V2024 04 10 BULA ROYALTAC EC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 02802
COMPOSIÇÃO
Decan-1-ol (DECANOL) ........................................................................................685 g/L (79% m/m) Outros ingredientes .............................................................................................182 g/L (21% m/m) CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Regulador de Crescimento (anti-brotante) de ação de contato GRUPO QUÍMICO: Álcool alifático TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO(*): UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Avenida Maeda, s/n, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000 CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600 Cadastro no Estado (CDA/SP) Nº 1050 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: N-DECANOL TÉCNICO ALS– Registro MAPA nº 07200 SASOL CHEMICALS (USA) LLC 2201 Old Spanish Trail, Westlake, LA, 70669 - EUA BP AMOCO CHEMICALS Illinois - Estados Unidos FORMULADOR: LANXESS INDÚSTRIA DE POLIURETANOS E LUBRIFICANTES LTDA. Avenida Brasil, 5333 - Distrito Industrial - Rio Claro/SP - CEP: 13505-600 CNPJ: 68.392.844/0001-69 Cadastro no Estado (CDA/SP) n° 235 MAKHTESHIM AGAN OF NORTH AMERICA, INC. Tifton, Geórgia – Estados Unidos MICRO CHEMICAL COMPANY, INC Winnnsboro, Louisiana – Estados Unidos
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de Junho de 2010) Produto irritante aos olhos Página 2 de 10
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL - II - MUITO PERIGOSO AO MEIO
AMBIENTE Cor da faixa: Azul intenso Página 3 de 10
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
ROYALTAC EC é um regulador de crescimento, com ação anti-brotante de contato para uso na cultura do fumo.
| Cultura | Dose | Época de Aplicação | N° Máximo de Aplicação | Intervalo entre as aplicações | Volume de calda Terrestre |
|---|---|---|---|---|---|
| Fumo | 10 – 14 L/ha 30 – 35 mL de calda por planta (aplicação costal) | Dentro de 2 dias após a capação do fumo | 2 | 5 – 7 dias | 500 L/ha |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As plantas de fumo devem ser capadas entre o estádio final de botão e o estádio inicial de floração. Todos os brotos que tiverem mais do que 3 - 4 cm devem ser removidos. ROYALTAC EC deve ser aplicado dentro de 2 dias após a capação. Tratando-se de um produto que atua exclusivamente por contato, todas as plantas que tenham caído, devem ser endireitadas para facilitar o contato da calda com todos os brotos. DOSE: 10-14 litros de ROYALTAC EC em 500 litros de água/ha. A quantidade de ROYALTAC EC a ser usada depende do estágio das plantas e do número de plantas por hectare (stand). Quando se empregam pulverizadores costais, usar de 30-35 ml de calda por planta. FREQUÊNCIA DE APLICAÇÃO: Normalmente uma aplicação é suficiente para controlar os brotos primários e secundários. Caso apareça uma brotação secundária, efetuar uma segunda aplicação entre 5 e 7 dias após a primeira. PREPARO DE CALDA E MODO DE APLICAÇÃO: Misturar bem a quantidade de ROYALTAC EC a ser utilizada, em um volume de água 3 vezes maior. Colocar esta calda concentrada no tanque pulverizador que já deverá estar com o volume de água desejado. Adicionar sempre ROYALTAC EC à água e nunca adicionar água ao ROYALTAC EC. Pulverizar somente a parte superior das folhas. Para tanto, deve-se dirigir o jato de pulverização para baixo, mantendo-se os bicos a uma distância de 15 a 20 cm do topo da planta. Usar pressões baixas para evitar que as folhas virem com a pressão do jato de pulverização. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO Utilizar pulverizadores costais manuais ou tratorizados com barra de pulverização. Utilizar bicos do tipo cone vazio. INTERVALO DE REENTRADA: 7 dias após a aplicação. INTERVALO DE SEGURANÇA: Suspender a aplicação 7 dias antes da colheita.
