middle section of Binhe Road, Shanxian County Chemical lndustry Park, Xieji Town, Shanxian County, Heze City, Shandong Province, China. SUZHOU GREENLANDS CHEMICAL CO., LTD. Suite 910, Guotai Oriental Plaza, No. 9 East Renmin Road, Zhangjiagang, Jiangsu Province, 215600, China. ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD. Zhongshan, Xiaopu, Changxing, Zhejiang Province, China. QINGDAO HISIGMA CHEMICALS CO., LTD. N°. 20 Second Huanghai Road, Chemical Industrial Park, Coastal Economic Development Zone, Rudong, Jiangsu, 226407, China. VISION FLUOROCHEM (NANJING) LTD. 150 Puqiao Rd., Nanjing Chemical lndustry Park, Nanjing, China. NANTONG JIANGSHAN AGROCHEMICAL & CHEMICALS LIMITED LIABILITY CO., LTD. Nº 998, Jiangshan Road, Nantong Economic & Technological Development Zone, Nantong, Jiangsu, PRC - China. SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD. Nº 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou, Shandong - China. JIANGSU CHANGQING BIOTECHNOLOGY CO., LTD. Nº 1 Jiangling Road, Putou Town, Jiangdu District, Yangzhou City, Jiangsu, China.

IMPORTADOR: AGROALLIANZ S.A. Rua Avelino Silveira Franco, 149, Sala 432, Condomínio Comercial L’ Office, Bairro Sainte Hélène – Campinas/SP C.N.P.J.: 27.150.699/0001-2 - Número de registro do estabelecimento/Estado: CDA/SP n° SP-1280 e 5014.

N° do Lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento:

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA

CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA INSTRUÇÕES DE USO: S-metolachlor CCAB 960 EC é um herbicida seletivo, indicado para o controle préemergente de plantas infestantes nas culturas de soja, milho, cana de açúcar, feijão, algodão, girassol e canola. - Nas culturas da soja e milho nos sistemas de plantio direto ou convencional. Modo de ação: S-metolachlor CCAB 960 EC caracteriza-se pela ação sobre monocotiledôneas acentuada, notadamente sobre as espécies anuais, com forte ação sobre a Trapoeraba e algumas espécies de dicotiledôneas. O ingrediente ativo S-METOLACLORO é absorvido através do coleóptilo das monocotiledôneas e hipocótilo das dicotiledôneas, e atua na gema terminal inibindo o crescimento das plantas. O sintoma do efeito herbicida sobre as plantas sensíveis caracteriza-se pelo intumescimento dos tecidos, e pelo enrolamento do caulículo nas monocotiledôneas e nas dicotiledôneas observa-se a clorose, necrose e a morte. A maioria das plantas, porém, morre antes de emergir a superfície do solo. Área de Utilização / Objetivos dos Tratamentos: S-metolachlor CCAB 960 EC poderá ser recomendado para aplicação no controle préemergente das plantas infestantes nas seguintes situações: • Nas infestações exclusivas de monocotiledôneas sensíveis; • Nas infestações predominantes de monocotiledôneas e/ou trapoeraba com presença de dicotiledôneas sensíveis ao produto; • No cerrado (região Centro-oeste) nas infestações de capim-braquiária, capim-carrapicho e trapoeraba associados com dicotiledôneas sensíveis, onde a atividade do produto é favorecida pelas condições climáticas e tipos de solo; • Em aplicação sequencial, exclusivamente na cultura do algodão. 1) Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas:

Dose (Litro/ha)
Plantas Infestantes ControladasSoloSoloSolo
ArenosoMédioPesado
Capim-marmelada, capim-papuã, marmelada Brachiaria plantagineaNÃO APLICAR NO SOLO ARENOSO1,25 - 1,50
Capim-carrapicho, timbete* Cenchrus echinatus
Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica
Trapoeraba* Commelina benghalensis
Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus

