Bula oficial · registro MAPA nº 33523

Bula do Rubephos33

Bula completa do Rubephos33 (registro MAPA nº 33523), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: fosfeto de alumínio.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 23 páginas no PDF.

RUBEPHOS33 Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob no 33523

COMPOSIÇÃO

Aluminium Phosphide (Fosfeto de Alumínio)............................560 g/kg (56,0 % m/m) Outros Ingredientes.........................................................440 g/kg (44,0 % m/m)

GRUPO 24A INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida fumigante GRUPO QUÍMICO: Inorgânico precursor de fosfina TIPO DE FORMULAÇÃO: Pastilha Fumigante (FD) TITULAR DO REGISTRO (*): CD SAFETY COMERCIO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rua Comendador Correia Junior, 222 – sala B fundos – Joao Gualberto – Paranaguá / PR, CEP 83.203-560 – CNPJ: 14.649.790/0001-45 – Cadastro na ADAPAR/PR sob no 003943. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE / FORMULADOR: Jining Shengcheng Chemical Experimental Co., Ltd. Nº 59 West Jinyu Road, Rencheng District, Jining City - Shandong Province – China Shenyang Harvest Agrochemical Co., Ltd. Nº 100 Jidong Road, Linsheng Town, Sujiatun District, Shenyang, Liaoning Province – China Shandong LVQIAO Biological Technology Co., Ltd. Chengwu Chemical Industry Park, Heze City, Shandong Province - China Cropsafe Pesticides India pvt. Ltd. B-371, 1 st Floor, Meera Bagh, Delhi 110063India

No do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: OS EM SEU PODER. CORROSIVO PARA METAIS INFLAMÁVEL ESPONTANEAMENTE A PARTIR DE 26g DE FOSFINA / m³

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – Categoria 1 - Produto Extremamente Tóxico

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – Produto

Perigoso ao Meio Ambiente – Classe III Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199 C

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: RUBEPHOS33 trata-se de um inseticida fumigante precursor de Fosfina a ser utilizado no controle das pragas de grãos armazenados nas culturas de arroz, aveia, café, cevada, farelo de soja, farinha de trigo, feijão, fumo, milho, soja e trigo. Recomendamos RUBEPHOS33 para o controle das Pragas nas seguintes situações:

