Bula oficial · registro MAPA nº 1920

Bula do Rikolto

Bula completa do Rikolto (registro MAPA nº 1920), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: acetamiprido.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 21 páginas no PDF.

RIKOLTO Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 01920

COMPOSIÇÃO

(E)-N1-[(6-chloro-3-pyridyl)methyl]-N2-cyano-N1-methylacetamidine (ACETAMIPRIDO)..............................................................................................200,0 g/kg (20,0% m/m) Outros ingredientes.............................................................................................800,0 g/kg (80,0% m/m)

GRUPO 4A INSETICIDA PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: inseticida sistêmico GRUPO QUÍMICO: neonicotinóide TIPO DE FORMULAÇÃO: pó solúvel em água (SP) TITULAR DO REGISTRO(*): ASCENZA BRASIL LTDA. Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, unidade autônoma 30, sala B Condomínio Tech Town, Chácaras Assay, CEP: 13186-904, Hortolândia/SP. CNPJ: 53.875.432/0001-02 – Telefone: (19) 2137-8100 – nº do Registro no Estado: 4455 CDA/SAA/SP (*) Importador do produto formulado FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO: ACETAMIPRID ASCENZA TÉCNICO – Registro no MAPA nº 10917 Jiangsu Yangnong Chemical Group Co., Ltd. Nº 39 Wenfeng Road, 225009 Yangzhou, Jiangsu, China Huaian Glory Chemical Co., Ltd. No. 2, Guoqiao Road, Huaian Salt Chemical Industry Park, Hongze 223100 Huaian, Jiangsu, China Shandong United Pesticide Industry Co., Ltd. Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin Village, Fan Town, Daiye District, 250100, Taian, Shandong, China ACETAMIPRIDO TÉCNICO HY-CROPCHEM – Registro no MAPA n° 2817 Hebei Yetian Agrochemicals Co., Ltd. Industrial Zone, South of Yuanshi County - 050000 Shijiazhuang, Hebei – China Hemani Industries Limited. Unit-III, Plot No. - CH-5, G.I.D.C. Industrial Estate, Dahej, Vagra, Bharuch, Gujarat - Índia Jiangsu Yangnong Chemical Group Co., Ltd. Nº 39 Wenfeng Road - 225009 Yangzhou, Jiangsu – China Shandong Hailir Chemical Co., Ltd. Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Development Zone, Weifang, Shandong, China

Sinochem Ningbo Ltd. 21, Jiangxia St., Ningbo, Zhejiang, 315000, China FORMULADORES: Ascenza Agro S.A. Avenida do Rio Tejo, Herdade das Praias, 2910-440, Setúbal – Portugal Shandong United Pesticide Industry Co., Ltd. Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin Village, Fan Town, Daiyue District, Taian City, Shandong, China. Qingdao Audis Bio-Tech Co., Ltd. Changyang Industrial Zone, Laixi City, Qingdao, China Shandong Hailir Chemical Co., Ltd. Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Development Zone, Weifang, Shandong, China. Meghmani Organics Limted. Plot No.: CH-1 & CH-2/A, G.I.D.C. Industrial Estate, Dahej-392130, Ta: Vagra, Dist: Bharuch, Gujarat India. M/s Hemani Industries Ltd. Unit-II N° 3207/A&B, 3208/1&2, GIDC, industrial Estate Ankleshwar, District Bharuch Gurarat 393 002, India. SML Limited Plot No. 1904, A-18/18, G.I.D.C., Panoli, District Bharuch, State-Gujarat, India SML Limited Plot No. 1905/1928/29/30, G.I.D.C., Panoli, District Bharuch, State-Gujarat, India SML Limited Plot No. 230/231/232, G.I.D.C., Panoli, District Bharuch, State-Gujarat, India Fersol Indústria e Comércio S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, s/n, km 68,5, Olhos D’água CEP: 18120-970, Mairinque/SP CNPJ: 47.226.493/0001-46 N° do Registro no Estado: Nº 31 CDA/SAA/SP Nortox S/A. Rod. BR 369, Km 197, s/n, Distrito de Aricanduva CEP: 86700-970. Arapongas/PR CNPJ: 75.263.400/0001-99 N° do Registro no Estado: 466 ADAPAR/PR

