ROUNDUP XTEND® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob o nº 33125
COMPOSIÇÃO
Sal de monoetanolamina de Dicamba (DICAMBA)...................................................204,2 g/L (20,42% m/v) Equivalente ácido de 3,6-dicloro-2-metoxibenzoico (DICAMBA)..............................160,0 g/L (16,00% m/v) Sal de monoetanolamina de glifosato (GLIFOSATO)............................................... 435,6 g/L (43,36% m/v) Equivalente ácido de N-fosfonometil glicina (GLIFOSATO)......................................320,0 g/L (32,00% m/v) Outros Ingredientes............ ......................................................................................680,6 g/L (68,06% m/v)
| GRUPO | HERBICIDA | |||
|---|---|---|---|---|
| O | ||||
| GRUPO | HERBICIDA | |||
| G |
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO. CLASSES: Dicamba: Herbicida hormonal e seletivo condicional de ação sistêmica, pós-emergente, do grupo químico do ácido benzoico. Glifosato: Herbicida seletivo condicional, de ação sistêmica, do grupo químico glicina substituída. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO: MONSANTO DO BRASIL LTDA. Rua Domingos Jorge, 1.100 - CEP: 04779-900 - São Paulo/SP CNPJ 64.858.525/0001-45 - Registro Estadual nº 426 - CDA/SP FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: DICAMBA: DICAMBA TÉCNICO MONSANTO I (Registro MAPA - sob Nº TC07020) Gharda Chemicals Limited - D-1/2, M.I.D.C. Lote Parshuram, Taluka Khed – 415722 - Dist. Ratnagiri – Maharashtra - Índia DICAMBA TÉCNICO MONSANTO II (Registro MAPA - sob Nº TC06325) Bayer CropScience LP - Luling Plant - 12.501 River Road - PO Box 174 - Luling - Louisiana - 70.070 – USA DICAMBA TÉCNICO SYN (Registro MAPA - sob Nº TC10122) Youjia Crop Protection Co. Ltd - Fifth TongHai Road - Rudong Coastal Economic Development Zone – Nantong – Jiangsu – 226407 - China DICAMBA TÉCNICO SA (Registro MAPA - sob N° TC08722) Youjia Crop Protection Co. Ltd. - Fifth TongHai Road, Rudong Coastal - Economic Development Zone, Nantong, 226407, Jiangsu - China. GLIFOSATO: GLIFOSATE TÉCNICO MONSANTO (registro MAPA - sob Nº 01998) MONSANTO DO BRASIL LTDA. Av. Carlos Marcondes, 1200, km 159,5 - Limoeiro - CEP 12241-421 São José dos Campos - SP - Tel.: 0800-011-5560 - CNPJ: 64.858.525/0002-26 Registro Estadual nº 525 - CDA/SP AGRO BAYER S.R.L. Zarate Plant – Ruta Provincial 6, km 83,1 - Zarate - 2800 - Argentina. BAYER CROPSCIENCE LP
Luling Plant - 12.501 - River Road - Luling - Louisiana - 70.070 - E.U.A. BAYER CROPSCIENCE LP Muscatine Plant - 2.500 - Wiggins Road - Muscatine - Iowa - 52.761 - E.U.A. BAYER AGRICULTURE BV Antwerp Plant - Haven 627, Scheldelaan 460 - Antuérpia (Lillo) - 2040 - Bélgica FORMULADORES: MONSANTO DO BRASIL LTDA. Av. Carlos Marcondes, 1200, km 159,5 - Limoeiro - CEP 12241-421, São José dos Campos - SP - Tel.: 0800940-6000 - CNPJ: 64.858.525/0002-26, Registro Estadual nº 525 - CDA/SP. AGRO BAYER S.R.L. Zarate Plant – Ruta Provincial 6, km 83,1 - Zarate - 2800 - Argentina. BAYER CROPSCIENCE LP Muscatine Plant - 2.500 - Wiggins Road - Muscatine - Iowa - 52.761 - E.U.A. BAYER S.A. Bayer S.A. Estrada da Boa Esperança, 650 - Bairro Bom Pastor - CEP 26110-120, Belford Roxo/RJ - CNPJ: 18.459.628/0033-00 - N° do cadastro no INEA - LO nº IN023132. BAYER S.A. Camino de la Costa Brava S/N, 2800, Zarate – Argentina OURO FINO QUÍMICA LTDA. Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 - Distrito Industrial III, CEP 38044-450 - Uberaba/MG - CNPJ 09.100.671/0001-07, Registro do Estabelecimento no IMA/MG n° 701-4896/2012. TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Av. Roberto Simonsem, 1459 Recanto dos Pássaros - CEP 13140-000 - Paulínia/SP, CNPJ 03.855.423/000181 - Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP n° 477. UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Avenida Maeda s/n., térreo, Prédio Comercial, Distrito Industrial, CEP: 14500-000 – Ituverava/SP - CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Registro Estadual no 1049 CDA/SP. IMPORTADORES: MONSANTO DO BRASIL LTDA. Rua Domingos Jorge, 1.100 - CEP: 04779-900 - São Paulo/SP CNPJ 64.858.525/0001-45 - Registro Estadual nº 426 - CDA/SP MONSANTO DO BRASIL LTDA. Av. Carlos Marcondes, 1200, km 159,5 - Limoeiro - CEP 12241-421 São José dos Campos - SP - Tel.: 0800-011-5560 - CNPJ: 64.858.525/0002-26 ® Marca registrada Bayer CropScience LP / USA
| N° do Lote ou Partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