Algodão Amaranthus hybridus

Dose (Litro/ha)
Plantas Infestantes ControladasSoloSoloSolo
ArenosoMédioPesado
Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalisNÃO APLICAR NO SOLO ARENOSO1,50 - 1,75
Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica
Trapoeraba* Commelina benghalensis
Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis
Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus
Beldroega Portulaca oleracea
Capim-braquiária, braquiária* Brachiaria decumbens1,50 - 2,00
Capim-marmelada, capim-papuã, marmelada Brachiaria plantaginea
Fazendeiro, picão-branco Galinsonga parviflora
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus2,50 - 3,00
Capim-colonião Panicum maximum
Caruru-rasteiro, caruru Amaranthus deflexusNÃO APLICAR NO SOLO ARENOSO1,00
Capim-marmelada, capim-papuã, marmelada Brachiaria plantaginea
Capim-colchão, milhã Digitaria horizonyalis
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica
Erva-de-coração, Fedegoso Chamaecrista rotundifolia1,25

Cana-deaçúcar Canola

Dose (Litro/ha)
Plantas Infestantes ControladasSoloSoloSolo
ArenosoMédioPesado
Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalisNÃO APLICAR NO SOLO ARENOSO1,25
Capim-marmelada, capim-papuã, marmelada Brachiaria plantaginea
Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica
Capim-arroz, capim-canevão* Echinochloa crusgalli
Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis
Caruru-roxo, caruru Amaranthus hybridus
Trapoeraba* Commelina benghalensis
Caruru-rasteiro, caruru Amaranthus deflexusNÃO APLICAR NO SOLO ARENOSO1,00
Capim-marmelada, capim-papuã, marmelada Brachiaria plantaginea
Capim-colchão, milhã Digitaria horizonyalis
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica
Erva-de-coração, Fedegoso Chamaecrista rotundifolia1,25

Feijão** Girassol

Dose (Litro/ha)
Plantas Infestantes ControladasSoloSoloSolo
ArenosoMédioPesado
Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis1,25 - 1,75
Capim-marmelada, capim-papuã, marmelada Brachiaria plantaginea1,50 - 1,75
Capim-braquiária, braquiária* Brachiaria decumbens
Capim-carrapicho, timbete * Cenchrus echinatus
Capim-pé-de-galinha * Eleusine indica
Capim-custódio, capim-oferecido* Pennisetum setosum
Trapoeraba * Commelina benghalensis
Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis
Beldroega Portulaca oleracea
Joá-de-capote* Nicandra physaloides
Maria-pretinha * Solanum americanum
Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus
Fazendeiro, picão-branco Galinsoga parviflora1,75
Erva-quente Spermacoce latifólia

Milho

Dose (Litro/ha)
Plantas Infestantes ControladasSoloSoloSolo
ArenosoMédioPesado
Capim-arroz, capim-canevão* Echinochloa crusgalli1,50 - 1,75
Capim-pé-de-galinha* Eleusine indica
Trapoeraba* Commelina benghalensis1,50 -2,00
Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis
Caruru-de-mancha, caruru Amaranthus viridis
Caruru-roxo, caruru-branco Amaranthus hybridus
Capim-marmelada, capim-papuã, marmelada Brachiaria plantaginea1,75 - 2,00
Capim-carrapicho, timbete* Cenchrus echinatus
Capim-braquiaria, braquiária* Brachiaria decumbens
Capim-custódio, capim-oferecido* Pennisetum setosum
Joá-de-capote* Nicandra physaloides
Maria-pretinha* Solanum americanum
Fazendeiro, picão-branco Galinsonga parviflora
Poaia, poaia-branca Richardia brasiliensis
Erva-quente Spermacoce latifolia

Soja Erva-quente Spermacoce latifolia OBSERVAÇÕES: a) * = não recomendado para o sistema de plantio direto. b) ** = o tratamento deve ser complementado com herbicidas pós-emergentes, dependendo das condições de infestação das plantas infestantes. c) Na cultura do feijão, S-metolachlor CCAB 960 EC é recomendado para as seguintes variedades: Carioquinha, IAPAR 44, IAPAR 14, Minuano, Itaporé. 1) 1,25 L p.c./ha equivalem a 1200 g i.a./ha. 2) 1,50 L p.c./ha equivalem a 1440 g i.a./ha. 3) 1,75 L p.c./ha equivalem a 1680 g.i.a./ha. 4) 2,00 L p.c. /ha equivalem a 1920 g i.a./ha.