Kubix Agroindustrial Ltda. Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Cruz Alta CEP: 13348-780, Indaiatuba/SP CNPJ Nº 47.754.052/0001-17 N° do Registro no Estado: 1248 CDA/SAA/SP MANIPULADOR: Arcad Industrialização Química Ltda. Av. Dr. Roberto Moreira, 4500, Condomínio CLIP, Betel CEP: 13148-150, Paulínia/SP CNPJ: 40.726.678/0001-70 N° do Registro no Estado: Nº 4327 CDA/SAA/SP IMPORTADORES: Agrilean Inputs S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, km 30,5, n° 11100 CEP: 06421-300, Barueri/SP CNPJ: 47.983.211/0004-06 Nº do Registro no Estado: 4378 CDA/SAA/SP Agrilean Inputs S.A. Área Rural, S/N, Km 207, Lote 04, AR 01, Área Rural de Eduardo de Magalhães CEP: 47865-899 - Luis Eduardo Magalhães/BA CNPJ: 47.983.211/0002-36 N° do Registro no Estado: 145723 ADAB/BA Agrilean Inputs S.A. Rodovia BR 364, Km 20, Área 02, n 5788, Galpão 22, Zona Rural CEP: 78098-970 - Cuiabá/MT CNPJ: 47.983.211/0003-17 N° do Registro no Estado: 30962 INDEA/MT Tradecorp do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, Condomínio Tech Town, Chácaras Assay CEP: 13186-904, Hortolândia/SP CNPJ: 04.997.059/0001-57 Nº do Registro no Estado: 958 CDA/SAA/SP

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7212, de 15 de junho de 2010).

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO

MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÕES DE USO

RIKOLTO é um inseticida sistêmico de ação translaminar, empregado na forma de pulverizações no controle de inúmeras pragas das culturas como segue abaixo:

CULTURASPRAGAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICODOSE DO PRODUTO COMERCIALVOLUME DA CALDANÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA
Abóbora, Abobrinha, Chuchu, Maxixe e PepinoMosca-branca Bemisia tabaci raça B25 g/100 L de água ou 250 g/haAplicação terrestre 1000 L/ha4
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Realizar constante monitoramento e aplicar no início da infestação de adultos, principalmente no início de desenvolvimento quando a cultura é mais suscetível. A menor dose deve ser utilizada quando forem observados os primeiros adultos da praga e a maior dose quando a praga já estiver presente em maiores populações. Ocorrendo reinfestação reaplicar em intervalos de 5 a 7 dias.
Acelga, Agrião, Repolho e RúculaPulgão-da-couve Brevicoryne brassicae72 g/haAplicação terrestre 200 L/ha2
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Realizar monitoramento constante e proceder aplicação logo no início da infestação. Ocorrendo reinfestação reaplicar, em intervalos 7 dias no caso da Acelga e para Agrião em intervalos de 5 a 7 dias.
AlgodãoPulgão-do-algodoeiro Aphis gossypii100 g/haAplicação terrestre 200 L/ha Aplicação aérea 20-40 L2
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Iniciar os tratamentos imediatamente após surgirem os primeiros pulgões, repetir a aplicação com intervalo de 10 dias se for constatada a presença da praga.
AmendoimMosca branca Bemisia tabaci raça B250-300 g/haAplicação terrestre 300 L/ha3
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Iniciar as aplicações quando for observada a presença dos primeiros adultos na área, procurando sempre colocar o produto em contato com a praga, repetir a aplicação em intervalo de 7 dias. Procurar sempre intercalar com produtos de modo de ação diferentes para evitar o aparecimento de resistência da praga. A menor dose deve ser utilizada quando forem observados os primeiros adultos da praga e a maior dose quando a praga já estiver presente em maiores populações.
AveiaPulgão-da-folha Metopolophium dirhodum375 g/haAplicação terrestre 200 L/ha Aplicação aérea 20-40 L/ha2
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Aplicar sempre que ocorrerem infestações média de 10 pulgões/afilho ou 10 pulgões por espiga. Intervalo entre as aplicações de 7 dias.
BatataPulgão verde Mysus persicae300 g/haAplicação terrestre 600 L/ha2
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Iniciar o controle quando surgirem os primeiros pulgões, repetir com intervalo de 10 dias caso seja constatada a presença da praga.
Batata doce Beterraba MandiocaMosca-branca Bemisia tabaci raça B215-360 g/haAplicação terrestre 150 L/ha3
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Realizar monitoramento constante e proceder aplicação logo no início da infestação. Utilizar a menor dose quando forem observados os primeiros sinais de ataque da praga e a maior dose quando praga já estiver presente em altas populações ou em cultivares susceptíveis a virose. Intervalo entre aplicação mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação.
Berinjela, Jiló, Pimenta, Pimentão e QuiaboMosca-branca Bemisia tabaci raça B18-55 g/100 L de águaAplicação terrestre 1000 L/ha3
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Realizar monitoramento constante e proceder aplicação logo no início da infestação. Utilizar a menor dose quando forem observados os primeiros sinais de ataque da praga e a maior dose quando a praga já estiver presente em altas populações ou em cultivares susceptíveis a virose. Intervalo entre aplicação mínimo de 5 dias.
Brócolis, Couve, Couve- chinesa, Couve-de- bruxelas e Couve-florPulgão-da-couve Brevicoryne brassicae72 g/haAplicação terrestre 200 L/ha1
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Realizar monitoramento constante e proceder aplicação logo no início da infestação.
Centeio e cevadaPulgão-da-folha Metopolophium dirhodum375 g/haAplicação terrestre 200 L/ha Aplicação aérea 20-40 L/ha2
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Aplicar sempre que ocorrerem infestações média de 10 pulgões/afilho ou 10 pulgões/espiga. Intervalo entre as aplicações de 7 dias.
CitrosPsilídeo-dos-citros Diaphorina citri11-25 g/100 L de águaAplicação terrestre 2000 L/ha1
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Realizar monitoramento constante e aplicar imediatamente quando for constatado a presença da praga.
ErvilhaMosca branca Bemisia tabaci raça B250-300 g/haAplicação terrestre 300 L/ha3
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Iniciar as aplicações quando for observada a presença dos primeiros adultos na área, procurando sempre colocar o produto em contato com a praga, repetir a aplicação em intervalo de 7 dias. Procurar sempre intercalar com produtos de modo de ação diferentes para evitar o aparecimento de resistência da praga. A menor dose deve ser utilizada quando forem observados os primeiros adultos da praga e a maior dose quando a praga já estiver presente em maiores populações.
EucaliptoPsilídeo-de-concha Glycaspis brimblecombei215-360g/haAplicação terrestre 200-400 L/ha2
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Realizar monitoramento constante e proceder aplicação logo no início da infestação. Utilizar a menor dose quando forem observados os primeiros sinais de ataque da praga e a maior dose quando a praga já estiver presente em altas populações ou em cultivares susceptíveis a virose. Realizar nova aplicação em caso de reinfestação da praga.
Feijão, Feijão caupi, Feijão guandu, Feijão vagem, Grão-de- bico e LentilhaMosca branca Bemisia tabaci raça B250-300 g/haAplicação terrestre 300 L/ha3
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Iniciar as aplicações quando for observada a presença dos primeiros adultos na área, procurando sempre colocar o produto em contato com a praga, repetir a aplicação em intervalo de 7 dias. Procurar sempre intercalar com produtos de modo de ação diferentes para evitar o aparecimento de resistência da praga. A menor dose deve ser utilizada quando forem observados os primeiros adultos da praga e a maior dose quando a praga já estiver presente em maiores populações.
MaçãMosca-das-frutas Anastrepha fraterculus30-40 g/100 L de águaAplicação terrestre 800-1000 L/ha Aplicação terrestre 800 L/ha3
Mariposa oriental Grapholita molesta
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Para o controle de Mosca-das-frutas, iniciar a aplicação no início do aparecimento da praga. Repetir caso necessário, com intervalos de 14 dias. Para o controle de Mariposa-oriental iniciar com o início da infestação fazendo o monitoramento através de armadilhas. Repetir caso necessário, em intervalos de 14 dias.
MamãoCochonilha Aonidiella comperei75 g/100 L de águaAplicação terrestre 600 L/ha2