Data de Vencimento: ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4° do Decreto N° 7.212, de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – PRODUTO MUITO PERIGOSO
AO MEIO AMBIENTE – CLASSE II
INSTRUÇÕES DE USO
ROUNDUP XTEND® é recomendado para aplicação em pós-emergência das plantas daninhas em área total, nas seguintes situações: Em pré-plantio dos cultivos convencionais de algodão, milho e soja, deve-se respeitar os intervalos de segurança entre a aplicação e o plantio específicos para cada cultura. Algodão: 15 a 20 dias entre a aplicação e o plantio do algodão não tolerante aos herbicidas dicamba e glifosato, dependendo da dose utilizada. Milho: 15 dias entre a aplicação e o plantio do milho não tolerante aos herbicidas dicamba e glifosato. Soja: 60 dias entre a aplicação e o plantio da soja não tolerante aos herbicidas dicamba e glifosato. Em pré-plantio das culturas de algodão geneticamente modificado, milho geneticamente modificado e soja geneticamente modificada tolerantes aos herbicidas dicamba e glifosato, não há restrições quanto ao intervalo de segurança entre a aplicação e o plantio. O uso do ROUNDUP XTEND® em desacordo com quaisquer das orientações contidas nesta bula pode ocasionar injúria em culturas não-alvo da aplicação do herbicida. Produto comercial: Cada litro (L) do ROUNDUP XTEND corresponde a 160 g/L equivalente ácido de dicamba e 320 g/L do equivalente ácido de glifosato. Quadro 1
| Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | Dose | N° máximo de aplicações | Equipamento | Intervalo de segurança (dias) | |||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Produto | de | ||||||||
| Cultura | Nome Comum | Nome Científico | Comercial | Aplicação e | |||||
| (L/ha) | Volume de | ||||||||
| calda (L/ha) | |||||||||
| ALGODÃO ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO MILHO MILHO | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2,0 - 3,0 | 1 (uma) aplicação | Equipamento de Aplicação: Terrestre Volume de calda: 100 - 150 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. | |||
| Picão-branco | Galinsoga parviflora | 3,0 | |||||||
| Beldroega | Portulaca oleraca | ||||||||
| Capim- braquiária | Urochloa decumbens | ||||||||
| Caruru-da- mancha | Amaranthus viridis | 3,0 - 4,0 | |||||||
| Caruru-palmeri | Amaranthus palmeri |
| GENETICAMENTE MODIFICADO SOJA SOJA GENETICAMENTE MODIFICADO | Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Capim-colchão | Digitaria ciliaris | |||||
| Leiteiro | Euphorbia heterophylla* | |||||
| Fedegoso | Senna obtusifolia | |||||
| Corda-de-viola | Ipomoea triloba | |||||
| Buva | Conyza bonariensis | |||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas), em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo. Deve-se adicionar à calda de pulverização produtos que visam a redução da deriva. Antes de adquirir e utilizar esses produtos consultar um representante técnico da Monsanto do Brasil Ltda. As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até 10,0 cm) fisiologicamente ativas. Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada. Para uso em pré-emergência da cultura do algodão, recomenda-se aplicação única, respeitando o intervalo de segurança mínimo de 15 dias para doses de até 3,0 L/ha e o intervalo de 20 dias para doses de 4,0 L/ha entre a aplicação e o plantio. Para uso em pré-emergência da cultura do milho, recomenda-se aplicação única, respeitando o intervalo de segurança mínimo de 15 dias entre a aplicação e o plantio. Para uso em pré-emergência da cultura da soja, recomenda-se aplicação única, respeitando o intervalo de segurança mínimo de 60 dias entre a aplicação e o plantio. Para as aplicações do algodão, milho e soja tolerantes aos herbicidas dicamba e glifosato, não há restrições quanto ao intervalo entre a aplicação em pré-plantio e os plantios destes cultivos. * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. |
Preparação da Calda: Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar a operação. Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) acionado, adicione a quantidade recomendada de ROUNDUP XTEND®. Antes de completar o volume do tanque com água, mantendo sempre o agitador ligado, acrescente o redutor de deriva. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Não adicione redutor de pH, ácido bórico ou produtos à base de sal de amônio. No caso de pulverizador tratorizado ligue o sistema de agitação do tanque e adicione a quantidade recomendada de produto. Ou, no caso de pulverizador costal, agite a água manualmente. Mantenha a calda sob constante agitação durante a pulverização. Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro, a aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
