ROMEO SC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária– MAPA sob nº 08520
COMPOSIÇÃO
Cerevisane (Parede celular de Saccharomyces cerevisiae) ................................... 100 g/L (10,00% m/v) Outros Ingredientes ................................................................................................ 937 g/L (93,70% m/v) CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): BIO SPRINGER DO BRASIL INDÚSTRIA DE ALIMENTOS S.A. Rua Francisco Juliatto, 2075 - Bairro das Pedras – São Paulo/SP CEP: 13276-970 CNPJ: 46.845.210/0001-81 Número de registro do estabelecimento CDA/SP nº 4212 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE/FORMULADOR: SBM Formulation C.S.621 – Z.I. AVENUE JEAN FOUCAULT -34535 BÉZIERS CEDEX – França FORMULADOR: IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUIMICAS Av. Liberdade, 1701 - Cajuru do Sul – Sorocaba/SP CEP: 18.087-170 CNPJ: 61.142.550/0001-30 Número de registro do estabelecimento CDA/SP nº 8 IMPORTADOR: IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS Av. Liberdade, 1701 - Cajuru do Sul – Sorocaba/SP CEP: 18.087-170 CNPJ: 61.142.550/0001-30 Número de registro do estabelecimento CDA/SP nº 8 MANIPULADOR: IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS Av. Liberdade, 1701 - Cajuru do Sul – Sorocaba/SP CEP: 18.087-170 CNPJ: 61.142.550/0001-30 Número de registro do estabelecimento CDA/SP nº 8
| Nº do Lote ou Partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e 273º do Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE IV – PRODUTO
POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: verde
INSTRUÇÕES DE USO: Culturas, alvos, doses, volume de calda, intervalo de aplicação e intervalo de segurança: O produto ROMEO SC é um ativador de planta/indutor de resistência e não tem ação direta contra o patógeno. Aplicado na parte aérea da planta, ele ativa os seus próprios mecanismos naturais de defesa aumentando sua resistência à doença. Devido ao seu modo de ação particular, o produto deve ser aplicado em pulverizações preventivas para o manejo de Ferrugem-asiática na cultura da soja.
| Cultura | Alvos controlados | Dose(s) | Época | Volume de calda (L/ha) | Número de Aplicações | Intervalo (dias) | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (Lp.c./ha) | Terrestre | Aérea | Apl | Seg | ||||
| Aveia | Ferrugem-da- folha (Puccinia triticina) | 0,75 a 1,0 | Realizar monitoramento e aplicar de forma preventiva. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias complementarmente ao manejo fitossanitário usual. | 150-200 | 30-50 | 3 | 14 | * |
| Centeio | Ferrugem-da- folha (Puccinia triticina) | 0,75 a 1,0 | Realizar monitoramento e aplicar de forma preventiva. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias complementarmente ao manejo fitossanitário usual. | 150-200 | 30-50 | 3 | 14 | * |
| Cevada | Ferrugem-da- folha (Puccinia triticina) | 0,75 a 1,0 | Realizar monitoramento e aplicar de forma preventiva. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias complementarmente ao manejo fitossanitário usual. | 150-200 | 30-50 | 3 | 14 | * |
| Milho | Ferrugem- polissora (Puccinia polysora) | 0,5 a 1,5 | Realizar monitoramento e aplicar de forma preventiva. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias complementarmente ao manejo fitossanitário usual. | 150-200 | 30-50 | 2 | 14 | * |
| Mancha-de- phaeosphaeria (Phaeosphaeria maydis) | 0,75 a 1,5 | |||||||
| Milheto | Ferrugem-do- milheto (Puccinia substriata var. penicillariae) | 0,5 a 1,5 | Realizar monitoramento e aplicar de forma preventiva. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com | 150-200 | 30-50 | 2 | 14 | * |
| intervalo de 14 dias complementarmente ao manejo fitossanitário usual. | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Sorgo | Ferrugem-do- sorgo (Puccinia purpurea) | 0,5 a 1,5 | Realizar monitoramento e aplicar de forma preventiva. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias complementarmente ao manejo fitossanitário usual. | 150-200 | 30-50 | 2 | 14 | * |
| Soja | Ferrugem- asiática (Phakopsora pachyrhizi) | 0,75 a 1,0 L/ha | Realizar monitoramento e aplicar de forma preventiva. ROMEO SC não substitui as aplicações estabelecidas para o manejo fitossanitário da cultura, portanto estas devem ser mantidas. | 200 | 30-50 | 4 | 14 | * |
| Mancha-alvo (Corynespora cassiicola) | Realizar monitoramento e aplicar de forma preventiva. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias complementarmente ao manejo fitossanitário usual. | 150-200 | 30-50 | 3 | ||||
| Oídio (Microsphaera diffusa) | ||||||||
| Mancha- púrpura (Cercospora kikuchii) | 0,75 a 1,0 | Realizar monitoramento e aplicar de forma preventiva. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias complementarmente ao manejo fitossanitário usual. | 150-200 | 30-50 | 4 | |||
| Antracnose (Colletotrichum truncatum) | ||||||||
| Mancha-parda (Septoria glycines) | ||||||||
| Trigo | Ferrugem-da- folha (Puccinia triticina) | 0,75 a 1,0 | Realizar monitoramento e aplicar de forma preventiva. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias complementarmente | 150-200 | 30-50 | 3 | 14 | * |
| ao manejo fitossanitário usual. | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Triticale | Ferrugem-da- folha (Puccinia triticina) | 0,75 a 1,0 | Realizar monitoramento e aplicar de forma preventiva. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias complementarmente ao manejo fitossanitário usual. | 150-200 | 30-50 | 3 | 14 | * |
p.c.: produto comercial * Não determinado devido à natureza deste ingrediente ativo. Modo de Aplicação: Aplicar ROMEO SC nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada. -Preparo da Calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva. - Aplicação terrestre: A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como: Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. - Aplicação aérea:
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. Volume de calda: 30 a 50 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. Lavagem do equipamento de aplicação: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação. Intervalo de Segurança: Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo. Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Culturas e Áreas Tratadas: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 2-4 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Limitações de uso: Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos: • Temperatura ambiente abaixo de 30ºC. • Umidade relativa do ar acima de 50%. • Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas e seguindo as instruções de aplicação, não causará danos à cultura indicada.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem utilizados: Vide modo de aplicação. Informações Sobre Manejo de Resistência: Não é aplicável a instrução de manejo de resistência, pois o produto ativa os diversos mecanismos de defesa da planta contra o patógeno.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima dos punhos das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto.; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região.; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.; • Utilize Equipamento de Proteção Individual – (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima dos punhos das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres ‘PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.’ E manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).; • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia.; • No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual – EPIs: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato lave com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR ROMEO SC-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Ingrediente ativo | Cerevisane (Parede celular de Saccharomyces cerevisiae cepa LAS117) |