Cigarrinha Empoasca spp.25 g/100 L de água
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Iniciar a aplicação assim que for detectado o início do aparecimento da praga. Repetir caso necessário com intervalo de 07 dias.
Melão e MelanciaMosca-branca Bemisia tabaci raça B250-300 g/haAplicação terrestre 1000 L/ha3
Pulgão-das- inflorescências Aphis gossypii
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Mosca branca: iniciar as aplicações quando for observada a presença dos primeiros adultos na área, procurando sempre colocar o produto em contato com a praga A menor dose deve ser utilizada quando forem observados os primeiros adultos da praga e a maior dose quando a praga já estiver presente em maiores populações. Em plantas novas e em aplicações em jato dirigido onde são utilizadas volume de calda inferior a 1000 L/ha, utilizar a dose em g pc/ha. Pulgão: iniciar os tratamentos preventivamente ao após surgirem os primeiros insetos. Em ambos os casos, se necessário repetir as aplicações com intervalos de 07 dias, procurando sempre intercalar com produtos de modo e ação diferentes para evitar o aparecimento de resistência da praga.
Milheto e MilhoPulgão-do-milho Rhopalosiphum maidis300-400 g/haAplicação terrestre 200 L/ha Aplicação aérea 20-40 L/ha2
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Iniciar as aplicações quando verificar a formação das primeiras colónias com mais de 10 afideos. Se necessário repetir em intervalo de 10 dias.
PastagemCigarrinha-das- pastagens Deois flavopicta250-350 g/haAplicação terrestre 200L/ha Aplicação aérea 20-40L/ha1
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Iniciar as aplicações quando forem verificados adultos da cigarrinha-das-pastagens ou a presença de espuma produzidas pelas ninfas na base das plantas. Utilizar a maior dose em alta infestação.
Pinhão mansoCigarrinha Empoasca spp.20-25 g/100 L de águaAplicação terrestre 580 L/ha2
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Iniciar o controle assim que for constatado o início do aparecimento da praga.
SojaMosca branca Bemisia tabaci raça B300-400 g/haAplicação terrestre 200 L/ha Aplicação aérea 20-40 L/ha2
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Iniciar as aplicações preventivamente ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área, repetindo-a com intervalo de 10 dias, procurando sempre intercalar com produtos de modo e ação diferentes para evitar o aparecimento de resistência da praga.
SorgoPulgão-do-milho Rhopalosiphum maidis300-400 g/haAplicação terrestre 200 L/ha Aplicação aérea 20-40 L/ha2
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Iniciar as aplicações quando verificar a formação das primeiras colonias com mais de 10 afideos. Se necessário repetir em intervalo de 10 dias.
TomatePulgão verde Mysus persicae25 g/100 L de água ou 250 g/haAplicação terrestre 1000 L/ha3
Tripes Frankliniella schultzei
Mosca-branca Bemisia tabaci raça B25-40 g/100 L de água ou 250-400 g/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Aplicar quando surgirem os primeiros pulgões, repetindo se necessário em intervalo de 7 dias Tripes: iniciar as aplicações logo após o transplante das mudas, repetindo a cada 7 dias. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for observada a presença dos primeiros adultos na área, repetindo as aplicações em intervalo de 7 dias, procurando sempre colocar o produto em contato com a praga. É importante sempre intercalar com produtos de modo de ação diferentes para evitar o aparecimento de resistência da praga. A menor dose deve ser utilizada quando forem observados os primeiros adultos da praga e a maior dose quando a praga já estiver presente em maiores populações. Em plantas novas e em aplicações em jato dirigido onde são utilizadas volume de calda inferior a 1000 L/ha, utilizar a dose em g pc/ha.
Trigo e TriticalePulgão-da-folha Metopolophium dirhodum375 g/haAplicação terrestre 200 L/ha Aplicação aérea 20-40 L/ha2
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Aplicar sempre que ocorrerem infestações média de 10 pulgões/afilho ou 10 pulgões/espiga. Intervalo entre as aplicações de 7 dias.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: RIKOLTO pode ser aplicado através de pulverizadores terrestres ou aeronaves. Pulverização Terrestre: Utilizar-se de pulverizadores costais manuais ou motorizados ou estacionário ou pistola. Com pulverizador tratorizado de barra, utilizar bicos cônico vazio da série JA ou D utilizando nesta serie o difusor 23 ou 25 de acordo com as variações da umidade relativa do ar nas aplicações de forma a se obter um diâmetro de gotas de 110 a 140 µm e uma densidade de 50 a 70 gotas/cm², sobre o local onde o alvo biológico se situa. A pressão trabalho para os bicos recomendados deverá ser de 80 a 120 libras. Utilizar turbo atomizador com as informações acima citados, e procurar através do volume de calda e tamanho de gotas obter uma aplicação com cobertura uniforme da toda a parte aérea da planta. APLICAÇÃO AÉREA: Realizar somente nas culturas indicadas. A aeronave deve estar provida com barra equipada com bicos jato cônico vazio da série D, micronair ou similar. Recomenda-se o emprego de 20 a 40litros de calda /ha, altura de vôo de 2-3m do alvo e largura de faixa de deposição de 15-18m. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Temperatura ambiente: abaixo de 28ºC Umidade relativa do ar: mínima de 70 % Velocidade de vento: acima de 2km/h até o máximo de 10 km/h. Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 km/h, devido a possibilidade ou ocorrência do fenômeno de inversões térmicas, causando uma maior permanência das gotas no ar, contaminando os “bandeirinhas”, avião e o meio ambiente, com grande prejuízo do efeito do produto. Aplicações durante as horas mais quentes do dia ou temperaturas muito altas deverão ser evitadas, pois causarão perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes. O diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com as variações da umidade relativa do ar durante toda a aplicação, de modo que se obtenha a densidade e deposição das gotas. PREPARO DA CALDA: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do RIKOLTO deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é necessário que se faça uma pré-diluição do RIKOLTO em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para cada cultivo em 5 a 10 litros de água agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a completa dissolução, após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo para manter homogênea a calda de pulverização. Recomendações gerais para evitar deriva: - Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. - Siga as restrições existentes na legislação pertinente. - O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).

- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto. Diâmetro das gotas: - A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa. - A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas: - Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores. - Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. - Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva. Ventos: - A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h. Temperatura e Umidade: - Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%. - Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação. Inversão térmica: - O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CULTURASIntervalo de Segurança
Abóbora, abobrinha, berinjela, brócolis, couve, couve-chinesa, couve-de-bruxelas, couve-flor, chuchu, jiló, maxixe, pepino, pimenta, pimentão, quiabo e repolho01 dia
Acelga, agrião, citros, melão, melancia, rúcula e tomate03 dias
Mamão05 dias
Algodão, amendoim, aveia, batata, centeio, cevada, ervilha, feijão, feijão-caupi, feijão guandu, feijão-vagem, grão-de-bico, lentilha, maçã, mandioca, trigo e triticale07 dias
Soja14 dias
Batata-doce e beterraba15 dias
Milho, milheto e sorgo21 dias
Eucalipto, pastagem e pinhão-mansoUNA

Soja 14 dias Batata-doce e beterraba 15 dias Milho, milheto e sorgo 21 dias Eucalipto, pastagem e pinhão-manso UNA UNA – Uso não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca.

LIMITAÇÕES DE USO

Não há, desde que seguidas corretamente as recomendações de uso do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:

GRUPO 4 A INSETICIDA A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.

O inseticida RIKOLTO pertence ao grupo 4A (Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do RIKOLTO como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar RIKOLTO ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de RIKOLTO podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do RIKOLTO, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos 4A não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do RIKOLTO ou outros produtos do Grupo 4A quando for necessário. • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas. • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado. • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. Incluir outros métodos de controle de pragas, dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE OS ESQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora das especificações. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos ou viseira facial, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; e - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

- EVITE O MÁXIMO POSSÍVEL O CONTATO COM A ÁREA TRATADA. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evitar ao máximo o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.

- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos ou viseira facial, avental impermeável, botas, macacão, luvas e máscara; e - A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por uma pessoa treinada e devidamente protegida. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer. Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

