RUSTFORCE Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob no 06708
COMPOSIÇÃO
(RS)-1p-chlorophenyl-4,4-dimethyl-3-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)pentan-3-ol (TEBUCONAZOL).........................................................................................................................200 g/L (20% m/v) Outros Ingredientes.......................................................................................................................800 g/L (80% m/v)
GRUPO G1 FUNGICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida sistêmico GRUPO QUÍMICO: Tebuconazol: Triazol TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): JUBAILIREG BRASIL LTDA. Rua Santa Cruz, 2187 - sala 10 - Vila Mariana - São Paulo/SP - CEP: 04.121-002 CNPJ: 54.195.878/0001-59 - Fone: (11) 5464-6865. Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4470. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS: TEBUCONAZOL TÉCNICO CONSAGRO - REGISTRO MAPA Nº 01708 JIANGSU JIANNONG AGROCHEMICAL CO., LTD. - Zhongzhouang Town, Jianhu, Jiangsu - China YANCHENG LIMIN CHEMICAL FACTORY - Jianjun Road (middle) Yancheng, Jiangsu - China TEBUCONAZOLE TÉCNICO PROVENTIS - REGISTRO MAPA Nº 18417 SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD - Nº9 Weijiu Road, Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area, Zhejiang - China TEBUCONAZOLE TÉCNICO ALBAUGH - REGISTRO MAPA Nº TC10421 JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO. LTD. - North Area of DongshaChem-Zone 215600, Zhangjiagang, Jiangsu - China. TEBUCONAZOLE TÉCNICO ALBAUGH II - REGISTRO MAPA Nº TC05221 YANCHENG HUIHUANG CHEMICAL CO., LTD. - Zhongshan Road (North), Binhai Economic Development Zone Coastal Industrial Park, Jiangsu - China TEBUCONAZOLE TÉCNICO RHK - REGISTRO MAPA Nº 36417 ADAMA MAKHTESHIM LTD. - Neot-Hovav, Neot-Hovav Eco-Industrial Park, 84100 Beer Sheva - Israel TEBUCONAZOLE TÉCNICO RTM - REGISTRO MAPA Nº 39019 NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. - Beihai Road 1165, Ningbo chemical Industry Zone 315040 Xiepu Town - China TEBUCONAZOLE TÉCNICO ROTAM - REGISTRO MAPA Nº 05206 JIANGSU ROTAM CHEMISTRY CO. LTD. - nº 88, Rotam Road - Economic & Technical Development Zone, Kunshan, Jiangsu Province - China
FORMULADORES/MANIPULADORES: ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. - Avenida Basiléia, 590 - Resende/RJ - CEP: 27521-210 - CNPJ: 01.789.121/0004-70 - Cadastro no Estado (INEA/RJ) LO nº IN041296. CAC Nantong Chemical Co., Ltd. - Fourth Huanghai Road Yangkou Chemical Industrial Park Rudong County, Nantong City, Jiangsu Province, China. FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A. - Rod. Pres. Castelo Branco, km 68,5 - CEP: 18120-970 - Mairinque/SP CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 031. FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - Avenida Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III CEP: 38001-970 - Uberaba/MG - CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 210. JIANGSU JIANNONG AGROCHEMICAL CO., LTD. - Zhongzhouang Town. Jianhu, Jiangsu - China. JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD. - North Area of Dongsha Chem-Zone, Zhangjiagang, Jiangsu, 215600 - China PROQUIMUR S.A. - Ruta 5, km 35.300 Juanicó - Canelones - Uruguai. PT INTI EVERSPRING MEDICAMENTS CO., LTD. - Plaza Sental Lt. 5B Ji. Jend.Sudirman No. 47, Jakarta Seletan 12930 - Indonesia. (GIAGRO) SHANGHAI HEBEN-EASTSUN MEDICAMENTS CO., LTD - No. 2 Linbao Road, Tinglin Town, Jinshan, Shanghai, P.R. China. SHENYANG RESEARCH INSTITUTE OF CHEMICAL INDUSTRY (NANTONG) CHEMICAL TECHNOLOGY DEVELOPMENT CO., LTD. - Nantong Economic & Technological Development Area nº 55 Jianggang Road Nantong -Jiangsu -China. SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. - Rua Igarapava, nº 599, Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Cadastro no Estado (IMA/MG) 701-332/2011. SINO AGRO CHEMICAL INDUSTRY LIMITED - Room 2205, Tower 4, Excellence Century Center, Fuhua 3rd Road, Futian District, Shenzhen, China. SPECTRUM ETHERS LIMITED - GAT No. 367, Rasegaon Village, Nashik-Peth Road, Tal. Dindori, Dist. Nashik - ìndia SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. - Avenida Parque Sul, 2138 - I Distrito Industrial - Maracanaú/CE - CEP: 67939-000 - CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Cadastro no Estado (SEMACE/CE): 565/2015DICOP-GECON. TECNOMYL S.A. - Parque Industrial Avay, Villeta - Paraguai. TECNOMYL S.A. - Ruta Nacional, nº 3, km 2796, Rio Grande - Província de Tierra del Fuego - Argentina. YANCHENG LIMIN CHEMICAL FACTORY. - 21, Jianjun Road, Yancheng, Jiangsu - China. ZHEJIANG TIDE CROPSCIENCE CO., LTD. - Nº 11 Linhai Road, Paojiang Industrial Zone Shaoxing (312071) - China.