CULTURASPRAGAS CONTROLADASDOSES (Gramas de fosfeto de alumínio/m³)Equivalente (Fosfina/m³)Tempo de Exposição
NOME COMUM
(NOME CIENTÍFICO)
ArrozGorgulho do arroz (Sitophilus oryzae)2 pastilhas de 3 g/m³ 10 comprimidos de 0,6 g/m³ 1 sachet de 34 g/6,0 m³ 1 sleeve de 1 kg/166,6 m³2 g fosfina / m³96 horas
Caruncho dos cereais (Sitophilus zeamais)
Besourinho (Rhizopertha dominica)
Traça da farinha (Ephestia kuehniella)
Traça indiana da farinha (Plodia interpunctella)
Traça dos cereais (Sitotroga cerealella)
Besouro castanho (Tribolium castaneum)
AveiaCaruncho dos cereais (Sitophilus zeamais)
Besouro castanho (Tribolium castaneum)
Traça dos cereais (Sitotroga cerealella)
CaféCaruncho do café (Araecerus fasciculatus)
CevadaCaruncho dos cereais (Sitophilus zeamais)
Besouro castanho (Tribolium castaneum)
Besourinho (Rhizopertha dominica)
Farelo de sojaCaruncho dos cereais (Sitophilus zeamais)
Besouro-castanho (Tribolium castaneum)
Traça indiana (Plodia interpunctella)
Besourinho (Rhizopertha dominica)
Farinha de trigoBesouro castanho (Tribolium castaneum)2 pastilhas de 3 g/m³ 10 comprimidos de 0,6 g/m³ 1 sachet de 34 g/6,0 m³ 1 sleeve de 1 kg/166,6 m³2 g fosfina / m³96 horas
Traça da farinha (Ephestia kuehniella)
Gorgulho da farinha (Stegobium paniceum)
CULTURASPRAGAS CONTROLADASDOSES (Gramas de fosfeto de alumínio/m³)Equivalente (Fosfina/m³)Tempo de Exposição
NOME COMUM
(NOME CIENTÍFICO)
Traça indiana da farinha ( ) Plodia interpunctella
Besouro (Tenebrio molitor)
Besouro (Tenebroides mauritanicus)
FeijãoCaruncho do feijão (Acanthoscelides obtectus)
Caruncho pequeno do feijão (Zabrotes subfasciatus)
FumoBicho do fumo (Lasioderma serricorne)1 pastilhas de 3 g/m³ 5 comprimidos de 0,6 g/m³ 1 sachet de 34 g/11,33 m³ 1 sleeve de 1 kg/333,33 m³1 g fosfina / m³120 a 240 horas
Traça do fumo (Ephestia elutella)
MilhoTraça dos cereais (Sitotroga cerealella)2 pastilhas de 3 g/m³ 10 comprimidos de 0,6 g/m³ 1 sachet de 34 g/6,0 m³ 1 sleeve de 1 kg/166,6 m³2 g fosfina / m³96 horas
Caruncho dos cereais (Sitophilus zeamais)
Besouro castanho (Tribolium castaneum)
Besouro (Carthartus quadricollis)
Besouro (Laemopheoeus minutus)
Besouro (Oryzaephilus surinamensis)
Besouro (Tenebroides mauritanicus)
SojaTraça indiana (Plodia interpunctella)1 pastilhas de 3 g/m³ 5 comprimidos de 0,6 g/m³ 1 sachet de 34 g/11,33 m³ 1 sleeve de 1 kg/333,33 m³1 g fosfina / m³72 horas
Caruncho (Callosobruchos maculatus)
Gorgulho (Sitophilus zeamais)2 pastilhas de 3 g/m³ 10 comprimidos de 0,6 g/m³ 1 sachet de 34 g/6,0 m³ 1 sleeve de 1 kg/166,6 m³2 g fosfina / m³
Besouro castanho (Tribolium castaneum)
TrigoCaruncho dos cereais (Sitophilus oryzae)2 pastilhas de 3 g/m³ 10 comprimidos de 0,6 g/m³ 1 sachet de 34 g/6,0 m³ 1 sleeve de 1 kg/166,6 m³2 g fosfina / m³96 horas
Caruncho dos cereais (Sitophilus zeamais)
Besourinho (Rhizopertha dominica)
Traça indiana da farinha (Plodia interpunctella)
Besouro Castanho (Tribolium castaneum)
Traça dos cereais (Sitotroga cereatella)

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: O produto é aplicado quando há sintomas de infestação. Sempre que houver reinfestação realizar uma nova aplicação e isso será determinado, segundo critério do técnico responsável, de acordo com o nível da reinfestação no produto armazenado:

Soja: Aplicar uma vez, na fumigação de soja a granel nos porões de navios destinados à exportação.