Nocivo se ingerido; Pode ser nocivo em contato com a pele.
ATENÇÃO

- INTOXICAÇÕES POR RIKOLTO -

Grupo QuímicoNeonicotinóides
Classe ToxicológicaCATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de ExposiçãoOral, inalatória e dérmica
ToxicocinéticaEm estudos realizados em ratos, o Acetamiprido foi absorvido rápida e quase completamente pelo trato gastrointestinal (> 96% 24 horas após administração). Após absorvido o produto é distribuído pelo organismo, sendo encontrado resíduos (0,01 – 0,1 ppm) no trato gastrointestinal, fígado, rins, adrenais e tireoide, com baixo potencial de bioacumulação. Sofre biotransformação mediante processos de demetilação e conjugação com glicina. A maior concentração do produto no organismo dá-se na primeira hora pós-dose, após este tempo os níveis começam a cair e sua eliminação do organismo ocorre em 06 horas. O Acetamiprido é excretado principalmente pela urina e fezes.
ToxicodinâmicaAgem como agonistas dos receptores nicotínicos da acetilcolina no Sistema Nervoso Central (SNC) alterando assim a transmissão do sinal nas sinapses nervosas. Compostos neonicotinóides são de relativamente baixa toxicidade devido a que apresentam baixa afinidade pelos subtipos de receptor nicotínico dos vertebrados quando comparados aos dos insetos e não penetram a barreira hematoencefálica. Efeitos do sistema nervoso central não deveriam ser esperados a baixos níveis de exposição.
Sintomas e Sinais ClínicosExposição aguda: Este tipo de inseticida parece ser menos tóxico em contato com a pele ou quando inalado que após ingestão. • Dois casos de intoxicação por Acetamiprido em humanos foram descritos no Japão (Clinical Toxicology 2010, Vol. 48(8): 851-853. Os pacientes apresentaram: náuseas, vômitos, debilidade muscular, hipotermia, convulsões, taquicardia, hipotensão, alterações eletrocardiográficas e hipóxia. Os sintomas foram parcialmente semelhantes aos apresentados na intoxicação por organofosforados. Tratamento de suporte foi suficiente e os dois pacientes recuperaram sem complicações em 2 dias. • Ingestões de formulações contendo neonicotinóides podem produzir sintomas resultantes da ação dos solventes ou outros componentes da formulação, alguns dos quais podem ser corrosivos. Toxicidade crônica: Não há dados disponíveis sobre toxicidade crônica em humanos. Não é considerado carcinogênico para humanos.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
TratamentoNão há antídoto específico. Tratamento: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da fonte de exposição ao produto, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com beta-2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral. Exposição Ocular Descontaminação: lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição Dérmica Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistir. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: • EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto, utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento. • Usar PROTEÇÃO para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto durante o processo.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos das Interações QuímicasNão relatados em humanos.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnósticos e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450.

0800 70 10 450.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Acetamiprid é eficientemente absorvido e rapidamente excretado, principalmente na urina. A eliminação fecal foi principalmente através da bile. A eliminação rápida de acetamiprid foi quase duas vezes maior na urina que nas fezes, principalmente para ratos machos e foram notados resíduos consideravelmente elevados. Da dose administrada foram encontrados nas lavagens de urina e gaiolas (presumivelmente sendo principalmente urina), sugerindo que a excreção urinária exclusiva de recirculação e os produtos biliares foram o principal modo de excreção. Para ambos os sexos, tanto na excreção urinária como fecal, os resíduos foram de cerca de 2 a 3 vezes mais altos nas primeiras 24 horas.

EFEITOS AGUDOS

DL50 via oral (rato): 300-2000 mg/kg de peso corpóreo. DL50 via dérmica (rato): >2000 mg/kg de peso corpóreo. CL50 inalatória (rato): não determinado nas condições do teste. Irritação dérmica (coelho): o produto foi considerado não irritante para a pele. Irritação ocular (coelho): o produto foi considerado como levemente irritante para os olhos apresentando irite, hiperemia, secreção e quemose com todos os sinais de irritação retornando em 72 horas após o tratamento, não apresentando opacidade. Sensibilização cutânea: o produto não provocou sensibilidade cutânea em cobaias. Mutagenicidade: não mutagênico. EFEITOS CRÔNICOS (Resultado de estudos com animais – ingrediente ativo): A exposição crônica de acetamiprido resultou em aumento do peso relativo do fígado. Foi observado em ambos os sexos, hipertrofia hepatocelular centrilobular e depleção de gordura do córtex adrenal. Houve tremores em fêmeas administradas com altas doses, porém não houve mortalidade. Foram observados efeitos no peso corporal, hematológico ou soro.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas; - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas; - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.

- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Ascenza Brasil Ltda. – Telefone: 0800 70 10 450. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado, e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA - (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL • (De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis) Hortolândia/SP, 19 de setembro de 2025.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Rikolto registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 1920 · documento de 07/10/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Rikolto?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Rikolto e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Rikolto é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 1920, documento de 07/10/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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