IMPORTADORES: FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - Avenida Antônio Carlos Guillaumon, 25 Distrito Industrial III CEP: 38001-970 - Uberaba/MG CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 210. FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - Rodovia Anhanguera - Esq. Av. A, 999 A Distrito Industrial CEP: 14540-000 - Igarapava/SP CNPJ: 04.136.367/0003-50 - Cadastro no Estado (CDA-SP) nº 955. JUBAILI BRASIL LTDA. - Rua Santa Cruz, n° 2187 - Sala 10, Vila Mariana, São Paulo/SP, CEP 04121-002 CNPJ: 54.195.645/0001-56 - Cadastro no Estado (CDA-SP) nº 4473.
| Nº de lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: EM SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO
RUSTFORCE é um fungicida sistêmico do grupo triazol com ação preventiva e curativa, que contém o ingrediente ativo tebuconazol, na concentração 200 g/L, na formulação concentração emulsionável, indicado para o controle de doenças foliares na cultura do arroz, café, feijão, soja e trigo, conforme quadro abaixo: CULTURAS, ALVOS E DOSES:
| Cultura | Doença Nome comum (nome científico) | Dose p.c. (L/ha) | Volume de calda (1) (L/ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
|---|---|---|---|---|
| Arroz | Mancha-parda (Bipolaris oryzae) | 0,75 | Terrestre 200 a 300 | Realizar no máximo 2 aplicações por safra da cultura, com intervalo de 14 dias. As aplicações devem ser feitas logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas. |
| Brusone (Pyricularia grisea) | ||||
| Café | Mancha-das-folhas (Ascochyta coffeae) | 1,0 | Terrestre 250 a 500 | Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. A aplicação deve ser feita no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença na folha e repetida com um intervalo de 60 dias após. |
| Mancha-de-olho- pardo (Cercospora coffeicola) | Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. As aplicações preventivas, devem iniciar em dezembro/janeiro, totalizando duas aplicações, até março, que, em condições normais, é o período crítico da doença. | |||
| Ferrugem-do- cafeeiro (Hemileia vastatrix) | Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. Recomenda-se iniciar a aplicação quando a infecção atingir 5% e repetir a mesma se esse nível for novamente atingido. | |||
| Mancha-de-phoma (Phoma costaricensis) | Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. O controle é preventivo iniciando-se as aplicações logo após a florada (flor murcha). Efetuar uma 2ª aplicação 30 dias após e uma 3ª, se as condições favoráveis à doença persistirem. Quando for constatada a doença atacando ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio), fazer uma a duas aplicações, com intervalo de 30 dias. | |||
| Feijão | Mancha-de-alternaria (Alternaria alternata) | 1,0 | Terrestre 200 a 300 | Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. A aplicação deve ser feita, a partir do começo do florescimento, no início da infecção. Pode ser feita mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. |
| Mancha-angular (Phaeoisariopsi griseola) | ||||
| Ferrugem (Uromyces appendiculatus) | 0,75 |
| Soja | Crestamento-foliar (Cercospora kikuchii) | 0,75 | Terrestre 200 a 300 Aérea 10 a 20 (micronair)/ 20 a 30 (barra equipada) | Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Recomenda-se a primeira aplicação, quando a soja atingir o estádio fenológico do início da granação (estádio 5.2 a 5.4). Uma segunda aplicação poderá ser realizada dependendo do estágio de evolução da doença, ao final da granação, quando as vagens verdes estiverem com volume máximo (estádio 6 a 7.1). |
|---|---|---|---|---|
| Oídio (Microsphaera diffusa) | 0,5 | Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Realizar a primeira aplicação quando o índice de infestação estiver entre 50%. A segunda aplicação deverá ser realizada, quando este índice for atingido novamente, respeitando-se o Intervalo de Segurança. | ||
| Mancha-parda (Septoria glycines) | 0,75 | Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Recomenda-se a primeira aplicação, quando a soja atingir o estádio fenológico do início da granação (estádio 5.2 a 5.4). Uma segunda aplicação poderá ser realizada dependendo do estágio de evolução da doença, ao final da granação, quando as vagens verdes estiverem com volume máximo (estádio 6 a 7.1). | ||
| Trigo | Oídio (Blumeria graminis f. sp. Tritici) | 0,6 | Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. O controle deve ser iniciado quando a incidência em folhas, durante o estádio de afilhamento, situar-se entre 10 - 15%. | |
| Giberela (Fusarium graminearum) | 0,75 | Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Pulverizações preventivas contra giberela devem ser realizadas quando se observar o maior número de flores abertas. | ||
| Mancha-marrom (Bipolaris sorokiniana) | 0,75 | Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência. | ||
| Mancha-amarela (Drechslera tritici repentis) | ||||
| Septoriose (Septoria tritici) | ||||
| Mancha-das-glumas (Stagonospora nodorum) |
| Trigo | Ferrugem-do-colmo (Puccinia graminis) | 0,6 | Terrestre 200 a 300 Aérea 10 a 20 (micronair)/ 20 a 30 (barra equipada) | Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência. |