5) 2,50 L p.c./ha equivalem a 2400 g i.a/ha. 6) 3,00 L p.c./ha equivalem a 2880 g i.a/ha. d) Aplicar as maiores doses, em solos mais pesados, ou em situações de infestações mais altas das espécies indicadas. 2) Aplicação sequencial em área total na cultura do algodão, com uma aplicação em préemergência da cultura, seguida por uma aplicação em pós emergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre em pré-emergência:

Dose (litro/ha) - Aplicação Sequencial
Plantas Infestantes ControladasPós-emergência inicial com
Pré-emergência*
1 a 2 folhas verdadeiras*
Capim-colchão, milhã Digitaria horizontalis0,61,00 - 1,25
Trapoeraba Commelina benghalensis

Digitaria horizontalis 0,6 1,00 - 1,25 Trapoeraba Commelina benghalensis Observações: a) Não efetuar a aplicação sequencial em solos arenosos. b) * = aplicação efetuada sempre com as plantas infestantes em pré-emergência, nos dois momentos de Algodão aplicação.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

S-metolachlor CCAB 960 EC deve ser aplicado logo após o plantio na pré-emergência das culturas indicadas e das plantas infestantes. Cultura de algodão, canola, feijão e girassol: Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Obs: na cultura de algodão poderá ser aplicado também após 4 a 5 semanas do plantio com a cultura desenvolvida e porte aproximado de 40 a 50 cm, em jato dirigido, como tratamento complementar, após o último cultivo mecânico das entrelinhas e as plantas infestantes na préemergência. Cultura do algodão – Aplicação sequencial: S-metolachlor CCAB 960 EC também pode ser aplicado em esquema de aplicação sequencial, exclusivamente na cultura do algodão, em área total, que consiste numa aplicação em pré-emergência da cultura, seguida por uma aplicação em pós-emergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre em pré-emergência. Cultura da cana de açúcar: aplicar na pré-emergência das plantas infestantes através de tratamento em área total, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana. O produto poderá ser aplicado sobre a cultura germinada desde que observada a condição de pré-emergência das plantas infestantes no momento da aplicação.

Cultura do milho: poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porem as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Na cultura do milho o tratamento poderá ser feito também em faixas de aproximadamente 50 cm, ao longo do sulco de plantio, utilizando-se o pulverizador costal nas pequenas propriedades ou com equipamento tratorizado nas áreas maiores, com o sistema 3 em 1, no qual numa única operação se aduba, planta e aplica o herbicida. Neste caso o controle das plantas infestantes nas entrelinhas da cultura deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pósemergentes em aplicação dirigida. Cultura da soja: poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Início da Aplicação: Deve-se iniciar a aplicação do S-metolachlor CCAB 960 EC após o reabastecimento do “déficit hídrico”. Não aplicar nos plantios precoces quando o solo estiver ainda na fase de “déficit hídrico”, pois o seu funcionamento poderá vir a ser comprometido. Número de Aplicações: Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. Nas altas infestações de capim-marmelada, capim-carrapicho, capim-braquiária e trapoeraba, cujas espécies germinam em diferentes camadas, o tratamento pré-emergente poderá eventualmente necessitar de complemento com um herbicida pós-emergente. Isto poderá ocorrer particularmente nas culturas de FEIJÃO e ALGODÃO em que se aplicam doses menores do produto para assegurar maior seletividade. No caso especifico do ALGODÃO, o uso de aplicação sequencial pode ser uma boa opção para se obter maior período de controle das plantas infestantes.

MODO DE APLICAÇÃO

S-metolachlor CCAB 960 EC deve ser aplicado na forma de pulverização, nas respectivas culturas recomendadas, através de tratamento em área total, com a utilização de pulverizadores costais, manual ou pressurizados, e pulverizadores tratorizados adaptados de barras. Nas áreas extensivas, S-metolachlor CCAB 960 EC poderá ser aplicado também via aérea, com a utilização de aviões agrícolas ou helicópteros. Neste caso, os parâmetros normais para este tipo de aplicação devem ser observados. Preparo da Calda: Os produtos nas quantidades pré-determinadas poderão ser despejados diretamente no tanque do pulverizador parcialmente cheio (1/4 do volume cheio), e com o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida completar o volume d’água. Pulverizadores terrestres – parâmetros de aplicação: Bicos recomendados: Utilizar bicos leque tipo Teejet – 80.02, 80.03, 80.04, 110.02, 110.03, 110.04 ou similares. Pressão da bomba: 30 a 60 libras por polegada quadrada. Vazão: 150 a 300 litros de calda por hectare.