APLICAÇÃO TERRESTRE Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas. Seguir as recomendações e restrições gerais. Equipamento de Aplicação: Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado. Volume de Aplicação: Recomenda-se o volume de calda de 100 a 150 litros/ha. Seleção de Pontas de Aplicação: A seleção correta da ponta de aplicação é um dos parâmetros mais importantes para redução da deriva. Pontas que produzem gotas de diâmetro médio volumétrico (DMV) maior apresentam menor risco de deriva. Dentro deste critério, para melhor cobertura do alvo use pontas que forneçam gotas de categoria muito grossa a ultra grossa, conforme norma ASABE S572.1. Para minimizar o efeito de deriva, recomenda-se utilizar pontas com indução de ar como TTI ou ULD. Em caso de dúvida quanto a pressão de trabalho correta e o tamanho das gotas consultar a recomendação do fabricante da ponta (Bico). Altura de Barras de Aplicação: A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50,0 cm de altura do alvo a ser atingido. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido, a exposição das gotas é reduzida e serão menos impactadas pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento. Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo. Velocidade do Vento: A velocidade do vento para pulverização deve estar entre 05 e 10 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação, o que reduz o efeito de deriva do produto. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento. Um aplicador familiarizado com os padrões de ventos locais minimiza possíveis riscos da pulverização atingir áreas não alvo. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. Não aplicar o produto quando há culturas sensíveis presentes na direção do vento. Velocidade do Equipamento: Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno, equipamento e cultura, não devendo ser superior 25,0 km/h observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. Pressão de Trabalho: Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada da ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. A pressão de trabalho, dependendo da ponta, pode variar de 1,5 a 6,0 bar (22 a 87 PSI) e o tamanho das gotas deve estar na classe de muito grossa ou acima (Vide item Seleção de Pontas de Aplicação). Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, use pontas que permitam maior vazão em detrimento a pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegure que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso. Redutor de deriva: Visando garantir uma aplicação adequada do produto, utilizar um redutor de deriva. Antes de adquirir e utilizar os produtos disponíveis no mercado, consultar um representante técnico da Monsanto do Brasil Ltda. RECOMENDAÇÕES E RESTRIÇÕES GERAIS: Temperatura e Umidade: Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho de gota e aumentando o potencial de deriva. Evite pulverizar durante condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 55 %) e altas temperaturas (maiores que 30o C). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
Deriva: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e às condições climáticas (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. Especial atenção deve ser tomada em relação ao fenômeno conhecido por inversão térmica. Não proceda aplicação com inversão térmica. Período de Chuvas: A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto. Este intervalo de tempo é o mínimo necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. Sob risco de chuva, suspenda a aplicação. Limpeza de Tanque: Logo após o uso limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-los na aplicação de outros produtos. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações que seguem: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema durante 5 minutos e esgotá-la pela barra na pressão de trabalho. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Uma regra bastante efetiva é lavar com 15% da capacidade do tanque quando houver sistema interno de limpeza. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar 1% de uma solução para limpeza de tanque à base de amoníaco a 3% v/v, ligando o sistema de agitação e manter por no mínimo 15 minutos. Não utilizar hipoclorito de sódio, também conhecido como cloro ou água sanitária, como produto de limpeza. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros e capas e colocá-los em recipiente com água limpa e solução à base de amoníaco. Retirar todas as pontas e filtros e realizar a terceira lavagem com água limpa recirculando por 5 minutos e deixar esgotar pela barra. O responsável pela aplicação da calda herbicida deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização do produto evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Cultura | Dias |