MODO DE APLICAÇÃO

O produto pode ser aplicado no expurgo de arroz, aveia, café, cevada, feijão, milho, fumo, trigo, soja, farinha de trigo e farelo de soja. Para os grãos de arroz, aveia, café, cevada, feijão, milho, trigo e soja armazenados podem ser expurgados de várias formas: 1Em tendas plásticas (graneleiro e sacaria), hermeticamente fechadas com cobras de areia. 2Em armazéns fechados onde se fumiga todo o volume do armazém o qual tem que estar hermeticamente fechado para que não haja escape de gás. 3Em silos os quais devem estar bem fechados para que não haja escape do gás. Introduzir as pastilhas de fosfeto de alumínio, com o auxílio de sondas, cujas extremidades inferiores apresentem aletas, que se abrem para deixar cair pastilhas, sendo que estas são distribuídas a diferentes alturas, conforme o volume ou tonelagem. 4O produto em sachet (saco) deve ser distribuído, após ser constatado às condições de hermeticidade, nas doses recomendadas para cada tipo de armazenamento. Sacarias ou fardos (Armazéns convencionais): Cobrir cada bloco ou grupo de blocos a ser fumigado com lona própria para fumigação. Ajustar bem a lona sobre o material, mantendo um afastamento de pelo menos 30 cm da base da pilha, deixando ainda uma sobra de aproximadamente 50 cm em todos os lados. Sob a lona, colocar as pastilhas em pequenas caixas de madeira ao redor dos blocos e vedar toda a beirada da lona com cobras de areia para evitar vazamento do gás. Ao aplicar o fumigante, evite a sobreposição das pastilhas, facilitando o desprendimento do gás fosfina. Graneleiros e silos (produto a granel): distribuir o produto nos dutos do sistema de expurgo existente ou durante a operação de carregamento (silos verticais) ou distribuidos com sondas manuais (silos horizontais). Cobrir toda a massa a ser fumigada com lona própria para fumigação. Enterrar a extremidade da lona entre a massa e as paredes da estrutura e vedar com cobras de areia. Deixar um espaço aberto entre as lonas para a aplicação das pastilhas e em seguida fechá-las com fita adesiva ou “velcro”, se as lonas tiverem este dispositivo nas

laterais. Vedar com lonas e fitas adesivas as entradas de aeração, válvulas de descarga e demais locais onde possa ocorrer vazamento do gás fosfina. Para os grãos de soja destinados à exportação devem ser aplicados nos porões dos navios da seguinte forma: 1. Deve-se utilizar pedaços de tiras de lençol plástico de boa espessura e fita adesiva, assegurando-se da perfeita vedação dos porões e da impossibilidade de vazamento para áreas limítrofes com presença da tripulação, procurando fechar bem todo ponto, onde o gás fosfina possa escapar, como por exemplo, escotilhas de acesso, orifício de exaustores do teto, etc. 2. Anteriormente, deve-se estender os sachets em tiras nas superfícies dos grãos de soja e enterrá-los entre 20 e 30 cm de profundidade. Observação: O expurgo para fins de exportação de soja em grãos deve ser realizado por empresa credenciada no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O Engenheiro Agrônomo poderá alterar as condições de aplicação, por exemplo em locais com circulação de ar forçado. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: As instruções de aplicação devem ser seguidas para que se obtenha a ação total do gás fosfina em função do tempo de exposição, necessário para o controle eficaz dos insetos. Obs.: As temperaturas indicadas se referem às temperaturas do interior das câmaras de fumigação e dos produtos armazenados nos silos, armazéns graneleiros e porões de navios. Em casos excepcionais, o tempo de exposição poderá ser aumentado, porém, nunca reduzido, seja qual for a razão, sob pena de ineficácia da operação de fumigação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CULTURADIAS
Arroz4
Aveia4
Café4
Cevada4
Farelo de Soja4
Farinha de Trigo4
CULTURADIAS
Feijão4
FumoUNA
Milho4
Soja3
Trigo4

Trigo U.N.A = Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

A reentrada de pessoas ou a reocupação de áreas fumigadas somente pode ser efetuada após o período de aeração indicado e, quando a concentração de Fosfina (PH3) estiver abaixo do limite mínimo de 0,23 ppm, medido por meio de um detector de gás Fosfina. A reentrada deve ser realizada exclusivamente por trabalhadores habilitados e protegidos da mesma forma que para as operações anteriores (veja DISTRIBUIÇÃO DE PASTILHAS). São necessários, no mínimo, um operador e um assistente para socorro. Faça a aeração do local durante o intervalo de segurança de reentrada de 4 dias. Use exaustores para facilitar a aeração do local. O retorno dos outros trabalhadores só poderá ser permitido após o fim do processo de aeração.