Observações: Nos pulverizadores costais os bicos mais recomendados são os de leque: 80.02, 80.03 ou 110.02, 110.03. Nas regiões sujeitas a ventos acentuados, as aplicações na pré-emergência poderão ser feitas com uso de bicos anti-deriva do tipo FULLJET, como o FL 5, FL 6,5, FL8 à pressão de 20 a 25 libras por polegada quadrada. Aplicação aérea – parâmetros para o avião Ipanema: Bicos: 80.10, 80.15, 80.20 Volume da calda: 40 a 50 litros/ha. Altura do vôo: 3 a 4 metros. Temperatura ambiente: até 27ºC. Umidade relativa do ar: mínimo de 55% Velocidade do vento: máxima de 10 km/hora. Faixa de aplicação: 15 metros. Diâmetro das gotas: maiores que 400 micrômetros. Nota – nas operações com aeronaves atender à Normas da Portaria 009 de 23 de março de 1983, da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Fatores relacionados com a aplicação na pré-emergência: Para assegurar o pleno funcionamento e eficiente controle das plantas infestantes é importante que sejam observados alguns pontos que ressaltamos a seguir: A) Preparo do solo: A.1. Sistema de plantio convencional: 1. Culturas de Soja, Milho, Feijão, Girassol, Canola, Algodão e Cana de açúcar (canaplanta): O solo deve estar bem preparado com as operações usuais de aração, gradeação, nivelamento superficial, de modo a obter a camada de solo livre de torrões, cujas condições são as mais apropriadas para a semeadura e aplicação dos herbicidas. Nas áreas com altas infestações de espécies que germinam nas camadas mais profundas como o capimmarmelada, capim-carrapicho, capim-braquiária e trapoeraba a última gradeação que antecede o plantio deverá ser feita no máximo 3 dias antes da semeadura e da aplicação dos herbicidas. 2. Cana soca: As operações de preparo de solo para aplicação do herbicida consistem no enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira, efetuados após o corte da cana. A.2. Sistema de Plantio Direto: Culturas de soja e milho: as operações de preparo de solo consistem no manejo e dessecação das plantas infestantes ou das culturas de inverno. A condição fundamental é assegurar a total pré-emergência da área destinada ao cultivo no momento da semeadura e da aplicação. A.3. Sistema de cultivo mínimo: Sistema de cultivo recomendado nas altas infestações de monocotiledóneas: Após as operações normais de preparo do solo ou dessecação, aguardar a germinação plena do primeiro fluxo de plantas até que atinja o estádio de pós-emergência inicial (4 folhas e no máximo início de perfilhamento). Em seguida efetuar o plantio e 24 horas após aplicar o Smetolachlor CCAB 960 EC associado a um dessecante sem efetuar mistura em tanque no momento da aplicação dos produtos. A outra alternativa consiste em dessecar as invasoras germinadas antes, aguardar 3 a 4 dias para plantar e aplicar o herbicida.