|---|---|
| Classe Toxicológica | NÃO CLASSIFICADO – PRODUTO NÃO CLASSIFICADO |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, dérmica e ocular. |
| Mecanismos de toxicidade | Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. |
| Sintomas e sinais clínicos | Não são conhecidos os possíveis sintomas de intoxicação em seres humanos. Suspenda imediatamente o uso do produto no caso de aparecimento de qualquer sintoma durante o seu uso e manipulação. Não são esperados sintomas de toxicidade, uma vez que o ingrediente ativo (cerevisane) é à base de parede celular da levedura Saccharomyces cerevisiae. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação de exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. |
| Antídoto e Tratamento | Não há antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico. |
| Contra-indicações | A indução de vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração. |
| ATENÇÃO | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/ MS. |
| Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) | |
| Telefone de emergência da empresa: BIO SPRINGER DO BRASIL INDÚSTRIA DE ALIMENTOS S.A.: (019) 3881-8460 IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS: 0800 774 4272 |
Não há antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico. Contra-indicações A indução de vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração. ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/ MS. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) Telefone de emergência da empresa: BIO SPRINGER DO BRASIL INDÚSTRIA DE ALIMENTOS S.A.: (019) 3881-8460 IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS: 0800 774 4272 MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres humanos.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS
Exposição aguda: - DL50 oral, em ratos, é superior a 5000 mg/kg. - DL50 dermal, em ratos, é superior a 5050 mg/kg. - A CL50 inalatória (4 horas), é superior a 4,47 mg/L. Foram observadas em 14 dias alguns sintomas, como corrimento nasal, respiração alterada, tremores, agitação ou hipoatividade. Todos eles foram reversíveis até o segundo dia após a exposição em ratos. Como não foi observada morte de nenhum animal, a CL50 inalatória não foi determinada e o estudo não será utilizado para fins de classificação toxicológica. - Este produto foi considerado não sensibilizante dérmico. - Irritação dérmica: não irritante à pele. - Irritação ocular: não irritante aos olhos. Exposição crônica: - Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em seres humanos. Estudos não realizados de acordo com critérios da legislação vigente
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Este produto é: - Altamente perigoso ao Meio Ambiente (Classe I) - Muito perigoso ao Meio Ambiente (Classe II) - Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III) X - POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV) • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Manter o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa: IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS. • Telefone de Emergência: 0800 770 1760 • Utilize o Equipamento de Proteção Individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia; recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante, pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final; • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha este material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado;
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação. 4.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: ▪ Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; ▪ Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; ▪ Tampe bem as embalagens e agite-a por 30 segundos; ▪ Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; ▪ Faça essa operação 3 vezes; ▪ Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sobre pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: ▪ Encaixe a embalagem vazia no local apropriado ao funil instalado no pulverizador; ▪ Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; ▪ Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos; ▪ A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; ▪ Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo; Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: ▪ Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização em posição vertical durante 30 segundos; ▪ Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; ▪ Toda água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; ▪ Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
▪ Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. ▪ O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
▪ No prazo de um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra;
▪ Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade; ▪ O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE ▪ As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
▪ O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. ▪ Use luvas no manuseio dessa embalagem. ▪ Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
▪ No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. ▪ Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. ▪ O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo ▪ mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE ▪ As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
▪ O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
▪ adquirido o produto, ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE ▪ As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
▪ A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. ▪ É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. ▪ EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
▪ A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no Meio Ambiente causa à contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: ▪ Caso este produto venha a se tornar impróprio para a utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rotulo para a sua devolução e destinação final. ▪ A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: ▪ O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL ▪ De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.