LIMITAÇÕES DE USO

- O produto quando utilizado nas doses recomendadas não apresenta fitotoxicidade nem afeta o poder germinativo das sementes. - Somente iniciar a fumigação após certificar-se que a área está completamente livre de pessoas não autorizadas e de animais. - Não realizar a fumigação em temperaturas inferiores a 15ºC. Sempre considerar a temperatura sob a lona de fumigação, pois esta pode diferir da temperatura externa. - O produto é inflamável espontaneamente no ar à concentração acima de 26 g/m³. - As exposições ao gás fosfina não devem exceder a 0,23 ppm para jornadas de trabalho de até 48 horas semanais. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode torna-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida RUBEPHOS33 pertence ao grupo 24A (inibidores do Complexo IV da cadeia de transporte de elétrons na mitocôndria – Inorgânicos) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo podem aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do RUBEPHOS33 como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter à evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 24A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar RUBEPHOS33 ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de RUBEPHOS33 podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da pragaalvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do RUBEPHOS33, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico Inorgânico não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do RUBEPHOS33 ou outros produtos do Grupo 24A quando for necessário. • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais susceptíveis das pragas a serem controladas. • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc, sempre que disponível e apropriado. • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.

• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide “Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente”

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: Vide “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana” INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS Vide “Modo de Aplicação”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide “Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente” INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide “Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente”

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • Não faça fumigação com o produto a menos de 150 metros das residências. • Proteja a instalação elétrica do local de fumigação: a fosfina reage fortemente com o cobre dos fios elétricos. • O odor característico de alho ou de peixe não é percebido por todas as pessoas e não garante a ausência de gases tóxicos no ar. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Garanta sistemas de emergência e primeiros socorros adequados. • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados. • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, touca árabe e luvas. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas não habilitadas para o manuseio do produto.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO

• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara Full Face com filtro combinado contra vapores orgânicos e gases ácidos; touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara Full Face com

filtro combinado contra vapores orgânicos e gases ácidos; touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, botas, macacão, luvas e máscara. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. • Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável. • Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. • Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. Fatal se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele PERIGO Provoca lesões oculares graves Fatal se inalado

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. INGESTÃO: ATENÇÃO! FATAL SE INGERIDO: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. OLHOS: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. PELE: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. INALAÇÃO: ATENÇÃO! FATAL SE INALADO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado, e verifique se respira livremente. Se a vítima parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial, utilizando “ambu” e providencie assistência médica de urgência. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável. INTOXICAÇÕES POR RUBEPHOS33