B) Umidade do solo: • O solo deve estar úmido durante a aplicação dos herbicidas. • Não aplicar em solo seco. A ação da umidade é fundamental para ativação do herbicida através da incorporação e distribuição do produto no perfil do solo, de modo a assegurar o pleno funcionamento, proporcionando uma melhor atividade sobre espécies com habito de germinar nas diferentes profundidades no solo (0-12 cm). C) Densidade de infestação das plantas infestantes: Nas altas densidades de infestação de plantas infestantes, o pleno controle está sujeito a fatores como dose, condições climáticas, fechamento da cultura, dentre outros. Por vezes poderá necessitar de tratamento complementar. D) Ocorrência de chuvas: Chuvas normais após a aplicação ou a irrigação da área tratada com o S-metolachlor CCAB 960 EC, são benéficas por promover a incorporação do produto na camada superficial, favorecendo sua pronta ação. Sobretudo no sistema de plantio direto proporciona o rápido carreamento dos produtos para o solo, favorecendo sua distribuição no perfil do solo. A ocorrência de chuvas excessivas e continuas após a aplicação, entretanto, poderá causar rápida lixiviação abaixo do banco de sementes, acarretando redução no período de controle e reinfestação precoce da área tratada. E) Ocorrência de veranico: A ocorrência de veranico poderá influenciar na atividade dos herbicidas no solo, acarretando: 1. Mal resultado no controle e reinfestação de espécies que germinam nas camadas mais profundas: capim-marmelada, trapoeraba. 2. Degradação acelerada do produto (fotodegradação): quando da exposição às condições de seca por mais de 2 a 3 semanas, e consequente redução da atividade biológica. F) Ventos: Evitar aplicações com ventos superiores a 10 km/hora devido aos problemas de forte deriva. Preparo da calda: Os produtos nas quantidades pré-determinadas poderão ser despejados diretamente no tanque do pulverizador parcialmente cheio (1/4 do volume cheio), e com o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida completar o volume d’ água. INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita): Não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Os efeitos de fitotoxicidade são pouco frequentes e acontecem em situações que favoreçam sua ocorrência, tais como: chuvas fortes, plantios rasos, dentre outros. Ressalta-se, porém, que os efeitos abaixo mencionados são temporários e as plantas retomam o seu crescimento normal sem causar prejuízos na produtividade final. Sintomas dos efeitos de S-metolachlor CCAB 960 EC: • Na cultura de milho estes sintomas se manifestam pelo enrolamento das plântulas, por vezes forte enrugamento e inibição no crescimento; • Nas culturas de feijão, algodão, girassol e canola estes sintomas se manifestam através da clorose, necrose das folhas cotiledonares, encarquilhamento das folhas e inibição temporária no crescimento. • Na cultura da soja a fitotoxicidade somente ocorre em situações drásticas, altas doses aliadas a alta pluviosidade, e nestes casos manifesta-se pelo encarquilhamento das folhas e inibição temporária no crescimento. • Na cultura da cana de açúcar a eventual fitotoxicidade se manifesta somente se aplicado sobre a cana germinada, e nestas circunstâncias através da necrose das pontas das folhas presentes durante a aplicação. Outras restrições a serem observadas: • Não aplicar S-metolachlor CCAB 960 EC em solos mal preparados, com torrões ou em solos secos. • No sistema de plantio direto não aplicar nas áreas mal dessecadas ou nas áreas com reinfestações de plantas infestantes. Deve-se efetuar aplicação com operação de manejo. • Nas culturas de Feijão, Girassol e Canola, não ultrapassar a dose do S-metolachlor CCAB 960 EC a 1,25 litros/ha. • Na cultura de Feijão efetuar testes prévios de seletividade antes da aplicação sobre variedades não relacionadas na recomendação. • S-metolachlor CCAB 960 EC não é recomendado nos campos de produção de sementes de milho, devido à maior sensibilidade deste material (híbrido simples, linhagens). Sua utilização será viável somente através de testes prévios. • Nas altas densidades de infestação de algumas monocotiledóneas que germinam em diferentes fluxos (capim-marmelada, capim-carrapicho, capim-braquiária), os tratamentos préemergentes com Smetolachlor CCAB 960 EC poderão vir a requerer um complemento com pós-emergente, dependendo das condições climáticas após aplicação. S-metolachlor CCAB 960 EC é fortemente adsorvido pelos coloides de matéria orgânica, portanto, nos solos com alto teor de matéria orgânica deve-se aplicar doses maiores. Nos solos turfosos não usar o produto. TOLERÂNCIA DA CULTURA / SELETIVIDADE: S-metolachlor CCAB 960 EC mostra-se bastante seletivo às culturas indicadas, nas respectivas doses e sistemas de cultivo recomendados. Deve-se atentar, entretanto, para os aspectos relacionados coma profundidade de plantio das culturas. Eventualmente falha na seletividade poderá ocorrer como consequência de plantios rasos (superficiais). Atentar também para as variedades indicadas e o tipo de solo, de forma a assegurar a seletividade do produto.