|---|---|
| Algodão | N.D. |
| Milho | N.D. |
| Soja | N.D. |
N.D. – Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
O ROUNDUP XTEND® não deve ser aplicado em pulverização aérea. São exemplos de culturas sensíveis ao herbicida ROUNDUP XTEND®: Batata, café, cítricos, crucíferas, feijão, flores ornamentais, girassol, leguminosas, maçã, pepino, tabaco, tomate, uva, além de algodão, milho e soja não tolerantes aos herbicidas dicamba e glifosato. Deve-se adotar uma distância de no mínimo 50,0 metros entre a área de aplicação e estas culturas para evitar potenciais efeitos adversos em culturas sensíveis a esse herbicida. Deve-se observar condições de inversão térmica para prevenir potenciais riscos de deriva e volatilidade. Evite aplicar em condições de estresse hídrico das plantas daninhas, visto que a sua translocação nas plantas, nestas condições é reduzida. Recomenda-se que a calda seja preparada e aplicada no mesmo dia. Isso visa reduzir o acúmulo de resíduos e contaminação das partes do pulverizador (barra, pontas, filtros e mangueiras). Para maiores esclarecimentos consulte um representante técnico da Monsanto do Brasil Ltda.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. INFORMAÇÕES SOBRE DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS No quadro de recomendações, algumas plantas daninhas apresentam um (*), nestes casos deve-se considerar que esta planta daninha já possui biótipos relatados como resistentes ao glifosato no Brasil, (fonte: www.weedscience.com), portanto caso venham a ocorrer na área a ser aplicada com glifosato, podem não ser controladas. As doses indicadas deverão ser utilizadas no controle das plantas daninhas relacionadas apenas nos casos em que a resistência não foi determinada. Caso na região onde será aplicado o glifosato tenha relatos de resistência, uma prática recomendada que pode auxiliar na identificação de possível foco de plantas resistentes ao glifosato é a aplicação antecipada do produto. Após a aplicação observar se na área há alguma reboleira de planta infestante de uma mesma espécie, com controle abaixo do esperado em relação ao resultado geral da área. Se isso ocorrer e for descartada possível falha na aplicação, pode-se estar diante de uma suspeita de planta daninha resistente. Essas reboleiras poderão ser facilmente identificadas até 14 dias após a aplicação, quando ainda é possível a adoção de medidas complementares de controle antes do plantio, evitando-se que essas plantas se desenvolvam e produzam sementes, agravando o problema para o futuro. O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos O e G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
| GRUPO | HERBICIDA | |||
|---|---|---|---|---|
| O | ||||
| GRUPO | HERBICIDA | |||
| G |
O herbicida ROUNDUP XTEND® é composto por Dicamba que apresenta mecanismo de ação dos mimetizadores das auxinas, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas) e por Glifosato que apresenta mecanismo de ação dos inibidores de EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola. O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO
Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos químicos. Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, máscara com filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, óculos de segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos químicos. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, máscara e luvas. A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. Pode ser nocivo se inalado ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante por menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso use lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR ROUNDUP XTEND INFORMAÇÕES DE ORDEM MÉDICA As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os procedimentos descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).