|---|---|---|---|---|
| Ferrugem-da-folha (Puccinia triticina) | ||||
| Brusone (Pyricularia grisea) | 0,75 | Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. A primeira aplicação preventiva deve ser feita no início do espigamento, complementada por mais uma em um intervalo de 10 a 12 dias |
p.c.: produto comercial (1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação ou a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação. ATENÇÃO: O número de aplicações e o intervalo entre as aplicações dependem das condições climáticas que podem favorecer ou retardar o aparecimento de doenças nas culturas. É importante respeitar o número máximo de aplicações e, o intervalo mínimo entre as aplicações recomendadas. Recomenda-se fazer vistorias constantes nas lavouras. No geral, deve-se utilizar um volume de calda/ha de modo a proporcionar a melhor cobertura do alvo até antes do ponto de escorrimento.
MODO DE APLICAÇÃO
O produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização, utilizando equipamentos terrestres ou aeronaves. Aplicações terrestres: Usar pulverizadores de barra com bicos cônicos (D2), com pressão de 80 a 100 lb/pol2 e vazão citados na tabela para as culturas arroz, feijão, soja e trigo. Na cultura de café empregam-se atomizadores. Condições Climáticas: Temperatura: < 30°C Velocidade do vento: < 15 km/h Umidade relativa: superior a 60% Aplicação aérea: Nas culturas soja e trigo: usar micronair ou barra equipada com bicos cônicos D6 a D12, altura de voo de 2 a 4m, pressão da bomba 30 a 50 lb/pol2. Utilizar a vazão citada na tabela para micronair e para barra. A largura da faixa de deposição deve ser de 15 a 18 m, com densidade mínima de 80 gotas/cm2. Condições Climáticas: Temperatura: < 30°C Velocidade do vento: entre 2,0 km/h e 10 km/h Umidade relativa: superior a 60 %
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Cultura | Dias |
|---|---|
| Arroz | 35 |
| Café | 30 |
| Feijão | 14 |
| Soja | 30 |
| Trigo | 35 |
Cultura Dias Arroz Café Feijão Soja Trigo
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Além dos intervalos de segurança e reentrada na cultura, não aplicar o produto na cultura de feijão antes da floração.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide item “Modo de Aplicação”. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item “Modo de Aplicação”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA
O uso continuado de fungicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes, deverão ser aplicados fungicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomendase a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo. O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO G1 FUNGICIDA O fungicida RUSTFORCE é composto por Tebuconazol, que apresenta mecanismo na C14 - desmetilase na biossíntese de esterol (erg 11/ cyp 51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e a perna das calças por cima das botas, botas de borracha; avental ; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com proteção lateral, e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e a perna das calças por cima das botas; botas de borracha; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção individual (EPI): macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Provoca irritação à pele PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR RUSTFORCE
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Tebuconazol: Triazol | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 4 - produto pouco tóxico | ||||
| Vias de exposição | Oral, inalatória e dérmica. | ||||
| Toxicocinética | Após ingestão oral, o produto é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal. No organismo é metabolizado por hidroxilação do grupo t-butil, resultando em HWG 1608- 1-hydroxy que é excretado, oxidado à ácido carboxílico, sulfonilado ou conjugado com ácido glucurônico. A eliminação dos órgãos e tecidos também ocorre de forma rápida, principalmente pelas vias fecal e urinária. Quantidades pequenas são eliminadas pelo ar exalado. O produto não se acumula no organismo, sendo eliminado quase totalmente em 72 horas. | ||||
| Toxicodinâmica | O mecanismo exato de toxicidade nos humanos não é conhecido. | ||||
| Sintomas e sinais clínicos | As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de tebuconazole, Array 200 EC: Exposição oral: em testes de laboratório com animais de experimentação em dose 2000 mg/kg de peso corpóreo foram observados sinais de toxicidade sistêmica. Na análise de necropsia foram observadas alterações macroscópicas como congestão do encéfalo, hemorragia e congestão nos pulmões, congestão e edema na bexiga urinária, congestão e degeneração vacuolar no fígado e congestão no coração. Exposição inalatória: em estudo de toxicidade inalatória com animais de experimentação foram observados apatia, cifose, sibilo, dispnéia, espirro, piloereção, ataxia e epistaxe, com reversão nos dias 1 a 13 do período de observação. Os achados macroscópicos à necropsia foram congestão e enfisema pulmonar e congestão hepática. Exposição cutânea: em estudo de toxicidade dérmica com animais de experimentação, não foram observadas mortes e efeitos tóxicos. Nenhuma alteração macroscópica relacionada ao tratamento foi observada durante necropsia. Em estudo de irritação cutânea o produto causou eritema e edema grau 1, e escamações nas avaliações de 7º a 14º dia. O produto não é considerado sensibilizante cutâneo pelo teste com método de Buehler. Exposição ocular: em estudo de irritação ocular, animais de experimentação apresentaram opacidade, irite, hiperemia, quemose, secreção e retenção de fluoresceína. Foram observados os sinais clínicos de alopecia periocular e neovascularização. | ||||