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoFosfeto de Alumínio............................................inorgânico
ClasseCategoria 1 - Produto Extremamente Tóxico
toxicológica
Vias deDérmica, inalatória, oral e ocular. As principais vias de exposição são a respiratória e a oral.
exposição
ToxicocinéticaAo entrar em contato com a umidade, o fosfeto de alumínio se decompõe em hidróxido de alumínio e fosfina, que é o componente toxicologicamente ativo. A fosfina é rapidamente absorvida pelo trato gastrointestinal e pelos pulmões, sendo ampla e uniformemente distribuída (níveis temporariamente mais altos foram detectados no fígado e no bulbo raquidiano), não apresentando potencial para acumulação. A fosfina é excretada inalterada através do ar expirado ou, após oxidação metabólica, pela urina em forma de hipofosfito ou fosfito.
ToxicodinâmicaO modo de ação tóxico da fosfina, além de ação corrosiva, inclui a falha da respiração celular devido à inibição da enzima citocromo C oxidase (complexo IV) durante o transporte de elétrons da cadeira respiratória, com formação de radicais hidroxila altamente reativos que podem causar peroxidação lipídica, e consequentemente, lesão celular. Há aumento da atividade da enzima superóxido dismutase, bem como diminuição nos níveis de catalase e glutationa em pacientes com intoxicação por fosfeto de alumínio, o que também pode explicar a lesão celular, uma vez que são enzimas antioxidantes que agem na tentativa de neutralizar a ação de espécies reativas do oxigênio.
Sintomas e Sinais ClínicosFosfina: Sintomas principais normalmente envolvem inquietação e fadiga, distúrbios da fala, da visão e na marcha, náusea, dor abdominal, vômitos e diarreia, dor de cabeça, sede e calafrios. Os sintomas respiratórios incluem dispneia, aperto no peito e edema pulmonar diferido. Estes podem ser seguidos por convulsões e coma. A morte pode ocorrer por insuficiência cardíaca no prazo de quatro dias, podendo ainda levar de uma a duas semanas. As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de fosfeto de alumínio, Rubephos33: Exposição oral: No estudo agudo de toxicidade oral em ratos, todos os animais tratados com a maior dose (50 mg/kg p.c.) apresentaram prostração, dispneia, ataxia, decúbito e vieram a óbito. Os animais que receberam a menor dose (5 mg/kg p.c.) não apresentaram sinais clínicos de toxicidade, entretanto um animal morreu 24 horas após a administração da substância. Exposição inalatória: Fosfeto de alumínio é considerado muito tóxico pela via inalatória. Exposição cutânea: Todas as ratas fêmeas testadas no estudo de toxicidade cutânea apresentaram feridas na pele, porém com recuperação total ao sinal do período de observação de 14 dias. O produto não foi considerado irritante, tampouco sensibilizante cutâneo. Exposição ocular: No único coelho testado no estudo de irritação ocular observou-se irite, hiperemia, quemose e opacidade da córnea. O animal apresentou ainda exsudato e necrose da conjuntiva, lesões oculares consideradas irreversíveis. Exposição crônica: considerado não-mutagênico, teratogênico ou carcinogênico para seres humanos. À luz dos conhecimentos atuais, não é considerado desregulador endócrino e não interfere com a reprodução. Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
DiagnósticoO diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. A respiração do paciente pode ter odor de fosfina (odor semelhante ao de peixe ou alho) e pode ocorrer tosse com expectoração esverdeada. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
TratamentoTratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorespiratória, hipotensão e arritimias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente. Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os efeitos locais. Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff. ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição. Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, removendo primeiramente o produto com um pano seco e depois com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento. Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico. Antídoto: Não há antídoto específico. Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. Deve-se atentar que o vômito contendo fosfeto de alumínio pode exalar gás, o que pode levar a uma contaminação secundária em áreas fechadas, tais como ambulâncias. Caso ele ocorra deve-se estar preparado para limpá-lo e isolá-lo em sacolas plásticas ou em outros recipientes apropriados.
Efeitos dasNão foram relatados efeitos de interações químicas para fosfeto de alumínio em humanos.
interações
químicas
ATENÇÃOLigue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (041) 99244-2569

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Vide quadro acima, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS

DL50 via oral em ratos: 5 - 50 mg/kg p.c. DL50 via dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos (4 horas): 0,048 mg/L de ar (fosfina – EFSA, 2008). Irritação dérmica em coelhos: Não foram observados edema ou eritema, tampouco sinais de toxicidade sistêmica. O produto foi considerado “Não irritante” sob as condições de teste. Irritação ocular em coelhos: O único animal tratado apresentou irite, hiperemia, edema, opacidade de córnea, exsudato e necrose da conjuntiva. O produto foi considerado como “Irritante severo/Corrosivo” sob as condições de teste. Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vivo com células da medula óssea de camundongos. Não foram relatados potenciais genotóxicos em níveis reais de exposição (fosfina – EFSA, 2008).

EFEITOS CRÔNICOS

Os efeitos genotóxicos do fosfeto de alumínio e da fosfina foram avaliados em uma série de ensaios in vitro e in vivo e os resultados foram consistentemente negativos, portanto fosfeto de alumínio não apresenta potencial genotóxico. A carcinogenicidade do fosfeto de alumínio foi investigada por estudo de dois anos em ratos expostos à fosfina por via inalatória. Como não foram observados efeitos adversos nos níveis de doses testados, o NOAEL estabelecido foi de 1,1 mg/kg p.c./dia. A toxicidade sobre o desenvolvimento foi investigada em estudo no qual a fosfina foi administrada, por inalação (corpo inteiro), a ratas em período gestacional e a substância não foi considerada maternalmente tóxica, embriotóxica,