| Grupo Químico | GLIFOSATO: Glicina substituída. DICAMBA: Ácido benzoico | |
|---|---|---|
| Classe Toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO | |
| Vias de Exposição | Oral, dérmica, inalatória e ocular. | |
| Toxicocinética | GLIFOSATO: Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14 - 29 % é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico. DICAMBA: Dicamba é rapidamente absorvido pela via oral e lentamente absorvido pela via dérmica. O isômero 3,5-dicloro-2-metoxibenzóico apresenta absorção e excreção mais lenta. Em um estudo para avaliar o coeficiente de permeabilidade dérmica realizado com ratos, as maiores concentrações sanguíneas de dicamba e do isômero foram encontradas em 1 e 9 horas, respectivamente. Dicamba foi distribuído em todos os tecidos examinados em ratos, incluindo fígado, rim, sangue, músculo e tecido adiposo. Em estudos realizados com ratos após administração intravenosa, em dose única, de uma formulação com dicamba e seu isômero, a eliminação sanguínea de dicamba foi rápida, com uma meia-vida de 0,64 horas, enquanto que a eliminação do isômero foi muito mais lenta, com uma meia-vida de 16,5 horas. Testes in vitro mostraram que o isômero apresenta uma maior afinidade para ligação à proteína plasmática (83,3% de ligação) que dicamba (33,8% de ligação). O metabolismo de dicamba em animais é limitado. Em mamíferos, demetilação e descarboxilação foram observados. Quando dicamba foi administrado pela via intravenosa ou oral em ratos, cerca de 90% da dose foi recuperada inalterada na urina e cerca de 20% na forma de conjugado com ácido glicurônico. O principal metabólito identificado foi 3,6-dicloro-2- hidroxibenzoico, e como metabólitos minoritários foram identificados 2,5- diclorofenol e conjugado glicuronídeo de 3,6- dicloro-2hidroxibenzoico. Em vacas lactantes, a via predominante de excreção foi a urinária e em menor proporção, a fecal; no leite, a concentração foi mínima. Quando dicamba foi administrado pela via inalatória ou intravenosa em ratos, mais de 90% da dose administrada foi excretada na urina dentro de 24 horas; quando administrado pela via oral, a taxa de excreção urinária alcançou 96% em aproximadamente 48 horas. | |
| Mecanismos de toxicidade | GLIFOSATO: Os mecanismos específicos de toxicidade do glifosato em humanos não são conhecidos. O glifosato tem ação irritante aos olhos e mucosas. DICAMBA: Ainda não foi identificado um modo de ação claro da toxicidade do dicamba em humanos. Os mecanismos precisos de toxicidade de herbicidas clorofenoxi não foram completamente elucidados, mas estudos experimentais indicam o possível envolvimento de três ações: (1) danos da membrana celular; (2) a interferência em vias metabólicas envolvendo acetil-coenzima A; (3) e desacoplamento de fosforilação oxidativa. |
| Sintomas e Sinais Clínicos | Produto Formulado Exposição oral: em estudo realizado em animais de experimentação (ratos) foram observadas ataxia, respiração irregular, volume fecal reduzido e fezes moles. Exposição inalatória: em estudo realizado em animais de experimentação (ratos) observou-se respiração anormal. Exposição dérmica: em estudo realizado em animais de experimentação (coelhos) observou-se edemas e eritemas, reversíveis em 7 dias. Exposição ocular: em estudo realizado em animais de experimentação (coelhos) observou-se vermelhidão e quemose reversíveis no sétimo dia. | |
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| Diagnóstico | Diagnóstico | GLIFOSATO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico, e do AMPA na urina. DICAMBA: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente. |
| Tratamento | NÃO EXISTE ANTÍDOTO ESPECÍFICO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação, deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico. Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho. Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na dose de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e de 1g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O2 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada. Se necessário, use ventilação mecânica com pressão positiva. Monitorar alterações na pressão sanguínea e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos em casos de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores. Manter o fluxo urinário para prevenir insuficiência renal. A acidose metabólica deve ser corrigida. Nos casos refratários, pode ser necessário hemodiálise. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol). Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Alertar o paciente para retornar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático. |