LIMITAÇÕES DE USO
• Não efetuar aplicações sob o sol forte e sob temperaturas superiores a 35oC. As aplicações feitas sob estas condições, poderão causar danos às folhas, principalmente às mais novas, cujos sintomas são uma leve descoloração. • Não aplicar sob condições de vento forte, pois a calda de pulverização não deverá atingir a face inferior das folhas. • ROYALTAC EC não deve ser aplicado sob condições de chuva e tão pouco quando as folhas estiverem molhadas. Quando uma aplicação tiver sido efetuada até uma hora antes da chuva e o produto sobre as folhas já tiver secado, não há necessidade de se efetuar uma nova aplicação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA Página 4 de 10
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂCIA SANITÁRIA – ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS, NO QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Uso exclusivamente agrícola. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. • Não utilize equipamentos com vazamento. • Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não distribua o produto com as mãos desprotegidas. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
• Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. • Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. • Use luva impermeável. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. • Para abertura de embalagens, manipulação de embalagens cheias em uso, preparo e manuseio da calda, limpeza e manutenção de equipamentos de aplicação contaminados e descarte de embalagens vazias contaminadas, use macacão com mangas compridas, chapéu ou capuz, óculos protetor ou viseira facial, luvas, botas e avental impermeáveis e máscara cobrindo o nariz e a boca. • Não fume, não coma e não beba durante o manuseio com o produto.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
• Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. • Não aplique o produto na presença de ventos e nem nas horas mais quentes do dia. • A pulverização do produto produz neblina. Use máscara cobrindo o nariz e a boca. • Use macacão com mangas compridas, chapéu ou capuz, óculos protetor ou viseira facial, luvas, botas e avental impermeáveis e máscara cobrindo o nariz e a boca. • Não fume, não coma e não beba durante a aplicação do produto. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: • Não reutilize a embalagem vazia. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, fora do alcance de crianças e animais. • Tome banho, troque e lave as roupas de proteção separado das roupas domésticas. • Evite ao máximo o contato com a área na qual já foi aplicado o produto, pois há risco de contaminação. Aguarde o término do intervalo de reentrada na área. Página 5 de 10
• Caso necessite entrar na área na qual foi aplicado o produto, use todos os EPIs destacados no item “Precauções durante a aplicação”. • Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção individual após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos mesmos, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
PRIMEIROS SOCORROS
• Ingestão: Em caso de ingestão, não provoque vômito, beba água e procure imediatamente um médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Não dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. • Olhos: Em caso de contato com os olhos, lave-os com água em abundância e procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. • Pele: Em caso de contato com a pele, lave-a com água e sabão em abundância e procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. • Inalação: Em caso de inalação, procure lugar arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômica do produto.
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO
O n-decanol é um álcool graxo alifático de ocorrência natural, cujo ciclo começa na base da cadeia alimentar. Anelídeos, crustáceos e simples organismos celulares, todos assimilam álcool e ácido graxo e são importantes no tocante do fluxo de lipídios na cadeia alimentar. Estudos realizados com peixes relataram que o álcool graxo é convertido, via oxidação ao ácido graxo. Algumas espécies tem a capacidade de converter cadeias curtas de ácidos, em cadeias maiores de ácidos poliinsaturados, sugerindo uma rápida assimilação do álcool graxo e excreção via fezes.
EFEITOS AGUDOS
ROYALTAC EC, quando testado em coelhos, se mostrou irritante para os olhos e moderadamente irritante para pele. DL50 oral (ratos): > 5.000 mg/Kg DL50 dérmica (coelhos): > 6.000 mg/Kg
EFEITOS CRÔNICOS
Por ser um álcool graxo de ocorrência natural, não há relatos de efeitos teratogênicos ou carcinogênicos com o n-decanol, como consequência de sua presença. O produto não é mutagênico e não apresenta potencial de bioacumulação. EFEITOS COLATERAIS: Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais. ANTÍDOTO: não específico. Tratamento sintomático em função do quadro clínico. TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT - ANVISA/MS Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Telefone de Emergência da empresa: 0800-701-0450 e (19) 3794-5465 INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) X MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos). Página 6 de 10
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Página 7 de 10
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
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• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis Página 9 de 10
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