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. | ||||
| Tratamento | Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de água. Realizar tratamento sintomático e medidas de suporte de acordo com os sinais clínicos apresentados para manutenção dos sinais vitais. |
| Tratamento | Lave a boca com leite ou água. No caso de ingestões menores, a irrigação oral e diluição podem ser os únicos procedimentos necessários. Considere a descontaminação gastrointestinal apenas após ingestões consideráveis. A êmese não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer. Carvão ativado: administre carvão ativado (240 mL de água/ 30 g de carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/ adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano de idade. Pacientes com intoxicação por via oral devem ser observados cuidado quanto ao possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato gastrointestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano. Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos através de vômito e diarreia. Após exposição pela via inalatória, remova o paciente para um local arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral. Em caso de exposição pela via ocular, lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Em caso de exposição pela via dérmica, remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O profissional da saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado. |
| Efeitos das interações químicas | Não são conhecidos. |
| ATENÇÃO | TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária (Notivisa) | |
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 900 1414 (Toxiclin). |
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica no quadro anterior. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos: DL50 oral aguda em ratos: 1.000 mg/kg peso corpóreo DL50 dérmica aguda em ratos: maior que 2.000 mg/kg peso corpóreo CL50 inalatória em ratos: 2,98 mg/L Irritação cutânea em coelhos: Produto que tem o potencial de provocar irritação cutânea. O produto causou eritema grau 1 nas avaliações de 1, 24, 48 e 72 horas e 7º dia e edema grau 1 nas avaliações de 24, 48 e 72 horas. Todos os animais apresentaram escamação nas avaliações de 7º e 14º dia. Irritação ocular em coelhos: Produto que tem o potencial de provocar sérios danos nos olhos/efeitos irreversíveis nos olhos. O produto no olho dos animais causou opacidade, irite e hiperemia nas avaliações de 1, 24, 48 e 72 horas, 7º e 14º para 3/3 animais e 21º dia em 2/3 animais. Quemose nas avaliações de 1, 24, 48 e 72 horas e 7º para 3/3 animais e 14º dia em 2/3 animais. Também foram observadas secreção, retenção do corante fluoresceína, alopecia periocular, neovascularização (3 animais) e ulceração de córnea (1 animal). Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante dérmico. Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Não apresentou efeitos crônicos relevantes para os humanos considerando-se exposição às doses recomendadas nesta bula. Nos estudos de longo prazo, o fígado foi o órgão alvo em ratos e camundongos. Nos ratos não foram observados tumores, nos camundongos os tumores de fígado não relevantes para os humanos. Não foram observados efeitos na reprodução no estudo de multigerações.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ■ MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) □ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada; • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais; • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível; • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável; • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO; • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças; • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados; • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas-ABNT; • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: • Isole e sinalize a área contaminada; • Contate as autoridades locais competentes e a empresa JUBAILIREG BRASIL LTDA. • Telefone de Emergência: 0800 110 8270 (Pró-Química). • Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de 2019, salvo se realizada por meio de Aeronaves Remotamente Pilotadas - ARPs, Veículo Aéreo Não Tripulado - VANT ou Drones, conforme lei nº19.135, de 19 de dezembro de 2024. Paraná: restrição temporária de comércio e uso para Alternaria alternata em feijão, Bipolaris sorokiniana, Drechslera tritici-repentis, Septoria tritici e Stagnospora nodorum em trigo.