| Contraindicações | O vômito é contraindicado em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contraindicada em razão de aumento da superfície de contato. A utilização de morfina é contraindicada porque pode comprometer a pressão arterial e causar depressão cardiorrespiratória. | |
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| Efeitos sinérgicos | Não são conhecidos. | |
| ATENÇÃO | Ligue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS | |
| Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) | ||
| Telefone de Emergência Monsanto: 0800-701-0450 |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica
EFEITOS AGUDOS
DL50 Oral em ratos > 5000 mg/kg pc. DL50 Cutânea em ratos: > 5000 mg/kg pc. CL50 Inalatória em ratos: > 5,08. Corrosão/Irritação Cutânea em coelhos: o produto causou edemas e eritemas, reversíveis em 7 dias. Corrosão/Irritação Ocular em coelhos: o produto causou vermelhidão e quemose reversíveis no sétimo dia. Sensibilização cutânea em porquinhos da Índia: o produto não foi sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não foi mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS
GLIFOSATO: Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos na necrópsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. Estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dose testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenicidade com ratos e camundongos não evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal dos rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerada como efeito relacionado ao tratamento. DICAMBA: Em estudos sub-crônicos e crônicos em animais o órgão-alvo foi o fígado. Nenhum efeito foi observado em ratos alimentados com dicamba por 90 dias com doses até aproximadamente 500 mg/kg/dia. Com doses próximas de 1000 mg/kg/dia, foram observados menor ganho de peso corporal, e alterações no peso, cor e tamanho do fígado. Em estudos crônicos em ratos e camundongos expostos pela via oral, dicamba não apresentou potencial cancerígeno. Estudos in vitro e in vivo demonstraram que dicamba é não-genotóxico e não causa mutação de DNA. Quando testado em ratos ao longo de 2 gerações, Dicamba causou decréscimo no crescimento das crias e retardamento da maturidade sexual em machos, na presença de toxicidade materna, como decréscimo no ganho de peso e decréscimo no consumo de alimentos; nenhum efeito foi observado nos fetos nem na performance reprodutiva dos animais. Estudos de desenvolvimento mostraram que dicamba não apresentou potencial teratogênico mesmo em doses elevadas e na presença de toxicidade materna. Em estudos sub-crônicos (21 e 28 dias) pela via dérmica em coelhos, irritação dérmica dose-dependente foi observada no local de aplicação. Nenhuma toxicidade sistêmica foi observada. Não foram encontradas informações sobre a toxicidade crônica de dicamba em seres humanos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 -1 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); (Parte 1: Armazenamento em armazéns industriais, armazéns gerais ou centros de distribuição) demais casos, consultar a parte específica da norma (Parte 2: Armazenamento comercial em distribuidores e cooperativas; Parte 3: Armazenamento em propriedades rurais ou Parte 4: Armazenamento em laboratórios). Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MONSANTO DO BRASIL LTDA – através do Telefone de Emergência: 0800-011-5560. Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a naposição vertical durante 30 segundos. Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume. Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos. Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador. Faça esta operação três vezes. Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador. Acione o mecanismo para liberar o jato d’água. Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador. Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos. Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador. Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com a sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para esse tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.