Nas culturas de algodão e feijão aplicar S-metolachlor CCAB 960 EC logo após a semeadura, ou no máximo 1 dia depois, com o que se obtém maior segurança na sua utilização. Ainda no caso da cultura de algodão, a aplicação pode ser feita em pré-emergência da cultura ou no esquema sequencial. A planta de milho é tolerante ao produto até a fase de charuto, e a soja até o estádio de palito de fósforo (com os cotilédones fechados). A planta da cana-de-açúcar, todavia, apresenta boa tolerância mesmo após germinada em qualquer estádio de desenvolvimento. S-metolachlor CCAB 960 EC não pode ser aplicado sobre plantas germinadas de feijão, girassol, canola e algodão (exceto no caso da aplicação sequencial), devido à maior sensibilidade destas espécies, principalmente na fase inicial de emergência.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide dados relativos à proteção do meio ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide dados relativos à proteção do meio ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide dados relativos à proteção do meio ambiente. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo; Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo K3 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado; • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas;

• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO K3 HERBICIDA O produto herbicida S-METOLACHLOR CCAB 960 EC é composto por s-metolacloro, que apresenta mecanismo de ação de inibição de divisão celular, pertencente ao Grupo K3, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Não aplicável, trata-se de um herbicida.

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, luvas de nitrila, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral e touca árabe; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PREPARAÇÃO DA CALDA: • Produto irritante para os olhos; • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, luvas de nitrila, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral e touca árabe; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, luvas de nitrila, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral e touca árabe; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida; • Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Nocivo se inalado Provoca irritação ocular grave ATENÇÃO

PRIMEIROS SOCORROS

Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se o produto for engolido, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: Produto irritante para os olhos. Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água da lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com água corrente em abundância e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado, leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o acidentado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo. - INFORMAÇÕES MÉDICAS - INTOXICAÇÕES POR CLOROACETANILIDA

Grupo QuímicoCLOROACETANILIDA
Classe toxicológicaCategoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposiçãoOral e dérmica
ToxicocinéticaS-Metolachlor é absorvido extensamente após ser administrado via oral. Estudos de laboratório em ratos indicam que a absorção através da pele é moderada. As principais vias de excreção são a urina e fezes.
ToxicodinâmicaDesconhece-se o mecanismo de toxicidade em humanos.
Sintomas e Sinais ClínicosO contato do produto com os olhos ou pele pode resultar em irritação. Não há dados de casos de toxicidade aguda em humanos após ingestão do produto, portanto desconhecem-se os sintomas clínicos de toxicidade.
DiagnósticoDevido à ausência de sintomatologia especifica, o diagnostico deve estar baseado somente na história da ingestão do produto. Não foram desenvolvidos métodos analíticos para determinar a presença de produtos metabólicos em fluidos biológicos humanos para obter diagnósticos definitivos.
Contra - indicaçõesA indução do vomito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
AtençãoLigue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: CCAB Agro S.A. (11) 3889-5600 AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767 Endereço Eletrônico da Empresa: www.ccab-agro.com.br Correio Eletrônico da Empresa: contato@ccab-agro.com.br

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos: 2500 mg/kg DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg CL50 inalatória em ratos: > 2,09 mg/L (4 horas) Corrosão/Irritação dérmica em coelhos: Levemente irritante reversível em 7 dias Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Irritante (2A) Sensibilização dérmica em cobaias: Não sensibilizante Mutagenecidade: Não mutagênico Efeitos Crônicos: Toxicidade crônica em animais de laboratório: para o produto técnico administrado em várias doses, em ratos, cães e camundongos, em diversos experimentos, foi possível o estabelecimento de dose de não efeito tóxico observado. Resultados de estudos de longo prazo com animais de laboratório (camundongos) não revelaram efeitos crônicos adversos quando administrado nos níveis de 1000 ppm (1mg/kg) de peso corpóreo.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente águas subterrâneas. • Este produto é ALTAMENTO TÓXICO para organismos aquáticos (algas). • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetíveis a danos; • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas; • Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza; • Não utilize equipamento com vazamentos; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes; • Aplique somente as doses recomendadas; • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água; • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA

ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada; • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais; • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível; • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável; • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO; • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças; • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados; • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT; • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada; • Contacte as autoridades locais competentes e a empresa CCAB AGRO S.A., telefone de emergência: AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767; • Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão, luvas, botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado - Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados nas precauções no manuseio do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotandose os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra; • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade; • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias; • Use luvas no manuseio desta embalagem;

• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra; • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade; • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos orgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do S-Metolachlor CCAB 960 EC registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 6023 · documento de 09/12/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do S-Metolachlor CCAB 960 EC?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do S-Metolachlor CCAB 960 EC e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do S-Metolachlor CCAB 960 EC é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 6023, documento de 09/12/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

Veja também