fetotóxica ou teratogênica. No entanto, na dose de 7,5 ppm, 14 fêmeas morreram, de 3 a 10 dias após a exposição, durante os 8º e 15º dias de gestação (NOAEL materno e de desenvolvimento = 1,9 mg/kg p.c./dia). Nenhum efeito indicativo de toxicidade sobre o desenvolvimento foi observado neste estudo.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). X Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (peixes, algas, microcrustáceos). - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas. - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - Os equipamentos e terminais elétricos devem ser protegidos, pois a Fosfina é corrosiva ao cobre e à maioria dos metais. - A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - O produto pode se inflamar espontaneamente quando atingir a concentração de 26 g/m³. Em contato com o calor e umidade o produto libera vapores inflamáveis, que podem elevar a temperatura no local e causar autoignição. - Em contato com o fogo pode haver ruptura das embalagens lacradas e o produto reagir com a umidade atmosférica produzindo o fosfeto de hidrogênio ou fosfina.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • Não estocar sob condições úmidas ou que possam adquirir umidade. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CD SAFETY COMERCIO E IMPORTAÇÃO LTDA. - telefone de Emergência: 041-3422-7455. • Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão com mangas compridas passando por cima das luvas e as pernas das calças por cima das botas e proteção para a cabeça, luvas de PVC/Nitrila, botas de borracha, óculos protetor (para máscara semi-facial) e/ou máscara Full Face de proteção respiratória com filtro combinado contra gases ácidos e vapores orgânicos próprio para o gás Fosfina). NUNCA INALE O GÁS. • Impeça que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d’água. • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado.

Corpos d'agua: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido. Materiais de Combate a incêndio: Areia seca, pá, extintor de pó químico, extintor de CO2. • Em caso de incêndio, isole a área e despeje areia seca sobre o fogo, use extintores DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação e se possível efetuar a ventilação do local. NUNCA COMBATER O FOGO COM ÁGUA. • Equipamentos de Proteção Coletiva: Fita e cones zebrados e placas de aviso.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGENS PRIMÁRIAS EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA (Estas embalagens após o consumo de seu conteúdo tornam-se inertes, porém impróprios para a reutilização doméstica)

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Mantenha as embalagens destampadas e armazenadas em separado das demais embalagens vazias ou que contenham produto por, pelo menos, 10 dias, tempo suficiente para que o gás fosfina residual se desprenda e disperse. A garantia da inexistência de gás fosfina é feita através da medição da concentração com equipamento próprio de medição. - O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - Use luvas no manuseio dessa embalagem. - Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Devem ser transportadas com as tampas e em caixa coletiva, quando existente, ou nas caixas de papelão (embalagens secundárias) originais. Sempre observe o prazo de segurança para total desprendimento do gás fosfina. A verificação deve ser feita através da medição da concentração com equipamento próprio de medição de fosfina. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA Mantenha as embalagens destampadas e armazenadas em separado das demais embalagens vazias ou que contenham produto por, pelo menos, 10 dias, tempo suficiente para que o gás fosfina residual se desprenda e disperse. A garantia da inexistência de gás fosfina é feita através da medição da concentração com equipamento próprio de medição. - O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - Use luvas no manuseio desta embalagem. - Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA • No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com o piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas com as tampas. Sempre observe o prazo de segurança para total desprendimento do gás fosfina. A verificação deve ser feita através da medição da concentração com equipamento próprio de medição de fosfina.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: - Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. - A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. PROCEDIMENTOS PARA DESATIVAÇÃO DO PRODUTO RESIDUAL RESULTANTE DO PROCESSO DE FUMIGAÇÃO: A desativação do produto pode ser feita seguindo-se dois tipos de procedimento: Durante o processo de desativação utilize os mesmos EPI’s indicados para a aplicação do produto. Todo o processo deve ser realizado em local coberto, seco e ventilado, longe de pessoas e animais e devidamente sinalizado. 1. DESATIVAÇÃO POR VIA SECA: I. Produto Vazado: Em local ventilado, estenda uma lona própria para fumigação em uma superfície horizontal; recolha o produto vazado, seja na forma de pastilhas ou comprimidos e espalhe-os sobre a lona própria de

expurgo, evitando amontoamentos para facilitar o desprendimento e dispersão do gás Fosfina. Retire todo o produto restante, pastilhas e/ou comprimidos de Fosfeto de Alumínio e/ou Hidróxido de Alumínio, das embalagens rompidas e deposite-o sobre a mesma lona evitando amontoamentos e mantendo a camada de Hidróxido de Alumínio o mais fina possível. Certifique-se que as embalagens rompidas foram totalmente esgotadas e armazene-as em recipiente adequado conforme recomendações de armazenamento de embalagens vazias. II. Produto utilizado (resíduo): Recolha o eventual pó de Hidróxido de Alumínio resultante da geração do gás Fosfina e espalhe-o sobre a lona própria para expurgo, em uma fina camada, para facilitar o desprendimento e dispersão do gás Fosfina. III. Nessa circunstância o isolamento de todo esse material deve ser mantido por pelo menos 10 dias para a desativação completa antes de sua devolução como produto impróprio para utilização ou em desuso. IV. Armazene o produto desativado em local adequado à segurança de produtos perigosos até que seja removido para o descarte final nos locais de recebimento indicados na Nota Fiscal. O material desativado e seco deve ser acondicionado em barricas de papelão homologadas de 50 L, com selo do INMETRO impresso na embalagem. As barricas devem conter um “liner”, filme plástico envolvendo internamente a barrica. As barricas devem estar sobre paletes, revestidas com plástico e cobertas por lona para evitar umidade. Antes do envio, medir a emissão de gás fosfina, que deve ser igual a zero. 2. DESATIVAÇÃO POR VIA ÚMIDA: I. A desativação deve ser realizada em local ventilado, seco, coberto, distante de residências e de acesso restrito a pessoas e animais domésticos, bem como devidamente sinalizado. II. Encher com água um tambor ou qualquer recipiente apropriado até 2/3 de sua capacidade. Cada 4 litros de água são suficientes para a desativação de 1 kg de Hidróxido de Alumínio. III. Após o processo de fumigação, utilizando os mesmos EPI’s indicados para a aplicação do produto, recolha o pó residual, ensaque em saco de algodão e os coloque no interior do tambor, tomando o cuidado para que o saco fique submerso por um período de 40 horas. Para isso, mergulhe os sacos com o

pó na água, dentro de engradados vazados de plástico ou de arame, invertidos, de forma que seja possível colocar um peso sobre eles, de modo a mantê-los totalmente submersos durante todo o período de desativação. Esse cuidado evitará riscos de ignição, pois o pó residual não ficará sobrenadando na água do tambor. IV. Nunca feche o tambor onde está sendo feita a desativação. V. Após o período recomendado acima, recolha os sacos, remova o pó residual e o espalhe sobre uma lona plástica, evitando a formação de grossas camadas, facilitando o desprendimento e dispersão do gás Fosfina, não reagida. Depois de constatado que o pó residual está completamente seco, recolha e o coloque em embalagens homologadas e regulamentadas pela Lei pertinente ao Transporte de Produtos Perigosos. O material desativado e seco deve ser acondicionado em barricas de papelão homologadas de 50 L com selo do INMETRO impresso na embalagem. As barricas devem conter um “liner”, filme plástico envolvendo internamente a barrica. As barricas devem estar sobre paletes, revestidas com plástico e cobertas por lona para evitar umidade. VI. Armazene o produto desativado em local adequado à segurança de produtos perigosos até que seja removido para o descarte final nos locais de recebimento indicados em Nota Fiscal. VII. Antes do envio, medir a emissão de gás fosfina, que deve ser igual a zero. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPIO De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Rubephos33 registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 33523 · documento de 18/11/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Rubephos33?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Rubephos33 e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Rubephos33 é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 33523, documento de 18/11/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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